Terça-feira, 26 de Maio de 2015

UM COMENTÁRIO QUE DIZ MUITO DA (IN) CULTURA TAUROMÁQUICA QUE OS GOVERNANTES PORTUGUESES SEMEIAM POR ESTE NOSSO PAÍS EM FRANCA DECADÊNCIA

 

SONHO DE CRIANÇA.jpg

A “Cárina” deste comentário nunca saberá o que é um sonho de criança…

 

Comentário no post MENINOS QUE SONHAM SER TOUREIROS E QUANDO FOREM GRANDES QUEREM MATAR TOUROS

 

Basto me ler pouco, para chegar a meio e ler meia duzia de asneiras sem sentido! Gostava de saber dês de quando quer ser toureiro/ matador de touros é estar a roubaram a infância ás criança? Gostava. Eu sempre disse " um dia vou ser tourreira, isso nu ... Basto me ler pouco, para chegar a meio e ler meia duzia de asneiras sem sentido! Gostava de saber dês de quando quer ser toureiro/ matador de touros é estar a roubaram a infância ás criança? Gostava. Eu sempre disse " um dia vou ser tourreira, isso nunca me fez mal e eu sou muito saudavel.. Enfim crescam mais de mentalidade -.- * um dia só irei morrer se for levada por um touro * 🐎🍀❤💋

 

Cárina a 26 de Maio 2015, 01:24:28

 

***

Isto não é extremamente aterrador? Inquietante?

 

Esmiuçando a linguagem, ela não terá alguma coisa a ver com o acordo ortográfico/1990, que o governo português já impingiu às crianças, ou será fruto daquela ignorância ateada na Assembleia da República e que depois alastra, por aí, como um fogo destruidor de alminhas perdidas…?

 

Uma “Cárina” que quando crescer quer ser “tourreira” (menos mal, porque será algo que não existe).

 

Mas uma “Cárina” que um dia só irá morrer levada por um touro é algo que ultrapassa a sensatez e a saúde mental desta criatura que, tenha a idade que tiver, já nasceu velha e destrambelhada.

 

E é isto que os governantes portugueses querem para as crianças portuguesas, que têm a desdita de nascer no estreito e rasteiro mundo da tauromaquia?

 

E dizer que o povo português prepara-se para dar continuidade a este destrambelhamento instalado também no poder político!...

 

Seja quem for esta “Cárina”, agradeço-lhe esta oportunidade de mostrar ao mundo o que é o mundinho abetesgado da selvajaria tauromáquica.

***
E Cárina respondeu:

Cárina, deixou um comentário ao post MENINOS QUE SONHAM SER TOUREIROS E QUANDO FOREM GRANDES QUEREM MATAR TOUROS às 12:31, 2015-05-26.

Comentário: A senhora não reparou á hora que eu escrevi o comentário já devia tar mais a dormir que acordada? Independete mente do que digam vou continuar com o meu sonho mais agora só para calar a boca a muita gente que tenta acabar com o mundo tauromaquico em portugal, sim vocês anti-taurinos -.- e sim mantenho o meu desejo, de ser toureira neste portugal. Nasci velha com sonhos dos velhos admito que sim tem toda a razão no que diz, não sei o que é sonhos de criança? Saber sei mas cansei de lutar por uma coisa que nunca vai dar em nada, em criança sonhava trabalhar na area da estetica, mas des dai comecei a não quer saber de cabelos, unhas, já trocava isso tudo por uma corrida de touros, se hoje digo que quero ser toureira eu vou mesmo ser... Prontos mantenham a vossa opiniao que nos mantemos a nossa... 🐎🍀🐮🐴💋 Para Isabel A. Ferreira ou wtv.

 

***

Pois… à hora em que escreveu aquele comentário já «devia TAR mais a dormir do que acordada»?

 

Estaria mesmo?

 

É que “este” chegou às 12:31, e a diferença entre um e outro é ZERO. Ainda “taria “ adormecida?

 

Quem nasce velho, como você, dificilmente progredirá, por mais que se lhe “injecte” informação. O seu cérebro está murcho, estéril, e nele jamais nada de bom germinará, se continua a recusar-se a evoluir.

 

Tenho pena de si, sabe? Lamento muito que viva no meio das trevas, e tenha a “fantasia” (sonho é outra coisa) de um dia vir a ser carrasca de bovinos indefesos.

 

Não, não sabe o que é ter sonhos de criança.

 

Queria ser esteticista? E desistiu? Pois… como poderia lutar por uma profissão de gente civilizada, se nas suas entranhas corre fel, em vez de mel?

 

Como evoluir se não tem quem lhe mostre um caminho iluminado?

