Segunda-feira, 17 de Setembro de 2012

Manifesto de cientistas confirma que animais são seres conscientes… Ai são? Não sabiam?... Só agora é que “descobriram”?

 

 

 

Não entendo.

 

Existem animais há tantos milhares de anos...

 

Existe Ciência há tantos séculos...

 

E só agora “descobriram” uma verdade que foi sempre ÓBVIA desde que se começou a conviver com animais?

 

Se os cientistas fossem mais humanos e menos “máquinas”... teriam feito estas descobertas há muitos, muitos séculos atrás...

 

É bem verdade que sempre houve sábios entre escritores, cientistas, músicos, poetas, que sempre souberam que os animais eram conscientes, e deixaram as suas ideias escritas, como Leonardo da Vinci, por exemplo.

 

Mas os “empiristas” como as religiões, nomeadamente a Católica, sempre se opuseram ao saber intuitivo, o que mais leva à verdade.

 

Se as pessoas que convivem com animais estivessem mais atentas a todos os sinais que eles nos dão, saberiam tudo sobre eles.

 

Eu sei o que é um animal, desde criança. Desde criança que sei que eles são conscientes, sentem dor, são felizes ou infelizes, sofrem, ficam alegres, brincam, sentem medo, precisam de ar, de comer, de beber, têm as mesmas doenças que nós, sofrem do fígado, apanham gripe, enfim... SÓ NÃO FALAM, mas expressam-se de vários modos. É só estarmso atentos.

 

Sempre soube disto. E não sou cientista, nem sequer precisei de o ser. 

Não são necessários grandes “estudos” para SABER O ÓBVIO.

 

Basta observar. Basta lidar com eles. Mas os homens precisam de PROVAS para tudo.

 

Sacrificam animais em nome da “ciência” para depois virem fazer manifestos de conclusões absolutamente evidentes, que muitos de nós já sabemos. Bastava reconhecerem-se como animais, para saberem que um animal não-humano só NÃO FALA a linguagem dos homens. De resto, eles são muito mais sensíveis, inteligentes, amorosos, racionais do que muitos que se dizem “humanos” e andam por aí, tais como andróides sonâmbulos. O que diz este manifesto, não me surpreende, pois nunca precisei da dita “ciência” para saber que os animais SOFREM e DIVERTEM-SE tal como eu; respiram o mesmo ar que eu; aquecem-se sob o Sol que me aquece a mim; são deslumbrados pela mesma Lua que me deslumbra a mim.

 

É preciso que o dito “homem” desça do pedestal em que se colocou, como criatura SUPERIOR e se coloque ao nível da mais ínfima partícula do Universo, porque é isso que ele é. Nem mais, nem menos. E é preciso também que deixe de explorar e escravizar os infelizes animais não-humanos, como deixaram de explorar (se bem que não totalmente, infelizmente) os animais humanos de outros tempos: escravos, mulheres e crianças.

 

Vamos a caminho de 2013... o ano em que as bestas humanas terão de deixar de ser bestas, se quiserem viver no mundo dos Homens...

 

Fontes:

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI317146-17770,00-MANIFESTO+DE+CIENTISTAS+CONFIRMA+QUE+ANIMAIS+SAO+SERES+CONSCIENTES.html

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/08/120821_girafa_luto_ac.shtml

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:31

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Comentários:
De Lilith Marleen a 17 de Setembro de 2012 às 21:12
Há uns séculos atrás, quando éramos regidos pelo clero através da monarquia, havia o teocentrismo, que colocava deus no centro do Universo. Depois deixámo-nos disso e surgiu o antropocentrismo, que coloca o Homem no centro do Universo (o que também não é melhor!). O Homem tem de descer do seu pedestal, sim, como diz, e perceber que no Universo das consciências dos seres não há centro nem extremidade, que todos os animais têm alma (humanos e não-humanos), que todos têm sentimentos, que todos têm consciência, e que todos têm a sua própria linguagem.

Também já vi documentários baseados em estudos que apontam para que os animais sejam capazes de comunicar telepaticamente, e que essa capacidade esteja adormecida no Homem por nos termos focado há tantos anos atrás na linguagem por sons. Tudo indica que os sons, no reino animal, são uma linguagem, sim, mas uma linguagem primitiva que apenas traduz significados básicos inerentes à sobrevivência dos indivíduos. Uma coisa muito interessante que vi num desses documentários foi a relação dos animais com os donos, e como os animais captam o estado de espírito das pessoas que amam e a quem estão intimamente ligados.

