Terça-feira, 11 de Setembro de 2012

MÉDICO CIRURGIÃO DE ESTREMOZ QUEBRA AS REGRAS DEONTOLÓGICAS E INCITA À VIOLÊNCIA FÍSICA CONTRA OS ANTI-TOURADAS

 

 

António Peças, médico cirurgião, que não deixou de pensar como um forcado, ou seja, NÃO EVOLUIU...

 

 

O texto vem publicado no Jornal «Brados do Alentejo”, na sua edição nº 792, de 6 de Setembro de 2012.

 

De seu nome António Peças, o médico cirurgião que já foi forcado, escreveu uma peça, numa linguagem de aficionado dos mil e um costados.

 

Apesar de ter frequentado uma Universidade (ou tiraria o curso à Relvas?) nada aprendeu sobre a Ética Profissional, já para não falar na Moral que deve estar aglutinada a uma profissão que lida com animais (não interessa se humanos se não humanos).
 
Eis o que escreveu António Peças, na sua peça intitulada:

 

«OS BOIS PELOS NOMES»

 

«No passado dia 30 de Agosto desloquei-me a Lisboa, à praça de touros do Campo Pequeno, para observar “in loco” o meu grupo de forcados a pegar na corrida da RTP.

 

Fui ao quarto do hotel desejar sorte a todos, ajudar a fazer uns nós de gravata e fiz um pequeno discurso para moralizar, ainda mais, o grupo.

 

Para pegar o 5º da noite foi o forcado Nuno Mata. Não conseguiu ficar na cara do touro, caiu de costas e num movimento tipo “cambalhota para trás” foi comprimido na região cervical pelo touro e ficou imobilizado na arena…

 

Quem é médico e foi forcado percebe, imediatamente, que algo de grave se passa… Aquele pescoço, aquela inércia corporal, aquela posição dos braços e das mãos…

 

Passei pela enfermaria para confirmar que o Nuno ia ser transportado para o Hospital de Santa Maria e fui para lá, esperá-lo.

 

Conhecia bem os cirurgiões que estavam de urgência, contei a história e permitiram-me que fosse eu a observá-lo: ausência de sensibilidade e força a partir de uma linha horizontal um pouco acima dos mamilos.

Gelei…!!

 

Balbuciei qualquer coisa quando o Nuno me perguntou se ia ficar sem andar o resto da vida…

 

E não contive a emoção quando ele, o mais consciente de todos, me disse que queria morrer.

 

Acompanhei-o à TAC e à RMN, porque ele me pediu para não o deixar sozinho… Nesses exames confirmou-se a enorme gravidade do quadro: a medula parecia não estar seccionada mas estava garantidamente lesada.

 

Operado na 6ª-f, confirmaram-se os piores receios: um rapaz de vinte e sete anos nunca mais na vida se vai mexer…!

 

Esta história é, só por si, uma tragédia.

 

Seja um forcado, um artista de circo ou um motociclista!

 

A onda de solidariedade tem sido impressionante!

 

No entanto, essa escumalha que se intitula protectora dos animais tem feito questão de se vangloriar pelo sucedido!

 

Tenho lido comentários que julgava impossíveis, nos quais só acreditei depois de confirmar pessoalmente, vindos de quem se diz tão moralmente avançado e civilizado!

 

Acho que os touros, se pudessem, não gostariam de ser defendidos por estes animais!

 

Penso que todos os toiros que peguei na vida eram mais nobres do que esta gentalha!

 

Julgo que lhes deveremos responder fisicamente da próxima vez que nos insultarem, como tradicionalmente fazem nos seus “ajuntamentos” à porta das praças! O perigo vem deles, porque nunca houve necessidade da presença de forças de intervenção em praças de touros!

 

Estou farto dos direitos das minorias! Enjoo quando vejo jovens terem tempo para participarem em manifestações mesquinhas! Rejubilo quando ouço uma deputada dizer que o BE teve menos votantes do que os espectadores televisivos de uma tourada!

Desejo, àqueles que ladraram felizes pelo sucedido ao Nuno, que numa estrada qualquer um touro bravo lhes entre pelo vidro do carro e depois de os cobrir com a sua bosta lhes arranque as cabeças com as suas hastes afiadas!

 

Eu seria um acérrimo defensor desses animais!!»

