
Hoje, através do Poema de outro Poeta, amigo de ambos, Nova Araújo, aqui fica a minha homenagem a A. Monteiro dos Santos, o amigo que me deu a conhecer Vila do Conde e os seus Poetas e os seus Artistas e a sua História e a sua Cultura. Obrigada! ![]()
Vila do Conde esqueceu-o, mas nós não o esquecemos, nem esqueceremos nunca. ![]()
Até sempre amigo A. Monteiro dos Santos! Continuas connosco, e nós contigo!
Isabel A. Ferreira

Uma sugestão de Jorge Campos Macedo
Ao cuidado dos Partidos Políticos responsáveis pelo estado caótico em que Portugal se encontra no que diz respeito a incêndios, caso único no mundo…

O Pinhal de Leiria morreu. Quem o matou?
Fonte da imagem
Diz Jorge Campos Macedo
«Fazer como os suecos
No nosso Código Penal atear um fogo não é um crime grave.
Sabiam?
1 - Então mude-se o Código Penal e escreva-se " Quem atear de forma deliberada um fogo e for considerado culpado em tribunal, sofre uma pena nunca inferior a 15 anos de prisão efectiva, e plantar a área ardida.
2- Toda a madeira resultante de incêndios não pode ser vendida abaixo do preço da verde.
3- As celuloses não podem comprar ou utilizar madeira ardida.
4- Os municípios são convidados a criar unidades de produção eléctricas que será abastecida com a limpeza das matas etc., a chamada biomassas
5- A Força Aérea Portuguesa passará a ter aviões de combate aos incêndios sendo estes combatidos exclusivamente por ela.
6- Todos os cabos eléctricos, e de comunicação que estejam perto de grandes áreas florestais passarão a estar enterrados, obrigatoriamente.
7- Todos os postos de vigilância estarão ocupados entre Março a Novembro.
8- Será criada uma unidade de intervenção rápida na Força Aérea para combater nos primeiros 30 minutos qualquer fogo.
9- O exército será chamado a intervir quando se verifique que o fogo comece a atingir grandes proporções.
10- Quem atear um fogo de forma negligente, terá de fazer um curso de instrução e limpar a área ardida como trabalho comunitário.
11- A coordenação do posto de comando será uma força especializada.
12- Fica proibido plantar eucaliptos.
13 - Serão plantadas outras espécies de árvores, como o carvalho, castanheiro, sobreiro, etc.
Façam isto e vão ver que os incêndios reduzem em 95%.
Ainda bem que foram os trogloditas do Chega a propor. Tudo o que eles propõem é chumbado. Se fossem os trogloditas do PSD/CDS a proposta seria aprovada, com toda a certeza, pois se o que o PAN propõe a favor da abolição das touradas é sempre chumbado!!!!!!
A tauromaquia não é uma actividade que emprega muita gente, porque nem sequer é uma actividade, é uma bestialidade, onde uns tantos cobardes se atiram aos Touros com bandarilhas e outras coisas que tais e os torturam barbaramente. Emprega muita gente? Falácia! Isso não é um emprego, além disso a tauromaquia recebe CHORUDOS SUBSÍDIOS para se aguentar, se não fosse isso estaria morta e enterrada, e os cobardes que nela participam estariam a TRABALHAR decentemente, nos campos, a apanhar frutos e tomates, ou a plantar hortas e pomares, e Portugal sairia do rol dos países terceiro-mundistas.
Isabel A. Ferreira

Fonte:
https://www.facebook.com/photo?fbid=10225043381911935&set=a.1052411450740
Isto vem a propósito de uma entrevista que Pedro Boléo fez a Maria João Pires, sob o título «Maria João Pires: “Não se toca piano com as mãos”», publicada recentemente no Jornal PÚBLICO.