Um dos casos de estudo foi a relação de um papagaio com a sua dona. Fizeram uma experiência interessantíssima. Deixaram o papagaio na cozinha, na sua gaiola, sozinho, e uma câmara estática captava imagem e som, de forma a vermos o que o papagaio fazia. Ao mesmo tempo, deram um envelope selado à dona e levaram-na para a cave, na outra ponta da casa, fora do campo de visão do papagaio, e pediram total silêncio. Dentro do envelope estavam várias fotos, imagens que a dona do papagaio nunca tinha visto, e o que lhe pediram foi que as observasse, uma a uma, durante X segundos, sempre em silêncio. Os resultados foram impressionantes.

O papagaio descreveu mais de metade das fotos que a dona estava a observar, enunciando por vezes detalhes que escaparam até à mente consciente da senhora, mas não ao seu sub-consciente. Adoraria que se fizessem mais experiências destas para confirmar aquilo que eu, como pessoa que lida com animais, já sabe há muito tempo: eles captam os nossos pensamentos.

Sei disto porque monto a cavalo, e como cavaleira, sei que a concentração no trabalho, a relação com o cavalo e a intenção com que lhe pedimos certos movimentos são metade da comunicação. Quando o cavaleiro não está concentrado no cavalo e no trabalho que quer executar, o cavalo demonstra muito mais dificuldade em compreender as ajudas e executar os movimentos pretendidos. Isto sei por experiência própria.

Não acredito na religião, nem em deus, nem na criação, mas acredito que o mundo é mais do que o que vemos a olho nu. Todos temos uma energia só nossa, a nossa alma, e os animais não são excepção.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 09:21
Lilith, obrigada pelo seu testemunho.

Há três pontos em que não concordo consigo:

O primeiro é fazer experiências intencionais com os animais (ainda que não os torturem) mas colocam-nos num estado de ansiedade inútil, quando podemos observá-los na mais completa liberdade, e chegaremos às mesmas conclusões.

O segundo, é o de utilizar os cavalos como montaria, ou para correr, ou para passear, trabalhos, ou para circo, ou para touradas, ou seja para o que for. Amo demasiado os cavalos, são seres magníficos, que nasceram para ser livres de arreios, ou para fazerem coisas para os quais não nasceram, de todo.
T
odos os seres (humanos e não humanos) nasceram para ser livres de arreios, sejam que arreios for (grilhões, algemas, cordas, currais, celas de prisão, enfim...)

E terceiro, em religiões também não acredito, porque elas não são precisas para nada, apenas para agrilhoarem os homens a ideias que os tornam desumanos.

Acredito num Ser Cósmico, Superior, Deus, não aquele inventado pelos homens, mas aquele Deus que nos deu a conhecer Jesus Cristo, aquele que nada tem a ver com a Igreja Católica, que está longe, muito longe do verdadeiro Deus.
De Vânia a 18 de Setembro de 2012 às 10:10
Ainda ontem passei por um local e fiquei desolada. Aliás, como sempre fico quando passo em frente de algum circo. Lá estava um pónei com a sua cria e creio que alguns burros também amarrados. Deu-me dó de pensar que os tristes animais (devia haver mais ainda) estão ali para servirem de carrosséis ou simplesmente para fazer algumas acrobacias. Em relação à senciência, qualquer pessoa que tenha convivido com animais (sejam eles quais forem) sabe o que isso é. Desde criança que tenho animais, a palavra senciência não fazia parte do meu vocabulário nessa altura, mas eu sabia que eles tinham frio/calor, que choravam se se magoassem, que ficavam felizes quando chegávamos, etc. Não é preciso ser-se muito inteligente para isso. E sim, eles entendem-nos perfeitamente. Vou dar um exemplo. Tenho uma gata que adoptei, pois abandonaram-na . Ela ainda mal comia. Tem neste momento 4 anos e 2 meses. Se eu estiver a falar alto com alguém ou a discutir mesmo sem falar alto, ela fica aflitíssima. Vem ter comigo, começa a miar muito alto e a puxar-me a roupa. Ela sente perfeitamente quando eu estou nervosa. Só faz isso comigo.Acho que todas as pessoas que têm animais e que tenham uma relação de respeito , amizade e amor, terão certamente muitas histórias para contar. Eles são fantásticos, puros e muito inocentes. Não se importam se somos pobres ou ricos, feios ou bonitos, novos ou velhos, amam-nos incondicionalmente.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 11:56
Vânia, é isso mesmo.
O que diz dos circos é um horror que eu tão bem conheço.

Quanto ao conhecer os animais... é tão fácil. Também tenho histórias, tantas histórias, com tantos animais com quem já convivi, de várias espécies. E a conclusão foi sempre a mesma: eles são como eu no que dis respeito ao SENTIR.

