Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016

A VERDADEIRA ESSÊNCIA DA TAUROMAQUIA

 

 Apenas os sádicos aplaudem o sofrimento ao vivo de um ser vivo, de um animal como eles…

Como eles?

Não, não como eles....

 

O Touro, este Touro que vemos em agonia, neste vídeo, para divertimento de monstros, é muito mais DIGNO, muito mais RACIONAL, muito mais HUMANO do que todos os tauricidas juntos.

 

 

E é a isto que chamam “arte” e “cultura”…

Nem no mais atrasado planeta do Universo, isto será arte ou cultura...

Nem o mais primitivo homem das cavernas era tão cruel e irracional quanto estes trogloditas do terceiro milénio depois de Cristo.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:50

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016

ESTA É A VERDADEIRA ESSÊNCIDA DA HUMANIDADE!

 

Felizmente ela existe um pouco por todo o mundo...

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:15

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016

Alma, Razão e Senciência nos Animais

 

(Texto dedicado a todos os animais humanos da "espécie" ICE

(Incompatível Com Evolução)

 

JEREMY.jpg

 

Texto de Sônia T. Felipe (***)

 

«No livro «Acertos Abolicionistas» publiquei um texto (A dignidade dos cadáveres e lugares sagrados, p. 55) abordando a proibição do bispo D. Odilo de enterrar animais de estimação junto com seus pais adoptivos nos cemitérios humanos. Para esse bispo da Igreja Católica, fazer isso tira a dignidade dos humanos. Comer cadáveres não tira, mas enterrar os cadáveres dos animais amados junto com o cadáver de quem os amou tiraria.

 

O Papa Francisco acaba de declarar que os animais têm alma e que elas vão para o céu. Finalmente! É a primeira vez na história papal que o dogma do vivo-vazio de alma, disseminado por Descartes no século XVII é derrotado por um Papa. E eu estava esperando por isso há quase quatro séculos.

 

Enfim, se os animais têm alma, o que todos nós sempre soubemos acerca de todos os animais, inclusive dos que são comidos pelo Papa Francisco (não estou atacando o Papa, não, tenho aqui em casa o livro das receitas predilectas de todos os papas e não há uma sequer vegana!) e por todos os católicos e cristãos ao redor do mundo, eles têm senciência.

 

Se há senciência em qualquer animal, a capacidade de sentir como dor ou prazer os estímulos do ambiente natural ou social, então há racionalidade também, ainda que cada animal tenha sua forma de raciocinar (que já expus nos outros dois livros, «Ética e Experimentação Animal» e «Por uma Questão de Princípios»), uma forma adequada ao tipo de sensibilidade e de consciência de sua espécie e do indivíduo que vive experiências que outros podem não viver.

 

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, ser racional não é ser apenas frio e calculista, não é visar obter apenas vantagens para si. Portanto, a razão não é apenas a capacidade mental de planejar vinganças, típica da mente humana, embora ela esteja imbricada nessas acções. Geralmente, a prática do mal está mais ligada às emoções fora do controle do que, justamente, ao controle delas pelo raciocínio.

 

A racionalidade é a capacidade de raciocinar para manter-se vivo da forma mais segura possível. Essa existe em cada espécie animal e é desenvolvida no ambiente natural delas e pelas interacções sociais. Os animais são seres políticos, no sentido aristotélico que designa a vida só possível "entre os muitos".

 

Nossas vidas e as vidas de todos os animais incluem a presença de outros animais que cada indivíduo animal deve aprender a conhecer para poder distinguir se neles há, ou não, ameaça e riscos para sua própria sobrevivência. Esse é um aprendizado da razão.

 

A senciência é a capacidade de sentir as coisas e de as traduzir com alguma emoção-chave, do tipo: muita dor, dor, desagradável, desconfortável; ou, muito prazeroso, prazeroso, agradável, confortável.

 

Uma vez arrumadas essas informações na memória, cada animal segue se orientando por elas e procurando se aproximar mais das coisas e dos outros animais que propiciam sensações de prazer em todas aquelas gradações, ou se afastar das coisas e dos outros animais que provocam as sensações ruins.

 

Mas para que esse arquivo possa ser ordenado e consultado de cada vez, é preciso que ali haja também a capacidade da razão. E a razão vai se ampliando a cada nova experiência, porque na memória do animal existem muitas informações que ele pode usar para se preservar em vida e preservar a vida dos que dependem dele para isso, seus filhos pequenos, seus pares na hierarquia social. Isso é racionalidade. Todos os animais são racionais a seu modo específico, a seu próprio modo.

 

Apenas os humanos usam a razão e são racionais no sentido de planejar obter o máximo de vantagens para si à custa do máximo de desvantagem para outros animais: éguas, vacas, porcas, galinhas, ovelhas etc., e seus pares machos.

 

MANDELA.jpg

 

Todos os animais são racionais, cada um dentro do parâmetro de raciocínios que sua mente específica requer e possibilita. Se não houvesse razão nos animais, para que serviria sua capacidade de sentir dor e de sofrer, de sentir-se bem e de estar feliz?

 

A dor e o sofrimento são as duas chaves das portas de entrada das informações ambientais para que o animal possa se defender delas a seu próprio modo, evitá-las e comportar-se de modo a não pôr sua vida em risco quando não há outros meios (e no caso dos animais os meios são muito escassos) para se defender do mal.

 

E, para que possamos entender a evolução moral da nossa espécie, que agora inclui os animais no âmbito do devido respeito moral e jurídico, é bom lembrar do que afirma Frans de Waal: «temos a capacidade de agir moralmente, porque somos animais

 

É a racionalidade presente em todos os animais que permite a cada um deles entender que o bem do seu grupo é uma garantia para o próprio bem; que o mal de seu grupo é ameaça contra seu bem próprio.

 

 

Confúcio também se refere à capacidade ou incapacidade da mente humana de suportar a dor no outro, porque essa mente sabe muito bem que toda dor que se espalha no mundo espalha-se de tal modo que ela tem efeito bumerangue. Um dia, sem que a gente menos espere, ela está à nossa porta. Não é vingança. É colheita.

 

Para essa semana pré-natalina, é bom que pensemos que todos os animais sentem dor e sofrem, todos querem estar na vida sem essa dor e tormento, e todos sabem que o que causa dor é sempre algo que ameaça a integridade física, psíquica ou social de cada animal senciente.

 

Todos os animais são racionais, no sentido explicitado, e, agora, acabamos de saber pelo Papa Francisco, que todos os animais têm alma, conforme já o escreveu Irvênia Prada (Médica e Professora da Faculdade de Veterinária da USP), em seu livro sobre a alma nos animais.

 

O círculo está cada vez mais apertado para os antropocentristas, especistas e bem-estaristas. É melhor desassinar esse contrato cheio de cláusulas perversas desfavoráveis a todos os animais. Moralidade é a capacidade de ampliar o campo da racionalidade. E já não somos mais inocentes no que diz respeito à senciência, racionalidade e à alma dos animais outros que não os humanos.»

 

(***) Sônia T. Felipe é doutorada em Filosofia Moral e Teoria Política, pela Universidade de Konstanz, Alemanha; professora reformada da graduação e pós-graduação em Filosofia, e do doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina; orientou dissertações e teses nas áreas de Teorias da Justiça, Ética Animal e Ética ambiental.

 

(Aviso: este texto foi reescrito para Língua Portuguesa, através de corrector ortográfico).

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:36

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

ISTO É A INFÂMIA DAS INFÂMIAS, A COBARDIA DAS COBARDIAS

 

Isto passa-se em Lisboa, capital de Portugal, país integrado na Europa(onde também existe selvajaria tauromáquica).

 

Não é em nenhuma aldeola do interior de um país qualquer…

 

«Além de CRUEL, DEPRIMENTE E MONSTRUOSO, é irónico! Em frente a UMA IGREJA, no LARGO DA MISERICÓRDIA, pratica-se um acto "extremamente religioso", inclusive, à frente de Turistas, que devem ter achado este "postal" uma coisa maravilhosa, própria de um País de terceiro-mundo

 

 

«Temos três carrascos: um assobia, chamando a atenção deles para verem que, GENEROSAMENTE, lhes está a atirar comida para lhes matar a fome -SIM, ELES VÊM PORQUE TÊM FOME!

 

Outra subtilmente vai vaporizando o produto maldito, muito empenhada "porque é o trabalho dela" – MATAR -. Por fim, o malvado do "homem" do assobio, dispara a rede, deixando os Pombos num desespero absoluto, enquanto os carrascos se juntam para terminarem a acção, metendo os desgraçados -já mais mortos que vivos-, na caixa.

 

ISTO NÃO É PONTUAL, FAZEM-NO CONSTANTEMENTE! Também há os que, quando interpelados, inventam histórias simpáticas, como dizerem que é só para os levar para fora da zona!!! Há acéfalos que acreditam!!! A "zona" é no canil de Monsanto, onde morrem gaseados!

