Sábado, 17 de Maio de 2014

VEJAM COMO UM BANDO DE COBARDES ESTUDANTES INFERIORES DE COIMBRA “BRINCAM” COM UM INFELIZ GARRAIO

  

Abram o vídeo: 

http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/14139673/1

 

***

EIS O ESTADO EM QUE OS HOOLIGANS TAUROMÁQUICOS DAS 

GARRAIADAS E VACADAS DEIXAM OS INFELIZES BOVINOS QUE CAEM NESTAS MÃOS CARNICEIRAS

 

Os aldrabões da tauromaquia dizem que as garraiadas, vacadas e porcarias equivalentes são brincadeiras, mas na verdade são ferimentos, dor, stress, sofrimento e morte para os bovinos.

 

É assim que ficam os pobres animais depois das "brincadeiras" dos hooligans tauromáquicos.

 

  

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=652710061478392&set=np.61932996.100000123032483&type=1&theater&notif_t=notify_me

 

***

 

E são estes “jovens”, que já nasceram velhos, os candidatos à construção do futuro?

 

Que futuro?

 

Tenham vergonha e dispam as capas e batinas que não sabem honrar.

 

Rasguem os diplomas e reduzam-se à vossa insignificância.

 

Portugal não precisa de cobardes, mas de gente ousada que possa e saiba fazer frente às dificuldades que aí vêm.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014

ONDE ESTAVAM AS AUTORIDADES DA CHAMUSCA QUE VIOLARAM AS SUAS FUNÇÕES PERMITINDO ESTE ATENTADO CONTRA OS DIREITOS DAS CRIANÇAS?

 

As transgressões acumulam-se em Portugal porque os transgressores sentem-se protegidos pelas autoridades.

 

Que regime político será este, no qual uma minoria inculta e desregrada transgride e as autoridades são cúmplices dessa transgressão?

 

Onde está a autoridade, em Portugal?

 

 

O grupo de forcados amadores da chamusca levaram mais de duas dezenas de crianças do jardim-de-infância e escola do primeiro ciclo locais, e respectivos pais, ao campo, no passado Sábado, dia 10 de Maio, para verem como se tortura bovinos.  

 

Aliás, no passado sábado, os forcados andaram em muitas actividades, por aí, numa tentativa de limpar o nome de cobardes que lhes está intrínseco. Mas não conseguem, só se sujam mais, por muitas iniciativas destas que façam, porque essa nódoa de sangue permanecerá com eles, até à morte, por mais que se lavem, e mais do que isso, terão de pagar muito caro à Lei que rege a Vida (não à lei dos hominídeos), essa cobardia. Só eles não sabem.

 

Isto aconteceu bem nas barbas das autoridades, as quais, apesar de haver leis que não permitem este atentado à inocência, à dignidade e ao direito das crianças a uma vida sã, leis essas que essas autoridades têm o dever de fazer cumprir, agiram completamente ao contrário, tornando-se elas próprias, prevaricadoras também, bem como os que se dizem “pais” das crianças.

 

E quando as autoridades prevaricam, o que lhes acontece, em Portugal?

 

Bem, se se tratar de prevaricações ligadas a crianças ou a animais não humanos não lhes acontece absolutamente nada.   

 

E porquê?

 

Simplesmente porque as crianças e os animais torturados não votam. São, portanto,  inúteis. E com inúteis não vale a pena perder tempo.

Não é assim excelentíssimas autoridades deste meu País atirado às urtigas?

 

E pretenderam estes torcionários da Chamusca “proporcionar um dia diferente a essas inocentes e indefesas crianças” com a cumplicidade de uma ganadaria, das autoridades e dos respectivos “pais”.

 

Agora atentemos nesta explicação: «Mais de duas dezenas de crianças aderiram ao convite e vibraram nas bancadas do tentadero com as pegas efectuadas e riram-se ainda mais quando em alguma pega menos conseguida se viam os rapazes do grupo a rebolarem pelo terreno do tentadero

 

Riram-se? Isto, sim, é instrutivo. Está ao nível da incultura e da irresponsabilidade e incompetência que grassa na Chamusca, desde as autoridades, passando pelos responsáveis do jardim-escola e da escola do primeiro ciclo, e dos “pais” que deviam ser os primeiros a gritar por “socorro”.

 

E lá foram as inocentes crianças para o tal tentadero, como vão os bois para o matadouro. Assim, tal e qual.

 

E quais foram os objectivos desta macabra iniciativa, permitida pelas autoridades locais e centrais?

 

Nem mais nem menos os de cativar jovens aficionados, para a festa dos broncos.

 

Autoridades do meu País lançado às urtigas, o que é isto?

Sabemos que a vossa política é a de manter o povo inculto, mas fazer isto às crianças?

 

É um crime demasiado grave que compromete o futuro.

 

E  nós não vamos permitir.

 

Fonte:

http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=72652&idSeccao=479&Action=noticia#.U27GN_ldUuc

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:48

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Sexta-feira, 14 de Março de 2014

O GOVERNO PORTUGUÊS QUER “ARTISTAS TAUROMÁQUICOS” COM IDADE MÍNIMA DE 16 ANOS?

Os governantes ainda não conseguiram entender que não há nada para “analisar” quanto a esta matéria?

 

Não perceberam ainda que a única medida lúcida a tomar é abolir a tauromaquia, que além de ser um entrave à saúde mental dos cidadãos, em qualquer idade, é uma nódoa negra, numa sociedade que ser quer evoluída, e um óbvio biocídio

 

Porquê esta obstinação, a roçar a insensatez, em manter algo que que é matéria putrefacta há tanto tempo?!

 

 

«Os animais são espécies universais a par de centenas de milhões de humanos que habitam este planeta.

 

No entanto, em todos os continentes e em todas as culturas, os animais continuam a ser sujeitos a tratamentos cruéis e desumanos. Um número crescente de pesquisas tem demonstrado que a violência contra os animais está directamente ligada à violência contra as pessoas.

 

As crianças de hoje são a futura geração de intervencionistas e tomadores de decisões do amanhã. Elas serão os responsáveis por garantir uma forte protecção de todas as espécies, humana, animal e do ambiente.

 

Ao educar, inspirar e capacitar os jovens e as comunidades a respeitarem e a protegerem os animais e os seus habitats, ajudaremos a criar um futuro mais promissor para todos os seres vivos e o próprio planeta.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=552340228167332&set=a.459183360816353.1073741828.100001740791934&type=1&theater

 

***

Está a ser analisada no Parlamento Português, pela Comissão Parlamentar de Segurança Social e Trabalho uma proposta de lei, que limita a 16 anos, a idade mínima dos “artistas tauromáquicos”, isto é: cavaleiros, novilheiros, forcados, toureiros cómicos, bandarilheiros, moços de espada, campinos e emboladores, e “amadores de todas as categorias”.

 

Em primeiro lugar há que questionar o que serão estes “artistas tauromáquicos”. Serão uma espécie de obreiros da crueldade?

 

Em segundo lugar teremos de questionar os dezasseis anos.

 

Ora um adolescente de 16 anos não vota; não pode tirar a carta de condução; juridicamente não é responsável pelos seus actos; ainda necessita de um “encarregado de educação”; e só atinge a maioridade apenas aos 18 anos.

 

Estará apto para ser “obreiro da crueldade” numa idade em que a personalidade está ainda em formação? Por vezes nem aos 21 anos (idade em que num tempo não muito recuado se atingia a maioridade) um jovem está psicologicamente preparado para tomar decisões importantes na vida.

 

O que pretenderá a Comissão Parlamentar de Segurança Social e Trabalho?

 

Que interesses está a servir essa Comissão?

 

Com toda a certeza não são os superiores interesses das crianças, dos adolescentes e dos jovens portugueses.

 

O que pretenderão os governantes? As autoridades? Os próprios progenitores?

 

Castrar a personalidade dos adolescentes e incapacitá-los mentalmente para o resto da vida?

 

Que futuro as autoridades querem construir? Que exemplo estão a dar a quem precisa dos bons exemplos dos adultos para evoluírem?

 

Já estamos fartos de governantes incompetentes. Os nossos filhos e os nossos netos não merecem ser dirigidos por desabilitados e desequilibrados mentais, num futuro que se prevê negro, se não se fizer algo inteligente urgentemente.

 

O actual regulamento da tauromaquia, que remonta a 1991, prevê que podem aceder à profissão os «indivíduos habilitados com escolaridade obrigatória e que possuam condições físicas para o exercício da actividade», sem especificar a idade.

