Terça-feira, 20 de Março de 2018

AS ORIGENS DA LÍNGUA PORTUGUESA NÃO NOS CONDUZEM AO BRASIL

 

Atentem nesta imagem: nada do que se vê nesta árvore genealógica das Línguas Cultas do Mundo, nos conduz à América do Sul.

 

LÍNGUASillustrated-linguistic-tree-languages-minn

 Vejam o mapa em alta definição neste link:

https://static.boredpanda.com/blog/wp-content/uploads/2017/09/illustrated-linguistic-tree-languages-minna-sundberg-high-res.jpg

 

Impor-nos uma madrasta mutilada, quando temos a Mãe ainda viva e íntegra é uma violação dos direitos humanos dos Portugueses.

 

O actual governo português liderado pelo Partido Socialista, acolitado pelo BE, pelo PSD, e pelo CDS/PP, e aliado a um presidente da República que sobrevaloriza as exibições públicas, que apenas servem o seu próprio ego e não o País, estão a violar a Constituição da República Portuguesa, no que diz respeito à defesa da nossa Identidade, do nosso Património Linguístico, e dos superiores interesses de Portugal.

 

Porventura, os constitucionalistas não estarão a ser cúmplices desta violação, porquanto não os vemos a tomar medidas, no sentido de processar o Estado Português por esta transgressão grave à soberania portuguesa? Eu assinarei a queixa, mas não percebo nada de termos jurídicos.

 

Porque, meus amigos (não há necessidade de dizer e amigas, segundo a moda idiota que por aí corre), não tenhamos a mínima dúvida de que, ao implantar-se em Portugal o acordo ortográfico de 1990, que descaradamente favorece o dialecto brasileiro, em detrimento da Língua Portuguesa, Portugal perderá o símbolo maior que o distingue dos demais países do mundo.

 

E se eu estiver errada, corrijam-me, por favor.

 

Não é o cozido à portuguesa, ou as tripas à moda do Porto, ou a chanfana que nos diferencia dos restantes países. Não é.

 

Porém, quando vamos a um qualquer país estrangeiro e dizemos que somos portugueses, ninguém nos diz que não sabe falar Francês, ou outra qualquer língua. O que nos dizem? Dizem que não sabem falar Português. É ou não é? A não ser que seja alguém muito inculto.

 

Para quem estiver interessado em informar-se melhor sobre a genealogia das Línguas da família indo-europeia, consultem este link:

https://positivr.fr/arbre-genealogique-langues-monde-minna-sundberg/

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:45

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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

MATP CONTESTA TOURADAS À CORDA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE PORTUGAL

 

A proposta partiu de Lara Martinho, deputada do Partido Socialista, oriunda da ilha Terceira (só podia ser!), eleita pelos Açores, para a Assembleia da República Portuguesa, talvez com este único intuito...

 

Que vergonha! Que disparate! Que falta de lucidez, senhora deputada!

 

Isto é inacreditável, vindo de uma “socialista”!!!! Isto só acontece num país com uma “costela” terceiro-mundista!

 

TOURADAS.png

Como se este “divertimento”, do mais boçal que se possa imaginar, pudesse alguma vez ser elevado a património de alguma coisa! Só se fosse «Património Imaterial da Estupidez»! Basta olhar para a imagem e ver o nível “coltural” desta prática troglodita!!! Isto é mesmo de quem nunca saiu da toca, e desconhece os divertimentos cultos, civilizados e dignos de uma Humanidade evoluída.

 

O Movimento pela Abolição da Tauromaquia de Portugal (MATP) contesta a proposta da deputada Lara Martinho, do PS, eleita pelos Açores, para a Assembleia da República, que pretende incluir as “touradas à corda”, na lista de Património Cultural Imaterial.