Excelente entrevista, tanto da parte do entrevistador, como da entrevistada. Sempre adorei as interpretações desta magnífica intérprete de Piano, uma pianista de excelência. Nesta entrevista ela expôs a sua alma, e fez-nos percorrer, com ela, o seu caminho, até ao dia em que, num momento de “mudança radical” de vida, aos 81 anos, decide retirar-se dessa sua vida de intérprete dos grandes clássicos de música para piano, que lhe trouxe o reconhecimento mundial, que lhe valeu a atribuição da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, por Marcelo Rebelo de Sousa, o Grão-Mestre desta Ordem.
E então lembrei-me de outra atribuição desta natureza, cujo protagonista foi também Marcelo Rebelo de Sousa, que também atribuiu esta condecoração, a Janja da Silva.
Lê-se em notícia da época, que o motivo da atribuição da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique a Janja da Silva, aquando de uma visita oficial a Portugal, por ocasião das comemorações do 25 de Abril/2023, diz respeito ao reconhecimento dos serviços relevantes [prestados por Janja] para a projecção da Cultura Portuguesa no Mundo.
Em 19 de Maio de 2019, Marcelo Rebelo de Sousa tinha atribuído a Maria João Pires, artista por excelência, que correu mundo a levar a Arte de Bem Interpretar Música para piano, a mesma condecoração da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, quem em 2023 atribuiu a Janja da Silva.
Ora esta condecoração atribui-se a pessoas que prestam serviços relevantes a Portugal, no País ou no estrangeiro, ou serviços na expansão da Cultura Portuguesa, da sua História e dos seus Valores, o que se encaixa perfeitamente no perfil de Maria João Pires.

Imagem retirada da entrevista, mais acima referida.
Porém, encaixar-se-á no perfil de Janja da Silva? O que fez Janja da Silva pela Cultura Portuguesa? Nada. Absolutamente nada, a não ser casar-se com o Presidente da República Federal do Brasil, Inácio Lula da Silva, que também nada fez pela Cultura Portuguesa, muito pelo contrário, foi um dos que contribuiu para espezinhar a Língua Portuguesa, promovendo o AO90, o que ainda hoje acontece.
Não sei se a Maria João Pires sabe que a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique banalizou-se ao ser atribuída a alguém que não fez rigorosamente nada por Portugal, e não interessa se é a Senhora Janja da Silva, ou se é a Senhora Condessa Maria Antónia do Vale das Beldroegas. O que aqui está em causa é o critério da atribuição. Sabemos que Marcelo é luso-brasileiro, porém, como é do domínio público, é mais brasileiro do que luso, pugnando sempre mais pelos interesses brasileiros do que pelos interesses portugueses, mas isto não lhe dá o direito de esbanjar condecorações deste nível, com pessoas que não se encaixam nesta elegibilidade.
Maria João Pires encaixa-se perfeitamente, e a condecoração é bastante merecida, mas a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique já perdeu a sua dignidade, por a terem vulgarizado.
Sabemos que, no Brasil, a Senhora Janja foi criticada, por este feito, porém, a Senhora Janja não tem culpa de ter sido condecorada. Marcelo Rebelo de Sousa quis condecorá-la, e claro, ela só tinha de aceitar, ainda que nada tivesse feito para a merecer.
Eu jamais seria eleita para receber tal condecoração, contudo, se por obra e graça de algum encantamento, ma quisessem dar, hoje, eu não a aceitaria, porque a Grã-Cruz está desvirtuada, não só pela Janja, como por outros elementos que a receberam, como PASME-SE! José Sócrates, ex-primeiro ministro de Portugal, e um tal embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Philip T. Reeker, que devia ter feito tanto por Portugal quanto o Sócrates.
Por estas e por outras penso que estas condecorações já perderam a sua dignidade ao serem atribuídas a gente que nada fez para engrandecer Portugal, como Maria João Pires o fez. É como as Medalhas de Mérito Municipal, Grau Ouro, conferidas pela Câmara Municipal de Lisboa, a forcados e a toureiros, por António Costa.
