Sábado, 23 de Novembro de 2013

AS TOURADAS VÃO ACABAR EM PORTUGAL, SIMPLESMENTE PORQUE SÃO UM CRIME PERANTE A CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

 

FINALMENTE CONSEGUIR-SE-Á PROVAR O QUE HÁ MUITO SE DIZ POR AQUI:

OS GOVERNANTES REGEM-SE POR LEIS BASTARDAS, IRRACIONAIS E ILEGAIS

 

 

FAZEMOS LEMBRAR A TODOS OS INTERESSADOS, ESSENCIALMENTE AOS SENHORES DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE AS TOURADAS EM PORTUGAL VÃO ACABAR, SIMPLESMENTE PORQUE TEMOS TRÊS LEIS QUE CHOCAM COM UMA OUTRA LEI.

 

ESTÃO A SER REUNIDAS PROVAS INCONTESTÁVEIS DE QUE A TOURADA É CRIME PERANTE A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA.

 

NÃO SERIAM NECESSÁRIAS TAIS PROVAS, BASTARIAM O BOM SENSO E A SENSIBILIDADE.

MAS COMO ESTES VALORES HUMANOS NÃO EXISTEM ENTRE A MAIORIA PARLAMENTAR É NECESSÁRIO PROVAR QUE AS LEIS ESTÃO ERRADAS E O GOVERNO A COMETER UM CRIME GROSSEIRO.

 

E ISSO SERÁ PROVADO BREVEMENTE.

POR ISSO, EXIGIMOS A ABOLIÇÃ
O DAS TOURADAS JÁ!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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Terça-feira, 28 de Maio de 2013

HÁ QUEM CHORE A RIR AO VER A FESTA DOS BRONCOS DA ILHA TERCEIRA

 

Vi. Não chorei a rir. Nem sequer chorei.

 

(Abram o link)

 

 
 

 

Pasmei, apenas. Senti um misto de revolta (por estarem a torturar um animal que não nasceu para divertir bêbados) e de tristeza, por ver que um povo, que pertence ao meu País, ainda é tão primitivo, tão tosco, tão inculto, tão grosseiro…

 

E pior do que isto, não haver ninguém na Ilha Terceira, com inteligência, lucidez, bom senso e poder para pôr fim a algo que deveras desprestigia este povo e esta terra.

 

Que triste tarouquice!


 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:47

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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2013

JOSÉ RIBEIRO E CASTRO NO SEU PIOR

O MARIALVISMO CHEIRA A MOFO, MAS AINDA EXISTE, E PIOR DO QUE EXISTIR, DEAMBULA PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

 

José Ribeiro e Castro

 

Li e pasmei.

 

José Ribeiro e Castro um “deputado” da Nação (CDS/PP) escreveu um texto que esmaga a dignidade dos Portugueses.

 

Como é possível um cidadão que se diz advogado (o que implica ter frequentado uma Universidade), escrever coisas tão primitivas, tão básicas, tão ao nível dos aficionados que não tiveram a oportunidade de se instruírem?

 

Como é possível????

 

***

 

Por José Ribeiro e Castro

 

"Eu compreendo perfeitamente que haja quem não goste de corridas de touros. Respeito isso.
 
Não compreendo, nem aceito a mobilização para as proibir. Compreendo que não se entenda o que se passa numa corrida e que não se consiga ver, nem perceber a beleza que atrai os aficionados. Mas já não compreendo que se insulte o que não se entende.»

 

***

 

(VEJA-SE AQUI A "BELEZA" QUE ATRAI OS AFICIONADOS)

 

 

 

 

(SENHOR “DEPUTADO”, NA VERDADE, ISTO NADA TEM A VER COM “ESTUDOS SUPERIORES”. TEM A VER COM SENSIBILIDADE E BOM SENSO, ALGO QUE NÃO SE APRENDE EM LADO NENHUM. OU SE TEM OU NÃO SE TEM.

 

POR ISSO, O SENHOR “DEPUTADO” NÃO SABE QUE A TOURADA NÃO É UMA QUESTÃO DE “GOSTO”.

 

A TOURADA É UMA QUESTÃO DE ÉTICA E DE HUMANISMO, MAS TAMBÉM UMA QUESTÃO POLÍTICA E DE INTERESSES ECONÓMICOS MUITO DUVIDOSOS E OBSCUROS

 

POR ISSO, O SENHOR “DEPUTADO” NÃO COMPREENDE QUE SE LUTE PELA ABOLIÇÃO DESTA ABERRAÇÃO. COMO PODERIA COMPREENDER?

 

O QUE INTERESSA, NESTE JOGO TÉTRICO, NÃO É O SER (VIVO) É O TER (NO BOLSO).

