Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018

Luís Campos Ferreira, deputado do PSD, toca música de tourada na hora da votação do IVA como se o hemiciclo fosse o “campo pequeno”

 

Inacreditável! Inadmissível! Indecoroso!

 

«Luís Campos Ferreira usou o telemóvel para tocar toque de entrada de toiros quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas. Foi nesse momento que se ouviu distintamente no Plenário um toque de entrada de touros, como se o Hemiciclo fosse o Campo Pequeno. A música vinha de uma das bancadas e provocou o riso de muitos dos deputados e até do presidente da Assembleia. Mas nem todos se aperceberam de onde vinha o som. O responsável foi o deputado do PSD Luís Campos Ferreira, eleito por Viana do Castelo», lê-se no Expresso.

Até o presidente da Assembleia, que devia manter o decoro no recinto e foi cúmplice de um acto obsceno, bem ao nível da obscenidade das touradas.

Quem enxovalha deste modo, um lugar onde a Nação se espelha, o que merece?

RUA com Luís Campos Ferreira!

 

TROGLODITA.jpg

Origem da imagem: Internet

E a notícia prossegue relatando que no momento em que Carlos César se levantou e olhou para trás, para ver quantos na sua bancada apoiavam a polémica proposta socialista de alteração ao Orçamento - feita à revelia do Governo e da direcção do PS (o que muito duvidamos) Campos Ferreira simulou o comentário de uma corrida de touros: "Aí está o Grupo de Forcados do Largo do Rato. Vai dar entrada o touro!" E pontuou a ironia com um sonoro "Olé!", e com esta música, emitida através do seu telemóvel.

 

 

Mas o pior foi que, «no final, depois de aprovada a proposta, foram muitos os deputados de várias bancadas que, nos corredores, cumprimentaram entre risos o parlamentar do PSD. E «questionado pelo Expresso sobre a sua original forma de intervenção parlamentar, Campos Ferreira considerou que "António Costa, habituado a tourear a oposição, foi desta vez toureado pelo seu líder parlamentar. Foi uma chinquelina de César a Costa."

 

Pois foi uma chinquelina que chincalhou (o mesmo que achincalhar) todo o Parlamento.

Uma vergonha!

 

Sinto-me esmagada com a irracionalidade destes deputados da Nação. Pobre Nação!

 

E como diz a amiga Judite: «Há muito tempo que a Assembleia de República é um local repleto de gente sem a mínima preparação para o cargo que ocupa, pessoas de um nível duvidoso, de educação duvidosa e de índole duvidosa. Não são exigidos os requisitos mínimos . Uma vergonha de gente que não sabe governar nem a própria conduta, quanto mais fazer ou aprovar ou reprovar leis que nos afectam a todos

 

E como diz o meu amigo José: «São criaturas desta estirpe que, cada vez mais, desprestigiam aquela Assembleia da República já num plano inclinado descendente de descrédito. Este fulano, então, desceu bem uns degraus de desrespeito para com aquela Instituição de Soberania, para  com os outros seus colegas, de qualquer dos lados e sobretudo para os  cidadãos deste país. Falta de educação e de cidadania. Uma vergonha.»

 

Grandes verdades.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-11-28-Deputado-do-PSD-toca-musica-de-tourada-na-hora-da-votacao?fbclid=IwAR1KFdI2jt9AYVoe-aa0lK3tB6qTq-xGnNfudkE7vA-itC_f_ytIIDMm_OI#gs.kTuI=E8

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:40

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SOMENTE ATRAVÉS DO VOTO PODEREMOS DERROTAR OS TROGLODITAS INSTALADOS NO PODER

 

O que se passou ontem no Parlamento Português, quando a maioria dos deputados da Nação (com a ajudinha do Partido Socialista que desautorizou a posição da Ministra da Cultura) viabilizou a descida do IVA das touradas de 13 para 6%, ultrapassa todos os limites da racionalidade.

Lê-se no Expresso: «Quem vota a favor?», perguntou Ferro Rodrigues. PSD, CDS e PCP votaram por bancada, mas os deputados do PS dividiram-se: o líder parlamentar, Carlos César, levantou-se para apoiar a redução do IVA das touradas para 6%, e com ele levantaram-se mais 42 deputados socialistas.

Énfim, é isto que acontece num país civilizacionalmente ainda muito atrasado, com um PS muito, muito monarquista.

 

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Ontem ficou provado, no Parlamento, que Portugal é um país riquíssimo em mediocridade, em miséria moral e em pobreza de espírito.

 

Podemos, com toda a propriedade, sentir-nos frustrados por vivermos num país representado por mentalidades tão retrógradas quanto as que vimos ontem (salvo as raras excepções, obviamente).

 

 

Porém, para estar na Política é preciso ser-se EVOLUÍDO e HONESTO, para poder servir os interesses da Nação, e não os dos lobbies, neste caso, o lobby da carnificina. Porém, infelizmente, o povo português, o portuguesinho, ainda muito inculto e desinformado, graças ao lado mau do jornalismo televisivo, vota nas cores dos respectivos partidos políticos da sua predilecção, como se fossem clubes de futebol, não olhando à integridade moral, às competências, à honestidade política e à cultura dos que vão a votos.

 

Contudo, nós, que damos voz aos indefesos Touros e Cavalos, aparentemente (e apenas aparentemente) perdemos esta batalha, mas não a Guerra, porque a Guerra são eles, os trogloditas, que a perderão. Como dois e dois serem quatro. E o que se tem passado nestas últimas semanas são um claro indicador disso mesmo.

 

Nesta questão do IVA das touradas deu-se um passo em frente: as actividades tauromáquicas, que os trogloditas confundem com espectáculos, vá-se lá saber por alma de quem, era isenta de IVA. Inacreditavelmente, os carrascos de bovinos tinham um estatuto superior aos dos cantores, dançarinos, músicos, actores de Teatro e Cinema, artistas circenses, o que só diz da extrema pobreza de espírito reinante no nosso País. Portanto, pagarem a percentagem mínima de IVA já é um passo importante, o que não significa que não continuem a ser privilegiados, uma vez que apesar de a tauromaquia estar ao nível de lixo, pagam IVA ao nível da Cultura Culta.

 

As propostas de alteração do PSD, PCP e CDS-PP para que as touradas também tenham o IVA na taxa reduzida, 6%, foram esta terça-feira aprovadas na especialidade do Orçamento de Estado.

 

O PSD e o CDS-PP alteraram as suas propostas iniciais, passando a ter uma redacção igual à do PCP, e as três foram votadas conjuntamente, descendo a taxa do IVA para o mínimo não só nas touradas, como nas entradas em espectáculos de canto, dança, música, teatro, cinema e circo, apesar dos votos contra do PS, do BE e PAN (não esquecer do PAN), que é representado por UM, que valerá por milhares nas próximas eleições.

 

Já a proposta de alteração do PS - contrária à do Governo, que mantinha as touradas nos 13% - que fixava o IVA na taxa mínima para "entradas em espectáculos de canto, dança, música, teatro, tauromaquia e circo realizados em recintos fixos de espectáculo de natureza artística ou em circos ambulantes" foi rejeitada, tendo tido o voto a favor apenas dos socialistas e os votos contra de todas as bancadas.

 

Em todas estas propostas exceptuam-se as entradas em espectáculos de carácter pornográfico ou obsceno, como tal considerados na legislação sobre a matéria. Como se as touradas não fossem um “espectáculo” que oferece cenas das mais obscenas.

 

Portanto, caros companheiros da luta pela Abolição das Touradas, somente através do nosso Voto, nas próximas eleições legislativas, podemos derrotar os trogloditas instalados no Poder…

 

No VOTO é que está a nossa revolução. Perante o que se passou ontem, no Parlamento, sabemos quem NÃO MERECE o nosso voto. E lembrem-se: o voto branco, o voto nulo e a abstenção só favorecem os trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:32

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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2018

«IVO ROSA, O JUIZ “ARQUIVADOR”

 

Texto publicado a

29 Setembro, 2018

por

Cristina Miranda

aqui:

 

https://blasfemias.net/2018/09/29/ivo-rosa-o-juiz-arquivador/

 

 

JUSTIÇA.jpg

 

«Há meses foi-me dito em mensagem privada, que o Juiz Carlos Alexandre e a Procuradora Joana Marques Vidal iriam ser afastados dos processos que envolvem Sócrates e outros. Nessa altura, como o faço sempre, coloquei em dúvida essa possibilidade pela importância que estes processos têm e que, ao mudar de mãos, sem justificação plausível, iria destruir por completo a credibilidade da justiça portuguesa aos olhos da sociedade nacional e internacional. Ontem, ficamos a saber que afinal havia mesmo um plano e a última peça do xadrez foi jogada para xeque-mate! Tiro o chapéu!

 

O afastamento de Joana Marques Vidal foi por culpa do Presidente da República que jamais imaginaria ver colocar os  interesses da Nação no caixote do lixo ao aliar-se a Costa nesta decisão.  Agora, para a nomeação de um novo juiz,  foi  um sorteio electrónico para duas pessoas apenas, completamente viciado, onde só à quarta tentativa deixou de dar “erro”. É claro que o português comum e pouco informado não deu pela pirataria. Não sabe que basta colocar um algoritmo que rejeite o nome que não se pretende, sinalizando-o como “erro”, para assegurar o resultado pretendido. Não entende que não foram erros mas sim 4 tentativas para obter o que desejavam. O que eles não previram foi que por TRÊS VEZES o computador escolhesse o nome de Carlos Alexandre e por isso houve uma sucessão escandalosa de “erros”  que não o foram e com os quais ficaram desmascarados. Este programa informático devia ser imediatamente investigado sem demoras! Ficou clarinho a movimentação tentacular que já vem de trás para safar o peixe graúdo entalado  e bem, nas malhas da justiça.

