Terça-feira, 12 de Julho de 2016

COMO ERA MAIS FÁCIL VIVER SE ME DEIXASSE FICAR NESTE LUGAR…

 

NESTE LUGAR.jpg

 

Foi assim, entre a Natureza selvagem, que passei uns dias tranquilos, longe do mundo ao qual não pertenço.

 

Como gostaria de poder ali ficar, naquele lugar, entre as plantas e as pedras e os outros seres que me acompanham nesta aventura que é viver no planeta Terra.

 

Aqui, neste lugar, vivo em harmonia com as plantas, com as pedras e com os outros seres que falam a minha linguagem, compreendem as palavras muito mais do que os políticos e aqueles outros inscientes que combato.

 

Como era mais fácil viver se me deixasse ficar neste lugar…

 

Mas há vozes que me gritam, que me pedem para voltar…

 

Não são vozes humanas.

 

São mugidos, urros, ganidos, miaus, latidos, cacarejos, gemidos, zurros, relinchos, uivos, grunhidos, zumbidos, pios, chilreios, balidos, chios, arrulhos, rugidos…

 

Gritos desesperados.

 

E então… regresso sempre por eles…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015

O PLANETA TERRA É VOCÊ…

 

Este é um vídeo TERRIVELMENTE REAL

Há que vê-lo, senti-lo, partilhá-lo e INTERIORIZAR o quanto é necessário e urgente EVOLUIR... (ainda) em pleno século XXI da era cristã...

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:51

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

AÇORES LIDERAM CONTRA-ORDENAÇÕES DEVIDO A MAUS-TRATOS A ANIMAIS

 

A mim, esta notícia não surpreende...

MAUS-TRATOS ANIMAIS.jpg

 

 

Quando os governantes açorianos desconhecem, por completo, o que é um ANIMAL;

 

Quando os governantes açorianos não têm uma política global de defesa da fauna do seu território, incluindo o animal homem;

 

Quando os governantes açorianos não dão o exemplo de civilidade aos governados, e permitem que toda a espécie de selvajaria, mormente a tauromáquica, seja o pão-nosso-de-cada-dia nas ilhas…

 

O que esperar de um povo entorpecido, que se recusa a evoluir?

 

Não admira, pois, que os Açores liderem contra-ordenações devido a maus-tratos infligidos a todos os animais, com a bênção da igreja católica.

 

De facto, é um galardão bastante vergonhoso.

 

Obviamente, existe nos Açores uma parcela da população que já evoluiu, mas infelizmente, e devido à casmurrice dos governantes locais e nacionais, o Arquipélago, tal como uma minoria de municípios no Continente, mantém-se no rol das regiões do Planeta com um nível civilizacional muitos zeros abaixo de zero.

 

Lamentamos.

 

Daí a necessidade da existência de vozes que pugnem pela defesa global da fauna e da flora, porque é da inteligência humana defender o Planeta Terra, no qual devem coabitar igualitariamente, todas as naturezas animais, vegetais e minerais, que dele fazem parte desde a sua criação.

 

Mas enquanto houver na governação mentes retrógradas e involuídas, teremos de continuar a tocar na mesma tecla, até que alguma luz se faça nessas mentes, e abdiquem dos proveitos individuais supérfluos, a favor dos benefícios globais essenciais, como é da natureza inteligente universal.

 

Qualquer animal não humano age em função do grupo, e não em função de si próprio, quando vive em grupo.

 

A isto chama-se instinto de sobrevivência inteligente.

 

Alguns animais humanos, mormente os governantes, agem em função deles próprios, ainda que vivam em sociedade, e tenham uma comunidade para gerir.

 

A isto chama-se permanecer num estádio de evolução primitivo.