E como nos amam... É verdade!
De Lilith Marleen a 18 de Setembro de 2012 às 10:54
Isabel, quanto à questão dos cavalos e de os animais serem livres: por essa lógica, também não podemos levar os cães à rua com trela, nem ter os gatos dentro de casa onde estão seguros. Os arreios não fazem mal aos cavalos (dependendo dos arreios utilizados, claro), mas contribuem para a segurança do cavaleiro. Um cavalo montado não tem de ser mal tratado, aliás, os cavalos que conheço procuram a comapnhia das pessoas apesar de saberem que serão montados. Quando acabo de montar, desço do cavalo e nem preciso de lhe segurar nas rédeas para que ele me siga, ele vem atrás de mim sozinho para lhe tirar os arreios e tomar um duche. Se o cavalo se importasse de ser montado não procuraria tão avidamente a companhia das pessoas, não acha?

Há pessoas que abusam da natureza nobre destes animais, sim, e usam-nos para fins dolorosos e que os põem em perigo, mas nem toda a gente faz isso. A equitação é um desporto apreciado em todo o mundo, e a maioria das pessoas que se dedicam aos cavalos amam-nos verdadeiramente, e procuram estabelecer uma relação verdadeira, um companheirismo que é mútuo, apreciado em ambas as partes.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 12:06
Não podemos comparar gatos, cães e cavalos, leões, ratos...

Acredito que a Lilith ame e trate bem os seus cavalos.
O que eu quero dizer é que um cavalo tem de sesr primeiro "domado" para poder deixar que o montem... E depois é como todos os animais, incluindo os humanos: habituam-se.

Mas um cavalo nasceu para correr livre. Amo demasiado os cavalos, e nunca montaria nenhum, porque estaria a violar a sua liberdade.

Mas este é o meu sentir.
Não estou a censurá-la. Apenas a discordar com algo que não faz parte da natureza de um cavalo: andar com arreios e ser montado.

Gosto de tudo o que é selvagem (no bom sentido do termo), e livre.

Cães e gatos eram selvagens e domesticaram-nos. Agora os pobres são dependentes dos humanos e não temos outra coisa a fazer do que defendê-los. Por isso um cão tem de ir à rua de trela, e um gato, ter um cestinho na sala para dormir.
De Lilith Marleen a 18 de Setembro de 2012 às 12:28
Isabel, antigamente os cavalos eram domados para serem montados, geralmente à força, a impôr a liderança dos humanos como figuras ameaçadoras. Hoje em dia, cada vez mais gente opta pela via oposta: conquistar a confiança do cavalo, mostrar-lhe que não lhe queremos fazer mal, que os arreios não o vão magoar. O treino começa sempre com o cavaleiro no chão, a ensinar regras básicas de etiqueta ao cavalo (como não avançar para cima das pessoas, mesmo sem intenção, porque pode ser perigoso), apresentar-lhe os arreios e as várias ferramentas com que ele deverá familiarizar-se e mostrar-lhe que nem elas nem nós representamos dor nem perigo para eles. Só passados dias de interacção e volteio (para o cavalo aprender certos comandos de voz, como "passo", "trote" e "galope") é que o cavalo começa efectivamente a ser montado.

Quando se treina um poldro tem-se o cuidado de começar com lições muito curtinhas (cerca de 15 minutos) e com uma pessoa leve. À medida que o cavalo vai ganhando condição física, pode começar a carregar mais peso durante mais tempo, mas o cavaleiro tem de ser sempre sensato quanto à condição do seu cavalo quando está a montar, ver se o cavalo já está suado, se está demasiado calor, se o terreno é adequado, se nota alguma anomalia no movimento do cavalo que pode sugerir dores ou ferimentos.

Eu não tenho cavalos, Isabel, mas desde que me entendo por gente que tenho uma paixão imensa por eles. Sou a única da família que quer enveredar pela via equestre, ninguém me levou lá, simplesmente já nasci assim. Faço mais do que montar a cavalo... no picadeiro onde ando, ajudo a limpar os baldes da água, pôr água fresca e limpa, dar a ração, limpar os cavalos, verificar a sua condição física, pôr os arreios correctamente e verificar se não causam desconforto ao cavalo, e geralmente dou apoio às aulas e ensino os cavaleiros mais inexperientes que eu a montar de forma a que haja segurança e respeito pelo cavalo (manter uma postura correcta de forma a não desequilibrar cavalo nem cavaleiro, não dar puxões nas rédeas, não manter muita pressão na boca do cavalo, usar a voz para comunicar com o cavalo, não usar as pernas de forma bruta, mas dar ajudas suaves e firmes).