 

Que nos espera, então esta nomeação de um juiz que, por ironia, tem o apelido “rosa”!!?   Bem, não é preciso pesquisar muito para saber. Este senhor já vem com um largo currículo de “safanços” de suspeitos de  corrupção. Pois é! Conhecido por não  gostar de apoiar as teses incriminatórias do MP sobretudo quando dizem respeito "a caça grossa", Ivo Rosa ilibou 18 dos arguidos da “Operação Zeus”, processo relacionado com a corrupção nas messes da Força Aérea. No caso EDP retirou a  Manuel Pinho o estatuto de arguido mesmo com todas as evidências e suspeitas impedindo ainda  que a PJ fizesse buscas nas suas casas e ainda tivesse acesso às suas contas e movimentos bancários, por entender não haver indícios mínimos de corrupção  sem no entanto permitir a investigação esmiuçada para tirar as dúvidas. Ainda no caso das rendas da EDP, foi este mesmo juiz que impediu também o acesso às contas bancárias de António Mexia e Manso Neto, o que levou procuradores a pedir o seu afastamento do processo acusando-o de parcialidade.  Mas não ficamos por aqui: Ivo Rosa num processo em que, a TAP era suspeita de lavar dinheiro de figuras da elite angolana, decidiu não levar nenhum dos suspeitos a julgamento destruindo todo um trabalho de investigação do DCIAP.  Mas calma, ainda há mais: este juiz, no caso do Gangue do Multibanco, um grupo de violentos criminosos responsáveis por mais de 100 assaltos e outros crimes graves, libertou 11 dos 12 membros. Valeu-nos o recurso do MP para um tribunal superior que reverteu por completo esta decisão e onde todos os arguidos acabaram por ser condenados a duras penas. 

 

Por isso, os advogados de Sócrates batem palmas! Por isso, figuras do PS estão em êxtase! O juiz que mais safou gente ficou com o Processo Marquês. Dúvidas?

 

Eu não, não tenho dúvidas depois do que vi ontem. Só certezas. A certeza que vamos regredir aos tempos de Pinto Monteiro e Cândida Almeida, que não viam corrupção em Portugal... 

 

É só “bons rapazes”!!!»

 

Cristina Miranda

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018

JOSÉ SÓCRATES ABANDONA O PARTIDO SOCIALISTA

 

A propósito do novo escândalo Sócrates/Manuel Pinho, ouvi o primeiro-ministro António Costa dizer que isto é uma vergonha para a Democracia (devia acrescentar e para o Partido Socialista).

 

E a procissão ainda vai no adro…

 

Mas não é apenas isto que é uma vergonha para a Democracia ou para o partido socialista (grafado em minúsculas para condizer com o mês de maio, que querem que grafemos em minúsculas).

 

Tanta coisa envergonha a Democracia (se é que isto é uma Democracia!) e o PS!

 

SÓCRATES.png

 

Vou dar um exemplo apenas (mas há muitíssimos outros) que é algo que me incomoda e que está a afectar a identidade portuguesa, mas que não interessa à comunicação social esmiuçar, ou não convém, por servilismo ao Poder: a venda da Língua Portuguesa ao Brasil, que teve início com José Sócrates…

 

Isto e todas as vigarices que ministros, secretários de estado, deputados, presidentes, administradores, directores, doutores, engenheiros, autarcas, ou seja, tudo gente da graúda andou a cometer, para mal da Nação.

 

A corrupção instalou-se. O desleixo instalou-se. A incompetência instalou-se. A falta de vergonha na cara instalou-se. E Portugal anda, tristemente, a reboque disto tudo. Mas o povo satisfaz-se com os beijinhos dos judas.

 

Há que começar a pôr ordem na casa.

 

Tantos são os que deveriam demitir-se, se tivessem dignidade, honra e vergonha na cara!

 

E isto serve igualmente para todos os outros, de todos os partidos políticos que já passaram pelo Poder e também pelos que não passaram.

 

É que por mal dos pecados dos Portugueses, vivemos numa infeliz e insolente República das Bananas…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:21

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Domingo, 21 de Janeiro de 2018

NOVÍSSIMA CARTA ABERTA AO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

Assunto: a aplicação ilegal, em Portugal, do fraudulento Acordo Ortográfico de 1990.

Excelentíssimo Senhor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, começo por chamar a atenção de V. Exa para o que diz este meu colega brasileiro, acerca do acordo ortográfico: «Avacalharam a Língua Portuguesa», e o resto é a mais pura verdade, dita por um brasileiro, que escreve acção, como deve ser.

 

Nenhuma outra palavra define tão bem o que fizeram à minha (não, ao que parece, à de V. Exa.) Língua Materna. O termo “avacalhar” significa enxovalhar, rebaixar, ridicularizar, e V. Exa., como representante máximo da Nação Portuguesa, está a contribuir para esse enxovalhamento, esse rebaixamento, essa ridicularização da Língua, ao remeter-se ao silêncio, diante do caos instalado, e ao utilizar a ortografia enxovalhada no site oficial da Presidência da República.

 

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 Origem da imagem: Tradutores Contra o Acordo Ortográfico

 

Uma vez mais ouso escrever a V. Exa., sempre na esperança de que possa obter uma resposta, pois além de toda a carta merecer uma resposta (faz parte da educação), todos os cidadãos têm direito a ela, quando interpelam aqueles que foram eleitos para servir o povo, até porque é o povo que lhes paga o salário e os subsídios, e quando se ganha 6,668.91€, é preciso mostrar serviço, ou seja, representar e defender a República Portuguesa, ser garante da independência nacional, da unidade da Nação e do Estado e do regular funcionamento das instituições, e pugnar pelos interesses do País, defender a sua identidade e os seus símbolos e não se deixar amarfanhar pelos interesses dos estrangeiros.