 

Ora vemos crianças menores de seis anos a tourear bezerrinhos vivos, com instinto de sobrevivência apurado, e quem é cego mental acha (porque pensar não pensa) que isto é necessário para a sobrevivência de um costume bárbaro em franca decadência.

 

Isto é lá regulamento que proteja os  superiores interesses das crianças?

 

Por outro lado, como já se sabe, o Comité dos Direitos das Crianças das Nações Unidas (ONU) recomendou a Portugal que tome medidas para restringir o acesso de menores a touradas, nomeadamente elevando a idade a partir da qual é permitido assistir ou actuar nesta actividade de broncos.

 

Acontece também que a ONU considera que um menor (uma criança) é um ser humano até aos 18 anos.

 

Portanto aqui não haveria nada que analisar ou discutir pela Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco.

 

Aos dezoito anos acaba a menoridade. Ponto.

 

Porém, nada disto seria necessário se houvesse lucidez no Parlamento e não uma subserviência vergonhosa ao lobby tauromáquico, e não só.

 

Nenhuma idade é idade de praticar, aplaudir ou apoiar a tortura e a crueldade sobres seres vivos.  

 

Não nos tempos que correm.

 

Portanto o que há a fazer, sem a menor ponta de dúvida, é abolir a tauromaquia.

 

É bani-la da face da terra.

 

E enterrá-la bem fundo, para que não reste vestígios daquele cheiro a sangue, a suor, a urina, a bosta, a mofo e a podre, que é o cheiro da tauromaquia.

 

Senhores governantes, não tenham medo de ser humanos, pelo menos, uma vez na vossa vida.

Pelas crianças.

Pelo futuro.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

DIZEM QUE ESTES MENINOS (COM EXPRESSÕES INFELIZES) SÃO O FUTURO DA FESTA

  

Dizem que são o futuro dos forcados de Vila Franca de Xira 

Dizem que são o grupo de forcados mais bonitos de sempre 

Dizem que é Vila Franca a ver o futuro 

Dizem que são fofinhos…

 

 

E nós dizemos que a continuarem nesta vida de violência serão os brutos do futuro… 

 Sim, é uma iniquidade estes “fofinhos” serem expostos à crueldade de violentarem seres vivos ainda bebés…  

 

Deixarão de ser “fofinhos” no momento em que espetarem uma bandarilha no corpo de um bezerrinho indefeso, também fofinho, que estará à mercê destes predadorzinhos que, no entanto, não têm culpa de o serem, pois se se recusarem a ir para arena serão esbofeteados… ou coisa pior…

 

Estarão as autoridades portuguesas atentas a esta transgressão à Lei?
***

 

UM COMENTÁRIO LÚCIDO PARA AS AUTORIDADES PORTUGUESAS REFLECTIREM

«Vi-me obrigada, ao longo de toda a minha vida, a proteger animais dos seus próprios donos, a proteger crianças dos seus próprios pais, e agora... fico estupefacta, horrorizada, perante tamanha crueldade e falta de respeito por seres que estão em crescimento (crianças e bovinos) e que tanto precisam de afecto! Em pleno século XXI, estas crianças estão a ser vítimas de uma "pedagogia" da tortura que as vai tornar frias e insensíveis, privando-as, assim, do direito de crescer de forma saudável, a nível físico, psíquico, afectivo, numa idade em que a sua personalidade está em formação. Estão a roubar a infância a estas pobres crianças. As expressões faciais de algumas, nesta foto, já o denunciam, por exemplo.. (Maria João Gaspar Oliveira)

 

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=712578902106409&set=a.660210694009897.1073741836.657012857663014&type=1&theater
publicado por Isabel A. Ferreira às 19:10

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Domingo, 16 de Fevereiro de 2014

OS DIREITOS DAS CRIANÇAS NÃO FICARAM ACAUTELADOS NO QUE RESPEITA AOS ESPECTÁCULOS TAUROMÁQUICOS NO NOVO DESPACHO

 

E muito menos quanto à frequência de “escolas de tortura” que nem sequer foi considerada

 

É o habitual faz-que-faz, que não serve os superiores interesses das crianças

 

 

Isto que aqui está é o mesmo que nada.

 

Origem da ilustração: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=564203043675037&set=a.310865805675430.67435.305023079593036&type=1

 

 

Na Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas, em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal, em 21 de Setembro de 1990, lê-se:

 

PARTE I

 

Artigo 1

 

Nos termos da presente Convenção, criança é todo o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos termos da lei, que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo.