 

No Comunicado emitido pelo MATP, pode ler-se: «Como se não houvesse mais nada de verdadeiramente útil para fazer em defesa da sua terra, os Açores, a deputada do Partido Socialista, Lara Martinho, da Ilha Terceira, propôs, na Assembleia da República, que a tourada à corda seja classificada como Património Cultural Imaterial de Portugal (…) Se esta pretensão já é má, péssima é a opinião do ministro que devia ser da Cultura, e que admitiu que tal seja possível».

 

Um ministro da Incultura Socialista, está-se a ver! Mas haverá alguém no seu juízo perfeito, que lhe passe pela cabeça, fazer desta prática, completamente imbecil, que anualmente causa, em média, mais de 300 feridos e por vezes mortos, património de alguma coisa?

 

Entretanto, na Internet, está a circular uma Petição Pública, que conta com cerca de três mil assinaturas, contra as touradas à corda. O MATP já se pronunciou negativamente sobre a referida proposta e é uma das organizações subscritoras da Petição que, entre outros assuntos, denuncia as intenções de se colocar esta prática medievalesca na lista do Património Cultural Imaterial!!! Para o MATP, as touradas, com corda ou sem corda, devem ser colocadas no seu devido lugar, ou seja, no caixote do lixo da História.

 

Só em entre Maio e Outubro de 2017, teve lugar, na ilha Terceira, um total de 215 touradas à corda. E isto, só por si, diz do monumental atraso civilizacional em que vive o povo terceirense, que se recusa a evoluir, numa ilha (a Terceira) que é a vergonha, a nódoa negra do Arquipélago dos Açores.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia: Diário Insular, 16 de Janeiro de 2018.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017

AUTÁRQUICAS 2017

 

A Democracia só funciona em pleno, num país em que o povo é maioritariamente instruído, esclarecido e imbuído de espírito crítico.

Não sendo assim, a democracia será uma democracia manca.

E obviamente que é essa democracia manca que predomina em Portugal.

 

PAN4.png

 

Os órgãos de comunicação social mais visíveis (as televisões) atulharam-nos com os resultados de Lisboa (cujo candidato PS perdeu a maioria); do Porto (cujo candidato independente ganhou a maioria); de Oeiras (a maior demonstração da falta de espírito crítico do povo); e Coimbra (cujo candidato PS ganhou sem maioria).

 

Depois era só falar da vitória do PS, com os melhores resultados de sempre; da derrota do PSD, a nível nacional; no bom resultado do CSD/PP em Lisboa; da perda de mandatos da CDU para o PS; do Bloco de Esquerda que consegue um deputado para a CM de Lisboa e mais alguns, por aí… mas não consegue a Câmara de Salvaterra de Magos, e ainda bem, pois assim temos menos uma aficionada de touradas (sem que o BE, que se diz anti-tourada, se importasse com isso) no poder; dos independentes que se destacaram nestas eleições; e do PAN? Ninguém dizia nada. Era como se não existisse.

 

No entanto, pela primeira vez, o PAN quintuplicou os seus resultados, conseguindo 26 deputados municipais e uma freguesia, tendo chegado a ficar acima do CDS/PP em vários concelhos, mas para sabermos disto, tivemos de andar a procurar informação.

 

E isto é muito significativo. Significa que a mosca continua a incomodar o elefante. E o elefante não gosta. E como não gosta passa a palavra: é proibido falar no PAN ::: Pessoas-Animais-Natureza nas televisões. E as televisões obedecem... servilmente...

 

Bem… safou-se Cascais, que rejeitou a aficionada de touradas do Partido Socialista, Gabriela Canavilhas;

 

Safou-se a Golegã, do candidato PSD, grosseirão e também aficionado assumido da selvajaria tauromáquica;

 

Em Viana do Castelo um candidato tauricida levou um grande banho de água gelada;

 

Em Ponte de Lima foi mais do mesmo, nem eram necessárias eleições, CDS/PP levou a melhor, mas não haverá mal que sempre dure…

 

Nos restantes municípios, onde o atraso civilizacional é evidente, onde ainda existe a ultrapassada prática medievalesca da diversão assente no sofrimento animal, a saber: Lisboa, Albufeira, Moita, Seixal, Vila Franca de Xira, Póvoa de Varzim, Montijo, Leiria, enfim, nestes lugares obscurantistas o PAN será a mosca que incomodará os elefantes.

