Domingo, 4 de Setembro de 2016

«Quando não tiverem frutos comam os troncos» - Diálogo entre um Homo Sapiens e um Homo Parvus

 

Maria Helena Capeto, uma cientista e escritora que muito prezo, escreveu este curto mas interessantíssimo diálogo, que diz tudo sobre a tentativa que fazemos para passar aos desinformados, as informações necessárias para que evoluam e saiam da ignorância em que estão mergulhados até à ponta dos cabelos.

 

Porém, a missão torna-se impossível, porque assim como o pior cego é aquele que não quer ver, o pior ignorante é o que, por opção, prefere continuar ignorante.

 

Sapiens- Parvus.png

 

Homo Sapiens versus Homo Parvus

 

Sapiens - Não arranques a árvore, colhe só os frutos!

 

Parvus - Eu quero a árvore toda para mim!

 

Sapiens - Se não arrancares a árvore todos vão poder comer os frutos, tu incluído.

 

Parvus - És parvo ou quê? Estão ali mais duas árvores!

 

Sapiens - Mas se arrancas essa, os teus irmãos também arrancam as outras.

 

Parvus - E depois?

 

Sapiens - Depois não há mais frutos para ninguém!

 

Parvus - Mas nós ficamos com eles, por isso não há problema. É tradição.

 

Sapiens - Os frutos vão apodrecer e nem vocês vão ter mais.

 

Parvus - Lá estás tu com as tretas das teorias sempre armado em sabichão! Aprendeste isso onde? Sempre arrancámos as árvores! Não consegues perceber que assim estamos a protegê-las? Se não as arrancássemos já não existiam! Vê se vais aprender alguma coisa de jeito! Se soubesses do que falas ias arrancar as árvores como nós!

 

Sapiens - Desisto. Quando não tiverem frutos comam os troncos!

...

Maria Helena Capeto

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:27

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Sábado, 3 de Setembro de 2016

CÂMARA DA PÓVOA DE VARZIM PATROCINA GARRAIADA DA AGROSEMANA?

 

Li isto no Facebook. A sério????? Nem posso acreditar!!!! Mas tratando-se da Póvoa… tudo é possível!

 

AIRES PEREIRA.jpg

 

«…andão a diser isto do mêu amigo mas ele dantes num cubraba nada e agora é munto barato pureque ele é um bom amigo:

 

«A posição da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim relativamente à tauromaquia tem vindo a deixar os cidadãos confusos.

 

O que pensar?

 

“Garraiada na Agrosemana, com o apoio da Câmara Municipal

http://www.agrosemana.pt/programa/garraiada/

Mais:

 

A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim vai deixar de apoiar touradas que se realizem na cidade, passando a cobrar oito mil euros pelo aluguer da sua praça de touros.”

 

http://www.jn.pt/local/noticias/porto/povoa-de-varzim/interior/povoa-de-varzim-deixa-de-apoiar-touradas-na-cidade-5169688.html

 

VS

Preçário | Praça de Touros | Cedência: 6150€ |Arrendamento: 6000€ file:///C:/Users/Elisa/Downloads/tarif%C3%A1rio-PDF-20.5.2015%20(1).pdf

 

(Quando há rendas outras rendas de 17.000€, por exemplo).»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/517632594920430/photos/a.517728278244195.133539.517632594920430/1395601180456896/?type=3&theater

 

 

***

Li ainda uma propaganda acerca desta “garraiada” que só pode ter sido escrita por idiotas.

 

Primeiro, chamaram a esta prática de broncos uma “atividade” (sem CÊ, ainda por cima na ortografia inculta que anda por aí na ilegalidade, o que a torna uma aberração ainda maior) como se a tortura de um bovino bebé possa ser incluída numa actividade de seres humanos.

 

Mas o pior é dizerem que isto tem origem na mais “tradicional festa brava portuguesa” o que é o mesmo que dizer na “festa parva portuguesa”, que «proporcionará momentos de entretenimento e de boa disposição», naturalmente apenas aos broncos, porque apenas os broncos se divertem a torturar e a aplaudir a tortura de um bovino bebé.