O facto é que tanto cães e gatos como cavalos foram domesticados pelo Homem há milhares de anos, e o cavalo sempre foi um companheiro fiel. O cavalo é um animal do campo, gosta de correr e de liberdade, e é por isso que quando eu tiver um cavalo não o quero fechado numa box quando não estou a tratar dele, mas sim no pasto, ao ar livre, como é da sua natureza. Mas estou consciente que montar a cavalo não é estar a usá-lo, não necessariamente, mas sim a proporcionar-lhe uma forma de se relacionar comigo, de nos unirmos como uma só entidade e agirmos em conjunto, de nos exercitarmos e ultrapassarmos novos obstáculos, e quanto mais um cavaleiro monta um cavalo, mais estreita se torna a sua relação, e mais o cavalo confia no cavaleiro.

Circos, tauromaquia, carrosséis e outras formas de exploração animal são deploráveis, sim, mas nem todas as pessoas que montam a cavalo têm como propósito explorá-los e abusar deles.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 14:14
Tudo o que disse no seu comentário, Lilith, eu sei, e não estou a criticar.

Mas se lhe fizer esta pergunta: acha que um cavalo GOSTA de que o montem?

Como disse a Lilith, eles "são preparados" para serem montados. Logo não nasceram com essa função.

Agora se me perguntar a mim, se eu fosse cavalo gostaria de ser arreado e montado, eu dir-lhe-ia logo que não.

Nenhum gosta. Habituam-se aos donos. Têm uma ligação bonita com os donos. Mas são muito mais felizes sem os donos em cima deles.

Não veja nisto uma crítica. Só estou a colocar a questão do ponto de vista do cavalo.

Sou contra todo o tipo de espectáculos (hipismo, incluído) que utilize o cavalo. Para treiná-los é preciso "massacrá-los" com insistência. E nenhuma criatura gosta de ser "massacrada".

É como ensinar os cães a sentar, a obedecer a ordens, etc., sou contra.

Tudo o que não é natural não serve os seres, limita-os.
De Lilith Marleen a 18 de Setembro de 2012 às 14:22
Acho que isso é ser demasiado extremista. Os cães gostam de aprender truques, da mesma forma que os cavalos podem gostar de ser montados, dependendo da forma como são montados. Os cavalos são seres extremamente sensíveis, inteligentes e curiosos, e uma das melhores coisas que o cavaleiro pode fazer é apresentar-lhe novos desafios, ensinar-lhe coisas novas.

Já andei a ensinar o passo espanhol a um cavalo, usando cenouras, e o cavalo andava em liberdade atrás de mim, sem rédea, a fazer o que eu lhe indicasse, porque queria a guloseima. Já ouvi uma vez uma pessoa a dizer que tinha uma égua que adorava ser montada, e quando ela ia para ao pé da égua mas não tivesse intenção de montar, a própria égua ia buscar a cabeçada e trazia-a na boca para dar à cavaleira, porque queria ser aparelhada para ser montada. Com os cães funciona da mesma forma - quando se ensinam truques, transformam-se as lições em sessões de brincadeira, são apresentados novos desafios aos cães e eles são estimulados, tal como as crianças na escola, para aprender coisas novas. Não vejo nada de errado com isso.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 18:18
Eu não chamo a isto ser extremista, Lilith.
Ponho-me apenas no lugar do outro.

E se eu fosse cavalo, ou cão, ou qualquer outro animal que é usado pelo homem, não gostaria nada dessas coisas, assim como humana, não gosto de cabrestos.

Os cães gostam de brincar. Os porcos também. Já criei uma porquinha como se fosse uma gata, e ela brincava ao escorrega comigo, e divertia-se muito, mas por escolha dela, não por minha imposição. E era livre. Vivia à solta no quintal, e vinha dormir a sesta no tapete do meu quarto, onde dava o Sol.

Compreende onde quero chegar?
De Lilith Marleen a 18 de Setembro de 2012 às 18:25
Compreendo, Isabel, mas o facto é que não podemos humanizar os animais à nossa imagem. Não são menos nem mais do que nós, são nossos irmãos, mas também não são iguais, têm necessidades diferentes das nossas, e nunca poderemos dizer com certeza do que é que eles gostam ou não gostam.

Eu sei que os cães gostam de aprender truques, porque para eles é brincar e é uma maneira de comer guloseimas, e da mesma forma, com o conhecimento que tenho dos cavalos, sei que se eles não gostassem de ser montados, não seriam tão dóceis nem os primeiros a vir ter connosco mal nos vêem, até porque é difícil obrigar um cavalo a fazer alguma coisa que ele não queira ;)
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 18:34
Reflexos condicionados, Lilith.
Neste aspecto não concordamos.
Já tive cães, muito brincalhões, mas nunca tive de lhes dar nada em troca pelas brincadeiras. Eram espontâneas.

Nunca tive Cavalos. Gostaria de ter pelo menos um na vida, porque são para mim criaturas divinas. Apenas para o ver correr num espaço aberto, com as crinas ao vento.

Tenho até escrito um belo conto dedicado a Rajid, um Cavalo Preto, modelado por Deus.

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