Quinta-feira, 14 de Novembro de 2019

António Costa diz que quer “promover o sucesso escolar” sem chumbar os alunos até ao 9º ano, mas não diz que um aluno que repete o ano, sai mais caro ao Estado, do que um quase analfabeto

 

Como se promove o sucesso escolar com base no insucesso?

 

O sucesso escolar só é promovido com SABER, não com ignorância.

 

A falta de uma política de Ensino, baseada no SABER e na má preparação dos professores (nem todos felizmente) e no  caos em que se transformou o ensino da Língua Portuguesa, importante PILAR para todas as disciplinas, porque é a Língua que gera a LITERACIA, e na  trapalhada em que o ensino se tornou, está na base do elevado índice de insucesso escolar, em Portugal, país com o maior índice de analfabetismo (sem contar com os analfabetos funcionais que por aí  já circulam, incluindo na classe docente), como pode comprovar-se neste link:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/portugal-tem-a-taxa-de-analfabetismo-96078

 

Mas vamos dar voz à professora Teresa Botelho, e ao professor universitário Fernando Alberto II.

 

escola.png

 

Texto de Teresa Botelho, que subscrevo na totalidade.

 

«Explique-me quem puder, onde vai parar a literacia e a cultura deste país, porque se os erros ortográficos já fervem em muitos comentários que por aí leio, como será se acabarem as retenções e os meninos forem para as escolas só porque sim?

 

Se nesta altura do ano ainda faltam professores em muitas escolas, onde vão arranjar quem dê apoio aos alunos que transitam para o ano seguinte sem saberem nada do que ficou para trás e quantas horas lectivas a mais se irão acrescentar à carga horária normal para os recuperar?

 

Poupa-se em profissionais no SNS, carrega-se nos impostos, financiam-se bancos e formam-se ignorantes nas escolas, porque um aluno que repete, sai mais caro ao Estado, do que um quase analfabeto a prazo com 635€ mensais que trabalha 40h por semana.

 

Não se fala em conteúdos, novas estratégias, alterações de programas, nem incentivos à aprendizagem, porque isso custa dinheiro. O que com isto se pretende, não é a valorização das competências dos nossos jovens, mas sim o aumento de um falso sucesso, para as estatísticas.

 

Sinto-me ultrajada perante tamanha manobra suja de poupança, à custa das gerações futuras (sobretudo as mais carenciadas) que não terão acesso a escolas privadas, a explicações, ou a famílias que os saibam apoiar, porque são esses que jamais conseguirão os conhecimentos necessários para entrarem numa universidade, ou para terem qualquer outra formação que os faça ter um futuro.

 

Este é afinal, o socialismo das desigualdades, da vigarice e da rasteira mascarada de uma competência saloia e elitista que parece que poucos ainda se dignaram desmascarar, porque ainda engolem tudo o que lhes é vendido!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/terezabotelho?__tn__=%2CdC-R-R&eid=ARAreTmemjhpuEPQs0o3jENpZSnR5-vGE9wlmy3s4pyTbgb61cRLzjix-7qk7wrN0PA_A4t4hDQ_XNNT&hc_ref=ARSenvNK9QwWEFBbU9G5o1UyLsYY5W3VHbeRJhOaFgPptiVIjUXC3dIDUOp17ojQ2-A&fref=nf

 

***

Eis um curto texto que o Professor Fernando Alberto II, publicou no Facebook, e que gerou um comentário de uma professora, o qual, infelizmente, é o pão nosso de cada dia de muitas mais professoras, incluindo de universitárias, protagonistas de comentários de pasmar, com ordinarices à mistura!!!!! (Tenho uma colecção deles, não os publico, porque o meu Blogue não é uma tasca rasca).

 

«Sempre estive a par da grande ilegalidade e inconstitucionalidade, que é este falso e traiçoeiro "Acordo Ortográfico, de 1990". Ninguém o encomendou nem ninguém o quer. Temos de lutar para que seja definitivamente ANULADO.»

 

Comentários:

 

Elsa Bernardes Temos que lutar por melhores salários e condições de vida mais dignas, isso sim! Acordo ortográfico? Que importa isso na nossa vida? Fernando, acho que há causas mais importantes para direcionares a tua atenção. 