 

Depois, para mostrarem um pouco daquela coltura que lhes encharca as mórbidas mentes, puseram-se a fazer história: dizem que os primeiros registos desta idiotice, a que chamam actividade (pasmemo-nos) cultural (como se a parvoíce algum dia pudesse fazer parte da cultura culta de um povo), «remonta ao século XII, sendo que a sua expressão mais forte sempre decorreu nos países de origem latina» (e mal sabem eles  porquê…).

 

Veja-se o atraso civilizacional em que vivem estes indivíduos: quando todos nós já estamos no século XXI, eles continuam especados no século XII.

 

E dizem mais. Dizem que na arena, que é uma palavra que nos reporta ao circo romano de má memória, serão vários os “aventureiros” (leia-se cobardes) que tentarão “efetuar” (sem Cê) a pega do garraio (desventurado inocente, indefeso e inofensivo animal, que cai nas manápulas destes cobardes) enquanto nas bancadas o público (leia-se os sádicos) vibrarão com a “atuação” (sem CÊ) e demonstração de coragem

 

Bem, esta pretensão de demonstração de coragem extravasa qualquer expectativa de racionalidade nestes indivíduos: à frente deles está um pobre garraio assustadíssimo, fora do seu habitat natural, a ser agarrado pelas manápulas de um bando de cobardes da pior espécie, numa demonstração da maior cobardia que existe: maltratar um indefeso animal bebé.  É como se na arena estivesse uma criança humana de 3 anos a ser perseguida por bichos-papões.

 

E acabam esta descrição macabra, digna da mais rasca croniqueta dos tempos medievais, com esta frase lapidar:

 

«O gado merece, a terra agradece!»

 

O gado merece? Pobre gado, que mais valia não ter nascido, do que nascer para sofrer nas mãos de cobardes carrascos.

 

E a terra, a Póvoa de Varzim, uma vez mais, ao permitir estas práticas toscas perpetradas por toscos medievais, arrasta-se na bosta que os garraios, assustados, deixam na arena. 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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DENÚNCIA AO CUIDADO DA UNIÃO BUDISTA PORTUGUESA

 

“ESPAÇO SAGRADO” PATROCINADO PELA TAUROBRINDE

 

MONJAS.jpg

 

 

Figuras públicas a Favor das Touradas ou a Vergonha Nacional

#VERGONHANACIONAL #DENÚNCIA

 

 

Esta página Holyspace, supostamente Budista, descreve-se como "Espaço Sagrado que ama a Divindade de cada ser..." MAS, pasmem-se, os proprietários são aficionados ASSUMIDOS e são patrocinados pela Taurobrinde!

 

Quem são eles?

 

- Pedro Gonçalves: Professor na empresa Escola de toureio Joaquim Gonçalves, e bandarilheiro, dono da empresa Taurobrinde - Brindes Publicitários;

Ver aqui:

https://www.facebook.com/pedro.goncalves.906

  

- Ana Paula Soares Fernandes, mulher de Pedo Gonçalves e aficionadíssima. Diz-se terapeuta na Holyspace.

 

Como é possível? O que dirá o Dalai Lama?

 

A União Budista Portuguesa saberá disto?

 

Será que as Monjas aprovam o que esse “professor de toureio” faz aos animais, vítimas da sua profissão?

 

 Fonte:

https://www.facebook.com/holyspace/photos/pcb.1060350910749616/1060343337417040/?type=3&theater

 

Fonte do texto:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.198391990203464.50649.175436649165665/1243355472373772/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:21

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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016

A origem científica da "afición"

 

Hoje brindo-vos com este espectacular texto, da autoria da minha amiga Teresa Botelho, publicado no seu Blogue «Retalhos de Outono», onde ela apresenta uma síntese bastante realista do que é o mundinho tauromáquico.

 

Parabéns, Teresa. Disse tudo o que há a dizer, de um modo que, com toda a certeza, todos entenderão logo à primeira. (I.A.F.)

 

ORIGEM.jpg

 

 

Texto de TERESA BOTELHO

 

«Embora a Igreja Católica não tenha achado graça nenhuma à teoria da Evolução das Espécies de Charles Darwin que matava de vez o Adão, a Eva, a maçã e a diabólica cobra, a verdade é que teve que calar a boca e fazer vista grossa às evidências científicas!

 

E as evidências mostram que o cérebro e a inteligência nele contida, não é apenas atributo da posição bípede do Homo Sapiens africano que depois migrou para a Europa e Ásia, mas também dos Primatas que o antecederam.

 

Ora como hoje decidi enveredar pela Antropologia, fui escavar em certas regiões deste país, onde encontrei surpresas extraordinárias e as explicações exactas para as minhas questões, mas para não ferir susceptibilidades e porque os achados arqueológicos nem sempre foram todos homogéneos, não me alongarei em grandes pormenores geográficos.

 

Em certas regiões do nosso país, encontrei crânios diferentes dos já descobertos em escavações europeias e que possivelmente terão também ligação com outros que se virão a encontrar em Espanha e em certas regiões de França. São espécies novas de hominídeos, cujo tamanho do cérebro não evoluiu tanto como o vulgar Homo europeu.

 

A essa importante descoberta de um Neandertal - b), decidi chamar Homo Sanguinarium e por coincidência, conheci mesmo alguns dos seus descendentes que embora já conseguindo algumas verbalizações do tipo grunhido e cobrir as partes íntimas com roupas, apresentam uma caixa craniana de resumido volume e são apelidados de "Grunhos".

 

Muitos deles têm ventres avantajados e exalam um estranho odor a queijo ressequido e alho!

 

Irritam-se facilmente, chegando mesmo a vias de facto, sobretudo em casa, onde se sentem mais fortes, mas fora dela, só se alteram acompanhados pelos da sua espécie.

 

No Verão, ficam sequiosos e por vezes cambaleantes, sobretudo quando vão em magote interagir com bovinos atados com cordas, nas ruas das suas aldeias.

 

Os mais urbanos, levam a família toda a uns recintos redondos, onde outros da mesma espécie, espetam ferros em touros vivos.

 

Entre os "espetadores" de ferros, há uns que vestem colans e casacos brilhantes com lantejoulas e fazem grandes bailados em frente dos animais, antes de os ferirem.

 

Os touros têm as hastes cortadas nas pontas, mas às vezes rompem os colans aos dançarinos e mostram que a fruta que está por baixo, não é grande coisa e lá se perdem na areia os enchumaços de algodão super absorvente que maravilhavam as fêmeas dos Homos "embolados" da assistência...

 

Há também uns outros, mais espertos que espetam os ferros no bicho de cima de outro bicho. Chamam-lhes cavaleiros, mas esses não correm tantos riscos, porque a montada apara quase sempre os piores golpes.

 

São mais abastados que os demais, porque vão arrebanhando dinheiros públicos e só ali vão para os justificar e exibir a sua fraca figura.

 

Depois vêm os dos barretes abraçar o touro, talvez com vontade de lhe pedirem desculpa, mas sem sorte, porque o bicho já está nas últimas e nem os vê, apesar de algumas vezes voarem mesmo sem terem nascido com asas.

 

Mas é no final que entram os mais corajosos e que se chamam "Limpa Bonicos" que com as suas enormes pás, reúnem toda a merda reminiscente no solo e que será depois distribuída aos espectadores em saquinhos coloridos como recordação.

 

Todos eles, no entanto, revelam caixas cranianas ínfimas, comparadas com as dos touros e cavalos que sacrificam.

 

UI.png

 

Esta espécie de Homo Sanguinarium, apesar de se encontrar em extinção, reúne ainda bastantes da sua espécie, conseguindo mesmo alguns deles, chegar a cargos no governo.

 

Há ainda outros que como não sabiam fazer mais nada, tornaram-se religiosos e até bispos, o que não é de espantar porque esses costumam ter vários vícios, além de gostarem de ver sangue...

 

E por aqui me fico, embora muito mais houvesse para dizer, mas que guardarei para o Nobel da Ciência!

 

Fonte do texto:  Blogue «Retalhos de Outono»

http://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/08/aficion_80.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:43

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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016

A “torada”, o “toro” e o delírio do João

 

Gosto de receber comentários assim… porque me dão a oportunidade de soltar as palavras… e aí vão elas…

 

Belo Touro.jpeg

 

Recebi este comentário delirante do João, que não poderia deixar passar despercebido.

 

Nele está tudo o que ficou bem claro no texto que aqui publiquei, sob o título «Tauromaquia – Doença do Foro Psiquiátrico».

 

Ora leiam:

 

Joao, deixou um comentário ao post Quando os aficionados nascem com o cérebro descido...

 às 16:29, 2016-08-31

Comentário:

 

Boa tarde cara Isabel, Como é possível estudar tanto e saber tão pouco? Definir o amor a uma arte como doença mental, comparar humanos e animais, e depois negar a animalidade dos humanos, e negar-lhes o direito a ser animais e a viver e experimentar esse lado animal, isso sim é quase uma doença mental.

Digo quase, porque na maior parte dos casos, como parece ser o seu e da legião de dúbios doutores de que se faz uso, é mais provavelmente uma lavagem cerebral do que uma doença.

A torada, ou se preferir a tauromaquia é uma arte e uma maneira de viver, de ser humano e animal de ser crente ou ateu, de sofrer e de sorrir. A tourada é a vida ela mesma, e os toros de lide são praticamente encarnações de Deuses, ou para os ateus como eu da própria força vital da natureza e do universo. É uma pena que tenha estudado tanto e saiba tão pouco. Bem-haja. João

 

***

Pois não é, meu caro João? Como é possível? “Malhei” tanto naquela Universidade e não sei nada. Mesmo nada. Sou a ignorância personificada.

 

O meu caro João, ao contrário de mim, deverá ter estudos superiores, tipo mestrado, doutoramento em artes… naturalmente.

 

Mas como foi possível, eu ter definido o amor a uma arte como doença mental? Tem razão. Sou uma besta. Confundir um conceito tão sublime como o amor aliado à arte da tortura, com uma doença mental, só de uma besta. De uma grande besta.

 

E comparar humanos a animais? Então essa é que é imperdoável.

 

Na verdade os humanos não têm um coração como os animais. Os humanos são assim uma espécie de vegetal que rasteja. Acertei? Corrigi-me?

 

Os animais não, os animais são mais humanos. Comportam-se como seres racionais na Natureza. Não poluem, não torturam e matam os da sua espécie nem os de outras espécies para se divertirem.

 

Negar a animalidade dos humanos, e negar-lhes o direito a ser animais e a viver e experimentar esse lado animal, não é quase uma doença mental, nem uma lavagem cerebral. Na verdade é uma doença mental, das mais graves. Então não é? Como pude ser tão cega mental?

 

E a torada? Eu prefiro o termo torada, a tauromaquia. Torada é mais condizente com a realidade da vossa arte e da vossa maneira de viver, de ser humano e animal, de ser crente e ateu, de sofrer e de sorrir. Que bonito! Isto é demasiado sublime para a minha irracionalidade.

 

A torada é a vida ela mesma, então não é? E os toros de lide são praticamente encarnações de deuses? Então não são?

 

Eu, por exemplo, adoro os Touros, são animais magníficos, plácidos, ruminantes, têm uma personalidade superior à de muitos joões que eu conheço. São na realidade a própria força vital da Natureza, e quiçá do Universo.  

 

Para depois acabarem gloriosamente assim, às mãos do animal homem que, por amor à arte, cruelmente o estraçalha:

 

Touro estraçalhado.jpeg

 

Pois na verdade é uma pena que eu tenha estudado tanto e saiba tão pouco! É lamentável. Muito lamentável. Humildemente admito ter de regressar aos bancos da escola primária.

 

E depois não querem que se diga que a tauromaquia é uma doença do foro psiquiátrico!

 

Bolas!!!!!!

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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