Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

A TODOS OS QUE LUTAM PELA ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA

 
 
 
 
 

«Sou o Touro que nunca te escreverá.

 

Sou o Touro que possivelmente nunca acariciarás.

 

Sou o Touro que jamais falará contigo.

 

Sou o Touro que não conhece o teu rosto, nem sabe o teu nome.

 

Contudo, sou o Touro que, graças a ti, já não será torturado e assassinado na Catalunha, em

Bogotá, em Quito (ou no Campo Pequeno…)

 

Por isso, activista, sou o Touro que te agradece e que te pede para não desistires.

 

Do mesmo modo que foste a minha, és a única e a última esperança de muitos outros Touros.

 

Julio Ortega»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:35

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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

A tortura de Touros, pura e dura - e chamam a isto arte, cultura e identidade portuguesa…

 

 

Senhores governantes, por onde anda a vossa lucidez?  

(A tortura de Touros é tão, mas tão pura e dura que desactivaram os vídeos, e só isso diz de quão pura e dura é a tortura de Touros. Se fosse arte, cultura e identidade portuguesa, com toda a certeza, que teriam muito orgulho em exibir essa maravilhosa arte, cultura e identidade portuguesa).


Tiros nos pés!

 

 

 

 

 

 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 19:03

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Um texto que dedico aos caçadores e a todos os que sentem prazer em torturar e matar cobardemente seres indefesos

 

 

«Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em nós é sinal de pouca inteligência». (...) Sejamos humanos, deixemos os animais em paz» (Carlos Galvão)

 

Uma excelente análise sobre o instinto primário dos caçadores e dos tauricidas. 

 

 

 

Os caçadores do século XXI depois de Cristo ficaram na época destes nossos antepassados

 

Por Carlos Galvão

 

«O prazer de enfrentar um animal, qualquer que ele seja e a adrenalina que isso provoca, de o fatigar, de o enganar, de o perseguir e de lhe tirar a vida está gravado na parte mais antiga do nosso cérebro, aquela que herdámos dos nossos antepassados répteis. Também aí se encontram os instintos mais primários, a agressividade, a territorialidade, a xenofobia, a necessidade de pertencer a um grupo, os ritos, etc..

 

Esta informação foi-nos útil, nos tempos em que éramos caçadores recolectores, nos tempos em que tínhamos de caçar para comer, nos tempos em que tínhamos de lutar para sobreviver.

 

Do ponto de vista da psicologia e da sociologia, as touradas, a caça e outras actividades semelhantes são figurações das caçadas dos nossos antepassados. Do mesmo modo, os jogos de equipa são figurações das batalhas que tivemos de travar para defender o nosso território. Ainda assim, não perdemos uma oportunidade de travar uma ou outra guerrita, com mais ou menos efeitos colaterais (leia-se número de mortos…), afinal, temos de descarregar a testosterona de qualquer forma, não é verdade?

 

O problema é que já não somos caçadores recolectores, evoluímos, tanto fisicamente como socialmente.

 

Fisicamente, o nosso cérebro evoluiu significativamente, aumentou de volume com o surgimento do córtex cerebral. É aqui que a matéria se transforma em consciência, o reino da intuição, da consciência e da análise critica. É aqui que surgem as ideias e as inspirações, que lemos e escrevemos, é aqui que reside o gosto pelas artes e a cultura. É o que distingue a nossa espécie, o cerne da humanidade.

 

Socialmente, evoluímos para outras formas de sociedade, sedentarizámo-nos, tornámo-nos agricultores, domesticámos animais, tornámo-nos artífices, e por aí fora, passando pela revolução industrial até aos nossos dias.

 

Mas, pelos vistos, evoluímos pouco. Ainda não apagámos dos recônditos mais profundos do nosso cérebro a informação que já não nos faz falta e que é, em certa medida, desnecessária e contraproducente, ainda não fomos capazes de dar o salto qualitativo que temos que dar em termos de respeito para com o meio ambiente e para com todos os seres vivos.

 

Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em nós é sinal de pouca inteligência. Como seres inteligentes (pelo menos, é suposto…) deveríamos ser capazes de sobrepor a inteligência ao instinto, de fazer com que o lado racional prevaleça sobre o lado irracional.

 

Sejamos humanos, deixemos os animais em paz!

 

Carlos Galvão»

 

***

 

Fazendo minhas as palavras de Carlos Galvão, eis a minha resposta aos comentários que os caçadores enviaram para «O Arco de Almedina», nomeadamente o Ricardo Sousa, com a sua pose de “entendido na matéria”:   

 

Ricardo Sousa disse sobre O “apelo interior para a caça” tem uma designação: crueldade e cobardia inatas na Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013 às 18:06:

 

«Pois repito-me eu. É bem elucidativa a forma completamente básica, boçal e primária, com que se desenvolve A SUA RESPOSTA, a partir do tal limitadíssimo entendimento do que é a caça e a natureza humana. Excuso-me novamente a qualquer explanação mais elaborada, pela antecipada, total incompatibilidade de nível de esclarecimento, e que, fatalmente, consistiria apenas numa perda de tempo e disposição, e numa atribuição de valor àquilo que me respondeu, que de facto não tem, trata-se apenas de opiniões, infundamentadas, pessoais... enfim, desprezáveis novamente por irrealismo.

 

Compreensível, a sua frustração e a revolta pela falha de uma intenção como a da causa animalista, de acabar com as Touradas, ou com a Caça. Reitero que a tão reduzida adesão das pessoas a dita causa, demonstra bem a credibilidade que lhes merece, pela qualidade dos respectivos actores, reduzindo-a à condição de marginal, já que se limita a atormentar as mentes ao colocar-lhes problemas, até porque, as soluções que preconiza vulgarmente são problemas maiores todavia que os iniciais, numa “bola de neve” destrutiva, e apenas isso. De resto, não receio as suas encapotadas ameaças de vir a ser Caçado algum dia, que apenas confirmam o que escrevi sobre a patologia da solidão, frustração e impotência, e a tanta propriedade com que fala de covardia. Touradas, Caça, e outros temas transcendem a sua capacidade de entendimento... é natural que, não as conseguindo decifrar, não seja capaz de as entender, e portanto lhe pareçam abjectas

 

***

O que me ocorre dizer é apenas isto: APRENDA, Ricardo Sousa - «Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em si é sinal de pouca inteligência. Como ser inteligente (pelo menos, é suposto…) deveria ser capaz de sobrepor a inteligência ao instinto, de fazer com que o seu lado racional prevaleça sobre o lado irracional».

 

Mas não é o que acontece consigo. Lamento muito.

 

***

 

Ricardo Sousa disse sobre O “apelo interior para a caça” tem uma designação: crueldade e cobardia inatas na Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013 às 19:20:

 

 «1º quem tem necessidade de aprender a ler não sou eu, como óbviamente decorre dos comentários aos meus.

 

2º Se não sabe a razão de ser da Caça, qualquer afirmação sua relativamente ao tema enferma de ilegitimidade e hipocrisia, é apenas um sofisma de pretensa superioridade, que não tem, pelo contrário. Até porque é incapaz de comentar a Caça, limita-se a insultar as pessoas, numa senda boçal e primária própria de ausência de argumentação lógica e sustentada, n+ivel esse a que não desço, não é o meu.

 

3º Quando chegar a minha Hora, chegará como tiver que chegar, e se fôr a Caçar... tanto melhor. Não anseie tanto por essa Hora, que talvez a sua Hora chegue antes da minha, e isso, ultrapassa.nos a ambos, mas, a realidade é que faz cá tanta falta a este mundo como a fome.

 

4º De facto a culpa de que exista gente ignorante com graus académicos, e incapaz de se dar conta da própria falência, ao tentar sistemáticamente ofender, e ao basear as afirmações apenas em opiniões pessoais insignificantes, não é dos Caçadores.

 

5º Volto a frisar, que isso são problemas do foro psicológico, resultantes de solidão, frustração e impotência diante da realidade

 

***

 

1º: Que o Ricardo Sousa tem bastante necessidade de LER E APRENDER, ficou óbvio, depois da brilhante lição de Carlos Galvão.

 

2º: A razão de ser da caça está bastante bem explicada no texto de Carlos Galvão, da qual (razão) o Ricardo Sousa nada sabe.

 

3º: Cada um faz falta à sua maneira. Poderei não fazer falta a si. Nem me interessa. O Ricardo Sousa é que não faz falta nenhuma aos animais. Eu faço, porque sou a voz deles, defendo-os, não os mato. Mas quando tivermos de ir, iremos.

 

4º: Esta afirmação, neste ponto 4, já está bem respondida, no texto acima publicado. A diferença é que os caçadores CEDEM AOS INSTINTOS MAIS PRIMÁRIOS, e tentam justificar esse primarismo rebaixando quem não tem instintos primários. Certo?

 

5º: Ora diga-me agora quem tem problemas do foro psicológico… Não tente transpor para mim, as suas frustrações, Ricardo Sousa. Freud dir-lhe-ia a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:18

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

O «apelo interior para a caça” tem uma designação: crueldade e cobardia inatas

 

 

Os animais nasceram para viver a vida deles em paz, nos seus habitats, sem ter uma arma escondida atrás de um arbusto (o que é uma grande COBARDIA) a ameaçá-los de morte.

 

(Os comentários estão publicados tal qual foram recebidos, não tendo sido corrigido o Português)  

 

Rafael, deixou um comentário ao post A “Bestiária“ da RTP às 13:55, 2013-01-25. Comentário:

 

«Boa tarde,

 

Antes demais a senhora que escreve este artigo de opinião, revela um completo desconhecimento do que é um processo de montaria e pelas palavras, desconhecimento do que é a caça em geral.

 

A caça faz parte da nossa história, da nossa cultura e da nossa identidade. Resume-se a mais, aliás, muito mais do que burgessos (gostava de responder a letra mas recuso-me a baixar ao nivel da senhora autora) com uma carabina ao ombro e á classificação de desporto, classificação essa que me custa aceitar enquanto caçador. Como diz, penso que hoje em dia muito pouca gente, no nosso pais claro, mata para comer. Como eu próprio, nao mato para comer mas como o que mato.

 

E se para muita gente e mais facil ir a um talho e comprar carne, podendo escolher se quer vaca, porco ou aves, sem ter de enfrentar o processo para obter aquela carne (muito mais facil, menos impressionante e hipòcrita nâo é??) ja eu tambem tenho o direito de comer uma especie bravia que em condiçoes ideiais nasceu, viveu e em ultima instancia morreu livre. Será que com os produtos cárneos de compra é assim??

 

E depois claro, existe um apelo, algo interior, que nos impulsiona a sair para o campo, geralmente bem cedo, para caçar. E acredite senhora autora, que caçador que se prese, tambem sai muitas vezes para caçar sem espingarda, para tratar de comedouros, bebedouros e fazer «obra» e prole da caça procedendo á tão famigerada conservação, que em muitos locais, senão fossem os caçadores, já teria levado ao desaparecimento de algumas especies dos bonitos recantos do nosso país.

 

Ainda a convido, para sair da selva de betão, e vir passar um dia ao campo e tentar sentir algumas das coisas que lhe conto de um ponto de vista mais informado, pode ser que venha a compreender algumas coisas que a vida ainda nao lhe proporcionou. Acredite, eu faço o mesmo sempre que posso e faz de mim uma pessoa muito melhor. Rafael M. Ribeiro, amante da natureza, estudante de medicina Veterinária e CAÇADOR!!!!»

 

***

 

Rafael M. Ribeiro, não fui a autora do texto, mas como fiz minhas as palavras da Filomena (aliás, excelentes), posso responder ao seu comentário, e se a autora o quiser fazer, tem todo o espaço disponível.

 

Primeiro, a autora que escreve este artigo de opinião revela um CONHECIMENTO PROFUNDO da desumanidade dos abomináveis caçadores desportivos.

 

Segundo, a caça faz parte da nossa história, da nossa cultura e da nossa identidade? Assim  como a tourada?!!!!!

 

História? Cultura? Identidade?

 

Isto é de quem não sabe o que significam essas palavras.

 

Se a identidade de um povo se constrói com a cultura da morte, então esse povo é mais primitivo do que os homens das cavernas.

 

Aqui não se trata de caçar para comer ou não comer. Você não mata para comer, mas come o que mata, como se isso não fosse a mesma coisa. 

 

Você tem o direito de comer o que quiser, mas não tem o direito de MATAR seres inocentes, que nem sequer sonham que vão levar um tiro, enquanto estão tranquilamente no seu habitat.

 

Aqui trata-se de matar, POR PRAZER, animais que estão muito descansadinhos, e de repente levam um tiro, sem mais nem menos, e depois são exibidos como troféus da tal IGNÓBIL CAÇA DESPORTIVA, como podemos ver na imagem horrorosa, que ilustra o artigo.

 

A época dos caçadores ficou muito lá para trás. O mundo, entretanto EVOLUIU. Sabia?

 

Não me diga que vai “caçar” sem espingarda. Vai tratar dos animais? Não é? Pois… Para depois os matar à socapa, cobardemente. Isso é realmente de um apaixonado amante da Natureza.

 

Só se for da NATUREZA MORTA.

 

Os animais nasceram para viver a vida deles em paz, nos seus habitats, sem ter uma arma escondida atrás de um arbusto (o que é uma grande COBARDIA) a ameaçá-los de morte.

 

Tal como nós nascemos para viver a nossa vida em paz, no nosso ambiente, sem ter uns criminosos, escondidos, a apontar-nos armas para nos roubar os bens e a vida.

 

Quanto a ser estudante de medicina veterinária, aconselho-o a mudar de curso. Vá para talhante, é mais condizente com a sua índole de caçador.

 

Um verdadeito médico-veterinário jamais pode ser caçador. São duas coisas absolutamente incompatíveis: ou bem que os cura, ou bem que os mata cobardemente.

 

É como ser médico-obstetra: ou bem que deixa nascer as crianças, ou bem que as mata logo à nascença.

 

Humanize-se e ponha-se sempre no lugar do outro, isto é, do ser vivo que, sem saber, leva um tiro, só para satisfazer o prazer macabro do caçador.

 

Lembre-se que um dia, pode ser você a “peça de caça”.

 

E por último, algo que o ser humano humano, se é Humano: nunca faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Isto é de um Homem inteiro.

 

Caçar é de cobarde, não é de HOMEM.

 

Esse “apelo interior para a caça” de que fala, tem um nome: instinto assassino.

 

O seu último parágrafo é de um fingimento assustador.

 

A Natureza só é bela, sem a presença do homem-predador. Sabia?

 

O único ponto a seu favor foi ter dado um nome, pode até ser falso, mas não se escondeu no anonimato ou num simples Zé.

 

 

 

Queremos um mundo onde os únicos disparos que possam escutar-se num bosque sejam os de uma câmara  fotofráfica

https://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=10151658798068345&set=a.10150254263598345.381936.116189118344&type=1&theater

 

***

 

Desconhecido disse sobre A “Bestiária“ da RTP na Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013 às 14:35:

 

«É de lamentar que certas pessoas que não comem um bom bife , uma costeleta de vitela ou de porco, que comem um frango , que comem peixe sejam contra as montarias os javalis fazem muitos estragos para quem nao saibam para se matar 10/15 ou 20 fogem 2 ou 3 vezes mais e no local que é realizada a montaria só é realizada uma vez por ano .

 

As pessoas que se julgam defensores dos animais deviam olhar para o lado pois há muitos seres humanos a passar mais cuidados e necessidades e essas pessoas nem holhão para o lado.

Vamos a participar nas montarias que é para comer boa carne e passar bons momentos com os amigos. PARABENS RTP»

 

***

 

Desconhecido, detesto responder a desconhecidos, mas não tenho outro jeito.

 

Pois é de lamentar que você não seja uma peça de caça, para ser caçado, em vez dos javalis.

 

Aposto que faz mais estragos à Natureza do que o Javali, que nasceu para andar à solta e em paz no seu habitat, que o homem-predador destrói, mas não o Javali.

 

Depois…aqui-del-rei que o desventurado animal estraga o que é do homem… 

 

Os Defensores dos Animais são defensores dos animais  humanos e não-humanos. Simplesmente.

 

E você desconhecido, o que faz? Mata Javalis… E aos humanos famintos, o que faz? Dá-lhes o javali morto por si, para lhes matar a fome?

 

Se quer passar bons momentos com os amigos, vá comer tremoços e encharcar-se de vinho, para uma tasca e atasquem-se… porque é da vossa torpe natureza.

 

Pobre gente… Quem com ferros mata, com ferros morre

 

Isto é linguagem simbólica, que significa que os carrascos terão uma morte nada, nada santa…

 

Pense nisso, se é que tem algum reunónio a funcionar!

 

E abaixo a RTP, mais os seus programas sanguinários.

 

***

Ricardo Sousa, deixou um comentário ao post A “Bestiária" da RTP às 15:34, 2013-01-25.

Comentário:

 

«A ausência de de cultura e diversidade de experiências, de facto condiciona a que para sabermos o significado de algum termo, tenhamos que recorrer ao Dicionário, apenas uma de tantas fatalidades decorrentes da ignorância, que usualmente, redunda na intolerância, e na arrogância por uma superior qualidade moral inexistente.

 

Limitativozinho entendimento que o dito proporciona, e se aplicado à Caça, apenas “educação do espírito” se adequa, já que de facto não se trata de desporto, e por conseguinte nenhum dos significados constantes do Diccionário lhe será aplicável, qualquer Caçador sabe disso, com a diferença de que, sabe igualmente conviver com opiniões divergentes, de forma cordial e consistente, fundamentada, e através tanto da experimentação como da conclusão pelo debate, apenas uma, das tantas lições de vida que nos ensina o “ser Caçador”.

 

De resto, antes de Caçador, é cidadão, de pleno direito, e cumprindo com obrigações que qualquer outro que não o seja, não tem que cumprir, na práctica de uma actividade LEGAL E REGULAMENTADA, se bem que não é a isso que alude o texto deste comentário, mas que lhe confere em plena igualdade a condição de “patrão da RTP”, e portanto com tantos deveres como direitos de nela ver quaisquer programas da sua preferência como assistem a qualquer outro cidadão.

 

É bem elucidativa a forma completamente básica, boçal e primária, com que se desenvolve o texto, a partir do tal limitadíssimo entendimento resultante do Diccionário, o que, é desencorajador de qualquer tipo de explanação mais elaborada, pela antecipada, total incompatibilidade de nível de esclarecimento, e que, fatalmente consistiria apenas numa perda de tempo e disposição.