 

Por exemplo, a instituição Escola não está a cumprir a missão para a qual foi instituída, uma vez que burla as crianças portuguesas, colocando-as em desvantagem face às restantes crianças europeias, ao impingirem-lhes a ortografia brasileira, como a Língua Materna delas.

 

As crianças portuguesas têm o direito a um ensino de qualidade (está consignado na CRP), a começar pela Língua Materna, que é a base de todo o restante ensino. A nenhuma criança europeia é ensinada, nas escolas, as variantes das Línguas Maternas, porquê as crianças portuguesas têm de se afastar da sua Cultura, da sua Língua? Isto não constitui um crime de lesa-infância, Senhor Presidente?

 

O Senhor Presidente não saberá, como parece não saber, devido à postura que tem tomado em relação a esta questão, inclusive mantendo o site oficial da Presidência da República Portuguesa cheio de erros ortográficos (é caso único no mundo) que o AO90 é:

- inconstitucional?

- ilegal?

- juridicamente nulo?

- não unifica as ortografias da Língua Portuguesa?

- está repleto de falhas técnicas, das mais grosseiras que possamos imaginar?

- promove a mixórdia ortográfica amplamente já propagada?

- é contrário ao conceito de norma ortográfica?

- destrói relações entre palavras?

- tem implicações ao nível fonético, e os que o aplicam pronunciam mal as palavras às quais foram suprimidas as necessárias consoantes mudas?

- não foi alvo de discussão alargada na comunidade científica linguística?

- em nada contribui para o prestígio e a expansão da Língua Portuguesa?

- tem custos para o Estado nunca estimados, mas calcula-se sejam na ordem das dezenas de milhões de euros?

- não foi alvo de qualquer estudo de impacto?

- não foram consideradas as doutas avaliações negativas dos Portugueses, Brasileiros e Africanos de expressão portuguesa?

 

Senhor Presidente, saberá V. Exa. que:

 

- a Língua Portuguesa anda por aí espezinhada, mal escrita, mal falada, mal ensinada?

 

- em Portugal, o país europeu com a maior taxa de analfabetismo, está a formar-se uma geração de semianalfabetos, aqueles que aprenderão os rudimentos da escrita e da leitura, mas não serão capazes de ler e escrever correctamente a sua própria língua, mas saberão ler e escrever correctamente o Inglês, o Francês e o Castelhano que aprendem nas escolas portuguesas?

 

- o que se lê por aí na comunicação social (felizmente nem toda), e nos ofícios e mensagens estatais, é uma escrevinhada na mais vergonhosa e pobre ortografia?

 

- o caos ortográfico está instalado em Portugal?

 

É isto que V. Exa. quer para o nosso País?

 

É consentindo nesta ilegalidade da aplicação da ortografia brasileira que defende a CRP e a identidade portuguesa?

 

O que é que impede V. Exa. de dar um murro na mesa, como deu no caso dos incêndios de Pedrógão Grande?

 

Que pacto de silêncio é este a que V. Exa. está vinculado?  

 

Quem e que interesses servirão os governantes portugueses?

 

Senhor Presidente, esta é uma questão grave. Gravíssima. Está em causa a identidade portuguesa e a violação do direito de as crianças portuguesas terem acesso ao ensino da sua Língua Materna, culta e europeia.

 

Por isso exigimos uma tomada de posição clara e inequívoca. Exigimos uma resposta. Temos o direito a ela, e V. Exa. tem o dever de a dar.

 

Exigimos que V. Exa. defenda a legalidade e a Constituição da República Portuguesa, que jurou defender.

 

Basta de fazer de parvos os Portugueses!

 

Basta de enganar as nossas crianças!

 

Basta de promover o caos ortográfico!

 

Exigimos que devolvam a Portugal a Língua Portuguesa, culta e europeia!

 

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Para terminar, sugiro a V. Exa. que fixe bem o que diz Vasco Graça Moura, e o que pensam os lusófonos cultos (portugueses, brasileiros e africanos de expressão portuguesa) desta que é a maior fraude da nossa História, nestes links:

 

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-portugueses-cultos-pensam-33885

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-brasileiros-cultos-pensam-8246

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-africanos-cultos-de-expressao-37150

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:44

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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

«O humano chão sagrado…»

 

Portugal bateu no fundo. Rasteja num chão conspurcado, a muitos níveis.

Senhores governantes portugueses, pedimos, com toda a humildade, que reflictam sobre a magnífica mensagem implícita neste texto. Não se deixem levar por enganos, por artes e artimanhas de quem não tem um pingo de escrúpulos. Devolvam a Portugal a dignidade perdida.

 

Sejam Homens e Mulheres inteiros.

 

Mas sobretudo, sejam Seres Humanos Racionais.

 
 
 

Por António Moura

 

«Vivemos tempos complexos, prenhes de incertezas e de interdependências, em que cada situação não é a situação, cada problema não é o problema, cada resposta não é a resposta.