 

É o que ainda acontece na comunidade dos Açores.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200820668075539&set=a.1169879103669.20141.1728741748&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2015

«WORLD ELEPHANT DAY» – ACÇÕES DE CONSCIENCIALIZAÇÃO MARCAM O DIA MUNDIAL DOS ELEFANTES

 

É muito triste chegarmos ao ano de 2015 depois de Cristo e andarmos a lutar pela protecção da fauna e da flora do Planeta Terra.

 

Os ditos seres racionais REGREDIRAM MUITO em relação aos primitivos, porque os primitivos eram primitivos. Os de 2015 d. C. já foram à Lua, a Marte… Estão a destruir a Terra, e não descansam enquanto não forem pousar noutros planetas para os destruírem também...

 

Não é muito triste?)

 

ELEFANTE.png

 

(Ontem) dia 12 de Agosto, defensores de animais de todo o mundo estão reunidos para celebrar os elefantes e apoiar um futuro em que esses animais serão respeitados e protegidos. Este é o quarto ano que activistas celebram o Dia Mundial dos Elefantes. As informações são da Care2.

 

O Dia Mundial dos Elefantes foi lançado em 2012 pela documentarista canadense Patricia Sims e pela Elephant Reintroduction Foundation da Tailândia. No mesmo dia, estreou o filme “Return to the Forest“, de Sims, que explora a jornada e bela transformação que ocorre quando os elefantes cativos são devolvidos, de uma vida connosco, para a sua casa na floresta, e como a sua presença é vital na Natureza.

 

Apesar de ser uma espécie carismática e amada por pessoas de todas as idades, os elefantes da África e da Tailândia estão em sérios apuros. Desde o primeiro Dia Mundial do Elefante, indivíduos, celebridades e dezenas de organizações que estão trabalhando em soluções que visam garantir a sua sobrevivência futura em todo o mundo, uniram-se em apoio à causa, pois a ameaça de perdê-los para sempre está se tornando uma possibilidade real e iminente.

 

A caça na África atingiu níveis sem precedentes, sendo que alguns acreditam que, se continuar no ritmo actual, ela poderá acabar com os elefantes inteiramente nos próximos 10 anos. Estima-se que haja menos de 40.000 elefantes asiáticos restantes na natureza, que continuam a enfrentar a ameaça de caça, a perda de habitat e sendo levados para serem explorados pela indústria do turismo.

 

“Tantas pessoas ao redor do mundo amam os elefantes, mas não estão cientes de que os elefantes estejam em crise. O Dia Mundial do elefante ajuda a aumentar a segurança para os elefantes e expandir o habitat porque cria uma oportunidade de levantar um grito de guerra. «Temos de aumentar o volume sobre a crise pela qual passam esses animais, a fim de colocar mais pressão sobre os líderes para que tomem medidas significativas, para atrair recursos desesperadamente necessários, e convencer as pessoas a não comprarem marfim», disse Misty Herrin, director de campanha #SaveElephants da The Nature Conservancy, em um comunicado.

 

Infelizmente, elefantes selvagens não são os únicos em problemas. Activistas também têm trabalhado para acabar com a sua exploração em cativeiro e na indústria do entretenimento, e ampliar a consciência sobre o facto de os elefantes pertencerem ao meio selvagem, não a circos, jardins zoológicos ou atracções turísticas.

 

Como ajudar:

 

Neste ano, os defensores dos elefantes estarão novamente intensificando o trabalho no sentido de aumentar a conscientização sobre a situação dos elefantes cativos e selvagens, promovendo eventos, instando as autoridades a tomar medidas para proteger os elefantes e usando os media sociais para obter apoio. Enfim, há muitas maneiras fáceis de participar.

 

Apoiar o aumento da protecção legal para os elefantes

 

Em Junho, o Centro para a Diversidade Biológica entrou com uma petição para que os elefantes africanos fossem declarados como duas espécies separadas – elefantes da floresta e elefantes da savana – e para que o seu status fosse actualizado sob a Lei das Espécies Ameaçadas, o que acrescentaria ainda mais força com as leis destinadas a protegê-los.

 

Por favor, assine e compartilhar a petição instando o Fish and Wildlife Service dos EUA a reclassificar os elefantes e actualizar o seu status como espécie ameaçada de extinção.

 

Ajudar a pressionar os Estados Unidos pelo fim do comércio de marfim

 

Como o segundo maior mercado para o marfim atrás da China, aos EUA tem sido cobrado intensificar os seus esforços para combater o tráfico de animais selvagens com acções significativas. Agora, espera-se que uma regra, que foi formalmente anunciada pelo Fish and Wildlife Service (FWS) em Julho, venha praticamente a acabar com o mercado nos estados, na medida em que aplicará mais restrições às importações e exportações e proibirá a venda de marfim em todas as fronteiras.

 

Por favor, assine e compartilhe a petição instando o Fish and Wildlife Service a apoiar a proibição do comércio de marfim.

 

Você também pode fazer um comentário público em apoio às regulamentações mais rígidas para o comércio de marfim directamente no Registro Federal até 28 de Setembro.

 

Não comprar marfim

 

É desnecessário explicar que a aquisição de objectos de marfim – mesmo se forem anunciados como “legais”, ajudam a manter o mercado em movimento e a prover uma cobertura para o comércio ilegal do marfim de elefantes mortos recentemente.

 

Apoiar santuários de elefantes

 

Conheça e apoie organizações que trabalham para dar a elefantes cativos uma vida melhor, devolvendo-os a ambientes onde eles podem viver livremente, como a Elephant Reintroduction Foundation e a Elephant Nature Park, na Tailândia, assim como a David Sheldrick Wildlife Trust, na África. Nos Estados Unidos, dentre os principais santuários actuantes, estão o Elephant Sanctuary e o Performing Animal Welfare Society (PAWS).

 

Ser uma voz para os elefantes em cativeiro

 

Apesar de mais e mais áreas estarem proibindo o uso de animais selvagens em circos, e do Ringling Bros. ter dado recentemente um grande passo ao anunciar que iria “aposentar” os elefantes que explora, ainda existem outras empresas que viajam ao redor do mundo e que continuam a usar elefantes. Nós podemos enviar uma forte mensagem de que é hora de parar, evitando as empresas e locais que continuam a usá-los.

 

Assine a petição pedindo ao Congresso americano que aprove a Traveling Exotic Animal Protection Act, que irá proibir o uso de animais selvagens em circos, pelo bem desses animais.

 

Nós também podemos ajudar a dar voz aos elefantes que ainda se encontram em zoológicos e que precisam de ajuda, como Asha, Lucky e Lucy, assinando a petição em seus nomes, e a petição para países como o Zimbábue, pedindo para que pare de retirar os filhotes de elefantes das suas mães, na Natureza, para levá-los para o cativeiro.

 

Fazer um “Elegrama

 

A Nature Conservancy, que é patrocinadora oficial do Dia Mundial dos Elefantes deste ano, está pedindo a simpatizantes que façam imagens à mão para o seu Projeto #Elegram, que será arrematado por 150.000 dólares por doadores generosos para o trabalho de preservação de elefantes na África. Basta pintar, desenhar, esboçar ou esculpir uma imagem de um elefante, tirar uma foto do trabalho e enviá-lo para a sua galeria.

 

Espalhar a mensagem

 

Se você está espalhando a mensagem sobre os esforços para ajudar os elefantes em sites dos media social, visite o site do World Elephant Day para obter banners para partilhar, e adicione as hashtags #WorldElephantDay, #GoGrey, #BeHerd, #Elegram, #SaveElephants, #JoinTheSTAMPede, # 96Elephants e #SayNoToIvory.

 

Para mais informações sobre maneiras de ajudar os elefantes e apoiar organizações que trabalham a favor dos mesmos, consulte o site.

 

Fonte: ANDA

(Este texto foi transcrito para Língua Portuguesa).