 

Compreensível, a frustração e a revolta pela falha de uma intenção como a da causa animalista, de acabar com as Touradas, ou com a Caça, e a tão reduzida adesão das pessoas a dita causa, demonstra bem a credibilidade que lhes merece, até pela qualidade dos respectivos actores, reduzindo-a à condição de marginal, já que se limita a atormentar as mentes ao colocar-lhes problemas, até porque, as soluções que preconiza vulgarmente são problemas maiores todavia que os iniciais, numa “bola de neve” destrutiva, e apenas isso.

 

Creio que são problemas mais de ordem patológica, resultantes de solidão, ou de frustração, os que redundam nesta postura, que propriamente o incondicional amor pelos animais, até porque isso mesmo, revela bem um elevado grau de incompatibilidade com o seu semelhante Humano, bem ilustrados na atribuição aos animais irracionais da condição de pessoa não-humana… a própria forma rebuscada do termo ilustra-o, e nem no dicionário vem.»

 

***

 

Ricardo Sousa, peço-lhe que leia o que já escrevi.

 

Não vou repetir-me.

 

A CAÇA era uma necessidade do homem primitivo, para sobreviver.

 

A CAÇA, hoje em dia, além de não ser necessária, existe apenas para satisfazer os instintos assassinos de criaturas que não evoluíram.

 

A CAÇA é para gente portadora de um instinto cruel.

 

Enfim, um dia o caçador poderá vir a ser caçado, através da Lei do Retorno.   

 

Nós não aplaudiremos, obviamente, mas não vamos dizer que não merecem.

 

O seu blá blá blá é típico de caçador

 

A caça é uma actividade cruel e abominável. É cobardia pura. 


***

 

s, deixou um comentário ao post A “Bestiária“ da RTP às 17:12, 2013-01-25.

Comentário:

«Estes animais nasceram, viveram no seu meio em condições naturais, morreram condignamente no seu habitate, não passaram pelo stress de andar de camião em camião a caminho de um qualquer matadouro e vão ser consumidos.

 

Quanto a sermos criminosos, não vejo os pseudo ecologistas e amigos dos animais a fazerem nada por eles, semeadas, pontos água, melhorias dos seu habitate, sensos das populações, condições sanitárias etc, coisas que os "criminosos" fazem durante o ano, enquanto que os pseudo ecologista nem sabem do que se trata, apenas se limitam a fazer manifes no terreiro do Páço em busca de protagonismo e mediatismo assentes em ideologias e dados adquiridos, muitas vezes errados, por ser "cool", e tanto eu como tantos outros seremos talvez mais amigos dos animais que muitos dos ecologistas, e daqueles que compram o cãozinho por ser bonito e quando começa a dar trabalho abandonam....quanto a não ser tão brutal, informe-se das condições das explorações agricolas em grande escala, aviários e outras, veja como vivem os animais confinados a gaiolas, em que nem é possivel mecherem-se, são alimentados por máquinas a força, caso dos patos (produção paté figado), de forma a aumentarem o figado para porporções descomunais com vista a maior produção, etc, isto sim é brutal... "os vossos direitos acabam no momento que começam os meus..." .

 

Eu vivo o campo, sinto o campo e respeito o campo em todos os seus momentos, não sofro do estigma das cidades apesar de viver no Porto».

 

***

s, com letrinha pequena, seja lá quem for, vamos por partes:

 

«Estes animais nasceram, viveram no seu meio em condições naturais, morreram condignamente no seu habitate…»

 

Morrer condignamente no seu habitat é morrer com um tiro levado à socapa por um qualquer cobarde  maníaco?

 

Então desejo que morra tão condignamente no seu habitat, como os javalis, quando chegar a sua hora. E, na sua óptica, não estou a desejar-lhe mal algum.

 

Vocês são tão ECOLOGISTAS, tão amigos dos animais, que lhes “fazem a cama” onde hão-de morrer com um tiro ou mais no corpo. E isso não é morrer com dignidade. Morrer com dignidade é morrer naturalmente...

 

é a isso que chama preservar a Natureza e amá-la?

 

Vocês é que matam cobardemente um ser vivo, no seu habitat, por puro prazer, e nós é que temos ideologias erradas? Quanta perversão!

 

Abandonamos o cãozinho? Acha que sim? Então não sabe nada de nós. Só diz disparates. Pobre mentezinha!

 

Acha que não sabemos nada da brutal e cruel matança de animais para consumo humano, desde os mamíferos, às aves? Quanta ignorância!

 

Acha que o que disse serve de argumento para desculpabilizar a caça desportiva? Enganou-se redondamente.  

 

Jamais uma crueldade pode ser justificada com outra crueldade.  

 

«Os vossos direitos acabam no momento que começam os meus...». Quais seus direitos? Os de matar, por prazer, animais que estão muito descansadinhos no seu habitat e levam um tiro, sem ter feito mal algum a ninguém, só para vos divertir e dar azo ao vosso instinto assassino?

 

Tenha paciência! Esses “direitos” se estão consignados numa LEI PARVA, não são direitos. E quem segue uma lei parva, mais parvo é.

 

«Eu vivo o campo, sinto o campo e respeito o campo em todos os seus momentos, não sofro do estigma das cidades apesar de viver no Porto».

 

Lindo! Isto é para aplaudir, ou para atirar ovos podres?

 

O seu viver, sentir e respeitar o campo, é manchá-lo com o sangue de inocentes seres vivos, que são mortos cobardemente, aliás, cobardemente e cruelmente como todos os seres que os homem-predador tortura e mata por puro prazer de torturar e matar. E a isto chama-se psiciopatia.   

 

Venha para o século XXI. Ainda não reparou que o Homem evoluiu e já não precisa da caça para sobreviver?

 

Caçador hoje é sinónimo de cobarde.

 

*** 

 

FRANCISCO CHARNECA, deixou um comentário ao post A “Bestiária“ da RTP às 17:48, 2013-01-25.

