Comentários:
De Francisco Reis a 20 de Setembro de 2013 às 17:37
Oh minha senhora, não me interessa os outros países! Apresente-me imagens assim em Portugal!
De Isabel A. Ferreira a 20 de Setembro de 2013 às 17:58
Ó meu senhor, os aficionados e tauricidas e torcionários são iguais em todo o lado.

E esta imagem é de Portugal, porque em Espanha não há touradas à corda. É o que a imagem significa: em Espanha é diferente. Não estraçalham um Touro contra um poste, mas esburacam-nos com lanças medievais e queimam-nos com fogo, e matam-nos com espadas. Tudo COM MUITO AMOR.

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/329374.html

Estas imagens são em território português. Mas há mais, é só “passear” por este blog e vê Bezerros e Novilhos e Touros a sangrar (como o da imagem) com o “IMENSO AMOR” que lhes é dedicado.

O que seria se fosse ÓDIO.
De Elisabete a 21 de Setembro de 2013 às 23:40
Estou completamente horrorizada com as palavras deste indivíduo - e com a imagem que é DANTESCA! Em nome de quê?... RAIOS PARTAM ESTA GENTE!
Até este escritor que devia ser sábio, é um BRONCO SÁDICO! Amor é RESPEITO! Eles não sabem o que é isso e têm o subconsciente impregnado de horrores que vão com certeza sofrer nas próximas encarnações...
De Isabel A. Ferreira a 22 de Setembro de 2013 às 09:47
Este sujeito está senil.

Pode até ser um bom escritor, mas isso não significa que tenham bom carácter.

Nornalmente se formos ao fundo destas personalidades encontraremos gente frustrada e traumatizada.

E é típico descarregarem essas frustrações nos mais frágeis, nos mais indefesos.
De Elisabete a 21 de Setembro de 2013 às 23:43
Por cá ainda afirmam que somos um povo de brandos costumes... Isto são os brandos costumes... Que miséria de gente!...
Em Espanha é preciso derrubar 1º o rei e o príncipe que tb gosta de touradas mas tem aquele ar sonso de quem não consegue matar uma mosca...
De Isabel A. Ferreira a 22 de Setembro de 2013 às 09:43
E nós cá temos de derrubar todo um governo retrógrado, e colocar na Assembleia da República gente arejada das ideias e que vivam no nosso tempo.

Chega de criaturas das cavernas a brincar às democraciazinhas.

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