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/08/12/world-elephant-day-acoes-de-conscientizacao-marcam-o-dia-mundial-dos-elefantes/comment-page-1/#comment-394

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

TOURADAS

 

«Um texto lúcido para reflectir a selvajaria tauromáquica permitida e apoiada pelo governo português, para vergonha de Portugal e de quem tem um pingo de sensibilidade e empatia pelos outros seres vivos que connosco partilham o Planeta Terra…»

 

TOURADAS.jpg

DIA11 DE JULHO

 

Cumpro aquilo a que estou obrigado pela minha consciência. Volto a publicar um texto escrito há já alguns anos, mas regularmente publicado por esta altura, na esperança de que ele possa cativar mais alguém para uma causa infinitamente justa. (MFM)

 

Por Manuel Frias Martins ***

 

Touradas

 

No dia 11 de Julho de 2002, depois de a Assembleia da República Portuguesa ter legalizado a morte de touros em Barrancos, a inteligência civilizada e a sensibilidade culta ficaram de luto em nome da «tradição» local. Contudo, como me lembro de alguém dizer no noticiário de um canal público desse mesmo dia, a única «tradição» autenticamente portuguesa parece ser a da cobardia política. Foi, de facto, a cobardia e o oportunismo políticos que aprovaram (ou incentivaram a aprovação de) uma lei de consagração da ignorância (muitas vezes cândida) e da irracionalidade (quase sempre amparada em pretensos desideratos de bravura).

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Chamar-lhe arte, como alguns têm o desplante de fazer, é um insulto a tudo quanto o homem conseguiu alcançar através do progresso da inteligência e da sensibilidade. Se algum sentimento estético se destaca de uma tourada, ele será equiparável ao sentimento estético que está associado ao grotesco e a modos perversos de representação do mundo.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Tão repugnante como os maus tratos infligidos a ursos e outros animais em espectáculos de rua levados a cabo em países ditos economicamente subdesenvolvidos. Tão repugnante como as lutas de cães e outros animais que se desenrolam quase impunemente em países ditos economicamente desenvolvidos.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é tão repugnante agora como o eram, há centenas de anos atrás, os espectáculos de lutas entre animais que se realizavam em várias cidades da Europa. Espectáculos que eram tão populares quanto os autos de fé em que se queimavam homens e mulheres acusados de heresia, crime político ou coisas semelhantes. Contudo, apesar de todas as contradições que a História regista, a maior parte da Europa foi aprendendo, aprofundando e exportando a razão moral subjacente à recusa da violência sacrificial contida em espectáculos como a tourada.

 

 Não vale a pena repetir argumentos por todos conhecidos. A fronteira está traçada. Se o homem continuar o percurso, acidentado mas firme, de reavaliação crítica da sua relação com todas as formas de vida, a tourada está condenada a desaparecer.

 

Nem a intelectualização que alguns dela fazem (colocando-a no domínio dos regimes míticos) lhe poderá valer. Neste sentido, a cobardia dos políticos portugueses (de direita e de esquerda) é apenas um sintoma do fim. Se o fim está longe ou perto é algo que depende de todos quantos consideram aberrante e repugnante, toda e qualquer tourada.

 

A legalização da morte de touros em Barrancos no dia 11 de Julho de 2002 representou a queda da máscara de políticos medrosos e incompetentes mas, se nós quisermos, podemos dar um sentido nobre e digno à data. Basta sinalizá-la como uma etapa de referência na luta portuguesa pela dignidade de todos os seres vivos, bem como pela dignificação do ser humano enquanto ser que tem irrecusáveis responsabilidades morais perante todos os seres vivos em virtude do lugar dominante que ocupa no planeta.

 

Contudo, a luta pela nossa própria dignidade não se pode fechar numa espécie de concurso de gritarias e insultos. Ela deve passar pelo reconhecimento do país que somos e, consequentemente, pela necessidade de elevar os nossos padrões educativos.