 

A multidiversidade das nossas circunstâncias, individuais e colectivas, exige-nos um activo e permanente diálogo, de cada um de nós consigo próprio, nos seus múltiplos eus, e com o Outro, também ele múltiplo e actuante, nas inúmeras comunidades a que pertencemos e nos sentimos pertencer.

 

Esse diálogo, raramente fácil e tantas vezes duro, quer-nos inteiros e livres, donos das nossas Emoções (que dão sentido à nossa Vida), das nossas Razões (que nos apontam os caminhos e as escolhas que podemos/devemos fazer), das nossas Acções/Omissões (que definem as consequências do que somos, do que queremos ser).

 

Esse diálogo, connosco e com o Outro, tem como base indispensável um Passado que necessitamos conhecer, compreender, criticar e aceitar. Munidos deste entendimento, podemos dar dimensão ao Presente em que estamos e somos, naquela multitude individual e colectiva a que não podemos, nem devemos, fugir.

 

Tendo um Passado que assumimos como nosso, olhamos para o Presente como um ponto de partida rumo ao Futuro, à Utopia.

 

Sempre na linha do horizonte, sempre inalcançável, mas sempre inspiradora do melhor que temos em nós, para nos construirmos.

 

Para essa construção, porém, não é suficiente convocarmos as Emoções, as Razões, as Acções, individuais e colectivas. A Utopia não se alcança, mas o Futuro não se constrói apenas mirando-a, vogando nas nuvens do etéreo: urge darmos-lhe um chão, firme e fértil, onde possamos plantar, e ver nascer e florescer, livres e inteiros, os Afectos que nos definem como Seres Humanos.

 

A esse chão, tão úbere quanto exigente de permanente alimento e especiais cuidados, chamo Respeito.

 

É neste chão sagrado que podemos construir o Amor, a Amizade, a Solidariedade, a Liberdade. Ah, e essa ainda tão rara flor que é a Dignidade da, e na, diferença, de cada um de nós e do Outro.

 

É neste chão sagrado que encontramos o sentido da Vida que vivemos, integrando, inteiros e livres, a Natureza e a Humanidade, expressão incontornável da nossa condição humana. E descobrindo que a Eternidade existe e é, também ela, profundamente humana, porque habita os nossos Afectos.

 

Mas os tempos que vivemos são, também, conturbados, prenhes de conflitos e de confrontos, tantas vezes fatais (todas as vezes são demais!).

 

São tempos que nos afligem, que nos colocam dúvidas, angústias e medos.

 

São tempos de uma exigência extrema, colocando o diálogo de nós connosco, e de nós com o Outro, nos limites simultaneamente mais débeis e mais letais da sobrevivência, nos limites em que é imenso o risco de não nos reconhecermos e de vermos o Outro como inimigo.

 

São tempos em que nos é imprescindível acreditar. Não no sentido messiânico de uma qualquer fé, mas de confiar. Confiar no Outro, indivíduo ou instituição, que, também ele, ou ela, demonstra confiar em nós, em cada um de nós.

 

Em tempos de tamanha exigência, é imperioso lembrar que também esta Confiança releva, e se constrói, nesse mesmo chão sagrado: o Respeito.

 

Hoje, no meu País, os indivíduos, e as instituições, cujas Acções/Omissões deveriam ter como consequência primeira e imprescindível a Confiança – sem ela, o Presente e uma comunidade torna-se incompreensível, e o seu Futuro impossível de almejar -, alienaram todas as Razões, destruíram todos os Afectos: restam angústias, medos, indignação, revolta.

 

Hoje, no meu País, governantes e instituições políticas exercem o poder de forma ilegítima, pois todas as suas Acções/Omissões são levadas a cabo contra um Povo inteiro, que não respeitam.

 

São, por isso, politicamente insustentáveis.

 

Mas porque destruíram, com indisfarçável arrogância e ignóbil prepotência, o chão sagrado do Respeito em que nos devemos construir como Seres Humanos, são, também, humanamente insuportáveis.

 

Por exclusiva responsabilidade dos governantes e das instituições políticas, é impossível conciliar a sua manutenção com a aspiração humaníssima do Povo na construção de um Futuro Livre e Digno em que nos possamos, todos, rever.

 

Porque politicamente insustentáveis, e humanamente insuportáveis, o nosso Futuro como Comunidade soberana, em que o Respeito por nós próprios e pelo Outro seja uma prática inalienável, exige a demissão destes governantes e a efectiva colocação das instituições políticas ao serviço do Povo.

 

António Moura»

 

Fonte:

http://infinitesimoimprescindivel.blogspot.pt/2013/10/o-humano-chao-sagrado.html?spref=fb

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017

Ministro do Ambiente promove matança de indefesos animais silvestres

 

 

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, diz querer fomentar a caça…

 

Será que não existe nenhum ministro humanista neste governo?

 

Um ministro do Ambiente deveria banir a matança cobarde de animais silvestres, que serve apenas para que uma “elite” possuída de instintos primitivos e desadequados ao Século XXI possa divertir-se à custa do sofrimento de seres indefesos.