Tive um amigo que recebeu uma Medalha de Mérito Municipal, que mais tarde foi atribuída a um vigarista, e esse amigo foi imediatamente devolvê-la.
Eu faria o mesmo.
É preciso Bom Senso na escolha do critério das atribuições de condecorações (e os exemplos são muitos em outros géneros de condecorações) para não acontecer casos insólitos como o que acabei de narrar, algo que me revolveu as entranhas, porque não se brinca com os valores da Cultura Portuguesa.
Isabel A. Ferreira
***
O comentário de Idalete Giga à entrevista que Maria João Pires deu a Pedro Boléo:

Concordo que a Plataforma Basta de Touradas solicite esclarecimentos.
Isto é humilhar Portugal.
Esta invasão foi promovida pelo Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, como se a barbárie tauromáquica dignificasse o nome de Portugal, e fosse um evento de Cultura Culta.
Não tem vergonha, senhor Cônsul, de estar a prestar um mau serviço a Portugal, além de humilhar o País e a fatia da população portuguesa que já evoluiu?
Imaginávamos que Macau e Hong Kong fossem regiões chinesas realmente especiais, evoluídas. Não esperávamos jamais ver tamanha selvajaria a ser exibida nessas regiões.
A tauromaquia, em Portugal, está a caminhar para o seu fim, e os seus promotores andam desesperados a ver se conseguem infiltrar este negócio bárbaro, em terras longínquas.
Esperamos que Macau e Hong-Kong não se deixem enganar, e não comprem gato por lebre.
Isto NÃO é Cultura. Isto é TORTURA de seres sencientes. O pior que existe na Humanidade.
Se não querem fazer companhia aos seis únicos países do mundo que mantêm moribunda esta actividade bárbara, digam NÃO a estes falsos tritões de vozes rachadas, que vos querem puxar para o fundo do mais escuro abismo.
真是遗憾,领事先生。
Isabel A. Ferreira


Esta imagem diz da INCULTURA e da violoação da Convenção dos Direitos da Criança


Do PACMA - Partido Animalista Com o Meio Ambiente, pelos Animais, o Meio Ambiente e Pessoas – partido político espanhol, fundado em 2003 na cidade de Bilbau, cujo presidente é Javier Luna Sánchez, recebi um comunicado, dando conta do HORROR que é o festejo do “Toro Júbilo” ou “Toro de Fuego”, algo completamente inconcebível, desumano, cruel, e não sei como o governo de Espanha consente em tal barbaridade, em pleno século XXI depois de Cristo.
Olá, Isabel
Como em todos os anos, a nossa equipa arriscou a sua integridade física em Medinaceli (Sória) para registar o terrível festejo do "Toro Júbilo": o último Touro de Fogo de Castela e Leão, que aconteceu novamente este ano após o levantamento da suspensão cautelar que o Partido Animalista conseguiu no ano passado.
O que testemunhámos foi, uma vez mais, um espectáculo de extremo sofrimento. O Touro suportou mais de duas horas de agonia: 19 minutos a ser puxado entre gritos, e mugidos, num absoluto caos, até finalmente ser levado ao curral. O recinto ficou quase vazio, com parte do público — alguns agitando símbolos franquistas — indo embora antes do fim.
Apesar disso, também vimos algo importante: a cada ano, somos mais a levantar a voz. Horas antes, manifestámo-nos na Praça do Município, sendo mais do triplo do que nos anos anteriores, apesar do frio, do vento e da chuva.
Sabemos que este festejo tem os seus dias contados, apesar dos esforços do Município de Medinaceli e da Comunidade Autónoma de Castela e Leão para mantê-la. A pressão social está a aumentar, o apoio ao maltrato animal está a diminuir e a nossa luta está a avançar. Mais cedo ou mais tarde havemos de conseguir.
Preparámos um vídeo com tudo o que documentámos.
Convidamos-vos a vê-lo e partilhá-lo nas redes sociais: cada pessoa informada é um passo mais para acabar com o "Toro Júbilo".
