Domingo, 6 de Janeiro de 2013

“INVESTIGADOR” DA UNIVERSIDADE DOS AÇORES, JOÃO PEDRO BARREIROS, DEFENDE QUE AS GANADARIAS DA ILHA TERCEIRA SÃO “RESERVAS BIOLÓGICAS”

 

 

 

 

 

Isto é uma ANEDOTA?

 

Desde quando as ganadarias da Ilha Terceira são “reservas biológicas”, “senhor investigador”?

 

O “senhor investigador” investiga o quê? Os interesses económicos de quem?

 

O “senhor investigador” por acaso sabe que não existe “touros bravos” na Natureza?

 

Como podemos estudar e monitorizar a sagrada “vida selvagem” numa ganadaria onde FABRICAM touros para serem torturados nas ruas, puxados por uma corda, com o objectivo de encherem os bolsos dos ganadeiros e uns tantos satisfazerem os seus instintos sádicos?

 

Como pode o “senhor investigador” estar convencido do que quer que seja, se não sabe o mais básico: o que é um Touro?

 

Touro bravo? Touro de lide? Que espécie será esta que não consta dos catálogos biológicos?  

 

Na Ilha Terceira a vegetação endémica sempre existiu, existe e existirá mesmo depois da abolição das Touradas, que estão já com os pés na cova.

 

Os seus interesses de “investigador” são os mesmos que movem os interesses dos ganadeiros, dos aficionados, dos que sadicamente se divertem a ver torturar um ser vivo, com um ADN semelhante ao do ser humano?  

 

Tem a certeza do que anda a “investigar”?

 

Não acha que isso só desprestigia a Universidade dos Açores?

 

É uma vergonha que Artur Machado, “professor” responsável pelo Centro de Biotecnologia dos Açores venha a público defender que "quase tudo o que é hoje o interior da Terceira deve-se ao touro bravo" e que "a preservação destes animais é fundamental na protecção da natureza e ao mesmo tempo ajuda-nos a definir a nossa identidade".
 
O interior da Ilha Terceira sempre foi o que foi. Qual touro bravo? Que protecção da Natureza? Atente bem no disparate que proferiu, senhor “professor”. Estar a falar para tauricidas, é uma coisa. Eles engolem toda a parvoíce que se diz em relação a Touros. Agora vir a público espalhar esses desconchavos como se todos fossem muito ignorantes, é outra coisa.

 

Que “identidade” é que se pretende definir com a tortura de Touros? Não é com certeza a identidade de uma Ilha linda e com História. Será apenas a “identidade” de uns poucos papalvos que, apesar de toda a informação, optam pela ignorância.

 

E o “historiador” Francisco Maduro-Dias disse bem: «Ver um grupo de touros, ao longe, na paisagem, sobretudo naquelas montanhas mais escalavradas que temos no interior da Terceira é sempre uma imagem de que gostamos, que nos consola, que nos faz sentir identificados, localizados e estabilizados», mas esqueceu-se de acrescentar que esses Touros têm de ser TOUROS, e não os fabricados “touros bravos ou touros de lide”, que não existem no estado natural, e só servem para TORTURAR.

 

Arlindo Teles, o presidente da “tertúlia tauromáquica terceirense” vai ainda mais longe com os disparates. Diz, PASME-SE, que o "culto ao touro dá-se na Terceira como em mais nenhum lugar do mundo".

 

Não é possível! “Culto ao touro”? Como naquela antiguidade muito antiga? A Ilha Terceira não EVOLUIU NADA? Mesmo nada? Parou no tempo?

 

E esta “anedota” que veio da Universidade dos Açores (QUE VERGONHA!) acaba com um professor da dita cuja, a dizer o maior disparate do mundo: «Há uma relação de respeito e seriedade na sociedade terceirense face aos elementos naturais»

 

DEIXO-VOS AQUI O RESPEITO E A SERIEDADE TERCEIRENSE FACE AOS ELEMENTOS NATURAIS (?), NOMEADAMENTE O TOURO E A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL DE QUE FALAM

 

 

 

 

TENHAM VERGONHA!

 

 «As ganadarias da ilha são verdadeiras "reservas biológicas", defende o biólogo e professor da Universidade dos Açores, João Pedro Barreiros. A ideia é explorada num dos vídeos disponíveis numa página da Internet criada no portal SIARAM, dedicada ao toiro bravo da Terceira.
 
Do ponto de vista de João Pedro Barreiros as ganadarias são espaços onde existe todo o interesse em estudar e monitorizar a vida selvagem.
 
O biólogo considera que há uma relação importante entre os lugares onde são criados toiros de lide, com a vegetação espontânea, endémica, da ilha Terceira: "A preservação de manchas florestais endémicas, uma vez que estas ilhas foram colonizadas no século XV, resulta de dois acasos. Sobraram regiões de difícil acesso, como Caldeira de Santa Bárbara, ou lugares, como as ganadarias, onde se produziram animais que se adaptaram a locais menos desejáveis para a agropecuária. Sem contar com os lugares altos, estou convencido que, se não houvessem toiros, não estava preservada grande parte da vegetação endémica que ainda sobrevive".
 
Pode-se ficar também a conhecer as visões de personalidades como Francisco Maduro-Dias, historiador, José Parreira, arquiteto e aficionado, ou Arlindo Teles, presidente da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.
 
De acordo com o portal, Artur Machado, professor da Universidade dos Açores responsável pelo Centro de Biotecnologia dos Açores, sustenta que "quase tudo o que é hoje o interior da Terceira deve-se ao touro bravo" e que "a preservação destes animais é fundamental na proteção da natureza e ao mesmo tempo ajuda-nos a definir a nossa identidade".
 
"Ver um grupo de touros, ao longe, na paisagem, sobretudo naquelas montanhas mais escalavradas que temos no interior da Terceira é sempre uma imagem de que gostamos, que nos consola, que nos faz sentir identificados, localizados e estabilizados", afirma, por seu turno, Francisco Maduro-Dias.
 
José Parreira acredita que "preservar este animal nesta ilha é também garantir a preservação de um determinado ecossistema ambiental onde ele está integrado". 
 
Arlindo Teles defende que o "culto ao touro dá-se na Terceira como em mais nenhum lugar do mundo".

 

Consciência ambiental 
 
Para Eduardo Dias, professor da Universidade dos Açores e responsável pelo GEVA (Grupo de Ecologia Vegetal Aplicada), o toiro acaba por ser o catalisador de uma cultura ligada à natureza na ilha. "Dá-se uma determinada leitura, através do toiro, da própria natureza. Sendo o toiro o símbolo da natureza e tendo um conjunto de propriedades de nobreza e de valentia, então esses valores passam a ser, simbolicamente, projetados sobre o resto da natureza. Há uma relação de respeito e seriedade na sociedade terceirense face aos elementos naturais", argumenta.»

 

Os vídeos podem ser consultados em: http://siaram.azores.gov.pt/patrimonio-cultural/touro-bravo/_intro.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:20

link do post | Comentar | Ver comentários (4) | Adicionar aos favoritos
Sábado, 5 de Janeiro de 2013

JUVENTUDE TAURINA PORTUGUESA NÃO TEM VERGONHA DE DESCONHECER O CONCEITO DE ARTE, CULTURA E LIBERDADE

 

 

Encontrei este cartaz vermelho, a INSULTAR a Arte, a Cultura e a Liberdade.

 

Bem como o lugar-comum: Não gostas *respeita* a liberdade dos outros…

 

Como se a tourada tivesse a ver com “gostos”.

 

Respeitar que “liberdade”? A de TORTURAR SERES VIVOS para divertir sádicos e ganhar dinheiro à custa do sofrimento e da dor de um animal?

 

NUNCA!

 

Ninguém com um palmo de visão adiante do nariz poderá jamais RESPEITAR tal aberração.

 

A TORTURA nunca foi, nem nunca será respeitada em parte alguma do Planeta Terra e arredores. E os torturadores não poderão ser aceites como GENTE DE BEM numa sociedade que se quer EVOLUÍDA E CIVILIZADA.

 

Como poderemos respeitar algo tão abominável como a tourada?

 

E que “liberdade” é essa?

 

Não, não têm nem a liberdade, nem o direito de se divertirem à custa do massacre de um ser vivo.

 

A liberdade é um conceito sagrado. Não é para andar na boca de torturadores, como se fosse algo ordinário e hediondo.

 

Esta “Juventude Taurina Portuguesa” diz que são «jovens e aficionados, vivem a cultura portuguesa em liberdade, sem complexos e com orgulho daquilo que é nosso».  

 

Que juventude é essa?

 

Uma juventude que ficou na Idade Média, rodeada de IGNORÂNCIA, ESTUPIDEZ e SADISMO?

 

Que “cultura portuguesa em liberdade” é essa? A cultura da tortura praticada com a protecção de uma lei que envergonha até as pedras?

 

E ainda por cima sem “complexos” e com “orgulho” daquilo que é nosso?

 

Daquilo que é NOSSO? Não! Portugal REJEITA veementemente esta aberração apenas praticada pelos mais ignorantes. Basta ver que, pela segunda vez, no «Meu Movimento», no Portal do Governo, ganhou a CAUSA ANIMAL.

 

O país onde a tourada nasceu (e não era a tourada cruel que é hoje) já deixou de a praticar há séculos, porque EVOLUIU.

 

Mas pouco mais de meia dúzia de países papalvos ainda insistem nesta psicopatia, porque se esqueceram de EVOLUIR.

 

Portugal não precisa de uma juventude cheia de teias de aranha.  

 

A Juventude Taurina Portuguesa é uma fraude.

 

EVOLUAM e APAREÇAM.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/JuventudeTaurinaPortuguesa#!/photo.php?fbid=319994311440232&set=a.292536187519378.57091.269288279844169&type=1&theater

 

PARA QUE APRENDAM A DISTINGUIR:

 

ISTO É ARTE... 

 

 

 

ISTO É CULTURA...

 

 

 

ISTO É TORTURA…

 

 

 

E ISTO É LIBERDADE...

 


 

Conseguem ver a diferença?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:17

link do post | Comentar | Ver comentários (6) | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2013

GRUPO DE FORCADOS ACADÉMICOS DE LEIRIA NÃO ENVERGONHEM UMA JUVENTUDE QUE SE QUER ÚTIL À SOCIEDADE

 

 

 

Este é o Grupo de Forcados Académicos de Leiria (GFALeiria), constituído por ESTUDANTES do Instituto Politécnico de Leiria

 

 

Segundo os próprios, este Grupo é essencialmente um grupo actual (talvez quisessem dizer medieval) de 16 amigos aficionados, todos estudantes (serão mesmo estudantes?) de Leiria, que ambiciona formar o grupo e trazer novamente ao de cima a afición e cultura (a cultura da tortura?) tauromáquica a Leiria.

 

Nesta fase inicial de formação do grupo, o objectivo destes jovens ESTUDANTES é arranjar locais para treinos e conhecer os aficionados espalhados por Leiria e arredores. E a grande ambição deles (imagine-se) é conseguir «fardar oficialmente, e ser apresentado numa corrida».

 

Que ambição mais pobrezinha e indigna de ESTUDANTES que dizem viver no mundo ACTUAL, ó jovens de Leiria!

 

Será que vocês vivem?

 

Não, não vivem. Andam no mundo só por ver andar os outros. Se vivessem não se dedicariam, com toda a certeza, à tortura de Touros moribundos, à covardia das covardias, imprópria para jovens que se querem modernos e arejados da cabeça.

 

Esta, como tantas vezes já foi dito, é uma questão de bom senso, de civilização, de evolução, de educação, de cultura culta, de coisas que vocês desconhecem, porque ainda vivem rodeados de IGNORÂNCIA.

 

Quem são os vossos professores?

 

Não vos ensinam a SER HOMENS?

 

EVOLUAM. Façam esse favor a vós próprios.

 

Não queiram passar por COITADINHOS!  

 

Sabem o que é um forcado? Um forcado é simplesmente um COVARDE que tem o petulância de torturar um ser que já está mais morto do que vivo, quando o vão “pegar”. Isso é de HOMENS INTEIROS? Pensem um pouco.

 

Meus queridos jovens: estou aqui há um certo tempo a olhar para os vossos rostos, nesta fotografia.   

Vocês até são bonitinhos. Parecem-me simpáticos. Por que é que escolheram um ofício tão INÚTIL e tão PSICOPÁTICO como ser forcado? Pensem bem: acham que é de HOMENS atacar um touro moribundo?

 

Há tanta coisa com que podem divertir-se saudavelmente… Têm logo de manchar o vosso nome e a vossa reputação com algo tão estúpido e covarde?

 

Pensem nisso.

 

Ninguém vos quer mal.

 

Só queremos que sejam HOMENS DE BEM.

 

Como sabem, em 2013 a tauromaquia será ENTERRADA e passará à história, ou melhor, já está na história, como sendo uma aberração do homem predador.

 

O que terão para dizer aos vossos filhos e aos vossos netos?

 

Que um dia, quando eram jovens, foram COVARDES?

 

Eles, que viverão num mundo onde a tauromaquia estará para o mundo deles como o circo romano está para o nosso, sentirão VERGONHA de vós.

 

Pensem nisso.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:09

link do post | Comentar | Ver comentários (9) | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013

OLÉ COVARDIA!

 

 

Gafa, fraqueza, palermice! Seis covardes da jaqueta, para um Touro moribundo...

 

 

Fonte

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=372701032825565&set=a.349969111765424.79589.313825062046496&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:09

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

«O MEU MOVIMENTO» - UMA VEZ MAIS A CAUSA DOS ANIMAIS GANHOU, SÓ ESPERAMOS QUE OS GOVERNANTES SAIBAM LER E INTERPRETAR O QUE OS PORTUGUESES QUEREM PARA PORTUGAL

 

 

Sérgio Caetano, d’«O Movimento do Sérgio», o primeiro a ganhar esta iniciativa governamental, no ano passado, a ser recebido pelo Primeiro Ministro de Portugal, conforme o combinado… Porém, continuamos à espera de resultados VISÍVEIS. Ou tudo isto não passará de uma manobra de diversão para entreter os portugueses, Senhor Primeiro Ministro Passos Coelho?

 

 

***

 

"O meu movimento”, no portal do governo, deve querer dizer alguma coisa – por Francisca Ávila

 

“O meu movimento” é uma plataforma virtual, criada no portal do governo da república. Nas palavras dos mesmos, a iniciativa pretende “dar uma oportunidade a todos de participar no debate sobre o futuro do nosso país. De uma forma lúdica e simples, qualquer cidadão português pode defender as causas em que acredita, fazendo-se ouvir por todos – e especialmente pelo seu Governo.” No entanto, para além de uma conversa pessoal com Passos Coelho, nada sabemos sobre o que pretende o governo fazer com as causas vencedoras.
 
No dia 30 de dezembro terminou a votação na segunda edição do concurso. A segunda, porque a primeira terminou no início de 2012, e pouco ou nada diferiu da segunda. Nas duas edições foram criados centenas de movimentos mas o tema transversal aos que sempre lideraram as tabelas de mais votados foi claro como água, e só deixou dúvidas a quem as quis ter.

Alteração do estatuto jurídico dos animais, fim do uso de animais em circos, interdição de menores em espetáculos tauromáquicos, fim dos canis e gatis de abate ou nova lei de proteção animal foram causas que se mantiveram nos primeiros lugares.

 

Está à vista, para quem quiser ver, que na sociedade portuguesa há uma preocupação crescente e ativa com questões relacionadas com a proteção animal. Mas a população apostou em força noutra causa, tanto na primeira como na segunda edição, a causa anti-tauromáquica.
 
Na primeira edição o Movimento do Sérgio manteve-se imperturbável, do início ao fim, no primeiro lugar do concurso, era o movimento pelo “Fim das Corridas de Touros”. Agora, na segunda edição, os portugueses continuaram a manifestar o seu profundo desagrado com a prática de espetáculos tauromáquicos em Portugal, acrescido ao facto de agora perceberem que estes são feitos à custa dos seus impostos. Assim, saiu vencedor o Movimento do Rui Manuel, pelo “Fim dos Dinheiros Públicos para as Touradas”.
 
Ao longo de 2012 assistimos a uma expressão popular clara de repúdio ao uso dos dinheiros públicos para a tauromaquia. Foram criados movimentos, feitas campanhas, entregues petições, em território continental e nas nossas ilhas dos Açores. Felizmente, o arquipélago da Madeira não padece deste mal. Assistimos também, pelas mãos do PEV e do BE, o assunto a ser levado à Assembleia da Republica, prova de que a voz das pessoas se faz ouvir, ainda que só por alguns.
 
Mas não pode ser só por alguns, não pode, porque o governo de Passos Coelho criou um espaço para que as pessoas pudessem defender as suas causas ao criar uma iniciativa que dá oportunidade aos cidadãos de exporem as razões pelas quais defendem causas, na primeira pessoa, ao primeiro-ministro de Portugal.
 
Com toda a legitimidade, exige-se agora que o governo de Passos Coelho aja com alguma coerência e dê respostas às situações que ele próprio criou. O governo de Passos Coelho disse querer ouvir os cidadãos e os cidadãos falaram, falaram e foram claros. Agora, resta-lhe cumprir a sua parte sem demoras, sem rodeios e sem touradas.

 

Francisca Ávila

 

Publicado em Faial Online

 

http://www.faialonline.com/opiniao/%e2%80%9co-meu-movimento%e2%80%9d-no-portal-do-governo-deve-querer-dizer-alguma-coisa-por-francisca-avila/

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Abril 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Posts recentes

Boas notícias! A Nova Zel...

Em Vila Franca de Xira: «...

Como os mortos não falam,...

Testes de toxicidade em a...

Enquanto o Povo dorme... ...

Março/09/2021: um dia ne...

«O último adeus» - "Enqua...

Estão a aparecer cordeiro...

Este monstro marinho, cha...

«Morreu [o Touro] Marism...

Arquivos

Abril 2021

Março 2021

Fevereiro 2021

Janeiro 2021

Dezembro 2020

Novembro 2020

Outubro 2020

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt