Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

EM JEITO DE CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO ANTÓNIO COSTA

 

Senhor Primeiro-Ministro, acabar com a selvajaria tauromáquica em Portugal é um acto de civilidade que os Portugueses esperam de um Partido Socialista progressista.

Para retrógrados já bastaram os outros, não é verdade?

Não foi para continuar com uma política da direita que o Governo virou à esquerda

Derrubar um muro velho de 40 anos, eu diria um muro tão velho quanto a República Portuguesa, é a meta… Então há que meter mãos à obra…

 

DEBATE.jpg

Origem da imagem (onde também se lê em Bom Português) http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/costa_nao_quisemos_abrir_uma_nova_trincheira_de_confrontacao.htm

 

No primeiro debate na Assembleia da República sobre o programa do Governo, André Silva, deputado do PAN apelou à "revisão do plano nacional das barragens" e fez outro pedido que é uma das bandeiras do PAN: a proibição de espectáculos com animais e das actividades tauromáquicas, ao solicitar através da atribuição de competências aos municípios.

 

Em resposta ao deputado do PAN, o Senhor Primeiro-Ministro, defendeu que em relação às touradas, a "melhor forma não é estipular uma regra nacional e sim a aposta na democracia local, através da atribuição competências aos municípios, abrindo-se a porta para que os cidadãos dos municípios possam decidir, por exemplo, por via de um referendo local».

 

O senhor Dr. António Costa entendeu que devem ser os municípios a decidir, autonomamente, pelo fim das touradas ou de outros espectáculos que envolvam animais, discordando da fixação de uma regra nacional para este assunto.

 

«Só assim respondemos ao que devemos salvaguardar: por um lado a preservação e o reforço do bem-estar animal e, por outro lado, conter e respeitar as tradições nos espaços onde têm uma densidade que justifica que, democraticamente, esses municípios entendam que as devem prosseguir» concluiu.

 

Tradições”, Senhor Primeiro-Ministro?

 

A selvajaria tauromáquica é um costume bárbaro, não é uma tradição, e já devia estar abolido há muito, pois o tempo das trevas e da ignorância já há muito que ficou para trás.

 

Hoje, todos nós sabemos que um Touro é um animal mamífero, um bovino, um ser senciente, não é feito de pau e sumo de tomate, como se pensava e os aficionados ainda pensam em 2015 d. C., e sofre tanto ou mais do que o Senhor Primeiro-Ministro sofreria se lhe espetassem bandarilhas nas costas.

 

É que se lhe fizerem isso, será levado imediatamente para uma clínica privada, onde será tratado com tudo e mais alguma coisa.

 

Os Touros, não. Os Touros são torturados na arena, deixam-nos moribundos, a sofrer atrozmente, retalhados por dentro e por fora, a sangrar através dos rasgões que lhes abrem na carne, e assim ficam, a agonizar lentamente, um ou mais dias (porque a lei não é cumprida).

 

E a isto chama-se CRUELDADE.

E a isto também se chama OBSCURANTISMO.

 

E o Partido Socialista português, um partido progressista, não quererá passar por ser um partido retrógrado, igual aos da coligação, cujo governo tão habilmente conseguiu derrubar.

 

Faça a diferença.Por favor.

 

Se conseguiu derrubar um Governo em quem, bem ou mal, o povo votou (porque isto de um povo que não sabe distinguir cores partidárias de competências governativas tem muito que se lhe diga) conseguirá, com certeza, derrubar também habilmente este muro da vergonha que é a tortura de seres vivos, para divertir um povinho que ainda não evoluiu e acredita nos tais Touros e Cavalos feitos de pau e sumo de tomate.

 

Francamente, isto não é coisa de socialistas progressistas.

 

Tenho a certeza de que Vossa Excelência irá ter em conta todas estas considerações e ficará para a História, não como um carrasco, mas como aquele que aboliu a selvajaria tauromáquica em Portugal. O timoneiro de uma evolução que se aguarda há muito.

 

Quanta honra, Senhor Primeiro-Ministro António Costa.

Quanta Honra!

 

E já agora…

… aproveito a oportunidade, para solicitar a revogação do Acordo Ortográfico de 1990, que está a transformar a Língua Portuguesa numa treta… sem eira nem beira…

 

(Afinal, a selvajariua tauromáquica e o AO/1990 são as minhas duas grandes “guerras” aCtualmente).

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:58

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL E NO MUNDO

 

ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo

 

Enterrartouradas.org

 

ENTERRAR TOURADAS.png

 

http://enterrartouradas.org/index.html

 

https://www.facebook.com/enterrartouradas

 

 

ASSINE E DIVULGUE:

Proibição de subsídios públicos a actividades tauromáquicas

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070

 

Proibição da assistência e trabalho de menores em espectáculos tauromáquicos

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72071

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 13:59

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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014

BAIÃO CLASSIFICADA ABAIXO DE LIXO POR PERMITIR NO SEU TERRITÓRIO A SELVAJARIA DA TORTURA DE BOVINOS

 

BASTA! TOLERÂNCIA ZERO PARA ESTAS AUTARQUIAS QUE SE VERGAM A UM LOBBY INFECTADO COM A PEÇONHA DA CRUELDADE.

 

Que pobreza moral! Que baixeza de espírito!

Que perversidade!

 

 

 

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BAIÃO, JOSÉ LUÍS CARNEIRO

CC/

Exmo. Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Baião, José Fernando Silva

Exmos. Senhores Deputados à Assembleia Municipal de Baião

 

Está a ser anunciada para o dia 23 de Agosto, em Baião mais uma iniciativa que prima por uma IGNÓBIL SELVAJARIA, apesar do FIASCO das anteriores.

 

Vossas Excelências, como autarcas, deveriam saber que a tauromaquia é uma prática cruel e obsoleta que tem suscitado enorme repúdio e indignação na sociedade civil portuguesa e mundial.

 

TORTURAR seres vivos inofensivos, indefesos, inocentes e sensíveis em nome de uma diversão patética, incivilizada, patológica, não é próprio de sociedades evoluídas e ENVERGONHA a esmagadora maioria dos portugueses face a uma Europa que já se DISTANCIOU há muito (excepto três tristes países ainda mergulhados nas trevas medievais – Portugal, Espanha e França) destas práticas bárbaras, que causam um ATROZ sofrimento a seres sencientes, com um ADN semelhante ao humano.

 

Todos sabemos que a tauromaquia está em franco declínio – mesmo nos locais onde esta prática é usual, as praças tem cada vez menos espectadores (inclusive a praça de touros do campo pequeno (ex-libris da tauromaquia e a nódoa negra de Lisboa) a qual se encontra em situação de insolvência.

 

Como consequência desse declínio, a indústria tauromáquica tem vindo a tentar implementar estas práticas imbecis em locais que não têm qualquer tradição de touradas (ou se tiveram abandonaram-nas por motivos óbvios, ou seja EVOLUÇÃO), mas onde existem autarcas vergáveis às INVESTIDAS dos bárbaros, acabando por acolher estas práticas cruéis.

 

Todos sabemos que a tauromaquia só subsiste, nos dias de hoje, graças a apoios do Estado, quer através do poder central, quer através das autarquias, algumas endividadas e com populações em situações de carências várias, o que causa nos cidadãos, munícipes e contribuintes, a mais veemente indignação.

 

As autarquias, por se encontrarem numa situação vantajosa de proximidade das populações, têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais civilizada, evoluída e distante de práticas que deveriam ter ficado no passado, e os executivos municipais têm por obrigação associar-se a eventos que promovam a evolução das pessoas e das regiões, ligando o seu nome a práticas positivas e construtivas de avanço civilizacional que o século XXI impõe.

 

Assim, junto-me a tantos outros nesta solicitação à Câmara Municipal, para que não licencie e se demarque de todas as actividades tauromáquicas no concelho de Baião, incluindo oferta de recordações aos intervenientes nesta prática sórdida e o fim imediato da atribuição de quaisquer verbas públicas para este tipo de condutas que infligem sofrimento a animais não humanos indefesos, inocentes e sencientes.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:37

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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014

LISBOA É A PREFERIDA PARA MORAR, VISITAR E INVESTIR

 

Braga surge na terceira posição como uma das cidades preferidas dos investidores estrangeiros. O Algarve e a Madeira conquistam posições com o turismo e o centro é o preferido para morar.

 

Na cauda deste ranking estão os Açores e o Alentejo. ***

 

 

O campo pequeno é a nódoa negra que caiu no melhor pano: a cidade de Lisboa… onde ainda se mantém a actividade bárbara tauromáquica… Neste campo pequeno pratica-se tortura gratuita, para divertir sádicos. Lisboa não será a cidade perfeita… Sabemos que os turistas não põem os pés neste antro… Mas não será chegado o momento de expurgar esta nódoa da cidade, Senhor Presidente da Câmara, Dr. António Costa, elevando Lisboa a cidade anti-taurina, e acabando com esta vergonha, num recinto que poderia ser limpo, e não é? Lisboa merece.(I.A.F.)

 

Lisboa é a cidade portuguesa preferida dos turistas, investidores e residentes. É a conclusão do primeiro ranking da marca cidade, feito pela Bloom Consulting, que analisa os 308 municípios portugueses.

 

O Porto lidera a região norte, que coloca no topo da lista mais seis municípios, entre eles Braga e o “cluster” ou rede de cidades composta por Guimarães, Viana do Castelo, Maia e Matosinhos.

 

A Madeira demarca-se do Algarve ao apresentar o Funchal como a segunda melhor cidade do país para visitar.

 

No entanto, a região algarvia coloca cinco municípios no top 10, na categoria turismo: Faro é o mais bem posicionado, na combinação viver, visitar e investir. Albufeira lidera nas estadias.

 

No que diz respeito ao investimento, Braga surge em terceiro lugar e Oeiras em quarto, como as cidades preferidas dos investidores, logo atrás de Lisboa e Porto, explica Filipe Roquette, director geral da Bloom Consulting em Portugal, a consultora responsável por este ranking.

 

O estudo mede a eficácia dos 308 municípios portugueses em três vertentes: atracção de investidores, turistas e residentes. Trata-se de uma análise que tem por base dados reais e não estudos de opinião.

 

A consultora chega assim à marca país ou região, que representa um activo, que pode mudar de ano para ano. Informação para todo o tipo de públicos, desde governo a empresas, passando por académicos e profissionais. Este foi apenas o primeiro ranking dos 308 municípios, Filipe Roquette garante que haverá mais.

 

Este estudo avalia o impacto das estratégias políticas, de urbanismo e de promoção de cada município e identifica ainda as potencialidades e fragilidades de cada um. Cabe agora aos municípios usarem da melhor forma esta informação para melhorarem as respectivas posições.

 

Bloom Consulting analisa anualmente 220 países e lança agora em Portugal aquele que diz ser o ranking mais completo e detalhado já feito no país, com todos os 308 municípios.

Fonte:

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=138632

 

***

*** Na cauda deste ranking estão os Açores e o Alentejo.

Açorianos, alentejanos…conseguem aperceber-se porquê estão na cauda?

 

Muito atraso de vida. Nenhuma cultura. Demasiadas actividades tauromáquicas. Recusa de evolução.

 

Duas belas regiões no que respeita a paisagem, e no entanto rejeitadas por turistas e investidores…

 

Governo Regional dos Açores… isto não vos diz nada?

Terrinhas atrasadas do Alentejo… isto não vos diz nada?

EVOLUAM!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:54

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Domingo, 19 de Janeiro de 2014

AS TOURADAS JÁ ESTÃO MORTAS. SÓ TEMOS DE AS ENTERRAR! (FUNERAL)

 

(Origem da foto) https://www.facebook.com/photo.php?fbid=231716000344510&set=gm.1380291515543220&type=1&theater

 

Vamos assinar.

 

Levar crianças a ver espectáculos de tortura e sofrimento animal é crime, tanto moral como promover o sofrimento de seres sencientes.

 

Proibição da Assistência e Trabalho de Menores em Espectáculos Tauromáquicos

 

«Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,

 

Excelência,

 

Venho pedir a atenção de V. Exa. para o seguinte:

 

Nos termos do artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada pelo Estado Português em 21 de Setembro de 1990, "criança é todo o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos termos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo";

 

Nos termos do n.º 1 do art.º 32.º Artigo 1 "Os Estados Partes reconhecem à criança o direito de ser protegida contra a exploração económica ou a sujeição a trabalhos perigosos ou capazes de comprometer a sua educação, prejudicar a sua saúde ou o seu desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social".

 

Tendo em conta os dois pontos acima, entendo que a realização de espectáculos tauromáquicos com menores de idade não respeita o direito das crianças que neles intervêm de serem protegidas, se não contra a exploração económica, pelo menos contra a "sujeição de trabalhos perigosos ou capazes de comprometer a sua educação, prejudicar a sua saúde ou o seu desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social", não só porque a criança em causa enfrenta animais com um porte e força superiores à sua, em cujo grau de perigosidade para a criança em causa é extremo -, mas também porque, segundo defendem diversos especialistas de psicologia clínica, psiquiatria e psicologia infantil, a exposição de crianças a touradas pode comprometer, justamente, o seu "desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social".

 

Importa, a este propósito, salientar que é consideravelmente consensual, entre psicólogos clínicos, psicólogos da educação, psicólogos infantis e pedopsiquiatras, que a exposição de crianças a touradas, não só ao vivo mas também quando são transmitidas na televisão, prejudica o seu desenvolvimento harmonioso, nomeadamente pela contradição que a exposição destas a espectáculos tauromáquicos encerra - uma vez que em tudo contrasta com as mensagens educacionais de que as crianças são especiais destinatárias, incluindo na sua formação escolar. Ora, tendo as crianças uma capacidade de pensamento crítico evidentemente ainda pouco desenvolvida, poderão percepcionar a violência exercida contra animais em touradas como sendo normal, banal, aceitável e até vista como uma acção heróica, tendo em conta o modo como essa mesma acção diverte e entusiasma os espectadores, o que, para indivíduos altamente impressionáveis como são as crianças, poderá levá-las a associar a inflicção de lesões e o sangramento de animais a algo de lúdico e heróico, tendo essa situação um perigoso potencial de perda de capacidade de empatia das crianças face ao sofrimento dos outros - de animais e de humanos.

 

Assim, um processo de aprendizagem no qual o exercício de violência contra animais - que, independentemente de estar inserido numa prática passível de ser reconhecida como cultural, envolve um agente que não tem ainda maturidade intelectual e moral para fazer uma análise crítica dos seus actos e daquilo que lhe é ensinado e permitido fazer - é ensinado a crianças, por acção ou omissão, como algo de aceitável, belo e até heróico.

 

E tal é, claramente, susceptível de comprometer o "desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social" das crianças que se encontram nesta situação.

 

Salienta-se também, ainda a propósito desta Convenção, que é ainda estabelecido, no n.º 2 do referido artigo deste diploma, que "Os Estados Partes tomam medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas para assegurar a aplicação deste artigo. Para esse efeito, e tendo em conta as disposições relevantes de outros instrumentos jurídicos internacionais, os Estados Partes devem, nomeadamente: a) Fixar uma idade mínima ou idades mínimas para a admissão a um emprego; b) Adoptar regulamentos próprios relativos à duração e às condições de trabalho; e c) Prever penas ou outras sanções adequadas para assegurar uma efectiva aplicação deste artigo".

 

O Estado Português tomou, de facto, estas medidas legislativas, nomeadamente através das normas que estabeleceu em legislação laboral, tendo-o feito mais particularmente na parte da mesma legislação referente à participação de menores em espectáculos.

