Poderá um sujeito destes ter crédito como médico-cirurgião, depois de ter escrito o que escreveu, num artigo para um jornal de Estremoz, com ódio a sair-lhe por todos os poros?
“Desejo, àqueles que ladraram felizes pelo sucedido ao Nuno, que numa estrada qualquer um touro bravo lhes entre pelo vidro do carro e depois de os cobrir com a sua bosta lhes arranque as cabeças com as suas hastes afiadas!” (António Peças)
Cuidado, anti-touradas de Estremoz, isto é conversa de FORCADO, não de médico-cirurgião.
E o que diz da AMI (Assistência Médica Internacional) não será dor de cotovelo?
Mas quem se atreverá a convidar um ex-forcado (que aliás nunca deixou de o ser, pela linguagem que utilizou no seu texto) a ser médico da AMI?
No meio de toda esta guerra suja, quem será o bandalho?
É preciso que esta gente que tira um CURSO SUPERIOR, não fique só pelo curso, na superioridade, mas também no carácter, nas atitudes e na postura perante a sociedade, para poder ter alguma credibilidade e dar exemplo aos MENOS ESCLARECIDOS.
Isabel A. Ferreira
Fonte:
http://www.imprensaregional.com.pt/linhasdeelvas/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiI1MzUwIjtzOjk6ImlkX3NlY2NhbyI7czoyOiI3NyI7fQ%3D%3D
Alto lá!
Quem escreveu IMPROPÉRIOS foi o António Peças, que sendo (ou diz que é) MÉDICO, não podia de modo algum dizer o que disse. E quem diz o que não deve, ouve o que não quer.
Teve o que mereceu. Mas estou a ver que este PEÇA é mesmo uma PEÇA, pois foi agora EXPULSO do INEM, e não fui eu que o expulsei. Foi por isso, que você foi desenterrar este texto, contribuindo, com isso, para ENTERRAR o António Peças, mais do que ele já estava enterrado?
Ninguém julga ninguém por aquilo que NÃO fez.
Nem sequer julga coisa nenhuma Apresenta FACTOS.
António Peças não é boa peça, e está à vista. Se fosse, não andava na boca do mundo e não tinha sido EXPULSO do INEM. Isto é óbvio para qualquer um.
Mas, quem é amigo nem sempre é amigo verdadeiro, é apenas BAJULADOR, defendendo as maldades do amigo.
Pois se é amigo dele, trate de dizer-lhe que ele está do lado errado da História. Ser forcado não dá dignidade a ninguém, muito menos a um MÉDICO que, se estudou, devia distanciar-se deste costume bárbaro, porque o animal TOURO é um mamífero tal como o Peças. É um ANIMAL, e se se bandarilhar ou atacar um Touro MORIBUNDO, como o fazem os COBARDES FORCADOS, está-se a CAUSAR GRANDE SOFRIMENTO ao animal. E se não sabe disto NÃO É BOM MÉDICO. Nunca será nem bom médico nem um ser humano. É apenas um ser DESUMANO que tirou o curso ERRADO.
Essa do forcado hoje, forcado sempre, atira com o PEÇAS para o nível ZERO. Sabia?
A Ordem dos Médicos deve retirar-lhe a possibilidade de exercer a profissão. Ele NÃO TEM perfil para exercer uma tão nobre MISSÃO.
De Filipe Garcia a 24 de Junho de 2019 às 08:16
Estimada Isabel
Nunca a expressão "Há bons médicos e há maus médicos" fez tanto sentido"...
O exercício da medicina requer, desde logo, uma componente empática que é absolutamente essencial á boa e nobre prática da medicina, isto é, para ser bom médico, não basta ter os conhecimentos "técnicos" e de análise para definir diagnósticos correctos e respectivas terapêuticas, vai muito para além disso... É necessário a capacidade de perceber o sofrimento do outro, de ser solidário, de ser empático, isto é, de "entrar" no nosso interlocutor e perceber as suas angustias e anseios, ora, pelo que li até aqui, parece por demais evidente que este cavalheiro Peças, não tem essa capacidade.
As touradas são uma prática aberrante, que nada têm que ver com "cultura", mas que subsistem meramente por razões de natureza económica e financeira, atento a importância que assumem na economia regional (nas localidades onde se pratica), que é ainda subdesenvolvida. Este é o factor central que importa combater. Enquanto os governos sucessivos não apostarem verdadeiramente no interior, dotando de infra-estruturas que permitam instalar e fixar pessoas, desenvolver o tecido empresarial criando empregos e apostar na formação não apenas académica (esbá bom de ver porquê) mas também cívica e humana, este degradante e hediondo espetáculo irá manter-se. Mais, isto é uma especie de "desporto" dos "senhores feudais" lá do burgo, que exploram a pobreza de espirito da plebe, numa especie de feira de vaidades, de pseudo-afirmação, de poder, de protagonismo bacoco, para manter o "culto do Endeusamento" perante a plebe. Depois chamam-lhe "cultura"...um autêntico embuste.
Recentemente, houve uma Câmara Municipal no Norte que resolveu a questão, de forma radical mas certamente eficaz. Perante a persistência destes energúmenos das touradas, tomou a corajosa decisão de "arrasar" a praça de touros, ou seja, vão demolir. Acabou-se o recreio!
Cumprimentos para si.
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