Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

INACREDITÁVEL!...

 

 Estamos no século XXI DEPOIS DE CRISTO. Já não andamos nus.

 

 

NÃO É INACREDITÁVEL?...


Até já se foi à Lua.

 

Mas ainda há quem teime em manter práticas condizentes com o

século XXI ANTES DE CRISTO.

 

E quem PODE e MANDA nada faz.

 

São os SENHORES do mundo, mas de um mundo tosco, macabro e do tamanho do umbiguinho deles. Um mundo tacanho como as mentalidades deles.

 

Não é INACREDITÁVEL?...

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:11

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

ANIMAL HUMANO/ANIMAL NÃO HUMANO - O MESMO DESESPERO

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:32

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TOURADA - ATRASO DE VIDA

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:30

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Sábado, 10 de Dezembro de 2011

IMAGEM DE DOR E SOFRIMENTO

 

 


OLHEM BEM PARA ESTA IMAGEM. OLHEM COM OLHOS DE VER.

 

ESTA IMAGEM DIZ TUDO O QUE AS PALAVRAS NÃO CONSEGUEM DIZER.

 

Se não houvesse tudo o resto a desfavor do Massacre de Touros (vulgo tourada), esta imagem bastaria para que se abolisse IMEDIATAMENTE esta tortura ignominiosa perpetrada por PSICOPATAS. 

  

 E QUEM PERMITE QUE TÃO INFAME ACTO CONTINUE A EXISTIR EM PORTUGAL É TÃO PSICOPATA QUANTO OS TORTURADORES.

 

SER CÚMPLICE IMPLICA TER CULPA TAMBÉM.

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:08

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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

O TOUREIRO DIANTE DA VIRGEM MARIA

 

 

 

 Diante da Virgem o torturador de Touros suplica:

 

- Virgem Maria, sei que vou torturar uma criatura de Deus, mas que queres que faça? Sou fraco, sou covarde, não sou dotado de inteligência, em vez de sangue corre-me água inquinada nas veias; no lugar do coração bate uma pedra; não sei fazer mais nada; que queres que eu faça?...

 

Responde a Virgem, num sussurro:

 

- Quero que rasgues essas roupas ridículas, que te tornam efeminado, vistas uma tanga de pano-cru, para tapar as tuas mirradas partes, e vás viver para o deserto, só tu e as tuas misérias de alma, para expiares o teu crime, a tua falta de sensibilidade, a tua covardia. Quando a tua iniquidade estiver expiada e voltares a ser um animal humano, deixa-te picar pelos lacraus para sentires na tua própria carne o flagelo da dor. Então saberás da amplitude da tua maldade. Depois disso, regressa. Eu estarei aqui à tua espera, para ouvir o que tens para me dizer.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:19

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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011

TOURADA: UM ESPECTÁCULO ATROZ

 

 

Recebi, via e-mail, esta mensagem de Arthur de Lacerda, um cronista brasileiro, que me deixou muito feliz, pois vejo que à nossa voz se juntam outras vozes longínquas, para que a aberração dos espectáculos de Massacre de Touros (vulgo Tourada) seja abolida em Portugal e nos restantes países, que ainda não alcançaram a plenitude da civilização.

 

***

 

«Augusto Comte, criador do Positivismo e do lema "Ordem e Progresso",  foi pioneiro na defesa dos animais ou, antes, em afirmar os animais superiores como colaboradores da Humanidade na sua obra de uso do planeta e do ambiente em favor da própria Humanidade.

 

No conceito de Humanidade (conjunto contínuo das pessoas que contribuíram para o desenvolvimento social, nos diferentes tempos e lugares) propôs que se adicionasse o conjunto dos animais que colaboram com o ser humano, como o cavalo, o cão, a galinha, o boi.

 

Os positivistas antigos eram vegetarianos: evitavam de alimentar-se com animais mortos com dor.

Hoje, constitui uma preocupação emergente a dos "direitos dos animais", que o Positivismo formula como a dos deveres da Humanidade, de proteger os animais. Daí o repúdio dos positivistas franceses à hipofagia (alimentação com cavalos); daí, também, o repúdio às touradas, quer as de morte, que se praticam em Espanha, com o sacrifício do touro na arena, que as que se "limitam" a provocá-lo e a espetá-lo no dorso.

 

As touradas constituem espetáculos atrozes, de impiedade, em que as pessoas rejubilam-se com o sofrimento do animal. Devem ser combatidas. Devem ser abolidas.

 

Em Portugal, Isabel A. Ferreira (autora do livro "Contestação ao livro 1808 de Laurentino Gomes") milita na causa anti-touradas, pelo sítio a que se acede pela ligação abaixo, em que expôs textos e fotografias:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/

 

Saúde e fraternidade.

 

Arthur Virmond de Lacerda Neto.

 

Página pessoal de Arthur de Lacerda: http://arthurlacerda.wordpress.com/

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:17

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Domingo, 4 de Dezembro de 2011

UM ESPECTÁCULO PRODUZIDO POR CRIATURAS PRIMITIVAS PARA CRIATURAS SÁDICAS

 

Uma descrição verdadeiramente impressionante, que subscrevo.

O que fazem os veterinártios portugueses?

O que fazem os governantes portugueses?

São simplesmente cúmplices deste desatino, e enquanto forem cúmplices, não merecem o mínimo respeito.

 

Por DÉBORA AZEITONA

(Texto de opinião sobre touradas)

Um dia antes, é posto num recinto escuro, sem água ou alimento. Dão-lhe laxantes, provocando diarreias que o desidratam.

