Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

A verdade sobre as touradas

 

Tudo o que é feito ao touro antes, durante e depois das touradas

 

VERDADE DA TOURADA.jpg

 

Antitourada 

 

1 - PRAÇA DE TOIROS CALAFIA.

 

2 - Um dia fui lá, e fiquei muito assombrado com tudo aquilo que vi...

 

3 - A CORRIDA DE TOIROS PARA MIM, É MATAR POR DIVERSÃO…

 

4 - Talvez já tenhas ouvido dizer que a festa de touros é uma arte, mas não é… É uma ciência... A Ciência da Tortura. E nada na festa brava é genuíno, excepto a dor.

 

5 - Eles acreditam ser muito valentes… mas não o são. Porque, desde pelo menos 24 horas antes de entrar na arena, o touro é mantido numa prisão às escuras, para que ao soltarem-no, a luz e os gritos dos espectadores o assustem e ele tente fugir, saltando as barreiras, o que produz no público a ilusão de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO é atacar.

 

6 - Cortam-lhe os cornos para proteger o toureiro. Põem-lhe às costas sacos de areia, durante horas. Batem-lhe nos testículos e nos rins, provocam-lhe diarreia, deitando sulfatos na água que bebe, para que chegue fraco e desorientado à arena. Untam-lhe os olhos com gordura para lhe dificultar a visão e deitam-lhe nas patas uma substância que lhe produz ardor e o impede de ficar quieto, para fazer reluzir a actuação do toureiro.

 

7 - Os cavalos dos picadores: Escolhem-se cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre em 3 ou 4 corridas no máximo. É muito comum que o animal sofra múltiplas quebras de costelas ou várias perfurações. Coloca-se-lhe uma capa a simular que esta o protege, mas na realidade é para que o público não veja as feridas do cavalo que, com frequência, apresentam vísceras expostas.

 

8 - O trabalho do picador, para mim é degradante… Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça o seu trabalho: Consiste em sangrar o touro para o debilitar, cravando-lhe no lombo uma lança que destrói alguns músculos (trapézio, romboideu, espinal e semiespinal, serráteis e transversos laterais) e, além disso, lesiona vasos sanguíneos e nervos. Tudo isto para que o toureiro possa brindar com a sua expressão artística, que se supõe este espectáculo dever ter. Um único golpe forte poderia destroçar imediatamente o touro, por isso, é feito em três tempos, “para maior deleite dos aficionados”.

 

9 - E o das Bandarilhas ainda é pior…As bandarilhas asseguram que a hemorragia continue, por isso, tentam colocá-las justamente no sítio já picado com os ganchos metálicos. O gancho move-se dentro da ferida a cada movimento do touro e com o roçar da muleta, o peso das bandarilhas tem precisamente essa função. Algumas têm um arpão de 8 cm a que chamam "de castigo", que lhe cravam se conseguiu desviar-se da lança do picador. As bandarilhas prolongam o agravamento e aprofundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarilhas: tantas quantas forem necessárias para destroçar os tecidos e a pele do touro…

 

10 - Tal como está Demostrado, é tudo dum Grande Valor… A perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeça de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se mais. Com o touro já próximo do esgotamento, o toureiro já não se preocupa com o perigo e pode até dar-se ao luxo de virar as costas ao touro, depois de um passe especialmente artístico, atirando o peito para fora e pavoneando-se para receber os aplausos do público em histeria. Quando o touro atinge este estado lastimável, o matador entra na arena numa celebração de bravura e de machismo, enfrentando um touro exausto, moribundo e confuso.

 

11 - E falta ainda a famosa Espada! O touro é atravessado por uma ESPADA de 80 cm de comprido, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., segundo o lugar por onde penetre no corpo do animal. De facto, quando destroça a grande artéria, o touro agoniza com enormes vómitos de sangue. Na hora de matar, se o touro tiver um pouco de sorte, morre duma estocada, mas não como se pensa duma estocada no coração, porque a espada penetra pulmões e diafragma, por vezes uma artéria maior, daí a hemorragia ser mais visível. Por vezes morrem afogados no seu próprio sangue…

 

12 - E a Tortura continua... O touro, numa tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e tenta caminhar penosamente até à porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída a tanto maltrato e dor. Mas então apunhalam-no na nuca com o DESCABELLO, uma outra espada que termina numa lâmina de 10 cm. Apesar destes terríveis tormentos, o animal não consegue morrer de imediato pela sua grande força, mas finalmente cai ao solo, porque a espada foi destruindo os seus órgãos internos…

 

13 - Mestres? Artistas? Valentes? Ou antes, Ignorantes, Assassinos e Cobardes…

 

14 - E prossegue… Rematam com a PUNTILLA de 10 cm, com a qual lhe tentam seccionar a espinal-medula, ao nível das vértebras atlas e axis. O touro fica assim paralisado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, pelo que morre por asfixia, muitas vezes afogado no seu próprio sangue, que lhe sai em grandes golfadas pela boca e pelo nariz.

 

15 - O Arrasto… Após lhe terem destroçado as vértebras, o touro perde o controlo sobre o seu corpo desde o pescoço para baixo. No entanto, a cabeça mantém-se intacta, pelo que está consciente de todo o horror que lhe está a acontecer e de como está a ser arrastado para fora da arena.

 

16 - NÃO SEJAS INDIFERENTE À SUA DOR… Consegues ver a lágrima que lhe escorre pela face? Não participes nestes eventos. As corridas de touros são uma tradição cruel que nos denigre como seres humanos.

 

17 - Antonio Gala, ex-toureiro, nascido em 1937, escreveu na crónica dominical do “El País”, a 30 de Julho de 1995, um artigo no qual confessava a sua "conversão" a anti-taurino: “E de repente [o touro] olhou para mim. Com a inocência de todos os animais reflectida nos olhos, mas também implorando. Era a revolta contra a injustiça inexplicável, a súplica face à crueldade desnecessária...”

 

18 - Reflecte, tal como eu… “A comiseração com os animais está tão intimamente unida com a bondade de carácter, que se pode afirmar que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.” Schopenhauer. Só os psicopatas gozam com o sofrimento doutros! Tu és um deles? Reflecte! Rejeita-a!!! Esta é uma tradição degradante que NÃO deve continuar …

 

19 - Como podes ajudar? Não assistas a corridas de touros; Não apoies políticos, artistas e comunicadores associados a esta crueldade; Não consumas produtos de empresas que as patrocinem; E o mais importante: Ensina os teus filhos a respeitarem os seres vivos…

 

20 - E, difundindo estas imagens, farás com que quem desfruta destas festas selvagens tome consciência do que faz… Recorda que por cada e-mail que envies podes fazer mudar a maneira de pensar de muita gente… Se tudo isto te tocou ao menos um pouco o Coração, une-te a mim!!!

 

21 - Ou, pelo menos, pensa bem nisto!!!

 

Fonte:

Ver mais fotos neste link:

http://pt.slideshare.net/mobile/AntiTourada/a-verdade-sobre-as-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:10

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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015

TOURO COLHE CRIANÇA E O SEU PROGENITOR NUMA LARGADA EM BENAVENTE

 

A criança da foto foi colhida por um Touro, em Benavente, durante uma largada de touros. Estava acompanhada daquele que tem o dever inalienável de a proteger, e não a protegeu...

 

BENAVENTE.jpg

Foto: Cristina Machado

 

O indivíduo e a criança estariam sentados na tronqueira quando o touro investiu contra esta e ambos caíram dentro da manga onde corriam os touros.

 

O que se passou em Benavente, no passado dia 4 de Agosto, viola claramente a Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal.

 

Viola igualmente a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, órgão composto por 18 especialistas de vários países, que se pronunciaram explicitamente contra a que crianças e adolescentes participem ou assistam a corridas de touros e outros eventos tauromáquicos, recomendações essas que o Comité dirigiu a Portugal especificamente, após examinar o relatório apresentado por este país para dar conta das medidas tomadas para proteger a infância no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança, e que Portugal ostensivamente não cumpre.

 

Portugal continua a não cumprir as suas obrigações e a fugir a responsabilidades que lhe compete, no que respeita à protecção de menores que são expostos à violência da tauromaquia.

 

Esta largada de Touros, em Benavente, estava inserida nas Festas em honra de Nossa Senhora da Paz, como se Nossa Senhora da Paz abençoasse a celebração da violência contra seres vivos!

 

Uma vez mais a igreja católica é cúmplice destes festejos macabros, cruéis e violentos para celebrar a Mãe de Deus…

 

Enfim… e o povo de Benavente achou que a Nossa Senhora evitou uma tragédia…

 

A criança sofreu escoriações, mas poderia ter morrido.

 

De qualquer modo, as escoriações sofridas pela criança, para além do perigo a que esta esteve exposta, deveriam ser motivos mais do que suficientes para chamar à justiça o progenitor que a expôs a esta situação.

 

Num país a sério, o progenitor seria preso, por negligenciar a vida de um menor.

 

Aquela mãe toxicodependente que retirou uma criança dos cuidados intensivos, por amor, foi presa porque “expôs” a criança a perigo de vida.

Haverá duas justiças em Portugal?

 

Haverá dois “géneros” de crianças em Portugal?

 

Os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estarão ABAIXO dos filhos de todos os outros cidadãos?

 

Sim, porque os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica são agredidos fisicamente e psicologicamente ao entrarem em contacto com esta prática cruel e violenta, e as autoridades portuguesas o que fazem?

 

Além de serem cúmplices destas agressões, acobertam a manifesta negligência dos progenitores, que não sofrem a mínima punição.

 

***

Veja-se o que se diz na Rede Judiciária Europeia:

 

«São muitas as convenções internacionais sobre protecção de menores e responsabilidade parental

 

A protecção da criança é uma questão importante abordada por numerosas convenções internacionais. Embora o âmbito das convenções possa variar, o tema comum consiste em promover o bem-estar da criança a nível internacional.

 

Nações Unidas • Convenção sobre os Direitos da Criança - 1989

 

Esta Convenção afirma que todas as crianças são iguais e têm direito a usufruir do direito à vida, ao desenvolvimento das suas capacidades, à participação e à protecção. Consagra o princípio de que todas as decisões relativas a crianças devem ter fundamentalmente em conta o interesse superior da criança. Todos os Estados-Membros ratificaram a Convenção

in: http://ec.europa.eu/civiljustice/parental_resp/parental_resp_int_pt.htm

 

***

Em Portugal nada disto tem a menor importância.

 

Estaremos a viver num país a sério? Com autoridades a sério? Com governantes a sério?

 

Não é chegada a hora de prestarem contas aos cidadãos portugueses com responsabilidade cívica?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:22

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

TOURADAS

 

«Um texto lúcido para reflectir a selvajaria tauromáquica permitida e apoiada pelo governo português, para vergonha de Portugal e de quem tem um pingo de sensibilidade e empatia pelos outros seres vivos que connosco partilham o Planeta Terra…»

 

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DIA11 DE JULHO

 

Cumpro aquilo a que estou obrigado pela minha consciência. Volto a publicar um texto escrito há já alguns anos, mas regularmente publicado por esta altura, na esperança de que ele possa cativar mais alguém para uma causa infinitamente justa. (MFM)

 

Por Manuel Frias Martins ***

 

Touradas

 

No dia 11 de Julho de 2002, depois de a Assembleia da República Portuguesa ter legalizado a morte de touros em Barrancos, a inteligência civilizada e a sensibilidade culta ficaram de luto em nome da «tradição» local. Contudo, como me lembro de alguém dizer no noticiário de um canal público desse mesmo dia, a única «tradição» autenticamente portuguesa parece ser a da cobardia política. Foi, de facto, a cobardia e o oportunismo políticos que aprovaram (ou incentivaram a aprovação de) uma lei de consagração da ignorância (muitas vezes cândida) e da irracionalidade (quase sempre amparada em pretensos desideratos de bravura).

