Terça-feira, 5 de Maio de 2015

SE É UM VERDADEIRO SER HUMANO SEJA AMIGO DO SEU CÃO COMO ELE MERECE E ESPERA QUE SEJA

 

Em Portugal a Lei de Protecção dos Animais, recentemente aprovada, é uma falácia, pois falta-lhe o principal: retirar os animais do rol das “coisas” ou das “máquinas”.

Enquanto os animais forem considerados “coisas” ou “máquinas” tendo comer e água é o suficiente para um “dono” (carrasco) o manter em seu poder.

O que interessa tudo o resto que um animal é?

 

 

 

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Somos muitos os que, desde pequenos, temos observado um número incontável de cães que vivem toda a sua vida numa casa, com uma vasilha de água, uma vasilha de comida e uma corrente de uns tantos metros para que o cão possa mover-se de um lado a outro, ou confinado a um espaço, mais ou menos grande, distanciado do seu próprio mundo e do mundo daqueles que deveriam ser seus amigos (os donos) e não passam de seus carrascos.

 

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ClicPhoto Studio

 

Esta prática é tão vulgar e vista por muitas pessoas como uma situação normal. No entanto, ainda que seja comum nem por isso deixa de ser um maltrato animal.

 

Considerariam que ter uma pessoa acorrentada durante toda a sua vida é um maltrata, certo? Pois com um cão passa-se exactamente o mesmo.

 

Ao acorrentar um cão ou confiná-lo a um espaço, restringe-se-lhe o direito de viver em matilha, com os da sua espécie. Por natureza os cães são animais muito sociáveis, que necessitam da companhia diária da sua matilha ou dos seus amigos humanos.

 

Ao estar acorrentado ou confinado a um espaço diariamente é privado desse direito natural de interagir com a sua matilha ou com os donos.

 

Ao acorrentar um cão ou confiná-lo a um espaço restringe-se-lhe o direito de sociabilizar com os da sua espécie. Ao estarem acorrentados diariamente ou confinados a um espaço, os cães não podem realizar contactos sociais com outros cães, privando-os da necessária comunicação, jogos e interacções.

 

Ao acorrentar um cão ou confiná-lo a um espaço, restringe-se-lhe a sua necessidade biológica de realizar exercício físico. Ao estarem acorrentados ou confinados a um espaço, os cães não podem canalizar a energia que queimariam com os seus passeios diários, as suas sessões de jogos, etc. Isto traduz-se numa carga de ansiedade que na maioria das vezes se transforma em agressividade e stress.

 

Ao acorrentar um cão ou confiná-lo a um espaço, restringe-se-lhe o direito de viver a sua natureza: cheirar, explorar, pesquisar… Se os cães permanecem acorrentados ou confinados a um mesmo lugar, que podem fazer?

 

Obrigam-nos a viver entre fezes e urina, no mesmo lugar onde dormem e comem, algo que os cães detestam.

 

Maltratar um cão não se reduz a dar-lhe uma sova, é também tê-lo acorrentado ou confinado a um espaço, uma forma de maltrato muito corrente e, por desgraça, muito assumida pelos donos (que neste caso não podem ser considerados amigos).

 

Se virem um cão acorrentado  ou confinado a um espaço tentem falar com os seus donos e sensibilizá-los para a questão. Muitos acham que acorrentar ou confinar o cão é uma solução, ignorando que esta solução gera problemas a longo prazo, mais do que possamos imaginar, pois faremos deles cães ansiosos e agressivos, antissociais e frustrados.

 

Lembrem-se de que um cão saudável é um cão equilibrado fisicamente e emocionalmente.

 

Um cão não é uma “coisa”.

Um cão é um ser vivo sensível, afável, companheiro, amigo, o melhor amigo que um ser humano pode ter.

 

Texto baseado nesta fonte: Bulhufas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:28

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

Ligação entre abuso animal, maus-tratos a crianças, violência doméstica e violência contra idosos

 

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A ligação entre a violência contra as pessoas e violência contra os animais está bem documentada e é objecto de pesquisa internacional desde há décadas. Na sua forma mais simples: a violência contra animais é um aviso de que o agressor pode tornar-se violento para as pessoas, e vice-versa.

 

The Link between violence to people and violence to animals is well documented by research. In its simplest form: violence to animals is a predictor that the abuser may become violent to people, and vice-versa.

 

Abuso é abuso não importa o género ou quem é a vítima.

 

Abuse is abuse no matter what the form or whom the victim.