 

Pobre criança velha!

 

O que vale é que a selvajaria tauromáquica está com os pés na cova. A Cárina nunca chegará a ser carrasca de bovinos indefesos, e como a sua pretensão de ser esteticista se perdeu no meio das trevas em que vive, pobre moça!

 

Nunca será ninguém… a não ser que se liberte dessa “fantasia” cruel de querer ser verduga, algo que o mundo civilizado abomina e rejeita, e queira ser “gente”.

 

Para já, nem “gente” é, o que sinceramente lamento.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2015

LEMBRAM-SE DAS TOURADAS REALIZADAS NA PRAIA DA MOITA?

 

Fizeram-se denúncias ao SEPNA, e o SEPNA respondeu assim:

 

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Isto é simplesmente uma VERGONHA.

 

Uma VERGONHA NACIONAL.

 

Quando se sabe que animais foram torturados e feridos neste triste episódio que ocorreu numa praia pública (que só podia ser na MOITA, uma terra onde a civilização ainda não chegou).

 

Veja-se neste link, o que aconteceu, naquela praia, naquele dia fatídico para uns tantos desventurados bovinos: precisamente o CONTRÁRIO do que o SPNA relata.

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tourear-numa-praia-publica-com-a-517251

 

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Repare-se na ponta afiada da lança que FERE o infeliz bovino… um acto bárbaro e COBARDE praticado num espaço que é público.

 

Para que servirão as leis?

 

Para que servirão as autoridades?

 

Vivemos num país à deriva. Sem rei nem roque. Com leis e autoridades que não servem para nada.

 

Sinto VERGONHA. Uma imensa vergonha.

 

Como cidadã portuguesa sinto-me defraudada e indignada.

 

Não podemos confiar nem nas autoridades, nem na justiça, nem nos governantes portugueses.

 

A quem devemos recorrer?

 

A quem?

 

O voto é uma poderosa arma, mas o povo português não sabe utilizá-la para fazer evoluir Portugal.

 

Quanta mediocridade!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

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Domingo, 12 de Abril de 2015

A EDUCAÇÃO QUE TEMOS ROUBA DOS JOVENS A CONSCIÊNCIA, O TEMPO E A VIDA

 

(Um magnífico texto que vai ao cuidado do nosso Ministro da Educação e Ciência e restantes governantes portugueses)

 

Quando ouvimos este psiquiatra chileno de 75 anos, temos a sensação de estarmos diante de um Jean-Jacques Rousseau do nosso tempo. Ele conta-nos que esteve bastante adormecido até aos anos 60, quando se mudou para os EUA, tornou-se discípulo de Fritz Perls, um dos grandes terapeutas do século XX, e passou a integrar a equipa de terapeutas do Instituto Esalen da Califórnia. A partir deste momento passou a ter profundas experiências no mundo terapêutico e espiritual. Entrou em contacto com o Sufismo e tornou-se um dos introdutores do Eneagrama no Ocidente. Ele também bebeu do budismo tibetano e do zen.

 

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Claudio Naranjo tem dedicado a sua vida à pesquisa e ao ensino em universidades como Harvard e Berkeley. Fundou o programa SAT, uma integração de Gestalt-terapia, o Eneagrama e Meditação para enriquecer a formação de terapeutas professores. Neste momento, lança um alerta contundente: ou mudamos a educação ou o mundo vai afundar.

 

- Você diz que para mudar o mundo é preciso mudar a educação. Qual é o problema da educação e qual é a sua proposta?

 

O problema da educação não é de forma alguma o que os educadores pensam que é. Acreditam que os alunos não querem mais o que eles têm para oferecer. Aos alunos vão querer impor uma educação irrelevante e estes defendem-se com distúrbios de atenção e com a desmotivação. Eu acho que a educação não está ao serviço da evolução humana, mas sim da produção ou socialização. Esta educação serve para adestrar as pessoas de geração em geração, a fim de continuarem a ser manipuladas pelos cordeiros dos media. Este é um grande mal social. Você quer usar a educação como uma maneira de embutir na mente das pessoas um modo de ver as coisas que irá atender ao sistema e à burocracia. A nossa maior necessidade é evoluir na educação, para que as pessoas sejam o que elas poderiam ser.

 

A crise da educação não é uma crise entre as muitas crises que temos, uma vez que a educação é o cerne do problema. O mundo está numa profunda crise porque não temos uma educação para a consciência. Nós temos uma educação de uma forma que está a roubar as pessoas da sua consciência, do seu tempo e da sua vida.

 

O modelo de desenvolvimento económico de hoje tem ofuscado o desenvolvimento da pessoa.

