Comentários:
De Ricardo Sousa a 25 de Janeiro de 2013 às 15:34
A ausência de de cultura e diversidade de experiências, de facto condiciona a que para sabermos o significado de algum termo, tenhamos que recorrer ao Dicionário, apenas uma de tantas fatalidades decorrentes da ignorância, que usualmente, redunda na intolerância, e na arrogância por uma superior qualidade moral inexistente.
Limitativozinho entendimento que o dito proporciona, e se aplicado à Caça, apenas “educação do espírito” se adequa, já que de facto não se trata de desporto, e por conseguinte nenhum dos significados constantes do Diccionário lhe será aplicável, qualquer Caçador sabe disso, com a diferença de que, sabe igualmente conviver com opiniões divergentes, de forma cordial e consistente, fundamentada, e através tanto da experimentação como da conclusão pelo debate, apenas uma, das tantas lições de vida que nos ensina o “ser Caçador”.
De resto, antes de Caçador, é cidadão, de pleno direito, e cumprindo com obrigações que qualquer outro que não o seja, não tem que cumprir, na práctica de uma actividade LEGAL E REGULAMENTADA, se bem que não é a isso que alude o texto deste comentário, mas que lhe confere em plena igualdade a condição de “patrão da RTP”, e portanto com tantos deveres como direitos de nela ver quaisquer programas da sua preferência como assistem a qualquer outro cidadão.
É bem elucidativa a forma completamente básica, boçal e primária, com que se desenvolve o texto, a partir do tal limitadíssimo entendimento resultante do Diccionário, o que, é desencorajador de qualquer tipo de explanação mais elaborada, pela antecipada, total incompatibilidade de nível de esclarecimento, e que, fatalmente consistiria apenas numa perda de tempo e disposição.
Compreensível, a frustração e a revolta pela falha de uma intenção como a da causa animalista, de acabar com as Touradas, ou com a Caça, e a tão reduzida adesão das pessoas a dita causa, demonstra bem a credibilidade que lhes merece, até pela qualidade dos respectivos actores, reduzindo-a à condição de marginal, já que se limita a atormentar as mentes ao colocar-lhes problemas, até porque, as soluções que preconiza vulgarmente são problemas maiores todavia que os iniciais, numa “bola de neve” destrutiva, e apenas isso.
Creio que são problemas mais de ordem patológica, resultantes de solidão, ou de frustração, os que redundam nesta postura, que propriamente o incondicional amor pelos animais, até porque isso mesmo, revela bem um elevado grau de incompatibilidade com o seu semelhante Humano, bem ilustrados na atribuição aos animais irracionais da condição de pessoa não-humana… a própria forma rebuscada do termo ilustra-o, e nem no dicionário vem.
De Isabel A. Ferreira a 25 de Janeiro de 2013 às 16:18
A resposta a este comentário está no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/222448.html
De Isabel A. Ferreira a 28 de Janeiro de 2013 às 10:07
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