 

Comentário:

 

«A morte de uma galinha, de um frango ou de uma vaca para o churrasco é tanto morte como a de um javali! A diferença é que este viveu em liberdade enquanto a galinha nasceu num campo de concentração e condenada à pena de morte, tal como a vaca ou o porco das salsichas ou do hamburguer dos fundamentalistas ambientais.

 

Enquanto o homem nascer com dentes caninos será, por NATUREZA, um animal carnívoro, a par do consumo concomitante de vegetais. Portanto a caça é algo que pertence à ECOLOGIA do Homem! Eu não terceirizo a morte do que como para manter a "consciência" "limpa", nem elejo de uma forma nazi os "judeus" da zoologia que são criados em campos de concentração para ser mortos, e os "arianos" que têm direito à vida! Nem me provaram ainda que as plantas tenham menos direito a viver que os animais só porque não andam! Ou seja - sou um carnívoro como os anti-caça, mas com uma atitude mais honesta, porque não me escondo da morte dos animais atrás do matadouro, fechando os olhos só porque me chega numa embalagem num supermercado! Se me provar que uma alface tem menos direito a viver que um javali, eu deixo de caçar! Não se esqueça que para você viver muitos seres têm de morrer.

 

Cada vez que você se coça milhares de pequenos seres da sua pele morrem! Será que são legítimas essas mortes? Porque teria menos direito a viver um ácaro da sua pele que uma galinha, uma perdiz ou um javali? Sabe - eu sou estudante de ecologia! Não há nenhuma incompatibilidade entre a caça e a ecologia.

 

Fundamentalismo ambientalista conservacionista, só admito a quem não coma nem vegetais - porque também são seres vivos - e com uma agravante - nem podem fugir... geralmente não gostamos do que não compreendemos e não conhecemos. Embora a opinião pública formate o urbano contra a caça e contra qualquer tipo de tradição (objectivo político estabelecido na década de 50-60 pelos filósofos marxistas do marxismo Cultural), os caçadores tem um grande respeito pelos animais. Maior que os ditos conservacionistas.

 

Digo-lho porque conheço os dois lados da barricada. Se você quer ver um caçador mal disposto vá a um quadro de caça e mostre desrespeito pelos animais mortos! Sei que é complicado entender. Mas todos os ambientalistas que acompanharam uma jornada de caça mudaram de opinião a respeito desta e dos caçadores. A última vez que isso aconteceu foi em França, onde houve esse contacto que fez ver aos ambientalistas que são os caçadores os maiores conservadores de natureza que existem.

 

Quer um exemplo - se não fossem os caçadores a alimentar (artificialmente) perdizes e coelhos os nossos campos, as populações de rapinas estariam em risco ou muitas até desaparecido, pois sem coelhos e perdizes de que se alimentariam?

 

E sabe porquê - porque as medidas agro-AMBIENTAIS da política Agrícola Comum fizeram reduzir o espaço agrícola e portanto há menos alimentação no campo para a caça! Sentir repulsa por matar um animal é normal, especialmente nas mulheres, até porque têm o compromisso atávico de gerar vida. Não espere nem deseje mudar, se isso não lhe for necessário, ou se não sentir esse apelo natural. Você sente-se mais evoluída que eu porque eu caço e você não.

 

Parabéns ... como diz o nosso povo "presunção e água benta cada um toma a que quer". Só gostava que nos entendesse a nós caçadores como seres cuja ecologia se cumpre na total dimensão de seres omnívoros. Há pessoas para quem a caça é feita apenas pelo prazer de matar? Há com certeza! São seres mentalmente desestruturados que por enquanto ainda se ficam pela caça.

 

Alguns escolheram crianças de escolas... mas nenhum é na realidade um caçador; porque a caça era algo que pertencia à natureza humana como uma forma de DAR VIDA aos próprios homens que dela dependiam para sobreviver. Ou seja - o destruidores (caçadores) estão a proteger aquilo que os protectores (Ambientalistas) estão a destruir com as suas boas intenções. Respeito! Respeito por quem tem direito à sua natureza, para que eu possa também ter respeito para aqueles que a não querem exercer

 

***

Não venha para aqui justificar a uma crueldade com outras crueldades. Isso é da estupidez.

 

Isso é de quem não tem argumentos. E dizer que os caçadores "defendem" a Natureza é uma anedota?  

 

Aprenderam todos pela mesma cartilha torta?

 

Disse muito bem... a caça era... já não é mais, apenas É para aqueles que ainda não evoluíram.

 

Abaixo a caça, uma actividade tão primitiva como urrar, quando ainda não se tinha conhecimento das palavras.   

***

 

Ricardo Sousa, deixou um comentário ao post O “apelo interior para a caça" tem uma designação: crueldade e cobardia inatas às 18:06, 2013-01-25. Comentário:

«Pois repito-me eu. É bem elucidativa a forma completamente básica, boçal e primária, com que se desenvolve A SUA RESPOSTA , a partir do tal limitadíssimo entendimento do que é a caça e a natureza humana.

 

Excuso-me novamente a qualquer explanação mais elaborada, pela antecipada, total incompatibilidade de nível de esclarecimento, e que, fatalmente, consistiria apenas numa perda de tempo e disposição, e numa atribuição de valor àquilo que me respondeu, que de facto não tem, trata-se apenas de opiniões, infundamentadas, pessoais... enfim, desprezáveis novamente por irrealismo.

 

Compreensível, a sua frustração e a revolta pela falha de uma intenção como a da causa animalista, de acabar com as Touradas, ou com a Caça.

 

Reitero que a tão reduzida adesão das pessoas a dita causa, demonstra bem a credibilidade que lhes merece, pela qualidade dos respectivos actores, reduzindo-a à condição de marginal, já que se limita a atormentar as mentes ao colocar-lhes problemas, até porque, as soluções que preconiza vulgarmente são problemas maiores todavia que os iniciais, numa “bola de neve” destrutiva, e apenas isso.

 

De resto, não receio as suas encapotadas ameaças de vir a ser Caçado algum dia, que apenas confirmam o que escrevi sobre a patologia da solidão, frustração e impotência, e a tanta propriedade com que fala de covardia.

 

Touradas, Caça, e outros temas transcendem a sua capacidade de entendimento... é natural que, não as conseguindo decifrar, não seja capaz de as entender, e portanto lhe pareçam abjectas.»

 

***

 

Primeiro: se não sabe interpretar o que escrevemos, vá aprender a ler e a interpretar, e depois leia o comentário ao seu comentário.

 

Segundo: a caça é uma actividade cruel que não tem razão de ser nos tempos que correm.

 

Terceiro: dizer o que dizem para justificarem uma crueldade, não é de gente inteligente.

 

Pois quem tem uma mente distorcida vê ameaças em tudo.

 

Espero que quando a sua vez chegar, tenha uma morte tão condigna como a que dá aos pobres animais que são surpreendidos numa cobarde emboscada.

 

Amigos da Natureza! Amigos dos animais!

 

Quanta cretinice!

 

Mas a culpa não é vossa. A culpa é de leis antigas, parvas, desadequadas aos tempos modernos, leis que cultuam a morte e fabricam assassinos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:44

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A “Bestiária“ da RTP

por Filomena Marta

 

A Rádio Televisão Portuguesa, por enquanto a televisão estatal e, portanto, de todos nós e paga por todos nós, dedicou carinhosamente tempo de antena, com direito a reportagem e tudo, à sua Montaria.

 

Não é que a RTP não nos tenha já habituado a estas coisas (infelizmente copiada por algumas televisões privadas), brindando-nos amiúde com belos espectáculos de tortura de touros, as também carinhosamente chamadas Touradas.

 

A estas chamam-lhe “espectáculo” e “arte” e “cultura”, à outra chamam-lhe “desporto”.

 

Olhem que belo “desporto”:

 

 

Uma anterior montaria da RTP

 

No meu velhinho dicionário, “desporto” significa “qualquer exercício que tem por fim o desenvolvimento físico; divertimento; desenfado; recreio”. Numa versão mais recente, a Texto Editora refere: “prática de exercícios próprios para desenvolver o vigor e a agilidade; processo de aperfeiçoamento físico e de educação do espírito; divertimento; recreação; folga; distracção”.

 

Ora como os senhores caçadores não andam propriamente a correr atrás dos pobres e incautos bichos, antes se resguardam à tocaia atirando à traição, nada aponta para o desenvolvimento do vigor e agilidade. De educação do espírito nem vale a pena falar. Resta-nos o “divertimento”, o que pode apontar para alguma preocupação quanto ao estado mental de umas criaturas que se juntam em tribo, comem um porco que compraram num supermercado, bebem uns copos, dizem umas bujardas e ficam muito contentes porque deram uns tiros contra uns quantos pobres seres vivos, que nenhum mal lhes fizeram e se limitavam a viver a sua vidinha. Depois, ficam ainda mais contentes quando colocam em fila os cadáveres de veados e javalis. Ah… mas é gente bondosa e caridosa! Porque os bichos assassinados são doados a instituições de caridade.

 

Pode ser só o meu mau-feitio, concedo, mas não consigo perceber como alguém se consegue “divertir” a matar outro ser vivo.

 

Pior ainda, não se trata de uma tribo pré-histórica que se junta antes do Inverno para caçar alimento, do qual a sua vida depende. Não se trata de um equilíbrio de forças mais ou menos adequado, porque não estamos a falar de perseguições com lanças e fundas.

 

Falamos de uns quantos burgessos de carabina ao ombro, escondidos atrás das árvores e a atirar contra animais que nem hipóteses têm de fugir, por serem alvejados à distância e à traição.

 

Eles bem podem chamar-lhe “montaria”, mas “bestiaria” é muito mais adequado, sem desprimor nem ofensa para as bestas propriamente ditas. É que, neste caso, a besta é o Homem.

 

O que me chateia um bocadito é o facto de eu (e todos nós) ter de pagar o ordenado ao “pessoal da RTP” para depois se andarem a “divertir” a matar uns bichos e, não contentes com isso, ainda me esfregarem o facto nas trombas numa bela peça de telejornal.»

 

in http://animasentiens.com/index.php?option=com_content&view=article&id=163%3Aa-bestiaria-da-rtp&catid=34%3Acronicas&Itemid=37&lang=pt

 

***

 

Excelente, Filomena Marta. Faço minhas todas as suas palavras. (Isabel A. Ferreira)

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:56

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

MOURÃO SERÁ A PRIMEIRA LOCALIDADE TAURINA ALENTEJANA A ENTRAR PARA A HISTÓRIA COMO UMA DAS QUE APOIARAM A TORTURA DE SERES VIVOS

 

 

No próximo dia 1 de Fevereiro, em Mourão vão TORTURAR TOUROS E CAVALOS para homenagear o falecido Joaquim Murteira Grave, que a estas horas já está a passar as passas do Algarve, pelas vidas que torturou em vida. É a infalível Lei do Retorno, a que nenhum mortal escapa.

 

A ignorância mostrará a sua cara deformada.

 

Os tauricidas apresentar-se-ão na arena, para sujar as mãos no sangue de inocentes seres vivos.

 

Os aficionados, que serão poucos, darão azo ao seu sadismo.

 

Mourão sujará o nome uma vez mais.

 

As autoridades locais mostrarão que são escravos de ganadeiros mercenários (neste caso a ganadaria dos Grave) e não são HOMENS INTEIROS.

 

No final, permanecerá no ar um cheiro a álcool, a suor, a urina, a sangue e a bosta.

 

E este será o fim de Mourão.

 

Entrará para a História como uma localidade tauricida, que não soube evoluir e ficou para sempre afundada nas trevas.

 

 

Este é José Manuel Santinha Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Mourão, neste ano de 2013.

 

Para memória futura, aqui fica o registo de alguém que não soube aproveitar a oportunidade de retirar Mourão da lista dos municípios tauricidas, apesar de toda a informação existente e advertências, e optou pela tortura de Touros e Cavalos para divertir os sádicos.

 

E deste modo triste, entrará para a História de Mourão, e os seus descendentes, um dia, tão certo como o Sol render a Lua, envergonhar-se-ão dele… 

 

 

Há atitudes que são reversíveis. 

 

Será demasiado tarde para recuar Sr. José Manuel Santinha Lopes?

 

Pensamos que não. Ainda faltam sete dias, e em sete dias muita coisa pode ser desfeita.

 

Valerá a pena ficar na História de Mourão como um torcionário?

 

***

 

(Este texto, que fará parte d' «O Livro Negro da Tauromaquia em Portugal», o qual perpetuará todos os que participaram, apoiaram, subsidiaram e foram cúmplices desta demência, até ao final de 2013, ano/limite para que tenham oportunidade de reverter a atitude tauricida, foi enviado a José Manuel Santinha Lopes)

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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«A MINISTRA DA AGRICULTURA PENSA QUE OS PORTUGUESES SÃO UMA CAMBADA DE IMBECIS»

 

Fêmea Brava de lide

 

«A Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, afirma que não existem subsídios para fins tauromáquicos, em resposta a várias perguntas feitas pelo Bloco de Esquerda.

 

Eis a resposta do Ministério da Agricultura:

 

“Para além do “Prémio por vaca em aleitamento”, o Governo concede o “Prémio complementar à manutenção de raças autóctones” que “é atribuído às fêmeas de raças autóctones – Alentejana, Mertolenga e Brava de Lide, que a 1 de junho sejam exploradas em linha pura, estejam inscritas no Livro de Adultos como reprodutoras da raça, tenham parido nos 18 meses anteriores, e cujo parto seja uma cria inscrita no Livro Genealógico”. “Não existem apoios públicos para fins tauromáquicos”, mas sim “regimes de apoio direto ao setor animal, nomeadamente o prémio por vaca em aleitamento e o pagamento complementar à manutenção de raças autóctones, bem como uma medida de apoio aos produtores pecuários de raças autóctones”.

 

Oh minha senhora haja santa paciência! Sabe o que é uma fêmea Brava de Lide? Pois pelos vistos não sabe. A fêmea brava de lide é a mãezinha do touro de lide. É que os touros de lide não nascem por obra e graça do Espírito Santo, têm mães, as fêmeas bravas de lide e que são exactamente as que recebem os subsídios. E saberá a senhora onde se encontra inscrita a brava de lide? Pois nós dizemos-lhe, no livro genealógico da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide.

 

Esclarecida? Então agora explique lá ao povo português como é que os touros de lide usados nas touradas não recebem subsídios?

 

Sra. Ministra, os touros só são usados em espectáculos tauromáquicos e como as mãezinhas destes recebem subsídios, é inútil V. Exa negar que os subsídios não existem.

 

Os políticos só enganam quem se quer deixar enganar e esta resposta mais não é que lixo tóxico.

 

Após esta declaração da Ministra o grupelho fascistóide e ditador que dá pelo nome de “prótoiro”, teve o descaramento de ameaçar os anti-touradas com a seguinte afirmação: “Casos os mesmos persistam na calúnia e não assumam a mentira, pedindo desculpa aos ganadeiros e aficionados pela mesma, a PRÓTOIRO fará com que sejam judicialmente responsabilizados.”

 

Se ainda tinham um bocadinho de máscara a tapar a cara, com esta afirmação mostram quem são e o que querem, ou seja impôr à maioria os seus gostos perversos e se não for a bem é a mal.

 

É uma chatice que ninguém acredite nem no que vocês dizem, nem no que diz a Ministra não é verdade?

 

O vosso problema e daí as vossas ameaças é que vocês sabem perfeitamente que enquanto milhares de portugueses vivem actualmente na miséria, milhões são destinados a dinastias que se dedicam a criar animais para espectáculos de tortura, o que é escandaloso especialmente na actual conjuntura em que o país vive. Para quem se diz defensor dos direitos humanos, vocês provam que se estão nas tintas para esses direitos. Os únicos direitos com os quais vocês se preocupam são os de enriquecerem à custa da tortura animal.

 

As vossas ameaças meus “senhores” caem em saco roto porque jamais conseguirão intimidar e calar aqueles que verdadeiramente lutam pelos direitos humanos e pelos direitos dos animais.

E agora vão para o recreio e quando terminar a hora da brincadeira, toca a ir estudar para aprenderem a ser seres humanos íntegros com capacidade para discernir entre o que é moral e o que é imoral.

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

http://protouro.wordpress.com/2013/01/24/a-ministra-da-agricultura-pensa-que-os-portugueses-sao-uma-cambada-de-imbecis/

 

***

MUITO BOM, PRÓTOURO.

EXCELENTE RABECADA.

FAÇO MINHAS AS VOSSAS PALAVRAS.

 

(Texto enviado à ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, jurista, professora e política – o que perceberá esta jurista de bovinos? - e a todos os escravos governamentais dos ganadeiros mercenários). 

 

 ***

 

(Este texto, que fará parte d’ «O Livro Negro da Tauromaquia em Portugal», o qual perpetuará todos os que participaram, apoiaram, subsidiaram e foram cúmplices desta demência, até ao final de 2013, ano/limite para que tenham oportunidade de reverter a atitude tauricida, foi enviado à senhora ministra Assunção Cristas).

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:19

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

«GOVERNO JUSTIFICA SUBSÍDIOS A CRIADORES DE BOVINOS PARA FINS TAUROMÁQUICOS»... O QUÊ???? A QUEM PRETENDE O GOVERNO ENGANAR?

 

ISTO É MENTIR DESCARADAMENTE

 

 

«Confrontado pelo Bloco de Esquerda com a lista de apoios públicos a criadores de touros de lide, o gabinete de Assunção Cristas justifica os subsídios com os "critérios de elegibilidade" das raças autóctones e acrescenta que "os animais machos não usufruem de qualquer apoio direto".

 

Artigo | 23 Janeiro, 2013 - 00:22

 

A lista de apoios públicos geridos pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas é divulgada semestralmente no Diário da República e tem motivado indignação por parte dos defensores da abolição das touradas. Nas redes sociais, são apontadas várias empresas e famílias ligadas à tauromaquia em Portugal que são beneficiadas com muitos milhares de euros em subsídios do Estado, no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e do Fundo Europeu Agrícola para o Desenvolvimento Rural (FEADER).

 

No mês passado, a deputada Helena Pinto questionou a ministra Assunção Cristas sobre "os fins a que se destinam os apoios estatais concedidos a criadores de bovinos para fins tauromáquicos" e "se o Ministério considera rever a sua política de apoios públicos à tourada, nomeadamente no que se refere à criação de touros".

