Terça-feira, 20 de Outubro de 2020

O que está a acontecer a Portugal? Quais os interesses do actual Presidente da República Portuguesa?

 

Marcelo Rebelo de Sousa interessa-se por TUDO o que lhe dá visibilidade, podendo, desse modo, alimentar o seu imensurável EGO.

Tudo o resto não interessa.

O Orçamento de Estado 2021 não serve os interesses dos Portugueses. Estamos em vias de perder a nossa soberania. Mas o que é que isto interessa ao PR?

A App Stayaway Covid será inconstitucional. Só esta App será inconstitucional? Isto interessará ao PR?

Portugal também está a perder a sua identidade linguística. Todos os juristas, que já se pronunciaram sobre o AO90, confirmam que este (des)acordo é inconstitucional. E o que é que isto interessa ao PR?  

O que, de facto, interessa ao actual presidente da República Portuguesa?

Interessa, por exemplo, dar o exemplo da vacina da gripe, e correr mundo exibindo o tronco nu, pelas televisões e jornais online.

Ouçam o que nos diz José Gomes Ferreira, comentador sobre assuntos de finanças, economia e política da SIC Notícias, a propósito do não-assunto OE-2021.

Eu associo-me à indignação de José Gomes Ferreira, porque também é a minha indignação.

Portugal anda à deriva. Não temos timoneiro. 

 

José Gomes Ferreira.jpg

Origem da imagem de José Gomes Ferreira: Internet

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2020

Presidente da República Portuguesa mostra-se a vacinar-se contra a gripe para “dar o exemplo”. E que exemplo!!!

 

Pois então?

Não parece que Sua Excelência, o Chefe de Estado Português, está a relaxar-se, algures num SPA, descamisado, mostrando os seus atributos físicos, como manda o seu imenso ego? E isto para dar exemplo ao Povo português... Para a vacina da gripe, claro!

Homens do meu País, descamisem-se, quando forem vacinar-se, e deixem-se fotografar para os jornais. Sigam o exemplo do nosso Presidente da República.

Vacina de Marcelo ANTÓNIO PEDRO SANTOSLUSA.jpg

Foto: António Pedro Santos /Lusa no Jornal do Luxemburgo

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:08

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«A sociedade precisa de medíocres»

 

Um texto lapidar de António Lobo Antunes que subscrevo inteiramente.

O que nos vale é que ainda há gente pensante em Portugal.

 

Mediocridade.jpg

 Imagem que diz do triste estado global da sociedade portuguesa... 

Foto:  Prazis Images/shutterstock

 

A Lobo Antunes.png

 

Por António Lobo Antunes

 

«A sociedade precisa de medíocres» 

 

“A sociedade necessita de medíocres que não ponham em questão os princípios fundamentais e eles aí estão: dirigem os países, as grandes empresas, os ministérios, etc. Eu oiço-os falar e pasmo não haver praticamente um único líder que não seja pateta, um único discurso que não seja um rol de lugares comuns. Mas os que giram em torno deles não são melhores.

 

Desconhecemos até os nossos grandes homens: quem leu Camões por exemplo? Quase ninguém. Quem sabe alguma coisa sobre Afonso de Albuquerque? Mas todos os dias há paleios cretinos acerca de futebol em quase todos os canais. Porque não é perigoso. Porque tranquiliza.

 

Os programas de televisão são quase sempre miseráveis, mas é vital que sejam miseráveis. E queremos que as nossas crianças se tornem adultos miseráveis também, o que para as pessoas em geral significa responsáveis. Reparem, por exemplo, em Churchill. Quando tudo estava normal, pacífico, calmo, não o queriam como governante. Nas situações extremas, quando era necessário um homem corajoso, lúcido, clarividente, imaginativo, iam a correr buscá-lo. Os homens excepcionais servem apenas para situações excepcionais, pois são os únicos capazes de as resolverem. Desaparece a situação excepcional e prescindimos deles.

 

Gostamos dos idiotas porque não nos colocam em causa. Quanto às pessoas de alto nível a sociedade descobriu uma forma espantosa de as neutralizar: adoptou-as. Fez de Garrett e Camilo viscondes, como a Inglaterra adoptou Dickens. E pronto, ei-los na ordem, com alguns desvios que a gente perdoa porque são assim meio esquisitos, sabes como ele é, coitado, mas, apesar disso, tem qualidades. Temos medo do novo, do diferente, do que incomoda o sossego.

