Terça-feira, 15 de Março de 2016

A vergonha de Sintra: as charretes de tracção animal

 

«Moro ao lado dos estaleiros dos coches de Sintra e uma coisa vos posso garantir, os animais são tratados como m#%$a e os criadores são uns autênticos psicopatas a quem não se pode fazer reparo nenhum sem se receber ameaças e gritos de volta. A lei neste sítio não se aplica, vários agregados familiares vivem o ano todo mergulhados num constante enxame de moscas e cheiro a fezes e urina, não podemos usufruir dos nossos quintais no Verão. A GNR e a junta de freguesia acham que está tudo conforme a lei...
 

Quando os cavalos saem da vista do público para o estaleiro (a curva onde eu moro) começam as coças. Os animais sabendo o que vem aí, antes da curva mandam-se desesperadamente contra os muros a tentarem livrarem-se do coche e do cocheiro e as tareias a sério começam, tentar filmar é um convite a levar um tiro. Por falar em tiro, é esse o método de abate utilizado por eles quando substituem um cavalo por um semelhante. Acontece 4 a 5 vezes por ano especialmente no Verão.»  (Tiago Lamas de Oliveira)

 

SINTRA.jpg As buzinas, o barulho, o chicote, o peso que é obrigado a suportar, o facto de estar preso sem poder fugir. Tudo é fonte de agonia para o Cavalo.

 

PETIÇÃO

 

ACABAR COM AS CHARRETES DE TRACÇÃO ANIMAL

 

Para: 

Assembleia da República; Liga Portuguesa dos Direitos do Animal; Câmara Municipal de Sintra

 

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República

Exmos. Senhores Membros da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal Exmos. Senhores da Câmara Municipal de Sintra

 

Os cidadãos do município de Sintra e todos os demais cidadãos portugueses, em boa consciência, discordam com a forma como os animais têm sido tratados até aos dias de hoje. Estes, não devem ser tratados como objectos, mas sim como seres sencientes que são, merecedores da nossa atenção e cuidado.

 

Vimos solicitar a Vossas Excelências um pouco da vossa atenção para o sofrimento que, nós humanos, temos infligido aos animais.

 

As charretes de atracção turística têm sido utilizadas durante todos estes anos como forma de passeio, ignorando assim, que para que exista esta atracção colocamos os cavalos em condições pouco humanas. Eles estão expostos a alterações climatéricas, que geralmente são altamente desfavoráveis à boa saúde dos animais.

 

Não lhes é dado qualquer descanso durante todo o seu período de trabalho. Este tempo de trabalho que o animal exerce é prolongado por mais horas do que devia, expondo o animal a mais dores e cansaço.

 

O peso da charrete é sempre igual ou superior ao peso do próprio animal. Forçando assim a sua musculatura a fim de puxar os visitantes da nossa vila. Mas não é apenas o peso da charrete que eles puxam. É também o seu próprio peso, o peso do cocheiro, e o peso dos que estão sentados na viatura.

 

Estes animais estão também expostos num ambiente que não lhes é natural. Sofrem de stress com o trânsito á sua volta, o grito de crianças, ou o flash de algumas fotografias dos visitantes, o barulho de motores e das buzinas.

 

O sofrimento que lhes é causado quando o freio é colocado e utilizado na sua boca. Estas feridas são permanentes nas suas bocas, e em muitos casos tornam-se doenças mais graves. Os antolhos que os impedem de observar o ambiente para poderem mover-se em segurança, ao chicote com o qual são açoitados para atenderem aos comandos do cocheiro, tudo é fonte de agonia para o animal. Facilmente podemos reconhecer que são escravos das nossas vontades. Não existe necessidade de expormos animais que são sensíveis a este tormento. São animais dotados de sensibilidade, consciência, e inteligência.

 

Face ao exposto, vimos pedir a alteração da tracção animal para tracção motora. Desta forma, é possível manter os postos de trabalho, a atracção turística, e ainda fazer uma poupança na manutenção destas viaturas. Sendo que não será necessário as consultas de veterinário, e o motor eléctrico é menos dispendioso do que a alimentação destes animais. Sendo que não polui o ambiente.

 

Posto isto, vimos pedir a V. Exas. a tomada das seguintes medidas:

 

- A substituição da tracção animal, por tracção motora.

 

- Dar um prazo máximo de um ano (doze meses) para dar a oportunidade dos cocheiros poderem fazer as modificações necessárias às suas viaturas de passeio turístico.

 

- Manter os postos de trabalho, desde que estes cumpram as duas primeiras medidas.

