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Chegou para arrasar e arrasou. E o pior (ou deve dizer-se o melhor?) é que só disse VERDADES, à excepção de uma ou outra coisita, na minha opinião.
E agora? O que fazer?
Os que se dizem de esquerda fazem políticas que não interessam a Portugal e aos Portugueses, e estão a perder terreno. Mentem descaradamente, como se todos os portugueses fossem uma cambada de parvos.
Andam a brincar com o fogo.
Depois não se surpreendam!
O povo está farto de mentiras e de mentirosos. Anseia pela verdade. O país está a viver um caos em quase todos os domínios.
O Governo não tem qualquer credibilidade.
A esquerda está a afundar-se.
ACORDEM! Antes que seja demasiado tarde!
Ouçam André Ventura e leiam os comentários ao vídeo. E pasmem!
«O Presidente Marcelo fez apenas figura de corpo presente, quedo e mudo. Compreende-se a sua vergonha, porque já não há independência para comemorar.» - (Paulo Morais)
in:
Blogue Portugal Glorioso
https://portugalglorioso.blogspot.com/2019/12/um-dezembro-nao-ha-independencia-para-comemorar.html

«Nas cerimónias do PRIMEIRO DE DEZEMBRO, DIA da Restauração da INDEPENDÊNCIA, o Primeiro-Ministro ANTÓNIO COSTA esteve AUSENTE e o Presidente MARCELO fez apenas figura de corpo presente, QUEDO E MUDO. Compreende-se a sua vergonha, porque JÁ NÃO HÁ INDEPENDÊNCIA PARA COMEMORAR.
Os maiores grupos económicos estão dominados pelo capital estrangeiro. A EDP e a REN estão controladas por chineses, que contratam Luís Amado ou Seixas da Costa (do PS), Eduardo Catroga (do PSD) e Celeste Cardona (do CDS) como seus representantes. Na GALP pontificam angolanos, a par do Grupo Amorim: contratam Costa Pina (do PS), Luís Todo-Bom (do PSD) e Adolfo Mesquita Nunes (do CDS).
O BPI é controlado por espanhóis, que têm a seu soldo Lobo Xavier e outros. No BCP, mais uma vez chineses e angolanos. Na ANA (aeroportos) mandam os franceses da VINCI e ao seu serviço está o social-democrata Luís Arnaud. E... ETC. A Economia Nacional está na mão de estrangeiros, os políticos portugueses estão ao seu serviço, fazendo o papel histórico de Miguel de Vasconcelos ou até do Conde Andeiro.
Perdida a Independência, resta a esperança que surja um grupo de conjurados (40 são bastantes) que, sob o comando de um novo D. João IV, ponha fim a este servilismo doentio.
A imagem da SIC é deprimente: protagonistas tristes, informação errada, nesta data que ficou obscura.»
Paulo de Morais
***
Nota: falta acrescentar a independência linguística, que Portugal perdeu para o Brasil. (Isabel A. Ferreira)
«O toureiro, derrotado! Caído e desfalcado do seu título, deambula abatido e desorientado, numa arena com alguns espectadores tão perdidos!
A imagem da tauromaquia, que sobrevive graças aos subsídios atribuídos pelos governantes!» (Theodore Bagwell)
É este o símbolo actual da tauromaquia!

Fonte:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1411629105679133&set=a.249504265224962&type=3&theater&ifg=1
«Até para se ser pobre é preciso ter sorte.
Esta é provavelmente a crónica mais politicamente incorrecta que fiz.
Mas os Bancos Alimentares contra a fome são um negócio ilegal de 50 milhões por ano. Apesar de apadrinhado pelo poder político e pela comunicação social.
Porque constituem outro tanto em sacos azuis para as IPSS que recebem o material. E inserem uma grave distorção no mercado das IPSS que viola claramente a lei da concorrência.
Porque metade das IPSS não recebem nada. Só as "eleitas" recebem. Portanto haveria pobres de primeira - os que são utentes das IPSS Amigas do Banco Alimentar, e os pobres azarados: aqueles que são utentes... das outras.
Mas digo "haveria" porque no fundo nem uns nem outros recebem sequer um pão A MAIS do que já recebiam antes.
Veja porquê.» (João Tilly)
Se isto é verdade, como parece que é, pois são apresentados documentos, o que andará o presidente da República Portuguesa a fazer no meio disto?