 

Aos que reclamam por causa dos Pombos existirem, lembrem-se: Eles não pediram para nascer e são vítimas de perseguição, fome, sede, maus tratos e morte, todos os dias!

 

É assim, que em Lisboa se resolve o "problema de excesso de Pombos"! É assim que os POMBOS MORREM: GASEADOS e ENVENENADOS, pela própria autarquia! Tudo para que possam poupar uns trocos na limpeza de monumentos e afins e, depois, os poderem investir nos seus próprios luxos ou para "aquelas" obras que lhes dão jeito executar, a eles e aos amigos que têm as empresas!

 

Não acham estranho que as pessoas que têm Pombais não sofram de nenhuma doença "de pombos"?! Em Bragança, existe um programa de recuperação de Pombais, existem vários em cada Aldeia e, cada um alberga largas dezenas de Pombos. Os habitantes dessas aldeias e quem entra nos Pombais para limpar e tratar deles, não está a morrer! Não acham estranho que, quando éramos miúdos e eles nos vinham comer à mão, nunca nos tivessem transmitido nenhuma doença?! Não acham estranho que eu esteja viva, mesmo pegando neles, quando estão doentes?!

 

São Pássaros lindos, inteligentes, que já muito serviram os humanos, mas que são abatidos sem a menor compaixão por parte de quem manda, de quem executa e de quem vê! EXISTEM FORMAS DE CONTROLO DE REPRODUÇÃO, DE EFICÁCIA COMPROVADA, noutros países mais evoluídos! "Nós", continuamos a optar pelo barato, pela crueldade e desrespeito para com os animais!

 

Quem filmou e quem começou a apitar no momento do disparo da rede, merecem o meu respeito, foram os únicos que se manifestaram contra esta BARBARIDADE!»

 

(Soubemos que quem filmou este vídeo foi ameaçado de prisão)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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RIO TINTO PROMOVE CIRCOS SEM ANIMAIS

 

AQUI CAMINHA-SE PARA EVOLUÇÃO

Circos? só com animais humanos…

 

CIRCO.jpg

Origem da foto: http://lulotrindade.blogspot.pt/2011/07/ilustracoes-circo.html

 

Em Portugal, caminhamos no deserto civilizacional, mas de vez em quando aparece-nos um oásis para que possamos respirar o ar puro que a lucidez nos traz.

 

A Junta de Rio Tinto (Gondomar) acaba de aprovar uma proposta que proíbe a presença de animais nos circos que pretendam apresentar espectáculos na freguesia.

 

Esta, além de se assumir como "entidade contra a utilização de animais nos espectáculos de circo", deliberou igualmente pela "não emissão de pareceres favoráveis às instalações de circos no território da freguesia que incluam espectáculos ou exibições de animais", medida que a freguesia pretende ver estendida a todo o município.

 

Em Rio Tinto caminha-se para a Evolução.

 

Esperamos que todas as outras freguesias do país sigam este louvável exemplo.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:47

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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016

O Cavalo nasceu para ser livre...

 

... não para ser usado e abusado pelo homem-predador.

É assim que gosto de os ver: livres, soltos, sem arreios, sem selas, sem freios…

É assim que os Cavalos devem viver:

Belos e Selvagens 

CAVALOS.jpg

 Origem da imagem: Internet

 

 

Eis algumas curiosidades sobre os Cavalos:

 

A gravidez de uma égua dura, em média, 336 dias, e quando nasce um potro, o mundo maravilha-se com um dos animais mais belos existentes na Natureza.

 

Os recém-nascidos conseguem ficar em pé em apenas duas horas após o nascimento.

 

Os Cavalos têm uma excelente memória. Dizem os cientistas que são capazes de reconhecer uma pessoa muitos anos depois de a ter visto pela última vez. Os Cavalos são capazes de reconhecer sons a longas distâncias, além de vozes familiares.

 

Um Cavalo bebe aproximadamente 50 litros de água por dia!

 

Existem mais de 300 raças de póneis e cavalos.

 

As raças de Cavalos mais valorizadas são quarto de milha, puro sangue inglês, appalooza, percheron, paint horse, lusitano, mustang, andaluz, Galloway, frísio, shire, bretão e árabe.

 

Entre as raças de Cavalos, a mais veloz é o puro sangue inglês, que chega a atingir 80 Km/h.

