Terça-feira, 7 de Junho de 2016

A ALA DECENTE DA GERINGONÇA

 

(Um excelente texto de Ana Martins, para reflectirmos sobre o que se passou na Assembleia da República, no Dia Internacional da Criança)

 

TOURO.jpg

 

Texto de Ana Martins

 

Facto #1: A ONU, através do Comité dos Direitos das Crianças, a 31.01.2014, exortou Portugal a limitar a participação de crianças portuguesas em touradas.

 

Facto #2: A delimitação do que é ou não uma criança e a sua balização etária pode dar azo a discussões muito interessantes, mas o limite, por razões práticas, teve de ser convencionado e é por isso que a maioridade formal é de 18 anos em Portugal (no seguimento, mais uma vez, de uma recomendação da ONU, que o Estado Português acatou);

 

Facto #3: na legislação actual, existe já uma limitação em função da idade: 6 anos para a presença da criança em espectáculos tauromáquicos e 12 anos para a sua presença em actividades de toureio;

 

Facto #4: Seja na baliza etária 16 ou 18 anos, a presença de toureiros menores de idade é recorrente nas inspecções feitas pela Autoridade para as Condições do Trabalho, que constataram “de forma pessoal, directa e imediata a participação de menores na referida corrida de touros”, o que é ilegal.

 

Facto #5: Outras recomendações da ONU incluíram o aumento do Salário Mínimo Nacional (check para a geringonça), o aumento progressivo do RSI de modo a “garantir o aumento do número de beneficiários elegíveis” (guess whatcheck para a geringonça), implementação de medidas para a diminuição do desemprego jovem (acertaram: check para a geringonça).

 

Ou seja: as recomendações da ONU são frequentemente vertidas para projectos de lei ou projectos de resolução. Desta feita, não foi isso que aconteceu. Talvez porque a aprovação destes PdL’s estava comprometida, à partida, pelo facto do PEV e do BE se terem revelado incapazes de chegar a acordo com o PAN para criar um projecto que pudesse criar maior agregação nas bancadas do PS. Porque, como já sabemos, nestas matérias de avanço civilizacional, a ortodoxia do PCP rima muito bem com a moral bafienta da direita, por isso não se poderia contar com os comunistas.

 

Então como poderia a geringonça fazer aprovar uma lei destas? Se o PS se tivesse lembrado que a chamada “agenda de costumes” é também uma das razões de ser da geringonça. O argumento de falta de consenso na população sobre este tema não colhe, porque isso não foi óbice à aprovação, por exemplo, das mais recentes alterações à Procriação Medicamente Assistida. Ou será que me querem convencer que há maior consenso na população em relação ao facto de uma mulher solteira ou lésbica poder ter um filho sozinha do que a tourada ser uma actividade explicitamente violenta, que vive da glorificação da tortura de animais e da morte? Aliás, de tal modo isso é consensual que mesmo a RTP, que perdendo audiência ano após ano e contrariando o parecer do seu Provedor continua a emitir touradas, mas opta pelo horário das 22h. Porque será?

 

Que outros argumentos? Bom, há outro quase divertido se não fosse ele certificado de indigência mental a quem o ouve: é “proibido proibir”. Que por muito condenável que seja a actividade tauromáquica, estamos a falar de liberdade individual. Deve ser a mesma liberdade individual de que falávamos como base da censura à “criminalização do piropo”, alteração ao Código Penal que todos os grupos parlamentares votaram a favor, ainda no tempo da caranguejola. Voto a favor que inclui, claro está, muitos dos deputados do PS que o eram na anterior legislatura. E, portanto, quanto a coerência, estamos conversados.

 

Para memória futura, a ala decente da geringonça, no dia 1.06.2016, limitou-se ao grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, ao PEV e a 11 deputados do PS:

Rosa Albernaz, @tbribeiro, @pdelgadoalves, Fernando Jesus, Luis Graça, @Isabelsantos47, @ivan_goncalves, @diogo_leao, @jvstorres, Carla Sousa e Luís Soares (sendo que estes dois últimos não votaram a favor do PdL do PEV).