 

A VERBORREIA DE UM MÉDICO CIRURGIÃO

 

Ninguém, por mais amigo dos Touros que seja, poderá desejar ao jovem Nuno que fique para sempre paraplégico, porque apesar de ser um torturador de Touros moribundos, não é próprio desejar uma tal desgraça, a alguém tão jovem, embora vontade não falte, dada a insensibilidade e crueldade com que os tauricidas tratam os Touros e os Cavalos.

 

Mas se por ventura alguém anti-tourada, num momento de raiva e ódio (igual ao que António Peças estava imbuído, quando escreveu esta peça) se “vangloriou” pelo sucedido, poderá até ser compreensível e talvez perdoável, devido à já referida crueldade com que os tauricidas “brindam” seres inofensivos e inocentes.

 

E isto chega a tirar um Santo do sério.

 

Ora o Nuno teve a infelicidade de ter pela frente um Touro que reuniu todas as suas legítimas forças para defender a sua dignidade antes de morrer indignamente às mãos de matadores insensíveis.

 

Não é bonito. Nem uma coisa, nem outra.

 

Ambos são animais. Ambos sofrem as mesmas dores, as mesmas lesões. E um médico cirurgião deveria saber disso, mas António Peças não sabe, se soubesse não era aficionado, quebrando todas as regras da Ética Médica e do juramento que deveria ter feito (e se calhar não fez) ou então desrespeitou por completo esse juramento: «Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre o meu dever e os meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde a sua concepção.»

 

Mas ele ficou tão irritado, que incitou os pró-touradas à violência física contra os manifestantes PACÍFICOS, o que constitui

um crime, que ficará por punir, certamente, como tantos outros que dizem respeito a este baixo mundo tauricida.

 

“Julgo que lhes deveremos responder fisicamente da próxima vez que nos insultarem, como tradicionalmente fazem nos seus “ajuntamentos” à porta das praças! O perigo vem deles, porque nunca houve necessidade da presença de forças de intervenção em praças de touros! Estou farto dos direitos das minorias! Enjoo quando vejo jovens terem tempo para participarem em manifestações mesquinhas!”

 

E falou de direitos de minorias?

Ainda por cima está mal informado.

 

É o DIREITO DE UMA ESMAGADORA MAIORIA, que está farta deste ritual sangrento, defendido por gente sem escrúpulos.

 

E se enjoa quando vê jovens a manifestar-se contra a barbárie, TOME COMPRIMIDOS PARA O ENJOO. Porque os jovens têm todo o direito de se manifestarem contra o que não é bom para a sociedade civilizada que pretendem para eles.

 

 E agora vem o mais caricato, ou talvez não, dada a sua FORMAÇÃO de FORCADO (porque de médico, nem por um canudo):

 

 “Desejo, àqueles que ladraram felizes pelo sucedido ao Nuno, que numa estrada qualquer um touro bravo lhes entre pelo vidro do carro e depois de os cobrir com a sua bosta lhes arranque as cabeças com as suas hastes afiadas!”

 

Palavras dignas de um tauricida. Não de um médico cirurgião que frequentou (ou devia ter frequentado) uma Faculdade de Medicina, e ter deixado para trás esse fel que lhe ficou nas entranhas. Ou seja, devia ter EVOLUÍDO e NÃO EVOLUIU.

 

Pois, António Peças, se queria ser superior aos que criticou por terem eventualmente dito algo que não deveriam, num momento de raiva, igualou-se a eles, transcendendo-os na verborreia que proferiu.

 

Na verdade os TOUROS e os CAVALOS têm muito mais DIGNIDADE do que um médico cirurgião que não evoluiu.

 

 Fonte: http://estremosoeiro.blogspot.pt/2012/09/os-bois-pelos-nomes.html

 

***

 

UMA REACÇÃO A ESTE TEXTO POR PARTE DO «STOP FUN KILLING»...

 

 

Sept 17,2012REACTION TO ANGRY PORTUGUESE SURGEON BULLFIGHT SUPPORTER

Terça-feira, 11 de Setembro de 2012 MÉDICO CIRURGIÃO DE ESTREMOZ QUEBRA AS REGRAS DEONTOLÓGICAS E INCITA À VIOLÊNCIA FÍSICA CONTRA OS ANTI-TOURADAS

Article in : arcodealmedina.blogs.sapo.pt/162766.html

 

“Dear Antonio Pecas,

I appreciate your caring for Nuno Mata, victim of a bullfight. Of course you will never want this to happen again. As you showed your compassion for Nuno Mata, you are one of us, the people who mourn the victims of bullfights and want to stop it! A well informed person like you knows that bullfights produce a steady and predictable stream of suffering victims: always the bulls and horses and incidentally - for a change – a man. You also know that people do as they please so we focus on the suffering of the unvoluntary victims, the bulls and horses.