 

A criatividade foi sempre uma ameaça tremenda: e então entronizamos meios-artistas, meios-cientistas, meios-escritores. Claro que há aqueles malucos como Picasso ou Miró e necessitamos de os ter no Zoológico do nosso espírito embora entreguemos o nosso dinheiro a imbecis oportunistas a que chamamos gestores. E, claro, os gestores gastam mais do que gerem, com o seu português horrível e a sua habilidade de vendedores ambulantes: Porquê? Porque nos sossegam. Salazar sossegava. De Gaulle, goste-se dele ou não, inquietava. Eu faria um único teste aos políticos, aos administradores, a essa gentinha. Um teste ao seu sentido de humor. Apontem-me um que o tenha. Um só. Uma criatura sem humor é um ser horrível. Os judeus dizem: os homens falam, Deus ri. E, lendo o que as pessoas dizem, ri-se de certeza às gargalhadas. E daí não sei. Voltando à pergunta de Dumas

– Porque é que há tantas crianças inteligentes e tantos adultos estúpidos?

não tenho a certeza de ser um problema de educação que mais não seja porque os educadores, coitados, não sabem distinguir entre ensino, aprendizagem e educação. A minha resposta a esta questão é outra. Há muitas crianças inteligentes e muitos adultos estúpidos, porque perdemos muitas crianças quando elas começaram a crescer. Por inveja, claro. Mas, sobretudo, por medo.»

 

 in: https://francisfoto.blogs.sapo.pt/a-sociedade-precisa-de-mediocres-256895

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:30

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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020

Código de Honra da Mulher Celta

 

Algo que toda a Mulher do século XXI d. C. deve aprender e seguir.

 

Não é com a (mal) dita "linguagem inclusiva" que as mulheres do século XXI d. C. terão um lugar ao sol na sociedade. Não é. Escusam de andar por aí, com o “todas e todos”, “amigas e amigos” na boca, porque isto jamais fará com que a mulher do século XXI d. C. seja considerada ou seja beneficiada com a igualdade de direitos. Que é o que interessa. Porque o resto é não saber ocupar o lugar que lhe cabe na sociedade.

 

O texto que se segue é de autor desconhecido. Contudo, o importante não é o autor. É o conteúdo. Se este código foi inventado ou existiu, na realidade, também pouco importa. O que importa é que todas as mulheres do século XXI d.C. o tenham como um guia para a sua própria vida, e poderão, então, confirmar que não é através de uma linguagem pirosa que terão os seus direitos garantidos.

 

 

 

As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens. A elas era dado o direito de escolherem os seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam. Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir o seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casas e mães.

Assim aprendiam o seguinte:

 

- Ama o teu homem e segue-o, mas apenas se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.

 

- Nunca permitas que algum homem te escravize. Nasceste livre para amar, e não para ser escrava.

 

- Nunca permitas que o teu coração sofra em nome do amor. Amar é um acto de felicidade, por quê então sofrer?

 

- Nunca permitas que os teus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca te fará sorrir.

 

- Nunca permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado. Lembra-te que o corpo é a moradia do espírito; por quê então mantê-lo aprisionado?

 

- Nunca te permitas ficar horas à espera de alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido.

 

- Nunca permitas que o teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome desconheces.

 

- Nunca permitas que o teu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para ti.

 

- Nunca permitas que te gritem ao ouvido. O Amor é o único que pode falar mais alto.

 

- Nunca permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.

 

- Nunca permitas que outros sonhos se misturem aos teus, convertendo-os num grande pesadelo.

 

- Nunca acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

 

- Nunca permitas que o teu útero gere um filho que nunca terá um pai.

 

- Nunca permitas viver na dependência de um homem como se tivesses nascido inválida.

 

- Nunca te ponhas linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tem olhos para admirar-te.

 

- Nunca permitas que os teus pés caminhem na direcção de um homem que só vive a fugir de ti.

 

- Nunca permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos teus olhos te dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.

 

- E, sobretudo, nunca permitas a ti própria perder a dignidade de ser mulher."