 

Ou seja, em 86 deputados do PS, 64 votaram contra* (ou estiveram ausentes da votação). Isto é, a bancada do PS votou contra, levando um Sérgio Sousa Pinto, quiçá acordado do verdadeiro coma em que se tornou a sua carreira política, a ufanar vitória, orgulhosamente sublinhando perante o Presidente da AR “Senhor Presidente da Assembleia, a bancada do PS votou contra!”. Não é novidade: o PS tem uma quota de deputados assumidamente aficionados da tauromaquia e do lobbie dos caçadores. Oscilam entre i) a impaciência que estes temas lhe causam, como se fosse temas de somenos importância, ii) o discurso sobranceiro sobre a liberdade de escolha e iii) o tom paternalista de quem acredita na dicotomia pessoas vs. animais, como se a humanidade estivesse perdida por ter uma visão cada vez menos obscurantista do mundo. Nada disto, no âmbito do PS, é novidade. A única novidade – talvez a mais lamentável de todas – é a nova era inaugurada pela geringonça se revelar selectiva nos avanços civilizacionais que escolhe, ao ritmo das conveniências bolorentas da direita e do PCP.

 

Que fique escrito para memória futura: no dia em que se votaram estes projectos de lei, a geringonça só teve uma ala decente – foi a constituída pelos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda, do PEV e de 11 deputados do PS. Foram os únicos que não adiaram a marcha inexorável do tempo e das conquistas civilizacionais. Sim, anotem aí: um dia a tourada acaba, é apenas uma questão de tempo.

 

Podem vir com as lantejoulas, os collants e os berloques, enquanto descem a Avenida da Liberdade, agitando o bicho-papão da “polícia dos costumes” e rasgando as vestes pela liberdade individual como valor supremo. Até lá, até ao dia em que nos livrarmos desta actividade anacrónica e criminosa, os deputados do PS e do PCP que votaram contra podem ir deitando a cabecinha no travesseiro e tentar lidar com o facto de terem ficado do lado errado da História – a que se irá fazer inevitavelmente, como o fim do financiamento europeu e a queda sustentada do número de espectadores facilmente fazem adivinhar.

 

(*) 11 deputados abstiveram-se no PdL do BE: @filipenb, Sónia Fertuzinhos, António Sales, Paulo Trigo Pereira, @DiasEjbd, Elza Pais, Alexandre Quintanilha, @SusanaAmador, António Cardoso, Vitalino Canas e Joana Lima

 

Para quem quiser ler ciência sobre o impacto das touradas nas crianças, pode estudar um bocadinho aqui.

 

Fonte:

http://geringonca.com/2016/06/06/ala-decente-da-geringonca/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:08

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Segunda-feira, 6 de Junho de 2016

A DECLARAÇÃO DE VOTO DO PCP RELATIVA À PARTICIPAÇÃO DE MENORES EM PRÁTICAS TAUROMÁQUICAS SELVÁTICAS É PURA HIPOCRISIA

 

Sabemos muito bem o que moveu o PCP, que tem no Alentejo - o grande covil da selvajaria tauromáquica em Portugal – a grande "fonte" do eleitorado comunista.

 

E foi apenas isso que o moveu, pois quanto à declaração que fez, foi pior a emenda do que o soneto.

 

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Foi esta perversão da inocência que esteve em causa no Dia Internacional da Criança

 

A declaração de voto que o PCP fez, para justificar ter votado a favor do retrocesso de Portugal em relação à protecção de menores, no que respeita às actividades violentas e cruéis inerentes à selvajaria tauromáquica, a pretexto do Dia Internacional da Criança, é pura hipocrisia.

 

O PCP ao votar contra os Projectos de Lei n.º 181/XIII/1.ª (PAN), n.º 217/XIII/1.ª (BE) e n.º 251/XIII/1.ª (PEV) votou a favor da violação do direito mais básico de todas as crianças: o direito à sanidade mental.

 

E para justificar isto, o PCP deu uma dúzia de voltas, justificando-se hipocritamente, como se tivesse realmente interessado na aludida protecção social ou educação (para a cidadania ou para violência e crueldade?) das crianças portuguesas.

 

E o PCP deu tantas voltinhas, mas tantas voltinhas, que acabou por não justificar coisa nenhuma.

 

O que todos sabemos, é que a selvajaria tauromáquica é uma prática que nasceu entre a realeza espanhola, e que foi implantada em Portugal pelos reis filipinos, que só andaram por cá a destruir o que os nossos reis construíram, e depois de terem sido corridos, o costume bárbaro permaneceu, porque bárbaros são todos os que não evoluem.

 

E os governantes que se seguiram não tiveram vontade nenhuma de evoluir… incluindo os governantes do ano de 2016.

 

Todos os profissionais da saúde são unânimes em considerar a prática da selvajaria tauromáquica um prejuízo para a saúde mental e para o desenvolvimento psíquico do menor, mas também do adulto. Ambos ficam embrutecidos.

 

Todos sabemos que a selvajaria tauromáquica NÃO É um espectáculo de natureza artística, muito menos cultural, mas tão-só é uma actividade de natureza VIOLENTA e MUIIIIITO CRUEL. E que isso não são valores humanos, e muito menos transmissíveis a crianças.

 

Todos sabemos que na selvajaria tauromáquica a actividade quer seja profissional ou amadora é condenável á luz da Racionalidade e da Ética e de todo e qualquer Bom Senso.

 

O facto de a crueldade e a violência implícitas na tortura de seres sencientes, como os Touros que, na realidade, são bovinos, estarem legisladas, não faz disto uma prática louvável, aceitável, aplaudível. O que faz é Portugal ser um país com um atraso civilizacional que envergonha até o mais empedernido pedregulho.

 

Todos sabemos o que se passa nos antros de “ensino” de toureio, onde crianças de tenra idade são atiçadas à violência e à crueldade, tornando-se pequenos monstrinhos insensíveis à dor e ao sofrimento de outros animais sencientes e também crianças como elas.

 

 O PCP escudou-se num estranho pressuposto, e porque é estranho, gostaríamos de perguntar-lhe quais são os «espectáculos de natureza distinta com índices de perigosidade iguais ou superiores aos da selvajaria tauromáquica, em que reconhecida e habitualmente participam menores de idade», e se isto existe, porque é que o PCP ainda não apresentou propostas para defender as crianças portuguesas dessas tão “perigosas” actividades.

 

Porque uma coisa é “fingir” que somos cruéis (por exemplo, quando participamos num filme); outra coisa é praticar a crueldade real sobre um ser vivo.

 

É lamentável que um partido que se diz de “esquerda” esteja a defender uma política de direita, monárquica, de ganadeiros latifundiários, que enriqueceram e vivem à tripa forra, à custa de dinheiros públicos, e de gente marialva e inculta.

 

É lamentável que os governantes portugueses ainda estejam a discutir o indiscutível: uma prática que diz da grande miséria moral, social, cultural e civilizacional em que Portugal AINDA está mergulhado, e da qual já devia ter se libertado há muito. O que se passou no Dia Internacional da Criança, do ano de 2016, fez Portugal recuar milhares de anos.

 

Envergonho-me dos deputados da (minha) Nação, que permitiram tal retrocesso.

 

Isabel A. Ferreira

 

 Ler a declaração de voto completa, neste link:

http://www.pcp.pt/relativa-participacao-de-menores-de-idade-em-espectaculos-tauromaquicos-pretexto-do-dia

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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ISTO É A MAIS NUA, CRUA E PURA CRUELDADE TAUROMÁQUICA

 

Aconteceu em França, à vista de todos. Em Portugal acontece em privado. O que vai dar ao mesmo. Quem SOFRE é o desventurado animal que cai nas mãos destes predadores pré-históricos.

 

E o governo português acaba de retroceder séculos, ao aprovar uma lei que permite que crianças, adolescentes e jovens até aos 18 anos, participem e assistam a estas violências e crueldades.

