Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

IMAGEM QUE DIZ TUDO SOBRE A ESTUPIDEZ DO TOUREIO

 

 
TOURO E HOMEM BIOLOGICAMENTE IGUAIS - A MESMA DOR, O MESMO SOFRIMENTO
 
 O dinheiro é a mola mestra que faz mover a estupidez do homem predador.
Apenas  os que deambulam ao redor da indústria tauromáquica é que não se apercebem (devido a uma grave cegueira mental)
da estupidez do acto de tourear.
Um acto patológico, de desvio de personalidade.
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

TOUREIROS EM PERIGO DE EXTINÇÃO


 

 

Como é triste ver estes rostos jovens de olhar perdido num mundo sangrento e sem valores humanos...

Um dia, arrepender-se-ão amargamente de terem escolhido o lado errado da Vida: o da maldade.

Pobres rapazinhos!

 

 

Não tenho qualquer dúvida. São uma raça em extinção que não faz falta nenhuma à Humanidade e à Natureza.

 

Não respeitam a Humanidade.

 

Não respeitam os animais não humanos.

 

Não respeitam a Natureza.

 

É triste, não é? Não fazer falta nenhuma ao Planeta!

 

Que a extinção venha definitivamente o mais depressa possível.

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:23

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

PATRIMÓNIO MUNDIAL DA ESTUPIDEZ!

 

 BARRANCOS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:37

link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

PELA ABOLIÇÃO DA TOURADA - RESPOSTA A UM GANADEIRO ESPANHOL QUE ME INTERPELOU (II PARTE)

 

 

Pela ABOLIÇÃO DA CORRIDA DE TOUROS, transcrevo aqui a resposta

à resposta que o ganadeiro espanhol deu ao meu texto anterior.

 

 

(Obs: Abstenho-me de identificar o ganadeiro, por uma questão de delicadeza, uma vez que esta questão está a ser tratada em mensagens privadas, e só a torno pública pelo interesse do seu conteúdo para a Causa)

 

Senhor R.:

 

Gosto de ser desafiada. E Vd. desafiou-me. Eu respondi. O assunto (lembra-se?) era sobre TOUROS. Expus-lhe a minha ideia (repare que não disse a “minha verdade”, está no meu anterior texto) e o que faz Vd.? Sem argumentos para sustentar a sua própria ideia sobre a corrida de touros, apresenta-me este discurso, no qual não li, uma vez sequer, a palavra “tourada”, fugindo, deste modo, ao ponto principal da discussão que Vd. iniciou.

 

Diz-me Vd.: «Veo que se ha tomado muy en serio esta diatriba que tenemos acerca de las corridas de toros, pues ha escrito Vd. mucho sobre este asunto esta vez. Aunque desde la utopía y con razonamientos un tanto demagógicos».

 

Sim, senhor R., sempre tomo muito a sério as causas pelas quais luto e ACREDITO. Se não acreditasse nelas não as defenderia. Utopia? Não. Realidade. Luto por algo de muito concreto, e não é utopia o que pretendo: a ABOLIÇÃO DA CORRIDA DE TOUROS NO MUNDO. Como já houve a abolição de tantos horrores cometidos, até em nome de Deus. Por exemplo a Inquisição (da qual os nossos países, Portugal e Espanha foram grandes mestres). Argumentos demagógicos? Francamente senhor R.! Não estamos a falar de política. Estamos a falar de massacre de SERES VIVOS, para DIVERTIMENTO de sádicos. Nunca a demagogia caberia em tal discussão. Seria defraudar a esperança dos Touros e dos Cavalos poderem viver as suas vidas
tranquilamente como merecem. E isso, eu nunca faria.

 

Evidentemente que qualquer um de nós pode e deve colocar-se no lugar de qualquer outro ser. Basta querer. Eu não me empenho em dizer que somos iguais a um Touro, eu AFIRMO que somos BIOLOGICAMENTE iguais a um Touro. A minha formação académica implicou o estudo de Antropologia, nas suas várias vertentes, e sei do que estou a falar quando digo que os mamíferos não humanos são biologicamente iguais aos mamíferos humanos, na sua morfologia, nas suas necessidades vitais, nas suas dores, sofrimentos e emoções. Além disso, a minha convivência com animais, de várias espécies, desde criança, ensinou-me muito mais do que todas as teorias.