Se Portugal tivesse mais espíritos críticos como João Tilly e Paulo Morais, de certeza que os que ora nos governam estariam a fazer bolinhos numa qualquer pastelaria, e não por aí, a fazer-de-conta que são governantes.
Pasmem com o que vão ouvir no vídeo! (Isabel A. Ferreira)
Mas que desculpa mais esfarrapada é esta, senhor Presidente?
O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, diz que é "uma alegria tê-la entre nós", mas não irá à Doca de Alcântara cumprimentar a activista ambiental Greta Thunberg, por entender que poderia “ser considerado aproveitamento político”, referiu.
O presidente da nossa pobre República, faz de tudo, de tudo e mais alguma coisa, em que se mete, um aproveitamento político, até porque não é o que ele faz todos os dias, desde que foi eleito? E, neste caso, não quer arriscar tal julgamento, por causa do "aproveitamento político"?
Ou será por um motivo, que ele não tem a coragem de dizer alto?
A Greta Thunberg é o rosto e a voz dos que desafiam o poder dos hipócritas decisores políticos, nesta questão das alterações climáticas , a que poucos dão importância efectiva.
Contudo, o mundo mexeu-se a partir de Greta. E o resto é treta.

«É FUNDAMENTAL LUTAR PELO BEM-ESTAR ANIMAL 🐮🐷
Esta semana, o PAN fez um voto de condenação à morte de mais de 14 mil ovelhas no naufrágio do Queen Hind que foi CHUMBADO no Parlamento.
Contra – PS e PCP
Abstenção – PSD, CDS-PP, PEV, Chega e Iniciativa Liberal
A tragédia evidenciou uma vez mais a necessidade de o transporte de animais vivos ter mais regras, e mais firmes, mas parece que o Parlamento não pensa da mesma forma.
O voto do PAN pode ser consultado em
***
Através desta votação vê-se como os deputados da Nação estão preocupados com o bem-estar animal!
Grandes HIPÓCRITAS!
Força PAN!
Mas a bem dos animais, é acabar de vez com o transporte de animais VIVOS.
Isto é o mesmo que torturá-los.

Fonte:
https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852/2702437603150651/?type=3&theater&ifg=1
Assinem esta petição, por favor.
As mortes devido a ingestão de alimentos envenenados por pesticidas, aumentaram substancialmente. Nunca se morreu tanto de cancro, como nos tempos que correm.
Mas os governantes querem lá saber da nossa saúde! Querem é enterrar o maior número possível de cidadãos, para não terem despesas. A despesa com os doentes aumenta, mas estes acabam por morrer, mais depressa do que o esperado. É nisso que os governantes apostam, servindo a indústria assassina dos pesticidas.