 

***

 

«Quem não gosta de touradas pode, ao menos, ter o mínimo de objectividade e de respeito pelas outras pessoas, para ver e reconhecer que aqueles que gostam e estão a assistir não são "bárbaros", nem "selvagens", nem "sádicos".»

 

(SENHOR “DEPUTADO” TODOS AQUELES QUE GOSTAM DE ASSISTIR E APLAUDIR A TORTURA DE SERES VIVOS, SÃO PSICOPATAS, SÁDICOS, BÁRBAROS E MAUS SELVAGENS (PORQUE HÁ OS BONS SELVAGENS, QUE NÃO MALTRATAM ANIMAIS NÃO HUMANOS.

 

TUDO ISTO ESTÁ COMPROVADO CIENTIFICAMENTE. O SENHOR “DEPUTADO” DEMONSTRA SER UMA PESSOA QUE NÃO LÊ. ALIÁS NENHUM AFICIONADO LÊ O QUE NÃO LHE INTERESSA LER, O QUE É MUITO LAMENTÁVEL).

 

***

«Mas apenas pessoas que gostam de touradas, que gostam do bailado a galope do cavalo e cavaleiro, que gostam das sortes e suas surpresas, que gostam da bravura e raça do toiro, que gostam da coragem e garbo dos forcados, que gostam do bailado à beira do absoluto risco do toureio a pé, que gostam da cor, da música, do cheiro, da emoção, da incerteza, do ambiente, da festa.»

 

***

 

(VEJA-SE AQUI O BAILADO A GALOPE, DO CAVALO E DO CAVALEIRO (…) A BRAVURA E RAÇA DO TOURO QUE NÃO TEM COMO FUGIR DA TORTURA, A “CORAGEM”, OU MAIS JUSTAMENTE, A «GRANDE COVARDIA” DOS FORCADOS; VEJAM O “BAILADO” DO TORCIONÁRIO; E COMO É BELA A MÚSICA, E BOM O CHEIRO (A URINA, A BOSTA, A SUOR, A ÁLCOOL); VEJAM A EMOÇÃO, A INCERTEZA, O AMBIENTE MACABRO E BOÇAL DA FESTA DO SANGUE E DA TORTURA.

 

 

 

 

É DISTO QUE GOSTAM OS AFICIONADOS? E NÃO SÃO SÁDICOS?...  O QUE SERÃO ENTÃO? SANTINHOS?

 

ONDE FICA O SOFRIMENTO DO ANIMAL? NÃO INTERESSA? POIS! OS CARNICEIROS NÃO SE INTERESSAM PELO SOFRIMENTO DOS ANIMAIS QUE TORTURAM POR PRAZER).  

 

 ***

 

 

«A mobilização para a proibição das touradas radica na ideia de que é legítimo impor uma ditadura do gosto ou uma tirania da sensibilidade oficial. Não é. 
 
Aqueles que se auto-defendem afirmando tradições a que pertencem e que continuam protegem e afirmam alguns dos bens mais preciosos de qualquer civilização e sociedade: Liberdade e Cultura.»
 

***

 

(DITADURA IMPÕEM OS DEPUTADOS QUE NÃO EVOLUÍRAM. PARARAM NA IDADE MÉDIA E AGEM COMO “SENHORES FEUDAIS”.

 

“TIRANIA DA SENSIBILIDADE”? COMO OUSA FALAR EM SENSIBILIDADE, SE APLAUDE A TORTURA?  

 

COMO OUSA FALAR EM “CIVILIZAÇÃO” SE PROMOVE A BARBÁRIE?

 

COMO OUSA FALAR EM “LIBERDADE E CULTURA” SE É ADEPTO DA OPRESSÃO DE SERES VIVOS E É CÚMPLICE DA INCULTURA?

 

O SEU “DISCURSO” FAZ-ME LEMBRAR OS DOS “SENHORES DE ESCRAVOS”, QUANDO SE LUTAVA PELA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA.

 

A ESCRAVATURA TAMBÉM NÃO ERA UMA QUESTÃO DE “GOSTO”: ERA UMA QUESTÃO DE ÉTICA E DE HUMANISMO, MAS TAMBÉM UMA QUESTÃO POLÍTICA E DE INTERESSES ECONÓMICOS DUVIDOSOS E OBSCUROS).

 

***

 

«A "gente dos toiros" pertence ao mundo rural. E é justamente no mundo rural (ou no mar) que a relação entre homem e animal é mais pura e genuína, mais próxima e mais amiga, mais natural e mais livre.»
 

***

 

(GRANDE AMIZADE VAI POR AÍ, ENTRE O “HOMEM” E O ANIMAL, QUANDO SE TORTURA UM SER VIVO PARA DIVERSÃO ATÉ O DEIXAR À BEIRA DA MORTE, DEPOIS DE UM SOFRIMENTO LONGO E ATERRADOR. QUANTA INSENSATEZ, SENHOR “DEPUTADO”! TEM AO MENOS A NOÇÃO DO DISPARATE QUE PROFERIU?)