  

Fernando Alberto II Esses problemas sempre existiram em Portugal, não são de agora.

 

Fernando Alberto II Este falso "Acordo Ortográfico, de 1990", é que é um grave problema surgido há poucos anos e, sem qualquer necessidade.

 

Isabel A. Ferreira Inacreditável, o seu comentário, Elsa Bernardes!
Na sua vidinha, que já vai adiantada, o Acordo Ortográfico pode não importar nada. Mas importa na VIDA das crianças e jovens estudantes, que estão a ser enganados e a aprender incorreCTamente a Língua Materna deles. Serão os analfabetos funcionais do futuro, se nada se fizer, para travar esta tragédia linguística. O que adianta bolso cheio, num cérebro vazio?

A Causa da Língua Portuguesa é uma causa das mais importantes, da actualidade, porque está em causa a IDENTIDADE PORTUGUESA e o analfabetismo funcional

Eu nem acredito, que alguém que está ligada ao ENSINO, possa ter uma visão tão economicista da nobre MISSÃO de ENSINAR. Nem acredito! Não admira que os jovens cheguem às universidades sem saberem escrever e com um elevado grau de ILITERACIA, o que implica numa ignorância de quase tudo.

 

Fernando Alberto II Não há dúvida de que tem razão, cara amiga Isabel A. Ferreira pois, o que eu noto, infelizmente, para grande desgosto meu, nas Universidades por onde tenho passado, quando os alunos entram no ensino Superior para se licenciarem no Curso por si escolhido, conseguem acabar esse mesmo Curso, com maior ou menor dificuldade mas, quanto à sua cultura geral, às Ciências Sociais e Humanas, Linguística, Semântica, Morfologia, Sintaxe, Gramática, Conjugações verbais, diferença entre verbos regulares e irregulares, Geografia Política, Ciências Políticas, Ciência Histórica, etc...etc..etc.., infelizmente, não sabem nada de nada, nada, mesmo nada de nada, nada, absolutamente nada de nada. Quanto a mim, infelizmente, a maior parte faz muito má figura, quando entra no mercado do trabalho.

 

Isabel A. Ferreira Pois, é uma vergonha. A Cultura Culta do futuro está comprometida, caro amigo. Não sei como se há-de corrigir este gravíssimo erro.

 

Fernando Alberto II Como já deve ter tido oportunidade de verificar, a maior parte das pessoas são extremamente materialistas e, não lhes interessa para nada o conhecimento e a cultura. Como referiu e bem, no futuro vamos ser um "povo materialista rico, com os bolsos cheios de dinheiro mas, com a CABEÇA ÔCA, SEM CÉREBRO pois, o que conta é o dinheiro, o materialismo CAPITALISTA/SELVAGEM.

 

 Fonte:

https://www.facebook.com/profile.php?id=100013357123117

 

***

 

Posto isto, aqui fica uma amostra deste nosso triste Portugal, que caiu em mãos erradas.  

 

Espero que tal governo caia. Espero que haja uma forte oposição, de todos os restantes partidos com assento na Assembleia da República, a estas políticas socialistas desastrosas, porque comprometem seriamente o futuro das próximas gerações, e atira Portugal para o charco.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

Ainda a confrontação, na TVI, entre Civilização (José Pacheco Pereira) e Obscurantismo (Miguel Sousa Tavares) a propósito de touradas...

 

Uma douta intervenção do Dr. Vasco Reis, Médico-Veterinário, num comentário no Facebook, a propósito da aludida confrontação entre Civilização e Obscurantismo.

 

Touros.jpg

E pensar que os Touros são bovinos mansos, porque herbívoros, que se os deixarem em paz, pastam tranquilamente nos prados, como cordeirinhos...

Origem da imagem:

https://olhares.sapo.pt/touros-no-pasto-foto3442125.html

***

 

E pensar que é a isto que os reduzem, para satisfazer o “gosto” dos miguéis sousas tavares do mundinho tauromáquico…

 

 Touro monsaraz.jpeg

Massacre ilegal de Touro em Monsaraz, com crianças envolvidas, algo permitido pelas autoridades e governantes portugueses.