 

Fonte:   https://momentoskatia.blogs.sapo.pt/codigo-de-honra-das-mulheres-celtas-203636

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2020

Ligação entre abuso animal, maus-tratos a crianças, violência doméstica e violência contra idosos

 

abuso animal.png

 

 

DENUNCIAR.png

 

VIOLÊNCIA.jpg

 

A ligação entre a violência contra as pessoas e violência contra os animais está bem documentada e é objecto de pesquisa internacional desde há décadas. Na sua forma mais simples: a violência contra animais é um aviso de que o agressor pode tornar-se violento para as pessoas, e vice-versa.

 

The Link between violence to people and violence to animals is well documented by research. In its simplest form: violence to animals is a predictor that the abuser may become violent to people, and vice-versa.

 

Abuso é abuso não importa o género ou quem é a vítima.

 

Abuse is abuse no matter what the form or whom the victim.

 

Quando alguém maltrata um animal, a pergunta importante a fazer é: "Quem será o próximo?"

Os crimes contra as pessoas estão ligados a um conjunto de crimes contra os animais, e três tipos específicos de abuso de animais estão ligados a crimes contra as pessoas: agressão sexual contra animais (bestialidade), acumulação animal, e luta entre animais.

 

When someone harms an animal, the important question to ask is, “Who will be the next?”

 

Crimes against people are tied to a myriad of crimes against animals, and three specific types of animal abuse are linked to crimes against people: sexu­al attacks against animals (bestiality), animal hoarding, and animal fighting.

 

Quando múltiplas formas de violência ocorrem em casa, incluindo o abuso animal, a casa está em maior risco de violência contínua se todas as formas de violência não forem sanadas.

 

When multiple forms of violence happen at home, including animal abuse, the home is at increased risk of escalated and continued violence if all forms of violence are not resolved.

 

O abuso contra animais é mais prevalente em lares onde vivam crianças que tenham historial de abusos ou violência.

 

The animal abuse is more prevalent in homes where children who have a history of abuse or violence live.

 

A Crueldade Animal está referenciada como um dos sintomas do transtorno de personalidade.

 

Animal Cruelty is referenced as one of the symptoms of “personality disorder”.

 

Os animais de estimação da família podem ser alvos de ameaças, maus-tratos ou morte para se fazer "chantagem emocional" e forçar as vítimas humanas a obedecerem e a manterem-se em silêncio sobre o abuso.

 

Family pets may be targets of intimidations, harm, or killing to “emotionally blackmail” and coerce human victims to comply with and remain silent about abuse.

 

Os membros da família que sofrem de violência doméstica, podem ser mais propensos a permanecer num lar abusivo, ou voltar para casa, se não tiverem um lugar seguro para colocar os seus animais de estimação.

 

Family members who suffer domestic violence may be more likely to remain in an abusive home, or return home, if they do not have a safe place to put their pet.

 

Quando as crianças testemunham a violência no lar, ficam em risco aumentado de demonstrar violência para com os animais.

 

When children observe violence in the home, they are at increased risk of displaying violence toward animals

 

Aqueles  que entendem essa relação de crimes em relação aos animais e as pessoas, estão em melhor posição para prevenir a violência futura e proteger a sua comunidade.

 

Those who understand this linkage of crimes towards animals and people are in a better position to prevent future violence and protect their communities.

 

Assim como as pessoas, também os animais de estimação podem ser vítimas de violência doméstica. Muitos donos, especialmente aqueles que são abusados, não podem querer separar-se do seu animal de estimação ao deixar o lar abusivo. Portanto, as vítimas humanas ficam propensas a permanecer no ambiente abusivo e expor-se aos seus filhos e seus animais de estimação para a continuação da violência. O treino dos socorristas às vítimas de violência doméstica deve incluir também a questão animal.

 

Just like people, pets can also be victims of domestic violence. Many pet owners, especially those who are battered, may not wish to be separated from their pet if they leave the abusive home. Therefore, they are likely to stay in the abusive environment and expose themselves, their children and their pets to continued violence. The training of first responders to victims of domestic violence should also include animal matter.

 

Um dos primeiros estudos internacionais que abordaram a relação entre o abuso infantil e o abuso de animais descobriu que 88% dos lares com crianças abusadas fisicamente também incluiu abuso ou negligência do animal de estimação da família.