 

Os Cavalos tanto dormem em pé como deitados. O especialista em equino-cultura, Roberto Losito de Carvalho, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paul, em entrevista à Superinteressante, salientou que «para poderem dormir em pé, os Cavalos desenvolveram uma postura chamada “estação livre”: ele apoia 60% do seu peso sobre as duas patas da frente e o restante peso apoia ora numa das pernas traseiras, ora na outra».

 

Os Cavalos brancos atraem menos moscas do que os demais, de acordo com os investigadores da Universidade de Eotvos, Hungria, os quais colocaram uma substância pegajosa em três cavalos (um preto, um acastanhado e um branco). Passados dois meses, foram observar a quantidade de moscas presas ao pelo: o cavalo branco tinha 25 vezes menos moscas do que os outros. Supõe-se que isso acontece porque os pêlos escuros reflectem a luz de forma alinhada, o que os torna mais atraentes aos insectos.

 

Eles não nasceram para puxar carroças ou charretes, para corridas ou hipismo ou touradas, ou para animais de carga.

O Cavalo, bem como todos os outros animais não-humanos nasceram para serem tão livres quanto o homem.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/pan.sintra/photos/a.254545384629588.60895.187128991371228/1099878916762893/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:20

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Domingo, 4 de Dezembro de 2016

A IRRACIONALIDADE DO ANIMAL PRÉ-HUMANO

 

O animal pré-humano, uma subespécie do Homo Sapiens, que usa e abusa de seres indefesos, terá o seu dia para pagar esses CRIMES, sim porque nem tudo o que é legal é aceitável à luz da racionalidade.

 

Quem legisla também comete crimes, ao permitir que outros os cometam.

 

LÁGRIMAS.png

 

Todo e qualquer "divertimento" que implique a utilização de animais não humanos deve ser considerado crime contra a Natureza, porque a Natureza implica uma Ordem Cósmica pré-definida, que os animais não humanos cumprem escrupulosamente, e o "divertimento" à custa do sofrimento desses animais, que não nasceram para servir os instintos sádicos e assassinos dos cobardes animais pré-humanos, é um autêntico atentado a essa Ordem Cósmica, configurando um hediondo crime.

 

É urgente providenciar a evolução desses pré-humanos, para que a Humanidade possa ocupar o seu lugar na Natureza: o lugar de guardiã da Vida no Planeta Terra.

 

Ser racional implica essa responsabilidade perante os seres mais indefesos.

 

A VIDA encarregar-se-á de devolver aos abusadores de animais, todo o mal que eles praticaram contra a natureza dessa própria Vida.

 

Isto é tão certo como o Sol dar lugar à Lua.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:48

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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

Falcoaria como Património Imaterial da UNESCO??????

 

UMA VERGONHA!

 

Considerar património cultural uma actividade medieval, que mantém magníficas aves em CATIVEIRO, é no mínimo repugnante.

 

Só se estiverem a referir-se a um património imaterial do HOMO PARVUS.

 

falcao-voando-wallpaper.jpg

Por alma de quem, manter seres alados em cativeiro é património imaterial da UNESCO?

 

A candidatura reuniu 18 países, entre eles Espanha, Portugal e França (que também admitem touradas), mais os Emirados Árabes Unidos, a Síria e a Mongólia que são um exemplo menor de "humanidade"… 

 

E veja-se qual o município português que lançou esta candidatura: Salvaterra de Magos, uma localidade tauricida, com um atraso civilizacional de séculos.

 

A prática do falcoaria, que mantém em cativeiro belíssimos falcões que, sendo aves de rapina, têm o direito de viver em liberdade, mantém-se inalterada desde o século XII. Até a vestimenta dos falcoeiros é ridícula, com paralelo na dos toureiros.

 

Em Portugal existe um fascínio patológico pelas práticas medievais, época em que, à falta de coisa mais civilizada, se usavam animais como divertimento.

 

A falcoaria começou por ser utilizada na caça, como meio de garantir alimentos (até aí compreensível) mas, dizem eles, foi ganhando outros valores ao longo dos séculos e «hoje é uma prática associada à camaradagem e à partilha de valores», à custa de seres alados que não podem voar em liberdade.

 

Que camaradagem e valores serão estes, assentes em tão baixos sentimentos humanos?

 

Dizem com muito orgulho, que esta “arte da caça”, ou seja, a «arte de matar animais cobardemente», como património da UNESCO, juntou-se à Arte da Olaria Negra de Bisalhães, à do Chocalho, à Dieta Mediterrânea, ao Cante Alentejano e ao Fado, que é tudo muito parecido com a arte de matar animais ou tê-los em cativeiro.

 

Shame on you, UNESCO.



Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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