 

Em suma, a luta portuguesa pela abolição da tourada (qualquer tourada), bem como de todas as práticas e espectáculos aberrantes de desrespeito pela vida (qualquer vida) deve passar pela insistência na educação e nas responsabilidades que o Estado tem nesse domínio.

 

Termino com uma nota de rodapé: E se os professores se lembrarem deste tópico nas suas aulas e o puserem à discussão? Sem ideias pré-concebidas nem julgamentos de valor, deixando o essencial ao cuidado da inteligência e sensibilidade dos seus alunos…!

 

***

*** Manuel Frias Martins é um Professor, a quem foi recentemente (24 de Junho) atribuído, por unanimidade, o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho 2015, com a obra «A Espiritualidade Clandestina de José Saramago», editada pela Fundação José Saramago.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/friasmartins/posts/829807690448901:0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

CRIANÇAS USADAS COMO “ISCO” PELA INDÚSTRIA TAUROMÁQUICA

 

Este toureiro está a infringir a lei.

 

Estas crianças têm menos de 10 anos de idade.

 

O que é que as autoridades portuguesas têm a dizer?

 

ESCOLA BILHETES TOURADAS.jpg

Isto é uma forma de maus-tratos e uma violência psicológica contra crianças.

 

Eis a prova de que a tauromaquia está a chegar ao fim e de que vale mesmo tudo na tentativa de compor a lotação das praças!

 

Na foto, pode ver-se um toureiro a oferecer bilhetes para touradas a crianças, com menos de 10 anos de idade! Um escândalo!

 

Hoje, esteve em duas escolas, e já tem agendadas mais visitas a outras. Segundo afirmou à rádio Elvas (note-se que as palavras que se seguem são do próprio), o objectivo é:

 

– “Sensibilizar as crianças e os mais novos para que cada vez acudirem mais às praças de toiros e criar aficionados logo desde pequeninos porque é uma tradição que se está a perder aos poucos e poucos, se não formos nós próprios dentro da festa a criar esses aficionados e a divulgar o que é a corrida de toiros e mostrar o que é a nossa tradição aos mais novos, para que puxem os pais e puxem os avós para enchermos as praças”.

 

[Artigo na Rádio Elvas:

http://www.radioelvas.com/index.php?option=com_content&view=article&id=23722%3Amarcos-tenorio-divulga-tauromaquia-nas-escolas-de-elvas&catid=1%3Aregional&Itemid=25]

Fontes:

Marinhenses Anti-Touradas

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/04/21/criancas-usadas-como-isco-pela-industria-tauromaquica/

***

Como disse, toureiro?

 

Sensibilizar crianças para a violência e crueldade?

 

Isto é uma forma de maus-tratos e uma violência psicológica contra crianças.

 

Selvajaria tauromáquica é tradição, toureiro?

 

Onde? Em que parte do Universo?

 

No Planeta Terra não é com toda a certeza.

 

Será apenas nos côncavos do crânio vazio dos que ainda não evoluíram. E só.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:12

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Terça-feira, 3 de Março de 2015

O HOMEM PREDADOR ESTÁ AO NÍVEL DOS VÍRUS E DAS BACTÉRIAS QUE FLAGELAM A VIDA NO PLANETA TERRA

 

Uma das razões de achar o ser Humano inviável como “espécie”, é porque somos uma das poucas e rara, entre as demais, que precisa destruir para evoluir. O ser humano mata, sacrifica e destrói tudo por onde passa na sua busca pela evolução, desejo, ganância e ambição... É uma espécie única entre os milhares de criaturas existentes sobre a face da terra, excepto parecido com os vírus e bactérias, que também agem da mesma forma!

 

HOMEM PREDADOR1.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=254663257935032&set=a.231292166938808.52391.100001740791934&type=1&theater

***

PEGADA HUMANA

 

O impacto destruidor das nossas acções é visível no nosso Planeta.

