Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

AÇORES LIDERAM CONTRA-ORDENAÇÕES DEVIDO A MAUS-TRATOS A ANIMAIS

 

A mim, esta notícia não surpreende...

MAUS-TRATOS ANIMAIS.jpg

 

 

Quando os governantes açorianos desconhecem, por completo, o que é um ANIMAL;

 

Quando os governantes açorianos não têm uma política global de defesa da fauna do seu território, incluindo o animal homem;

 

Quando os governantes açorianos não dão o exemplo de civilidade aos governados, e permitem que toda a espécie de selvajaria, mormente a tauromáquica, seja o pão-nosso-de-cada-dia nas ilhas…

 

O que esperar de um povo entorpecido, que se recusa a evoluir?

 

Não admira, pois, que os Açores liderem contra-ordenações devido a maus-tratos infligidos a todos os animais, com a bênção da igreja católica.

 

De facto, é um galardão bastante vergonhoso.

 

Obviamente, existe nos Açores uma parcela da população que já evoluiu, mas infelizmente, e devido à casmurrice dos governantes locais e nacionais, o Arquipélago, tal como uma minoria de municípios no Continente, mantém-se no rol das regiões do Planeta com um nível civilizacional muitos zeros abaixo de zero.

 

Lamentamos.

 

Daí a necessidade da existência de vozes que pugnem pela defesa global da fauna e da flora, porque é da inteligência humana defender o Planeta Terra, no qual devem coabitar igualitariamente, todas as naturezas animais, vegetais e minerais, que dele fazem parte desde a sua criação.

 

Mas enquanto houver na governação mentes retrógradas e involuídas, teremos de continuar a tocar na mesma tecla, até que alguma luz se faça nessas mentes, e abdiquem dos proveitos individuais supérfluos, a favor dos benefícios globais essenciais, como é da natureza inteligente universal.

 

Qualquer animal não humano age em função do grupo, e não em função de si próprio, quando vive em grupo.

 

A isto chama-se instinto de sobrevivência inteligente.

 

Alguns animais humanos, mormente os governantes, agem em função deles próprios, ainda que vivam em sociedade, e tenham uma comunidade para gerir.

 

A isto chama-se permanecer num estádio de evolução primitivo.

 

É o que ainda acontece na comunidade dos Açores.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200820668075539&set=a.1169879103669.20141.1728741748&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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Comentários:
De Carlos Ricardo a 13 de Outubro de 2015 às 02:52
Não me interessa saber só, quantas contra-ordenações foram feitas pelo SEPNA. Interessa-me saber dessas contraordenações quantas resultaram em condenações. E, também, o que os governos (regional dos Açores e central), perante tanta contra-ordenação, fizeram para que cada vez mais estas contra-ordenações deixem de ser necessárias. E isso não é divulgado porque de certeza que a % de condenações é tão baixa que envergonha a justiça e o que é pior, NÃO DESINCENTIVA A PRÁTICA DE CRIMES CONTRA ANIMAIS !!

Apenas uma coisa positiva: A população, cada vez tem mais consciência do sofrimento animal e DENUNCIA !!
De Isabel A. Ferreira a 13 de Outubro de 2015 às 16:05
Pois a população cada vez tem mais consciência e denuncia, mas as denúncias caem em saco roto, é pouco ou nada as autoridades podem fazer devido à pobreza da lei.

Digo isto por experiência própria.
Enquanto não tivermos uma LEI A SÉRIO, tudo continuará quase na mesma, e as contra-ordenações acumular-se-ão em cima das mesas.

Que adianta denunciar, se não se pode actuar?


E os animais continuarão a ser maltratados.

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