Comentários:
De Arsénio Pires a 17 de Setembro de 2012 às 10:31
Um NOJO e um VÓMITO!!!!

Esta Igreja institucional está atrasada 200 anos! (elo menos...).
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 11:44
Esta igreja FICOU NA IDADE MÉDIA, Arsénio.
De José Dores a 17 de Setembro de 2012 às 13:05
Quando os representantes da Igreja Católica se pergunta porque é que tem cada vez menos fiéis... por isto. Não sabe manter os seus prinmcipios intactos, não sabe entender que aquilo que prega e aquilo que faz têm de ser uma e a mesma coisa, as pessoas que seguem a Igreja Católica são as pessoas dos países da América Latina e outros locais em vias de desnvolvimento, nos países desenvolvidos, onde habitam pessoas com um leque cultural mais avançado e maior instrução perdem fiéis a olhos vistos.

Eu sou baptizado, soube recentemente que poderia pedir que o meu baptismo seja anulado, com este acontecimento estou motivado para everiguar esse assunto e pedir o anulamento caso seja possivel, DEUS saberá quem merece o quê, não é um padre que faz um cortejo religioso num local de crueldade com pessoas que estão a preparar-se para a fazer que sabe se eu poderei ou não ser perdoado e viver a vida eterna.

Sejam coerentes e terão fiéis entre a juventude.
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 14:00
Muito bem, José Dores.
Faço minhas as suas palavras.
A Ighrerja tal como está não merece a mínima confiança.

E claro... com esta atitude, INACREDITÁVEL, afasta a juventude e não só.
De Arsénio Pires a 17 de Setembro de 2012 às 16:08
Caro José Dores:
Compreendo perfeitamente o seu grito de revolta contra a Igreja institucional e estou de acordo consigo.
Repare que eu escrevo sempre “Igreja institucional” porque, se pensarmos bem, vemos que há “duas” Igrejas: A dos clérigos organizados em hierarquia num regime absolutista e aquela a que chamaria “profética” que é a dos crentes na pessoa de Jesus, este sim com todos os valores que cativam tanto cristãos, como não-cristãos e até ateus.

É nesta Igreja “profética” que eu milito, juntamente com muitos milhões. E, neste particular da defesa dos animais, dou a cara e o corpo porque a defesa da vida e, em particular, dos mais desfavorecidos e dos que não têm voz, é um valor genuinamente cristão que nunca foi abandonado. S. Francisco chamava IRMÃOS a todos os animais.

Eu ataco esta Igreja instituicional que, no seu todo, nem sempre se revela condizente com o sentir dos homens de hoje. Nesse sentido, concordo também consigo: não é evangélica.
Mas não confundamos a parte com o todo. Não seria justo para com muitos milhões de cristãos que estão na luta e na linha da frente. Estamos nesta nossa luta em defesa dos animais e noutras muitas em defesa dos mais explorados pelos vampiros do sangue humano!
Por exemplo, na crise por que estamos a atravessar, é essa Igreja “profética” e verdadeiramente jesuânica que dá alimento a muitos milhares de pobres que o poder político produziu, lançou e continua a lançar para a valeta. Creia-me que sei por experiência pessoal do que estou a falar.

A nós compete lutar por esta causa da MORTE das touradas. Provemos a todos os psicopatas e sádicos que se apelidam de “aficionados” que este é um dos valores mais nobres da Humanidade: o respeito por quem tem vida!

E… critiquemos TAMBÉM aqueles que têm o dever de respeitar tal valor!
Mas saibamos separar as águas. Até por uma questão de justiça que nós tanto apreciamos.

Os meus sinceros cumprimentos.
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 16:47
José, se quiser responder ao Arsénio, esteja à vontade. O espaço é todo seu.
De José Dores a 17 de Setembro de 2012 às 22:32
Eu respeito a sua opinião mas tenho a minha, se me conhecer um dia perceberá que sou exigente, comigo próprio, com os outros, com instituições. O meu comentário é nessa linha, como diz o Paulo Borges do PAN, é preciso um novo conjunto de valores nesta sociedade, não precisamos de instituições sem principios, não precisamos de lideres incoerentes e que não sabem dar o exemplo, sejam eles da igreja, politica, etc.