 

A situação da Terra é desesperante. Um número reduzido de habitantes deste Planeta vai causando um dano potencialmente irreversível ao Planeta, esgotando os seus recursos e colocando em risco o futuro de todas as espécies, humanas e não humanas.

 

Os cientistas dizem que se cada um de nós, não reduzir de forma significativa o impacto no meio ambiente, em duas décadas ultrapassaremos o ponto de não retorno, além do qual o planeta mudará irreversivelmente, a despeito de todas as medidas.

 

O grande problema é que a vida não será nada agradável ou sustentável para a espécie humana. O estrago que estamos a fazer é resultado do nosso estilo de vida. Todas as nossas acções exercem um impacto sobre o mundo natural. Assim, qualquer mudança de rotina, desde que acordamos até à hora de voltarmos para a cama é uma oportunidade para podermos cuidar do planeta.

 

HOMEM PREDADOR2.jpg

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=254356554632369&set=a.231292166938808.52391.100001740791934&type=1&theater

 

HOMEM PREDADOR3.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:35

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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

ÍNDIA, PAÍS QUE TEM DE SER PENALIZADO PELAS VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS PERPETRADAS NOMEADAMENTE CONTRA CRIANÇAS E JOVENS MULHERES

 

HOJE ESTOU REVOLTADA.
HOJE VOU DEDICAR AS MINHAS PÁGINAS ÀS CRIANÇAS A QUEM O HOMEM PREDADOR NÃO DEU OPORTUNIDADE PARA CELEBRAREM O DIA DOS NAMORADOS COM FELICIDADE, NUM FUTURO  QUE NÃO EXISTIRÁ PARA ELAS...

 

Isto é absolutamente inadmissível num mundo habitado pelo HOMO SAPIENS SAPIENS    

 

Onde é que esses “SAPIENS” estão que nada fazem para banir do Planeta Terra tamanha maldição, que ataca crianças indefesas e mulheres oprimidas por leis, retrógradas e machistas?

 

***

 

- Violação colectiva de jovem ordenada por conselho local na Índia - Uma jovem de 20 anos foi violada por 12 homens, como castigo por manter um relacionamento com jovem de outra comunidade.

 

- Turista dinamarquesa violada por oito homens na Índia  

 

- Morreu a menina violada e queimada viva na Índia  

 

- Jovem indiana violada e agredida por dez homens

 

- Turista britânica hospitalizada após tentativa de violação na Índia  

 

- Violência fez desaparecer 25 milhões de mulheres na Índia» 

 

- Fotojornalista violada na Índia   

 

- Turista suíça violada na Índia diante do marido

Ler notícias aqui:

http://expresso.sapo.pt/violacao-coletiva-de-jovem-ordenada-por-conselho-local-na-india=f852147

 

(origem da foto)

http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/viola%C3%A7%C3%A3o-coletiva-na-%C3%ADndia-indigna-habitantes-que-exigem-respeito-pelas-mulheres

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:04

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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2013

TAURICIDAS, APRENDAM A SER HUMANOS COM ESTES SERES MAGNÍFICOS

 

 Ricardo Horta, deixou um comentário ao post TAURICIDAS, APRENDAM A SER HUMANOS COM ESTES SERES MAGNÍFICOS às 02:46, 2013-12-11.

Comentário:

Quer milhentos vídeos de afectuosidade entre humanos e entre estes e animais? E milhentos outros de animais, inclusivamente da mesma espécie, à bulha na mais pura selvajaria? Por favor...

 

***

 

Bem, estou ver que ao Ricardo Horta a pele de tauricida caiu-lhe que nem uma luva.

 

A afectuosidade entre humanos, e entre humanos e não humanos, e entre não humanos entre si EXISTE. Obviamente.

 

Mas a afectuosidade entre tauricidas e humanos e entre tauricidas e não humanos NÃO EXISTE. Decididamente.

 

Quanto à “bulha” entre animais não humanos da mesma espécie e à “mais pura selvajaria” também NÃO EXISTE.