As pontas dos chifres são cerradas, tornando-se sensíveis e dolorosas a qualquer toque.

Seus olhos são besuntados com vaselina, o que dificulta a visão.

Quando a porteira se abre e ele entra na arena cheia de claridade, está fraco, debilitado, dolorido e sem enxergar direito.

As roupas coloridas e cheias de lantejoulas dos toureiros confundem ainda mais a visão do animal.

Montados a cavalo, os "picadores" iniciam a tortura.

Lanças são espetadas em suas costas, perfurando-as até ao pulmão.

Lanças menores, com pontas em forma de anzol para que não se soltem, continuam a ser fincadas em seu dorso, dilacerando mais e mais os pulmões, que se enchem de secreção e sangue e o touro começa a não conseguir respirar.

Golfadas de sangue passam a sair pelo nariz e pela boca.

Alguns cavalos (que têm os olhos vendados, os ouvidos tapados e as cordas vocais cortadas) muitas vezes são atingidos e têm as barrigas rasgadas, caindo ao chão com as vísceras saindo para fora.

Quando o touro já não se aguenta mais de pé, chega o "heróico" matador, para o golpe final.

Uma espada é fincada em sua nuca para seccionar a medula. O touro cai e não consegue se mover, mas ainda está vivo e sente.

O matador tenta apunhalá-lo no coração mas nem sempre acerta da primeira vez.

Várias punhaladas são necessárias. Finalmente, o touro está morto.

A tortura terminou.

O "heróico" matador corta-lhe as orelhas e a língua e as exibe, triunfante, para uma plateia que aplaude, ensandecida.

Como esta barbárie pode ser chamada de "arte", "cultura" ou "divertimento"?

http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/touradas.htm

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:43

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INTOLERÁVEL

 

 

Plaza de Toros de las Ventas

 

 

(Um texto que subscrevo inteiramente e que passo a transcrever com a devida vénia)

 

 

 

Por ANTÔNIO ALBERTO MACHADO

 

 

As touradas, ou a corrida de touros, como preferem os espanhóis, são uma espécie de símbolo cultural da Espanha. É pena, pois o símbolo da Espanha é o vigor e a energia ensolarada da sua gente; a sua história de coragem e de luta (pela conquista do território ibérico, pela independência do país, pela justiça social e pelo retorno da democracia); é o humanismo renascentista de Cervantes, Velásquez e Goya; a genialidade de Picasso; a alegria festiva de Madri com a sua vocação cosmopolita, a arquitetura exuberante do seu centro velho, os seus artistas de rua, a dança flamenca e muito mais.

 

As touradas são tradicionais, não há dúvida, mas não deveriam representar a Espanha nem o povo espanhol. A única coisa que salva das touradas é a beleza arquitetônica das Plazas de Toros. A de Madri, por exemplo, Plaza de las Ventas, é um dos mais belos monumentos da chamada arte mudéjar, isto é, a mescla da arquitetura gótica e românica com a árabe, o encontro artístico do Islã com o cristianismo.

 

De fato, a beleza arquitetônica da Plaza de las Ventas, dos seus arcos neogóticos e das colunas romanas convivendo harmonicamente com as abóbadas e os azulejos de óbvia influência mourisca, é um verdadeiro encontro do oriente com o ocidente, uma belíssima herança legada por mouros e cristãos, uma prova de que a humanidade é mesmo o produto do esforço conjunto dos povos, o resultado das diferenças e dos diferentes.

 

Mas, a arquitetura belíssima da Plaza de las Ventas nada tem a ver com a brutalidade praticada no interior da sua arena, com o espetáculo medieval da matança (e não corrida) de touros, com a crueldade e a insensatez cometidas contra animais verdadeiramente indefesos. Aliás, crueldade que se pratica sob os aplausos de uma turba ensandecida, idêntica àquela turba que na Roma antiga já delirava com a violência dos leões, com o sangue e com o morticínio estúpido dos gladiadores nas arenas dos teatros.

 

O espetáculo da arena de touros, em que se dá a tortura e morte sangrenta de um animal exaurido e desorientado, vítima de uma euforia impiedosa e histérica, é mesmo algo deprimente, indefensável. A luta entre o touro e o toureiro é uma luta desigual. E apesar de todo o respeito que inspira (e deve inspirar) a tradição ibérica, na verdade, essa luta está mais perto da covardia que da bravura, está mais para manobra embusteira que lealdade corajosa…

 

É uma prática tão intolerável que a Catalunha, por lei de iniciativa popular, já proibiu as touradas a partir do ano que vem. E neste domingo, 25 de setembro de 2011, a moderna Barcelona, apesar de toda a tradição espanhola e catalã, assistiu à sua última corrida de touros.

 

Neste mesmo domingo, por coincidência, depois de abandonar o espetáculo de touros logo nos seus primeiros minutos, e diante da monumental Plaza de las Ventas em Madri, foi realmente inevitável a lembrança daquela famosa expressão de Walter Benjamin: todo monumento de cultura é também um monumento de barbárie!

 

http://blogs.lemos.net/machado/2011/09/26/intoleravel/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:25

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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011

OS BONS SELVAGENS...

 

 

 

 

 

Ser SELVAGEM é não ter os vícios do HOMEM PREDADOR.

 

Logo ser SELVAGEM é ser humano.

 

O homem predador não é humano.

 

É um monstro que anda neste mundo, à deriva, a espalhar o fel que lhe sai pelas narinas como um jorro de ignorância.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:09

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