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Chamar-lhe arte, como alguns têm o desplante de fazer, é um insulto a tudo quanto o homem conseguiu alcançar através do progresso da inteligência e da sensibilidade. Se algum sentimento estético se destaca de uma tourada, ele será equiparável ao sentimento estético que está associado ao grotesco e a modos perversos de representação do mundo.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Tão repugnante como os maus tratos infligidos a ursos e outros animais em espectáculos de rua levados a cabo em países ditos economicamente subdesenvolvidos. Tão repugnante como as lutas de cães e outros animais que se desenrolam quase impunemente em países ditos economicamente desenvolvidos.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é tão repugnante agora como o eram, há centenas de anos atrás, os espectáculos de lutas entre animais que se realizavam em várias cidades da Europa. Espectáculos que eram tão populares quanto os autos de fé em que se queimavam homens e mulheres acusados de heresia, crime político ou coisas semelhantes. Contudo, apesar de todas as contradições que a História regista, a maior parte da Europa foi aprendendo, aprofundando e exportando a razão moral subjacente à recusa da violência sacrificial contida em espectáculos como a tourada.

 

 Não vale a pena repetir argumentos por todos conhecidos. A fronteira está traçada. Se o homem continuar o percurso, acidentado mas firme, de reavaliação crítica da sua relação com todas as formas de vida, a tourada está condenada a desaparecer.

 

Nem a intelectualização que alguns dela fazem (colocando-a no domínio dos regimes míticos) lhe poderá valer. Neste sentido, a cobardia dos políticos portugueses (de direita e de esquerda) é apenas um sintoma do fim. Se o fim está longe ou perto é algo que depende de todos quantos consideram aberrante e repugnante, toda e qualquer tourada.

 

A legalização da morte de touros em Barrancos no dia 11 de Julho de 2002 representou a queda da máscara de políticos medrosos e incompetentes mas, se nós quisermos, podemos dar um sentido nobre e digno à data. Basta sinalizá-la como uma etapa de referência na luta portuguesa pela dignidade de todos os seres vivos, bem como pela dignificação do ser humano enquanto ser que tem irrecusáveis responsabilidades morais perante todos os seres vivos em virtude do lugar dominante que ocupa no planeta.

 

Contudo, a luta pela nossa própria dignidade não se pode fechar numa espécie de concurso de gritarias e insultos. Ela deve passar pelo reconhecimento do país que somos e, consequentemente, pela necessidade de elevar os nossos padrões educativos.

 

Em suma, a luta portuguesa pela abolição da tourada (qualquer tourada), bem como de todas as práticas e espectáculos aberrantes de desrespeito pela vida (qualquer vida) deve passar pela insistência na educação e nas responsabilidades que o Estado tem nesse domínio.

 

Termino com uma nota de rodapé: E se os professores se lembrarem deste tópico nas suas aulas e o puserem à discussão? Sem ideias pré-concebidas nem julgamentos de valor, deixando o essencial ao cuidado da inteligência e sensibilidade dos seus alunos…!

 

***

*** Manuel Frias Martins é um Professor, a quem foi recentemente (24 de Junho) atribuído, por unanimidade, o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho 2015, com a obra «A Espiritualidade Clandestina de José Saramago», editada pela Fundação José Saramago.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/friasmartins/posts/829807690448901:0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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MÉXICO DIZ ADEUS AOS CIRCOS COM ANIMAIS

 

(Só em Portugal nada avança… Nenhuma associação animalista consegue estes milagres…

Por que será?)

 

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Temos uma grande notícia que queremos partilhar contigo: os circos com animais selvagens estão proibidos em todo o México!

 

No passado dia 8 de Julho, entrou em vigor o decreto que impulsionou a Lei Geral do Equilíbrio Ecológico e a Protecção ao Ambiente e a Lei Geral da Vida Selvagem.