 

- Como seria uma educação para a qual sejamos seres completos?

 

A educação ensina as pessoas a passar por exames, não em pensar por si mesmas. É um exame no qual não se mede a compreensão, mede-se então a capacidade de repetir. É ridículo, perde-se uma grande quantidade de energia! Ao invés de uma educação para a informação, precisamos de uma educação que aborde o aspecto emocional e uma educação da mente profunda. Para mim parece que estamos presos entre uma alternativa idiota, que é a educação secular e uma educação autoritária, que é a educação religiosa tradicional. Está tudo bem separar o Estado e a Igreja mas, por exemplo, a Espanha, tem descartado o espírito, como se religião e espírito fossem a mesma coisa. Precisamos que a educação também atenda à mente profunda.

 

- Quando você fala sobre a espiritualidade e a mente profunda o que quer dizer exactamente?

 

Tem a ver com a própria consciência. Tem a ver com essa parte da mente da qual depende o sentido da vida. Está-se a educar as pessoas sem este sentido. Tampouco é uma educação de valores, porque a educação de valores é demasiadamente retórica e intelectual. Os valores deveriam ser cultivados através de um processo de transformação pessoal e esta transformação está longe da educação actual.

 

A educação deve também incluir um aspecto terapêutico. O desenvolvimento pessoal não pode ser separado do crescimento emocional. Os jovens estão muito danificados afectiva e emocionalmente pelo facto de que o mercado de trabalho está a absorver os pais que não têm mais disponibilidade para os filhos. Há muita carência amorosa e muitos desequilíbrios nas crianças. Não pode aprender intelectualmente uma pessoa que está emocionalmente danificada.

 

O lado terapêutico tem muito a ver com resgatar na pessoa a liberdade, a espontaneidade e a capacidade de satisfazer os seus próprios desejos. O mundo civilizado é um mundo domesticado e tanto a formação como a criança são instrumentos desta domesticação. Temos uma civilização doente que os artistas perceberam há muito tempo e agora cada vez mais pensadores, percebem também.

 

- A educação parece interessada apenas em desenvolver as pessoas racionais. Que outras partes mais poderiam ser desenvolvidas?

 

Eu enfatizo o facto de sermos seres com três cérebros: temos cabeça (cérebro intelectual), coração (cérebro emocional) e intestino (cérebro visceral ou instintivo). A civilização está intimamente ligada à tomada do poder pelo cérebro racional. No momento em que os homens predominaram no controle político, cerca de 6000 anos atrás, instaura-se o que chamamos de civilização. E não é só o domínio masculino e nem só o domínio da razão, mas também a razão instrumental e prática, que se associa com a tecnologia; é este predomínio da razão instrumental sob o afecto e a sabedoria instintiva que nos tem empobrecido. A plenitude só pode viver numa pessoa que tem os três cérebros ordenados e coordenados. Deste meu ponto de vista, precisamos de uma educação para os seres com três cérebros. Uma educação que poderia ser chamada de holística ou integral. Se vamos educar a pessoa como um todo, devemos ter em mente que a pessoa não é apenas razão.

 

Ao sistema convém que cada pessoa não esteja em contacto consigo mesma e nem que pense por si mesma. Por mais que se levante a bandeira da democracia, ela tem muito medo que as pessoas tenham uma voz e estejam conscientes. A classe política não está disposta a investir em educação.

 

- A educação nos faz mergulhar num mar de conceitos que nos separam da realidade e nos aprisiona na nossa própria mente. Como se pode sair desta prisão?

 

Esta é uma grande questão e é uma questão necessária no mundo educacional. A ideia de que o conceitual é uma prisão requer uma certa experiência de que a vida é mais que isto. Para quem já tem interesse em sair da prisão intelectual, é muito importante ter disciplina para parar a mente, ter a disciplina do silêncio, como praticado em todas as tradições espirituais: cristianismo, budismo, yoga, xamanismo… Parar os diálogos internos em todas as tradições do desenvolvimento humano tem sido visto como algo muito importante. A pessoa precisa de se alimentar de mais coisas do que apenas conceitos. A educação quer aprisionar a pessoa num lugar onde ela é submetida a uma educação conceitual forçada, como se não houvesse outra coisa na vida. É muito importante, por exemplo, a beleza… A capacidade de reverência, admiração, veneração, de devoção. Isto não tem a ver necessariamente com uma religião ou com um sistema de crenças. É uma parte importante da vida interior que está a perder-se, da mesma forma que estão a perder-se belas áreas da superfície da Terra, à medida que se constrói e se urbaniza.

 

- Precisamente quero saber sua opinião sobre a crise ecológica que vivemos.

 

Ela é uma crise muito evidente, é a ameaça mais tangível de todas. Você pode facilmente prever que, com o aquecimento global, com o envenenamento dos oceanos e outros desastres que estão a acontecer, muitas pessoas não poderão sobreviver.

 

Estamos a viver graças ao petróleo e consumimos mais recursos do que a terra produz. É uma contagem regressiva. Quando ficarmos sem o combustível, será um desastre para o mundo tecnológico que temos.

 

As pessoas que chamamos primitivas, como os índios, têm uma maneira de tratar a Natureza que não vem do sentido utilitário. Na ecologia, na economia e em outras coisas, temos dispensado a consciência e trabalhado apenas com argumentos racionais que estão a levar-nos ao desastre. A crise ecológica só pode ser interrompida com uma mudança pelo coração, com a verdadeira transformação que só um processo educativo pode dar. Com isto, eu não tenho muita fé nas terapias ou religiões. Só uma educação holística poderia evitar a deterioração da mente e do Planeta.

 

- Poderíamos dizer que você encontrou um equilíbrio na sua vida nesse momento?

 

Eu diria que mais e mais, apesar de eu não ter terminado a jornada. Eu sou uma pessoa com muita satisfação, a satisfação de ajudar o mundo em que estou. Vivo feliz, se é que se pode ser feliz nesta situação trágica em que todos nós estamos.

 

- A partir da sua experiência, da sua carreira e da sua maturidade, como você processa a questão da morte?

 

Em todas as tradições espirituais é-se aconselhado a viver com a morte ao lado. Você tem de chegar a essa evidência de que somos mortais e que levar a morte a sério não será vaidade. Não tens tanto medo das coisas pequenas, quando tens uma coisa grande com que te preocupas mais. Acredito que a morte só é superada para aqueles que de alguma forma morrem antes de morrer. Um tem de morrer para a parte mortal, para a parte que não transcende. Aqueles que têm tempo e suficiente dedicação e que vão suficientemente longe nesta viagem interior, finalmente encontram o seu verdadeiro eu. E este ser interior ou este ser que é um, é algo que não tem tempo e que dá a uma pessoa uma certa paz ou um sentimento de invulnerabilidade. Estamos tão absortos nas nossas vidas diárias, nos nossos pensamentos de alegria, tristeza, etc.… Nós não estamos em nós, não temos conhecimento de quem somos. Para isso, precisamos de estar muito sintonizados com a nossa experiência de tempo. Esta é a condição humana, estamos a viver no passado e no futuro, é o aspecto horizontal das nossas vidas. Mas desatentos para a dimensão vertical da nossa vida, para o aspecto mais alto e mais profundo, e este é nosso espírito e o nosso ser, e a chave para o acesso é o aqui e o agora.

 

Às vezes vamos estar em busca do ‘Ser’ e às vezes ficamos confusos em busca de outras coisas menos importantes, como a glória.

 

Fonte:

http://estaremsi.com.br/a-educacao-que-temos-rouba-dos-jovens-a-consciencia-o-tempo-e-a-vida/

 

(Texto transcrito para a Língua Portuguesa. Os bolds do texto são da lavra da autora do Blogue).

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:19

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

ESTE É O SILVÉRIO. O SILVÉRIO ACABOU AGORA MESMO DE SER TORTURADO EM LISBOA

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Este é o Silvério. O Silvério acabou, agora mesmo, de ser torturado em Lisboa. Em condições normais, a esta hora estaria a dormir.

 

Mas tendo em conta que continua a ser legalmente permitido torturar animais em praça pública, acabou de ser estraçalhado ao som de aplausos, olés e até música.

 

De seguida, será abatido.

 

Durante o abate, muitas das pessoas que o viram começar a morrer na arena vão estar a celebrar, sabe-se lá o quê, numa discoteca da capital, em que o acesso é gratuito mediante a apresentação do bilhete da tourada.

 

A tortura e morte do Silvério contará para as estatísticas. Cada animal que tem o mesmo destino é convertido numa unidade. Seja qual for o somatório anual de todas estas “unidades”, e por mais que seja inferior ao de 2014, os defensores das touradas dirão que 2015 foi “um ano muito bom” para a tauromaquia.

 

Os números vão decrescendo, ano após ano, mas eles dizem sempre a mesma coisa: foi “muito bom; muito bom”! Pena que não consigam entender que este será mais um ano muito mau para os animais. Consola-nos, de alguma forma, saber que somos cada vez mais os que não admitem que se torturem animais.

 

As touradas vão acabar.

 

Fonte: http://mgranti-touradas.blogspot.pt/

Fonte: https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/04/10/este-e-o-silverio-o-silverio-acabou-agora-mesmo-de-ser-torturado-em-lisboa/

***

E os psicopatas continuam a torturar e a matar.

E os sádicos continuam a aplaudir.

E os governantes portugueses continuam a consentir tal desvario.

E as autoridades portuguesas continuam a assobiar para o lado.

Que triste país o nosso!

Que triste e mentalmente atrasado!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:37

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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

NISA SEM TOURADAS

 

NISA.jpg

 

Nisa não precisa de touradas para ser feliz. Nenhuma localidade precisa de touradas, seja para o que for. Poucos são os que podem estar contentes com esses actos de tortura de animais.

 

O que aconteceu no último fim-de-semana, demonstrou bem o que temos dito. E enquanto os "especialistas" tentam arranjar justificações para a falha, para a falta de concorrência do público, para a falta de condições... só se enterram mais e ainda mais.

 

Nisa não quer tauromaquia, mesmo que alguns ainda vão dizendo que sim.

 

A decrépita "praça de toiros" de Nisa já nem está conforme com o novo regulamento. Para ser restaurada e adaptada para o mesmo fim seriam necessários avultados investimentos e isso para manter uma actividade que em nada dignifica, que está em falência, que é dispensável, que é maldita por todos. A fazer-se tal obra, quem a pagará e porquê?

 

Esperemos que tenha sido a última ou uma das últimas vezes que tal barbaridade aconteceu na nossa terra. As touradas não fazem falta nem a Nisa nem ao Alentejo.

 

Os animais são inocentes, queremos Nisa sem Touradas 

Imagem: farpas.blog — em Nisa Portugal.

 

Fonte

https://www.facebook.com/409858919059930/photos/a.413248665387622.88366.409858919059930/843473165698501/?type=1&theater

***

«A selvajaria tauromáquica (vulgo tourada) já foi abolida oficiosamente em 2013. De que estão á espera os governantes portugueses para a abolirem oficialmente?

 

É que esta actividade macabra já se decompôs, e só eles (os governantes) é que ainda não se aperceberam disso» (IAF)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:31

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Quinta-feira, 12 de Março de 2015

FORCADOS, CONTINUEM A SER SERVIS AOS DITADORES DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Um dia, quando a desgraça vos bater à porta, serão atirados a um canto e esquecidos como cães à beira da estrada, pelos que vos aplaudiram os feitos não gloriosos, diante de touros moribundos.

 

Não me regozijo. Nunca me regozijei com a tragédia destes malfadados jovens que o governo português, com as suas leis de apoio à violência e à crueldade, atiram para a sargeta.

 

Este jovem tetraplégico, já devia ter-se lembrado de mim, e do que eu lhe disse logo no início da sua tragédia, quando ele gritou aos quatro ventos que voltaria a fazer tudo outra vez. Quis processar-me, por isso.

 

E eu só lhe disse que um dia, quando perdesse os amigos, e já não o considerassem o “herói” que ele nunca foi, havia de lembrar-se das minhas palavras.

 

Tudo isto é triste, tudo isto é “fado” (fatalidade) apoiado pelos governantes portugueses.

 

FORCADO TETRAPLÉGICO.jpg

«Este homem perdeu tudo! Apenas não perdeu a vida, ao contrário dos animais que torturou – a esses é que já não lhes resta mesmo mais nada. Numa entrevista dada esta semana a um blog tauromáquico, lamenta ter perdido os amigos! Mas afinal onde está o tão falado espírito de camaradagem dos forcados?!

 

A colhida que deixou este moço de forcado agarrado para sempre a uma cadeira de rodas foi transmita em directo pela RTP, no decorrer de uma tourada televisionada que contou ainda com outros apoios da empresa pública e fez mais 6 vítimas - 6 bovinos torturados, durante a exibição televisiva, e mortos.

 

Se acha que a RTP deve deixar de emitir touradas, por favor participe na ciberacção»

 

 https://www.facebook.com/events/1417188491916007/

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/930482583651972/?type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:34

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Sábado, 21 de Fevereiro de 2015

OUVI DIZER QUE A CÂMARA MUNICIPAL DO MONTIJO ESBANJOU TRÊS MIL EUROS NA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA E ATRIBUIU APENAS DUZENTOS E CINQUENTA EUROS À LIGA DE AMIGOS DO HOSPITAL

 

Será verdade?

 

Ouvi dizer que desses três mil euros, que saíram do bolso do povo, mil e quinhentos foram para um grupo de cobardes que ataca touros moribundos, e que dá pelo nome de forcados, e os restantes mil e quinhentos foram para o que chamam de “tertúlia” tauromáquica.

 

E ouvi dizer também que a Liga de Amigos do Hospital do Montijo recebeu apenas uns míseros 250 Euros.

MONTIJO.jpg

Nem acreditei.

Mas garantem-me que é verdade. E a ser verdade, o governo português continua na senda do apoio à tortura, do apoio à incultura. Do apoio à ignorância.

 

É vergonhoso. Imoral. Anti-ético. Absurdo. Bizarro. Insólito. Macabro.

 

Portugal continua mergulhado nas trevas. Em todos os sentidos.

Quando começará a trilhar o caminho da evolução?

 

Não é de governantes lúcidos lançar o país nesta vergonhosa degradação moral, cultural e social.

 

Um governo, que dá mais apoio à crueldade do que à bondade, é um governo para descartar.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:28

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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015

DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÃO HUMANOS

 

Especialmente transcrita para dirigir os governantes portugueses que ainda não sabem que um Touro e um Cavalo são animais, e que entre os animais, eles são mamíferos, e que como todos os animais não humanos são tão sencientes como os animais humanos

 

SENCIÊNCIA ANIMAL.png

Os animais são sencientes, emotivos, conscientes, inteligentes. A ciência já confirmou isso em relação a algumas espécies, mas sabe-se que isso se aplica a muitas mais espécies, ouso mesmo dizer, a todas as espécies.

E não esquecer, que antes do homem, já existia vida animal, e que o homem não é a medida de todas as coisas, nem o dono do mundo, e muito menos da Vida.

 ***

 Publicamos aqui a Declaração de Cambridge sobre a Consciência em Animais Humanos e Não Humanos, escrita por Philip Low e editada por Jaak Panksepp, Diana Reiss, David Edelman, Bruno Van Swinderen, Philip Low e Christof Koch.

 

A declaração foi proclamada publicamente em Cambridge, Reino Unido, no dia 7 de Julho de 2012, na Francis Crick Memorial Conference on Consciousness in Human and non-Human Animals, no Churchill College, da Universidade de Cambridge, por Low, Edelman e Koch.

 

O texto foi assinado pelos participantes da conferência na presença de Stephen Hawking, na sala Balfour do Hotel du Vin, em Cambridge.

 

A declaração foi publicada no site da Francis Crick Memorial Conference (fcmconference.org).

 

A tradução é de Moisés Sbardelotto (e adaptada para a Língua Portuguesa pela autora deste Blog).

Eis o texto.

 

Neste dia 7 de Julho de 2012, um proeminente grupo internacional de neurocientistas, neurofarmacologistas, neurofisiologistas, neuroanatomistas e neurocientistas computacionais cognitivos reuniu-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da experiência consciente e comportamentos relacionados em animais humanos e não humanos.

 

Embora a pesquisa comparativa sobre esse tópico seja naturalmente dificultada pela inabilidade dos animais não humanos, e muitas vezes humanos, de comunicar clara e prontamente os seus estados internos, as seguintes observações podem ser afirmadas inequivocamente: - O campo da pesquisa sobre a consciência está a evoluir rapidamente. Têm-se desenvolvido inúmeras novas técnicas e estratégias para a pesquisa com animais humanos e não humanos. Consequentemente, mais dados estão a ser disponibilizados, e isso pede uma reavaliação periódica dos preconceitos previamente sustentados nesse campo. Estudos com animais não humanos mostraram que circuitos cerebrais homólogos, correlacionados com a experiência e a percepção conscientes, podem ser selectivamente facilitados e interrompidos para avaliar se eles são necessários, de facto, para essas experiências.

 

Além disso, nos humanos, novas técnicas não invasivas estão a ser disponibilizadass para se examinar os correlatos da consciência.

 

- Os substratos neurais das emoções não parecem estar confinados às estruturas corticais. De facto, redes neurais subcorticais estimuladas durante estados afectivos em humanos também são criticamente importantes para gerar comportamentos emocionais em animais. A estimulação artificial das mesmas regiões cerebrais gera comportamentos e estados emocionais correspondentes tanto em animais humanos como em não humanos. Onde quer que se evoque, no cérebro, comportamentos emocionais instintivos em animais não humanos, muitos dos comportamentos subsequentes são consistentes com estados emocionais conhecidos, incluindo aqueles estados internos que são recompensadores e punitivos.