 

Vasco Reis Bravo ao José Pacheco Pereira pela sua argumentação tão correcta, corajosa e com muito sentido de ética. Creio que se deve reconhecimento a este digno cidadão abolicionista e agradecimento à sua tomada de posição pública, manifestando-se e argumentando contra a praga tauromáquica. Toda a solidariedade é importante para aqueles que o fazem!

 

É bom que se conheça o que o Miguel Sousa Tavares diz acerca de touros e de touradas, uma série de erros e de falácias, que os defensores da tauromaquia impingem como de costume e que não têm qualquer reconhecimento científico e nenhum sentido de ética. É democraticamente inaceitável a opinião que defende sobre a liberdade de se permitir a crueldade intrínseca da tourada, montra de maltrato animal, que antes, durante e após este "tradicional" evento representa de sofrimento psicológico e físico. Uma ideia vergonhosa de democracia para se continuar com a barbárie!

 

Talvez, o comentador em questão, que define o touro como animal de luta, sempre ao ataque, pudesse imaginar-se na situação do animal e viesse a mudar de mentalidade, se tivesse capacidade para tal. Pois, o animal é criado e habituado a um ser humano (pastor) ameaçador e tal, até com varapaus de comprimento imponente; apartado e transportado em pânico e em cubículo claustrofobizante; "preparado" para a lide com requintes e de maneira a perder força e capacidade; empurrado para a arena vindo da escuridão e ofuscado pelo sol; assustado pelo alarido; provocado pelos "artistas" a pé e a cavalo; esgotado; cravado de arpões, que tão cruelmente como foram espetados, assim são retirados. Seguem-se horas e dias depois deste "calvário" a sofrer acidose, febre e dores provocadas pelos ferimentos das bandarilhas, confinado e novamente transportado em pânico, até que uma morte sofrida lhe ponha termo a tanto sofrimento.

 

E porquê tudo isto? Para que haja negócio e porque gente como o aficionado Miguel Sousa Tavares adora esta luta, aliás (para ele "bailado"), que acha tão bela e tão valorosa e que importa manter esta tradição, que não considera cruel. A iniciativa deste frente a frente por parte da estação televisiva foi importante e contribui para conhecimento de argumentação pró tourada (que é indefensável) e de argumentação contra a tourada! (que é irrefutável)! Que malvadez para touros e cavalos, que prejuízo civilizacional para a sociedade e que desprestígio para Portugal.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Terça-feira, 12 de Novembro de 2019

Debate sobre touradas na TVI: José Pacheco Pereira (em nome da civilização) vs. Miguel Sousa Tavares (em nome da barbárie)

 

 Pacheco Pereira 100. Miguel Sousa Tavares ZERO.

 

Não sei como Pacheco Pereira aguentou tanta ignorância, sem se alterar. A pobreza “argumentativa” de Miguel Sousa Tavares assentou, toda ela, na gigantesca ignorância que caracteriza a tauromaquia.

Isto não foi bem um debate. Foi uma confrontação entre a inteligência, a modernidade civilizacional e a humanidade, vs. a palurdice, o obscurantismo, a crueldade...

 

Eis a verdade científica para a falácia do Touro dito "bravo", que na realidade NÃO existe na Natureza:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/98835.html?thread=1885459#t1885459

 

Do que gostei mais foi quando o Miguel disse que um Touro "bravo" já investiu contra ele, e Pacheco Pereira disse que (o Touro) fez muito bem. Brilhante. E fez bem porquê? Porque todos os animais não-humanos, incluindo os Bovinos, família à qual os Touros pertencem, farejam, à distância, um troglodita-predador, e, instintivamente, investem para se defenderem.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:37

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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

«Álvaro Covões Acha que a Tortura de Animais é um Produto Fantástico»

 

«Álvaro Covões organizador de festivais de música como o Nos Alive é um dos compradores da espelunca que dá pelo nome de Campo Pequeno e será ele que vai gerir a praça de touros e o centro comercial

in Blogue Prótouro, pelos touros em liberdade

https://protouro.wordpress.com/2019/11/09/alvaro-covoes-acha-que-a-tortura-de-animais-e-um-produto-fantastico/

