Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012

SÓ UM AFICIONADO TEM A CAPACIDADE SUPREMA DE FAZER UM RETRATO FIEL DE SI MESMO, E TRANSFERI-LO PARA O SEU ANTAGONISTA

 

 

VEJAM A COVARDIA DE UM FORCADO A “PROVOCAR” UM TOURO TODO EMBANDARILHADO, OU SEJA, UM TOURO MORIBUNDO…

 

Tenho de destacar este comentário.

Porque está sublime.

 

António Pereira Dias, deixou um comentário ao comentário (AINDA O CASO DO NUNO CARVALHO) - NÓS CONTINUAREMOS A LADRAR ENQUANTO HOUVER UM TAURICIDA EM ACÇÃO às 21:38, 2012-12-26. Comentário:

 

«Este seu "post" só confirma as minhas suspeitas porque, depois de lê-lo, até um leigo percebe o quão desarranjada essa cabeça está.

 

Você não tem noção dos disparates que diz? Você tem o supremo desplante de fazer juízos de valor a um moribundo?

 

Não está preocupada com a ignorância em que milita?

 

Não acredita que o mundo é um pouco maior do que o seu umbigo?

 

Nunca ouviu falar em Democracia? Nem em regras democráticas?

 

A Intolerância, o ódio, a irracionalidade, a cobardia, o fundamentalismo radical, a inconsistência de opinião etc, de que gosta de acusar outras pessoas, estão todos, em doses bovinas, bem patentes no que diz.

 

Quantos bezerrinhos de raça brava já adoptou? Nenhum? Então é cumplice da sua "tortura", num dia destes.

 

Para começar a ser credível, podia começar por aí. Mas isso daria trabalho, verdade? Cuspir nos outros é muito mais "cool" mas, até esse ponto, você avalia mal.

 

É que ninguém cospe em quem quer e, bastas vezes, quase sempre, esses fluidos caiem na cara de quem os expele. Quem não quer ouvir, não tem qualquer possibilidade de conversar e quem não tem condições para conversar o melhor é ficar a ..drar sózinho.

 

Por mim, por não merecer mais e porque sei que jamais compreenderá o que acabo de escrever, é assim que fica; ad eternum.»

 

***

 

BRAVO, António Pereira Dias!

 

Fez um retrato fiel de um aficionado. Talvez de si próprio.

 

Agora diga-me, onde é que eu tenho lugar nesta sua descrição?

 

Primeiro não entendeu nada do que escrevi. Nem sequer se apercebeu de que o MORIBUNDO de que falei é o TOURO.

 

Sim, o Touro, que covardemente os forcados atacam, quando ele já está mais morto do que vivo.

 

Daí para diante, falou do carácter dos aficionados: da vossa intolerância, do vosso ódio, da vossa irracionalidade, da vossa cobardia contra os Touros e Cavalos, do vosso fundamentalismo radical e da inconsistência da vossa opinião sobre a TORTURA, a que chamam “arte” e “cultura”. Da vossa teimosia em manter uma tradição primitiva em nome do sadismo, e vá lá, do LUCRO.

 

Como eu não sou aficionada (Deus me livre de tal desgraça!) não me revi neste texto, nem sequer num ponto e vírgula.


E quer saber mais, agradeço-lhe o “retrato”, pois acrescentou muitos pontos à Causa Abolicionista, e ainda me fez rir (que não é para qualquer um…).

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:26

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Comentários:
De Rui C. Barbosa a 27 de Dezembro de 2012 às 18:52
Isabel,

O comentário que este Sr. lhe enviou, foi escrito por alguém sentado à frente de um espelho.

Sem dúvida um fiel retrato de uma mente doentia, aliás só isso justifica a tauromaquia.
De Isabel A. Ferreira a 27 de Dezembro de 2012 às 18:56
Também achei, Rui.
Retrato fiel de uma mente doentia.

Como é possível?
Mas é como diz: isto é a tauromaquia.
De António Dias a 27 de Dezembro de 2012 às 19:40
"Ao que parece, contudo, o Nuno não aprendeu nada com esse infortúnio, pois continua a aceitar a TORTURA de TOUROS para seu próprio benefício." Era a este SEU juízo de valor que me referia no post anterior, mas você decidiu desconstextualizá-lo e colocá-lo como se me referisse a uma nova fotografia do Nuno convenientemente legendada. Isso só reforça a prova da sua desonestidade. Aliás, como já tinha previsto, você desconstextualiza tudo e não responde a nada. Para conseguir tanta "magia" com as palavras, deve ter algumas luzes de jornalismo. Ou peneiras, talvez. Enfim, um caso perdido
De Isabel A. Ferreira a 28 de Dezembro de 2012 às 11:22
Acontece, António Dias, que o Nuno Carvalho NÃO ESTÁ MORIBUNDO. Nem nunca esteve moribundo.

Esteve mal. Duvidava-se se ficaria ou não paraplégico. Mas moribundo, nunca esteve.

Quem descontextualizou o quê, António Dias? Ora vá ver.

A desonestidade está naqueles que querem passar-se por amiguinhos dos Touros e dos Cavalos e depois TORTURAM-NOS.

A "magia" das minhas palavras vêm de facto dos meus trinta e tal anos passados na profissão de Jornalismo (com J maiúsculo). Não são peneiras.

E perdida está a tauromaquia, que deixará de reinar muito brevemente.

Tenha um ano de 2013 mais EVOLUÍDO.

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