 

A estimulação cerebral profunda desses sistemas nos humanos também pode gerar estados afectivos semelhantes. Sistemas associados ao afecto concentram-se em regiões subcorticais, onde abundam homologias neurais. Animais humanos e não humanos jovens sem neocórtices retêm essas funções mentais-cerebrais. Além disso, circuitos neurais que suportam estados comportamental-eletrofisiológicos de atenção, sono e tomada de decisão parecem ter surgido evolutivamente ainda na radiação dos invertebrados, sendo evidentes em insetos e em moluscos cefalópodes (por exemplo, polvos).

 

- As aves parecem apresentar, no seu comportamento, na sua neurofisiologia e na sua neuroanatomia, um caso notável de evolução paralela da consciência. Evidências de níveis de consciência quase humanos têm sido demonstradas mais marcadamente em papagaios-cinzentos africanos. As redes emocionais e os microcircuitos cognitivos de mamíferos e aves parecem ser muito mais homólogos do que se pensava anteriormente. Além disso, descobriu-se que certas espécies de pássaros exibem padrões neurais de sono semelhantes aos dos mamíferos, incluindo o sono REM e, como foi demonstrado em pássaros mandarins, padrões neurofisiológicos, que se pensava anteriormente que requeriam um neocórtex mamífero. Os pássaros pega-rabuda [1] em particular demonstraram exibir semelhanças notáveis com os humanos, com grandes símios, com golfinhos e com elefantes em estudos de auto-reconhecimento no espelho.

 

- Nos humanos, o efeito de certos alucinógenos parece estar associado a uma ruptura nos processos de feedforward e feedback corticais. Intervenções farmacológicas em animais não humanos com componentes que sabidamente afectam o comportamento consciente nos humanos podem levar a perturbações semelhantes no comportamento de animais não humanos. Nos humanos, há evidências para sugerir que a percepção está correlacionada com a actividade cortical, o que não exclui possíveis contribuições de processos subcorticais, como na percepção visual. Evidências de que as sensações emocionais de animais humanos e não humanos surgem a partir de redes cerebrais subcorticais homólogas fornecem provas convincentes para uma qualia [2] afectiva primitiva evolutivamente compartilhada.

 

Nós declaramos o seguinte: "A ausência de um neocórtex não parece impedir que um organismo experimente estados afectivos. Evidências convergentes indicam que animais não humanos têm os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos de estados de consciência juntamente com a capacidade de exibir comportamentos intencionais. Consequentemente, o peso das evidências indica que os humanos não são os únicos a possuir os substratos neurológicos que geram a consciência. Animais não humanos, incluindo todos os mamíferos e as aves, e muitas outras criaturas, incluindo polvos, também possuem esses substratos neurológicos".

 

Notas da IHU On-Line:

1 - A pega-rabuda ou pega-rabilonga (Pica pica) é uma ave da família Corvidae (corvos). A pega-rabuda é comum em toda a Europa, Ásia, Norte da África e América do Norte.

2 - Qualia (plural de quale) é o nome que se dá na filosofia da mente para as qualidades subjectivas das experiências mentais, como a experiência pessoal das cores, da sensação de ouvir música, dos odores, das dores etc.. Alguns filósofos não fazem uma distinção forte entre qualia e consciência. Os qualia são subjectivos e privativos à pessoa individual.

 

Fonte:

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/511936-declaracao-de-cambridge-sobre-a-consciencia-em-animais-humanos-e-nao-humanos

Origem da foto: https://oholocaustoanimal.wordpress.com/2014/12/05/depois-de-2-500-estudos-ja-nao-e-hora-de-declararmos-a-senciencia-animal-provada/

 

***

E agora que os governantes portugueses já foram informados sobre a consciência dos animais não humanos, não têm qualquer razão lógica e racional para continuarem a excluir os Touros e os Cavalos do Reino Animal, e a manter esta coisa execrável e mais primitiva do que as práticas dos humanóides, e a que se dá o nome de selvajaria tauromáquica.

 

Depois disto, insistir neste erro é passar um atestado de infinita ignorância a vós próprios.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:45

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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2015

PARA OS GOVERNANTES PORTUGUESES “ARTISTAS” SÃO APENAS AQUELES QUE PRATICAM A “ARTE DOS BRONCOS” OU SEJA A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

 

A esses, os governantes portugueses chamam-lhe “artistas tauromáquicos”, aos quais dão todo o apoio financeiro e mais algum.

 

Os outros, os que cantam “Acordai” à porta do Ministério da Educação, os músicos, enfim, os que se dedicam às Artes Cultas, são tratados como o rebotalho da Cultura Portuguesa.