 

Diz Vd.: «En segundo lugar el mundo idílico que Vd. propone es absolutamente imposible de conseguir. Todos los animales necesitan depredar a otros seres vivos para alimentarse, unicamente las plantas están capacitadas para formar su alimento mediante el concurson de seres inanimados.
En consecuencia sólo ellas podrían sobrevivir sin hacer daño a otro ser vivo. Vd. y yo junto con todos los animales desapareceríamos y se acabarían para nosotros nuestros gozos y nuestras sombras, así como nuestras desavenencias

 

O mundo idílico que proponho seria possível se não houvesse HOMENS PREDADORES no Planeta. E é de homens predadores que falo. Não existe na Natureza animais não humanos predadores. Eles apenas tentam sobreviver como podem e sabem, e quando matam outro animal para se ALIMENTAREM, fazem-no SEM CRUELDADE. E o que faz o homem predador? É CRUEL para com os
animais não humanos para se DIVERTIR. DIVERTIR! A questão é esta, e não a da sobrevivência das espécies. Nenhum animal não humano é cruel para com outro para se DIVERTIR. Apenas o homem predador é cruel.

 

Diz Vd.: «Por último si Vd. está instalada, como creo por sus manifestaciones, en la idea de que es portadora de la verdad absoluta y de que su antagonista, en este caso yo, no tiene ni la más remota posibilidad de tener algo de razón en la polémica; no vale la pena que continuemos porque no le voy a convencer de nada y no me gusta perder el tiempo en empresas imposibles».

 

Não, não sou portadora da verdade absoluta, senhor R.. Agora que a RAZÃO e a LÓGICA não está do seu lado, isso tenho a certeza. Vd. não tem a mais remota possibilidade de ter razão porque não tem o direito de massacrar seres vivos para ganhar dinheiro; não tem o direito de ser negociante de sangue, de morte, de crueldade. Projectos impossíveis? O quê? A ABOLIÇÃO DA CORRIDA DE TOUROS? Não, não é um projecto impossível. Está muito mais perto de acontecer do que possa imaginar.

 

Diz Vd.: «Así como Vd. me pide que me ponga en el lugar del toro, yo le pido que cuando tenga que polemizar sobre algún tema, sea taurino o no, intente ponerse en el lugar de su oponente y piense que tal vez tenga algo de razón porque si no me concede ninguna posibilidad, el asunto debe cerrrarse».

 

Sim, quando polemizo com alguém, ponho sempre a possibilidade desse alguém ter razão. Mas não neste caso. Aqui trata-se da VIDA de Touros e de Cavalos. Não há a menor possibilidade de entendimento. Porque a VIDA não se joga aos dados. Porque com a VIDA não se brinca. Porque a VIDA não se discute. Porque a CRUELDADE não é coisa humana. Logo, não posso pôr-me no lugar do senhor R., porque o senhor R. é a favor do massacre cruel de seres vivos, e tem isso como
ARTE. E eu tenho isso como desvio patológico.

 

Diz Vd.: «Creo sinceramente que no vive Vd. en el mundo real, está asentada en la utopía y no se va sentir nunca realizada como persona porque lo que persigue es algo imposible.  Yo, de joven, como casi todos los jóvenes he sufrido muchísimo por haber sido excesivamente romántico pues me fabriqué un mundo imaginario y me dí muchos batacazos

Engana-se o señor Ruiz. Eu vivo no mundo real e luto para que esse mundo seja mais real ainda; não me sinto realizada, porque o mundo AINDA não é o paraíso que devia ser, porque os homens predadores AINDA existem por aí. Mas são já uma espécie em vias de extinção, mais do que os Touros, que viverão para sempre, tranquilamente nos prados, muito brevemente. Todas as lutas que já travei, ganhei-as. Ganharei também esta da ABOLIÇÃO DOS TOUROS com todos os meus companheiros de luta, pelo mundo fora. E isto não é um sonho impossível, como não foi impossível o fim do Circo Romano, o fim da Escravatura, o fim da Pena de Morte, o fim da Inquisição, o fim de práticas desumanas e de tradições desumanas. Nada é impossível quando se trata de devolver a VIDA À VIDA. Nada.

 

Diz Vd.: «No recuerdo en estos momentos quien fue el autor de esta frase: «Sería imperdonable que un joven no fuese comunista, pero más imperdonable aun sería que en la madurez de su vida siguiera siéndolo.» La foto elegida para mi perfil de facebook, una puesta de sol, refleja fielmente mi situación; me quedan pocos años, pero he vivido lo suficiente para saber que no se puede convencer a quien no está dispuesto a ser convencido. He sido profesor durante treinta y nueve años y siete meses y he podido comprobar a lo largo de mi vida docente que «no se puede enseñar a quien no quiere aprender».