 

Os seres não humanos não andam à “bulha” nem praticam a “mais pura selvajaria”. Isso são atributos APENAS dos HOMENS PREDADORES (as criaturas MAIS SELVAGENS, no mau sentido, que existem à face da Terra), como também são os TAURICIDAS.

 

Não projecte nos animais não humanos as DEFORMIDADES MENTAIS do homem predador.

 

O que acontece entre os animais não humanos faz parte da luta deles (que não é nada fácil, depois da chegada do dito homo) pela sobrevivência.

 

E o homem predador faz a guerra, por ambição, mata, tortura, sequestra e viola seres humanos e não humanos por PURO PRAZER, e destrói o meio ambiente por mera cegueira mental… não por instintos de sobrevivência.

 

Ricardo Horta, não meça a RACIONALIDADE dos seres não humanos, que não têm os meios que o HOMEM tem para sobreviver, pelo mesmo alqueire com que mede a IRRACIONALIDADE do HOMEM PREDADOR.

Os conceitos MUDARAM. O homem já não é mais o CENTRO DO MUNDO. Ele é apenas uma pequena partícula no imenso universo, e se ele (homem) desaparecesse, o mundo dos animais não humanos continuaria a desenvolver-se com uma tranquilidade que hoje o homem predador lhes nega, por mera estupidez.

 

O Planeta Terra já existiu sem o homem, e foi um paraíso durante milhares de anos.

 

Chegou o homem (não o primitivo que a esse devemos tudo o que hoje temos de bom) e desestabilizou a harmonia do Planeta. E hoje este corre risco de VIDA, não porque os seres não humanos andam à “bulha e na mais pura selvajaria” (no seu dizer), mas simplesmente porque quem anda à “bulha e na mais pura selvajaria” é o HOMEM PREDADOR, entre eles os tauricidas, quem NÃO RESPEITAM os outros seres vivos, que connosco PARTILHAM o Planeta, o mesmo Sol e a mesma Lua, as mesmas estrelas, e têm as mesmas necessidades, emoções e sentimentos que qualquer ser humano.

 

Sugiro que repense o seu lugar neste mundo, Ricardo Horta, e não se julgue um ser superior a estes dois animais não humanos que vê neste vídeo.

 

Porque SEGURAMENTE não é superior a eles.

 


publicado por Isabel A. Ferreira às 17:55

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Domingo, 18 de Agosto de 2013

«A irracionalidade humana»

 
 

 

Por Cândido Coelho

 

«A irracionalidade humana é uma manifestação consciente e brutal, a qual não se observa nos seres considerados irracionais. Quando um animal selvagem pratica acções abruptas investindo furiosamente, ou está a defender o seu território, ou a caçar para se alimentar, ou a reagir a uma agressão externa.

 

O animal por instinto defende-se. Já o ser humano, com a sua mente perversa e um instinto atávico e pré-histórico, premedita as suas acções abruptas, independentemente do seu estado actual de sociabilidade.

 

O comportamento humano à face do Planeta, prova sem a mínima dúvida, que ele é uma excrescência animal que não se coaduna, como espécie, à vida que com ele compartilha a mesma biosfera, fomentando guerras, genocídios, massacres, agressões ao meio ambiente, desprezo pelas demais espécies e tudo o mais, que faz do homem o vírus maligno que, como os demais vírus, destrói a célula que o abriga, neste caso, o Planeta Terra que o acolhe, e sem a noção de que ao destruir a Terra, está-se auto-destruindo a si.

 

Todavia, as acções excessivas do homem, dito civilizado, fazem parte de um contexto mais complexo da sociedade em que vive.

 

Mesmo em países considerados de Primeiro Mundo, com uma educação primordial e dita exemplar, assistimos a notícias de actos irracionais praticados por seus habitantes.

 

Em suma, o homem é o pior dos animais.»

 

Fonte:

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=450082005059822&set=a.459183360816353.1073741828.100001740791934&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:59

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