 

A abstenção foi enorme, 45,5%; os votos nulos, 1,9%, e os brancos 2,6, e isto tudo somado dá 50%.

 

Assim sendo, metade dos eleitores portugueses não disse de sua justiça. Azar o deles. Agora não têm autoridade nenhuma para protestarem sobre o rumo que o país vai levar, se esse rumo não lhes agradar. Terão de aceitar servilmente o que lhes impingirem.

 

Sei que as leis estão feitas assim. Mas fazendo bem as contas, somando e tirando percentagens dos 50% que votaram, é tudo tão insignificante…!

 

Resumindo: num país em que o povo é maioritariamente desinstruído (temos a mais alta taxa de analfabetismo da União Europeia), é desiluminado e não tem o mínimo espírito crítico, para saber distinguir o trigo do joio, e não acreditar nos mentirosos, ainda não é desta que o nosso país dará um passo em direcção à evolução.

 

Continuará mais ou menos tudo na mesma, com tendência para piorar, uma vez que PS, PSD, CDS/PP  e CDU tirando um ou outro detalhe, tocam sambinhas de uma nota só. 

 

Contudo, espero com muita fé e esperança que eu esteja redondamente enganada.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:23

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2016

Quando os aficionados nascem com o cérebro descido...

 

Aqui há dias, foi a Maria Alzira Seixo, professora catedrática na Universidade de Lisboa, a descer o nível, numa publicação que lhe valeu monumentais críticas. Mas Maria cresceu na Moita e estudou o básico na Moita. Não conseguiu evoluir, até porque a Universidade não propicia evolução, se não nascemos dotados para evoluir.

 

Agora, é um professor da Universidade Nova de Lisboa, que nasceu e cresceu em Angra do Heroísmo (não ficará tudo dito?), e já foi deputado pelo Partido Socialista e Secretário da Educação dos Açores, que desliza na lama.

PASMEM!

 

PROF.png

 

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154424936599727&set=p.10154424936599727&type=3&theater

 

Reparem no comentário. Foi dirigido a uma amiga minha. Mas a mim também estão constantemente a dirigir estes “mimos”.

 

Que baixaria!

Que ordinarice!

 

Ao que parece, os aficionados de tauromaquia nascem com o cérebro descido, entre as pernas, daí, tudo o que “pensam” é a este nível.

 

São estes os argumentos que usam para nos atacarem e exorcizarem a invirilidade de que sofrem. Tudo isto a Psicologia, a Psiquiatria e a Psicanálise tem  muito bem estudado.

 

Precisam ATACAR um inofensivo e indefeso animal para se sentirem “machos”.

 

E como se isso não bastasse, atacam as senhoras deste modo abjecto, como se não tivessem sido paridos por uma senhora também. E estou a ser delicada com as progenitoras destes "machos" (reparem que eui não lhes chamei HOMENS).

 

E não há ensino superior que lhes valha.

 

Aliás, a tauromaquia é uma doença incurável, do foro psiquiátrico, que ataca indiscriminadamente ricos e pobres, letrados e analfabetos, governantes e governados, deputados de partidos da direita e da esquerda, toldando-lhes, por completo, a capacidade de raciocinar.

 

E então quando nascem com o cérebro descido…!!!!!

É o que se vê!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Sábado, 25 de Junho de 2016

TORTURADOR E MATADOR DE TOUROS HOMENAGEADO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

David Ribeiro Telles, um dos que sempre viveram à custa dos dinheiros públicos, criando Touros para os torturar e matar e, deste modo troglodita, divertir os sádicos que rastejam por aí… morreu.

