Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2020

Aeroporto do Montijo - PAN pede a demissão do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente

 

Esta foi a reacção do PAN à declaração de impacte ambiental favorável condicionada ao projecto de construção do aeroporto no Montijo.

 

E todos nós, que lutamos pela VIDA, qualquer VIDA, e não comemos, nem bebemos, nem respiramos dinheiro, também pedimos a demissão de todos os que estão ao serviço de interesses financeiros acima dos interesses das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

 

Aaves no Montijo.jpg

 

É também esta VIDA que está em causa com a construção do aeroporto no Montijo, e não só a má qualidade de vida que o aeroporto trará ao povo do Montijo.

Origem da imagem: Internet

 

O PAN considera que, no seguimento do anúncio de parecer favorável condicionado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ao Aeroporto Complementar do Montijo, o actual Conselho Directivo da APA não tem condições para continuar no exercício de funções, razão pela qual este partido pede a demissão do presidente e da Direcção.

 

«A decisão da APA confirma aquilo para o qual o PAN tem há muito vindo a alertar: que não existe em Portugal uma entidade verdadeiramente independente capaz de assegurar a salvaguarda dos valores ambientais. Na verdade, a APA tem funcionado como a ‘lavandaria da imagem dos sucessivos governos e uma ‘debulhadora’ dos ecossistemas e dos valores naturais.

 

De resto, afirma o PAN, que esta decisão só pode mesmo surpreender quem já não se lembra do facto do memorando entre o Governo e a ANA ter sido assinado sem estar concluído o Estudo de Impacte Ambiental ou quem considere normal que o Governo, perante as evidências científicas que dão conta da subida do nível do mar, opte por construir um aeroporto em pleno estuário do Tejo.

 

É justamente por discordar da opção do Governo e por ter fundadas reservas sobre as conclusões que possibilitaram a Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada, que o PAN dará entrada de duas iniciativas legislativas.

 

Com isto o PAN pretende apresentar uma iniciativa, que tenderá a alterar o diploma que estabelece o Regime Jurídico de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA), para que sejam revistas as condições em que os procedimentos de AIA são apreciados.

 

 Não faz sentido para o PAN, por exemplo, que sejam os proponentes dos próprios projectos a desenvolver os Estudos de Impacte Ambiental.  O PAN também quer ver ainda revistos os actuais critérios de nomeação e de exercício de mandatos de altos cargos públicos, de forma a que, entre outros aspectos, fiquem devidamente ressalvados o exercício transparente e independente dos mandatos e a sua não perpetuação no tempo.

 

Informa ainda o PAN que contrariará também qualquer norma inscrita na proposta de Orçamento do Estado de 2020 que se destine à viabilização deste projecto.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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«A caça é uma aberração»

 

A caça traduz-se na exteriorização do instinto mais primário que existe no animal humano: o instinto de matar por prazer.

Não é necessária a intervenção do animal humano para a conservação das espécies. A própria NATUREZA encarrega-se disso muito sabiamente.

 

«Caçar é provocar susto, sofrimento com ferimento mais ou menos rapidamente mortal, que vitima animais inocentes e nascidos para viver e sobreviver e até por vezes pessoas. Torna insegura a presença na natureza e polui. Incomoda e até indigna muitas pessoas. Existem métodos de controlar populações, equilibrada e responsavelmente, causando menos sofrimento e risco, que deveriam ser estudados, decididos e postos em execução por entidades competentes».

(Dr. Vasco Reis – Médico Veterinário)

 

GALGUEIROS.jpg

 Galgueiros numa caçada. EFE/ Archivo

 

Ecologistas espanhóis desmascaram cientificamente sete mitos do sector da caça

(E o que serve para Espanha, serve para Portugal, onde tudo se passa do mesmo modo)

 

Madrid - La Oficina Nacional de la Caza, que aglutina 80% dos caçadores federados em Espanha, tem por lema: «Fazemos parte da natureza», definindo-se a si mesma como conservacionista (que defende a protecção e a conservação dos recursos naturais e do meio ambiente), “comprometida com o meio ambiente”, “defensores da natureza, da vida selvagem e dos habitats”, e entre as suas missões destaca a de “defender a caça como a actividade mais ética e sustentável na gestão dos espaços naturais”.