 As “Nomen est omen”, I surmise that Nuno Mata loved the killing essence of bullfights, choosing for the risk in participating. I hope you understand that I do not mourn victims of their own voluntary participation in the suffering of the animals involved.

With this Nuno Mata incident I expected you, as doctor sworn by the Hippocratic oath to keep your patients from harm and injustice, to see the light, to join our ranks and abolish the bullfights. But now I learned that you are not pleased with our efforts to stop the bullfights. Why? I don't see the logic. Please explain why you want to continue the bloodshed and the sorry fates of more Nuno Mata's. “

 

Fonte: http://www.stopfunkilling.org/LETTERS-BY-STOP-FUN-KILLING.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:33

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Comentários:
De Vânia a 11 de Setembro de 2012 às 21:36
O touro é de facto muito mais nobre que este senhor! Minoria?????? Não estudou matemática, de certeza...E ainda incita à violência!!Que vergonha de médico!!! Mas este tipo de comentários só ajudam a nossa causa. O discurso dos pró touradas é sempre o mesmo: violento e ignorante.
De Isabel A. Ferreira a 12 de Setembro de 2012 às 10:14
Este é o discurso de um forcado, não de um médico, Vãnia.

Venham mais destas. Os abolicionistas agradecem. E os Touros e Cavalos também.
De deficientessaogente a 12 de Setembro de 2012 às 20:39
Este homem, deveria ser expulso de médico.
Sem palavras, para descrever esse selvagem!
Continuaremos, sim lutando pelos direitos dos animais, defendendo-os de loucos como esse «médico»
Um homem assim é um perigo para pacientes que sejam anti-touradas, porque é um desequilibrado.
Isabel Helena.
De Isabel A. Ferreira a 13 de Setembro de 2012 às 11:32
Completamente desequilibrado, Isabel.
Mas a Ordem dos Médicos quer lá saber do desequlíbrio dos médicos!
Depois é o que se vê e ouve nos noticiários...
De Kruzes a 11 de Setembro de 2012 às 23:02
Interessante o juízo de valor que faz sobre uma pessoa que não conhece de lado nenhum...O Dr. Peças é um cirurgião brilhante. Informe-se antes de escrever disparates.
De Isabel A. Ferreira a 12 de Setembro de 2012 às 10:20
Vê-se o quão BRILHANTE é este ex-forcado.

O brilhantismo deste filho de Estremoz está nesta frase: “Desejo, àqueles que ladraram felizes pelo sucedido ao Nuno, que numa estrada qualquer um touro bravo lhes entre pelo vidro do carro e depois de os cobrir com a sua bosta lhes arranque as cabeças com as suas hastes afiadas!”

Esses que "ladraram felizes" foram com certeza aficionados, para colocarem as culpas nos anti-touradas, como é vosso costume.

Muito BRILHANTE. Tão brilhante que até OFUSCA.

De Vânia a 11 de Setembro de 2012 às 23:13
“Desejo, àqueles que ladraram felizes pelo sucedido ao Nuno, que numa estrada qualquer um touro bravo lhes entre pelo vidro do carro e depois de os cobrir com a sua bosta lhes arranque as cabeças com as suas hastes afiadas!”
A praga que nos quer rogar,senhor ( não o considero doutor) a nós, anti touradas, não nos mete medo nenhum. E sabe porquê? Porque o touro é um animal pacífico (e não bravo), que quer viver em paz. Como nós o respeitamos, ele não precisa de se defender. Infelizmente, quando é torturado e violado por covardes como vocês, defende-se com os poucos meios que possui.
De Isabel A. Ferreira a 12 de Setembro de 2012 às 10:23
Na verdade, Vãnia, os FORCADOS são muito mais COVARDES do que os sádicos lidadores do Touro.

Os FORCADOS vão massacrar um Touro que já foi TORTURADO q. b. E chamam a isso "valentia".