 

PARLAMENTO.jpg

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/06/25/com-esta-mafia-parlamentar-nao-vamos-a-lado-nenhum/

 

Vai daí os aficionados deputados da Nação que integram o CDS/PP e PSD, sem pudor algum, como é habitual, propuseram um minuto de silêncio para “homenagear” um indivíduo que, em vida, se dedicou à morte cruel de seres sencientes.

 

E isto, para os deputados daqueles dois partidos, é o supra-sumo da dignidade humana e do contributo positivo que o “homenageado” deu para a sociedade, merecendo, no seio de um órgão do Governo, que devia pugnar pela decência, um minuto de silêncio, deitando por terra todos os outros minutos de silêncio que já ali foram guardados para homenagear seres humanos que viveram a vida dedicando-se a nobres causas.

 

E também, como é habitual, porque em matéria de selvajaria tauromáquica o parlamento Português está bem servido, os deputados que ali estão para defender a barbárie, e não os verdadeiros interesses de Portugal e dos Portugueses, associaram-se à glorificação de um algoz, exceptuando os deputados do Bloco de Esquerda, do PAN e apenas três deputados do Partido Socialista: Pedro Bacelar de Vasconcelos, Inês Lamego e António Cardoso. O que significa que a esmagadora maioria dos socialistas verga-se à ignomínia.

 

Mas é bom que os deputados da Nação, os governantes, os políticos e todos os que contribuem para denegrir a essência humana, saibam que a Vida encarregar-se-á de fazer a devida triagem: uns, serão perpetuados em pedestais; mas os outros irão directos para o Caixote de Lixo da História. Aliás, já lá estão.

 

Que tipo de governantes são estes?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:19

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016

JE SUIS (TAMBÉM) "PATETA"

 

... PORQUE MAIS VALE SER "PATETA" DO QUE TROGLODITA

 

João Paulo Pedrosa ex-deputado e actual militante do Partido Socialista teve a infelicidade de dizer que o deputado do PAN é «um perfeito "pateta"».

 

Mas todos nós sabemos que mais vale ser pateta do que troglodita.

 

André Silva ousou trazer um discurso novo à Assembleia da República, que vive no tempo da maria cachucha. Já foi ignorado. Já se riram dele. Agora atacam-no. Mas no fim ele vencerá (como aconteceu com Gandhi), porque a RAZÃO jamais deixou de vencer.

 

Força, André Silva!

 

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João Paulo Pedrosa apelou aos socialistas para que não apoiassem a proibição de menores de 18 anos de participarem nas actividades tauromáquicas selváticas. E uma boa parte dos socialistas da direita, seguiu estas instruções desinstruídas.

 

Diz o socialista que de início até simpatizou com a causa, ou seja, a de proteger e valorizar os animais de companhia, porque é bem sabido que a lei portuguesa não reconhece os animais que não são de companhia, como animais. Serão pedaços de gelatina: mexem-se, mas não sofrem.

 

JOÃO PAULO.jpg

 

João Paulo Pedrosa, do alto da sua extrema indiferença pelo sofrimento animal, teve a lata de dizer que André Silva «já fez mais pela insensibilidade colectiva sobre os direitos dos animais do que décadas de ignorância lusa», como se a ignorância lusa não esteja concentrada na Assembleia da República, traduzida nos votos de um povo que ainda não evoluiu, e por isso, sugeriu aos socialistas que lhe «dessem uma lição e o mandassem pôr a viola no saco», como se o André Silva seja Homem de pôr a viola no saco, quando tão bem a sabe tocar.

 

Os 64 socialistas de direita, que votaram contra o projecto do PAN, são o exemplo acabado da falta de cultura culta que grassa num órgão do Poder, que deveria pugnar pelo mais básico direito humano, que é o direito à sanidade mental, e faz precisamente o contrário. Mas dadas as circunstâncias, será que a mais são obrigados? É que assim como o pior cego é aquele que não quer ver, o pior ignorante é aquele que opta pela ignorância.