 

O mesmo ocorre com outras associações do sector cinegético, como a Aproca, em Castilla La-Mancha: “O objectivo da Aproca é a defesa de uma utilização racional e sustentável do ambiente natural e da floresta, de modo que todas as actividades da Associação sejam desenvolvidas no mais absoluto respeito pelo meio ambiente, pela conservação da natureza, pela preservação e equilíbrio entre a flora e a fauna doméstica e selvagem, e pela protecção de espécies ameaçadas de extinção, bem como as autóctones”, dizem no seu próprio site. (L. Villa (- Luchiva)

 

Devido a mensagens como estas, em que se vincula a actividade da caça a um labor da natureza, a organização Ecologistas en Acción publicou um extenso relatório em que desmascara cientificamente alguns dos argumentos do sector e os mitos que envolvem as actividades da caça que, de acordo com estatísticas oficiais, matam cerca de 25 milhões de animais por ano, em Espanha.

 

«Embora seja verdade que a caça em Espanha a cada ano que passa é praticada por um menor número de caçadores, o sector no seu todo foi se fortalecendo como um lobby social e económico   reagindo assim à crescente consciência ambiental de toda a sociedade», assinala o relatório, elaborado pelo biólogo Roberto Oliveros, a partir de uma compilação de estudos e documentos técnicos e científicos.

 

Os ecologistas resumiram os resultados da sua investigação em sete “verdades sobre o impacto da caça em Espanha” (o mesmo para Portugal):

A caça:

 

1 - Consiste em matar animais por diversão ou por negócio

 

A caça sustenta-se basicamente através de duas actividades: uma desportiva ou de competição e outra comercial, baseada no turismo e nas explorações cinegéticas.

 

Advertem os Ecologistas que embora não existam dados oficiais completos e fiáveis ​​sobre o volume de dinheiro gerado pela Fundação FAES, vinculada ao PP, os lucros em 2007 cifram-se em mais de 2.750 milhões de euros. O presidente da Federação Espanhola de Caça, Andrés Gutiérrez Lara, observou que em 2004, além desse montante, a caça movia outros 6.000 milhões em dinheiro sujo, sem facturas.

 

 

Além disso, os ecologistas destacam que o sector é composto por um pequeno número de pessoas (330.000 federados e 848,243 licenças em 2013), geralmente ricos, como grandes latifundiários, banqueiros, empresários, aristocratas, políticos e membros da magistratura e das forças de segurança. «O seu trabalho nos últimos anos destacou-se pelos ataques às normas de   conservação da natureza e protecção animal a nível europeu e estatal, e por uma total ausência de autocrítica das práticas ilícitas», asseguram.

 

2 - Não é compatível com a conservação da biodiversidade

 

Proveniente apenas da caça directa morrem por ano cerca de 25 milhões de animais em Espanha. A isto deve ser adicionada a perda de biodiversidade pelos efeitos indirectos: caça furtiva e largada de animais, introdução de espécies invasoras ou exóticas, cercas de caça e outras infra-estruturas. Os ecologistas destacam que como resultado da caça, outras espécies emblemáticas e protegidas, como o urso cinzento, o lince ibérico ou o lobo, também são mortos. Além disso, as sanções pelo uso de venenos em áreas de caça têm vindo a aumentar todos os anos. Nem nas áreas naturais mais protegidas, como parques nacionais, foi proibida esta actividade, que goza de uma moratória até 2020, para permanecer activa nestes lugares.

 

3 - Converte os coutos de caça em explorações intensivas e em campos de tiro

 

Cada vez mais a caça é exercida sobre animais criados em explorações agrícolas e libertados em coutos para serem caçados logo de seguida, como 1.350.000 exemplares de perdizes vermelhas lançados em áreas de caça intensiva em 2013. A Ecologistas en Acción observa que isto provoca “graves desequilíbrios nos ecossistemas, deslocando e prejudicando populações autóctones e a propagação de espécies exóticas e / ou invasoras como o Carneiro-da-Barbária, o Muflão-asiático (ovelha) ou a codorniz japonesa.”

 

A província de Guipúzcoa é um dos cenários de caça furtiva de aves em Espanha, algo preocupante se considerarmos que se trata de uma zona importante de trânsito migratório para as aves migratórias.

