Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2015

QUE DESPAUTÉRIO, HÓQUEI CLUBE DA MEALHADA!

 

Sujeitar jovens patinadoras a fazer figuras tristes, fantasiadas de torturadoras de Touros, é algo que desprestigia qualquer iniciativa e as próprias jovens…

Se estas meninas soubessem a figura triste que estão a fazer, não aceitariam vestir-se deste modo ridículo… que é o modo de vestir dos praticantes de selvajaria tauromáquica.

Mas quem, com lucidez, lhes explicou que a selvajaria tauromáquica é coisa de sádicos e psicopatas, e nada tem a ver com Arte e Cultura, ou Patinagem Artística, mas tão só com barbárie, violência crueldade, sadismo e psicopatia?

Nem sequer os próprios progenitores as protegeram de tal exposição pública

 

PURA PUBLICIDADE À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA 

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Fonte das imagens:

https://protouro.wordpress.com/2015/12/04/imagens-repugantes-do-ii-festival-de-patinagem-artistica/

http://elredondeltaurino.blogspot.pt/

http://farpasblogue.blogspot.pt/2015/12/tauromaquia-reinou-em-festival-de.html

 

O Hóquei Clube da Mealhada CONSPURCOU o II Festival de Patinagem Artística ao aceitar aliar-se ao lobby tauromáquico, que anda por aí, desesperadamente, a tentar impingir uma “coisa” que foi atirada à valeta, e promover um costume bárbaro, onde se sacrifica cruelmente um ser vivo para divertir gentinha que não evoluiu.

 

Coitadas destas meninas! Sabe-se que vão andar por aí, a promover esta prática que o mundo civilizado rejeita.

 

Estarão elas à altura de serem sapateadas, vaiadas, assobiadas e desprezadas?

 

Esperemos que haja alguém no seu juízo perfeito que impeça estas patinadoras de andarem por aí a ridicularizar e a enxovalhar a arte de patinar… e a si próprias.

É a dignidade e a imagem  de crianças e jovens que progenitores  irresponsáveis puseram em causa ao expô-las assim, publicamente, deste modo tão burlesco.

 

Que mal fizeram  elas para merecerem tão má sorte?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:07

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014

«A prática de crueldade contra animais é um dos sintomas da psicopatia»

 

Análise de Raquel Monaco, uma psicóloga brasileira perita em avaliação de potencial delitivo(que significa culposo, delituoso) e também protectora dos animais.

 

No texto que se segue, o que está em itálico é da autoria desta psicóloga. O que está entre parêntesis e a negrito é um a-propósito da minha lavra.

 

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Quem deste modo cruel, ataca e tortura um bovino bebé e maltrata um cavalo, montando-o e arreando-o para melhor o dominar, não merece o respeito do mundo civilizado…

 

Por Raquel Monaco

 

«Pessoas que apresentam desejo de maltratar, torturar, ou mesmo sentem prazer ao ver o sofrimento de um animal, têm sem dúvida, um potencial psicopata.

 

Na maioria das vezes o psicopata inicia os seus actos de crueldade na infância.

 

Crianças que tenham estes traços devem receber atendimento psicológico e psiquiátrico imediatamente, antes de dar um passo maior.

 

Não, não estou exagerando.

 

Lembrem-se que assassinos em série já foram crianças...

 

Alguns assassinos começaram torturando e matando animais.

 

O FBI americano já estabelece uma conexão entre estes crimes!

 

Segundo pesquisas americanas, pessoas que cometem crimes contra outras pessoas, têm histórico de violência contra animais. E nos EUA a polícia trata os torturadores de animais como psicopatas que realmente o são.

 

Diante deste dado, poderíamos também, identificar e punir mais severamente potenciais assassinos, atentando aos crimes contra os animais, ditos de menor potencial delitivo (culposo, delituoso) aqui no Brasil (e também em Portugal).

 

De acordo com a Lei 9.605/98, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa, o que é considerado por especialistas uma pena branda. Ainda assim, é comum ver indivíduos que não chegam a cumprir a sua detenção.

 

Fico indignada ao ver que o que ocorre na maioria dos casos é o que se chama de transação penal:

 

Estes psicopatas, apoiados em nossa lei, substituem uma pena de detenção por uma pena restritiva de direito ou pagamento de multa, que pode também ser convertida em pagamentos de cesta básica.

 

Não é uma pechincha????

 

Como psicóloga perita em avaliação de potencial delitivo (culposo, delituoso) e protetora dos animais, para mim é uma vergonha!

 

A nossa lei (e também a lei portuguesa) dá uma forcinha a estes monstros e ao invés de punir severamente estes marginais, antes que a tortura se amplie a crianças, idosos e etc., tratam o crime como brando e os animais como algo de menor valor... (tal e qual como em Portugal).

 

Não estou pedindo que toda população ame os animais como eu os amo...

 

Mas estou sugerindo apenas que autoridades abram os olhos e percebam que estes crimes estão ligados.