 

Em Portugal atinge-se a maioridade precisamente aos 18 anos. Mas há quem diga (psiquiatras, sociólogos, psicólogos e outros especialistas afins) que mesmo aos 21 anos os jovens ainda não estão completamente desenvolvidos e preparados para tomarem determinadas decisões e emitirem um parecer maduro sobre realidades que ultrapassam a lógica e o bom senso.

 

Ora esta deliberação governamental que diz que só as crianças maiores de 12 anos podem assistir a touradas vai completamente contra a Convenção dos Direitos das Crianças, uma vez que criança é todo o ser humano menor de 18 anos.

 

O que é mau para crianças menores de 12 anos, é igualmente mau para as maiores de 12 até aos 18, e se esmiuçarmos bem o que está em causa: a tortura de seres vivos para divertimento, diremos com fundamentação que é mau para qualquer idade, uma vez que tal “divertimento” embrutece qualquer adulto, o que não se coaduna com a evolução dos seres humanos.

 

O retrocesso não é característica do progresso.

 

***

 

Para quando o enceramento das “escolas de toureio”, ou mais precisamente dos “antros de tortura e violência” que preparam as crianças para serem os monstros do futuro?

 

Neste aspecto os governantes andam muito caladinhos.

 

Existem 12 antros de tortura, em Portugal, que é urgente encerrar com vista ao superior interesse das crianças, e não vejo os responsáveis por este departamento mexerem uma palha nesse sentido.

 

É bom que se recorde que o Estado Português tem a obrigação de proteger a criança contra todas as formas de violência, e de tomar medidas positivas para promover os seus direitos, um compromisso que o próprio Estado assumiu ao ratificar a Convenção dos Direitos das Criança, e que de modo algum está a cumprir.

 

Que medidas estão a ser tomadas actualmente para que as crianças até aos 18 anos sejam protegidas da violência e da malignidade das touradas, tanto passiva como activamente?

 

Também não vejo psicólogos, nem psiquiatras, nem sociólogos, nem pediatras a pronunciarem-se sobre esta matéria nas televisões portuguesas.

 

Por que será?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:48

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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

UM CRIME COMETIDO NO SANTUÁRIO MAIOR DO SER HUMANO: O VENTRE DE SUA MÃE

HOJE ESTOU REVOLTADA.

 HOJE VOU DEDICAR AS MINHAS PÁGINAS ÀS CRIANÇAS A QUEM O HOMEM PREDADOR NÃO DEU OPORTUNIDADE PARA CELEBRAREM O DIA DOS NAMORADOS COM FELICIDADE, NUM FUTURO QUE NÃO EXISTIRÁ PARA ELAS

 

Este texto esmagou-me a alma, e a foto, todos os meus sentidos

 

 

É um bebé indefeso como este, que as progenitoras matam no seu próprio ventre, um santuário que devia ser de VIDA e não de MORTE

 

Vale a pena ler

 

«Dois namorados tiveram relações e aos dois meses ela deu-se conta de que estava grávida. Era um rapaz.

 

O papá e a mamã discutiram, creio que foi por minha causa, mas fiquei quietinho.

 

Fevereiro: dei-te um pontapé na barriga. Desculpa-me, mamã! Foi sem querer.

 

A mamã e o papá discutiram novamente, e falaram sobre algo que eu não entendi, de um tal “ABORTO”, se não o papá a deixaria, e a mamã, chorando suplicou-lhe que não o permitiria.

 

Não importa mamã, eu acompanhar-te-ei por toda a vida, por isso Deus me enviou para o teu ventre.

 

Março: a mamã foi ao médico. Pediram-lhe que se deitasse. Senti algo que me puxava o pezito para fora. Disseram-me que já era hora de sair, era hora de ver a minha formosa mamãzinha e acompanhá-la para sempre.

De repente!...

 

Mamãzinha estão a arrancar a minha perninha… mamãzinha, mamãzinha… ajuda-me! Não poderão separar-me de ti… mamãzinhaaaaa amo-teeeeeee e lutarei….

 

Tudo ficou em silêncio. E ouvi o doutor dizer à mina mamã. «Já está pronto, senhora, e acabou-se o seu problema.»

 

Perdoa-me mamã, não sabia que eu era um problema para ti. POR QUE ME

MATASTE MAMÃZINHA? NÃO FAZIAS IDEIA DE QUANTO EU TE AMAVA!»