 

One of the first studies to address the link between child abuse and animal abuse discovered that 88% of homes with physically abused children also included abuse or neglect of the family pet.

 

Crianças que crescem expostas à violência crónica podem desenvolver a crença de que lesar um animal, assédio moral, comportamento inadequado e outras atividades criminosas, são normais.

 

Children who grow up exposed to chronic violence may develop beliefs that harming an animal, bullying, misbehaving and other criminal activity is the norm.

 

O abuso pode incluir agressão ou violência contra a pessoa idosa e o seu animal de estimação, mas também pode incluir roubo de propriedade, dinheiro e informações financeiras. Se o animal de estimação está presente na casa da pessoa idosa, pode tornar-se um alvo para se exercer coerção sobre o ancião. Mas, devido a crenças geracionais ou isoladamente, o idoso não relata o abuso.

 

The abuse may include aggression or violence toward the elder person and their pet, but can also include theft of property, money and financial information. If a pet is present in the elder person’s home, the pet can become a target to exert coercion over the elder. But due to generational beliefs or isolation, the elderly person may not report the abuse.

 

Este é o resumo do Guia escrito por Allie Phillips (Directora e Fundadora do National Center for Prosecution of Animal Abuse at the National District Attorneys Association).

 

Fonte:

https://www.facebook.com/notes/826007704119635/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:46

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2020

«Ministério da Cultura Vai Apoiar a Tauromáfia» [???]

 

Isto deve ser uma brincadeira de muito mau gosto. Um delírio de tauricidas.

Absolutamente inacreditável! Inconcebível!

Porém, a ser verdade, só mesmo num país onde a mediocridade é soberana, isto poderia acontecer.

A ser verdade, a senhora ministra da Cultura terá duas caras?
Não há muito tempo era pela Civilização, e agora é pelo atraso civilizacional?

Vejamos o que nos diz a Prótouro – Pelos Touros em Liberdade

(Isabel A. Ferreira)  

 

Prótouro.jpg

 

«De acordo com a website tauromafiosa “touro e ouro” o Ministério da Cultura reuniu com a Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos.

 

Na reunião reconheceu que a tauromáfia faz parte da cultura portuguesa e como tal é elegível para receber apoios relativamente às medidas da Covid.

 

A sério que a tortura de seres sencientes faz parte da cultura portuguesa?

 

O Ministério da Cultura acha que isto é cultura?

 

A ser verdade só podemos dizer que não existem palavras suficientes no dicionário para qualificar esta obscenidade.

 

Os empresários tauromáquicos vivem à tripa forra e a pandemia não lhes fez perder dinheiro porque a grande maioria tem outras profissões. Quanto aos tauricidas são de famílias ricas e recebem subsídios porque além de serem tauricidas são também ganadeiros como por exemplo os Moura Caetanos.

 

Até quando é que vamos continuar a pagar para a sobrevivência de uma indústria em agonia?

 

A única maneira de acabar com esta bandalhice é votar em quem quer erradicar esta aberração, caso contrário, esta gentalha vai continuar a encher os bolsos à custa de todos nós!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/10/13/ministerio-da-cultura-vai-apoiar-a-tauromafia/comment-page-1/?unapproved=5390&moderation-hash=6e17cba4ea97a1523164db2c9b148777#comment-5390

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Terça-feira, 13 de Outubro de 2020

«Brilhante reportagem sobre touradas em Portugal»

 

Recordemos este texto de 2016. Infelizmente actualíssimo, comprovando-se que, em Portugal, a EVOLUÇÃO é algo que custa a encaixar, nomedamente, nas mentes dos governantes e dos parlamentares, os quais mantêm acesa a chama desta prática selvática, sem se aperceberem de que não têm lugar no pódio de gente civilizada

 

Reportagem espectacular sobre touradas. Todos os argumentos, todos os factos, todas as razões num brilhante trabalho.

"O Touro é um animal que, quando uma mosca pousa no seu dorso... ele afasta-a com a cauda. Ele é hipersensível".

 

COBARDE.jpg

 

Por Cláudia Vantacich

 

«O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia. A etologia, como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães. Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos. Por vezes, os Touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

 

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem. Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.