 

Covões.jpg

 

«Se alguém pensa que este é o homem que pode acabar com as touradas no bordel está completamente enganado, uma vez, que em 2013 numa entrevista dada à Visão o mesmo afirmou e citamos:

 

“Gosto de tourada, mas não sou aficionado. Não gosto de touros de morte, mas o toureio a cavalo e a pega acho um espectáculo. Se mandasse, investia nas imagens das pegas de caras para divulgar Portugal no mundo. Mostra bem o que é o povo português, a nossa coragem. Ainda não tive tempo para isso, mas até gostava de trabalhar com touradas. Do ponto de vista turístico, é um produto fantástico. Temos de valorizar as nossas tradições, e se pudermos ganhar dinheiro com isso…”.

 

«Álvaro Covões a tauromaquia não é produto fantástico para turistas, bem pelo contrário, a tauromaquia afasta turistas quer estrangeiros, quer nacionais. Será que este tipo sabe que muitos dos espectáculos musicais que têm lugar no Campo Pequeno e que são organizados por ele são boicotados por uma grande maioria exactamente porque os portugueses sabem que ao gastarem dinheiro na praça de touros este é injectado na tortura animal.

 

Se depois desta compra ele continuar a ter na programação do espaço touradas vai acabar por perder dinheiro, e provavelmente a dobrar, porque as pessoas acabarão também por boicotar todos os outros festivais por ele organizados noutros locais.»

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:35

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Sábado, 9 de Novembro de 2019

Escolas de toureio: é o mesmo que atirar as crianças para um contentor de lixo

 

Miséria moral, social e cultural que o Estado Português trata com uma gigantesca leviandade e hipocrisia.

 

Mandar miúdos para escolas de toureio, é como atirá-los a contentores de lixo, neste caso, não para morrer (o que poderá acontecer um dia), mas para se transformarem em monstrinhos.

 

"A criança que se inclina sobre o animal, fazendo-o sofrer, saberá um dia estender a mão ao seu irmão?" (Albert Schweitzer (1875-1965), médico, teólogo cristão, filósofo e humanista).

 

LIXO.jpg

 

(Foto da Internet)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035/2821441031219555/?type=3&theater&ifg=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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Sexta-feira, 8 de Novembro de 2019

Um significado da palavra “toureiro”, que diz tudo da repugnância que tal “actividade” provoca nas pessoas dotadas de empatia

 

Algo que nos vem de Espanha, o berço desta prática medievalesca.


«Não existe palavra mais repugnante, odiosa suja, nauseabunda, repulsiva, fétida, imunda,  que provoca vómitos, vilã, fedida, boçal, horrível, endemoninhada, conspurcada, nojenta, sarnenta, bárbara, asquerosa, selvática, infecta, sanguinária, vil, miserável, nociva, cobarde e rastejante, do que a palavra TOUREIRO.»

 

Toreiro.jpg

Origem da imagem: https://www.pinterest.ca/pin/708472585110730031/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:12

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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2019

Francisco Guerreiro (PAN) a propósito de uma exposição tauromáquica no Parlamento Europeu: «Demore o tempo que demorar a não violência vencerá»

 

 

Francisco Guerreiro.jpg

 

«🐂  Hoje, no Parlamento Europeu, o decrépito lobby tauromáquico Português, Espanhol e Francês, através da União de Criadores de Touros de Lide, tentou mascarar a crueldade e a violência da indústria com uma exposição sobre a relevância destes seres sencientes e sensíveis na preservação da biodiversidade. Desespero? 


️ Para nós, PAN, o único caminho é a abolição da tauromaquia. ️ ️ Demore o tempo que demorar a não violência vencerá.» (Francisco Guerreiro – Deputado pelo PAN)


 ***

 

Uma tal exposição só demonstra a gigantesca ignorância de quem a elaborou. E se da parte dos visitantes houve alguém que acreditou no que a exposição exibiu, também demonstrou uma fenomenal ignorância. E se o Parlamento Europeu pactuar com essa ignorância, teremos um PE também muito ignorante.