É a ignorância a funcionar em pleno.
De Ricardo Almeida a 12 de Setembro de 2012 às 12:31
Depois de ler as declarações deste suposto cirurgião, quem é que se arrisca a enfiar-se sozinho com ele e um bisturi numa sala de operações?
Imagino o que é que este facínora faria se alguém lhe sussurrasse que a pessoa a que está a operar é, como a esmagadora maioria dos portugueses, anti tourada!
NO MÍNIMO este "senhor" devia ver a sua licença médica revogada. Com que bases? Violação clara do juramento de Hipócrates. Conheço histórias de médicos impedidos de praticar por muito menos.
Parece que ser anti tourada em Estremoz passa agora a ser um caso de saúde.
De Isabel A. Ferreira a 12 de Setembro de 2012 às 14:21
Absolutamente de acordo consigo, Ricardo Almeida.
Mas neste país quem faz valer as leis?
Ninguém.

Em Estremoz, terra tauricida, talvez haja poucos anti-touradas. Mas se houver alguns, a partir de agora não vão meter-se nas mãos deste ex-forcado, que conseguiu chegar a médico cirurgião não se sabe como.

Pelo que escreveu, de forcado te4m tudo. de médico não tem nada.
De ana valeria v.m.gouveia a 12 de Setembro de 2012 às 18:30
esse senhor dr é um triste exemplo da rasquice de muitos \'licenciados\' portugueses!
De Isabel A. Ferreira a 12 de Setembro de 2012 às 19:19
Disse tudo, Ana Valeria.

Um licenciado tem de fazer jus ao ENSINO SUPERIOR que frequentou.

Se é rasca, não tem competência para exercer uma profissão que o DR atrás do nome exige.

Além disso tem de dar um BOM EXEMPLO aos que não tiveramn oportunidade de se instruir e são ignorantes.

Este ex-forcado só mostrou que nunca deixou a mentalidade rasquinha dos forcados.
De tomix a 13 de Setembro de 2012 às 09:13
Considero o Sr. parte da verdadeira escumalha e sinto náusea e vergonha de você pertencer a (minha) classe médica.
Para além de não compreender que há direitos dos animais ainda por cima quer deprivar as pessoas dos seus direitos humanos.Fico contente em saber que aquela gente a manifestar-se contra os vossos jogos de tortura
afinal incomoda muito.
De Isabel A. Ferreira a 13 de Setembro de 2012 às 11:14
E como incomoda, Tomix.

Incomoda tanto que os faz chispar ódio pelos olhos, como a este ex-forcado, que chegou a médico, e é uma vergonha para a classe médica.
De alexandra a 17 de Setembro de 2012 às 03:20
Este individuo é um Bandalho e não deveria ser a favor de tortura animal.Esta gente devia começar arcar com as consequência daquilo que dizem...
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 09:44
No nosso País, Alexandra, os bandalhos estão todos protegidos por leis estúpidas.

Ninguém lhes toca.
Até caírem..., porque um dia, CAIRÃO.
De alexandra a 17 de Setembro de 2012 às 03:23
Só me sai a palavra"Porco" , com um pedido de desculpa aos bacorinhos...
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2012 às 09:46
Porco não, Alexandra.
Os porcos têm muito mais DIGNIDADE e INTELIGÊNCIA do que estes fulanos.

É um insulto ao porco.
De Donker a 17 de Setembro de 2012 às 22:49
Dear Antonio Pecas,

I appreciate your caring for Nuno Mata, victim of a bullfight. Of course you will never want this to happen again. As you showed your compassion for Nuno Mata, you are one of us, the people who mourn the victims of bullfights and want to stop it!

A well informed person like you knows that bullfights produce a steady and predictable stream of suffering victims: always the bulls and horses and incidentally - for a change – a man. You also know that people do as they please so you we focus on the suffering of the unvoluntary victims, the bulls and horses.
As “Nomen est omen”, I surmise that Nuno Mata loved the killing essence of bullfights, choosing for the risk in participating. I hope you understand that I do not mourn victims of their own voluntary participation in the suffering of the animals involved.

With this Nuno Mata incident I expected you, as doctor sworn by the Hippocratic oath to keep your patients from harm and injustice, to see the light, to join our ranks and abolish the bullfights.

But now I learned that you are not pleased with our efforts to stop the bullfights. Why? I don't see the logic. Please explain why you want to continue the bloodshed and the sorry fates of more Nuno Mata's.
De Isabel A. Ferreira a 18 de Setembro de 2012 às 09:31
Well said, Donker. I agree with what you say.

António Peças, if you want to answer, feel free.

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