 

Quem tortura um cão (ou um bovino bebé, um touro, um cavalo) hoje, provavelmente passará a torturar um outro ser, amanhã...e este ser, pode ser uma criança próxima...esta é a realidade.

 

(Não é por acaso que eu (Isabel A. Ferreira) tenho uma colecção de ameaças contra a minha pessoa, por denunciar crimes contra Touros e Cavalos, devido à existência de uma lei que permite esses crimes. E também não é por acaso o número elevado de violência doméstica contra mulheres e crianças, praticada por psicopatas, a quem as autoridades não dão a mínima importância).

 

Psicopatas não atacam necessariamente pessoas que não gostam, podem escolher vítimas a esmo, pode ser um cão, (um gato, um bovino bebé, um touro, um cavalo) uma criança, um idoso, uma mulher...

 

Será que é tão difícil ver que o animal é apenas uma das vítimas destes monstros?

 

A essência desse desvio de carácter dá-se por conta da não assimilação afectiva das normas morais de convivência social.

 

O psicopata apresenta incapacidade de sentir-se culpado pela sua conduta anti-social.

 

O que o atrai é a realização obsessiva das suas fantasias macabras, mas o que o mantém em acção é a impunidade e a sensação de poder que lhe confere a convicção de estar acima dos outros homens, da lei e da moral.

 

Continuemos a trocar os nossos cães mutilados (bovinos bebés, touros e cavalos) por cestas básicas e pagaremos com as nossas cabeças em bandejas de prata...

 

(Fonte)

https://www.facebook.com/notes/raquel-aux%C3%ADlio-ado%C3%A7%C3%A3o/a-pr%C3%A1tica-de-crueldade-contra-animais-%C3%A9-um-dos-sintomas-da-psicopatia/110792155681496

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:26

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

A SABEDORIA TEM LIMITES, MAS A ESTUPIDEZ HUMANA É INFINITA, É INSUPORTÁVEL, É IRRESPIRÁVEL…

 

 

 

Origem da foto: Internet

Quem é responsável pela destruição da humanidade desta criança?

 

Ao fazer do sofrimento de um indefeso animal não humano um meio de diversão, o animal humano está a propagar e a banalizar a violência gratuita como forma de ser e estar na sociedade. De geração em geração, o sofrimento alheio banaliza-se no inconsciente colectivo. Uma sociedade mais fraterna, justa e pacífica constrói-se em grande medida na abolição de práticas de “divertimento” que se baseiam no abuso de animais, como são as touradas.

 

Mas o Estado Português teima em fazer do sofrimento de um ser vivo uma diversão.


Isto chama-se psicopatia.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:06

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014

VEJA-SE ATÉ ONDE CHEGA A PSICOPATIA TAUROMÁQUICA PERMITIDA POR LEI

 

«Algo (TUDO) está errado com a educação moral das pessoas quando a diversão é baseada em torturar um bezerro desnutrido.

 

 O PACMA (Partido Animalista) está comprometido com uma EDUCAÇÃO assente em valores que transformem a massa embrutecida em cidadãos…»


(O que, na minha opinião, é completamente impossível)

 

 

Observe-se a bestialidade estampada na expressão daqueles que riem perante o sofrimento de um bezerro desnutrido, acossado numa arena…

 

A vez desses imbecis chegará…

Fonte:

https://www.facebook.com/PartidoAnimalista.PACMA/photos/a.82584226684.94750.72181181684/10152205806206685/?type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:26

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ATÉ À ABOLIÇÃO!

 

 

PELOS TOUROS! PELOS CAVALOS!

 

ABAIXO A ESTUPIDEZ DAS LEIS IRRACIONAIS QUE MANTÊM A SELVAJARIA E DÃO LEGITIMIDADE Á ILEGALIDADE E À PSICOPATIA!

 

 

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=303203166517589&set=gm.519867921446731&type=1&theater

 

«A foto, de excepcional qualidade, mostra uma coisa de que toureiros e forcados têm um medo COBARDE e terrível... A ÚNICA DEFESA QUE ESTES POBRES ANIMAIS TÊM !! POR ISSO CORTAM AQUELAS LINDAS PONTAS. DEFORMAM O QUE A NATUREZA FABRICOU.

 

TÊM PLENA CONSCIÊNCIA DE QUE O TOURO LHES É MUITO SUPERIOR, POR ISSO ROUBAM-LHES AS DEFESAS. E DEPOIS DIZEM QUE A TOURADA É UMA LUTA LEAL... »(Carlos Ricardo)

 

Exactamente, Carlos Ricardo.

 

E como andaram séculos a acreditar nessa MENTIRA e a passá-la de geração em geração como uma verdade... hoje fazem figura de parvos quando dizem que a luta com o touro é leal...

 

É, é... É leal à estupidez!

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Segunda-feira, 9 de Junho de 2014

«ESTE É O ROSTO DO SADISMO E DA PSICOPATIA» TAUROMÁQUICOS EM OLIVEIRA DO BAIRRO

  

E o que tem a dizer o povo de Oliveira do Bairro que há sete anos consecutivos elege quem assim tão maltrata seres sencientes?