 

Apesar de a Associação ANIMAL, autora da petição que ora subscrevo, ser uma organização de protecção dos animais - pelo que, resulta evidente, se opõe a todo e qualquer espectáculo tauromáquico, seja ele de que natureza for -, a verdade é que a move, evidentemente, também elementares preocupações com os direitos humanos (sendo os direitos dos animais uma decorrência dos mesmos princípios morais que consubstanciam o edifício ético dos direitos humanos), nomeadamente com os direitos das crianças, que são seres particularmente indefesos, que precisam que a sociedade se ocupe especialmente da defesa dos seus interesses.

 

É, neste sentido, que considero ser a todos os títulos reprovável e preocupante a intenção de colocar menores a confrontarem-se com um animal ou a serem sujeitos a assistir a um espectáculo onde um animal é sangrado e torturado, independentemente de esta ser a cultura apreciada pelos seus pais e familiares.

 

A legislação que ora vigora permite que crianças a partir dos 6 anos assistam a espectáculos tauromáquicos, mas não permite que assistam, por exemplo, a exercícios de ficção (filmes) considerados violentos (envolvendo sangue e maus tratos).

 

Posto isto, venho humildemente pedir a V. Exa. se digne a proceder no sentido de o Parlamento Português legislar de forma firme e justa que impeça as crianças de serem sujeitas a exercícios de violência contra animais, seja sob a forma de visionamento ou de "trabalho", ajudando assim a impedir que estas desenvolvam uma dessensibilização aos maus tratos a animais e contribuindo para o progresso moral, civilizacional e educacional do país.

 

Confiando que a minha mensagem terá a atenção e análise devidas da parte de V. Exa., despeço-me,

 

Muito respeitosamente,

 

De V. Exa.»

 

PETIÇÃO:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72071

 

***

TOURADAS NÃO OBRIGADO!

 

Proibição de Subsídios Públicos às Actividades Tauromáquicas:

 

«Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,

 

Excelência,

 

De acordo com o publicado em Diário da República em 21/03/2012 abaixo transcrito - e, apenas a título de exemplo -, só no ano de 2011 o IFAP atribuiu subsídios no valor de € 9.823.004,34 às empresas e membros de famílias ligadas à tauromaquia. De acordo com a mesma fonte, os valores entre os anos de 2006 e 2010 ascenderam a 31.243.390,52 € em subsídios do IFAP. Estes são apenas exemplos que trago a V. Exa. mas que se multiplicam a cada ano que passa, independentemente do cenário de forte crise económica que o país atravessa.

 

É, com profunda indignação que verifico que, anualmente, muitas Câmaras Municipais do meu país oferecem subsídios para eventos tauromáquicos, quando, infelizmente, muitos dos meus concidadãos estão numa situação de desemprego, precariedade e até mesmo fome, incluindo crianças e idosos que não têm apoios sequer para as necessidades básicas. Se uma parte dos meus impostos fosse utilizada para apoiar estas pessoas carenciadas seria muito bem aplicada, mas, o que não posso aceitar é que parte do meu dinheiro seja aplicada numa actividade que apenas satisfaz uma decadente minoria do povo português, e que consiste em seviciar animais. Essa é uma actividade cruel contra a qual me oponho veementemente e para a qual não quero contribuir de forma alguma.

 

Assim, e enquanto contribuinte deste país, venho pedir a V. Exa. se digne diligenciar no sentido de que o Parlamento legisle pelo fim dos subsídios e apoios públicos a qualquer actividade tauromáquica.

 

Na crença de que V. Exa. dará a merecida atenção ao meu pedido,

 

Despeço-me,

 

Muito respeitosamente,

 

De V. Exa.,»

 

PETIÇÃO:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070

***

As touradas já estão mortas.

Vamos assinar as petições para acabar com este flagelo.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/events/1380291468876558/?previousaction=join&ref_newsfeed_story_type=regular&source=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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