 

(Poncho Navarro)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:34

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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

HOMENS PREDADORES – EXTERMINADORES IRRACIONAIS

 

Nesta designação estão todos aqueles que maltratam os seres humanos, os seres não humanos e o meio ambiente

 

São uma raça que a Humanidade quer ver em extinção o mais depressa possível

 

(Icarus -  painting by Arie Roon)

 

 

«O homem foi concebido genuíno e foi-lhe atribuída a patente de dominador sobre todas as espécies. Ao longo dos séculos, evoluiu rapidamente, mas no sentido oposto, àquele que lhe fora predestinado.

 

Em pouco tempo, e devido à ganância e ao poder, o homem transformou-se num monstro, um monstro poderoso, que se intromete em todos os habitats, varrendo do planeta, todos os seres vivos, até mesmo aqueles que nem se metem com ele.

 

É o prazer de matar, de aniquilar, de levar ao extermínio, as outras espécies, não olhando a meios, e sem condicionalismos.

 

O homem bebe em demasia, subestima, escraviza e assassina, tudo sem legitimidade, sem razão. O que o classifica de imbecil, medíocre e desprezível.

 

O homem, sem se ter dado conta, produziu a sua própria armadilha, aquela que o exterminará a si próprio e o eliminará da face da terra, por castigo e por ignorância.

 

O homem tem as armadilhas montadas, um pouco por todos os recantos do planeta, elas germinaram e foram erigidas, designadas de armas sofisticadas e altamente devastadoras.

 

Esses homens, esses génios, esses predadores que dominam os povos, que assassinam mulheres e crianças, como quem abate ratos, ou pardais; esses parasitas nem pensam que morrerão também, mais cedo ou mais tarde, eles serão banidos e ninguém mais se lembrará que existiram, ou governaram.

 

No futuro, serão os macacos a dominar, sobre a Humanidade, porque os animais, mostraram até agora, serem mais racionais que o homem.» (Francisco Costa)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:06

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Terça-feira, 31 de Dezembro de 2013

FELIZ ANO 2014!

 

Desejo um BEM-AVENTURADO ano 2014 a todos aqueles que vêm a este lugar verde, da cor dos prados, ler o que muitas vezes não gostam de ler, porque as verdades ditas nua e cruamente doem naqueles que têm a consciência pesada (mas não sabem…) e a todos os que me apoiam nesta minha tentativa de expurgar o mundo de uma pestilência, que esmaga a alma dos mais sensíveis…

 

Que a FARTURA não vos pese…

 

Que a SORTE vos favoreça…

 

Que a SAÚDE seja constante na vossa vida…

 

Que a GENEROSIDADE vos incentive a partilhar…

 

Que a TRANQUILIDADE vos invada o ser… e o EQUILÍBRIO a mente…

 

Que a EMPATIA por todos os outros seres vivos vos enriqueça a existência…

 

E se não puderem salvar o mundo, pelo menos NADA FAÇAM, individualmente, no sentido de o prejudicar…

 

E…

 

PAZ… PAZ… PAZ…

 

LUCIDEZ… LUCIDEZ… LUCIDEZ…

 

PRECISAMOS DELAS… URGENTEMENTE!

 

VEJAM AQUELAS AVES, ALI, A PLANAREM…

 

SIGAMO-LAS…

 

ELAS LEVAR-NOS-ÃO A ESSE LUGAR ONDE ESTÁ A PAZ…

 

E ONDE ESTÁ A PAZ, ESTÁ A LUCIDEZ…

 

E ONDE ESTIVER A LUCIDEZ, ESTARÁ O VERDADEIRO HOMEM…

 

E ONDE ESTIVER O VERDADEIRO HOMEM, ESTARÁ UM FUTURO POSSÍVEL…

 

SEJAMOS RACIONAIS, COMO AS AVES!

 

VÁ!

 

NÃO CUSTA NADA…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:18

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

ESTE É O FUTURO DA TAUROMAQUIA EM TODO O MUNDO

 Não duvidemos, avançamos firmes para a abolição.  

http://bit.ly/DecadenciaDeLaTauromaquia

 

Ilustração de Ángel Boligán

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=528173277279495&set=a.274456972651128.60180.158205074276319&type=1&theater

 

***

E para aqueles que vêm ao meu Blog deixar os seus excrementos verbais nos comentários que fazem relativamente a esta questão, e que serão publicados na devida altura, deixo aqui este recado:

A ABOLIÇÃO DAS TOURADAS ACONTECERÁ QUER QUEIRAM, QUER NÃO QUEIRAM OS AFICIONADOS.