 

Serão cúmplices da barbárie?

 

Porque há os que não são (IF)

 

 

 

«Este é o rosto do sadismo e psicopatia!

 

Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, desde há 7 anos consecutivos, apoiou e financiou com dinheiro do erário público e foi o responsável por a humilhação, massacre, tortura e chacina de 43 touros inocentes, em praça pública!

 

Quando aqui na zona, as crianças não têm condições escolares, idosos não tem dinheiro para medicamentos, nem transporte de doentes... e numa zona onde já existe muita fome e pessoas a passar mal, e sobretudo numa época de acentuada crise!

 

Este presidente é uma vergonha para os Portugueses e para Portugal, perante os países civilizados e evoluídos. Peço a todos os meus amigos e activistas, que mostrem o vosso repúdio contra este presidente que apoia e financia espectáculos sanguinários, violentos, macabros, hediondos e demoníacos

Fonte

https://www.facebook.com/vitor.loureiro.587/posts/729546613772540?comment_id=729586683768533&notif_t=comment_mention

 

***

Então Senhor Presidente?  Oliveira do Bairro precisa de evoluir.

 

Não pode ficar parado num passado primitivo a cheirar ao mofo.

 

E de certeza que o Senhor não quererá ficar para a História como o mau da fita.

 

Tenha a hombridade de elevar Oliveira do Bairro a cidade anti-tourada e trazê-la para o século XXI depois de Cristo, que é, não sei se já reparou, o tempo em que nós vivemos.

 

Um tempo de modernidades, e não de bárbaros medievalismos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:18

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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014

«PARA SE SINGRAR NA “FESTA BRAVA” É PRECISO DESENVOLVER UM AMOR DOENTIO PELO TOURO»

 

É Mário Coelho, um matador de Touros quem o diz.

 

Pois é sabido que os ”amores doentios” fazem parte de patologias mentais.

 

Quando dizemos que a tauromaquia é uma Psicopatia ou Sociopatia queremos dizer exactamente isto: é um transtorno de personalidade descrito no DSM-IV-TR (manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais), caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afectado, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros. Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é chamado de Transtorno de Personalidade Dissocial.

 

Que os tauricidas são psicopatas, ninguém mais duvida.

 

 

Mário Coelho, matador de Touros, “profissão” que actualmente corresponde ao carrasco medieval

 

(Origem da foto: http://farpasblogue.blogspot.pt/2012/12/c-dias-os-meus-instantaneos-ineditos.html)

 

As características dos psicopatas ou sociopatas englobam, principalmente, o desprezo pelas obrigações sociais, leis e a falta de consideração com os sentimentos dos outros. Eles possuem um egocentrismo exageradamente patológico, emoções superficiais, teatrais e falsas, pobre ou nenhum controle da impulsividade, baixa tolerância para frustração e derrotas, baixo limiar para descarga de agressão física, irresponsabilidade, falta de empatia com outros seres humanos e animais, ausência de sentimentos de remorso e de culpa em relação ao seu comportamento.

 

Ora os aficionados costumam reunir-se (sempre os mesmos e poucos, cerca de 50 indivíduos) em tertúlias tauromáquicas, para se consolarem uns aos outros, nestes tempos de decadência tauromáquica.

 

Desta vez, foi em Loja Nova, pequena localidade no concelho de Vila Franca de Xira, onde o matador de Touros, Mário Coelho pôs a nu a referida sociopatia tauromáquica, começando por dizer que «falta romantismo aos toureiros da actualidade e que estes devem desenvolver um amor doentio pela tauromaquia e uma paixão pelo touro, o animal que lhes dá tudo, até dinheiro».

 

Para termos uma ideia do que era (era, já não é) a vida de um matador de bovinos, atentemos no que admitiu Mário Coelho, que disse ter passado pelos melhores ambientes e hotéis do mundo, mas onde se sentiu mais feliz foi quando era proprietário de uma quinta na Loja Nova. “Passei aqui momentos que ainda hoje me recordo, foram os mais felizes da minha vida”, revelou.

 

Pois, foi feliz e rico à custa de muito sangue derramado, nas arenas do mundo, onde matava, sem dó nem piedade, bovinos indefesos, com a cobardia própria dos psicopatas.

 

Disse que também foi na sua quinta que ajudou a moldar a psicopatia em várias crianças que depois se tornaram torturadores além-fronteiras como Rui Bento, Pedrito de Portugal, Oscar San Romam ou Bernardo Valência. E isto porque aprendeu tudo sozinho na sua época e por isso sempre quis ajudar os jovens a um dia poderem tornar-se torcionários como deve ser.

 

Enfim… nesta tertuliazinha, disse-se o que todos já sabemos deste mundinho ignóbil, onde se desenvolvem distúrbios mentais graves, que são exorcizados nas carnes dos desventurados e indefesos bovinos.

 

Por isso, é urgente abolir esta pobreza moral e social que não dignifica a saúde mental do nosso já tão empobrecido País.