 

O que tem o senhor professor para me ensinar? A massacrar Touros e Cavalos numa arena, para encher os bolsos dos ganadeiros, e para gozo de uma plateia histérica e sádica? Não obrigada, essa lição NÃO QUERO APRENDER. Vai contra tudo o que é a essência humana. E se o seu perfil do Facebook é uma imagem do pôr-do-sol, devia saber que esse mesmo Sol também aquece os Touros e os Cavalos, que partilham o Planeta Terra connosco, e o homem, que não passa de um animal entre tantos outros animais, devia RESPEITAR os desígnios da MÃE NATUREZA e deixar viver em paz o OUTRO, seja esse outro humano ou não humano.

 


 É esta lição que quer ensinar-me, senhor professor? Como transformar um magnífico ser vivo neste farrapo sangrento? Não, obrigada. Esta lição não quero aprender.

 

 Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:54

link do post | Comentar | Ver comentários (10) | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

PELA ABOLIÇÃO DA TOURADA - RESPOSTA A UM GANADEIRO ESPANHOL QUE ME INTERPELOU (I PARTE)

 

 

(É esta "arte" que existe no toureio, que o señor R. teme

que eu não esteja aberta para ver?)

 

 

PELA ABOLIÇÃO DA TOURADA

 

(Obs: Abstenho-me de identificar o ganadeiro, por uma questão de delicadeza, uma vez que esta questão está a ser tratada em mensagens privadas, e só a torno pública pelo interesse do seu conteúdo para a Causa)

 

Escreveu-me um ganadeiro espanhol, numa mensagem, a propósito de um comentário que fiz sobre um seu toureiro:

 

«No sé si Vd. ha asistido a una corrida de toros, ni qué conocimientos taurinos tiene. Yo admito que en estos tiempos en que la bravura y casta de los toros ha disminuido hasta el punto de que una buena parte de los toros actuales no quieren pelear e incluso huyen de los toreros y se acobardan, no deberían ser lidiados. También admito que una parte de las corridas pudieran modificarse y reducir el castigo que recibe el animal, básicamente porque no lo necesita para ser dominado por el torero.
Tal vez no haya interpretado bien el significado que Vd. quiso darle a su frase: «Este tipo tiene ceguera mental». Pero teniendo en cuenta que Vd. conoce perfectamente el idioma español, deberá saber que el calificativo  “tipo” tiene sentido despectivo y por “ceguera mental” entiendo que es calificarle de idiota, tonto, memo, bobo, etc.

 

Conozco su biografía y sé que es Vd. una persona culta y razonable, pero demasiado apasionada cuando ataca a las corridas de toros, me temo que no esté abierta a ver lo que de arte hay aprovechable en el toreo.
Si entráramos en contacto más prolongado tal vez me convenciera Vd. de que la solución está en suprimir totalmente las corridas o tal vez le convenciera yo de que no hay que suprimirla, sino modificarla.
Yo estoy dispuesto a continuar tratando sobre nuestra discrepancia, si Vd. cree que vale la pena.»

 

Respondi-lhe o seguinte:

 

Senõr R.:

 

Tenho por hábito NÃO falar daquilo que não sei. É óbvio que para defender, como defendo, a abolição TOTAL da corrida de Touros, já assisti a uma, uma só, e bastou, porque tive de sair a meio do primeiro Touro, tal as náuseas que me causou ver o que vi: sangue a jorrar do Touro e do Cavalo, dois magníficos e inocentes seres vivos, a serem cruelmente torturados numa arena, diante de uma assistência apatetada, que aplaudia cada jorro de sangue que manchava o chão.

 

Não, señor R., aquele era um espectáculo demasiado bárbaro, cruel e primitivo para a minha sensibilidade.

 

Naturalmente que também tenho os conhecimentos taurinos suficientes para dizer que a tauromaquia não passa de uma “arte” de torturar um ser vivo, com requintes de malvadez, executada por um covarde.

 

A bravura e a casta dos touros nunca estiveram em causa. Eles são o que são, por natureza. E para entrarem numa arena vão já enfraquecidos pelas barbaridades que sofrem ANTES da lide. E o que vemos na arena é um torturador metido a valente, diante de um ser vivo debilitado pela atrocidade que já sofreu. Basta retirar um touro do pasto e metê-lo num transporte para que ele entre em stress e já não seja o Touro INTEIRO que pastava tranquilamente no campo.

 

Quando o señor R. refere «también admito que una parte de las corridas pudieran modificarse y reducir el castigo que recibe el animal»… CASTIGO? Castigo porquê? O Touro não é cruel para com o homem, porque haverá o homem de ser cruel para com o Touro? CASTIGO porquê? Se o Touro não está na arena por sua livre e espontânea vontade, e não fez qualquer mal à humanidade? É um ser completamente inocente. É como levar um niño pequenito para ser sacrificado aos deuses (como era TRADIÇÃO em alguns povos primitivos).