 

Quando alguém maltrata um animal, a pergunta importante a fazer é: "Quem será o próximo?"

Os crimes contra as pessoas estão ligados a um conjunto de crimes contra os animais, e três tipos específicos de abuso de animais estão ligados a crimes contra as pessoas: agressão sexual contra animais (bestialidade), acumulação animal, e luta entre animais.

 

When someone harms an animal, the important question to ask is, “Who will be the next?”

 

Crimes against people are tied to a myriad of crimes against animals, and three specific types of animal abuse are linked to crimes against people: sexu­al attacks against animals (bestiality), animal hoarding, and animal fighting.

 

Quando múltiplas formas de violência ocorrem em casa, incluindo o abuso animal, a casa está em maior risco de violência contínua se todas as formas de violência não forem sanadas.

 

When multiple forms of violence happen at home, including animal abuse, the home is at increased risk of escalated and continued violence if all forms of violence are not resolved.

 

O abuso contra animais é mais prevalente em lares onde vivam crianças que tenham historial de abusos ou violência.

 

The animal abuse is more prevalent in homes where children who have a history of abuse or violence live.

 

A Crueldade Animal está referenciada como um dos sintomas do transtorno de personalidade.

 

Animal Cruelty is referenced as one of the symptoms of “personality disorder”.

 

Os animais de estimação da família podem ser alvos de ameaças, maus-tratos ou morte para se fazer "chantagem emocional" e forçar as vítimas humanas a obedecerem e a manterem-se em silêncio sobre o abuso.

 

Family pets may be targets of intimidations, harm, or killing to “emotionally blackmail” and coerce human victims to comply with and remain silent about abuse.

 

Os membros da família que sofrem de violência doméstica, podem ser mais propensos a permanecer num lar abusivo, ou voltar para casa, se não tiverem um lugar seguro para colocar os seus animais de estimação.

 

Family members who suffer domestic violence may be more likely to remain in an abusive home, or return home, if they do not have a safe place to put their pet.

 

Quando as crianças testemunham a violência no lar, ficam em risco aumentado de demonstrar violência para com os animais.

 

When children observe violence in the home, they are at increased risk of displaying violence toward animals

 

Aqueles  que entendem essa relação de crimes em relação aos animais e as pessoas, estão em melhor posição para prevenir a violência futura e proteger a sua comunidade.

 

Those who understand this linkage of crimes towards animals and people are in a better position to prevent future violence and protect their communities.

 

Assim como as pessoas, também os animais de estimação podem ser vítimas de violência doméstica. Muitos donos, especialmente aqueles que são abusados, não podem querer separar-se do seu animal de estimação ao deixar o lar abusivo. Portanto, as vítimas humanas ficam propensas a permanecer no ambiente abusivo e expor-se aos seus filhos e seus animais de estimação para a continuação da violência. O treino dos socorristas às vítimas de violência doméstica deve incluir também a questão animal.

 

Just like people, pets can also be victims of domestic violence. Many pet owners, especially those who are battered, may not wish to be separated from their pet if they leave the abusive home. Therefore, they are likely to stay in the abusive environment and expose themselves, their children and their pets to continued violence. The training of first responders to victims of domestic violence should also include animal matter.

 

Um dos primeiros estudos internacionais que abordaram a relação entre o abuso infantil e o abuso de animais descobriu que 88% dos lares com crianças abusadas fisicamente também incluiu abuso ou negligência do animal de estimação da família.

 

One of the first studies to address the link between child abuse and animal abuse discovered that 88% of homes with physically abused children also included abuse or neglect of the family pet.

 

Crianças que crescem expostas à violência crónica podem desenvolver a crença de que lesar um animal, assédio moral, comportamento inadequado e outras atividades criminosas, são normais.

 

Children who grow up exposed to chronic violence may develop beliefs that harming an animal, bullying, misbehaving and other criminal activity is the norm.

 

O abuso pode incluir agressão ou violência contra a pessoa idosa e o seu animal de estimação, mas também pode incluir roubo de propriedade, dinheiro e informações financeiras. Se o animal de estimação está presente na casa da pessoa idosa, pode tornar-se um alvo para se exercer coerção sobre o ancião. Mas, devido a crenças geracionais ou isoladamente, o idoso não relata o abuso.

 

The abuse may include aggression or violence toward the elder person and their pet, but can also include theft of property, money and financial information. If a pet is present in the elder person’s home, the pet can become a target to exert coercion over the elder. But due to generational beliefs or isolation, the elderly person may not report the abuse.

 

Este é o resumo do Guia escrito por Allie Phillips (Directora e Fundadora do National Center for Prosecution of Animal Abuse at the National District Attorneys Association).

 

Fonte:

https://www.facebook.com/notes/826007704119635/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:40

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Quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Golfinhos reconhecidos como pessoas não-humanas, legalmente na Índia

  

Este é o começo de uma nova consciência  

 

 
 

ÍNDIA, MAIO DE 2013

 

O India's Ministry of Environment and Forests, Ministério do Meio-Ambiente e Florestas da Índia, em uma iniciativa ético-política sem precedentes na História da Humanidade, reconheceu - oficialmente, os golfinhos como "pessoas não-humanas" cujo direito à Vida e Liberdade devem ser respeitados.

 

A decisão abre um novo horizonte na esfera do Universo dos direitos referentes à Vida. Significa a introdução de conceito jurídico de sujeito detentor de direitos sociopolíticos que, finalmente transcende o antropocentrismo das leis que protegem a Vida.

 

O Ministério orientou os governos estaduais a proibir os dolphinariums e outros empreendimentos comerciais, como os de entretenimento cujo "produto" oferecido são shows com baleias e golfinhos mantidos em cativeiro e todos aqueles mais que impliquem captura (caça) e confinamento das espécies.

 

O comunicado do governo declara claramente que considerando que - nos dias actuais, já há algum tempo, as Ciências estabeleceram definitivamente que espécies de cetáceos são - inegavelmente - seres inteligentes, auto-conscientes, dotados de sentimentos (capacidade de sentir emoções) e até identidade individual, estes seres, devem ser vistos como pessoas não humanas - (recusando a ideia de que são animais irracionais)... e - como tal, devem ter seus próprios direitos específicos.

 

Golfinhos tornaram-se, assim, ao menos na Índia, por enquanto - Legalmente Pessoas 'Não Humanas' - considerados como indivíduos animais racionais (sapiens, como os Homens) mamíferos terráqueos aquáticos Não-Humanos titulares de direitos políticos, sujeitos ou objecto, especialmente, de protecção legal em disposição inclusa nos Códigos do Direito à Pessoa (o Direito Civil e Constitucional) vigente nas águas territoriais que estes indivíduos frequentam ou habitam.

 

A nova Lei responde ao clamor popular dos protestos que, durante semanas, denunciou como violação do direito à vida e ao bem estar-animal - a construção de um novo parque aquático (com golfinhos e outros mamíferos marinhos no show) no estado de Kerala.

 

O parque de Kerala não era o único: várias outras instalações semelhantes estavam em construção em diferentes partes do país, como Delhi, Mumbai e Kochi. Agora, as obras desses empreendimentos foram canceladas por proibição governamental.

 

A porta-voz da Federação das Organizações Indianas de Protecção aos Animais - Puja Mitra, comentou: «Isso abre um novo discurso da Ética na política da protecção animal na Índia». Mitra é uma das lideranças do movimento indiano para extinguir a prática de cativeiro de golfinhos.

 

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DOS CETÁCEOS

 

A militância civil para o reconhecimento de baleias e golfinhos como indivíduos com autoconsciência e um conjunto de direitos começou a actuar significativamente há três anos, em Helsink - Finlândia, quando cientistas da Biologia e especialistas em Ética elaboraram a Declaração dos Direitos dos Cetáceos. Esses sábios escreveram: Nós afirmamos que todos os cetáceos, como pessoas, têm direito à Vida, à Liberdade e Bem-estar.

 

Entre os signatários da Declaração inclui-se o cientista marinho Lori Marino, que apresentou evidências de que os cetáceos têm cérebros grandes e complexos, especialmente as áreas que participam dos processos de comunicação e cognição (capacidade de conhecer, reconhecer e aprender).

 

O trabalho de Marino mostrou que golfinhos têm um nível de autoconsciência semelhante ao dos seres humanos. Os golfinhos reconhecem seu próprio reflexo, usam ferramentas e entendem conceitos abstractos. Possuem silvos que são assinaturas individuais, permitindo à seus familiares e amigos reconhecê-los, tal como os humanos utilizam os nomes próprios.

 

Mitra explica: Eles compartilham intimidades, mantêm estreitos laços com seus grupos familiares, têm sua própria cultura, suas próprias práticas de caça e mesmo variações na forma como se comunicam.

 

PESSOAS, ARTISTAS... JAMAIS, ESCRAVOS

 

Na Índia, a questão dos Direitos dos Cetáceos chamou a atenção à medida que se multiplicaram os shows com esses animais.

 

A renda per capita cresceu no país, ampliando as oportunidades de um mercado de entretenimento onde este tipo de show aquático atrai multidões.

 

Mitra denuncia: «A maioria das baleias e golfinhos em cativeiro foram "obtidos" através de caça selvagem muito violenta, praticada no Japão, em Taji, no Caribe, nas Ilhas Salomão e Rússia. Os animais são acuados de forma tal que são obrigados a entrar em alguma baía rasa onde jovens fêmeas sem marcas são escolhidas e capturadas. Muitas vezes, o resto do grupo é abatido (assassinado).»

 

Mitra revela que a experiência do cativeiro é equivalente à tortura. Baleias como as orcas, preferidas para os shows e golfinhos, em liberdade, navegam pelos mares emitindo e capturando sons que lhes permitem a exercer a faculdade da ecolocalização. Nos tanques, obrigados a perceber o mundo limitados as reverberações de suas próprias vozes, essa faculdade torna-se uma maldição que provoca intenso sofrimento.

 

Existem numerosos casos registrados de muitos golfinhos que batem insistentemente com a cabeça nas paredes e orcas que desgastaram seus dentes mordendo os limites do tanque (evidentemente, o comportamento de um ser neurotizado e desesperado).

 

Fonte:

https://www.facebook.com/249609058435634/photos/a.289251934471346.73099.249609058435634/655082347888301/?type=1&theater

 

***

Falta o respeito pelas mulheres.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:30

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Segunda-feira, 14 de Abril de 2014

«O amor, abraça, une, fortalece e traz esperança»

 

Um belo texto, que fala do amor universal entre todos os seres vivos.

Apenas quem é um verdadeiro ser humano poderá entender esse amor…

 

 

Por Elvira Maria Schen Lima

 

Sempre ouvi que o AMOR move montanhas... acho que não! Prefiro crer que o amor deixa-as mais verdes, mais bonitas, mais firmes.

 

O amor transforma uma montanha de dificuldades numa montanha de soluções.

 

O amor abraça, une, fortalece e traz esperança.

 

Ouvi uma palavra linda agora há pouco de uma amiga da causa animal (que também abraço com amor!), que me fez pensar que tudo será solucionado no momento certo! Se ainda não está como deve é porque falta mais trabalho, mais empenho, pedir mais, lutar mais, fazer mais!

 

É verdade.

 

Quando as pessoas se mobilizam para ajudar um ser humano que necessita, um animal que padece, uma árvore que adoece, o universo todo conspira para o BEM, e quem ajuda cresce!

 

Sozinha, eu não posso nada!... Mas com os que querem o bem do nosso trabalho, o bem dos animais assistidos e ajudados por nós, com a união das forças, os animais abandonados e os animais judiados no Brasil inteiro, no mundo inteiro, poderão ter uma vida digna, bem melhor...

 

Entram aqui, os que com certeza dirão que milhões de pessoas padecem no mundo todo, e precisam de ajuda... SIM, como pessoas do BEM podemos ajudar os milhões de pessoas através de escolhas decentes, de governantes que façam realmente o trabalho que devem e podem fazer, com a certeza de beneficiar toda a população.

 

Mas são poucos os escolhidos, e, posso dizer que, com o coração na ponta do dedo de Deus, Ele escolheu, quem Ele quer que se dedique aos animais, e colocou no bater do nosso coração, um som de miado, latido, piado, ganido...

 

Ele com certeza escolheu poucos, mas escolheu com amor. Sinto-me grata por ter sido escolhida junto de vocês amigos dos animais, para lutar por eles. Juntos podemos abraçar uma montanha de problemas e torná-los soluções. Somos poucos, mas unidos! E podemos fazer a diferença numa eleição, na sociedade, na vida de pessoas, animais, e principalmente na nossa!

 

Não tenha vergonha de pedir por eles! São vivos e merecem respeito. Você é vivo e foi marcado para fazer a diferença! O dedo de Deus te abençoou e te marcou protector!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:45

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

VAMOS FALAR DE TAUROMAQUIA E DAS MENTIRAS DOS AFICIONADOS AÇORIANOS

 

O Dr. Vasco Reis, Médico Veterinário, conhecedor profundo dos horrores da tauromaquia, porque já a viveu in loco, escreveu um texto onde DIZ TODA A VERDADE sobre a ignominiosa prática de torturar bovinos mansos, herbívoros, ruminantes, seres sencientes, que nos Açores são maltratados previamente, aliás como em todos os lugares onde esta prática abominável se mantém, à custa da ganância e da ignorância de uns poucos, que têm poder monetário e “outro” poder, o que só diz da fraqueza moral dos envolvidos.

 

 

É assim que vivem os bovinos mansos e herbívoros e ruminantes, que são torturados previamente para ficarem “bravos”, na hora de serem torturados por COVARDES, ou quando pressentem a aproximação dos seus predadores.

 

***

Ora o Luís Ferreira decidiu contradizer o que o Dr. Vasco Reis escreveu com toda a legitimidade e com conhecimento empírico.

 

Nada do que possam dizer os aficionados açorianos (ou outros) pode mudar a realidade grosseira da tauromaquia.

 

Ainda assim, para reforçar a VERDADE e destruir a MENTIRA, aqui deixo este comentário do Luís Ferreira, comentado por mim, em letra maiúscula, sublinhada e em bolt.

 

O Dr. Vasco Reis também terá a sua palavra a dizer, se assim o entender.

 

***

 

Luís Ferreira disse sobre O FIASCO DO FÓRUM MUNDIAL DA CULTURA TAUROMÁQUICA NOS AÇORES na Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014 às 17:12:

 

     

«AGRICULTOUROS – TOUROS PLANTAM BIODIVERSIDADE????»

Por Dr. Vasco Reis

 
26 de Janeiro de 2014 às 11:10

- Ou será uma falácia para servir a ânsia de inventar vantagens ambientais da criação de gado bravo que serve para as touradas ***???

A informação objectiva que eu tenho, é que o gado bravo ocupa largas áreas da Ilha Terceira, o que impede que essas áreas sejam percorridas por pessoas/turistas com gosto por passeios na natureza.
(Vasco Reis)

 

O que acabaria com a nossa biodiversidade e colocaria em extinção todas as nossas espécies endémicas, acabando por, em última análise, passar a ser só mais um campo. Também não sei o que significa informação objectiva. A que a mim me foi oferecida foi o Dr. Eduardo Dias na sua intervenção no III Fórum Mundial da Cultura Taurina. (Luís Ferreira)

 

(O QUE É OFERECIDO NOS FÓRUNS TAURINOS NÃO SÃO DADOS CIENTÍFICOS, NEM POUCO MAIS OU MENOS, DAÍ NÃO TEREM NENHUMA RELEVÂNCIA) (Isabel A. Ferreira)

- Por isso, tais potenciais turistas devem procurar outros destinos, que não a Ilha Terceira.  

A presença desses animais representa um perigo para quem inadvertidamente, ou por não conhecer a zona, ande por ali. (Vasco Reis)

 

Parece-me que defende que desaparecessem de lá os touros, o animal que vive melhor na nossa ilha com amplas pastagens e campo. E faríamos o que com os touros… (Luís Ferreira)

 

(COM OS TOUROS NÃO FARIAM NADA, PORQUE NÃO HÁ TOUROS BRAVOS NA NATUREZA. DEIXARIAM OS BOVINOS EM PAZ, NO PASTO, A COMER AS ERVINHAS, PACATAMENTE, E A RUMINÁ-LAS, COMO É DA NATUREZA DELES. NADA DE TORTURA OU LUTAS OU CORDAS.) (Isabel A. Ferreira)


- Já aconteceram ataques por touros. (Vasco Reis)

E por cães e por pessoas e por aí fora. (Luís Ferreira)

 

(ESTAMOS A FALAR DE TOUROS TORTURADOS E NÃO DE CÃES MALTRATADOS E DE PESSOAS  ÉBRIAS. (Isabel A. Ferreira)


- A tourada à portuguesa implica uma enorme tortura para touros e cavalos e é degradante para a sociedade e para o prestígio do país. (Vasco Reis)


Na sua mais modesta opinião. (Luís Ferreira)

 

(NÃO, NÃO É NA MAIS MODESTA OPINIÃO DO DR. VASCO, PORQUE AQUI NÃO HÁ OPINIÃO. AQUI HÁ FACTOS DEMONSTRÁVEIS E REPROVÁVEIS EM TODO O MUNDO CIVILIZADO.) (Isabel A. Ferreira)


- A Sorte de Varas como autorizada em Espanha, não é permitida em Portugal. É uma modalidade de tortura maquiavélica destinada a perfurar e destruir musculatura do pescoço do touro, que deixará de poder levantar a cabeça ao investir contra o toureiro. O animal sangrando, debilitado, torturado por dores fortíssimas, fica impossibilitado para a luta. (Vasco Reis)

Deveria antes de escrever sobre um assunto que não domina informar-se melhor, porque se não é verdade… (Luís Ferreira)

 

(ACONTECE QUE ESTA É VERDADE. ATÉ ESTÁ DOCUMENTADO NA IMPRENSA TAURINA. POR ISSO NÃO PODEM DIZER QUE O DR. VASCO ESTÁ A MENTIR. QUEM MENTE É QUEM NÃO QUER QUE AS VERDADES VENHAM À TONA.) (Isabel A. Ferreira)

- Agora as autoridades estão "generosamente" a autorizar este massacre para agradar aos visitantes do FÓRUM, desrespeitando a lei proibitiva. (Vasco Reis)

Ai foi, não presenciei. (Luís Ferreira)

 

(ESTARIA DE OLHOS FECHADOS, LUÍS FERREIRA?) (Isabel A. Ferreira)

 

- A tourada à corda é propagandeada como atractivo turístico e como evento festivo, muito interessante, popular, emocionante, desopilante, lucrativo, etc.

Na realidade o que ali acontece é grave:

Um grande sofrimento psicossomático para o touro, que arrisca ser ferido gravemente e até a morte;
(Vasco Reis)

 

Engraçado que quando falou no ambiente onde vivem os touros não falou na qualidade de vida que é proporcionada aos mesmos. (Luís Ferreira)

 

(POIS AQUI DEIXO UMA IMAGEM BEM REPRESENTATIVA DO MODO COMO OS BOVINOS, JÁ TORTURADOS PARA SEREM BRAVOS, VIVEM. O QUE VEMOS PODE SER CONSIDERADO “QUALIDADE DE VIDA”?) (Isabel A. Ferreira)


- Elementos do público, mais afoitos, mais exibicionistas, mais alcoolizados, mais estúpidos, menos ágeis, arriscam-se a sofrer acidentes mais ou menos graves e até mortais por quedas, colhidas pelo touro, síncopes, etc.. (Vasco Reis)

 

É verdade quem anda à chuva molha-se. ( Luís Ferreira)

 

(POIS, E ISTO É ALGO MUITO CULTURAL, MUITO EDUCATIVO, MUITO DIGNO DE GENTE CIVILIZADA, NÃO SERÁ? É ASSIM COMO IR À ÓPERA, OU AO TEATRO, OU A UM BAILADO, OU AO CINEMA, OU A UMA EXPOSIÇÃO DE ARTE PLÁSTICA, NÃO É LUÍS FERREIRA? (Isabel A. Ferreira)

- Despesas várias, desde organizativas (policiamento, bombeiros, ambulância, pessoal médico e enfermeiro, médico veterinário. Etc.) até outras, mais do que prováveis, em consequência de acidentes, tais como, de exames clínicos, hospitalização, cirurgia, morgue, autópsia, funeral, tudo à custa de dinheiros públicos alimentados pelos impostos dos contribuintes; (Vasco Reis)

 

Quem paga as despesas organizativas é a organização, nomeadamente e maioritariamente os Impérios do Divino Espirito Santo, que não recebem verba nenhuma de nós contribuintes. (Luís Ferreira)

 

(NÃO RECEBE VERBAS DOS CONTRIBUINTES? NÃO RECEBE POUCAS. QUEREM ENGANAR QUEM? ALÉM DISSO AINDA METEM O DIVINO ESPÍRITO SANTO NESTE ACTO IGNÓBIL? MAL VAI A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, QUE DÁ MAU EXEMPLO, UM EXEMPLO CONTRÁRIO A TODOS OS ENSINAMENTOS DE JESUS CRISTO). (Isabel A. Ferreira)


- Daí resulta uma reputação lastimável para a cultura, para a ética das gentes, das autoridades, da Ilha, da Região. (Vasco Reis)

 

Mais uma vez retrata a sua opinião e só sua. (Luís Ferreira)

 

(NÃO É A OPINIÃO DO DR. VASCO. REPITO. É UM FACTO DEMONSTRÁVEL E REPROVÁVEL EM TODO O MUNDO CIVILIZADO. SÓ OS AFICIONADOS AÇORIANOS NÃO VÊEM A REALIDADE QUE EXISTE FORA DA CERCA ONDE MALTRATAM OS BOVINOS). (Isabel A. Ferrreira)