 

E como se tratava de beneficiar a saúde mental das crianças portuguesas, a proposta do PAN foi apresentada no Dia Mundial da Criança, esperando-se que os deputados da Nação, no mínimo, tivessem consideração pelas crianças (já não digo pelo deputado do PAN, que é a mosca que os incomoda) e celebrassem esse dia, livrando-as da insanidade mental que grassa entre os que defendem a selvajaria tauromáquica.

 

Enganámo-nos todos.

 

Ficámos a saber que o PCP e metade do PS (porque o CDS/PP e o PSD já conhecemos de ginjeira) são partidos que defendem políticas da direita e actividades cruéis e violentas que as crianças, adolescentes e jovens portugueses podem praticar à margem de todo e qualquer bom senso.

 

Resumindo: Portugal continuará na senda do obscurantismo, até que todos os "PATETAS" portugueses o libertem dos trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:37

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2016

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS: UMA LEITURA À MARGEM DO “POLITICAMENTE CORRECTO”

 

MARCELO.jpg

 

Ouviu-se demasiadas vezes, esta pergunta: «O que falhou nas candidaturas dos restantes nove candidatos?»

 

Mas a pergunta a fazer não era essa. A pergunta a fazer devia ter sido a seguinte:

 

O que funcionou para que Marcelo Rebelo de Sousa ganhasse as eleições?

 

- Funcionou os vários anos em que ele, como comentador político nas televisões portuguesas, fez campanha eleitoral, em horário nobre, já com o fito nesta candidatura, mostrando-se ao país, semanalmente, e tornando-se, desse modo, mais conhecido do que os tremoços.

 

- Funcionou o apoio que a comunicação social orquestradamente deu a um candidato que partiu para estas eleições com mais vantagem do que todos os outros, no que respeita ao conhecimento que o povo já tinha das suas ideias acerca da política e da governação, oferecendo-lhe, de mão-beijada, a primazia sobre os demais candidatos.

 

- Funcionou a falta de estratégia do Partido Socialista, que se mostrou desnorteado, facto que foi aproveitado, e muito bem, pela coligação PSD/CDS que desde logo e sem papas na língua, sugeriu ao seu eleitorado que votasse Marcelo.

 

- Funcionou a já enraizada falta de sentido crítico dos portugueses, e o facto de serem maria-vai-com-as-outras o que lhes dá apenas a visão de cores partidárias e não de competências.

 

- Funcionou a circunstância de não haver, nesta corrida a Belém, nenhum candidato realmente forte, com peso na política, e com a popularidade que anos de exposição pública dão a qualquer cidadão.

 

- Funcionou a táctica de enredar o povo na ilusão de um presidente que andará no meio dele (do povo) a tomar copos nas tascas, a engraxar sapatos na via pública, a viajar de comboio ou mesmo a visitar doentinhos nos hospitais, ou velhinhos nos lares, aos abraços e aos beijos, como se fossem amigos do peito.

 

O que falhou nas candidaturas dos restantes nove candidatos?

 

Não falhou nada. Foram candidatos iguais a si próprios. Disseram de sua justiça, mas partiram para estas eleições com uma grande desvantagem em relação ao vencedor: nenhum deles teve a oportunidade de fazer campanha eleitoral, em horário nobre, durante anos a fio.

 

Entretanto, dizem por aí que a escolha do povo é soberana.

 

De que povo se fala?

 

Dos nove milhões e tal de eleitores inscritos nestas eleições, apenas cerca de 2 milhões e 400 votaram Marcelo. A escolha soberana foi apenas de cerca de dois milhões, entre nove milhões. A escolha soberana foi de uma migalha de povo.

 

Milhares estão-se nas tintas para a política pouco transparente que parece ter criado raízes em Portugal, e para políticos que se vergam aos interesses dos vários lobbies económicos instalados na AR, os que verdadeiramente “governam” o país.