O clorpirifós é um dos pesticidas mais perigosos de que já se ouviu falar, associado ao cancro, distúrbios do sistema nervoso e danos cerebrais, daí que Portugal seja um dos países europeus com mais doentes mentais.
O clorpirifós é o segredo mais sujo da indústria química, sendo o campeão de vendas em todos os lugares, mas mantido longe dos órgãos de informação. Diz-se que a origem deste pesticida remonta a agentes nervosos desenvolvidos num laboratório nazi. E agora está infiltrado na nossa alimentação, no ar que respiramos e na água potável que utilizamos.
Por isso, assinar esta petição é premente, para que levemos aos decisores políticos, a nossa voz com a exigência da proibição global do clorpirifós, mas também de todos os pesticidas que nos matam cada vez mais.
Querem acabar com a Humanidade, matando os insectos?
A este propósito, eis uma troca de ideias, entre mim e a minha amiga Idalete Giga, no Facebook:
Idalete Giga - Mais um crime contra a Humanidade, pois este veneno está espalhado por todo o planeta. As grandes empresas multinacionais da indústria químico farmacêutica são o inferno na Terra. São uma Corporação de bandidos organizados e os (des)governos PACTUAM (!). Ora se pactuam também pertencem à mesma corporação(!) QUEM NOS DEFENDE????? (...) Já assinei a petição que está quase a atingir neste momento um milhão de assinaturas. TEMOS TODOS O DEVER DE A ASSINAR!!!
Isabel A. Ferreira - O meu médico disse-me que os governantes deveriam olhar mais para o que se põe na terra: esses venenos que nos envenenam e provocam cancros, que aumentaram substancialmente, nos últimos 30 anos, porque é através do que comemos, mais do que do ar que respiramos, que eles se desenvolvem. E o que fazem os governantes? Como em tudo o resto, apoiam a indústria PESTICIDA! E com isso contribuem para o elevado número de doenças cancerígenas, que estão a propagar-se vertiginosamente.
A política a este respeito é ZERO.
Idalete Giga - De facto, amiga Isabel, a alimentação dos portugueses é um grave problema . Creio que não há estudos sobre este aspecto tão importante. É precisamente porque se come muito mal (saberá o actual e os anteriores governos, o que comem diariamente dois milhões de portugueses atirados como lixo, para a pobreza?) que a saúde da maioria da população portuguesa é má. E se o corpo está doente, como pode a mente ser sã? Hoje ouvi uma notícia terrível, (que já não é novidade para mim) e vem precisamente ao encontro do que acabo de escrever. Portugal é o País europeu com mais doentes mentais e, como consequência, o que consome mais drogas ansiolíticas, etc., etc. Isto não pesa na consciência dos políticos que têm desprezado a alimentação da população portuguesa????? OS ASSASSINOS PREFEREM AJUDAR A ENGORDAR OS LUCROS FABULOSOS DA INDÚSTRIA QUÍMICO-FARMACÊUTICA (!!!!!) Possivelmente também têm acções na Bolsa e Off-shores nos paraísos fiscais. Se assim não fosse, a saúde dos portugueses seria bem diferente. Estes canalhas não vêem que quanto mais doentes há mais a despesa pública aumenta?????
Isabel A. Ferreira - Idalete Giga exactamente. As mortes devido à ingestão de alimentos envenenados, aumentaram substancialmente.
Os governantes querem lá saber da nossa saúde! Querem é enterrar o maior número de cidadãos, para não terem despesas. A despesa com os doentes aumenta, mas eles acabam por morrer, mais depressa do que o esperado. É nisso que os governantes apostam, servindo a indústria assassina dos pesticidas.
Fico pasmada com a ignorância que por aí vai, no que respeita ao modo como agora se escreve a Língua Portuguesa.
A maioria dos Portugueses não sabe o que é isso do AO90. Quando se pergunta por aí por que escrevem “fatura” em vez de faCtura, a resposta é de pasmar: «Agora escreve-se assim». E porquê? «Porquê o quê?». Por que é que agora se escreve assim? «Ora porque agora é assim, mandam escrever assim». Sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990? «O que é isso?».
Um destes dias, numa estação de serviço na A7, li o seguinte, num aviso colado à máquina registadora: «Se quiser fatura, deve pedi-la quando afatuar o pagamento». E isto já foge ao âmbito do “acordo”.
Ainda estava do lado de cá da fronteira com Espanha. Mas em Espanha não se escreve assim tão mal. Aliás, em país europeu nenhum, se escreve assim tão mal.

Os Portugueses, no seu gosto desenfreado e patológico de imitar tudo o que é estrangeiro, acabam por cair na parvoíce e na deselegância, neste caso, na deselegância da escrita.
Em Portugal, como aliás em todos os países ditos lusófonos, quase ninguém sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), e as implicações perniciosas da sua aplicação.
E quando nos aparece alguém a dizer (uns, parvamente, outros, ingenuamente): «Ah! Agora escreve-se assim» e lhes falamos, por exemplo, no livro do Embaixador Carlos Fernandes «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor» os parvos evocam imediatamente o Malaca Casteleiro (esse é que as sabe!); os ingénuos não se interessam por leituras, estão mais virados para o futebol e para os programas altamente "colturais" dos “casamentos” e "namoros", transmitidos na SIC e TVI, a somar às novelas.
E quem ganha com esta parvoíce de uns, e ingenuidade de outros?
Obviamente, os actuais governantes portugueses, os que se arvoram em "donos da Língua", e que recebem ordens para destruir a Língua Portuguesa e promover o Dialecto do Brasil.
Até porque eles sabem que Portugal é o país europeu com o maior índice de analfabetismo; e também sabem que 80% da população não se interessa nada por estas coisas da Cultura, da Língua e da Identidade Portuguesas, e que as informações cruciais acerca das verdades sobre o AO90 confinam-se a um universo de 20% dos Portugueses.
É uma falácia dizer que o AO90 tem a ver com a evolução da Língua, quando é um tremendo retrocesso passar de cavalo para burro, ou seja, de Língua para Dialecto.
Posto isto, aqui deixo uma informação útil, assente nos pareceres de juristas, de linguistas habilitados (porque os há desabilitados, co mo Malaca Casteleiro e quejandos) e dos estudiosos desta droga alucinogénia chamada AO90, e principalmente baseada no livro: «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor – Prepotências do Governo de José Sócrates e do Presidente Cavaco Silva», do Embaixador Carlos Fernandes, que nenhum governante, incluindo o PR, e professores de Português leram, para estarem informados do que é essa fraude do AO90.
- O AO90 agride barbaramente a etimologia das palavras, empobrecendo a ortografia portuguesa, desenraizando-a da sua família indo-europeia;
- O AO90 é tecnicamente insustentável; juridicamente inválido, politicamente insciente e materialmente impraticável;
- O AO90 não tem validade internacional, até porque não passa de uma fraude;
- O AO90 é ilegal e inconstitucional, não estando em vigor na ordem jurídica internacional;
- Os professores ensinam nas escolas portuguesas, sob coacção, uma ortografia baseada na "Cartilha Brasileira", juridicamente ilegal, porquanto não existe lei alguma que o sustente;
- Na ordem jurídica internacional a Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem qualquer valor de lei;
- Não é preciso ser um génio da jurisprudência para reconhecer que Portugal agiu de má-fé e com abuso de poder, ao permitir que o 2º protocolo tivesse força de Lei, uma vez que este protocolo não foi ratificado por todos os países, segundo o tratado original;
- O AO90 é uma burla à Lei Constitucional e aos princípios elementares da Democracia e do Estado de Direito;
- O AO90 viola o princípio da igualdade dos Estados;
- Não existe Lei alguma que o torne obrigatório, a única Lei existente que está em vigor em Portugal e na ordem jurídica internacional é o Decreto-Lei Nº 35.228, de 8 de Dezembro de 1945, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 32/73, de 6 de Fevereiro de 1973, que não foi revogado;
- A Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem valor de lei;
- Nenhum cidadão português pode ser penalizado por se recusar a aplicar o AO90, algo que é ilegal, é uma fraude e não tem validade internacional;
- Rejeitar o AO90 é um acto de cidadania, não punível por Lei;
- Quem aplica o AO90 ou está mal informado ou de má-fé.
- Quem aplica o AO90 é cúmplice de uma ilegalidade, de uma inconstitucionalide, de mentiras e de fraudes cometidas pelos intervenientes;
Consultar este link, para confirmação:
https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/documentosprovasmentirasfraudes-do-203378
- A aplicação ilegal do AO90 sujeita-nos à vergonha de Angola, Moçambique, Timor, Guiné Bissau e S. Tomé e Príncipe não aceitar o acordo porque têm mais respeito pela Língua Portuguesa do que os portugueses que o aplicam ilegalmente, sendo os governantes, (presidente da República à cabeça, como Chefe de Estado), o primeiro-ministro, os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Educação, os principais responsáveis pelo caos ortográfico instalado em Portugal.
***
Depois disto, a grande e crucial pergunta, que todos os Portugueses devem fazer, principalmente os professores, exigindo uma resposta urgente e objectiva, antes de se curvarem servilmente diante do monstro ortográfico, é a seguinte:
Qual a Lei ou Decreto-lei que obriga os Portugueses a aplicarem o AO90?
É que só uma lei ou um decreto-lei poderá obrigar os cidadãos portugueses a aplicarem a ortografia brasileira, disfarçada de AO90. Onde está essa Lei? E não venham com a RCM Nº 8/201, porque isto não tem qualquer valor de lei.
Ninguém é obrigado a fazer o mesmo que as outras pessoas fazem, só por imitação, ignorância ou servilismo (a isto chama-se carneirada). E carneirada é o que mais há em Portugal.
E não esquecer que passar a palavra sobre esta informação útil é um dever cívico de todos os Portugueses que se prezam de o ser.
Isabel A. Ferreira
«Quem eram afinal os tipos que se concentraram no passado dia 22 no Terreiro do Paço em defesa do mundo rural?
Trabalhadores rurais? Não.
Todos os que compareceram mais não eram que a escumalha que vive à pala de subsídios tais como ganadeiros de touros de lide, galgueiros, caçadores etc.»
Fonte:
Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2019/11/26/a-concentracao-dos-subsidio-dependentes/