 

O ministro do Ambiente, contesta as críticas dos caçadores e salienta uma série de medidas tomadas pelo governo que vão ao encontro de algumas reivindicações do sector. 

 

É triste constatar que, em Portugal, o governo só vai ao encontro das reivindicações de lobbies carniceiros.

 

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Imagens como esta dizem de um país que promove práticas cavernícolas…

 

O ministro reconhece a importância da caça e salienta que continuará a tomar medidas no sentido de fomentar esta matança.

 

Que importância terá a caça para a Nação e para a Fauna autóctone portuguesa?

 

Os governantes portugueses só ouvem as reivindicações de sectores que envolvem muita parra (€€€€€€€) e pouca uva ( )

 

Terão medo de levar um tiro de caçadeira? Porque este tipo de violência é o que mais existe em Portugal. A maioria dos assassinatos de pessoas é cometida com caçadeiras.

 

As reivindicações dos trabalhadores, dos estudantes, dos ecologistas, dos que lutam pelo bem-estar animal, dos que defendem a Língua Portuguesa, essas não são consideradas, apesar de envolverem milhares de portugueses.

 

As minorias parasitas, que nada fazem em prol da sociedade, é que são ouvidas e apoiadas pelos ministros.

 

Que espécie de políticos temos nós, que em vez de fomentar a evolução, fomenta o retrocesso?

 

Aqui há tempos os Ecologistas espanhóis desmascaram cientificamente sete mitos do sector da caça, que pode ser consultado aqui (é só clicar):

«A Caça é uma aberração»

 

De acordo com o médico-veterinário Dr. Vasco Reis, «Caçar é provocar susto, sofrimento com ferimento mais ou menos rapidamente mortal, que vitima animais inocentes e nascidos para viver e sobreviver e até por vezes pessoas. Torna insegura a presença na natureza e polui. Incomoda e até indigna muitas pessoas. Existem métodos de controlar populações, equilibrada e responsavelmente, causando menos sofrimento e risco, que deveriam ser estudados, decididos e postos em execução por entidades competentes».

 

A caça é uma prática obsoleta. Estamos no século XXI d. C.

 

Não é preciso a intervenção do homem-predador, para se repor o que quer que seja. Isso é um argumento falacioso, usado pelos que se divertem a MATAR seres indefesos.

 

A Natureza encarrega-se de repor a ordem natural das coisas.

 

Um governo que não sabe defender a sua fauna humana e não-humana,  não merece a mínima consideração; e os políticos que só dão ouvidos aos predadores, são políticos de faz-de-conta, que só se candidatam para servir os lobbies, e não para fazer EVOLUIR o país.

 

Quando o ministro do Ambiente fala sobre as vantagens do ordenamento cinegético e da gestão e exploração cinegética sustentável para a conservação dos recursos naturais, enquanto actividade geradora de desenvolvimento rural, actividade que promove a gestão do território e que possibilita o fomento de espécies e o maneio de habitat, pretende enganar quem?????

 

A caça e os caçadore€ pertencem a uma época primitiva, que ficou num passado já muito longínquo. Então por que insistir nesta abe€€ação?

 

Fonte: https://www.publico.pt/2017/02/05/sociedade/noticia/ministro-diz-querer-fomentar-a-caca-1760415

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:08

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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

À ERC - ENTIDADE REGULADORA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

 

Depois que a ERC nos enviou uma deliberação que faz corar as pedras da calçada portuguesa, e que pode ser recordada neste link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/erc-entidade-reguladora-para-a-690498

 

 

o repúdio ao que lá se diz tem sido extraordinário.

Aqui transcrevo dois excelentes textos que dizem do estado pobre e podre da nossa Nação

 

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Texto de Teresa Botelho

 

A VERBORREIA DO DESRESPEITO!

 

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Olhando inadvertidamente as páginas do Facebook, eis que a minha alma se iluminou, perante um post partilhado, com as inteligentes e sábias pérolas emanadas desta douta Instituição que infelizmente sustentamos!

 

PARABÉNS!  Temos doutores e psicólogos proeminentes que arrasam qualquer teoria da ONU e de cientistas de renome internacional. 

 

 Mas entremos em algumas das vossas inteligentes citações, sobre a transmissão de touradas pelo canal público:

 

 A "herança cultural portuguesa que o Estado tem a incumbência de promover e proteger", mesmo que façam parte de "heranças" selvagens e medievais, têm que ser protegidas, ou melhor, os amigalhaços que vivem à custa destas ditas heranças e a quem a moral e a ética não dizem nada, precisam de ser protegidos, bajulados e sustentados, porque é para isso que serve o Zé Povinho, cujo popular gesto tão bem vos assenta, na hora de pagar as taxas que vos engordam e vos dão o poder de opinar em "tais premissas não aptas a modificar o entendimento a este preciso respeito".   

 

Mas voltando à verborreia da vossa resposta às críticas dos contribuintes que até têm sido pacíficos, se bem que cada vez estejam menos pacientes, perante a barbaridade confessa de que "estes espectáculos tauromáquicos não são sequer susceptíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e adolescentes", só não desmaio, porque ainda mantenho saúde e lucidez para vos conhecer de ginjeira, bem como aos argumentos ridículos de quem não vê um palmo adiante do nariz, porque ou não vos convém, ou porque a falta de literacia, não vos permitiu sequer ir ao Google investigar o que por lá se escreve sobre o tema. 

