Comentários:
De Max Mandrax a 3 de Abril de 2013 às 23:35
Antigamente também havia escravos de luta, gladiadores, etc.. E eram «apurados» para esse fim. Oh que pena terem sido extintos... (IRONIA)!
De Isabel A. Ferreira a 4 de Abril de 2013 às 09:37
Esses eram apurados, treinados, quase bestializados para enfrentarem outros iguais a eles ou mais fortes.

Os desgraçados trouros são "fabricados" e vilipendiados para serem torturados por COVARDES, numa luta desigual, onde um tem armas, e ao outro cortam-lhe as únicas armas que tem: os cornos.

Max, este mundo da tauromaquia é só lixo, do princípio ao fim.
De José Dores a 5 de Abril de 2013 às 17:11
Luís,

Perca você um bocadinho do seu tempo e leia acerca de senciência animal. Sabe, eu já passei uma infância rica em experiências tauromáquicas.

Quando era criança e nos primeiros anos da adolescência vivia intensamente tudo aquilo que me pede para ler, aquilo que levei para o infantário no primeiro dia, para ter uma referência de casa foi um barrete de forcado e um touro de brincar que se vendia à porta das praças (tinha 2 anos quando fui para o infantário). Via todas as touradas na Tv, ia a muitas, não pagava bilhete, o meu idolo era o Antonio Ribeiro Teles, nos forcados era um que chamavam "loirinho", julgo que era dos amadores da Moita ou Santarém, lembro-me da alternativa do João Salgueiro, com o pai e avô, lembro-me do cavalo célebre do Bastinhas que ele usava para o par de bandarilhas, que urinava na praça. Fui anos e anos seguidos às largadas de Vila Franca de Xira, onde me sentava em cima do muro que dá para linha e ver os touros passarem rente ao muro direitos à praça. Lembro-me de viajar horas até Santarém para depois voltar para trás por a praça estar alagada, tristissimo por ter perdido o que poderia ser um espetáculo fabuloso. Lembro-me de ir à Moita ver as largadas e depois as Touradas, com pelo menos um toureiro a pé, que era fora do vulgar. Lembro-me de ir à Feira da Santarém e ficar na bancada da largada. Lembro-me das bancadas da praça de Évora serem minusculas, as pessoas encaixavam os ombros entre os joelhos das pessoas na fila de cima, chamavam aquilo de "galinheiro". Lembro-me dos nomes dos toureiros, ganadeiros, forcados, bandarilheiros, cavalos, etc. Tinha em casa, em miúdo, bandarilhas verdadeiras com um bocado de cortiça na ponta, que vendiam às portas das praças, adorava aquilo.

Depois de tudo isso perdi o meu tempo a aprender o que eram os animais, o que se passava ali realmente, vi com os meus olhos que, ao contrário do que diziam, o touro sofre e o intuito é ganhar dinheiro e mais nada.

Por isso a mim não me falta ver nada da tauromaquia, falta-me acabar com ela!
De Isabel A. Ferreira a 8 de Abril de 2013 às 12:07
A resposta ao comentário do José Dores está no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/260469.html

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