 

A campanha liderada pela AnimaNaturalis conseguiu acabar com a utilização de animais selvagens em circos em todo o País.

 

Este constitui um grande passo tanto para os animais selvagens como para a sociedade mexicana. Estamos seguros de que este é um precedente de muitos êxitos que estão para vir. Continuaremos até acabar com o sofrimento de milhares de animais condenados a viver enjaulados, que são maltratados e humilhados, obrigados a trabalhar e a comportarem-se de um modo antinatural.

 

Continuaremos a lutar por um mundo em que não haja nem um só animal explorado num circo. O que conseguimos no México enche-nos de orgulho e queremos que muitos mais países se declarem livres de circos com animais.

 

Tu tens o poder de mudar as coisas.

 

Tu também podes sentir-te orgulhoso de lutar para que milhares de animais vivam livres.

 

Une-te à nossa luta!

 

Daniela Romero Waldhorn

Directora de AnimaNaturalis Internacional

www.AnimaNaturalis.orgDANIELA.png

 Daniela Romero Waldhorn

 

***

COMO GOSTARIA DE ESCREVER UM TEXTO ASSIM EM RELAÇÃO A PORTUGAL!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:02

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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2015

FOTÓGRAFO REGISTA CONCEPÇÃO E CRESCIMENTO DE BEBÉ NO ÚTERO

 

O fotógrafo sueco Lannart Nilsson passou 12 anos a fotografar o desenvolvimento dos fetos no útero, apresentando as imagens ampliadas 100 mil vezes

 

Exceptuando a aberração ortográfica, a publicação destas 21 fotos é espectacular

 

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 10 de 21 (fotos)

Com 24 dias, o embrião ainda não tem esqueleto mas já tem um coração

 

Espectacular.

Não há a mais pequena dúvida de que, desde a fecundação, o que cresce no útero de todas as mulheres é um ser humano. Um filho.

Quando a mulher não o quer dar à luz, o que faz com este filho?

Mata-o.

 

VER AS RESTANTES FOTOS NESTE LINK:

http://lifestyle.sapo.pt/familia/gravidez/fotos/fotografo-regista-concecao-e-crescimento-de-bebe-no-utero#galeria=470550&foto=1

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 14:47

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MENORES DE IDADE E TAUROMAQUIA: OBSERVAÇÕES E TEXTOS DE ESPECIALISTAS

 

(Só em Portugal, atirar as crianças para a violência tauromáquica, não é crime) 

Por que será? 

 

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O CoPPA é um colectivo de profissionais e especialistas na área de psicologia, psiquiatria, sociologia, pedagogia e no domínio dos direitos humanos, com o objectivo de favorecer a defesa e protecção das comunidades, grupos e indivíduos especialmente vulneráveis ​​na América Latina.

 

Documento criado pelo CoPPA, o qual contém observações, textos de especialistas e exemplos de medidas legislativas em prol da protecção da infância frente aos riscos de expor menores de idade à violência tauromáquica.

 

Extracto:

O conhecimento científico sobre os riscos de expor crianças ao maltrato animal e a crescente consciência social da necessidade de proteger o menor de idade da violência contra animais, especialmente aquela que é cometida ou aplaudida diante das crianças pelos adultos da referência delas, fez com que, na última década, muitos governos tivessem dado passos importantes para adoptar ou reforçar medidas legislativas para a protecção das crianças frente à violência contra os animais que ocorre em determinados espectáculos.

 

Algumas destas medidas em prol da protecção da infância e da adolescência incluem:

 

Considerar como maltrato infantil, delito grave ou criminoso o maltrato animal cometido em presença de crianças:

 

Em reconhecimento do dano causado a crianças expostas ao maltrato animal, a legislação federal dos EUA estabeleceu que levar um menor de idade a eventos onde se verifiquem lutas de animais, como lutas de cães, rinhas de galos, é um factor agravante que leva a penas mais severas.

 

Paralelamente, a legislação dos Estados de Idaho e Illinois considera maltrato infantil torturar animais (incluindo o maltrato em rituais) diante de um menor de idade.

 

No mesmo sentido, no Canadá, incorrer em actos de abuso sexual de um animal diante de um menor, ou incitar uma criança a participar em actos de bestialidade, é considerado maltrato infantil e pode ser punível até dez anos de prisão.

 

Também em Porto Rico e em alguns estados como a Flórida e Oregon incorrer no maltrato ou abuso sexual de um animal na presença de um menor é considerado um delito grave ou agravante criminal.

 

Mais recentemente, em 2015 a comissão de Justiça da Espanha aprovou aumentar as penas para crimes de maltrato animal quando os factos se cometem diante de um menor.

 

Proteger o menor de idade da violência dos espectáculos de maltrato animal com medidas que limitem a sua exposição aos ditos eventos:

 

Na América Latina uma maior compreensão dos riscos de expor menores à violência aplaudida da tauromaquia suscitou diversas medidas. Assim, por exemplo, o Conselho Nacional da Infância e Adolescência do Equador emitiu um regulamento para o país através do qual proibiu a entrada de menores de 16 anos a espectáculos de violência extrema e maltrato de animais, incluindo a corrida de touros.

 

Do mesmo modo, em três Estados da Venezuela o Tribunal de Crianças e Adolescentes determinou a proibição do ingresso de menores de 18 anos às corridas de touros e, seguindo a recomendação emitida pelo Provedor de Justiça, os outros dois estados venezuelanos, que ainda permitem as corridas de touros também mantém a proibição da entrada de crianças e adolescentes nestes eventos.

 

Mais recentemente, no México, o município de León modificou a sua normativa sobre espectáculos públicos, proibindo a entrada de crianças menores de 14 anos às corridas de touros e espectáculos onde se fira voluntariamente animais.

 

A Convenção Sobre os Direitos da Criança

 

Organismos internacionais dedicados a controlar a aplicação da Convenção Sobre os Direitos da Criança e o cumprimento de outros tratados internacionais de Direitos Humanos, afirmaram que a presença ou participação de crianças em eventos tauromáquicos viola os direitos de crianças e adolescentes.

 

A Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, órgão composto por 18 especialistas de vários países pronunciaram-se explicitamente contra a que crianças e adolescentes participem ou assistam a corridas de touros e outros eventos tauromáquicos.

 

Estas observações do Comité foram dirigidas a Portugal (05/02/2014) e à Colômbia (01/02/2015) após examinar o relatório apresentado por estes países para dar conta das medidas tomadas para proteger a infância no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança.

 

Nas suas observações finais, a ONU instou igualmente estes países a realizar campanhas de informação sobre «a violência física e mental associada às touradas e o seu impacto sobre as crianças.

 

Em Março de 2015, a organização Amnistia Internacional, movimento global presente em mais de 150 países e cujo objectivo é realizar trabalhos de pesquisa, bem como empreender acções para impedir abusos contra os direitos humanos, publicou, a partir da sua sede em Portugal, uma declaração exortando o governo deste país a respeitar a Convenção Sobre os Direitos da Criança e a obrigação de reduzir a presença e participação de crianças em espectáculos tauromáquicos em Portugal.

 

Links para o documento completo:

http://www.coppaprevencion.com/files/CoPPA_Ninos_Adolescentes_y_Tauromaquia_Marzo_2015.pdf

http://www.coppaprevencion.com/index.php/es/estudios-y-recursos/218-menores-de-edad-y-tauromaquia-observaciones-y-textos-de-expertos

 

***

Dos OITO países (entre os 193 que existem no mundo) que ainda mantém a prática bárbara e inútil da tauromaquia, apenas em Portugal não se vê qualquer PROGRESSO no sentido de abolir esta aberração moral, cultural e social.

Por que será?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:03

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

A dor do silêncio

 

Todas as vidas importam, até mesmo as que não têm voz...

 

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A dor do silêncio

 

Há algum tempo, a Acção Directa realizou uma campanha que se espalhou gradualmente nas redes sociais, a qual consiste numa fotografia de um caracol com as frases Gostava de ser cozido vivo? Ele também não!. A campanha tornou-se viral e bastante polémica, sendo actualmente alvo de piadas sarcásticas que espelham a indiferença e a insensibilidade que residem no coração humano, colidindo num imenso vazio que gera o insulto gratuito. Estas reacções adversas ao que a campanha transmite revelam a enorme desconsideração que muitas pessoas têm pelas criaturas mais pequenas: arrisco-me a afirmar que, dentro do próprio especismo, são precisamente elas as mais prejudicadas e as que menos recebem direitos.

 

Algo tão simples como respeitar a mais pequena vida senciente é sinónimo, para a maioria, de um extremismo tresloucado que não merece atenção. Tal deve-se por nós, como seres antropocêntricos e desligados das restantes vidas não-humanas, acharmos antecipadamente que mais nenhum ser vivo possui quaisquer direitos, à excepção da nossa espécie.

 

Com o passar do tempo afastámo-nos bastante dos animais não-humanos e passámos a classificá-los como meros organismos instrumentais, cuja existência é para servir os nossos interesses pessoais - e esta avaliação é virada para animais maiores e mais complexos, como as vacas, os porcos, os ratos, entre outros. Por aí pode-se concluir que, se com os mamíferos é assim, com animais mais pequenos e menos complexos a situação tende a piorar.

 

A inexistência de uma ligação que revele visivelmente que o animal está a sentir dor, como sucede com o caracol, catapulta-o para um olhar ainda mais frio e totalmente ataráxico em relação à sua existência enquanto ser vivo senciente. É avaliado como uma praga ou como algo inútil, sendo aproveitado no ciclo de exploração animal de acordo com uma determinada cultura civilizacional.

 

Em Portugal os caracóis são vistos precisamente desse modo: como algo para ser pisado se estiver no passeio ou como um petisco. São colocados vivos em água a ferver e ninguém se questiona sobre a dor que estes podem estar a sentir.

 

Porque eles não gritam.

Porque eles não fazem caretas.

Porque eles não se mexem.

Porque são somente caracóis.

 

E como não gritam, não fazem caretas, não se mexem e tiveram o azar de pertencer a uma classe altamente desprezada pelo ser humano, automaticamente conclui-se que não estão a sentir rigorosamente nada. O assunto fica arrumado, o que leva à incompreensão relativamente a uma campanha que defende o direito que esses moluscos têm à vida. Afinal não são como cães, ou gatos, ou até mesmo como outros animais assassinados para o mesmo fim: que estupidez vem a ser essa de andar por aí a espalhar uma mensagem implícita de que os caracóis não querem ser cozidos vivos? Eles não querem nada, até porque não têm desejos ou vontades: não são tão desenvolvidos como outros animais, pelo que é irrelevante matá-los para comer.

 

Desconstruindo esse pensamento:

 

Durante algum tempo considerou-se que as reacções dos invertebrados fossem simples reflexos e que não sentiam propriamente dor. No entanto, outros estudos científicos posteriores referem que os caracóis, assim como lesmas, baratas, caranguejos e lagostas, sentem dor. Só por não conseguirmos discernir à superfície que o animal está a sofrer, isso não indica que ele não é senciente: os invertebrados apresentam respostas nociceptivas semelhantes às apresentadas pelos vertebrados, podendo detectar e responder a estímulos nocivos, incluindo os caracóis. Tal deve-se porque os devidos possuem um gânglio cerebral: essa concentração de corpos celulares nervosos separados actua como um centro de influência nervoso.

 

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Apesar de não ter as mesmas faculdades de um cérebro mais complexo, o gânglio cerebral é suficiente para reagir a estímulos exteriores e para produzir uma sensação de dor. Somando essa proposição biológica com a proposição ética de que todos os animais merecem viver, independentemente da capacidade que estes têm de sentir dor, é evidente que os caracóis estão enquadrados nesse plano moral que oferece-lhes direitos. Quando se trata de uma vida senciente não importa se esta sofre mais ou sofre menos em relação a outra: o que importa é que esta é capaz de sentir dor.

 

Ponha a mão no coração da consciência porque todas as vidas importam, até mesmo as que não têm voz.

 

A dor não é um grito, não é um olhar trucidado, não é uma convulsão. A dor é o que atinge um ser vivo por dentro, mesmo que não seja vista por fora.

 

Leia mais: Os caracóis sentem dor? Alternativas cosméticas à baba de caracol.

 

Artigo revisto por Sandra Esteves, licenciada em Biologia pela Universidade de Aveiro.

 

Recursos utilizados:

The Naked Scientists

UTCUMQUE

Biorede 

ILAR Journal

Fonte:

http://grito-silenciado.blogspot.pt/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:42

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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2015

«Ha tradições que merecem ser extintas…»

 

Excelente artigo de opinião de Rui Pereira (Professor Universitário e ex-ministro da Administração Interna) sobre a "queima do gato" e os maus tratos aos animais em Portugal

 

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«Apresento uma declaração de interesses: gosto de animais em geral e de gatos em especial. Tal como Borges, creio que o gato é um sinal de indulgência dos deuses: a réplica de um tigre, cujo dorso "condescende à morosa carícia da minha mão".

 

Por isso, fiquei chocado com a notícia de que em Vila Flor, no "nosso" Trás-os-Montes, há quem se divirta queimando um gato vivo. Se é tradição, comprova-se mais uma vez que há tradições que merecem ser extintas.

 

Conheço bem o vasto arsenal de argumentos contra o reconhecimento dos direitos dos animais: não têm personalidade jurídica e não podem estar vinculados a deveres; fazem parte da nossa cadeia alimentar (pelo menos, da maioria); só alguns suscitam sentimentos de compaixão – sim, os cães, os gatos e os cavalos, mas não tanto os répteis, os insetos ou os peixes; e são um pretexto para nos esquecermos da solidariedade que devemos aos nossos semelhantes.

 

Porém, estes argumentos são falaciosos: um recém-nascido também não está sujeito a deveres, mas tem direitos; não ser vegetariano não impede ninguém de discordar de que se inflija sofrimento desnecessário aos animais (quanto ao resto, a carne é fraca, como mostrou Torga, ao descrever o sofrimento moral de um cão enquanto rilhava os ossos do falecido amigo galo); nem todos os animais são iguais – a melga não tem projeto de vida nem sente prazer ou dor.

 

Mas o argumento mais irracional é o que postula que gostar de animais nos impede de amar os seres humanos. Tal como a memória, o amor não se gasta, tem uma natureza expansiva. O que é necessário é saber graduar a importância dos objectos da nossa afeição.

 

Não seria aceitável que o recém-criado crime de maus-tratos contra animais (prisão até um ou dois anos) merecesse pena idêntica à cominada quando a vítima é uma pessoa (prisão até cinco ou oito anos).

 

Justifica-se, pois, a criminalização. Mas é necessário melhorar uma lei com flagrantes erros técnicos, a começar pela vaga definição de "animal de companhia".

 

As normas devem ter em conta o valor vital dos animais e o significado desvalioso do seu sofrimento inútil – e não, numa perspectiva antropocêntrica, a companhia que nos fazem.

 

Afinal, um gato sem dono pode ser torturado? E, já agora, poderá haver legítima defesa em nome do animal ou só do dono?»

 

Fonte:

http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/rui_pereira/detalhe/a_queima_do_gato.html?printpreview=1

Via Basta de Touradas

 

***

«Os animais selvagens nunca matam por divertimento. O homem é a única criatura para quem a tortura e a morte dos seus semelhantes são divertidas por si.» James Froude

 

DOR DE ANIMAL.jpg

 Repare-se na expressão da CRIANÇA que assiste a esta violência e crueldade apoiadas por uma lei que não a protege dos danos psicológicos que a acompanhará para o resto da vida, ao interpretar esta cena como algo absolutamente normal...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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