Comentários:
De Jose Augusto Fonseca a 25 de Setembro de 2012 às 18:34
olá, ainda não me apresentei. Sou brasileiro do Rio de Janeiro, meu avô é português da cidade de Coimbra e como tal não me coloco a aceitar \"verniz sobre madeira riscada\", como outro brasileiro também afirmou.

Nós Brasileiros não nos importamos em saber que nosso rei era medroso e tao pouco que nossa história seja motivo de risos. A nós brasileiros importa que a verdade seja dita, sem verniz. Quero muito ler seu livro para obter uma outra opinião e comparar, mas também considero que as cartas e citações feitas no livro de Laurentino não se colocam mentirosas. Fui em recente data à biblioteca Nacional Brasileira e pude conferir algumas das cartas citadas no livro de Laurentino. Todas existem e descrevem nosso Rei D.João VI como um monarca muito querido, bonachão porém relutante em tomar decisões. São defeitos e qualidades das quais todos nós temos. Ninguém é perfeito.
Nosso Rei D.João fundou um dos mais belos parques do Rio de Janeiro: O Jardim Botanico; Fundou o Banco do Brasil e conseguiu manter um país gigante unido numa só lingua e pensamento. Mas, explorou sem precedentes nossas riquezas e nos deixou falido quando voltou para Portugal. São fatos!

Defeitos e qualidades, coisas boas e ruins que nosso monarca fez... ninguém é perfeito e não seria D.João a excessão.

Meu email: j.augusto.fonseca@gmail.com

aguardo seu contato pois tenho mais perguntas a lhe fazer...

Grande Abraço.
De Isabel A. Ferreira a 26 de Setembro de 2012 às 09:53
Sabe, José Augusto Fonseca, em HISTÓRIA, há FACTOS e factos. Há FONTES e fontes.

As que Laurentino utilizou existem, mas sabe a qual destas categorias pertencem?
É preciso saber. Para isso há que ter estudado as técnicas da metodologia histórica que o Laurentino não estudou.

No meu livro explico o que o Laurentino não explicou.

Sim, D. João VI foi um grande rei. Fez muito pelo Brasil, mas não foi diferente dos outros reis colonizadores, NAQUELA ÉPOCA (isto é importante) pelo contrário, Portugal foi o menos CRUEL e todos.

O Laurentino escreveu um livro DESCONTEXTUALIZADO. E esse foi o GRANDE ERRO DELE.

Eu estudei História no Brasil e do Brasil, e o estudo dessa História envergonha até uma pedra, de tão deturpado que está.

Defeitos e qualidades todos temos. D. João VI tinha as suas virtudes e os seus defeitos, tal como o Laurentino Gomes, mas este, o Laurentino Gomes, só lhe viu os DEFEITOS e GOZOU com eles, e não soube escolher os factos e as fontes, nem soube PENEIRÁ-LAS. Faltou-lhe o principal: CONHECIMENTOS HISTÓRICOS.

E isso é que é imperdoável, quando se pretende “fazer história”.

Não se vire para mim. Vire-se para os grandes historiadores brasileiros contemporâneos e verá o que eles têm a dizer sobre a “historieta” do Laurentino.

E já agora, vejo que não ligou nenhuma ao que lhe disse sobre o plágio. Antes de ler o meu livro, devia ler o «Império à Deriva» de Patrick Wilken. E só depois o meu.
V
ou enviar-lhe, por e-mail, a bibliografia que consultei, é extensa e não cabe aqui.
Um abraço.
De Larissa Santos a 11 de Julho de 2018 às 23:56
Olá Isabel, estou graduando em História e realizarei meu trabalho de conclusão de curso sobre o Livro do Laurentino Gomes e sua narrativa "histórica", me interessei muito pela sua obra de contestação e gostaria de adquiri-la. Um grande abraço
De Isabel A. Ferreira a 16 de Julho de 2018 às 15:50
Olá, cara Larissa,

Agradeço o seu contacto.

A primeira edição da minha Contestação ao livro de Laurentino Gomes está esgotada.

Fiz uma nova edição, corrigida e aumentada, que inclui vasta bibliografia, que não está publicada, porque o boicote a esta publicação é evidente, o que não me deixou outra alternativa senão a de publicar o livro no meu Blogue, exclusivamente para consulta.

O link da obra completa é este:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/contestacao-ao-livro-1808-de-laurentino-729191

Muito obrigada. Se precisar de mais algum esclarecimento, disponha.
Um abraço,
Isabel

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