O texto foi traduzido do Galego para o Português pela autora deste Blogue.
Ponham o som alto para ouvir os gemidos desesperados do Touro.
Como é que isto ainda é permitido, é algo que está no segredo dos deuses de todos os olimpos!
Como é possível alguém DIVERTIR-SE com tamanha crueldade!!!!!!!
Deixo aqui o meu PROTESTO e o meu contributo para a divulgação desta coisa inominável, que só a índole desumana da besta humana pode executar.
Isabel A. Ferreira
«A língua (dos Cavalos) é o músculo capaz de mais movimentos. É um órgão extremamente enervado e sensível. Os cavalos sofrem atrocidades devido aos ferros que lhes metem na boca e que actuam sobre a gengiva da mandíbula, comprimem a língua e muitas vezes a ferem.
Assim, “cavaleiros” mais ou menos ignorantes, mais ou menos brutais, dominam cruelmente os indefesos animais. Há freios de borracha, menos agressivos.
O Hackamore/Serrilha não actua na boca, mas sim sobre o chanfro, o dorso da cavidade nasal. A sua acção pode ser brutal, havendo casos de fractura do osso nasal, quando se faz uso de grande violência.
Menos terrível, até podendo ser agradável para os cavalos, são cavaleiros sensíveis, que fazem uso suave das rédeas e transmitem as suas ordens à montada por voz, por posição do corpo, por pressão das pernas e prescindem de esporas ou fazem uso suave de esporas de extremidade redonda.
Quando o “homem” se põe a explorar animais, provoca-se neles muito sofrimento.»
Dr. Vasco Reis – Médico Veterinário)






https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/se-amam-os-cavalos-nao-os-montem-493785
Manuel da Rocha enviou-me o seguinte comentário acerca do texto da autoria de José Moreno, que ontem publiquei sob o título «A mentira conveniente: “A nossa economia precisa de imigrantes”...».
Manuel da Rocha comentou o post A mentira conveniente: «A nossa economia precisa de imigrantes»... às 19:52, 16/11/2025 :
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Atenção é a outras coisas... 100%, dos emigrantes, não fazem entregas, de comida, em casa. Você estaria disposta a pagar 8 euros, por 1 pepino, 17 euros, por 1 tomate e 22 euros, por 1 Alface? Sim, estes preços, seriam baseados nos 60000 euros, de salário médio anual, dos portugueses. Além de que, 95%, das estruturas produtivas, agrícolas, deixaram de ter funcionários. Porque ninguém vive, no interior, a 150km, da auto-estrada, mais próxima e sem algum carro de 70000 euros. E o produtor, não pode pagar 60000 euros, a cada um, dos 1600 a 4500 trabalhadores, que precisa, para produzir. 89,16%, dos emigrantes, trabalham na agricultura e pecuária. É isto que o Chega, não lhe deixa saber... para eles 5000000% dos emigrantes, vivem em Lisboa, Porto e Setúbal e fazem 100000 horas, anuais, a fazer entregas, de comida. Ninguém questiona porque é que o Chega, anunciou 20 milhões de "ilegais a viver em Portugal", e a nossa população, migrante, pouco passa de 1 milhão e 320000 estão cá, ao abrigo de vistos Gold ou por descendência, de cidadãos portugueses até 5 geração. É isto que devia ser explicado... e não os "20 milhões de imigrantes". Além de que, há outra coisas estranha: Vemos 68,4%, dos nossos emigrantes, na Europa (41,4% no resto do mundo) a votar, no Chega. Não se lembram que foram viver, para outro país, pelas mesmas razões, e passaram por vários bloqueios, até se conseguirem legalizar. Seria interessante que pensassem no porquê de querem 5000000% dos migrantes expulsos, que se lhes tivessem feito, o mesmo, não teriam a vida que têm. |
Porque este é um tema quente, actual e fracturante, decidi publicar a minha resposta ao Manuel da Rocha:
Caro Manuel da Rocha, penso que fui clara na minha introdução ao texto da autoria de José Moreno: aqui não há extremos, nem de direita, nem de esquerda. E eu, sendo suprapartidária, não vou atrás da treta de nenhum partido, por isso escusava de chamar para aqui o Chega. Não me diz nada. Além disso esta NÃO é uma questão de números, mas de PESSOAS.
