Comentários:
De José Dores a 9 de Abril de 2013 às 11:28
Esta situação da Califórnia é o caso tipico do porquê de não defender touradas sem sangue em vez do fim da touradas.
Para além dos touros não sofrerem apenas fisicamente, para além de ser uma manifestação cultural humana desprezivel, a tourada mantem-nos como que parados no tempo. Parece que as pessoas julgam que se perdermos a cultura nacional perdemos a ordem social. Isto é mentira, a cultura muda com o passar do tempo e numa sociedade livre existem sempre pessoas que usam mal a sua liberdade e pessoas que a usam de forma correta. Pelo que a manutenção deste tipo de manifestações culturais não contribuirá em nada para termos uma identidade saudável enquanto nação.

Esta situação da Califórnia mostra-nos que os aficionados sofrem de facto de um transtorno mental. Foi-lhes permitido realizar touradas num oaís sem qualquer tradição deste tipo, foi aberta uma excepção à aplicação de leis em defesa dos animais, para que a comunidade portuguesa se senta integrada, mas obviamente foram impostas regras, como a ausência de maltrato fisico no touro através dos ferros tradicionais. Mas ainda assim uns individuos com uma patologia mental consideraram que teria de haver sangue para se sentirem satisfeitos, e quando confrontados com a ilegalidade dos seus atos agrediram o defensor dos animais que os denunciou. Foram presos. Em nome de quê? De haver sangue?

Não foi só em nome de haver sangue, toda a gente que percebe de touradas sabe que os dois ferros compridos no inicio da lide ( e os dois primeiros tercios na espanha) servem para "baixar a cabeça do touro na investida", o touro fica com a zona muscular trocidada, fazendo com que no toureiro a pé e nas pegas de caras a "reunião" com om touro seja feita na zona do tronco do forcado e não na cara do forcado. Assim é possivel mostrar a "valentia", mas sem a zona muscular trocidada o touro investe alto e impede muitos brilharetes dos senhores da tauromaquia, enfim coisas da tourada.
De Isabel A. Ferreira a 9 de Abril de 2013 às 12:06
A resposta ao comentário do José Dores está no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/261554.html

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