- O interesse pelo turismo na Terceira fica muito abalado. (Vasco Reis)

 

Diz você. (Luís Ferreira)

 

(NÃO, NÃO É APENAS O DR. VASCO REIS QUE O DIZ. É (REPITO) TODO O MUNDO CIVILIZADO, TURISTAS CULTOS QUE REJEITAM VIAJAR PARA OS AÇORES, DEVIDO A ESTA NÓDOA NEGRA QUE EMPESTA OS AÇORES. ISTO É UM FACTO VERDADEIRO)

 

- É enorme a vergonha que recai sobre a Ilha Terceira e os Açores, por tanta exploração, por tanta tortura, por tanta mentira! (Vasco Reis)

Esta parte da mentira cabe-lhe que nem uma luva, o sr. Dr. médico veterinário está mal informado e ao publicar o que publicou mentiu, sim mentiu por diversas vezes, tem direito à sua opinião, mas terá de deixar de mentir. (Luís Ferreira)

 

POIS COMO VIU, LUÍS FERREIRA, O DR. VASCO REIS NÃO MENTIU. DISSE A VERDADE, PORQUE A CONHECE COMO NINGUÉM. VÓS É QUE SOIS UNS MENTIROSOS COMPULSIVOS, PORQUE A CEGUEIRA MENTAL NÃO VOS DEIXA VER A REALIDADE. E A REALIDADE É SÓ UMA:

 

A TAUROMAQUIA MORREU. (Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

A ESTOCADA FINAL NA TOURADA, MUITO BREVEMENTE...

 

Estocada repetindo o sofrimento de touros e cavalos, a angústia de pessoas conscientes, o atentado à educação e à paz na sociedade, o desperdício cruel de dinheiros públicos, o desprestígio do país... (Dr. Vasco Reis – Médico Veterinário)

 

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=486199924803726&set=a.349975685092818.83194.100002411675648&type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

«Filosofia Moral - Touradas são comparadas ao racismo, nazismo e sexismo»

 

 

 

Óscar Horta, Professor de Filosofia e Moral da Universidade de Santiago de Compostela e activista dos Direitos dos Animais,  comparou as touradas ao sexismo, ao racismo e ao nazismo, uma vez que infligem “abusos e discriminação” a um terceiro: o Touro, de acordo com o jornal espanhol ABC.

 

Num debate na Servimedia TV, no qual o escritor Fernando Savater também participou, Óscar Horta considerou que as touradas são “um espectáculo no qual o que se faz é torturar alguém até à morte para o desfrute alheio, uma prática injustificável e injusta onde absolutamente nenhum dos aficionados por esta actividade aceitaria colocar-se no lugar de quem está a ser torturado, neste caso o animal. Se a entrada para uma tourada não fosse apenas algum dinheiro, mas depois ter de sofrer a morte, ninguém o aceitaria” acrescentou.

 

Neste sentido, o Professor comparou as touradas ao racismo, ao sexismo e ao nazismo. “Pouco a pouco, ao longo dos séculos, lutámos para que as injustiças fossem erradicadas. Os animais sofrem abusos e, tal como no nazismo ou no sexismo, sofrem discriminação simplesmente porque pertencem a uma espécie diferente da nossa”.

 

Termo análogo ao racismo e sexismo é o especismo, que é muito simples, explicou. Para Óscar Horta, os Touros sofrem na arena porque têm uma fisiologia igual à do ser humano “não há razões para pensar que a dor deles é diferente da nossa. Quando alguém sofre uma dor aguda, muito significativa, ou uma dor crónica devido a uma doença, essa dor pode ser tão negativa e causar tanto sofrimento, que chega a ser maior que o sofrimento físico. Portanto, não podemos continuar afirmando que os animais, ainda que sofram, sofrem menos do que nós”.

 

Óscar Horta garantiu ainda que as touradas atraem uma minoria da sociedade e que pesquisas apontam que 80 % das pessoas não tem interesse algum por elas. “Apelo a todas as pessoas que já estão conscientes do horror e do abuso das touradas, para que façam uma conexão. Vivemos numa sociedade na qual, desde que somos crianças, nos ensinam que os animais existem para serem utilizados para nosso benefício, e que não lhes devemos nenhum respeito. Ensinam-nos a utilizá-los e a alimentarmo-nos deles, mesmo que seja possível nos alimentarmos sem eles, como já fazem milhões de pessoas em todo o mundo”.