 

Porque tudo na tauromaquia assenta na maior ignorância e na mentira, que geram a monumental estupidez que a caracteriza.

 

Caro Francisco Guerreiro, deixo-lhe aqui o texto de um Biólogo, que pode ajudar o Parlamento Europeu a não acreditar nas mentiras dos tauromafiosos:

 

«A tourada, razão da existência do Touro bravo?» Ou a queda de um mito...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:10

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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2019

Numa carta aberta, 11 mil cientistas alertam o Mundo para o sofrimento humano incalculável, se não se tomarem medidas urgentes quanto à crise climática que está a matar o Planeta

 

Ontem, dia 5 de Novembro, no dia em que se assinalaram os 40 anos da primeira Conferência Mundial do Clima, em Genebra, em 1979, mais de onze mil cientistas de 153 países juntaram-se para, numa carta aberta publicada na revista “BioScience”, alertar o mundo para o sofrimento incalculável que as alterações climáticas irão provocar, a menos que haja grandes transformações nas sociedades.

 

Como é possível que os que detém o Poder com a visível indiferença que esta questão lhes merece, não tenham consciência do mal que farão à própria descendência, já nem me refiro à descendência dos restantes habitantes do Planeta, nem à restante fauna e à flora?  

 

E andam eles por aí muito preocupados em encher os bolsos, como se o vil metal servisse para alguma coisa num Planeta sem água, sem alimentos, sem ar puro, sem florestas, sem abelhas, sem fauna, sem flora! Num Planeta inviável, morto.

 

Apesar de alguma coisa estar a ser feita, não é o suficiente, e os governos assobiam para o lado, como se não viessem a ser atingidos pela mesma desgraça que atingirá todo o Planeta, se as medidas necessárias não forem implementadas.

 

Concordo com o meu amigo António Sérgio Marquesquando diz que «do alto das suas torres de marfim, desdenham da ciência, prestam vassalagem ao lobby do carbono fóssil que lhes dita as políticas, e cospem nos restantes mortais, incluindo nos filhos e netos, que certamente desprezam. Trogloditas!»  

 

Clima.png

 

Esta carta aberta aos “poderosos” do mundo, inclui indicadores que os investigadores descrevem como "sinais vitais" relacionados com essa mudança e as áreas que requerem acção global imediata.

 

Alguns desses indicadores da actividade humana são positivos, como a crescente inclusão de fontes de energia renováveis, mas a maioria dos indicadores mostra uma imagem sombria, incluindo a crescente população de animais para consumo humano, perda de florestas e emissões de dióxido de carbono.

 

«Declaramos clara e inequivocamente que o planeta Terra está a enfrentar uma emergência climática (…) e para garantirmos um futuro sustentável, precisamos de mudar a forma como vivemos. Isso implica grandes transformações no modo como a sociedade global funciona e interage com os ecossistemas naturais (…) A crise climática já chegou e está a acelerar mais rápido do que a maioria dos cientistas esperava. É mais grave do que se pensava e está a ameaçar ecossistemas naturais e o destino da humanidade (…) Estas reacções climáticas em cadeia podem causar perturbações significativas nos ecossistemas, sociedade e economias, potencialmente tornando vastas áreas da Terra inabitáveis”, asseveraram os cientistas, alertando que não há tempo a perder.

 

O que os cientistas aconselham que se faça? 

 

- Controlo do crescimento da população mundial – actualmente há mais 200 mil pessoas no mundo a cada dia que passa. A população humana deve manter-se estável.

- Reduzir a utilização de combustíveis fósseis através da aplicação de taxas e substituindo-a por energias renováveis.

- Terminar com a destruição de florestas e diminuir o consumo de carne.

- Reduzir as viagens aéreas.

- Reforma do sector de energia.

- Redução de poluentes de curto prazo.

- Restauração de ecossistemas.

- Optimização do sistema alimentar.

- Estabelecimento de uma economia livre de dióxido de carbono.  