 

A resposta do Governo surgiu esta semana, com o gabinete da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território a afirmar que "não existem apoios públicos para fins tauromáquicos", mas sim "regimes de apoio direto ao setor animal, nomeadamente o prémio por vaca em aleitamento e o pagamento complementar à manutenção de raças autóctones, bem como uma medida de apoio aos produtores pecuários de raças autóctones".

 

Segundo o Ministério, para além do "Prémio por vaca em aleitamento", o Governo concede o "Prémio complementar à manutenção de raças autóctones" que "é atribuído às fêmeas de raças autóctones - Alentejana, Mertolenga e Brava de Lide, que a 1 de junho sejam exploradas em linha pura, estejam inscritas no Livro de Adultos como reprodutoras da raça, tenham parido nos 18 meses anteriores, e cujo parto seja uma cria inscrita no Livro Genealógico". Além destas duas modalidades, os criadores podem também concorrer à "Medida de apoio aos produtores pecuários de raças autóctones ameaçadas de extinção", que incluem as restantes raças bovinas, como a "Algarvia, Arouquesa, Barrosã, Cachena, Garvonesa/Chamusca, Jarmelista, Marinhoa, Maronesa, Minhota, Mirandesa e Preta".

 

"Não existe qualquer apoio que seja atribuído especificamente aos touros de lide, dado que, por um lado, os animais machos não usufruem de qualquer apoio direto e, por outro lado, a raça brava de lide não recebe qualquer apoio que a diferencie das outras raças autóctones", conclui a resposta do Governo ao requerimento apresentado pelo Bloco de Esquerda».

 

Artigos relacionados:

 

Bloco quer acabar com apoios públicos às touradas

 

http://www.esquerda.net/artigo/governo-justifica-subs%C3%ADdios-criadores-de-bovinos-para-fins-taurom%C3%A1quicos/26392#.UP-ryucnEXo.facebook

 

***

 

A quem pretende o governo enganar?

A si próprios, para justificarem a sua actuação pouco ou nada inteligente?

Aos portuguesinhos sem espírito crítico, e que dizem ámen a tudo?

Além de escravos de ganadeiros mercenários, são MENTIROSOS.

 

 ***

 

(Este texto, que fará parte d’ «O Livro Negro da Tauromaquia em Portugal», o qual perpetuará todos os que participaram, apoiaram, subsidiaram e foram cúmplices desta demência, até ao final de 2013, ano/limite para que tenham oportunidade de reverter a atitude tauricida, foi enviado à senhora ministra Assunção Cristas).

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:25

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A GRANDE MENTIRA: A FRANÇA É UM PAÍS DEMOCRÁTICO

 

 

Manuel Valls (ministro socialista) fotografado com o tauricida El Juli na praça de touros de Nîmes

 

Liberté, Egalité, Fraternité (Liberdade, Igualdade, Fraternidade) foi o lema da Revolução Francesa, que sobreviveu e tornou-se o grito dos activistas em prol da democracia e da derrubada de governos opressores e tiranos de todo o tipo.   

Diz-se que a França é uma espécie de DEMOCRACIA (uma espécie, porque uma DEMOCRACIA VERDADEIRA ouve o Povo, e a França faz ouvidos de mercador a esse Povo).

 

MENTIRA! ERA!

 

Já não é mais. A França entrou para o rol dos países OPRESSORES.

 

E o lema «Liberdade, Igualdade, Fraternidade» CAIU como um fruto PODRE, com a acção idiota do ministro socialista Manuel Valls.

 

Mas quem precisa de fazer manifestações, se a tourada está quase, quase morta?

 

Lacaios, servos, escravos dos ganadeiros mercenários. São estes os ministros, os presidentes e os legisladores dos oito países tauricidas terceiro-mundistas, da Europa e dos países latino-americanos.

 

As manifestações foram proibidas perto das arenas, mas não foram proibidas junto ao palácio do governo. Então? Qual o problema, se a solução não está dentro da arena, mas dentro do palácio do governo?

 MORRA A TOURADA!

 

MORRA A FRANÇA OPRESSORA!

 

MORRA A PARVOÍCE!

 

***

 

EM FRANÇA A LIBERDADE DEIXOU DE EXISTIR

 

Por PRÓTOURO

 

«Artigo 2º da Constituição da República Francesa: Divisa da República: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

 

No entanto, em França, a liberdade acabou quando o governo através do Ministro do Interior decidiu proibir todas as manifestações anti-touradas que se realizem em frente a praças de touros. Essas manifestações só poderão ser realizadas a 1 km de distância.

 

Esta decisão foi tomada após uma reunião com o lobby tauromáquico francês representado pela união das vilas taurinas e pelo observatório nacional das culturas taurinas.

 

Uma vez que o Ministro do Interior, Manuel Valls é aficionado, esta decisão não nos espanta, no entanto, é espantoso que o mesmo seja socialista!!! Este homem está no partido errado, porque claramente não acredita em democracia e muito menos em liberdade.

 

Coartar a liberdade de manifestação num país que se clama democrático é totalmente inaceitável. Assim como é inaceitável que um ministro se deixe pressionar por lobbies tauromáquicos e obedeça às suas ordens.

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

http://protouro.wordpress.com/2013/01/23/em-franca-a-liberdade-deixou-de-exisitir/

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:19

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

EM 2013 ESTE COMEÇARÁ A SER O ASPECTO DAS ARENAS ONDE SE TORTURAM TOUROS E CAVALOS PARA DIVERTIR OS SÁDICOS

 

 

AOS POUCOS AS ARENAS ESVAZIAM-SE E OS TAURICIDAS FICAM A ABANAR AS MÃOS PARA AS MOSCAS.

 

É LINDA ESTA IMAGEM, PELA SUA NUDEZ.

 

ADEUS TOURADAS!

 

A “FESTA BRAVA” ESTÁ NO FIM DOS SEUS DIAS!

 

MORTE À TOURADA!

 

E NÓS, EXCEPCIONALMENTE, APLAUDIREMOS A MORTE, POR SE TRATAR DA MORTE DE UMA IRRACIONALIDADE.

 

MORTE À TOURADA!

 

VIVAM OS TOUROS E OS CAVALOS, LIVRES E BELOS!

 

 https://www.facebook.com/IgualdadAnimal#!/photo.php?fbid=10151651945038345&set=a.145479208344.132752.116189118344&type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:09

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