 

Por último, o Professor referiu que as touradas “fazem parte da cultura espanhola, e que o sexismo está plenamente encrustado na nessa cultura. Vivemos numa sociedade sexista, o que não implica que essa sociedade seja intocável, temos de deixar para trás o que nela está errado. Com as agressões aos animais dá-se o mesmo. Uma cultura que consiste em maltratar e privar da vida seres inocentes, não pode permanecer no tempo» concluiu, Óscar Horta.

 

Fonte:

http://www.anda.jor.br/20/05/2013/touradas-sao-comparadas-ao-racismo-nazismo-e-sexismo

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:15

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Segunda-feira, 4 de Março de 2013

AFICIONADOS, NÃO ENGULAM AS PARVOÍCES QUE OS GANADEIROS VOS DIZEM, ELES SÃO AS PESSOAS MAIS IGNORANTES DO MUNDO IMUNDO DA TAUROMAQUIA, A SEGUIR AOS GOVERNANTES QUE OS APOIAM, OBVIAMENTE…

 

 

Aprendam alguma coisa. Saiam dessa ignorância que vos aprisiona a um passado medieval e rasca...

  

O Fadjen é um touro bravo que foi salvo de um ganadeiro espanhol, por  Christophe Thomas, um activista francês, defensor dos direitos dos animais. 

 

Foi um modo que o activista encontrou para provar que os touros bravos (ou touros de lide como os aficionados das touradas lhes chamam), não são agressivos por natureza.

Se os deixarem crescer naturalmente e em paz, nunca serão inimigos do Homem, e caso sejam criados com amor, desenvolvem afectos e comportam-se como qualquer animal de estimação.

Existem inúmeros vídeos no youtube sobre o Fadjen desde pequeno até agora que já fez três anos.

Christophe criou-o numa quinta, e tratou dele, desde escová-lo a passeá-lo pelas ruas, levá-lo ao café como um qualquer animal de estimação... Manso e tranquilo...

 

Pesquisem por "Fadjen" e APRENDAM...

 

 

 

Tal como os Seres Humanos:

 

Eles gostam de ser livres

 

Eles gostam de brincar

 

Eles precisam de comer

 

Eles precisam de beber

 

Eles são sensíveis à dor

 

Eles gostam de carinhos

 

Eles são carinhosos

 

Eles são inteligentes

 

Eles têm dignidade

 

Eles têm uma vida

 

Eles gostam de viver

 

Eles têm direito à vida deles

 

Eles são amorosos com os outros seres vivos

 

Eles também ficam doentes

 

Eles têm coração

 

Eles têm uma alma

 

Eles não gostam de CARRASCOS

 

A vida deles é muito mais preciosa do que a dos animais homens predadores...

 

***

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:59

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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

Tauromaquia: a opinião de um verdadeiro Médico-Veterinário (porque os há a fingir)

 

 

Pessoas conscientes, cultas, compassivas, solidárias, abominam e rejeitam a tauromaquia, actividade cruel que vitima Touros e Cavalos, indigna pessoas, deseduca a juventude, embota a sensibilidade, envergonha os portugueses, desprestigia o País e repele turistas. (Dr. Vasco Reis - Médico-Veterinário)

 

(Faço minhas as suas palavras Dr. Vasco Reis)

 

***

 

Arsénio Pires, deixou um comentário ao post Tauromaquia - a opinião de um verdadeiro Médico-Veterinário ( porque os há afingir) às 16:55, 2013-02-22.

Comentário:

Quem pode ficar insensível perante tal atrocidade? Perante tal realidade de SOFRIMENTO espelhado nesta imagem, quem poderá dizer que GOSTA de touradas?

Quem poderá defender tal coisa apelidada de TRADIÇÃO a preservar?

Quem poderá dizer: "Quem não gosta não vá às touradas?"

Quem não gosta mesmo NADA das touradas é o touro e o cavalo sabem, tauricidas e aficionadas deste sádico espectáculo?!

SABEM? (Claro que não sabem. O psicopata não é capaz de ter sentimentos de compaixão pela dor dos outros!).

O vosso fim está próximo. Nesse dia apetecia-me NÃO ter compaixão por todos vós! Mas não! Ficarei imensamente triste por contemplar semelhantes meus incapazes de se arrependerem e de, assim, serem HOMENS dignos do apelido RACIONAIS. Talvez chore!

 

***

É exactamente isto Arsénio.

É triste ver gente que poderia ser racional,  e não passa de gente predadora mal-amada.

Talvez chore também. 

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:03

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