 

Fonte

http://semanal.omirante.pt/index_access.asp?idEdicao=651&id=100425&idSeccao=11447&Action=noticia

 

***

Comentário do Dr. Vasco Reis (Médico Veterinário) a este propósito:

 

«Este é o senhor sabichão que me afirmou num debate televisivo em que estávamos com o Professor Paulo Borges, que “os touros são animais hipertensos, por isso a sangria das bandarilhas salva-lhes a vida”. Acrescentou que sangra os juvenis nas tentas, para que não morram, quando são testados (=estafados). Trata-se, portanto, de mais uma modalidade de abuso/tortura dos infelizes bovinos.  

***

TOURADA É TORTURA, É SOFRIMENTO, É MORTE.

 

NÃO FREQUENTEM, NÃO FINANCIEM, NÃO CONTRIBUAM, E BOICOTEM AS MARCAS QUE A PATROCINAM

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:17

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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014

UM PÉSSIMO EXEMPLO DE APROXIMAÇÃO DAS CRIANÇAS À PSICOPATIA IMPLÍCITA NA TAUROMAQUIA

 

Segundo os da prótoiro, as palavras-chave para este atentado à integridade moral, social e física das crianças são: touradas, crianças e pedagogia.

 

Só mesmo gente encalhada das ideias é que se lembraria de incluir aqui a palavra “pedagogia”, cujo significado manifestamente desconhecem.

 

 

Um novilho a ser torturado por torturadorzinhos…

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10152033073442045&set=pcb.10152033079717045&type=1&theater

 

Dizem eles (os da prótoiro) que a herdade da Algramassa recebeu os meninos do Centro Educativo (como?) Alice Nabeiro!

 

Dizem também que aquela foi uma tarde divertida que fez as delícias dos mais pequenos, em que Marcos Tenório, Joaquim Bastinhas e toda a família proporcionaram, no tentadeiro, verdadeiras aventuras com um novilho (à tortura chamam “aventura”)! Montaram póneis, enfim, usaram e abusaram de jovens animais, tiraram algumas fotos (que podem ver-se no link indicado) e prometeram repetir…  

 

Mas antes que repitam, aqui fica este alerta.

 

***

Pedagogia é a ciência que tem por objecto de estudo o processo de ensino e aprendizagem, e a Educação para a Cidadania, que visa contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros (incluindo nestes “outros” todos os seres vivos), com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os direitos e deveres humanos.

 

Ora os prótoiros têm o hábito de exigir o que entendem por seus “direitos”, liberdade” e “cultura”, apelando à democracia, desconhecendo, por completo, o significado de cada um destes conceitos, e não falam nos deveres que têm pelo simples facto de “respirar” o ar do Planeta Terra.

 

Então, para não morrerem ignorantes, e para que não digam que não vos informo, aqui deixo esta carta da autoria de uma Grande Senhora da Cultura Culta, esperando que sirva para subirem uns tantos degraus na evolução pessoal.

 

«CARTA DOS DEVERES DO SER HUMANO»

 

Por Filomena Marta

 

Considerando que existe, e muito bem, uma Declaração Universal dos Direitos do Homem, que deverá sempre ser defendida e cumprida;

 

Considerando que o Homem é um ser imperfeito e muitas vezes inquinado pela maldade, mesquinhez de espírito e ignorância;

 

Considerando que o Homem é o maior responsável pela destruição do Planeta e das espécies que nele habitam, com os mesmos direitos à vida do próprio Homem;

 

Considerando que o Homem tem a capacidade e habilidade de matar e torturar por prazer, quer sejam elementos da sua própria espécie ou de outras espécies habitantes do Planeta;

 

Considerando que o direito à existência deve estar intimamente ligado à dignidade e excelência de carácter;

 

Considerando que toda a vida animal e vegetal deve ser respeitada e protegida, independentemente da espécie;

 

Considerando que o ser humano é o factor de maior destruição e desequilíbrio ambiental à face da Terra;

 

Considerando que o Homem se considera supostamente um Ser Superior e dotado de racionalidade, deve essa superioridade e racionalidade impor também os seguintes deveres:

 

1. É dever do Homem ser uma criatura digna, consciente e compassiva

 

2. É dever do Homem evoluir e tornar-se todos os dias um ser humano melhor

 

3. É dever do Homem erradicar de si próprio e da sua sociedade humana a maldade, a tortura e o terror

 

4. É dever do Homem cuidar da sustentabilidade do Planeta e de todas as criaturas que nele habitam

 

5. É dever do Homem não destruir florestas

 

6. É dever do Homem recuperar e reflorestar as áreas destruídas por si ou por catástrofes, quer sejam naturais ou infligidas por humanos sem escrúpulos

 

7. É dever do Homem manter vivos e saudáveis os oceanos, rios e lagos

 

8. É dever do Homem recuperar e limpar todos os cursos de água por si prejudicados e destruídos

 

9. É dever do Homem respeitar os habitats de outras espécies animais do Planeta

 