 

Logo, Marcelo não é o presidente de TODOS os Portugueses. Nem pouco mais ou menos. Simplesmente ganhou umas eleições, cujo sistema deve ser revisto, pois é tudo menos democrático.

 

Os dois milhões e tal de portugueses elegeram um presidente aficionado de selvajaria tauromáquica e vendilhão da Língua Portuguesa.

 

Marcelo é inteligente? É. Mas Bin Laden também era um sujeito com uma inteligência acima do normal.

 

No final do seu discurso de presidente eleito, Marcelo diz que é hora de refazer Portugal e honrar a memória.

 

Pois se é hora de refazer Portugal e honrar a memória, é hora de colocar Portugal no caminho da evolução, da civilização, da cultura culta, abolindo do território português a selvajaria tauromáquica que envergonha até as pedras da calçada à portuguesa, e de devolver ao País a sua Língua Materna, europeia e culta.

 

É que a propósito das outras matérias já sabemos nós o que fará Marcelo.

 

E uma coisa é certa, Marcelo Rebelo de Sousa só será meu presidente quando tiver a hombridade de, como representante máximo de Portugal, pugnar pela abolição da barbárie e pela preservação da Identidade Nacional, devolvendo aos Portugueses a Língua Portuguesa.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

EM JEITO DE CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO ANTÓNIO COSTA

 

Senhor Primeiro-Ministro, acabar com a selvajaria tauromáquica em Portugal é um acto de civilidade que os Portugueses esperam de um Partido Socialista progressista.

Para retrógrados já bastaram os outros, não é verdade?

Não foi para continuar com uma política da direita que o Governo virou à esquerda

Derrubar um muro velho de 40 anos, eu diria um muro tão velho quanto a República Portuguesa, é a meta… Então há que meter mãos à obra…

 

DEBATE.jpg

Origem da imagem (onde também se lê em Bom Português) http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/costa_nao_quisemos_abrir_uma_nova_trincheira_de_confrontacao.htm

 

No primeiro debate na Assembleia da República sobre o programa do Governo, André Silva, deputado do PAN apelou à "revisão do plano nacional das barragens" e fez outro pedido que é uma das bandeiras do PAN: a proibição de espectáculos com animais e das actividades tauromáquicas, ao solicitar através da atribuição de competências aos municípios.

 

Em resposta ao deputado do PAN, o Senhor Primeiro-Ministro, defendeu que em relação às touradas, a "melhor forma não é estipular uma regra nacional e sim a aposta na democracia local, através da atribuição competências aos municípios, abrindo-se a porta para que os cidadãos dos municípios possam decidir, por exemplo, por via de um referendo local».

 

O senhor Dr. António Costa entendeu que devem ser os municípios a decidir, autonomamente, pelo fim das touradas ou de outros espectáculos que envolvam animais, discordando da fixação de uma regra nacional para este assunto.

 

«Só assim respondemos ao que devemos salvaguardar: por um lado a preservação e o reforço do bem-estar animal e, por outro lado, conter e respeitar as tradições nos espaços onde têm uma densidade que justifica que, democraticamente, esses municípios entendam que as devem prosseguir» concluiu.

 

Tradições”, Senhor Primeiro-Ministro?

 

A selvajaria tauromáquica é um costume bárbaro, não é uma tradição, e já devia estar abolido há muito, pois o tempo das trevas e da ignorância já há muito que ficou para trás.

 

Hoje, todos nós sabemos que um Touro é um animal mamífero, um bovino, um ser senciente, não é feito de pau e sumo de tomate, como se pensava e os aficionados ainda pensam em 2015 d. C., e sofre tanto ou mais do que o Senhor Primeiro-Ministro sofreria se lhe espetassem bandarilhas nas costas.

 

É que se lhe fizerem isso, será levado imediatamente para uma clínica privada, onde será tratado com tudo e mais alguma coisa.

 

Os Touros, não. Os Touros são torturados na arena, deixam-nos moribundos, a sofrer atrozmente, retalhados por dentro e por fora, a sangrar através dos rasgões que lhes abrem na carne, e assim ficam, a agonizar lentamente, um ou mais dias (porque a lei não é cumprida).

 

E a isto chama-se CRUELDADE.

E a isto também se chama OBSCURANTISMO.

 

E o Partido Socialista português, um partido progressista, não quererá passar por ser um partido retrógrado, igual aos da coligação, cujo governo tão habilmente conseguiu derrubar.

 

Faça a diferença.Por favor.

 

Se conseguiu derrubar um Governo em quem, bem ou mal, o povo votou (porque isto de um povo que não sabe distinguir cores partidárias de competências governativas tem muito que se lhe diga) conseguirá, com certeza, derrubar também habilmente este muro da vergonha que é a tortura de seres vivos, para divertir um povinho que ainda não evoluiu e acredita nos tais Touros e Cavalos feitos de pau e sumo de tomate.

 

Francamente, isto não é coisa de socialistas progressistas.

 

Tenho a certeza de que Vossa Excelência irá ter em conta todas estas considerações e ficará para a História, não como um carrasco, mas como aquele que aboliu a selvajaria tauromáquica em Portugal. O timoneiro de uma evolução que se aguarda há muito.

 

Quanta honra, Senhor Primeiro-Ministro António Costa.

Quanta Honra!

 

E já agora…

… aproveito a oportunidade, para solicitar a revogação do Acordo Ortográfico de 1990, que está a transformar a Língua Portuguesa numa treta… sem eira nem beira…

 

(Afinal, a selvajariua tauromáquica e o AO/1990 são as minhas duas grandes “guerras” aCtualmente).

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:58

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2015

UMA PERGUNTA E UM RECADO PARA O PARTIDO SOCIALISTA

 

 

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De um amigo, recebi, hoje, a seguinte mensagem:

 

«Ontem, 4ª feira, no "Frente a Frente" da SIC Notícias (Jornal da Noite - às 21h30), a "deputada da Cultura" Gabriela Canavilhas, apresentou uma novidade: o PS vai entregar no Parlamento uma proposta (que é da autoria da ex-ministra da Cultura) para possibilitar aos contribuintes fazerem a doação de uma percentagem do IRS (0,5%) para a Cultura, não tendo adiantado pormenores».

 

Ora tendo em conta que Gabriela Canavilhas, apesar de todos os seus “pergaminhos”, é aficionada da selvajaria tauromáquica, e que o secretário-geral do PS e candidato a primeiro-ministro de Portugal, António Costa, também é um aficionado de touradas, é necessário saber de que CULTURA se trata, uma vez que estes dois socialistas colocam a tauromaquia no mesmo patamar da Cultura Culta, ou seja, coloca essa selvajaria ao nível das Artes Plásticas, da Música, do Cinema, da Literatura, da Poesia, da Arquitectura e do Bailado, não tendo capacidade de discernir entre uma coisa e outra.

 

Além de que cerca de 40 municípios portugueses, entre os 308 que existem em Portugal, portanto, uma minoria de localidades onde a evolução ficou à porta, CULTIVAM com os nossos impostos, e sem nos pedirem licença, a tal “cultura selvática” entre outras pimbalhadas.

 

Se por um acaso, no futuro, esta ideia de doar 0,5% do IRS para a “cultura” for aprovada, é necessário que a deputada Gabriela Canavilhas e o Partido Socialista fiquem cientes de que terão de colocar em cima da mesa das “negociações” a ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA, e isto antes de apresentarem o referido projecto, pois não vá o diabo tecê-las, e de boas intenções está o inferno cheio.

 

Portanto, aqui deixo a pergunta:

 

De que “cultura” está a deputada socialista Gabriela Canavilhas a falar?

 

E também o recado:

 

O Partido Socialista se não muda o rumo da política de direita que tem vindo a pôr em prática, apoiando, entre outras coisas antigas, “diversões” marialvistas, oriundas de tempos remotos, onde imperava a crassa ignorância, e se não segue os padrões da modernidade e da evolução das mentalidades, bem pode começar a envergar as vestes rasgadas e sujas da pobreza de espírito, que caracteriza os outros partidos da direita, e preparar-se para uma derrota.

 

É que, nos tempos que correm, o partido que tiver a dignidade cívica de propor a abolição da lei que permite torturar seres vivos para qualquer tipo de DIVERSÃO IRRACIONAL, terá o respeito e a apoio de 86% do eleitorado que abomina estas práticas selvagens e primitivas, num Portugal que se quer MODERNO e CIVILIZADO.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014

TORTURA GRATUITA E HUMILHAÇÃO DE BOVINOS INDEFESOS, VIOLÊNCIA E SANGUE, EIS OS GOSTOS DO SOCIALISTA ANTÓNIO COSTA, QUE AMBICIONA SER PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL

 

Ontem, com a esmagadora vitória do socialista António Costa, ficou provado que os socialistas portugueses gostam de quem gosta de sangue e barbárie.

 

Ou eles não saberiam?

 

 
OOO
 

Onde há interesses económicos sanguinários não há honra, nem dignidade, nem ética, nem bom senso, nem carácter…

 

Um “socialista” aficionado de tortura de seres vivos indefesos, que envergonha o Partido Socialista português e um País que se quer civilizado, não pode nem deve ascender a primeiro-ministro, por não ter perfil humano para representar Portugal.

 

Seria uma imoralidade.

 

Numa sexta-feira, a 9 de Abril de 2010, Elísio Summavielle, então secretário de Estado da “Coltura” (Cultura é outra coisa…), e António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, estiveram presentes na tourada que inaugurou a temporada no campo pequeno, em Lisboa, uma cidade que se diz europeia, com esta repugnante nódoa negra, que a coloca no rol de cidades com um evidente atraso civilizacional.

 

E o que fez António Costa?

 

Fez esta desonra aos símbolos de Portugal, que em princípio só devem ser atribuídos a pessoas que se destacam por ter feito algo dignificante pelo País:

 

António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, aproveitou aquela ocasião mórbida, que é a da tortura de bovinos indefesos, e desceu à arena. E sob cerrada ovação impôs a José Luís Gomes a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro (decisão unânime da edilidade, em Setembro de 2009), na hora da despedida de cabo do grupo de forcados de Lisboa, ou seja, António Costa recompensou a cobardia, a crueldade, a violência, e a Medalha de Mérito Municipal perdeu, naquele exacto momento, todo o seu significado simbólico.

 

Reza ainda a crónica que «os dois (pseudo) políticos (porque isto de ser político tem as suas regras de honra) terão tido muitas razões para irem ao campo pequeno, desde o genuíno apreço pela festa - Summavielle, pelo menos, gosta de toiros - à capitalização da simpatia dos aficionados (uma minoria inculta e insignificante, refira-se). Mas num tempo de histeria «animalista» e de vassalagem ao politicamente correcto, uma coisa ninguém lhes pode negar: tomates».

 

Isto foi o que disse o articulista ao serviço da tortura.

 

Mas vistas bem as coisas, estes dois pretendentes a ascender a altos cargos governamentais não estão de todo habilitados para tal, porque lhes falta precisamente os frutos da horta, no devido lugar, para poderem estar ao nível dos grandes estadistas da História.

 

Por isso, Portugal não avança rumo a um futuro evoluído 

 

 

Eis os de triste figura a aplaudir a tortura de bovinos indefesos. Será esta uma imagem apropriada a alguém que aspira a ser primeiro-ministro de Portugal?

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:29

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