 

Dizem os cientistas que outra das actividades humanas com “sinais profundamente perturbadores” no que respeita ao clima, é a actividade aérea, com o número de passageiros a aumentar significativamente. A crise climática está ligada ao excessivo consumo de um estilo de vida rico, dizem os cientistas.

 

E dizem mais: «a boa notícia é que uma mudança transformadora, com justiça social económica para todos, levará a um bem-estar humano muito superior àquele que sentimos actualmente».

Quem está disposto a mudar do estilo de vida esbanjador para o estilo de vida onde apenas o essencial é importante?

 
O professor William Ripple, principal autor desta carta, salientou ter sentido a necessidade de transmitir esta mensagem para que o mundo entenda todas as causas e efeitos desta crise, e não apenas os problemas mais abordados: as emissões de carbono e o aumento da temperatura global.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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Terça-feira, 5 de Novembro de 2019

«O som do silêncio»

 

Porque o ruído é uma das maiores pragas do nosso tempo, e ninguém de direito, faz nada para o desincentivar, muito pelo contrário, aqui vos deixo um excelente trabalho de investigação da autoria de Idalete Giga, professora na Universidade de Évora, poetisa, escritora, dedicada ao Canto Gregoriano.

 

O ruído pode matar. Lentamente. Daí ser obrigatória a leitura deste texto.

 

Tyler.png

 

1.- Silêncio versus ruido

  • O que é o silêncio?
  • Silêncio e mutismo
  • Algumas reflexões sobre o silêncio no mundo contemporâneo

 

  2- Hino ao silêncio

  

1.- Silêncio versus ruido

  

  • O que é o silêncio?

 

Se a palavra que vais dizer não é mais bela que o silêncio, não a digas.

  (Provérbio Sufi)

 

A palavra “silêncio” deriva do verbo latino “sílere” que significa “calar-se”.

 

Segundo Malcolm de Chazal “o silêncio não tem contornos, assim como o espaço não tem limites, porque, tal como o espaço, o silêncio é consubstancial a tudo” (cit. in Smedt, p.19).

 

O silêncio implica sempre o seu contrário - o ruído. Silêncio e ruído estão constantemente presentes no nosso quotidiano. Há uma variedade infinita de silêncios e ruídos tendo cada um o seu significado próprio, uns agradáveis, outros devastadores.

 

Se a Psicolínguística da Linguagem está muito avançada cientificamente, o mesmo não acontece com o Silêncio cujos estudos estão a dar os primeiros passos. Entre os investigadores que tentaram construir uma tipologia do silêncio estão o japonês Ikemi e o americano Bruneau que relacionam o silêncio com os processos cerebrais e Marie Troika, da Universidade de Illinois que esquematizou as diversas dimensões do silêncio em três grandes grupos: 1- os silêncios institucionais; 2- os silêncios dos grupos; 3- os silêncios individuais interactivos e não interactivos.

 

É importante referir, a propósito, os extraordinários avanços dos estudos sobre o cérebro humano. Hoje, sabemos que o hemisfério esquerdo controla a nossa acção em sociedade. É o centro das funções verbais e analíticas. Tem a ver com a palavra. O hemisfério direito controla o nosso património natural. É o centro das reacções do inconsciente e das funções não verbais. Tem a ver com o silêncio. Os estudos do prof. Ikemi e da sua equipa provam que há uma necessidade absoluta do funcionamento harmonioso entre os dois hemisférios e as restantes zonas cerebrais. Segundo o mesmo investigador, o que predomina no homem moderno é o hemisfério esquerdo. As manifestações instintivas, intuitivas e emocionais são afastadas e reprimidas pelos aspectos intelectuais e hiperactivos do nosso eu, resultando daqui um grande desequilíbrio e stress. Ainda segundo Ikemi, o ruído provocado pelo hemisfério esquerdo já não nos deixa ouvir a sabedoria profunda emitida pelo hemisfério direito. O desequilíbrio entre os dois hemisférios causa um conflito entre as mensagens do silêncio natural e as outras impostas, da palavra social. É a origem da doença mental e psicossomática. É um problema de comunicação quer no interior quer no exterior de nós próprios.