«Os verdadeiros defensores do mundo rural aqueles que não torturam animais e não são subsídio-dependentes permaneceram nos seus locais de trabalho.
O mundo rural existe e tem que ser ajudado mas esse não esteve na concentração no Terreiro do Paço bem pelo contrário.
Todos os presentes mamam na teta do estado e não querem perder os chorudos subsídios que lhes são dados através dos nossos impostos.
Os autarcas que apoiaram esta obscenidade são aqueles que desbaratam dinheiros públicos para apoiar estes parasitas e que depois se justificam com a tradição e a cultura das regiões.
A tradição e a suposta cultura neste país serve sempre para justificar o injustificável, ou seja, que os animais existem para serem objecto de abuso e de tortura em espectáculos abomináveis.
Enquanto os partidos com maioria sentados no parlamento continuarem vendidos aos lobbies destes sociopatas este país no que respeita aos direitos dos animais jamais passará da cepa torta!»
Prótouro
Pelos touros em liberdade
O Grupo Municipal do PAN apresenta hoje na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação para a criação de mais estacionamento para bicicletas na cidade e para que estas possam ser transportadas pelos seus utilizadores nos autocarros.

“É para nós muito gratificante ver que Lisboa é hoje uma cidade ciclável, tendo em conta que desde o mandato passado o Grupo Municipal do PAN apresentou diversas recomendações em matéria de mobilidade suave e de incentivo ao uso de bicicletas enquanto meio de transporte alternativo ao veículo motorizado. No entanto, ainda não temos uma cidade totalmente adaptada a quem utiliza este meio de transporte, à semelhança do que acontece noutras cidades da Europa”, refere Miguel Santos, deputado municipal do PAN.
Esta recomendação recupera uma outra proposta que o PAN apresentou, em Fevereiro de 2016, e que visava a implementação de mais locais de estacionamento para bicicletas na cidade, junto a parques, jardins, edifícios públicos, parques de estacionamento pagos, entre outros locais estratégicos. Em 2016, esta proposta foi aprovada pela Assembleia Municipal mas nunca chegou a ser concretizada.
Nesta recomendação o PAN propõe ainda a colocação de um sistema de equipamentos nos autocarros, denominados “racks”, que permitam que os utentes da Carris possam transportar gratuitamente a sua bicicleta.
Conclui Miguel Santos que “em Portugal, 80% dos adultos não pratica exercício físico, o que se reflecte nas nossas despesas de saúde. As deslocações quotidianas são uma forma de introduzir actividade física na vida das pessoas, pelo que temos que criar condições e incentivos para, por exemplo, o uso da bicicleta como meio de mobilidade”.