Comentários:
De Arsénio Pires a 8 de Setembro de 2013 às 18:24
Muito bem, SR. Alvarenga! Então "o ambiente era enorme"! Seja lá o que isso for... pelo que nos conta o ambiente tinha dimensão a não caber nos curros!

Mas só agora é V. Excia se dá conta de que esse bárbaro espectáculo é mesmo um "degredo" (como agora a juventude diz...)?

Gabo-lhe a decisão de mudar de "ambiente"! Virou costas ao "degredo" e penetrou no tal bar! Assim é que é! "... reunimos um punhado de grandes e bons aficionados numa sala cheia e num ambiente fora de série".
O "ambiente deixou de ser "enorme" passando a ser "fora de série"!
Descrição perfeita e pré-monitória do futuro dos aficionados sem as tão amadas touradas: um bar, um copo e muito tintol! Para esquecer as mágoas... talvez também um faduncho marialva ou coisa que o valha!
E... quem vier por último que apaga as luzes!
Que grande seca, não!
De Isabel A. Ferreira a 8 de Setembro de 2013 às 19:15
Boa, Arsénio!

Isto está bom. Está no bom caminho.
De Elisabete a 9 de Setembro de 2013 às 20:39
Em Novembro de 2011 participei da manifestação contra o touro de fogo em frente à embaixada de Espanha. Éramos por volta de 80 ou 90 pessoas na Av. da Liberdade em Lisboa, poucos mas o ambiente era de luto. Houve jornalistas e reportagem. Quando participo sinto-me mais útil, mais perto deles, dos touros, falo por eles, como a Isabel aqui no blog e fá-lo muito bem! Ainda bem que a vontade popular começa a falar mais alto e em França, mas tudo isto tem de acabar e o mais depressa possível.
Abraço
De Isabel A. Ferreira a 9 de Setembro de 2013 às 21:17
Há um meio democrático para enterrar de vez esta peste negra, o mais depressa possível.

Vamos tentar pôr em prática esse plano.
Um abraço para si também.

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