 

1.2.- Silêncio e mutismo

 

 Escuta o silêncio dentro de ti.  (Máxima Budista)

 

Silêncio e mutismo, que aparentemente são sinónimos, têm significados muito diferentes. Chevalier e Gheerbrant abordam este aspecto de forma muito lúcida no seu Dictionnaire des Symboles. Faço aqui uma pequena síntese: “Enquanto o silêncio se abre à revelação, o mutismo fecha-se à mesma. O silêncio abre uma passagem, o mutismo impede-a. O silêncio envolve os grandes acontecimentos, o mutismo apaga-os. O silêncio engrandece, enobrece as coisas, o mutismo degrada-as, destrói-as. O silêncio significa evolução, o mutismo significa regressão”. (n. trad.).

 

Podemos concluir desta interessante comparação entre silêncio e mutismo que este não se identifica de forma alguma com o silêncio quer interior quer exterior, mas sim com o ruído mental. O silêncio interior significa paz, equilíbrio reencontrado. Este silêncio permite-nos estabelecer um contacto verdadeiro com os outros e com a energia que faz mover o universo. A tranquilidade silenciosa desenvolvida no nosso mundo interior permite que a nossa consciência se desenvolva, se amplie. O valor da nossa interioridade desenvolvida permite que a sabedoria cresça e que cortemos as amarras da ignorância. O silêncio só fala a quem o quer escutar. Por isso, só conseguimos descer ao mais profundo de nós através dele. Se escutarmos o silêncio dentro de nós ele conduz-nos à descoberta da nossa essência. É no silêncio do nosso pensamento que nasce toda a criatividade. É no silêncio que o espírito se eleva e evolui. É através do nosso silêncio interior que Deus se manifesta.

 

  • Algumas reflexões sobre o silêncio no mundo contemporâneo

 

O homem que faz ruído, só recebe ruído de volta  (Provérbio Tuaregue)

 

O mundo contemporâneo é cada vez mais ruidoso e confuso. O silêncio é constantemente violado pelo ruído. Este transformou-se numa droga industrializada. Pessoas de todas as idades, principalmente adolescentes e jovens, ficam aterrorizados com o silêncio. Não o suportam um só momento. Necessitam constantemente de um ruído, de um fundo musical qualquer, quase sempre intenso, seja através da Rádio, T. V. e outros meios. Os níveis de ruído, sobretudo nas grandes cidades, são devastadores para a saúde física e mental, atingindo o sistema nervoso e o cérebro. Desde há muito que se perderam os hábitos de escuta, a capacidade e disponibilidade para ouvir, para nos ouvirmos uns aos outros. O ouvido foi destronado pela vista e passou para secundaríssimo plano. Hoje, dá-se cada vez maior importância à visão. “A imagem vale mais que mil palavras” diz o provérbio. Vivemos   num mundo completamente dominado pela imagem, pelas aparências, pelo virtual, pelo ilusório. Um dos sinais dos nossos tempos é a surdez, cada vez mais precoce, nos jovens. Estamos rodeados por um universo de poluição sonora verdadeiramente ameaçadora que nos pode tornar esquizofrénicos, paranóicos e assassinos.

 

No ocidente acredita-se que para comunicar é preciso falar. Ora não há nada mais falso. O medo do silêncio é uma doença do espírito. O medo de viver o silêncio criou uma cultura medíocre, uma civilização superficial. Pelo contrário, como afirma Durkheim, o oriente ainda entende o silêncio como uma força poderosa, agitadora das profundezas, que sabe distinguir, desenvolver e proteger. É por isto que existe no oriente uma cultura do silêncio. Ela é, a maior parte das vezes, o centro de toda a estrutura da vida e do mundo” (cit. in Smedt, p. 49).

 

Os problemas psíquicos e a loucura que atormentam uma grande parte da humanidade são ruídos interiores, ao contrário do equilíbrio, serenidade, paz que são silêncios interiores.

