Comentários:
De Ricardo a 27 de Março de 2013 às 02:47
Independentemente da existência ou não da Maria Engrácia, o que acho importante reter nesta situação é o facto de ninguém ter sequer desconfiado da veracidade das suas afirmações.
Admitindo que realmente é uma invenção dos pategos da Prótoiro (já que eles vivem num mundo imaginário, não será de estranhar começarem também a criar personagens fictícias), torna esta questão mais prejudicial...para o lado dos aficionados!
Admitindo que os relatos da Maria Engrácia foram forjados, repare Isabel, que ninguém lhe passou pela cabeça que houvesse ali marosca. Porquê? Porque do lado aficionado espera-se tudo, por mais macabro e ridículo que seja. Em que dimensão se pode considerar o relato de uma mulher abusada fisicamente por um marido alcoólico e aficionado como ficção? Esta descrição adequa-se a basicamente todos os aficionados do planeta. As palavras chave são mesmo essas: alcoólico e violento!
Eu acredito que quem quer que elaborou esta farsa não perdeu mais de 2 minutos a criar a história. Bastou basear-se na sua própria!
Mais uma vez a falta de inteligência aficionada vem ao de cima. Se queriam realmente criar uma história fictícia sobre um aficionado, então que tal uma sobre um forcado que conseguiu acabar o ensino secundário? Ou que leu um jornal até ao fim? Garanto que aí ficava logo toda a gente desconfiada!
Falho em ver em que medida este episódio ridicularizou a comunidade abolicionista. E digo mais: falho em ver em que medida este episódio não ridicularizou ainda mais a comunidade aficionada.
O facto de ninguém ter questionado estes relatos (nem mesmo os aficionados que não sabiam que isto era uma brincadeira de meninos sem juízo) prova como a imagem do aficionado violento e labrego, que abusa de todo o qualquer animal, está enraizada na nossa sociedade.
Enfim, a prótoiro que fique por lá a rir sozinha desta pretensa palhaçada; nós ficamos por cá a ver o pôr do sol através do magnífico buraco que restou deste último seu tiro no pé.
De Isabel A. Ferreira a 27 de Março de 2013 às 12:34
A resposta ao comentário do Ricardo está no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/254516.html

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