 

Cogitei seriamente transcrever aqui alguns desses estudos feitos por cientistas de renome mundial, mas não vale a pena, porque os investigadores tauromáquicos superam todos esses conceitos científicos, ao mesmo tempo que se babam e masturbam psicologicamente, perante o sangue derramado na arena, por um animal que alegadamente lhes terá feito o favor de pedir que lhe esfacelassem bastante o lombo e lhe fizessem jorrar bastante sangue, para colorir a decadente emissão da RTP, animando assim as criancinhas que assistem em suas casas, sentadinhas nos sofás da inocência e perante o laxismo, ignorância e a brutalidade parental

 

Receber da parte da ERC, uma resposta como esta que li, sinceramente, não quero nem preciso, porque me faria mal aos intestinos e quando me dá a cólica, nem" a compressão(...) da liberdade" me segura, por isso, não queiram saber, ou talvez fosse bom que soubessem...     


Teresa Botelho - uma gota de água no Oceano da "escumalha" anti-tauromaquia. 

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/10/a-verborreia-do-desrespeito.html

 

***

 

 

Texto de Ana Macedo

 

MUITO BEM ERC, VOCÊS DIGNIFICAM ESTE ANTRO EM QUE SE TRANSFORMOU PORTUGAL

 

Exmos. Srs.

 

Apesar de sobejamente reconhecer a total inutilidade de instituições como a vossa, a quem pagamos as despesas e os ordenados chorudos para que nada façam, ainda fico surpreendida, de vez em quando, ao deparar com respostas que não só demonstram ignorância e incompetência mas, acima de tudo um total desrespeito por aqueles que garantem a vossa sobrevivência...

 

Como é possível que, em pleno século XXI, ainda seja necessário escrever emails a reclamar do óbvio? Para que serve uma "entidade reguladora" que é a primeira a pactuar com tudo o que está errado?

 

Como é que alguém se atreve a afirmar que os espectáculos onde se torturam animais são uma tradição? Como se consegue ser tão ignorante ao afirmar que estes espectáculos não afectam as crianças??

 

Quem é capaz de descer a tão baixo nível afirmando que torturar animais é parte do património cultural?

 

Pois bem, eu considero-me ofendida e desrespeitada, por razões que passo a explicar:

 

1) As touradas são tanto património cultural quanto a queima das bruxas (já que se aproxima o Halloween acho que a ERC deveria recomendar a transmissão em directo de uma dessas queimas, não?)

 

2) Este lixo televisivo é a razão pela qual não olho, jamais, para uma estação televisiva deste país. Se, acidentalmente, o meu filho passa pelo canal 1 da RTP e se depara com este tipo de lixo fica, de facto, em choque... Mas tenho, então, de lhe explicar que vivo num país de idiotas mentais que adoram torturar animais e que são supervisionados por uma espécie de entidade que não serve para nada a não ser receber salários e aplaudir espectáculos do século XVIII (18, porque duvido que saibam) e que, ainda por cima, vem de um outro país que ocupou o nosso...

 

3) Não satisfeitos com a bestialidade da tourada, decidem introduzir um outro animal na tortura... Uma pobre mula a ser picada por 10 montes de esterco com pernas... Lindo! Clap, Clap, Clap!!! Muito bem, ERC, vocês dignificam este antro em que se transformou Portugal.

 

4) Não gosto de ser denominada como escumalha.... Não acho correcto. Acredito que na ERC isso seja natural e que se chamem nomes uns aos outros para que o tempo vá passando até picar o ponto para sair.... mas eu não gosto! E acho de péssimo gosto que um suposto comentador televisivo, numa estação pública paga com o meu dinheiro, possa insultar a grande maioria dos portugueses sem que, da parte da entidade reguladora, também paga com o meu dinheiro, haja uma reacção.

 

A propósito... dizerem que só foram recebidas 200 e tal reclamações demonstra bem a total incompetência de quem aí trabalha. É VOSSA obrigação zelar pelo público. Não tem de ser o público a dar-vos alertas. Tenham vergonha. Façam o vosso trabalho.

 

Ana Macedo (CC )

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Terça-feira, 19 de Julho de 2016

SENHORES DEPUTADOS DA NAÇÃO: ACABEM COM OS SUBSÍDIOS PÚBLICOS ATRIBUÍDOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Está agendada para amanhã, dia 20 de Julho, a apreciação de uma petição que conta com mais de trinta mil assinaturas ( http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070) a solicitar que se acabe com a atribuição de dinheiros públicos a cerca de duas dezenas de famílias portuguesas, para que vivam à tripa forra, à custa dos nossos impostos e do sofrimento animal, enquanto milhares de outras famílias portuguesas, crianças e idosos vivem com tantas dificuldades!

 

E isto é imoral, senhores deputados.

 

SUBSÍDIOS.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201848990502436&set=p.10201848990502436&type=3&theater

 

Todos sabemos que os nossos impostos sustentam a indústria da selvajaria tauromáquica, tão contestada e rejeitada em todo o mundo civilizado.