 

Se vivemos numa civilização barulhenta, onde o ruído é valorizado, como podem as gerações mais jovens conhecer o valor do silêncio? A descoberta do valor do silêncio deve começar desde a mais tenra infância com jogos adequados. O silêncio exterior é um prelúdio, uma excelente preparação para o silêncio interior. Hoje, lamentavelmente, as crianças já não sabem escutar. Mas tudo tem solução. Os défices de atenção, de reflexão e de desenvolvimento global e harmonioso da personalidade podem ser resolvidos através da Arte, entendida aqui como busca e expressão da Beleza que por sua vez é a exteriorização de equilíbrios, de pontos de harmonia. Nenhuma arte despreza o silêncio. Todo o criador sabe que antes de começar uma obra, a concentração, a abertura total ao silêncio são indispensáveis. A arte que melhor leva à descoberta do silêncio é a Música. O silêncio é o seu segredo pois é nele que ela se manifesta, se desenvolve e respira. Todo o som sai do silêncio e a ele regressa. O som melodioso através do silêncio interior que provoca, pode ser um meio de conhecimento e um acesso a estados superiores da consciência. A Música inicia-nos na espiritualidade.

 

A aprendizagem da Música desenvolve, desde muito cedo, o ouvido interior e os hábitos de escuta que são fundamentais para a relação afectiva e sincera com os outros. Segundo Tomatis, se o ouvido deixar de funcionar bem, provoca directamente a modificação do comportamento. Ouvido, voz e consciência são indissociáveis. O silêncio é necessário à expansão da consciência, pois permite que nos aproximemos do mistério que existe em nós.

 

Num mundo cada vez mais ruidoso, o valor do silêncio tem de ser redescoberto. Temos de aprender a utilizar a riqueza dos nossos espaços de silêncio, no seio da própria linguagem e da vida quotidiana, evitando assim muitas doenças físicas e mentais. É, pois, urgente uma mudança de rumo radical que transforme a nossa civilização, que privilegie a saúde, que ilumine o nosso espírito, um mundo onde predomine o respeito espontâneo pelo outro.

 

2- Hino ao silêncio

                                                                                      

És a Luz transparente

onde me encontro

a asa protectora

que me envolve

No teu etéreo ventre

a Música nasce

e renasce a cada instante

como Fénix transformada

em pura energia vibratória

 

Deus habita em ti

no Universo Infinito

intergaláctico

 

Por isso te amo

e te venero

ajoelhada no Templo

desta poeira cósmica

onde tudo evolui e se transforma

num Eterno continuum»

 

Referências bibliográficas

 

Chevalier, J. E Gheerbrant.- Dictionnaire Des Symboles, Éditions Robert Laffont/   Jupiter, Paris, 1982

Giga, I.- Efeitos da Pedagogia Musical Ward no desenvolvimento musical e desempenho Vocal de crianças do 1º ciclo do E. B., Revista de Educação Musical nº 130, Jan/Junho/ 2008, 29-39, - Associação Portuguesa de Educação Musical- APEM

Labouré,D.- Alquimia Cristã, Hugin Editores, Lisboa, 2005

Mainguy, I.- La Symbolique maçonnique du troisième millénaire, Éditions Dervy, Paris,  2006       

Smedt, M. - Elogio do Silêncio, Sinais de Fogo Publicações, Cascais, 2001

Tomatis,A. - O ouvido e a Linguagem, Livraria Civilização, Porto, 1977

 

Idalete Giga

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:18

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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2019

Em Redondo: até quando o governo e os deputados da Nação, que deviam ser civilizados, mas não são, vão permitir estas cenas degradantes, que não dignificam Portugal nem a Humanidade?

 

Mais um cavalo colhido, há pouco, no Redondo, Portugal. Acaba assim, a última tourada da temporada de 2019!

 

Enquanto em Portugal se permitir esta violência, esta crueldade, este gosto mórbido por sangue, esta apetite pela tortura de seres vivos, teremos uma sociedade tacanha, onde a violência é lugar comum, porque quem é violento para com animais não-humanos, é igualmente violento para com animais humanos. Ou não pertençamos, uns e outros, ao denominado Reino Animal.

 

BASTA desta coisa abominável, indigna de seres civilizados.
Depois não gostam que lhes chamem trogloditas, se não são outra coisa!

 

Cavalo colhido.jpg

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/2761192120581000/?type=3&theater&ifg=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:30

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