 

A ERA DA ESTUPIDEZ PSICOPATA ACABOU!

 

***

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:52

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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013

«TOURADA, UMA TRADIÇÃO SEM FUTURO»

 

 «Muitas vezes, nós, os defensores da abolição das touradas (em Portugal e no resto do mundo), somos acusados de sermos extremistas. Pois bem, para mim, extremismo é defender um “espectáculo” que junta e atrai pessoas para assistir à morte e humilhação pública de um animal, numa “luta” desigual e cobarde».

 
 

Miguel é licenciado em Animação Turística, apaixonado por música, e tenta encontrar algumas respostas sobre o sentido da vida

 

 

Crónica

 

 

Texto de Miguel Soeiro • 17/10/2013 - 14:50

 

 

 

  

Foto: Reuters

 

«Quem vendeu (e quem comprou) a mentira de que os animais não sofrem e de que não são possuidores de sentimentos, cometeu e disse uma mentira colossal e nada inteligente.

 

E se agora alguém nos agarrasse e privasse da nossa liberdade? E se alguém se apoderasse da nossa vida, como se faz a um mero objecto pessoal, e nos torturasse? E se alguém nos levasse para um ambiente estranho e nos humilhasse, tratando-nos como um corpo sem alma? E se alguém nos matasse, a troco de umas meras palmas, desprovidas de qualquer sentimento de compaixão e de piedade? E se nos fizessem isto tudo em nome de uma tradição sanguinária e sem escrúpulos, cujo nome é conhecido por tourada? Tenho mais uma pergunta: gostariam de estar nesta situação? Eu respondo: não!

 

E os touros? Gostariam de estar nesta situação, ou será que são animais que retiram prazer da dor e, como tal, são sadomasoquistas? Eu volto a responder: não! Pois bem, é deste modo que eu classifico as touradas: uma tradição violenta, medieval e completamente desajustada da “suposta” evolução do homem e das sociedades.

 

Se nós, humanos, seres sencientes, não somos (não somos, não devemos, não podemos…) expostos a actos violentos para fins de lazer, porque é que os outros animais, também eles sencientes, podem estar sujeitos a barbaridades destas? Quem vendeu (e quem comprou) a grande mentira de que os animais não sofrem e de que não são possuidores de sentimentos, cometeu e disse uma mentira colossal e nada inteligente.

 

Apesar de não ser necessário, realizaram-se inúmeras investigações científicas para mostrar àqueles que têm um campo de visão estreito que, de facto, os animais não humanos (neste caso, os touros) são sensíveis à dor, têm sentimentos e, como tal, não devem ser usados e abusados com o intuito de alimentar a maldade interminável de alguns seres humanos.

 

Muitas vezes, nós, os defensores da abolição das touradas (em Portugal e no resto do mundo), somos acusados de sermos extremistas. Pois bem, para mim, extremismo é defender um “espectáculo” que junta e atrai pessoas para assistir à morte e humilhação pública de um animal, numa “luta” desigual e cobarde.

 

E o que dizer de um país que subsidia uma actividade que viola o direito dos animais? Portugal tem centenas de milhares de desempregados, famílias a passar fome, idosos a morrer sozinhos em casa, crianças sem material escolar, artistas (artistas a sério, daqueles que conseguem emocionar as pessoas sem terem de recorrer a uma bandarilha) que não têm trabalho... Torturar um animal é mais importante que tudo isto?

 

Felizmente, cada vez há mais pessoas activas e cientes da decadência e obscuridade desta prática selvagem, ao mesmo tempo que as praças de touros vão estando cada vez mais vazias.

 

É tempo de acabar com este atraso cultural e deixar esta tradição viver apenas nos livros de História. Chega de vitimar touros, cavalos e pessoas em nome de uma prática sem defesa. É hora de darmos as mãos e liquidar toda esta violência gratuita (contra um ser que apenas se limitou a nascer), promovendo uma atitude de respeito pelos outros seres vivos que partilham o universo connosco. Juntos, chegaremos à abolição

 

Fonte:

http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/9625/tourada-uma-tradicao-sem-futuro

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:24

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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