 

Se não fossem os nossos impostos, esta selvajaria, que está a cair de podre, já teria sido enterrada há muito.

 

Os impostos de um povo não podem ser utilizados para privilegiar umas tantas famílias em detrimento de todo um país, que atravessa uma grave crise económica.

 

E ainda hoje ouvi que não há dinheiro para alimentar os prisioneiros. Mas há dinheiro para alimentar os senhores feudais da tauromaquia… uma minoria inculta, inútil e decadente, que se dedica a uma actividade cruel e indigna de seres humanos.

 

Todos sabemos dos apoios autárquicos à selvajaria tauromáquica, em municípios com graves problemas sociais, no Continente e nos Açores.

 

E é também dos meus impostos, dos impostos de quem abomina estas práticas bárbaras, que esta indústria da tortura e da morte se alimenta como um vampiro sedento de sangue.

 

Eu não posso ser obrigada a contribuir para algo inútil e bárbaro.

 

Exijo que os meus impostos sejam aplicados na Saúde, na Educação, na Alimentação, nas Escolas, nas Artes Nobres, enfim, na Cultura Culta, e não na cultura inculta de duas dezenas de vampiros.

 

Amanhã, Portugal ficará atento à atitude dos deputados da Nação.

 

É que bastou a afronta de não terem acautelado o superior interesse e os direitos das crianças, quando chumbaram a proposta do PAN, do PEV e do BE.

 

Pelo menos uma vez na vida, amanhã, sejam HOMENS e MULHERES e acabem de uma vez por todas com este vergonhoso privilégio. O tempo dos senhores feudais ficou para trás há muito. Lembram-se? E os deputados da Nação não são monarcas, para dar privilégios a uns, e pisotear outros.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:01

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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016

SELVAJARIA TAUROMÁQUICA EM PLENA DECADÊNCIA

 

A abolição da barbárie tauromáquica acontecerá, não por via da Assembleia da República, onde o lobby tauromafioso está instalado, para vergonha da Nação.

 

A abolição da tortura de Touros e Cavalos acontecerá nas arenas, esvaziadas de sádicos, onde nem as moscas ousam entrar, para não se conspurcarem.

 

COBARDIA.jpg

Apenas uma minoria, já muito mínima, sempre os mesmos tauricidas e sádicos se dispõem a ir até ao “campo pequeno”, o antro lisboeta da selvajaria tauromáquica, para assistir à prática cruel e cobarde de tortura de Touros e Cavalos, como podemos constatar nesta imagem recentíssima.

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/06/19/os-aficionados-entraram-em-depressao/

 

Claro, já não é chique entrar numa arena para assistir a tal asselvajamento.

 

Apenas “genteperversa, sem carácter, inculta e selvática, precisamente por ser perversa, sem carácter, inculta e selvática, não se dando conta da deselegância da atitude, lá vai aquecer um assento aqui, outro ali, nas arenas, onde esta selvajaria ainda é praticada por e para trogloditas.

 

Desde que a presente temporada da tortura teve início, as arenas portuguesas têm estado (não mais às moscas, como era hábito dizer-se) mas à poalha imunda que atulha os recintos, agora vazios.

 

E não, não é por causa da crise (que crise? se os verdadeiros espectáculos atraem milhares de pessoas, seja qual for o preço das entradas?), nem do tempo (da chuva, do vento ou do frio)…

 

O tempo é outro. O tempo é de evolução. Quem entra numa arena, hoje, fica estigmatizado, como o lixo da sociedade.

 

Os carrascos (vulgo toureiros e forcados) que nunca, em tempo algum foram heróis, mas passavam por isso, hoje sabemos que são uns colossais cobardes que, para mostrarem uma virilidade inexistente, atacam seres sencientes completamente indefesos.

 

Que mérito terá ir a uma arena ver um bando de cobardes a torturar um animal? Absolutamente nenhum.

 

O desinteresse por este tipo de prática cruel está a crescer.

 

E quem o diz não somos nós.

 

O Miguel Alvarenga, autor do “Farpas Blogue” refere: «Não é a crise nem muito menos a falta de dinheiro que está a deixar as praças de toiros vazias… é, apenas e só, a falta de interesse e a falta de ídolos que está a deixar as pessoas em casa. Não se esqueçam disso, não tapem o sol com uma peneira com falsas justificações…»

Falta de ídolos? Mas que ídolos?

 

Andou-se quatro centenas de anos (mais precisamente 436 anos, pois foi em 1580, mais dia, menos dia, quando Filipe II de Espanha, I de Portugal, introduziu no nosso país este costume bárbaro espanhol) a achar que na selvajaria tauromáquica havia ídolos e heróis, quando não passavam dos mais autênticos, dos mais verdadeiros, dos mais legítimos cobardes.

 

Não surpreende que uma mentira repetida durante quatrocentos e tal anos se tenha tornado na verdade dos incultos, dos involuídos.

 

Mas agora o tempo é de informação, de formação, de evolução.

 

Chega de mentiras.

 

A selvajaria tauromáquica já não tem mais lugar nos tempos modernos.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:05

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