Relaciono-me bem com DEUS, ele conhece-me, sabe quais são as minhas falhas e o que faço para as ultrapassar, sabe quando falho nessa tarefa e quando consigo, e eu agradeço-lhe todos os dias a força que me dá para não trocar os meus principios por nada... não preciso de instituições, a nossa relação não precisa de intermediários, principalmente que têm outras prioridades menos claras e que não fazem o minimo esforço para melhorar as suas falhas.

Não quero que um representante da Religião Católica seja chamado a decidir acerca de um assunto importante para todos pelo simples fato que a maioria dos portugueses são católicos, quando na verdade a grande maioria foi baptizado apenas e não é praticante, a mim estas pessoas não me representam, por isso fiz questão de não baptizar a minha filha´, porque é ela quem deve decidir e não eu e talvez farei questão de não ser baptizado.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 09:25
Vou intrometer-me nesta conversa para dizer que estou de acordo com o que disse o José Dores.

No comentário que fiz ao da Lilith, digo com outras palavras o que diz o José: ninguém precisa de religiões falaciosas, que só servem para espalhar o ódio e o medo.
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 14:25
Isabel:
Ainda bem que entrou no diálogo.
Como já temos conversado, nós concordamos em muitas coisas na nossa maneira de estar nesta Casa comum que é, já não só a Terra, mas todo o Universo.

As minhas intervenções, aqui e noutros fóruns, vão sempre neste sentido: Todos, crentes, não-crentes ou agnósticos temos o DEVER de lutar por palavras e, sobretudo, por obras, na construção e preservação da nossa Casa. Temos o DEVER também de respeitar as nossas diferenças desde que elas não colidam com os valores subjacentes que protegem a Casa comum.
É neste sentido que a nossa luta aqui no seu blog, e no facebook onde também estamos, falamos e combatemos aquelas “diferenças” que colidem com os para nós indiscutíveis referidos valores: sejam os da Protoiro, sejam certas práticas dos representantes da Igreja católica, seja contra certas atitudes e deliberações do poder político! Aqui ninguém nos cala!

As minhas palavras vão também no sentido de, em nome da justiça que tanto defendemos, não metermos tudo no mesmo saco. A Igreja tem muitos aspectos que nós devemos aqui reprovar e combater mas tem outros muitíssimo bons que devemos louvar nomeadamente no domínio da assistência aos mais desprotegidos, àqueles marginalizados que o poder económico produz todos os dias. E não estou a referir-me à caridadezinha tranquilizadora dalgumas consciências pesadas.

Por último, gostava de lembrar que, quando se fala SÓ de Igreja católica se deve ter em conta todos os que nela militam e não só a sua hierarquia. Eu também sou Igreja católica e não me revejo, em palavras e na na minha prática, nalguns epítetos que frequentemente se ouvem/lêem nos fóruns onde participo.

É só neste sentido que entrei em diálogo com o sr. José Dores.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 18:28
De acordo consigo Arsénio.

Eu sou muito crítica da Igreja Católida como INSTITUIçÃO, mas sei que existem padres cristãos, que vivem o seu sacerdócio como deve ser, e a esses admiro.

Costumo ir fazer retiros espirituais para um Mosteiro Cisterciense, em Espanha (há três anos que não vou por impedimento) e até sou vice-presidente da APOC (Associação Portuguesa de Cister).

E porque tenho este meu lado espiritual bastante desenvolvido, não aceito que a Igreja Católica não cumpra a Bula do Papa Pio V, quanto à matéria de touradas.

É aberrante esta postura.
E é esta postura que critico e com a qual me indigno.
Tenho esse direito.
Não aceito que me dêem gato por lebre.
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 18:55
Isabel, se possível fosse, diria que estou de acordo consigo a 200%! Basta passar pelo meu mural no Facebook e ver as minhas "zangas" com a Igreja institucional! Não lhe perdoo uma! E essa da Bula do Papa Pio V faz parte das minhas farpas lançadas desde o Facebook em direcção a esta hierarquia caduca e tantas vezes tão pouco evangélica que é a Igreja católica institucional!
Ainda um dia havemos de falar sobre esses retiros cistercienses! Nunca fiz nada do género e fiquei curioso!
Continuemos assim! Que nunca aceitemos gato por lebre ainda que esses queridos animais nos venho por padre que faz prossições numa arena de sacrifício e morte!
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 19:58
Que bom estarmos em sintonia.

Estamos de acordo no essencial.

Um dia faça um retiro desses. É como entrar no paraíso.

Foi nesse Mosteiro que me reencontrei com Deus, de quem me havia perdido desde a juventude.

Por isso é que não posso aceitar que se façam procissões a Sntos dentro de uma arena de tortura.

Que Igreja é esta que permite tal heresia?
Por muito menos queimaram-se cristãos nas fogueiras.
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 19:03
Isabel, é claro que se trata de "procissões" embora a deste mais pareça uma "prossição" tal é a aberração!!! (estava no IPad e... Com pressa. Só vi quando clivava para enviar!)
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 20:00
Quando se tem consciência vai-se sempre a tempo de emendar os erros, Arsénio.

(Esta é para a Igreja).
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 21:02
Ainda que a média da Igreja institucional, no que ao reconhecimento dos seus erros diz respeitos, seja superior a 100 anos! :-))
De Isabel A. Ferreira a 19 de Setembro de 2012 às 09:06
Penso que serão uns 100 anos muito, muito esticadinhos... Arsénio.
De Arsénio Pires a 19 de Setembro de 2012 às 10:37
Isabel, à cautela eu já fui dizendo "superior a 100 anos"! Não fui tão longe quanto o recentemente falecido cardeal Martini (85 anos!) que afirmou: "A Igreja está atrasada 200 anos!"
Se tão eminente figura o disse...
De Isabel A. Ferreira a 19 de Setembro de 2012 às 12:00
A eminente figura disse 200, mas eu ponho -lhe mais 2000.
De Arsénio Pires a 19 de Setembro de 2012 às 15:37
Isabel, para sermos ainda mais precisos, talvez devamos subtrair a 2012 o tempo que o genuíno cristianismo durou que foi até 313 d. C. ano em que Constantino o "absolutisou" com o Édito de Milão!!) Teremos então esta conta: 2012 - 313= 1699. A Igreja está atrasada 1699 anos!
De Isabel A. Ferreira a 19 de Setembro de 2012 às 15:40
Exactamente, Arsénio.
1699 anos, são muitos anos de atraso.
Perdeu-se a inocência do Cistianismo primitivo, com a ganância da hierarquia que começou a existir desde Constantino.
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 10:55
Caro comentador José Dores:

Agradeço a sua resposta.
Sinto que leu a minha intervenção como se ela fosse um “ataque” à sua posição. Não! Como viu, eu até concordo consigo em muitos aspectos. E mais concordo consigo depois de ler este seu último comentário.

Se para construir e praticar estes valores eu não me sinto bem fazendo parte duma instituição religiosa, política ou outra, tudo bem! Não somos todos iguais.
Eu, por exemplo, só muito tarde é que saí do agnosticismo/ateísmo. Senti falta de Deus e duma Comunidade (neste caso, cristã) onde me pudesse inserir para fazer alguma coisa pela nossa Casa comum. E, apesar de ser profundamente crítico contra a Igreja institucional, tenho que reconhecer que nunca dela aprendi algo que fosse contra os valores que acima referi. Antes, pelo contrário, eles foram-me ensinados e eu aprofundei-os na minha prática diária.

Não querendo generalizar, penso que a Igreja institucional peca não tanto pelo que ensina (é o Evangelho a base do seu ensino) mas, sobretudo, pelo que pratica. Como instituição está atrasada pois continua num regime hierárquico vindo dos tempos de Constantino. Não há democracia: os párocos são nomeados pelos bispos sem ninguém ouvir os paroquianos; os bispos são nomeados por Roma sem ninguém ouvir os párocos; o Papa é “eleito” pelos cardeais sem ninguém ouvir os bispos. O Papa é o “monarca absoluto”!
Esta Igreja institucional obriga os padres ao celibato; proíbe o acesso das mulheres ao sacerdócio, etc, etc. Tudo isto que mencionei nada tem a ver com o Evangelho e muito menos com a prática das primeiras Comunidades cristãs.
Diz-me que não precisa de instituições para pôr em prática os seus valores. Óptimo! Como disse, no meu entender também isso está de acordo com muitos homens e mulheres que são obreiros duma sociedade mais justa e plural. Outros sentem-se bem numa qualquer instituição. Uns e outros talvez sejam aqueles de que o Evangelho fala: “Os homens de boa vontade” (o Evangelho não diz “os cristãos”!).

Por último, temos ainda mais um ponto em comum. Eu também não quis baptizar a minha filha (só tenho uma). Ela é que optou por pedir o baptismo quando quase adulta. Hoje luta pelos mesmos valores que eu. Que nós!
Sinceros cumprimentos.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 12:11
José Dores, fique à vontade para responder ao Arsénio.

Eu vejo-me assim: sou uma criatura de Deus, uma ínfima partícula do Universo; não sou mais do que nenhuma outra criatura; amo tudo o que existe na Natureza. Faço parte dela.

Não gosto dos homens predadores e hipócritas e anti-natureza.
De José Dores a 18 de Setembro de 2012 às 13:05
Arsénio, eu não vejo ataques, em ninguém, até quando comento no blogue de um senhor que é forcado não vejo nos seus comentários ataques, vejo ideias, opiniões. Falo com aficionados diariamente, no sitio onde vivo estou rodeado de pessoas que o são, a minha familia é aficionada, discutimos o assunto e eu sei porque defendo a minha posição. Ninguém me consegue atacar, a única pessoa que consegue essa proeza sou eu próprio, quando não consigo mudar algo para melhor, em mim ou noutros, eu sou daqueles que acha que consegue mudar o mundo, claro que só conseguirei mudar-me a mim e aos poucos que me rodeiam, as palavras que digo e escrevo afetam quem as lê e ouve, acredito que a sua maneira de estar seja a mesma, logo não é um ataque.

Quanto à espiritualidade, eu apenas imagino um DEUS criador do universo, ou dos multiversos, se estes realmente existirem, ele se criou algo, criou o todo, nós somos fruto disso, pouco me interessa se é pelo budismo, pelo islamismo, pelo judeismo, pelo hinduismo, etc. que aprendemos a saber viver através da energia positiva que é DEUS, se calhar podemos fazê-lo por qualquer uma das religiões ou por nenhuma, se calhar a sua existência tem sido pior que a sua inexistência, quando vejo um padre numa praça de touros a celebrar uma manifestação religiosa tenho a certeza que algo está errado. Para mim como diz a Isabel podemos exprimir a nossa união com DEUS como quisermos desde que ela seja ligada à natureza, porque a natureza é DEUS.

De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 14:19
Arsénio, esteja à vontade.
De Arsénio Pires a 18 de Setembro de 2012 às 14:34
José:
Foi bom falar consigo. Quase sempre, quando o diálogo é respeitoso e entre homens de boa vontade como este o foi, as partes chegam à conclusão de que as diferenças são poucas e estamos todos no mesmo lado. O que nos separa é mínimo.
Mas temos a consciência de que não somos anjos! Muito menos o são aqueles padres que fazem procissões numa arena onde vão ser sacrificados irmãos nossos!
Imperdoável! CONDENÁVEL!
Cumprimentos
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 18:29
CONDENÁVEL, Arsénio.
De Tânia Silva a 17 de Setembro de 2012 às 15:19
É por estas e por outras que as religiões me enojam...depois são estes os tipos que pregam a paz e o amor em nome de um Deus omnipotente e omnipresente, e beca beca...
Se Deus é amor, e se o amor de Deus é isto...sinceramente não tenho mais nada a acrescentar...
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 16:52
Tãnia, acredito num ser cósmico a que chamamos DEUS, que nada tem a ver com o deus que os homens inventaram, com todo os defeitos deles, e no qual não acredito.

A Igreja Católica está no mau caminho, e a levar o seu "rebanho" para o precipício.

O amor de DEUS é outra coisa. Não tem nada a ver com essas acções demoníacas praticadas pelos falsos representante de Deus na Terra.

Comentar post