 

O touro "bravo" tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o "argumento" da sua preservação como justificação da tauromaquia.

 

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

 

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à protecção do homem.

3 - Nenhum animal deve ser maltratado.

4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 - Todo o acto que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais.

9 - Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O Homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

 

Mas não são apenas os direitos dos animais os que são violados pela tauromaquia.

 

A psicologia, a psiquiatria e a neurociência provaram que assistir a touradas provoca traumas psicológicos nas crianças, tornando-as tolerantes à violência gratuita e contribuindo para que se tornem adultos agressivos. Este foi um dos argumentos que levou à abolição das touradas na Catalunha, em Espanha, país onde a tradição é muito mais forte do que em Portugal, pela sua origem.»

 

Cláudia Vantacich

***

As touradas: Violência, Crueldade, Ignorância, Futilidade

A vergonha de Portugal

 

 

Fonte:

http://ruportugal.blogspot.pt/2016/05/brilhante-reportagem-sobre-touradas-em.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:00

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2020

Quando prestigiadas marcas vêem o seu nome ligado à selvajaria tauromáquica sem saberem como nem porquê…

 

Aconteceu com a ODISSEIAS. E esta marca não foi a única, nem foi a primeira vez que os tauricidas usaram e abusaram de marcas acreditadas no mercado, para publicitar a selvática prática da tauromaquia.

Sigam-me nesta odisseia (série de acontecimentos anormais) desta marca, que, sem saber, promoveu uma tourada em Santarém.

 

ODISSEIAS.jpg

 

Nos finais de Setembro, a conhecida marca ODISSEIAS apareceu associada à promoção de uma tourada, em Santarém. Nas redes sociais o montador de cavalos Francisco Palha ofereceu uma "Odisseias Box" como forma de divulgar a tal tourada.

 

Aceitando o apelo da Plataforma Basta, enviei uma mensagem à ODISSEIAS, a pedir um esclarecimento:

Foi com profunda indignação que tomei conhecimento que a marca ODISSEIAS aparece associada à promoção de uma tourada em Santarém.

Segundo as notícias publicadas na imprensa tauromáquica, o cavaleiro Francisco Palha está a realizar um passatempo oferecendo uma "Odisseias Box" para duas pessoas, no âmbito da promoção de uma tourada no próximo sábado (26 de Setembro) em Santarém.

Neste sentido gostaria de saber se a ODISSEIAS tem conhecimento da utilização da sua marca para promover esta tourada e se a marca ODISSEIAS apoia ou pretende associar-se à promoção da actividade tauromáquica em Portugal?

Com os melhores cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***

E o esclarecimento veio, via e-mail.

Vou reproduzir a troca de mensagens, que então troquei com  a ODISSEIAS, porque considero isto algo inconcebível: um torcionário apoderar-se do nome de uma empresa, sem o conhecimento ou o consentimento dela, para promover uma prática selvática, e ficar impune.

 

Primeiro foi o Tiago que teve a amabilidade de me responder:

 
Tiago Lima (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 10:22 GMT+1

Estimada Isabel Ferreira,

Esperamos que esta mensagem a encontre bem.

Agradecemos o seu contacto que mereceu a nossa melhor atenção.

No seguimento do mesmo somos a informar que não tínhamos qualquer conhecimento do exposto pelo que formalizamos por esta via que

não foi feita nenhuma permuta ou oferta da nossa parte para esse ou outro fim no âmbito da referida actividade.

Para questões adicionais não hesite em contactar-nos.

Agradecemos a sua preferência,

Boas Experiências!

Tiago Lima
Experience Assistant

 

***


Minha resposta:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

25/09/2020, 10:35

   

para Info

 

Exmo. Sr. Tiago Lima,

 

Agradeço a gentileza da sua resposta. Eu estou bem, obrigada. Espero que o senhor também se encontre bem.

Gostaria que me esclarecesse o seguinte: se a vossa empresa não tinha qualquer conhecimento do que foi exposto, como é que o nome ODISSEIAS está envolvido neste evento, que envergonha a Humanidade, sem o vosso CONSENTIMENTO?

Não configurará isto um crime?

