Ah! Lápis Roído, respostas com conteúdo de planos de acção, nunca as recebi. Recebo muitas com um blábláblá tipo papagaio, sem qualquer interesse, sempre a dizer o mesmo, e a papaguearem-se uns aos outros.
É triste viver num país assim.
Quanto à selvajaria praticada contra animais, para divertir psicopatas e sádicos estamos, sim, no pelotão da frente.
Mas também quanto a outras selvajarias, corrupção ao mais alto nível, ladroagem, enfim, coisas que não são adequadas a um primeiro mundo.
Mas é o que temos e o que o povo escolhe. Não é triste?
Há alguns que nem para papagaios servem porqusão coniventes com a barbárie.
O país é o que é, mas hoje temos motivos para sorrir porque vencemos uma batalha. Ora veja:
https://www.noticiasaominuto.com/pais/819047/cancelado-evento-com-touros-de-fogo-em-benavente
Parabéns, Isabel. Pelo seu contributo, os meus parabéns e o meu agradecimento.
Lápis Roído, o inconcebível aconteceu: a notícia diz que o evento foi CANCELADO, mas CANCELADO na linguagem das autoridades significa LUZ VERDE.
A barbárie CONSUMOU-SE naquele lugarejo habitado por sádicos e psicopatas e por autoridades que não têm autoridade para fazerem cumprir a Lei.
O evento ILEGAL realizou-se, e nenhuma autoridade se atreveu a IMPEDI-LO.
Havia um vídeo da consumação do facto, no Facebook, mas foi retirado estrategicamente. Não sei se alguém conseguiu reproduzi-lo a tempo.
Vivemos num tempo bárbaro, apesar de estarmos no terceiro milénio da era cristã.
Pois agora é hora de denunciar essas autoridades, a uma autoridade maior, se é que a há, neste nosso pobre país, entregue a bárbaros.
Não tenho palavras que consigam comportar o que me vai nal alma. Não fosse isto um blog sério e um assunto tão importante e ainda podia pensar que fosse brincadeira. Como é isto possível?
É um país onde as leis se fizeram para ser desrespeitadas sem qualquer tipo de punição. Uma vergonha. Uma autêntica vergonha.
O que é que se pode fazer nesta situação?
Foi isso que questionei no meu texto publicado há pouco.
O que podemos fazer?
Escrever às autoridades e exigir respostas.
Foi o que fiz, como cidadã livre que sou.
Comentar post