Além disso não fui eu que escrevi o texto, mas concordo com ele, porque sou da área de História, mas nem precisava de ser, para saber que Portugal NÃO é, nem nunca foi um país de Imigração, com i. Sempre foi e continua a ser um país de Emigração com E, desde o tempo da Expansão Marítima.
E porquê?
Porque Portugal é um país territorialmente pequeno, é pobre, continua a ter milhares de pobres, mas a maior pobreza está na mente dos nossos governantes que não têm políticas para fixar os Portugueses no seu próprio País, para o fazer crescer em todos os aspectos, à excepção territorial, porque já não estamos em tempos de expansões.
Portugal também é um País com milhares de vadios, de parasitas, de preguiçosos, que preferem viver à custa de subsídios, e não estão dispostos a trabalhar no que é preciso, para fazer crescer Portugal. Nem todos podem ser doutores, pelos motivos mais óbvios, embora, à partida, todos devessem ter as mesmas oportunidades de singrar na vida, mas nem sempre é possível, porque na maioria das vezes depende da genética e do percurso de vida e das escolhas de cada um.
Ah! Mas Portugal é um país de idosos, não há mão-de-obra, precisa de Imigrantes blábláblá...
Treta! Falácia!
Precisa de imigrantes para quê? Para andarem por aí aos caídos, sem fazer nada, ou a receber migalhas e a dormir no chão dos tugúrios que os empresários agrícolas lhes oferecem como “casa”? Mão-de-obra barata, para que eu não pague um pepino a oito Euros? Não, obrigada! Prefiro pagar um pepino a oito Euros, do que pagá-lo a um euro, sabendo que é fruto de tráfico humano ou de exploração laboral.
Para não falar nas milhentas lojas de bugigangas, seguidinhas (só aqui num espaço de uns 200 metros, nem tanto, são umas 12, com um indivíduo (chinês, indiano, bengali) à porta a “zicar” num telemóvel, e as lojas vazias, que nem as moscas lá entram. Sabemos o que isto significa, não sabemos? E é isto que queremos para o nosso País?
Portugal precisa de Imigrantes para isto?
Apenas alguns têm privilégios já pré-concebidos, por acordos políticos de má catadura, se é que me faço entender.
Temos de pôr os olhos na realidade, sem palas, sem ideologias políticas a distorcer essa realidade.
E a realidade é esta: não precisamos de Imigrantes, porque somos um País POBRE, sem nada para oferecer, que valha pena! Agora, nem sequer a tranquilidade e a segurança de outrora!!!!
Do que precisamos é de políticas que ponham os vadios, os parasitas (por exemplo, os da tauromaquia), os preguiçosos e todos os que vivem à custa dos nossos impostos, até dos impostos dos mais pobres (vilania das vilanias! e eu conheço tantos!) a trabalharem no que é preciso, e dar condições aos portugueses que Emigram, para que possam fixar-se no seu País de origem. Nos tempos que correm SER EMIGRANTE é dar um salto no desconhecido. E só se emigra por necessidade, não por gosto, ou por motivos de trabalho qualificado, contratado, ou porque se quer viver num País rico e civilizado, para EVOLUIR.
Quanto aos Imigrantes, os países mais RICOS deviam ajudar os países mais POBRES, acabarem com as guerras, com as ditaduras, e dar condições, para que os que precisam de imigrar possam viver tranquilamente nos seus países de origem.
E mais: é preciso acabar com as invasões de imigrantes com segundas intenções. Ou ainda nenhum dos paridos políticos com assento na Assembleia da República Portuguesa, reparou nisso?
