Sábado, 24 de Janeiro de 2026

Caros leitores e subscritores do «Arco de Almedina», o SAPO Blogs vai ser descontinuado no próximo dia 30 de Junho de 2026, por isso, migrei-o para o Blogger.com, mas este decidiu remover o Blogue...

 

... pelos motivos abaixo indicados. 

 

ARCO REMOVIDO.PNG

 

Sei exactamente o motivo desta remoção, estando de consciência tranquila quanto à violação de que estou a ser acusada, por quem não tem cara nem nome.

Consideraram que o conteúdo do Blogue não se adapta às expectativas da política deles.

 

Pois sei que não, e quanto a isso nada há a fazer. A política deles também não se adapta às minhas expectativas.

Posto isto,  a opção que tenho, para já, é despedir-me de todos os meus leitores e subscritores, deste Blogue, agradecendo-lhes a gentileza de o terem seguido.

Há mais mundo para além do mundo dos Bloggers.

E viva a liberdade de SER!

 
Esmorecer... nunca!

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:25

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026

Caros leitores e subscritores do Blogue «Arco de Almedina», o SAPO Blogs vai ser descontinuado no próximo dia 30 de Junho de 2026, por isso, migrei-o para outra plataforma, e estou em fase de experiência...

 

Porque vai ser encerrado o SAPO Blogs?

 

Informação do SAPO:

«Com cada vez menos pessoas a virarem-se para os blogs como forma de expressão, a blogosfera foi aos poucos cedendo terreno para as redes sociais, que se tornaram o principal ponto de encontro virtual de ideias e pessoas, com impacto em plataformas como a nossa».

 

Posto isto, a opção foi procurar outra plataforma para alojar o «Arco de Almedina», não perdendo o seu conteúdo.

Em tudo nesta vida há um momento para nascer, um momento para crescer e um momento para acabar. Nada é para sempre. Não sei se a eternidade existe noutra dimensão, o que sei é que ela não existe no Planeta Terra, nem no SAPO Blogs, mas foi bom enquanto durou.

Obrigada SAPO 

Estou a tentar hospedar-me no Blogger.com, para onde já migrei os textos aqui publicados.

Tudo ainda é  [foi] uma experiência, mas se os meus leitores e subscritores quiserem seguir-me, aqui deixo a

NOVA MORADA do «NOVO ARCO DE ALMEDINA»

 https://novoarcodealmedina.blogspot.com/ 

O BLOGUE FOI REMOVIDO.

Não durou mais do que o tempo necessário para decidirem que o «Novo Arco de Almedina» iria continuar a ser a pedra no sapato de quem pode, quer e manda.

Ver aqui porquê.

 
Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:26

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2026

Candidatos à Presidência da República fizeram-se de cegos, surdos e mudos à Carta Aberta que lhes foi dirigida, demonstrando com isso que não vão para Belém servir Portugal e os Portugueses, mas ser iguais a Marcelo no que ao AO90 diz respeito

 

 

Em 20 de Dezembro de 2025 o Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes   enviou a todos os candidatos à Presidência da República uma Carta Aberta, através das sedes de candidatura, com o seguinte assunto:

A aplicação ilegal e inconstitucional do AO90, matéria que nenhum dos candidatos se atreveu, até ao momento, a expor publicamente, nos debates televisivos e não só. 

 

Por cobardia?

Porque ninguém lhes perguntou nada sobre isso?

Por considerarem isso um não-assunto?

Ou por acharem que o AO90, que tem apenas 13 anos de uma vida conturbada e severamente contestada, em Portugal, é um “fato consumado”, que destruiu 800 anos de existência, por causa dos milhões?

 

Nenhum dos candidatos se dignou a dizer alguma coisa. Talvez até nem precisassem de dizer nada, se, ao menos, tivessem lido a carta e reflectido no que lá se expôs, e chegado à conclusão de que nos debates e nos programas eleitorais passaram por cima de um dos problemas mais graves que o nosso País tem para resolver, estando ao nível da saúde, da habitação, da segurança, da emigração/imigração, dos baixos salários, do custo de vida, da pobreza crescente, da corrupção, da anarquia par(a)lamentar, da falta de cultura, da justiça lenta e, por vezes, Iijusta, do caos na educação/ensino, em suma, no que mais importa, para os Portugueses terem Estabilidade, Bem-estar e Cultura.

Trata-se da usurpação da nossa Identidade, da nossa Soberania, da destruição de 800 anos de história da Língua de Portugal, da VIOLAÇÃO constante da Constituição da República Portuguesa (CRP), que todos os candidatos, descaradamente, nas suas palestras, prometeram defender, não se dando conta de que, ao NÃO saberem escrever correcCtamente a Língua de Portugal, País que deverão representar, ao serem eleitos, violarão a CRP, com todo os dentes que têm na boca.
  

Essa promessa não será cumprida por quem que se sentar no trono de Belém! Será igual a Marcelo, que foi presidente da República durante 10 anos, e NÃO defendeu, NEM cumpriu, NEM fez cumprir a Constituição da República Portuguesa.

Por este motivo e porque, repito,

fato.PNG

continuaremos a ser as pedras dentro dos sapatos de quem ocupar o Palácio de Belém, até que a legalidade e a constitucionalidade da Língua de Portugal sejam repostas, e o inquilino de Belém deixe de ser vassalo da ex-colónia, e pare de rastejar perante os milhões.

 

É que amigos, amigos, negócios à parte é a mais inteligente filosofia para uma relação saudável entre dois povos.

Ah! Devido à indiferença que todos os candidatos votaram à Carta Aberta que lhes endereçámos, com boas intenções, eu votarei em branco, como protesto, por não reconhecer em nenhum deles competência para representar Portugal, pois se nem escrever correCtamente a Língua de Portugal sabem! É o mínimo que se pode exigir de um Presidente da República: que escreva correCtamente.


Diz o Dr. Luís Menezes Leitão, advogado e ex-Bastonário da Ordem dos Advogados: «o acordo ortográfico foi a maior aberração alguma vez feita a Portugal, numa obsessão orwelliana de criar a novilíngua. NÃO respeitar esse aborto ortográfico é um acto de cultura e liberdade..

Até porque, acrescento eu, com base em pareceres jurídicos, que ninguém, em Portugal, é obrigado a usar a grafia do AO90, porque este NÃO está em vigor no País. A grafia em vigor de jure é a de 1945, e quem não a cumpre, está a violar a LEI e a CRP, tal como faz Marcelo, e tal como fará o próximo inquilino de Belém, se não cometer o acto de cultura e liberdade, de que nos fala Luís Menezes Leitão.

 Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:56

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026

Votar em branco é voto de protesto. Eu votarei em branco nestas eleições presidenciais, porque nenhum candidato irá cumprir a Constituição da República Portuguesa, pois todos eles escrevem incorreCtamente a Língua de Portugal

 

VOTO BRANCO.png

 

Se vos disserem que se for para votar em branco (ou fazer desenhos), mais vale não perder tempo em ir às assembleias de voto. Poupam-se 1800 milhões de euros, em combustível (valor gasto, a cada 12 horas, nos fins de semana) e aumenta, o bolo, a dividir, por todos os candidatos, menos do que votar em branco/nulo.

É que ao ir votar, o valor de 13,96 euros, fica disponível, para os partidos/candidatos. Se não for, o valor fica nos 8 euros. O governo poupa 40 milhões, com cada eleição. Ir votar branco/nulo, só pune o governo (e todos nós!) e as autarquias (pois 58%, do orçamento eleitoral, é pago pelas autarquias), tenham em conta o seguinte: quantos de nós já não ouvimos esta história do apelo ao não-votar-em-branco ser perda de tempo, poupa milhões, e mais tal? Contudo, tudo isto não passa de uma falácia, porque no final a treta tem de dar com a careta, ou seja, se foram a votos 10 milhões de pessoas, os votos contados entre válidos, brancos, nulos e abstenções têm de dar 10 milhões. Ou então há marosca.

Então por que não querem que nós, que não consideramos válidos nenhum dos candidatos, votemos em branco?

NÃO é pelos gastos ou ganhos destes e daqueles, é simplesmente para que NÃO se conste que o número de descontentes seja demasiado elevado. Querem empurrar-nos para a abstenção, que pode NÃO significar um acto de descontentamento ou protesto, mas o voto em branco significa protesto, significa que nenhum candidato nos serve.

O voto em branco significa um voto de protesto, que não cabe nas abstenções nem nos votos nulos.

 

Como é que nós, que temos o direito de votar (está na Constituição) vamos demonstrar o que pensamos sobre os candidatos? Se gostamos deste ou daquele candidato, votamos nele. Correcto? Se não gostamos de nenhum candidato votamos em branco, porque temos o direito de votar.

Os votos nulos podem não significar descontentamento ou protesto. Há sempre quem não se entenda com tantos quadradinhos, e ponha a cruzinha fora do sítio, ou, se e desenha bonequinhos, para anular o voto, é simplesmente gente que gosta de brincar com coisas sérias.

Em todos os votos, sejam válidos, brancos ou nulos, há uma leitura clara a fazer.

Portanto, como cidadãos com direito a votar, votamos em branco, se nenhum dos candidatos reúne as competências para ocupar cargos constitucionalmente superiores.

 

E se a Lei Eleitoral não estivesse tão minada, aliás como muitas outras leis estão minadas, para favorecer NÃO os cidadãos, mas os que governam, os votos em branco estariam representados no Parlamento, simbolicamente por cadeiras vazias, porque o voto em branco é um voto válido, não é nulo, nem está no rol das abstenções.

Representa apenas a percentagem de cidadãos que protesta: com o sistema ou porque os que se candidatam a seus representantes não lhes servem.

A Lei Eleitoral terá de ser revista, para ser justa.

 

Veja-se este exemplo: o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, nas presidenciais de 2016, foi eleito apenas por 2. 411. 925 votantes, num universo de 9. 741.377 inscritos, tendo votado apenas 4. 740.558 cidadãos, e desses, 58.714 votaram em branco. A abstenção foi de 51,16%, a maior para um primeiro mandato.

 

Portanto Marcelo NÃO é o presidente de todos os Portugueses. E foi eleito por uma percentagem mínima: pouco mais de dois milhões de cidadãos. Não tem nada de que se vangloriar.

 

Conclusão: votar em branco é o caminho, quando os candidatos não nos dizem nada. O voto branco é voto de protesto, pode é não estar explícito na Lei. Mas é um voto de protesto, e é bom que todos os portugueses saibam quantos de nós protestámos, através da percentagem desses votos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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