Comentários:
De O apartidário a 6 de Julho de 2023 às 18:55
Compreendo bem a sua atitude,tem dias que também penso deixar o bloguismo por alguns tempos. Até breve e tudo de bom.
De Isabel A. Ferreira a 6 de Julho de 2023 às 19:24
Obrigada.
Sabe, uma das funções dos governantes é fazerem tudo para proporcionar aos cidadãos, que lhes pagam o salário, o melhor bem-estar.

Estes nossos governantes querem lá saber disso para alguma coisa!

Cobram-nos impostos, e depois tratam-nos mal., com a sua desgovernação desenfreada!

E isto reflecte-se no bem-estar das pessoas.

De António Marafuga a 1 de Agosto de 2023 às 23:14
Estou do seu lado... Não nasci em Ovar, mas trabalhei no duro nos cais da Gafanha da Nazaré (decapagem e pintura dos bacalhoieiros e barcos de 'cabo branco' dos srs. Baltazar e João Vilarinho) e meus avós maternos são (eram porque falecidos) da Murtosa.
A estupidez - a todos os níveis - implanta-se todos os dias e já perdi a fé de que "vença a razão" (a menos que um terramoto atire para debaixo do entulho da 'cidade' uma população inteira de estúpidos). Somos Cândidos da nossa própria passividade e fé que 'este é o melhor dos mundos possíveis'!
Estou a finalizar um escrito. Numa espécie de prefácio, eu exclamo: "Acontece quase sempre assim: os vigorosos filósofos e cientistas, os célebres economistas e sociólogos, mas sobretudo os mais badalados políticos e estadistas, são aqueles que, muitas vezes, menos sabem o que é o mundo real, o que é o mundo da Rosa Maria, o que é o nosso mundo e isto porque nasceram em berço de oiro e o brilho do metal deslumbra-lhes a realidade à sua volta!"
Quando aluno da Fac Direito/UL, um professor chumbou-me numa oral de Direito Penal (eu tinha 37 anos) porque eu dei como exemplo de um 'ambiente social criminogéneo' - gerador do crime - a existência de bairros de lata à volta da cidade de Lisboa e vida dentro destes bairros. Entrou em choque comigo. Entrei em choque com o assistentezinho que me avaliava (um rapazinho com 26 ou 27 anos, mestre). Este desconhecia completamente/não tinha qualquer referência quanto à existência de tais bairros e severamente corrigiu-me. Porque o contrariei, terminou a minha oral e chumbou-me. Ok!

Gostei de ler alguns dos seus textos (neste e noutro blog). Sobretudo sensibilizei-me com o facto de já sermos dois a usar o AO90 naquilo que ele tem de bom senso. Na história dos povos foi sempre o colonizador que deixou a sua língua ao colonizado (os romanos, o latim aos povos do sul da Europa; os portugueses, o português aos brasileiros; os ingleses, o inglês aos americanos... mas com o AO90 dá-se o contrato: os brasileiros, os colonizados na história, dizem aos portugueses, os colonizadores, como devem escrever e falar.

Fico por aqui.
Se confiar e me quiser facultar uma morada (remetendo-a para o endereço de email que refiro), terei imenso gosto em lhe oferecer alguns dos meus livros já publicados.
Obrigado por me ler até ao fim... Quando escrevo... nunca mais acabo!
António Marafuga
De Isabel A. Ferreira a 2 de Setembro de 2023 às 19:12
Caro António Marafuga, peço desculpa pela demora na publicação do seu comentário, mas fui para férias e quando regressei, tinha, como sempre tenho, várias dezenas, a chegar à centena, de mensagens, e nem sempre consigo dar conta do recado.

Começo por agradecer o seu comentário, e gostei de saber do seu itinerário na Gafanha da Nazaré, e principalmente de que os seus avós eram da Murtosa. Portanto somos praticamente conterrâneos.

Quanto à estupidez, na verdade, ela está a tentar criar raízes em Portugal, já há algum tempo, mas nós temos o dever cívico de não permitir tal insulto aos nossos antepassados que nos deixaram uma CULTURA CULTA, que devemos defender com as garras de fora.

Penso que quando referiu o uso do AO90 em «Sobretudo sensibilizei-me com o facto de já sermos dois a usar o AO90 naquilo que ele tem de bom senso» quis dizer a NÃO USAR o AO90, e quanto ao “bom senso” não percebi a ideia.

De facto há nisto tudo uma inversão de factores: o Brasil deturpou o Português, e agora quer impor-nos essa deturpação. Não aceitaremos isto JAMAIS.

Quanto ao seu “endereço de e-mail que refere” eu não o tenho. O Blogue só me faculta o nome dos comentadores e o comentário, como poderá verificar.

Se quiser entrar em contacto comigo, deverá usar o meu e-mail do Blogue: isabelferreira@net.sapo.pt, e então poderemos falar dos livros.

Muito obrigada. Isabel

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