Poderia explicar-me, para que eu possa explicar aos meus leitores (tenho intenção de publicar esta matéria no meu Blogue «Arco de Almedina») o que sucedeu, então, para que a ODISSEIAS fosse usada como isca para promover uma prática bárbara, aberrante, cruel e violenta, que não dignifica o Homem, nem a vossa empresa?

Muito obrigada.

Aguardo resposta.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***


Resposta, desta vez, da  amável e simpática Marta:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 12:34 GMT+1

Bom dia Isabel,

Eu passo a esclarecer.

É que qualquer pessoa, pode adquirir os nossos vouchers .

Ou seja, se a Isabel desejar, pode passar por um hipermercado, Loja Fnac, Worten, entre outros e adquirir um pack. 

O evento não teve consentimento, não demos autorização.

Todas as atividades promovidas pela nossa empresa são devidamente publicitadas no nosso site assim com nas redes sociais oficiais.

Soubemos de facto do sucedido, quando centenas de emails de clientes e não clientes nos facultaram esta informação. 

Esta situação está reportada e a ser tratada.

Com os meus cumprimentos,

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

 

***

Mas eu pretendi ir mais longe e respondi:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

25/09/2020, 16:53

   

para Info

Exma. Senhora Marta Lino,

Agradeço a gentileza do esclarecimento.
Esperamos que a ODISSEIAS faça um comunicado público a esclarecer isto mesmo, e a descartar-se do evento, obrigando os promotores da tourada a retractarem-se, seria o mínimo a fazer. Porque usar o nome de alguém ou de uma empresa sem consentimento é crime.

Aguardamos esse comunicado público.
Muito obrigada.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

***

 

A Marta respondeu-me:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 17:06 GMT+1

Muito obrigada Isabel,

Pela sua resposta amabilidade e sugestão que será passada internamente.

Com os nossos maiores cumprimentos e desejo de um excelente fim de semana.

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

***


Dois e-mails de circunstância depois (agradecimentos e renovações de bom fim-de-semana) a Marta enviou-me este outro e-mail:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

28 de set. de 2020 12:08 GMT+1

Bom dia Isabel,

Espero que se encontre bem,

A informação foi passada à Administração da nossa parte como colaboradores.

Reforço que a Odisseias não está associada à Tauromaquia, e fomos envolvido de forma inadvertida e sem nosso conhecimento, pelo que esta situação está ser tratada internamente com os procedimentos corretos.

Recebemos inúmero emails de vários clientes e não clientes, que infelizmente nem tivemos de forma de responder de forma personalizada porque a caixa de entrada ficou completamente a preenchida, recebemos ainda injurias, nomes sem precedentes, que até podemos entender mas de forma nenhuma tratamos os nossos assim. 

Fomos arrastados para uma situação que está a ter o seu devido encaminhamento.

Boa semana Isabel.

Com os maiores cumprimentos, 

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com


***

Como, entretanto, recebi uma mensagem da ODISSEIAS para saberem do meu grau de satisfação na resposta à minha solicitação, enviei-lhes esta outra mensagem:

 

isabel.bonari@gmail.com

26 de set. de 2020 11:31 GMT+1

Exmos. Senhores,

 

Avaliarei o meu grau de satisfação, quando a ODISSEIAS emitir o comunicado público (que sugeri) a condenar a atitude dos que USARAM o nome da empresa, sem o conhecimento desta, para promover a selvajaria tauromáquica.

Muito obrigada.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

A simpática e amável Marta voltou a responder ao meu e-mail:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 19:18 GMT+1

Grata Isabel.

Sei que já foi retirado do evento a nossa marca Odisseias associada.

Muito obrigada por tudo e por todos os que nos tem facultado informações e sugestões.

Cumprimentos,

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

 

***
 E eu:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

28/09/2020, 12:31 (há 11 dias)

   

para Info

Bom dia, Marta Lino,

Penso que agora tenho informação suficiente para esclarecer os meus leitores.
Agradeço a vossa disponibilidade para tratar deste assunto, que a ser assim, como dizem, é gravíssimo. Ninguém pode USAR a marca de uma empresa sem o consentimento dela. E se este foi o caso, é caso para processo judicial, porque uma empresa que tenha o seu nome associado à tauromaquia, perde prestígio, ainda mais não dando consentimento.