Apenas os que vêm por BEM para Portugal são bem-vindos.
Para mafiosos, já basta os que cá temos de origem portuguesa.
Isabel A. Ferreira

Por José Moreno
Desde há meses que ouço dizer, com a maior das certezas: “A nossa economia precisa de imigrantes.” O que me impressiona não é a frase, mas a convicção com que é repetida, como se fosse uma verdade absoluta quando é, na realidade, uma mentira conveniente.
E o mais curioso é que esta convicção não nasce do povo. Vem quase sempre das mesmas vozes de sempre, instaladas nos estúdios de televisão e nos painéis de opinião. Jornalistas, comentadores e especialistas de carreira que nunca criaram riqueza com as próprias mãos, mas que falam da economia como se fossem eles que a carregam às costas.
Dizem-no com a solenidade de quem enuncia uma lei da física. E quem ousa questionar é logo rotulado de ignorante, retrógrado, xenófobo, etc.
Mas esta frase, tão polida à superfície, é apenas mais uma das mentiras úteis do status quo. Não é uma constatação económica. É uma confissão moral involuntária.
Quando um país afirma que “precisa” de imigrantes para fazer o que o seu povo “não quer”, o que está realmente a dizer é: precisamos que o trabalho continue barato, mesmo que isso custe a dignidade de quem o faz.
Imaginemos um Portugal com dez milhões de habitantes, fechado sobre si próprio. Se ninguém quiser apanhar uvas a três euros à hora, o vinicultor não encerra o negócio; aumenta o salário até alguém aceitar. É assim que o mercado corrige a escassez: os preços sobem até o trabalho voltar a ser digno.
Mas quando o estado e os seus ideólogos abrem as fronteiras a fluxos massivos de mão-de-obra barata, essa escassez, que é o motor natural da valorização, desaparece.
O preço do trabalho cai artificialmente, e com ele o incentivo à inovação, à mecanização e à produtividade.

O mesmo se passa com o urbano moderno que exige o jantar entregue à porta. Se não houver quem o faça por três euros, levanta-se e vai buscá-lo? Não. Paga mais a quem o traga.
É o mercado a funcionar.
Mas a propaganda convence-o de que a solução é importar quem o sirva por menos, e assim transforma-o, sem que perceba, num cúmplice satisfeito de um sistema assente na exploração.
A mentira da “economia que precisa de imigrantes” só se sustenta numa sociedade moralmente anestesiada, numa sociedade que já perdeu o sentido da dignidade e da relação entre causa e efeito.
Os políticos e os “jornalistas” que a promovem não são ingénuos. São sacerdotes de um culto moderno onde a virtude se mede pelo ar de compaixão e solidariedade, enquanto se perpetua a desigualdade que fingem lamentar.
Chamam-lhe “inclusão”, ao mesmo tempo que destroem o valor do trabalho local e empurram os nossos próprios jovens para a emigração.
A Escola Austríaca explicou há muito que preços e salários são sinais, não instrumentos de política. Interferir neles, através da inflação, do crédito fácil ou da entrada massiva de mão-de-obra barata, é distorcer o cálculo económico.
E quando a realidade é distorcida o suficiente, a mentira torna-se lei e a pobreza transforma-se em política pública.
Portugal não precisa de mais imigrantes para fazer o que os portugueses não querem. Precisa que o trabalho volte a valer o que custa. E se, por isso, o vinho ou o jantar entregue à porta ficarem mais caros, óptimo. Significa que finalmente estamos a pagar o preço real das coisas e a deixar de viver à custa de quem tem menos voz, menos direitos e menos escolha.
A verdade é simples e inconveniente: não é a economia que precisa de imigrantes. São os donos da economia que precisam de servos modernos para manter o sistema de pé.
E os “jornalistas” que o defendem são apenas os seus porta-vozes bem pagos, disfarçados de moralistas.
Fonte: https://www.facebook.com/photo?fbid=1109268094740416&set=a.117925873874648
