De Manuel Santos a 29 de Março de 2013 às 17:07
Não seja fundamentalista e aceite que haja quem possa pensar de forma diferente da sua.
A sua postura fundamentalista coloca-a a um nível igual ou até inferior ao daqueles que está a criticar.
Lembre-se que, também os muçulmanos criticam a nossa forma de olhar o mundo, os nosso hábitos, os nossos costumes.
Lembre-se que, os ideais que aparenta defender e seguir, podem ser considerados de esquerda e, em certas nações, intolerados e como tal, perseguidos.
Já se imaginou na posição da pessoa perseguida pela sua forma de pensar, pelos gostos que tem ou pelos ideais que abraça?
Pense nisso, como jornalista e defensora da liberdade que é antes de escrever comentários como este que escreve.
De Isabel A. Ferreira a 29 de Março de 2013 às 18:08
O que vocês NUNCA ENTENDERÃO, porque a vossa mente está FORMATADA PARA SER PRIMITIVA, é que isto não tem nada a ver com MANEIRAS DE PENSAR, ou com LIBERDADES, ou com HÁBITOS, ou com COSTUMES, ou com IDEAIS.

Isto tem a ver com EVOLUÇÃO, ÉTICA, PRESERVAÇÃO DA NATUREZA, HUMANIDADE, MORAL.

Tem a ver com DAR VOZ A QUEM NÃO TEM VOZ PARA DEFENDER DE CARRASCOS PRIMITIVOS E SANGUINÁRIOS os desventurados Touros, que são sacrificados para que uns maricas mostrem ao mundo que são MUITO MACHOS! Isto só de doidos!

O que defendo são VALORES UNIVERSAIS que não têm nada a ver com esquerdas ou direitas (que é tudo a mesma coisa, é tudo farinha do mesmo saco.)

Aqui quem são perseguidos por energúmenos são os TOUROS. Não serei eu, nem quem pensa como eu, nem sequer os tauricidas, porque o que está em causa aqui são ATITUDES, e não PESSOAS. Mas vocês lá são capazes de perceber isso!

Não interessa o que EU PENSO. O que interessa é que TORTURAR TOUROS, pelos motivos que estão descritos neste texto escrito por um australopiteco, não faz parte de nada que SEJA HUMANO. NADA.

E olhe, se ser fundamentalista (coisa que vocês não sabem absolutamente o que é) é DEFENDER OS QUE NÃO TÊM VOZ, então sou fundamentalista e tudo o mais que me queiram chamar. Estou-me nas tintas para a vossa adjectivação.

A mim, o que me interessa é DEFENDER OS TOUROS DOS AMARICADOS, porque um HOMEM que é HOMEM INTEIRO, não precisa sacrificar animais para MOSTRAR a sua VIRILIDADE.

Pense mas é você antes de vir para aqui dizer idiotices como as que disse.

É por causa de gente assim, que metade do mundo ainda não evoluiu.
De Manuel Santos a 29 de Março de 2013 às 21:11
Que eu me recorde, nas minha palavras não recorri ao insulto. Nem dei sequer a entender que sou a favor ou contra as touradas.
E sim, o seu discurso é fundamentalista, e como pessoa instruída e com cultura que é, sabe bem que o está a ser na forma como fala e se não sabe, então sim, deixa muito a desejar enquanto pessoa.
A sua forma de pensar faz-me lembrar o de pessoas de uma determinada igreja, que preferem deixar morrer os seus entes querido a autorizar que lhe seja feita uma transfusão de sangue. Ou ainda, a daqueles homens que, ante a perspectiva de terem de ir para um cenário de guerra, preferem morrer a pegar numa arma.
Só mais uma achega: se tinha uma ideia quanto ao conteúdo do texto, porque o continuou a ler, tendo chegado ao ponto de se sentir nauseada? Quando me aparece à frente um texto que me poderá deixar incomodado, eu pura e simplesmente não o leio.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Abril de 2013 às 12:07
Manuel Santos, que eu saiba não recorri ao insulto.

Disse o que tinha a dizer, utilizando as palavras certas para cada coisa, sem papas na língua, (o que é muito diferente do insulto), de acordo com o que me propôs no seu comentário.

Recomendo-lhe ouvir o que o Luiz Carlos Prates diz neste vídeo, sem papas na língua também, a propósito desta matéria asquerosa:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/255835.html

Para mim, tanto me faz como me fez, que seja a favor ou não das touradas. Os INDIFERENTES são a pior “raça” para empancar a evolução da humanidade. E se você não tem uma opinião formada a este respeito da tourada, não anda no mundo a fazer nada. Porque o seu comentário, nem é peixe, nem é carne.

Ó Manuel Santos, pode utilizar os adjectivos que quiser para me "classificar", porque o que me importa é o que EU PENSO DE MIM. O que outros pensam de mim não me diz respeito absolutamente nenhum.

Por isso, chame-me lá o que quiser, porque está tão longe da VERDADE como da mais distante das galáxias.

Quanto à sua achega, vê-se logo que nada sabe do que é uma vocação. Quando se tem o bichinho da escrita, nem que nos dê vontade de vomitar temos de VER, LER e OUVIR tudo o que de PIOR existe na humanidade, para podermos relatar, transmitir, informar, e principalmente CRESCER como seres humanos.

Já fiz questão de VER o corpo de um bombista suicida, para poder ajuizar sobre esta barbaridade. Fiquei doente uns tempos, mas aprendi muito sobre as mentes perturbadas.

E agora sou eu que lhe dou uma achega: se acha que sou o que pensa que sou, só tem uma coisa a fazer:

ESQUEÇA QUE EU EXISTO. ESQUEÇA O MEU BLOG. ENFIE A CABEÇA NA AREIA, E VIVA COMO SE O MUNDO FOSSE O PARAÍSO PRIMORDIAL.
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