 

Trata-se de um governo liderado por um partido socialista repleto de aficionados. O PS no seu pior.

 

Aqui está o vídeo mostrando um touro jovem que teve as orelhas cortados enquanto ele ainda está vivo, mas desta vez esta cena horrível parte da França (114life Anti-tauromaquia)

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:01

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FIM DOS ABATES NOS CANIS MUNICIPAIS

 

Convite para assistir à votação

 

O vosso apoio e contributo foi verdadeiramente essencial em todo este processo. Sem o vosso apoio não seria de todo possível. Por isso, deixamos aqui um vídeo com uma mensagem de agradecimento da parte de André Silva:

 

 

No próximo dia 9 de Junho, quinta-feira, será votado o projecto final emanado da comissão de especialidade na última quarta-feira e que teve como origem a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo fim dos canis de abate!

 

Aguardamos este momento histórico com imensa expectativa! Depois do contributo de tantas cidadãs e cidadãos e do apoio de dezenas de associações na recolha de assinaturas para esta ILC, finalmente poderemos assistir a uma votação que, ao que tudo indica, será favorável!

 

Convidamos a comparecer e a assistir à votação nas galerias do Parlamento. A partir das 11h00 de quinta-feira, poderão indicar a vontade de assistir à sessão dirigindo-se à porta lateral da Assembleia da República e apresentando o documento de identificação.

 

Obrigad@! Contamos com a vossa presença na próxima semana.

PAN - A causa de tod@s

www.pan.com.pt

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:22

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016

ACTIVISTA HOLANDÊS FOI BRUTALMENTE AGREDIDO POR AFICIONADOS NO campo pequeno…

… depois de ter invadido PACIFICAMENTE aquela arena de tortura, onde um jornal carniceiro promovia uma sessão de selvajaria tauromáquica.

 

No dia em que o governo de Portugal aprova que as crianças podem assistir e participar nestas sessões de selvajaria tauromáquica, extensível também aos seres humanos.

 

Mas no campo pequeno não há lugar para delicadezas. No campo pequeno só há lugar para tortura, crueldade, violência e muita pancadaria, porque estes sãos os únicos (des) valores que os tauricidas conhecem.

 

 

Então Peter Janssen, um verdadeiro HERÓI, levou patadas, bofetadas e foi mordido, sem que ninguém o socorresse. Mas foi este pacifista, barbaramente espancado, que saiu do campo pequeno algemado, tendo passado a noite no hospital, a fazer exames, incluindo uma TAC, tal era o estado grave em que se encontrava.

 

Lamentável a atitude dos trogloditas.

 

Louvável a acção deste HERÓI. Porque Peter Janssen é um verdadeiro HERÓI, que caiu nas mãos dos COBARDES talibãs da tauromaquia.

 

***

 

Testemunho de Lisboa Anti-tauromaquia

 

 

«Peter Janssen, um activista de nacionalidade holandesa, invadiu a noite passada a arena da catedral de tortura de Lisboa, no Campo Pequeno, para passar PACIFICAMENTE uma mensagem à tauromaquia.

 

(…)

Peter saltou para a arena exibindo no peito a mensagem "Basta de Tortura" e nas costas "Respect for Animals". Não o agrediram à frente do público mas assim que as portas se fecharam, no túnel, deram-lhe murros, pontapés no corpo e cabeça, morderam-no, ameaçaram-no de morte, ofenderam a sua mãe (…) teceram comentários xenófobos "Vai para a tua terra ó 'cámone!' e "Vai para a tua terra ó palhaço!", entre muitas outras verbalizações ao nível a que já nos habituaram. Até a polícia conseguir chegar junto dele foi sempre a descarregar a violência natural de tauricidas (…).

 

É nisto que querem transformar as crianças e ainda são apoiados pelos nossos governantes.

 

(No final do protesto habitual junto à praça de touros do Campo Pequeno, ainda cá fora a conversar com amigos, ouvimos gritos e assobios que soavam dentro da praça e passados alguns minutos testemunhámos a saída do Peter seguido de dezenas de aficionados que o agrediam, ofendiam e ameaçavam "Deixem-no aqui connosco!" diziam à polícia. Aproximámo-nos para ver o que se passava e já protegido pela polícia, acabámos por conhecer pessoalmente alguém a quem só podemos chamar herói.)

 

Talvez a intervenção do Peter nos inspire a todos, já que os vários tipos de activismo cá praticados, dos menos aos mais políticos, não estão a ser eficazes

 

Esclarecimentos de Rui Silva (um activista bem informado)

 

«1 - A PSP nem sequer se preocupou em identificar os agressores deste activista, e é importante que se saiba que quando a PSP chegou ao local da agressão os agressores estavam todos aos murros, aos pontapé e a morder o activista à dentada. Portanto, se estivessem de facto preocupados em cumprir o seu dever teriam imediatamente identificado os agressores.

 

2 - O activista nunca foi libertado, como se diz numa noticia ("O activista de 31 anos foi de seguida libertado, sob notificação, e acompanhado pelas autoridades ao Hospital de Santa Maria(...)"]. Assim que a PSP chegou ao local onde estava a ser agredido, a PSP teve o cuidado de imediatamente agarrar, prender e algemar o activista, que estava a ser vítima de brutais agressões que o levaram a perder a consciência a certa altura, tendo-se no entanto "esquecido" de identificar os agressores.

 

3 - Depois de preso e algemado o activista foi levado para a esquadra da PSP para interrogatório e dado o grave estado em que se encontrava foi levado pela PSP para o Hospital de Santa Maria onde fez uma TAC, diversos Raios X e recebeu tratamento em relação aos graves ferimentos e contusões que apresentava.

 

4 - Portanto também não é verdadeira a afirmação da PSP de que "(...) Janssen apresentava “pequenas escoriações e hematomas” fruto das agressões."

 

5- Pior ainda, o activista, vitima duma brutal agressão, foi tratado como um autêntico criminoso, tendo passado a noite numa cela da PSP e foi levado pela manhã para o Campus de Justiça para ser submetido a interrogatório perante o Juiz.

 

No Campus de Justiça foi nomeado um advogado oficioso e um tradutor de holandês para o activista

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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JE SUIS (TAMBÉM) "PATETA"

 

... PORQUE MAIS VALE SER "PATETA" DO QUE TROGLODITA

 

João Paulo Pedrosa ex-deputado e actual militante do Partido Socialista teve a infelicidade de dizer que o deputado do PAN é «um perfeito "pateta"».

 

Mas todos nós sabemos que mais vale ser pateta do que troglodita.

 

André Silva ousou trazer um discurso novo à Assembleia da República, que vive no tempo da maria cachucha. Já foi ignorado. Já se riram dele. Agora atacam-no. Mas no fim ele vencerá (como aconteceu com Gandhi), porque a RAZÃO jamais deixou de vencer.

 

Força, André Silva!

 

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João Paulo Pedrosa apelou aos socialistas para que não apoiassem a proibição de menores de 18 anos de participarem nas actividades tauromáquicas selváticas. E uma boa parte dos socialistas da direita, seguiu estas instruções desinstruídas.

 

Diz o socialista que de início até simpatizou com a causa, ou seja, a de proteger e valorizar os animais de companhia, porque é bem sabido que a lei portuguesa não reconhece os animais que não são de companhia, como animais. Serão pedaços de gelatina: mexem-se, mas não sofrem.

 

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João Paulo Pedrosa, do alto da sua extrema indiferença pelo sofrimento animal, teve a lata de dizer que André Silva «já fez mais pela insensibilidade colectiva sobre os direitos dos animais do que décadas de ignorância lusa», como se a ignorância lusa não esteja concentrada na Assembleia da República, traduzida nos votos de um povo que ainda não evoluiu, e por isso, sugeriu aos socialistas que lhe «dessem uma lição e o mandassem pôr a viola no saco», como se o André Silva seja Homem de pôr a viola no saco, quando tão bem a sabe tocar.

 

Os 64 socialistas de direita, que votaram contra o projecto do PAN, são o exemplo acabado da falta de cultura culta que grassa num órgão do Poder, que deveria pugnar pelo mais básico direito humano, que é o direito à sanidade mental, e faz precisamente o contrário. Mas dadas as circunstâncias, será que a mais são obrigados? É que assim como o pior cego é aquele que não quer ver, o pior ignorante é aquele que opta pela ignorância.

 

E como se tratava de beneficiar a saúde mental das crianças portuguesas, a proposta do PAN foi apresentada no Dia Mundial da Criança, esperando-se que os deputados da Nação, no mínimo, tivessem consideração pelas crianças (já não digo pelo deputado do PAN, que é a mosca que os incomoda) e celebrassem esse dia, livrando-as da insanidade mental que grassa entre os que defendem a selvajaria tauromáquica.

 

Enganámo-nos todos.

 

Ficámos a saber que o PCP e metade do PS (porque o CDS/PP e o PSD já conhecemos de ginjeira) são partidos que defendem políticas da direita e actividades cruéis e violentas que as crianças, adolescentes e jovens portugueses podem praticar à margem de todo e qualquer bom senso.

 

Resumindo: Portugal continuará na senda do obscurantismo, até que todos os "PATETAS" portugueses o libertem dos trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:37

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GOVERNO PORTUGUÊS REJEITA A EVOLUÇÃO ÉTICA E CIVILIZACIONAL…

 

… e comemora o Dia Mundial da Criança, oferecendo-lhe, de bandeja, a crueldade e a violência como um “valor” a seguir…

 

Para quem chumbou o Projecto de Lei do PAN, interesse€€€€€€€ mais altos se levantam e as crianças que se LIXEM!

 

E o mundo saberá que, em Portugal, a maioria dos governantes com assento na Assembleia da República, não governa. Gere os interesses particulares de ganadeiros incultos, imorais e sádicos.

 

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 Esta é a imagem que a maioria dos palamentares portugueses quer ver correr mundo...

 

COMUNICADO DO PAN

 

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O projecto-lei n.º 181/XIII/1ª do PAN que visa afastar os menores de idade dos espectáculos tauromáquicos foi hoje chumbado com os votos contra do PCP, do CDS, do PS e do PSD, com a abstenção de 11 deputados do PS e um do CDS e com votos a favor do PAN, do BE, do PEV e de 11 deputados do PS.

 

Para os partidos e deputados que votaram contra a aprovação desta iniciativa legislativa, os interesses do negócio tauromáquico sobrepõem-se à defesa dos Direitos Humanos e aos Direitos das Crianças em particular. Por todas as bancadas que tiveram liberdade de voto, já existem contudo deputados que querem efectivamente intervir, melhorar e aumentar os esforços para alterar as tradições violentas e fomentar o desenvolvimento civilizacional e educacional da nossa sociedade.

 

Nos dias 22 e 23 de Janeiro de 2014, o Estado português assumiu o compromisso no Alto Comissariado para os Direitos Humanos em Genebra, durante a Sessão de avaliação do Comité dos Direitos da Criança, de proteger as crianças e jovens da "violência da tauromaquia".

 

No dia 5 de Fevereiro de 2014, o Comité dos Direitos da Criança, órgão máximo a nível internacional encarregado de garantir o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança, instou o Estado Português a “adoptar as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores” bem como a adopção de "medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças".

 

O Estado português encontra-se em claro incumprimento, sendo incompreensível a posição dos partidos que chumbaram esta iniciativa legislativa, ao ignorar quer as recomendações das Nações Unidas quer os compromissos de Portugal assumidos perante esta Organização, numa demonstração de total inflexibilidade.

 

No caso específico dos maiores grupos parlamentares portugueses, PSD e PS, partidos políticos que se definem como moderados, foi com espanto que assistimos à reprovação de uma lei que pretende acompanhar a evolução ética e civilizacional que a sociedade está a atravessar e a exigir. A este posicionamento juntaram-se o CDS-PP e o PCP.

 

Não se justifica que na segunda década do Séc. XXI em Portugal possam existir posições partidárias que defendam o doutrinamento da violência, que permite que as crianças e jovens sejam expostos a situações que podem colocar em risco a sua vida e a sua saúde, física e emocional, contrariando o código do trabalho.

 

Ocidentais, ou não Ocidentais, todas as culturas integram tradições construtivas e destrutivas. A antiguidade de uma tradição não pode continuar a servir para a justificar. Os valores estéticos e culturais desta actividade, aos quais se associam os festejos comunitários, a elegância, a cor e a tradição podem e devem manter-se, sendo que, se retirarmos a violência perpetrada contra os animais, retiramos o aspecto destrutivo desta tradição e por conseguinte o impacto negativo que a actividade tem nas crianças e jovens.

 

Abstenções PS: Sónia Fertuzinhos, Eurico Brilhante Dias, Susana Amador, António Sales, Alexandre Quintanilha, Paulo Trigo Pereira, Elza Pais, António Cardoso, Joana Lima, Filipe Neto Brandão, Vitalino Canas.

 

O favor PS: Pedro Delgado Alves, Isabel Santos, Rosa Albernaz, Fernando Jesus, Tiago Barbosa Ribeiro, Luís Graça, Carla Sousa, Luís Soares, Ivan Gonçalves, Diogo Leão, João Torres

 

A favor: BE, PEV, PAN

 

Contra: PSD e CDS (Abstenção CDS: João Rebelo) e um grande número de deputados do PS.

 

2 de Junho de 2016

 

***

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:54

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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016

O GOVERNO DE PORTUGAL ACABA DE APROVAR A VIOLÊNCIA E A CRUELDADE TAUROMÁQUICAS COMO ADEQUADAS A MENORES DE IDADE

 

O Plenário estava completo. Foram 64 deputados do PS a votar contra.

PCP/PSD/CDS/PS (64); Abstenção PS (11)/CDS(1). A favor: PAN/PEV/BE/PS (11)

 

Não é inacreditável? Não é uma vergonha?

 

O projecto-lei n.º 181/XIII/1ª do PAN que visava afastar os menores de idade dos "espectáculos" tauromáquicos acabou de ser chumbado.

 

O projecto do PAN era RACIONAL, mas a IRRACIONALIDADE dos deputados da Nação, a serviço do lobby tauromáquico, venceu.

Portugal perdeu uma oportunidade (mais uma) de EVOLUIR.

 

PAN.jpg

 

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852.1073741876.890462117681551/1096759793718448/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:35

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OS PARTIDOS DA DIREITA (CDS/PP, PSD E PCP) DEVEM CHUMBAR PROIBIÇÃO DO TRABALHO DE MENORES EM TOURADAS

 

«A Assembleia da República deverá chumbar hoje a proibição dos menores participarem em corridas de touros. As propostas que aumentam a idade mínima para 18 anos foram ontem debatidas no Parlamento. PSD, CDS e PCP estão contra. O PS dará liberdade de voto.

 

As votações acontecerão hoje ao final do dia. Aguardamos com especial expectativa. Sim, estão aqui em causa os direitos fundamentais das crianças.» (PAN)

 

 

A proposta do PAN é racional, o resultado da votação poderá ser IRRACIONAL.

 

Esta é uma matéria que, se Portugal fosse realmente um país CIVILIZADO e EVOLUÍDO, nem sequer estaria em discussão, por tão óbvio ser o facto de a violência e a crueldade não fazerem parte dos valores HUMANOS que o Estado tem o dever de pugnar para a EDUCAÇÃO das crianças e jovens portugueses.

 

Mas não surpreende serem os partidos da DIREITA, CDS/PP, PSD e PCP e também o PS (Alguns) a chumbar tal proibição. Vivem num tempo anterior ao da Pré-História.