 

***

 

«O modo como as comunidades humanas se relacionam com os animais não é uniforme em todo o mundo e varia com latitudes e longitudes. Varia também com os animais. Isso faz parte da própria cultura dos povos, que são diferentes: os povos e as culturas.


 

 

É um absurdo querer impor um padrão único. E é um abuso confundir e equiparar o sofrimento humano com "sofrimento animal". Isso levar-nos-ia a extremos caricatos - quanto à pesca, à gastronomia, à criação animal para alimentação, àquilo que fazemos a espécies animais que, na nossa cultura, degradamos, como répteis ou insectos.»
 

***


(NÓS NÃO ESTAMOS NA POLINÉSIA. NÓS ESTAMOS NA EUROPA. NÃO VIVEMOS NA SELVA. PRETENDEMOS SER UM PAÍS CIVILIZADO. MAS DEPUTADOS COMO O SENHOR NÃO O PERMITEM.

COMO É POSSÍVEL DEMONSTRAR TANTA IGNORÂNCIA EM RELAÇÃO AOS ANIMAIS?

 

NÃO SABE O QUE É UM ANIMAL?

 

NUNCA ESTUDOU BIOLOGIA?  

 

 ***

 

«As corridas de toiros marcam a relação homem/toiro no modo próprio das culturas que as criaram e desenvolveram. O direito e a liberdade de as realizar e continuar merecem ser afirmados. São actos de Liberdade e de Cultura.»

 

***

 

O QUE SÃO “ACTOS DE LIBERDADE E DE CULTURA”?   A TORTURA E O SOFRIMENTO DE SERES VIVOS? NÃO ENVERGONHE O POVO PORTUGUÊS COM A SUA FALTA DE CULTURA E DE SENSIBILIDADE, SENHOR “DEPUTADO”!

 

***

 

«Dois comentários adicionais apenas.

 

(1) Quando associo as corridas de toiros a mundo rural, estou totalmente consciente de que há muita gente urbana que as aprecia e segue.

 

(2) O erro básico de muitos dos ataques contra as touradas é assumir que correspondem a "o ser humano poder retirar prazer do sofrimento de um animal". As touradas não têm nada a ver com isso. São outra coisa.

 

Nem é isso que toureiros, cavaleiros e forcados fazem, nem é isso que o público aficionado está a ver. Compreendendo embora quem não gosta, a verdade é que olhar assim as touradas é o mesmo que olhar o futebol apenas pelas sarrafadas, caneladas, rasteiras e cotoveladas que acontecem. Chega a haver pernas partidas e lesões gravíssimas. Mas o futebol não é isso.»
 
 

 ***

 

(AS TOURADAS NÃO TÊM NADA A VER COM O SOFRIMENTO DOS ANIMAIS? NÃO? AS TOURADAS SÃO “OUTRA COISA”? QUE COISA?

 

NÃO É ISSO QUE OS TORCIONÁRIOS, CAVALEIROS E FORCADOS FAZEM? NEM É ISSO QUE O PÚBLICO AFICIONADO ESTÁ A VER? 
 
ENTÃO O QUE É, SENHOR “DEPUTADO”?

 

O QUE É QUE OS AFICIONADOS VÊEM AQUI?

 

 

 

(VÊEM O BAILADO DO «LAGO DOS CISNES»? E O LÍQUIDO VERMELHO QUE ESCORRE DOS TOUROS E DOS CAVALOS É SUMO DE TOMATE?

E POR FAVOR, NÃO FAÇA COMPARAÇÕES COM O FUTEBOL. NO FUTEBOL TODOS OS INTERVENIENTES ESTÃO LÁ POR VONTADE PRÓPRIA. NA TOURADA, OS TOUROS VÃO PARA A ARENA À FORÇA DA TORTURA A QUE SÃO SUBMETIDOS ANTES. E NEM SEQUER LHES DÃO A HIPÓTESE DE FUGIR. 


TENHA VERGONHA E DEMITA-SE.


O SENHOR NÃO SERVE PARA SER DEPUTADO DA NAÇÃO PORTUGUESA!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=154438257984204&id=127437908871

 

(Para memória futura: este texto foi enviado a José Ribeiro e Castro)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:59

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Sexta-feira, 6 de Julho de 2012

«A TOURADA E O BOM SENSO» - DUAS PALAVRAS QUE SÃO COMO A ÁGUA E O AZEITE, NÃO CONSEGUEM UNIR-SE...

 

 

O QUE É O CASO DOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

 

Vou aqui transcrever um texto do Daniel Oliveira, que muito me decepcionou (os sublinhados são meus).

 

Não podemos pretender BOM SENSO quando a TORTURA DE UM SER VIVO PARA DIVERSÃO está em causa.