10. É dever do Homem não colocar em risco a existência e sobrevivência de outras espécies animais, que consigo partilham o Planeta Terra

 

11. É dever do Homem garantir que as espécies animais, colocadas em risco pelo aumento e avanço do território humano, possuem meios e locais suficientes para sobreviver e florescer, sem ser colocada em perigo a sua existência

 

12. É dever do Homem não maltratar, perseguir, caçar e matar outros animais por desporto, prazer individual ou de grupo, por maldade ou para obter benefícios económicos com a morte ou exploração de outros animais, de todas as espécies

 

13. É dever do Homem proteger e cuidar de todos os animais, tanto da sua espécie como de outras espécies, domésticas ou selvagens

 

14. É dever do Homem prestar assistência a todos os seres doentes ou feridos

 

15. É dever do Homem proteger e cuidar das espécies que domesticou, quer para sua companhia, quer para utilização no trabalho ou na sua alimentação

 

16. É dever do Homem tratar todos os animais com a consciência de que todos os animais são seres vivos, que como o Homem têm cérebro e coração, sangram, sentem dor, medo, angústia e alegria, e que como o Homem têm a capacidade de amar e como ele morrem

 

17. É dever do Homem punir outros seres humanos que se revelem indignos da sua espécie, provocando sofrimento e morte a outros seres vivos, de todas as espécies animais

 

18. É dever do Homem proteger e tratar os fracos e os indefesos, sejam humanos ou não

 

19. Todos os seres humanos que não cumpram estes deveres colidem com a Declaração Universal dos Direitos do Homem

 

20. Para ter direito à vida e à dignidade é preciso cumprir o dever de dar a todas as espécies, igualmente, o direito à vida e à dignidade»

 

Fonte:

http://animasentiens.com/index.php?option=com_content&view=article&id=72&Itemid=68&lang=pt

 

***

 NESTA CARTA ESTÁ IMPLÍCITO O ESPÍRITO DO “25 DE ABRIL”, QUE FICOU POR CUMPRIR…

 

MAS AINDA PODEMOS IR A TEMPO DE SALVAR ESSE ESPÍRITO.

 

 BASTA ENCONTRAR A LUCIDEZ ENTRE CAOS.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:59

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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Matar animais: primeiro passo para a psicopatia

 

 

Aqui esmiúça-se a questão da psicopatia existente (também) na tauromaquia e na caça desportiva, uma ligação real, funesta e abominável.

 

Ler para crer. Está aqui tudo.

 

Uma coisa é certa, os tauricidas e os caçadores são psicopatas. Os que os aplaudem e apoiam e promovem são sádicos, a resvalarem para a psicopatia.

 

 

 

Não é cliché afirmar que um indivíduo que maltrata animais terá coragem de fazer o mesmo com o seu semelhante: obviamente que erramos ao cair numa falácia de generalização precipitada ao considerar todas as pessoas, com esta característica, farinha do mesmo saco, mas no entanto não devemos ficar indiferentes quando alguém violenta um animal; o que aparenta ser um acto lamentável à vista de muitos pode, na verdade, ser um alerta para o perigo.

 

Através de várias investigações levadas a cabo pelo FBI, chegou-se à conclusão de que cerca de 80% dos homicidas começam a tecer os seus mantos criminosos matando animais. Um dos casos mais horrendos que revela o paralelismo entre a crueldade com animais e a crueldade com humanos é, provavelmente, o dos dois jovens serial-killers que ficaram conhecidos como os maníacos de Dnepropetrovsk: os comportamentos bárbaros de Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck principiaram-se com tortura extrema contra animais, resultando na morte deles. Insatisfeitos com o sadismo que aplicavam, decidiram expor os seus actos na rede, publicando fotografias de cães e gatos enforcados, posando frequentemente ao lado das vítimas numa postura zombeteira.

 

Não demoraram muito em substituir os animais pelos humanos. Dos alegados vinte e um assassinatos cometidos chegaram a filmar um, cuja gravação pode ainda ser encontrada na internet. No vídeo, é possível ver um deles a golpear brutalmente a vítima na cabeça, perfurando-lhe postumamente o corpo com uma chave-de-fendas. O riso que deixam escapar ocasionalmente sufoca ainda mais o ambiente macabro protagonizado. Sergei Yatzenko tinha 41 anos.

 

Para além de desfigurarem as vítimas com golpes de martelo ou com uma barra de ferro, os dois jovens costumavam mutilá-la arrancando os olhos, cortando orelhas ou eviscerando-as, exactamente como faziam com os animais.

 

Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck acabaram por ser condenados a prisão perpétua: a crueldade com animais também foi listada em ambas as condenações.

 

Notificação: a Quebra do Silêncio não publica imagens violentas, cujo conteúdo denuncie tortura e/ou morte de animais, e muito menos divulga vídeos snuff. Caso deseje comprovar a veracidade do caso dos maníacos de Dnepropetrovsk pode aceder aqui. Aviso importante: contém imagens chocantes, capazes de ferir a susceptibilidade.

