Isto só pode ser anedota, e daquelas de muito mau gosto, que expõe ao ridículo quem as “conta”.
Dois casinhotos de tortura, mal-amanhados, património histórico?
Só se for para alucinados que vêm neles, Palácios.
Ao que chega a alienação mental dos tauricidas!
A de Vila Nova da Barquinha
A da Chamusca
Por PRÓTOURO
«A NERSANT – Associação Empresarial de Santarém, lançou uma iniciativa, que visa distinguir as maravilhas que existem nos vários concelhos do Médio Tejo como forma de potenciar o turismo da região.
As categorias a concurso são Património Histórico Edificado, Património Cultural, Património Natural e Gastronomia.
Na categoria Património Histórico Edificado, candidatam-se duas praças de touros:
Candidatar estes dois mamarrachos arquitectónicos como património histórico é de bradar aos céus. Desde quando é que um antro de tortura pode ser considerado património histórico!!!
Prótouro
Pelos touros em liberdade»
Fonte:
http://protouro.wordpress.com/2013/10/10/pracas-de-touros-candidatas-a-patrimonio-historico/comment-page-1/#comment-1871
De Ricardo Horta a 10 de Outubro de 2013 às 12:06
Os pelourinhos não são também património histórico? Os instrumentos de tortura da Inquisição? Não sejamos radicais ao ponto de isso nos toldar o discernimento...
Quem é que aqui está a ser radical?
Os pelourinhos e os instrumentos de tortura da inquisição e o campo de concentração de Auschwitz e o Coliseu de Roma e muitos outros ficaram na história apenas como MEMÓRIAS de tempos primitivos que não queremos que voltem. Não são património histórico. O património histórico dignifica a humanidade, como por exemplo o Mosteiro da Batalha, o de Alcobaça, o dos Jerónimos, só para falar de alguma coisa mais elevada.
Os campos da tortura e da morte poderão ficar um ou outro (como o Coliseu de Roma) para recordar ao mundo que ali se praticou o ECOCÍDIO, de MÁ MEMÓRIA.
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