 

Isto é algo que CUSTA A ENTRAR APENAS NOS CÉREBROS QUE NÃO EVOLUÍRAM.

 

A TORTURA jamais PODE ESTAR NA BERLINDA e ser conotada com CULTURA ou com IDENTIDADE. JAMAIS.

 

Os autarcas, normalmente senhores doutores e engenheiros, deveriam ser os primeiros a dar o exemplo de BOM SENSO. E são os PIORES.

 

A única solução inteligente para esta questão é a ABOLIÇÃO TOTAL DE ESPECTÁCULOS QUE SACRIFIQUEM ANIMAIS NÃO HUMANOS. Faz parte da MORAL e da ÉTICA HUMANAS.

 

Sacrificam-se Touros e Cavalos em nome de um deus menor, chamado DINHEIRO, a única mola mestra que move este ritual sanguinário, que os nossos governantes promovem.

 

Daniel Oliveira, não há debate possível, nem soluções equilibradas quando se trata da VIDA, um valor absoluto, comum a todos os ANIMAIS HUMANOS E NÃO HUMANOS.

 

Ou se é pela VIDA ou se é pela MORTE.

 

A MORIBUNDEZ não existe.

 

Fique com os meus pêsames.

 

***

 

«A TOURADA E O BOM SENSO»

 

Por DANIEL OLIVEIRA

 

Não vou aqui, mais uma vez, discutir o que penso da tourada, do que ela significa para as culturas raianas e do sul do País e que têm na relação com o touro um elemento fundamental da sua identidade. O debate fica quase sempre demasiado quente e irracional para ser produtivo.

 

O Bloco do Esquerda (pela mão de Catarina Martins, uma das deputadas que mais respeito pelo excelente trabalho que tem feito na área da cultura) e os "Verdes" propuseram a proibição da transmissão de tourada na RTP e o fim dos apoios públicos - de autarquias incluídas, imagino eu - aos espetáculos tauromáquicos. Discordo. E a minha discordância é independente do que penso sobre a tourada que, como já escrevi mais do que uma vez, é diferente da posição destes dois partidos. A minha discordância tem a ver com a forma como penso que devem ser dirigidos os serviços do Estado.

 

Primeiro: não penso que a programação da RTP deva ser determinada, avulso, pelo Parlamento. Cabe ao poder político definir objetivos genéricos para o que deve ser o serviço público de televisão e criar novas regras para a nomeação do conselho de administração da rádio e televisão do Estado. Como, aliás, o Bloco de Esquerda tem defendido. Ir enxertando na lei da televisão esta e aquela proibição (ou ir alargando proibições que já existem), esta e aquela recomendação, é um mau princípio legislativo que vai contra as posições que o próprio Bloco de Esquerda tem defendido para a autonomia da RTP face ao poder político.

 

Segundo: deve o poder local manter uma relação próxima com as suas populações. É impensável que as câmaras municipais de Barrancos ou de Vila Franca de Xira, só para pegar em dois exemplos, não se envolvam nas principais festas locais. Qualquer lei que assim o determinasse seria naturalmente contornada por estas autarquias. Porque a uma lei não bastam as suas intenções. É preciso que seja minimamente aceitável para a maioria da população a que se aplica.


Quem, por forte convicção, quer acabar com a tourada - demanda que não acompanho, mas aceito como legítima - tem de seguir um caminho mais difícil, mas mais seguro: o do confronto cultural. Qualquer lei que a proíba, diretamente ou através de outro tipo de constrangimentos - de divulgação ou financiamento -, está condenada ao fracasso enquanto para partes significativas da população de algumas regiões do País a tourada faça parte da sua identidade cultural.

 

A França, ao que sei, encontrou uma solução inteligente: tem legislação específica para o sul do país, onde a tourada está fortemente enraizada. Parece-me um compromisso aceitável.

 

Escrito isto, acho lamentável que o debate sobre este assunto acabe quase sempre, como acabou numa recente audição pública promovida pelo Bloco de Esquerda (por comportamento desrespeitoso dos defensores da tourada), em insultos. Nem a tourada pode, como já vi num inenarrável anúncio de um movimento de defesa dos animais, ser comparada a maus-tratos a mulheres praticados em alguns países, nem as propostas do Bloco de Esquerda e dos "Verdes" são "fascistas", como disse uma associação de aficionados. Com um debate um pouco mais sereno sobre este assunto poderiam ser encontradas soluções equilibradas. Ainda não parece ter chegado esse momento.

 

Nota final: o único argumento que nunca aceito é o de que "há outros assuntos mais importantes". A natureza deu aos humanos a capacidade de se preocuparem e resolverem vários os problemas ao mesmo tempo. A crise não suspende toda a realidade que exista para além dela.


 http://expresso.sapo.pt/a-tourada-e-o-bom-senso=f737392#ixzz1zqcBekmT

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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