 

Isto só acontece num país governando por mentes absolutamente terceiro-mundistas

JE SUIS PROFESSOR.jpg

Origem da foto:

http://observador.pt/2015/02/05/ministerio-tem-luz-verde-tribunal-de-contas-para-pagar-varias-escolas-ensino-artistico/

 

ACORDAI.jpg

Fotos: António Cotrim/Lusa

 

Os professores das escolas de ensino artístico manifestaram-se esta segunda-feira em frente ao Ministério da Educação, com um concerto em protesto pelos salários em atraso.

 

Os manifestantes transportaram instrumentos musicais, outros optaram por levar cartazes, com expressões "um país sem artistas é um país de curtas vistas".

 

Mas não é o país que tem curtas vistas. São os governantes.

 

Para esses (os governantes) apenas os “artistas tauromáquicos” contam…

 

Está prevista a presença de professores, alunos, pais e encarregados de educação de Ponte de Lima, Figueira da Foz, Caldas da Rainha, Setúbal, Ourém, Tomar, curiosamente, municípios que se fartam de esbanjar dinheiros públicos em práticas selváticas tauromáquicas

 

O ensino artístico especializado em Portugal envolve 110 escolas particulares e cooperativas, com cerca de 24 mil alunos e 3.500 professores, e já foram suspensas aulas em várias escolas.

 

No entanto os 12 antros (ou fábricas de monstrinhos) a que chamam “escolas de toureio” continuam abertos e a tirar a inocência de crianças, ministrando-lhes aulas de violência e crueldade contra bovinos bebés.

 

E ninguém fala disto. Não convém?

 

A manifestação de hoje terminou com o coro Lopes Graça a interpretar o "Acordai", com música de Fernando Lopes Graça e letra de José Gomes Ferreira.

 

Como um pouco de Cultura Culta não fará mal a ninguém, aqui deixo a letra e a música…

 

ACORDAI

homens que dormis

a embalar a dor

dos silêncios vis

vinde no clamor

das almas viris

arrancar a flor

que dorme na raiz

Acordai

acordai

raios e tufões

que dormis no ar

e nas multidões

vinde incendiar

de astros e canções

as pedras do mar

o mundo e os corações

 

Acordai

acendei

de almas e de sóis

este mar sem cais

nem luz de faróis

e acordai depois

das lutas finais

os nossos heróis

que dormem nos covais

Acordai!

 

 

***

ACORDAI GOVERNANTES!

PORTUGAL PRECISA DE EVOLUIR URGENTEMENTE!

Fonte:

 http://observador.pt/2015/02/09/ensino-artistico-da-concerto-em-frente-ao-ministerio-contra-atraso-nas-verbas/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

QUANDO OS COBARDES TAURICIDAS ATACAM BOVINOS BEBÉS PARA DEMONSTRAREM A VIRILIDADE QUE LHES FALTA

 

Todos sabemos que os cobardes só atacam seres indefesos.

Neste caso, bovinos bebés.

 

E esta é a vida que levam estes animais não humanos, mas com uma alma mais humana do que os seus cobardes carrascos, que não merecem nem sequer o ar que respiram.

 

É muito triste ter de andar a lutar por coisas tão obviamente cruéis que já não deviam existir, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

1426c721ad5ab00082b324621e4d3e42 COBARDIA.jpg

(Fonte da imagem, onde pode ver-se mais barbaridades, que dispensam comentários)

http://www.toureio.pt/index.php/fotografias/1428-telles-jr-e-daniel-luque-em-faenas-camperas-c-fotos

 

Quatro cobardes, armados com lanças perfurantes, atacam um bovino bebé indefeso. Isto é de homens? Não é. Isto é de monstros capados, que precisam de torturar um ser que não pode defender-se, para mostrar a virilidade que lhes falta.

 

As varas, que vemos na foto, terminam em lâminas que rasgam a pele, a carne, os nervos, os tendões, os músculos e os vasos sanguíneos destes que são animais como nós, e se por fora não parecem, por dentro são tal e qual.

 

Estes bovinos, que os cobardes atacam, são trespassados por estas lanças e como é óbvio, ficam gravemente feridos, numa violência muito maior do que a aplicada com as bandarilhas utilizadas durante a prática da selvajaria tauromáquica nas arenas.

 

Isto é indigno de seres humanos.

 

Mas isto é permitido pela lei parva que os governantes portugueses teimam em manter em vigor.

 

Serão os bovinos bebés menos animais do que os cães e os gatos protegidos por uma outra lei?

 

Que critério é o dos governantes que fazem leis tão idiotas?

 

É preciso pôr um fim urgente a esta carnificina gratuita, a esta violência e crueldade desmedidas. A esta repulsiva barbárie.

 

(Fonte)

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/870211503012414/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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