Espero que tenha também uma boa semana.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***

A Marta agradeceu, e aqui acabou esta odisseia.

Fiquei sem saber se houve algum esclarecimento público por parte da ODISSEIAS, ou  se o montador de Cavalos foi punido pelo seu (suposto) acto de uso e abuso da marca.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:59

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Domingo, 11 de Outubro de 2020

«Cultura da violência?! Não obrigado!» - Crónica de Francisco Guerreiro (Eurodeputado Verdes/Aliança Livre Europeia)

 

«Não posso, em consciência, apoiar, activa ou passivamente, a violência contra animais em prol do divertimento humano» (Francisco Guerreiro).

 

Francisco Guerreiro.jpg

  Foto: European Union 2019- EP/BB

 

É isto que se pretende elevar a Património Cultural Imaterial da UNESCO... 

 

Dom, 11/10/2020 - 15:30 na Revista Nova Gente

 

«Em Setembro tomei conhecimento da iniciativa da International Tauromaquia Association (Espanhola) para que os eventos tauromáquicos sejam inscritos como Património Cultural Imaterial da UNESCO.

 

E é sempre interessante ir à origem das palavras para perceber a sua relação com a actualidade. A palavra Património, do latim patrimonium, significa herança familiar ou do pater (pai). Isto leva-me a pensar, defeito de ecologista, que planeta deixaremos aos nossos filhos como herança natural. Mas também o inverso, que filhos deixaremos à nossa casa comum. Creio que devemos deixar uma herança maior do que aquela que recebemos sobretudo ao nível do património natural, algo que, claramente, não está a suceder.

 

Posto isto, fiquei satisfeito com a elevação do Fado, ou do Cante Alentejano, a Património Cultural da Humanidade. Pelo contrário não quero deixar como herança a normalização do sofrimento de animais.

 

Acresce que esta tentativa de classificação é uma forma de desviar verbas públicas para a indústria tauromáquica. Isso foi visível a 14 de Setembro de 2017, quando o Governo anunciou que um dos projectos vencedores, do primeiro Orçamento Participativo era para incluir a cultura tauromáquica na lista de Património Cultural Imaterial, através da Convenção da UNESCO. A indústria tauromáquica arrecadou assim 200 mil euros para promover esta barbárie. Em 2018 um projecto semelhante angariou mais 50 mil euros de fundos no mesmo Orçamento.

 

Não posso, em consciência, apoiar, activa ou passivamente, a violência contra animais em prol do divertimento humano. Por isso, ao saber desta candidatura reuni mais de 60 assinaturas, de eurodeputados de 6 das 7 famílias políticas, e enviei uma carta à Directora-Geral da UNESCO a manifestar a nossa total discordância com esta proposta de classificação, que vai mesmo contra os princípios de não violência da UNESCO.

 

Para mim, como para tantos outros, o caminho da não violência passa pela abolição da tauromaquia. Seja hoje, seja amanhã, ela acontecerá!»

 

Francisco Guerreiro

 

Fonte:  

https://www.novagente.pt/cronica-de-francisco-guerreiro-cultura-da-violencia-nao-obrigado?fbclid=IwAR0ae1ORIHRVTpsI_PILbJ556qXo8lVUajNEH0kpOFeqUVLe9Md59DpW4fw

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2020

«Tauromáfia infiltra-se no Sport Lisboa e Benfica»

 

Saberão os adeptos do Benfica que na sua maioria são contra touradas que a candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência integra na sua comissão de honra vários tauricidas?

 

BENFICA.jpg

 

Ao todo são 9 e para que conste eis os seus nomes:

 

– António Ribeiro Telles, Diego Ventura, Francisco Palha, João Ribeiro Telles, João Ribeiro Telles Jr., Luís Rouxinol, Luís Rouxinol Jr., Rui Salvador e Filipe Gonçalves.

 

Simplesmente vergonhoso.

 

Primeiro foram os políticos agora é a tauromáfia nada que nos surpreenda afinal são todos farinha do mesmo saco e comem todos da mesma malga!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

***

Texto publicado pelo Blogue Prótouro – Pelos Touros em Liberdade, aqui:

https://protouro.wordpress.com/2020/10/08/tauromafia-infiltra-se-no-sport-lisboa-e-benfica/


publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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