 

O abuso contra animais não deve ser ignorado, mas encarado como uma manifestação de agressividade latente que pode evoluir para um comportamento violento contra humanos. Proteger os animais é proteger as pessoas: a urgência de uma verdadeira lei que penalize os maltratos e a morte de animais constituirá uma barreira de segurança no seio da sociedade.

 

Relatos históricos bastante antigos também ajudam a demonstrar o carácter instável de alguém que barbariza e mata pessoas, assim como barbariza e mata animais:

 

Não foi por acaso que Vlad Tepes inspirou Bram Stoker na criação do Drácula, personagem épica que ficou imortalizada no nosso imaginário. O príncipe da Valáquia era popular pelo seu sadismo sem limites, que exibia nas suas horas de almoço com requintes de malvadez: Draculea tinha como hábito matar os seus inimigos por meio do empalamento, deixando-os a agonizar durante horas ou até mesmo dias. As vítimas sofriam ininterruptamente, enquanto o sol queimava-lhes a epiderme que ocultava os seus órgãos a sucumbir ao sistema tortuoso.

 

Quando Vlad Tepes foi preso a mando do rei Matthius Corvinus, em 1462, continuou com o seu passatempo preferido, mutilando e torturando pequenos animais que conseguia capturar na sua cela. Pássaros e camundongos acabavam decapitados ou esfolados e depois soltos, embora muitos fossem empalados em pequenas lanças improvisadas.

 

Vlad Tepes não foi o único a descarregar a sua agressividade nos animais: Thomas Edison, o famoso inventor e cientista, também protagonizou cenas lamentáveis por encontrar-se em guerra aberta com o também inventor Nikola Tesla. O primeiro defendia o uso da corrente contínua, e o segundo, o uso da corrente alternada. Este atrito enfureceu de tal forma Edison, que este decidiu começar a electrocutar animais para convencer o público dos perigos da corrente alternada. O vídeo que o próprio gravou da electrocussão de Topsy, a elefanta, pode ser encontrado na internet.

Electrocutando um elefante, 1903.

 

Os direitos dos animais ainda é um tema calorosamente debatido que divide a opinião pública. Quem desconsidera a existência dos direitos de animais não-humanos, no geral, argumenta que estes não têm deveres, o que retira-lhes quaisquer privilégios. Coincidência ou não, quando esta ideia foi filosoficamente enraizada no Humanismo, houve uma queda de valores no que toca ao respeito pela natureza: o Homem caracterizou os recursos naturais como puramente mecânicos e que podem e devem ser explorados incessantemente.

 

Francis Bacon (1561-1626), considerado o pai da ciência moderna, afirmou que o conhecimento científico tem como finalidade servir o Homem e dar-lhe poder sobre a natureza. Gradualmente, a anulação dos direitos dos animais e da natureza propagou-se até aos direitos das próprias mulheres: com os avanços científicos e médicos, cujo acesso era exclusivo aos homens, as mulheres começaram a ser proibidas de exercer os seus cargos como parteiras. As mãos de carne foram substituídas pelas mãos de ferro, e qualquer mulher que insistisse em assistir alguém era automaticamente condenada. Este flagelo que estigmatizou as mulheres levou ao nascimento do ecofeminismo*.

 

* Ecofeminismo: “(…) um sistema de valores, um movimento social e uma prática, mas também oferece uma análise política que explora as relações entre o androcentrismo e a destruição ambiental. É uma consciência que começa com a compreensão de que a exploração da natureza está intimamente ligada com a atitude do homem ocidental para com as mulheres e as culturas tribais, ou (…) que há um paralelismo no pensamento dos homens entre o seu direito, por um lado, de explorar a Natureza e por outro o uso que fazem das mulheres.”

 

Janis Birkeland, Ecofeminism: Living Theory and Pratice

 

Ao reflectir-se sobre esta filosofia no feminino (ou filosofia feminista, segundo outras interpretações), é possível interligar a crueldade com animais aos casos de violência doméstica. Pesquisas revelam a ligação entre os dois problemas supratranscritos, alertando para o problema da violência exercida no seio familiar, não só com as mulheres, mas também com as crianças e os idosos.*

 

*Rita de Cassia Garcia

Coordenadora do Controlo de Doenças SES/SP

 

A violência doméstica, muitas vezes, é motivada através do abuso ou maltratos em animais. Um estudo realizado por DeViney, Dickert & Lockwood (1983) confirmou que 88% das famílias em que ocorreu abuso físico contra crianças têm antecedentes de violência com animais. Uma pesquisa mais recente, em 2004, também salientou que entre 45% a 60% dos lares onde a violência doméstica é presente, o risco relativamente a abusos administrados em crianças é maior.

 

Violentar um animal é indicador de um lar caótico que pode espelhar a falta de segurança dos elementos mais frágeis, e precisamente por essa razão deve ser documentado como um caso de violência doméstica. Por sua vez, é necessário aprender a reconhecer e denunciar todas as formas desta violência.

 

Para além disso, também é um problema a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar: torturar animais à frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma.

 

Uma criança desinformada poderá tornar-se num adulto problemático. Tais valores erradamente incutidos podem ser visualizados facilmente nos dias de hoje, como a defesa da tauromaquia, a utilização de animais em circos, rodeios, garraiadas, etc.

 

Um grupo de investigação de uma universidade espanhola realizou um estudo sobre os efeitos que assistir a uma tourada produz em crianças. O estudo efectuou-se com duzentas e quarenta crianças de vários grupos socioeconómicos, repartidos em cento e vinte rapazes e cento e vinte raparigas, com idades compreendidas entre os oito e os dez anos. Foi-lhes apresentado vídeos tauromáquicos com três narrações distintas: uma apresentava o conteúdo como uma “festa nacional”; outra relatava-a como violenta e a terceira era imparcial e neutra.

 

60% das crianças referiu a morte do touro como o que menos gostaram das touradas. A nível emocional e cognitivo, 52% sentiu mágoa na visualização do evento: mais de metade considerou errado o que estava a ser feito ao animal e um quarto classificou o evento como um exemplo claro de maltrato animal.

 

As crianças que visionaram o vídeo com a narrativa a favor do evento obtiveram a pontuação mais elevada na escala de agressão e de ansiedade, em comparação aos que viram o vídeo com a narrativa oposta. O vídeo com a narração violenta desencadeou um impacto emocional mais negativo, concluindo que a mensagem passada produz consequências na agressividade e na ansiedade.

 

Assistir episódios violentos tem um impacto mais profundo nas crianças do que nos adultos, sendo que as raparigas conseguem discernir melhor a realidade da ficção enquanto os rapazes tendem mais a analisar a possibilidade de acontecer o que estão a ver. Quanto mais as cenas agressivas são justificadas, mais a tolerância das crianças face a comportamentos violentos vai crescendo, aumentando o seu nível de aceitação relativamente a essas atitudes agressivas.

 

Da tolerância para a prática o fio é muito ténue, como os inúmeros casos que vitimaram várias pessoas, cuja matança de animais é uma constante nos perfis dos indivíduos que matam. Eis alguns casos:

 

• 21 de Março de 1998, Springfield: Kip Kinkel, de quinze anos, abriu fogo sobre os alunos que estavam no bar da escola. Amigos e familiares relataram que Kinkel tem uma história de abusos e de tortura em animais.

 

• 9 de Abril de 1998, West Dallas: Dois irmãos com sete e oito anos de idade foram, juntamente com um amigo de onze anos, presos por sequestro, espancamento e agressão sexual a uma menina de três anos. Os dois irmãos já tinham estado envolvidos em violência contra animais.

 

• 1 de Outubro de 1997, Pearl: Luke Woodham, com dezasseis anos, esfaqueou a sua mãe até à morte. Após o assassinato da sua progenitora, foi para a escola que frequentava onde disparou à esmo, matando dois alunos e ferindo sete. No seu diário descrevera a forma como matou o seu próprio cão:

 

No sábado da semana passada cometi o meu primeiro assassinato. Após espancar brutalmente o Sparkle, nós pulverizámos fluído pela sua garganta abaixo. O seu pescoço foi tomado pelo fogo por dentro e por fora. Foi uma verdadeira beleza.

 

Serial-killers que ficaram famosos por crimes surrealmente hediondos costumavam massacrar e matar animais.

 

Jeffrey Dahmer (1960 – 1994), que assassinou e canibalizou dezassete homens, dissecava e matava animais quando ainda era jovem. Também tinha o costume de empalá-los. Os seus crimes ganharam notoriedade quando o inventário realizado no seu apartamento foi levado a público: desde fotografias das vítimas, já mortas, em poses sexuais às cabeças encontradas no frigorífico, a polícia também contabilizou cadáveres em vasilhas cheias de ácido e um altar repleto de velas e de crânios dentro do armário.

 

Edmund Kemper (1948) foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional por ter cometido dez assassinatos, incluindo o da própria mãe. Também matou os avós. O inspirador do personagem Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes torturava e matava animais enquanto não estava a simular relações sexuais com as bonecas da sua irmã.

 

É, para alguns, o serial-killer mais bizarro e insano: Richard Chase (1950 – 1980) matou seis pessoas no período de um mês em Sacramento, na Califórnia. A alcunha “O Vampiro de Sacramento” deveu-se por este beber o sangue das vítimas. Também comia-as parcialmente.

 

Aos dez anos já apresentava sinais claros da Síndrome de Macdonald*. Nas horas de solidão, capturava, desmembrava e matava animais, os quais ele devorava crus ou misturava-os com Coca-Cola num liquidificador: depois, bebia a mistura como se fosse um batido.

 

* A Síndrome de MacDonald é uma tríade comportamental precursora da sociopatia. Os seus sinais podem ser descodificados a partir da infância: enurese (incapacidade de controlar a bexiga), piromania e zoosadismo.

 

Por fim, o hábito de matar animais já demonstrou a evolução negativa no comportamento de indivíduos cujas profissões estão ligadas precisamente ao abate. Várias investigações feitas pela PETA mostraram atitudes, no mínimo, perturbadoras: trabalhadores a violentarem sexualmente animais, inserindo os dedos na cloaca de uma perua ou colocando instrumentos na vagina de uma porca. Todos estes molestamentos são acompanhados com outras agressões físicas e comentários irados dos trabalhadores. A violência sexual ocorre em várias indústrias de criação intensiva, pelo que não deve ser levada como um mero caso isolado. É claro como água o poder que a violência tem num ambiente igualmente violento: é capaz de manipular a mente humana, tornando a pessoa ainda mais agressiva do que já era.

 

Abater animais acaba por não bastar; a necessidade de maltratá-los impera. É o que sucede-se dentro das quatro paredes de cimento de imensas pecuárias.

 

Sempre que tiver conhecimento de qualquer tipo de violência com animais, por favor, não hesite em contactar a SEPNA (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente), a Sociedade Protectora dos Animais ou a ANIMAL.

 

Fonte:  http://grito-silenciado.blogspot.pt/2013/12/nao-e-cliche-afirmar-que-um-individuo.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:18

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Terça-feira, 4 de Fevereiro de 2014

A juventude taurina portuguesa desconhece o conceito de liberdade e de democracia, o que é admissível, dada a pouca ou nenhuma formação que recebem

 

Partilho esta imagem e vou esmiuçar o seu conteúdo, porque na página do Facebook, de onde a retirei, havia uma única permissão: partilhar.

 

 

 

Juventude taurina portuguesa, é da boa prática, do bom senso e da inteligência, antes de abordar qualquer assunto, ter a certeza de que se domina esse assunto.

 

«Não concordas com as touradas…»

 

Já aqui se disse ene vezes que as touradas não são uma questão de concordar ou de gostar, mas sim uma questão de atitude, de ética, de civilização, de evolução; são uma prática reprovável aos olhos da razão, da lógica, da ética, da inteligência, da compaixão, do saber partilhar, da sensibilidade e do bom senso.

 

Nenhum ser humano dotado do mínimo destes predicados, que acabei de mencionar, aceita a tourada como algo praticável em tempo algum, muito menos nos tempos que correm, que apesar de conturbados, já deixaram as trevas mofosas medievais e são iluminados por uma outra maneira de ver o mundo, mais condizente com a racionalidade humana.

 

«… respeita a LIBERDADE dos outros».

 

Liberdade… saberá a juventude taurina portuguesa o que é Liberdade?

 

Não! Não sabe. Confunde Liberdade com libertinagem.

 

A Liberdade implica o respeito pela vida do outro, seja qual for esse outro. A Liberdade de alguém acaba onde começa a liberdade do outro. Na condição de Liberdade não cabe a tortura.

 

Ora os que realizam o ignóbil costume de torturar seres vivos, para divertimento e ganhar dinheiro, não estão a respeitar a liberdade e a vida que todos os seres vivos têm,  e o seu direito de viver em liberdade, tranquilamente.

 

O que a juventude taurina portuguesa quis dizer foi «…respeitem a libertinagem irracional dos outros» (ou seja deles mesmos).

 

E isso e impraticável. Impossível, em Democracia.

 

A libertinagem é perversão. Envilecimento. Expressa, entre outras, a vil prática da tortura. E essa vil prática da tortura não cabe numa sociedade civilizada. Numa Democracia.

 

«Não temos de estar todos de acordo».

 

Pois não. Lá isso é verdade. Só que neste caso, como não se trata de ideias, ou de opiniões, ou de pensamentos, mas sim de um acto de tortura, censurável em todos os cantos e recantos do mundo civilizado, as coisas não são tão lineares assim.

 

Ninguém, em seu juízo perfeito, poderá estar de acordo com a tortura.

 

Imaginemos que um jovem taurino fosse apanhado por um psicopata que gostasse de ver sofrer o outro, e de lhe dar facadas e de ver jorrar sangue e delirar com o estrebuchar de um moribundo… Isto é tortura.

 

Pela vossa lógica, teríamos de aplaudir, de respeitar a liberdade deste psicopata… É assim?

 

Pois... «Esta é uma dádiva da Democracia».

 

Só que a Democracia implica o respeito pela Vida, seja de que ser vivo for. E isto é que é a verdadeira dádiva da Democracia. Uma dádiva nunca poderá incluir a liberdade de torturar um ser senciente.

 

E se não há respeito pela Vida, não há Democracia. Quando muito haverá nazismo.

 

«Partilho isto porque defendo a liberdade».

 

Não! A juventude taurina portuguesa não defende a Liberdade.

 

A juventude taurina portuguesa (uma vergonhosa minoria entre a verdadeira juventude portuguesa) defende a tortura, a psicopatia, o nazismo, tudo o que contradiz a Democracia e a sua dádiva: a Liberdade.

 

Estudem e reflictam antes de tornar pública qualquer coisa que vos venha à cabeça.

 

Não vos fica nada bem.


 Isabel A.  Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:46

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