Quinta-feira, 15 de Agosto de 2019

TORTURA ANIMAL COMO PROGRAMA POLÍTICO DO PSD NA ILHA TERCEIRA (AÇORES)

 

Garraiada organizada pelo PSD da ilha Terceira

"Venha divertir-se" com a violência contra animais e pessoas, "com muita comida, bebida e animação".

 

Sempre a confundir barbárie com tradição.

 

Apontem, para não se esquecerem: PSD, um partido fora do baralho político, nas próximas eleições legislativas.

 

PSD.png

Um cartaz vergonhoso, para o PSD, um partido político que vive na Idade Média e trava a evolução, por isso, a Terceira é uma ilha rodeada de barbárie por todos os lados, e afundada num descomunal atraso civilizacional

Fonte:

https://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.com/2019/08/a-tortura-animal-como-programa-politico.html?showComment=1565884037753#c92197289899890575

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:50

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OS JUÍZES NA SUÉCIA (COMPARADOS COM OS PORTUGUESES)

 

(Texto recebido via e-mail)

«AINDA TÊM A DESFAÇATEZ DE TEREM SINDICATOS E FAZEREM GREVES»

 

martelo de juiz.jpg

Origem da imagem:

https://pt.pngtree.com/freepng/judge-hammer_3240229.html

 

 

Os juízes na Suécia

 

Agora que tanto se comenta os absurdos e afrontosos ordenados, pensões

de reforma e um sem-número de privilégios de que desfrutam os juízes

portugueses, parece oportuno referir o exemplo de países evoluídos

onde, ao contrário do nosso atrasado Portugal, a justiça efectivamente

funciona e usufrui de inquestionável credibilidade.

 

É, nomeadamente, o caso da Suécia — um modelo de transparência e de

tolerância zero contra a corrupção nos serviços públicos.

 

Os seus 16 juízes do Supremo Tribunal de Justiça recebem unicamente um

salário fixo, sem direito a qualquer tipo de benefícios ou mordomias

extras, como automóvel, motorista, secretários pessoais, verbas de

representação ou seguros pagos pelo Estado, assim como residência

subsidiada.

 

E, tal como os ministros, deputados, autarcas e outros altos

funcionários do Estado, utilizam transportes públicos ou carro próprio

(alguns até usam bicicleta...) quando não estão oficialmente em

serviço.

 

O seu ordenado mensal oscila, ao equivalente em euros, entre cerca de

3000 e 5800. Não são adicionados suplementos exclusivos às suas

pensões de aposentação, que são rigorosamente enquadradas nos escalões

do regime geral.

 

A clareza é absoluta: os vencimentos e despesas de serviço dos

magistrados podem ser livremente consultados, a todo o momento, pelo

cidadão comum — como, de resto, todos os processos judiciais em curso.

Além de impedidos de aceitar viagens ou quaisquer outras ofertas, os

juízes suecos não dispõem de imunidade ou de estatuto privilegiado,

podendo ser processados e julgados como qualquer normal cidadão.

 

Não se conhecem, porém, casos de magistrados envolvidos em corrupção.

A ética imperativa do sector público da Suécia rege-se pelo princípio

de que “é imoral gozar de regalias pagas com dinheiro dos

contribuintes”.

 

Atente-se, pois, no chocante contraste entre a Justiça de um país

europeu abastado, desenvolvido, organizado, eficaz e transparente e

esta controversa e paradoxal Justiça portuguesa, arcaica, opaca,

vagarosa, corporativista e ineficiente.

 

Complicada, burocratizada e politicamente poluída. De fiabilidade duvidosa.

 

Forte com os fracos e fraca com os poderosos.

 

Que se arrasta de recurso em recurso, até à prescrição e ao arquivamento, à Ivo.

 

Que raramente decide em tempo útil.

 

Dolorosamente dispendiosa para uma nação empobrecida e gravemente

endividada e um povo crescentemente massacrado pela tirania fiscal.

 

César Faustino, Cascais

 

Expresso, 22 de Junho de 2019

 

 

Nota:

Se o acordo conseguido com os juízes for aplicado aos procuradores, o

subsídio de casa passa dos 775 para os 875 euros, é pago 14 vezes e

terá desconto da Caixa Geral de Aposentações.

 

Os aumentos do vencimento só se reflectem nos recibos dos procuradores

da República com mais de 15 anos de carreira que terão um aumento

bruto de 341 euros (de 5778 para 6119); e no dos

procuradores-gerais-adjuntos, que passarão dos actuais 6129 para os

6629.

 

A PGR passará a ganhar 6629 euros a que se juntam despesas de

representação e o subsídio.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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