 

E francamente, nunca tivemos uns governantes tão incivilizados (salvo raras excepções), desde o tempo de Dom Afonso Henriques. A falta de lucidez, sensibilidade, bom senso e cultura que grassa na Assembleia da República é monumental.

 

É algo nunca visto.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:48

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SALVANDO UMA GAIVOTINHA QUE CAIU NUM CANO DE VENTILAÇÃO

 

Esta madrugada, cerca das duas horas, fui acordada de forma inesperada, porque um pássaro estava a piar desesperadamente no quarto de banho da casa.

Ainda um pouco atordoada, fui ver. E nada vi. Só ouvia.

 

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Ouvia-se o piar aflito, mas não se via o pássaro. Até que, olhando para a grelha da ventilação, viu-se algo a mexer. Era ali que estava a ave.

 

Era uma gaivotinha, ainda bebé. Devia ter caído do ninho que, com toda a certeza, se encontra no telhado do prédio, uma zona onde é hábito as gaivotas pousarem, em dias de tempestade.

 

Fui buscar o meu material de salvamento, e cuidadosamente coloquei-a no fundo de uma gaiola.

 

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Foi examinada para ver se não teria patinhas ou asas partidas, ou outros ferimentos. Não tinha. Era robusta e defendia-se com valentia. Não fossem as luvas, eu seria bicada (legitimamente).

 

Continuava a piar. Agora assustada.

 

Tinha feito uma “viagem” cano abaixo, desde o telhado até ao quarto andar.

 

Estaria faminta?

 

Eram quase duas e meia da madrugada, estava eu a migar pão com água (era o que tinha) para lhe dar. Ela estava esfomeada. Bicou umas tantas migalhas e sossegou.

 

Bem, àquela hora, não podia fazer mais do que isto.

 

Quando amanhecesse, trataria de ir procurar o ninho.

 

Eram oito e meia da manhã, muni-me de um escadote e luvas e fui para o sótão do prédio, onde há uma janela que dá para o telhado.

 

Mas mal abri a janela e coloquei o fundo da gaiola em cima das telhas, uma gaivota (a mãe?) logo seguida de outra (o pai?) fizeram voo picado na minha direcção, e começaram a grasnar tão alto que logo muitas outras gaivotas vieram de todos os lados, a gritar, e tive de fechar a janela imediatamente, com medo de ser atacada, (legitimamente) pois na Natureza, os animais unem-se para se defenderem de estranhos. E eu era uma estranha. Pareceria até um monstrengo aos olhos das gaivotas.

 

Foi lindo ver aquela união solidária.

 

Não podia ficar ali a manhã toda. Deixei que Natureza seguisse o seu rumo. Porém regressaria.

 

Eram 11h30, munida de escadote e luvas, lá fui eu outra vez. Abri a janela e uma gaivota, agora apenas uma (a mãe novamente?), voou na minha direcção, e tive de a fechar rapidamente.

 

Agora em segurança, pude então ver que a gaivotinha estava mais abaixo, já no telhado, a bicar uma paparoca triturada, e junto dela estava uma cabeça de peixe. E a gaivota (mãe ou pai?) estava ali a alimentá-la, a defendê-la com as garras de fora.

 

Que cena mais enternecedora. As lágrimas vieram-me aos olhos.

 

A minha ideia era levar a gaivotinha até ao ninho, mas era uma missão impossível, com a defesa que lhe fizeram.

 

Regressaria mais tarde.

 

Eram duas horas da tarde. Fui lá novamente. A gaivotinha já lá não estava. Ainda tentei avançar para o telhado para ver se estaria em algum outro sítio ou no ninho. Mas de atalaia estava uma gaivota (a mãe?), que veio a grasnar na minha direcção.

 

Fechei a janela. Missão cumprida.

 

Espero que a gaivotinha esteja no ninho.

 

Mais do que isto não pude fazer.

 

Depois de tudo o que vivi hoje, fiquei a saber algo que desconhecia nas gaivotas: o instinto materno delas é igual ao meu.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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