 

(…)

 

***

Se é contra a tracção animal, e quer ajudar a acabar com ela, por favor, assine esta petição:

 

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT77670

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:58

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A Nova Zelândia reconheceu oficialmente todos os animais como seres sencientes

 

Isto é GRANDIOSO!

Para quando algo assim em Portugal?

 

SENCIÊNCIA.jpg

 

A Nova Zelândia criou um incrível precedente ao considerar legalmente o que os amantes da Natureza já sabiam ser verdade: que os animais não-humanos são sensíveis e têm sentimentos do mesmo modo que nós.

 

Isto marca uma incrível mudança na opinião pública, que anteriormente considerava que apenas alguns animais deveriam ser protegidos por lei.

 

O Organismo de Bem-Estar Animal informa que processará as pessoas que cometerem crueldades contra animais, e proibirá pesquisas e testes em animais. A caça e captura de animais selvagens serão ilegais.

 

«Dizer que os animais são sencientes é declarar explicitamente que eles podem experimentar emoções positivas e negativas, incluindo dor e sofrimento», disse a Dra. Virginia Williams, presidente do Comité Consultivo Nacional de Ética Animal (National Animal Ethics Advisory Committee). "Esta explicitação é a grande novidade, e marca mais um passo importante na jornada do bem-estar animal."

 

«As expectativas sobre o bem-estar animal foram mudando rapidamente, e práticas que antes eram comuns para animais de estimação e animais de exploração não são mais aceitáveis ou toleradas», disse o Dr. Steve Merchant, presidente da Associação Veterinária Nova Zelândia (New Zealand Veterinary Association). «A legislação vem ao encontro da mudança de atitude da nossa nação no que respeita à condição dos animais na sociedade

 

Fonte: 

http://vbetweenthelines.com/index.php/2016/03/11/new-zealand-officially-recognized-animals-sentient-beings-huge/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:29

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Segunda-feira, 14 de Março de 2016

Carta aberta ao senhor presidente da República, doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

MARCELO.png

O ainda Professor Marcelo Rebelo de Sousa e Maurício do Vale, à direita, autor do desvairado apontamento que desprestigia Portugal, a Cultura Portuguesa e o novo Presidente da República

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/03/14/se-a-estupidez-matasse/

 

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa

Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

Tive o desprazer de ler, num aficionado e desprestigiado órgão de comunicação social, o seguinte texto, intitulado «Presidente, vá por si», assinado por um amigo de V. Excelência, o também aficionado Maurício do Vale, no qual faz um brinde toureiro, ao novo Presidente da República, como se um brinde toureiro (seja lá o que isto for) seja algo que eleve a condição e o prestígio do representante máximo da Nação Portuguesa.

 

Diz ele:

 

“A Tauromaquia é uma escola de ética e estética. De solidariedade e doutros valores. Respeito e solenidade. Elegância no gesto, rigor e determinação. Sublimando arte, sortilégio de Vida em encontro com a Morte. Brinda-se. Entrega total, aproximando-se de Deus, como dizia o aficionado Padre Teodoro!

 

Hoje e aqui, em arena de esperança, um brinde a quem já nos acentua que valemos muito mais do que pensamos, mensagens de liberdade de pensamento e expressão, abraços de AFECTOS que unem. A Tauromaquia está consigo, feliz pelo seu advento e CARÁCTER de popularidade ilustre, como a Festa de Toiros, baluarte de portuguesismo, como dizia Ramalho Ortigão.

 

Início de tempo novo. Um brinde toureiro: “Senhor Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, vá por si e que o vejamos muitas vezes!”

 

Não posso dizer que fiquei “chocada” com este pequeno (parvo) texto, que diz bem da perturbação mental de que sofrem os que vêem na tortura de seres sencientes, ética e estética, solidariedade, valores, respeito, solenidade, elegância, arte, sortilégio de vida em encontro com a morte, entrega total aproximando-se de Deus (aqui a culpa é dos padres católicos), festa de Touros como baluarte de portuguesismo (nem sequer a ironia de Ortigão foi entendida!).

 

Não fiquei “chocada”, pois é mais do que sabido que o mundo tauromáquico não passa de uma alucinação, onde alienados mentais “vivem” uma mentira propagada desde o tempo das trevas, como se fosse verdade.

 

Nascendo-se, crescendo-se e vivendo-se fechado num mundinho muito limitado, desvirtuado pela ignorância, e onde a evolução nunca teve a oportunidade de entrar, provocando, deste modo, uma estagnação total nas mentalidades, é muito natural que se escreva o que o articulista escreveu, com uma monumental falta de noção do ridículo.

 

Ali, sublima-se a vidinha pequena que se vive, por não se conhecer outros horizontes, outros mundos, outras vivências maiores. E então, naquelas mentes deformadas, a tortura de um ser vivo transforma-se em arte, em estética, em ética, em tudo aquilo de que já ouviram falar, mas que não fazem a mínima ideia do que é.

 

É assim como quando alguém sabendo que é chique usar gravata, enfia na cabeça uma boina velha, calça umas tamancas, veste umas farpelas maiores do que o próprio corpo, amarra ao pescoço a tal gravata que comprou com muito sacrifício, e sai para a rua a pavonear-se como se fosse um lorde.

 

Eu não fiquei “chocada” com o que Maurício do Vale escreveu. Não fiquei.

 

Porém, senti-me fortemente agredida na minha inteligência, na minha condição de cidadã portuguesa, na minha dignidade, em tudo o que aprendi na Universidade que, tal como V. Excelência, tive o privilégio de frequentar.

 

Lá, aprendi os conceitos de Cultura e de Civilização, que V. Exa. poderá (se assim o entender, obviamente) consultar neste link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/22410.html

 

E foi precisamente neste meu saber que me senti agredida, fustigada, esmagada, como se as palavras do articulista fossem pedregulhos arremessados por uma besta (pronuncia-se bésta) medieval, contra a Humanidade.

 

Senhor Presidente da República, mas estes são aqueles que nunca tiveram a oportunidade de se instruírem, de se cultivarem, de evoluírem. Ou mesmo que tivessem. É mais do que sabido que as licenciaturas, os doutoramentos, ou quaisquer outros graus académicos não conferem dignidade ao ser humano, se este não nasceu predisposto a evoluir.

 

Mas convenhamos… V. Excelência agora é o Presidente da República Portuguesa. Não pode andar por aí na boca do povo, como um aficionadozinho qualquer. Não fica bem ao representante máximo da Nação.

 

Bem sei que V. Excelência já me confessou, em particular, que não é aficionado. Mas as suas atitudes públicas desmentem-no. Talvez tenha de confessar publicamente, a sua não afición, para que os Portugueses tenham a certeza de que o Palácio de Belém não está ocupado por alguém que aplaude e se diverte com a tortura de um ser senciente, tão animal como qualquer um de nós, com as nossas dores, emoções, sentimentos… Tal e qual. Diz a Ciência, e eu confirmo, porque desde criança que convivo com animais não-humanos de várias espécies.

 

Talvez Vossa Excelência tenha de confessar publicamente que não pode brindar com os aficionados o brinde toureiro, que lhe propôs o articulista, e que também não pode ser visto nem muitas nem poucas vezes nesses lugares de tortura animal, porque não é digno de um Presidente da República.

 

Se realmente Vossa Excelência pretende ser o Presidente de todos os Portugueses (apesar de ter sido eleito por pouco mais de dois milhões de eleitores, entre nove milhões) terá de ter em conta o que a esmagadora maioria quer para Portugal, a este respeito, ou seja, a abolição da tauromaquia.

 

Vossa Excelência não pode correr o risco de se ver, aleatoriamente, envolvido nesse mundo com cheiro a mofo, a bosta, a urina, a suor, a sangue, a miséria moral, e imerso em escuridades, que é o mundo da tauromaquia, porque agora Vossa Excelência é o Presidente da República Portuguesa.

 

E tal cargo acarreta uma responsabilidade acrescida no que respeita ao respeito a ter por toda a fauna portuguesa, seja ela humana ou não-humana.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Domingo, 13 de Março de 2016

Ser português

 

Encontrei este texto nas minhas papeladas.

Desconheço  o autor.

Mas seja quem for, escreveu uma obra-prima.

A descrição de um português mais completa que já vi.
Vale a pena ler.

É triste, mas é a mais pura verdade.

Infelizmente, desde o tempo de Bordalo Pinheiro (o autor do Zé Povinho na imagem), não houve evolução suficiente, para que essa figura ficasse fora de moda.

O sistema prima por manter o Zé Povinho intocável, e se o Bordalo pudesse vir à Terra nos dias de hoje, encontraria a mesma boçalidade. A mesma manha. A mesma pobreza mental.

Fico triste, como fiquei triste com esta descrição, que passo a transcrever.

 

Zé povinho.jpeg

 

Ser português é assim… tal e qual:

 

Levar arroz de frango para a praia.

 

Guardar as cuecas velhas para polir o carro.

 

Lavar o carro na rua, ao domingo.

 

Ter pelo menos duas camisas traficadas da Lacoste e uma da Tommy (de cor amarelo-canário e azul-cueca).

 

Passar o domingo no shopping.

 

Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.

 

Ter bigode.

 

Viajar pró cu de Judas e encontrar outro Tuga no restaurante.

 

Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.

 

Enfeitar as estantes da sala com os presentes do casamento.

 

Exigir que lhe chamem “Doutor”.

 

Exigir que o tratem por Sr. Engenheiro.

 

Axaxinar o Portuguex ao eskrever.

 

Gastar 50 mil euros no Mercedes C220 cdi, mas não comprar o kit mãos-livres, porque “é caro”.

 

Já ter “ido à bruxa”.

 

Filhos baptizados e de catecismo na mão, mas nunca pôr os pés na igreja.

 

Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.

 

Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer, e pelo menos, a 500 metros de casa.

 

Conduzir sempre pela faixa da esquerda da auto-estrada (a da direita é para os camiões).

 

Cometer três infracções ao código da estrada, por quilómetro percorrido!!!

 

Ter três telemóveis.

 

Gastar uma fortuna no telemóvel, mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.

 

Ir à bola, comprar “prá geral” e saltar “prá central”.

 

Viver em casa dos pais até aos 30 anos ou mais.

 

Ser mal atendido num serviço, ficar lixado da vida, mas não reclamar por escrito “porque não quer aborrecer-se”.

 

Falar mal do Governo eleito e esquecer-se que votou nele.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:07

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Nem pintada num quadro de Paula Rego a tauromaquia tem utilidade

 

Paula Rego pintou «A Madrinha do Toureiro», um quadro que foi recentemente a leilão em Londres, na Sotheby's, e não conseguiu ser vendido por não ter atingido o preço mínimo determinado pelo vendedor, um coleccionador norte-americano.

 

E nem o governo português, através do seu Ministro da Cultura, o aficionado João Soares, se lembrou de o adquirir para enfeitar as paredes do Palácio de São Bento…

 

Afinal, é um quadro de Paula Rego…!

 

PAULA REGO.jpeg

Datado de 1990-91, «A Madrinha do Toureiro», («The Bullfighter's Godmother») acrílico em papel sobre tela, de Paula Rego, conceituada artista plástica portuguesa residente em Londres, ficou “encalhado…”

 

A verdade é que a tauromaquia está de tal modo mal vista que nem pintada num quadro, ninguém, que circula no mundo culto das artes, está interessado em adquirir.

 

O valor mais alto que alguém se mostrou disposto a pagar pela madrinha do torturador de touros (que é como nos tempos que correm se denomina o que outrora era conhecido como toureiro) não atingiu sequer um terço do valor de outras obras da autora.

 

E se a memória não me falha, neste leilão, a Madrinha do Toureiro, foi o único quadro que não foi vendido.

 

Segundo o texto de apresentação da obra no catálogo da Sotheby's (a mais prestigiada leiloeira londrina) aquele era um exemplar importante da obra de Paula Rego. «Em «The Bullfighter's Godmother», Rego pega na longa tradição da história de arte de retratos de toureiros, de Velázquez a Goya, Manet e Picasso.

 

Só que se esqueceram de que qualquer um desses grandes mestres da arte de retratos viveu numa época em que um toureiro era retratado não pelo “valor” do que fazia (torturar seres vivos), mas pelo garbo dos chamados trajes de luces, que usavam e ficavam bem no retrato, e que a tauromaquia era o divertimento dos inúteis, sempre à disposição dos artistas.

 

Esqueceram-se principalmente de que o tempo da tauromaquia passou. O mundo evoluiu, e ninguém mais pensa (a não ser, obviamente os poucos que ficaram parados no passado) que um Touro é feito de pau e sumo de tomate.

 

A tauromaquia está em franca agonia. Esta é a verdade.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:51

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Sábado, 12 de Março de 2016

SONHAMOS COM UM MUNDO ASSIM…

 

Porque ANIMAIS... somos todos nós... E quem não consegue entender este amor, é porque não é feito da mesma matéria cósmica...

 

Será um qualquer rebotalho, de uma qualquer outra coisa…

 

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:19

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Sexta-feira, 11 de Março de 2016

A ESTUPIDEZ TAUROMÁQUICA NÃO TEM LIMITES

 

A estupidez da tauromaquia no seu auge. Ninguém faz nada para ajudar. Gostam de ver sofrer o Touro, ma também o toureado. Se o fulano morrer, morreu. Que importância tem a morte, para "gente" assim, tão mentalmente pobre?

No dia seguinte, estão a fazer o mesmo. Enterra-se um... venha outro…

A estupidez da violência é a marca da ilha…

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:49

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Quinta-feira, 10 de Março de 2016

A INCRÍVEL HISTÓRIA DE ÍRIS E DO SEU GATO THULA

 

Iris Grace é uma menina inglesa autista que começou a comunicar melhor com as pessoas e com o mundo quando, em 2014, a família adoptou um gato da raça Maine Coon. Agora, a história dos dois amigos inseparáveis vai ser contada em livro pela mãe da menina.

 

 

 

Ler mais aqui:

http://24.sapo.pt/article/sapo24-blogs-sapo-pt_2016_03_10_1410546236_a-incrivel-historia-de-iris-e-do-seu-gato-thula

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:27

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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

A Marcelo Rebelo de Sousa, XX Presidente da República Portuguesa

 

O que espero do novo Presidente da República Portuguesa, como cidadã portuguesa, livre, mas com deveres e direitos consignados na Constituição da República Portuguesa (CRP)

 

MARCELO.jpg

Origem da imagem:

http://www.publico.pt/politica/noticia/e-possivel-trabalhar-em-consensos-de-regime-para-alem-das-diversidades-1718939

 

Espero que o Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, como representante da República Portuguesa, cumpra escrupulosamente o que, no acto de posse, jurou, hoje, perante todo o País:

 

«Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa».

 

Funções que, apesar de juradas, nem sempre são cumpridas fielmente pelos investidos, nesta função.

 

Espero, especificamente, e porque esta é uma das minhas bandeiras, que mantenha intacto, um dos maiores símbolos da identidade portuguesa: a sua Língua, que está a ser fustigada e vendida, ao desbarato, aos lobbies livreiros português e brasileiro, cuja única motivação é uma desmedida e insultuosa apetência para encher cofres particulares.  

 

Mas não só. Existem motivos políticos obscuros que estão a destruir, intencionalmente, a Língua Portuguesa.

 

Espero que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, não deixe que este linguicídio vá avante, até porque a aplicação do AO90, que o governo português impôs ao funcionalismo público, incluindo os que deveriam ser os primeiros a rejeitar tal imposição, os Professores de Língua Portuguesa, é ilegal e inconstitucional, de acordo com abalizados juristas, não estando, deste modo, a ser nem defendida nem cumprida a CRP, por quem de direito.

 

Espero igualmente, que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa saiba honrar, com dignidade, a Cultura Portuguesa (a minha outra bandeira) da qual não faz parte a crueldade e a violência contra seres sencientes. Algo que não enobrece um Povo que se quer civilizado, evoluído e culto.

 

Finalmente espero o que todos esperamos que um Presidente da República faça pelo país que representa, no que respeita à governação do País, à corrupção reinante, às injustiças e desigualdades sociais, enfim, o que todos nós já sabemos, por não ser tabu.

 

Posto isto, como cidadã portuguesa, livre, mas com deveres e direitos, só me resta desejar que o Doutor Marcelo Rebelo de Sousa não me desiluda, enquanto Presidente da República, como me desiludiu como cidadão comum, e como professor universitário com responsabilidades no Ensino, Educação e Cultura Culta.

 

Porque se me desiludir, não me terá nunca como uma inimiga, porque a minha genética não permite germinar, dentro de mim, inimizades, mas ter-me-á, seguramente, e com todo o respeito, como uma pedra no sapato.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:48

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Terça-feira, 8 de Março de 2016

BOAS NOTÍCIAS PARA OS TOUROS PORTUGUESES

 

«(…) Foram divulgadas as estatísticas oficiais da Inspecção Geral das Actividades Culturais que nos dizem que as touradas perderam, mais uma vez, público em 2015.

Os números indicam ainda que só nos últimos 5 anos (2010-2015) as touradas perderam 42% do público em Portugal! É uma excelente notícia que temos muito gosto em partilhar convosco e que pedimos que divulguem o mais possível. É muito importante que a sociedade portuguesa perceba que isto está mesmo a acabar. Obrigado

 

TOURADA1.png

Fonte:

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1124375224259949/?type=3&theater

 

***

QUEIMA DAS FARPAS EM COIMBRA

 

TOURADA2.png

 

«Cerca de 1.500 bilhetes vendidos ao público em geral em 2015. Mesmo que todos fossem estudantes, esse número representaria menos de 4% do universo total. Fará sentido o dinheiro de todos pagar os vícios de alguns?

 

Coimbra tem mais encanto sem garraiada na despedida.»

 

Assinem a petição:

 http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=QueimaDasFarpas

Fonte:

https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/a.1585670385007976.1073741828.1568326173409064/1699649516943395/?type=3&theater

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:27

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