 

Quando escrevi aquela frase: «este tipo tem cegueira mental» estava a escrever para portugueses, e TIPO em Portugal, é o mesmo que sujeito, indivíduo, fulano. Não gosto de chamar HOMEM a quem não é HOMEM, porquanto um verdadeiro HOMEM não maltrata um ser que está em desvantagem perante ele. Um torturador de Touros tem espadas, tem bandarilhas, ferros, e o Touro? Ao torturador chamo COVARDE, não HOMEM. E um covarde para mim é um tipo desclassificado. Um tipo.

 

Entendeu mal, sim, Señor R.. Um “cego mental” é aquele que não consegue VER O ÓBVIO. Se não conseguindo ver o ÓBVIO é tonto, idiota, memo... bem, isso já fica por conta de quem interpreta.

Sim, sou uma pessoa culta e razoável, e muiiiiito apaixonada por TOUROS e por CAVALOS e em geral por TODOS os animais não humanos, meus IRMÃOS, que partilham o mesmo Planeta que eu, e têm uma VIDA tal como EU. E defendo-os com todas as minhas garras, tal como defendo los niños, los viejos, las mujeres y los hombres agraviados. Faz parte da minha natureza humana.

 

E na minha cultura não vejo qualquer “arte” no toureio, a não ser a arte da crueldade, com muito requinte de malvadez, señor R.. A arte para mim, é a Música, a Dança, a Pintura, a Escultura, a Literatura, o Teatro, o Cinema, e a Arte Circense, SEM ANIMAIS.

 

A arte não pode incluir CRUELDADE, TORTURA, SANGUE E MORTE.

 

A minha luta é pela ABOLIÇÃO TOTAL de TODOS os espectáculos onde os animais não humanos são utilizados: circos, touradas, lutas, jardins zoológicos, enfim, tudo o que retire o animal do seu habitat natural e o faça viver uma vida para a qual não nasceu. O TOURO e o CAVALO não são excepções. Não poderão existir touradas “modificadas”. NUNCA. O Touro tem o DIREITO de viver a sua vida tranquilamente. Não nasceu para ser TORTURADO numa arena. Tal como EU. Tal como o señor R..

 

Lembre-se señor R., ele é BIOLOGICAMENTE IGUAL a Vd. e a mim. Nós somos tão animais como ele.

 

Coloque-se no lugar do Touro. Lembre-se do que os romanos faziam com os gladiadores: homem contra homem, mas também leões e tigres contra homem, mas aí levavam vantagem os animais não humanos: estavam esfomeados. E que eu saiba, acabou-se o circo romano, mas não se extinguiram os leões e os tigres.

 

Portanto, senõr R., nunca conseguirá fazer-me aceitar a corrida de Touros, como está ou “ modificada”, porque ela é algo ANÓMALO sob o ponto de vista HUMANO.

 

Termino esta exposição das minhas ideias com uma citação que, creio, diz muita coisa:

 

«Estou disposto a acreditar que sempre que o cérebro começa a gerar sentimentos primordiais – isso poderá acontecer bastante cedo na história evolutiva – os organismos tornam-se sencientes numa forma primitiva. A partir desse momento, poderá vir a desenvolver-se um processo de eu [self] organizado que se acrescenta à mente, garantindo assim o início de mentes mais complexas. Os répteis, por exemplo, merecem esta distinção, as aves mais, e para os MAMÍFEROS não há qualquer dúvida».

 

António Damásio, in «O Livro da Consciência»

 

Lembre-se, señor R., o TOURO é um MAMÍFERO SUPERIOR, tal como eu e Vd..

 

A tauromaquia é uma acção patológica, de desvio de personalidade. Ninguém em sã consciência se atira para cima de um ser vivo com farpas e espadas para o retalhar, por gozo e com gozo.

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:54

link do post | Comentar | Ver comentários (8) | Adicionar aos favoritos

O APELO DO TOURO

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:01

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

JUAN JOSÉ PADILLA - VALEU A PENA?

 

 

 
Juan José Padilla no seu "melhor" tempo de torturador de Touros...
 
 
 
 
 
Juan José Padilla de torturador a torturado...
 
 
VALEU A PENA?
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

GOVERNANTES PORTUGUESES, RETROCEDAM A 1869 PARA PODEREM EVOLUIR...

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:10

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Março 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Posts recentes

É dos piores casos de mau...

Raiva, muita raiva e repu...

Poucos saberão quem são a...

Chicken a la Carte

Ministério da Cultura (?)...

«Aquilo que uma minoria d...

«Os arrasadores de Portug...

Demolição do Padrão dos D...

«Mais Dinheiros Públicos ...

O regresso às trevas

Arquivos

Março 2021

Fevereiro 2021

Janeiro 2021

Dezembro 2020

Novembro 2020

Outubro 2020

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt