Sexta-feira, 21 de Março de 2014

A MAIOR PROVA DO MAL QUE AS TOURADAS PROVOCAM NAS CRIANÇAS, PELA BOCA DE UM JOVEM/VELHO QUE AINDA VIVE OBCECADO POR TORTURA

 

Este texto vai à atenção das autoridades, que aqui são frontalmente ultrajadas, e das comissões de protecção de menores, que andam a “dormir”…

 

Este texto diz claramente que a tauromaquia é protegida pelas autoridades. Porquê?

 

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação (…) E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi(Duarte Palha)

 

Excelentíssimas autoridades, juridicamente temos aqui algo grave… não?

 

***

“Mentidero” por Duarte Palha: Desmamar a afición

 

«Lembro-me de fazer 6 anos e soprar as velas na cozinha da minha avó. Era um bolo de chocolate com gomas em forma de golfinho. Podiam ser ursos, mas eu lembro-me de golfinhos. É talvez a primeira memória visual que sou capaz de identificar no tempo. Tenho outras memórias, que julgo anteriores, mais ou menos nítidas, mais ou menos leves, perdidas na incerteza do tempo.

 

Quase todas me trazem toiros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Quase todas me trazem a minha aficion.» 


-
Pois… é muito normal dentro das psicopatias, um jovem lembrar-se muito intensamente de episódios passados na primeira infância, mormente, se eles têm a ver com toiros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Mas isto, nada tem a ver com a afición. Tem a ver com os cheiros que o transtornaram.

 

O “Palhinha” lembra-se do cheiro da bosta, do suor, da urina, do sangue que cheirou. E isso, na verdade fica para toda a vida entranhado nas narinas, como uma doença.

 

«Talvez mais intensa do que hoje. De usar panos de cozinha como capotes e colheres de pau como bandarilhas. O toiro era, muitas vezes, um banco - o banco parado no meio da sala, e eu em volta, a cravar ferros. Mais ou menos o mesmo que tourear um murube.»

 

- Um menino normal, nessas idades, ia para a rua jogar à bola com os amigos, mas este, não. Brincava na sala aos torcionários. Este já nasceu com a doença ancestral, a circular no sangue, e brincadeiras saudáveis não eram para ele. Por que havia de ser, se não conhecia mais nada, e quem o “educou” educou-o para a ignorância e para a violência?

 

Mas o pior, é que têm essa ignorância como uma grande sabedoria. Como uma respiração. E se não inalam aqueles odores já referidos, acham que não é viver. Pobres mentes!

 

E de quem é a culpa? É dos legisladores e das autoridades e das comissões de “protecção”  de menores e da igreja católica.

 

«Não me lembro se era egoísta, se era chorão, teimoso ou divertido. Lembro-me de gostar de toiros. Tenho esta certeza absoluta em relação a mim. Nasci apaixonado por “isto”. Antes da memória dos golfinhos no bolo de chocolate, lembro-me de tentas no campo.»

 

- Pois… as tentas no campo… Essas é que são as memórias, não por serem boas, mas por serem as que mais o afectaram psiquicamente enquanto criança.

E obviamente o traumatizaram ao ponto de não ver mais nada à frente do que touros, touros e mais touros…

 

Mas isso não é de uma criança com um desenvolvimento normal.

 

Isso faz parte de um desequilíbrio mental que o acompanhou até à juventude. E deu no que deu: mais um perdido no mundo da violência, da crueldade, da tortura, da maldade, da ignorância, da estupidez, da iniquidade… e que não tem a mínima noção do que diz.

Neste texto, não vejo o jovem/velho  “Palhinha” a encantar-se com uma namoradinha, por exemplo,  o que seria bastante saudável.

Não! O “Palhinha” só pensa em touros, e no modo como os torturar.

Isto é fruto de um desadequado desenvolvimento mental, desintegrado do que se considera uma vivência saudável.

 

«Empoleirado nas varolas do tentadero da Quinta da Foz. E de querer e não poder ir aos currais, sem que alguém me levasse pela mão. E de ir aos toiros. Às corridas, ainda antes de me poder lembrar bem disso.»

 

-Por aqui podemos comprovar a má influência  que tais visões deixaram no miúdo, ao ponto de viver obcecado por isso. Ele só queria “ir aos toiros”, não porque isso fosse bom, mas porque o enfeitiçava,  o arrebatava, e nesse arrebatamento,  ele colhia todo o prazer mórbido de uma mente já envelhecida e doente.

As crianças que nascem nestes meios, já nascem velhas, e poucas são as que conseguem “renascer” para uma vida saudável. O “Palhinha” é um bom exemplo disso.

 

«Lembro-me que esperava esses dias com uma ansiedade como hoje já não espero. Nem eu, nem muitos dos actuais aficionados imberbes esperarão. Querem roubar-lhes essa ansiedade.»

 

- É natural. A ansiedade vai passando, á medida em que não depende de ninguém para ir… para ver… para estar onde está a violência, que já se entranhou na sua mente. E já não consegue viver sem esse aditivo mental. 

 

«Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos. Querem acabar com as pegas a cabeças de toiro, feitas com os dedos dos pais, com as bandarilhas de colher de pau, com os capotes aos quadrados, com os bancos que marram.»

 

- Atente-se neste pormenor: «Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos». Como se a ansiedade fosse algo bom para uma criança menor de 12 anos, ou mesmo de um adulto.

 

Por aqui se vê o dano mental que a tourada fez a este jovem/velho que nunca teve infância.

 

Vejamos o que é a ansiedade: é aflição, é perturbação, é agonia, é tormento, tudo isto faz parte de uma patologia do foro psiquiátrico.

 

E é disso que sofre uma criança sujeita à iniquidade da tauromaquia. E até são os pais que ajudam a esta “missa” , juntamente com os padres, que dão lhes dão bênção.  E as comissões “protectoras” não protegem nada.

 

Bandarilhas de colher de pau? Bancos que marram? Não é isso que as imagens mostram. São bandarilhas de ferros afiados. São bezerrinhos vivos e ainda por desmamar. Além de psicóticos, tornam-se mentirosos.  

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação.»

 

- Eis o cúmulo da alienação. Eis algo juridicamente grave. Eis algo para as autoridades tomarem uma posição pública. Não podem deixar que um imberbe diga isto publicamente e fique impune.

Será menor para umas coisas e para outras não?

 

«Alimentar a aficion de quem a tem sem saber porquê. Porque um dia que eu seja pai, quero investir com um carrinho de mão, quero montar praças com lego, quero ir aos toiros e explicar que o forcado da cara não é um campino, por ter barrete.

 

Quero e hei-de fazê-lo. Que não é a lei que mata a aficion. E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi.»

 

- Até ao dia de hoje, “Palhinha”.

 

Essa protecção à tauromaquia é anticonstitucional. É um crime que todos cometem às claras… até um dia…

 

Além disso, a afición está morta.

 

E a lei enterrá-la-á muito brevemente.

 

E os que querem manter este costume bárbaro terão de se socorrer de colheres de pau a fazer de bandarilhas, e bancos de cozinha a protagonizar touros no meio das salas.

 

O “Palhinha” acaba de dar uma grande facada na tauromaquia, e nem o padre da sua paróquia lhe valerá.

 

Fonte:

http://diariotaurino.blogspot.pt/2014/03/mentidero-por-duarte-palha-desmamar.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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Comentários:
De João Cabrita a 21 de Março de 2014 às 17:47
Você sabe o que é um bezerro por desmamar?
Sabe o que é uma vaca "prenha"?
Sabe qual a diferença entre bezerro, novilho e toiro?

Há pouco tempo também vi uma comentário ridículo do seu amigo, Dr. Vasco Reis, pensa que seja este o nome, em que ele diz que lhe chegaram testemunhos, de que se punha gordura nos olhos dos toiros, para estes não verem os toureiros e os forcados.

Sinceramente acha que isto é credível?
De Isabel A. Ferreira a 21 de Março de 2014 às 19:07
Não João Cabrita, eu sou tão ignorante, mas tão ignorante, que não sei o que é um bezerro por desmamar, nem sei o que é uma vaca prenha, nem sei qual a diferença entre um bezerro, um novilho e um touro.

Isto é tão difícil, tão difícil, que temos de frequentar uma universidade (ou talvez duas) para poder aprender estas coisas. Não basta frequentar uma quinta, onde existem bovinos, e ver com olhos de ver, todas essas maravilhas com que a Natureza nos brinda.

Pois o comentário a que chama “ridículo” do meu amigo Dr. Vasco Reis, que além de ser Médico Veterinário, trabalhou longos tristes anos nos antros tauromáquicos, é uma testemunha-chave para denunciar a tortura a que são submetidos os bezerros, os novilhos e os bois para serem transformados em “touros bravos”, e o que sofrem estes touros ditos “bravos” antes, durante e depois da lide nas arenas.

Quer saber sinceramente?

Tudo o que diz o Dr. Vasco Reis é credível, porque já assistiu a tudo o que há a assistir de crueldade, nos bastidores de uma tourada.

E a palavra dele é daquelas que dizem a verdade verdadeira da ignomínia que é a tauromaquia.

Ah! Só mais uma coisinha: e o que EU digo, também é VERDADE COMPROVADA.
De Elisabete a 23 de Março de 2014 às 00:19
Quando é que vocês, aficionados, deixam de ser HIPÓCRITAS?! Gordura nos olhos, porque não? E água rás no ânus tb .
De Isabel A. Ferreira a 23 de Março de 2014 às 18:07
Eles pensam que nada sabemos do que se passa nos bastidores.

Mas sabemos tudo e mais alguma coisa.
Além de grandes COBARDES são também MENTIROSOS e HIPÓCRITAS.

Nada de bom pode vir de carrascos.


De José Dores a 25 de Março de 2014 às 15:27
Caro João Cabrita,

Sinceramente não é preciso nenhuma destas acusações para por a público o que a tourada é, não é preciso água rás , gordura, ferro do ganadeiro, etc.

Caro João eu também cresci como o Duarte Palha a ir a touradas desde que me consigo lembrar, lembro-me de levar para o primeiro dia de infantário um barrete de forcados e de brincar a cada oportunidade às pegas de caras, lembro-me de ter sempre comigo um daqueles touros de veludo negro que vendiam à porta das praças, lembro-me de ser tão pequeno de ver as touradas no colo dos meus pais e da praça de Évora ter tão pouco espaço que isso era um problema, lembro-me de ficar radiante no primeiro dia que tive direito a um bilhete só para mim. Eu não pensava em mais nada, não brincava a mais nada, eu adorava a tourada, adorava as largadas de Vila Franca, adorava as largadas da Moita, adorava a feira de Santarém ainda à volta da praça pelas ruas.

Mas caro João o ridículo é que tal como um viciado em nicotina se revolta contra a lei do tabaco, um aficionado se revolta contra a evolução do mundo e do conhecimento cientifico. Na vossa mente ridícula de alguma forma acreditavam que num mundo cada vez mais consciente da sua diversidade e espectacularidade , cada vez mais consciente das diferenças e semelhanças entre animais, cada vez mais consciente da sua singularidade, era possível saber-se que um animal não é uma coisa, que um animal sente dor, medo, ansiedade, etc. e a tourada continuaria sempre a existir.

Não João, está enganado você e todos os aficionados, as pessoas anti tourada como eu não estamos e tirar nada a ninguém estamos a acelerar a evolução normal da sociedade no sentido do respeito pelos demais animais, agora que sabemos cientificamente que eles não são coisas.

Mas porque vi muitas touradas sei que todos os aficionados são sádicos, e isso não é invenção, o aficionado ignora a presença do touro na arena, diz respeitá-lo, mas respeita-o na qualidade de figurante da FESTA, sem ele não haveria o brilhantismo do toureiro e ele está ali apenas para isso, mas tudo o que acontece ao touro é como se fosse apagado do cérebro do aficionado, simplesmente porque o aficionado está dessensibilizado para esse sofrimento.

Mas ao mesmo tempo também sei que todos os toureiros reconhecem que o touro sente dor, dizem que não, mas quando toureiam reconhecem-no, os cavaleiros tauromáquicos espetam dois ferros "compridos" antes dos curtos, para que o touro ao investir baixe mais a cabeça e permita a colocação dos restantes ferros curtos... o touro baixa mais a cabeça porque fica com os músculos do cachaço dilacerados e tem dor!

Os toureiros a pé fazem o mesmo, e é por isso que existem os terços e existem as bandarilhas e os picadores... para que a investida seja de forma a permitir o espectáculo sem ameaçar demasiado o toureiro...

Depois toda a dialéctica usada também denuncia o conhecimento que têm da dor do touro... o touro "aceita o castigo"...

Quanto à bravura...qualquer pessoa sabe o que é o instinto de luta ou fuga... estando o touro num espaço sem fuga possível só lhe resta a opção de lutar... todos os animais têm este instinto.

Por isso peço-lhe não seja ridículo ao fazer de conta que vos estamos a tentar usurpar um direito... vocês não têm direito de ser sádicos, o touro é que tem o direito de não sofrer para o vosso divertimento.
De Isabel A. Ferreira a 25 de Março de 2014 às 18:52
Obrigada, José Dores, por este seu excelente depoimento.

Precisávamos de muitos mais para ver se os aficionados deixam de pretender atirar areia nos nossos olhos.

E obrigada, sobretudo, por ter optado pela evolução, apesar de ter nascido e sido criado na tauromaquia.

Lamento que nem todos tenham a capacidade de que o José Dores tem.
De Elisabete a 23 de Março de 2014 às 00:15
O desejo dele, ainda criança, de cravar ferros é impressionante. Este rapaz já nasceu velho como todos os aficionados. A ansiedade que ele fala de ver os touros a sofrer antes de ter 12 anos é de alguém com desejos de vingança ou coisa do género... Se eu não soubesse do que esta gente é capaz ainda podia, porventura, duvidar, mas não, conheci-os de perto e uns mais do que outros não são de fiar em circunstância alguma da vida.

"Desobeder cegamente" diz ele, à lei. Coisa que já fazem mas nós sabemos que eles fazem!
De Isabel A. Ferreira a 23 de Março de 2014 às 18:10
É isso Elisabete.

Vivem CEGOS, e pensam que outros também o são.

Coitados! Não vivem, não sabem o que é a Vida.
Andam por aí... caídos de velhos.
De Pink Poison a 13 de Outubro de 2016 às 10:56
Quando é que começam a respeitar os animais? Quando? A pergunta que faço é apenas esta.
Não inventem mil teorias, onde abusam da lei como se fossem donos da tradição, eu sou socióloga e abomino essa tradição. EVOLUAM.
ou morram, todos.

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