 

4 - Não serve para controlar nem a fauna nem as superpopulações

 

A Ecologistas en Acción argumenta que é precisamente a prática da caça que muitas vezes provoca a superpopulação de algumas espécies, devido às largadas de animais ou à alimentação   suplementar. Também pelas tentativas de caçar machos, que são os que mais troféus obtêm, gerando uma "descompensação" nas espécies. Além disso, uma recente sentença do Supremo Tribunal considerou que a caça e a pesca “a sua manutenção por tempo indeterminado, não se agravamento longe de servir o propósito de erradicação de espécies exóticas ou invasoras, determinam”.

 

5 - Limita os direitos da maioria dos cidadãos

 

As actividades de caça acumulam denúncias pelo corte de caminhos públicos, cursos de água ou vias pecuárias, por permitir que a caça seja preponderante em florestas públicas e áreas protegidas ou à intenção de causar possíveis inconvenientes involuntários às espécies de caça, como a actual lei de caça de   Castilla-La Mancha. O relatório assegura que uma média de 28 pessoas morrem por ano, e não apenas caçadores, pela utilização de armas de fogo na caça.

6 - Não favorece o desenvolvimento rural

 

80% do território espanhol integra coutos de caça com actividade durante a maior parte do ano. Um estudo de 2014 sobre as montanhas da Andaluzia concluiu que as actividades de autoconsumo ambiental, uso recreativo e conservação da biodiversidade ameaçada são mais rentáveis ​​do que a caça em termos económicos. "A caça não só não favorece o desenvolvimento do meio rural, como limita futuras possibilidades de desenvolvimento dos meios menos desenvolvidos economicamente” assinala o relatório.  

 

7 - Não só mata, como também maltrata

 

Estima-se que no final da temporada da caça, por ano, sejam abandonados em Espanha cerca de 50.000 galgos. Outros são enforcados ou atirados a poços, como aconteceu a uma centena de cães na localidade toledana de Villatobas, em 2009. Os ecologistas apontam que tão-pouco as espécies cinegéticas escapam à tortura, tais como as raposas caçadas pelos cães de toca, os javalis caçados com lança, ou o tiro aos pombos, ainda borrachos, etc..

 

Particularmente notável é que “na maioria dos regulamentos cinegéticos se considere os cães e gatos abandonados sujeitos a captura por parte dos caçadores através de disparos ou armadilhas sem que a eles se aplique a lei de protecção animal. Esta medida leva à morte milhares de animais de estimação, com escasso controlo por parte das autoridades” conclui o relatório.

 

Fonte:

http://www.publico.es/sociedad/ecologistas-desmontan-mitos-caza-espana.html?utm_content=buffer403f3&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

 

(Tradução: Isabel A. Ferreira)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:04

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Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2020

«Contra a construção do Aeroporto no Montijo - Apoio a todas as Associações Ambientais»

 

Porque é urgente evitar que se cometam crimes ambientais. E a construção de um aeroporto no Montijo é um desses crimes.

Os interesses dos animais humanos e não-humanos e do meio ambiente devem sobrepôr-se aos interesses financeiros de uns poucos.

Não respiramos, nem comemos, nem bebemos DINHEIRO.

Assinem a petição, por favor.

AEROPORTO.jpg

 

Texto da petição:

Para: Assembleia da República

«Somos contra a construção do Aeroporto no Montijo!

Mais uma vez os interesses financeiros continuam a sobrepor-se às fragilidades do planeta, que implora a forte oposição de todas as pessoas que desejam salvar o Globo.
Vamos tornar esta petição mais uma fonte de energia vital na ajuda aos ambientalistas que terão uma luta árdua contra os poderes dos governantes que, infelizmente, nos dias actuais não merecem a nossa confiança.

Ao assinar esta petição, estamos a lutar contra a construção do Aeroporto no Montijo. Este aeroporto vai ser construído num local que é abrigo natural de muitas aves e da fauna do Rio Tejo que está em perigo. Para além disso, esta construção vai diminuir a qualidade de vida de todos os habitantes da área do Montijo.

Não podemos deixar que o nosso país seja prejudicado!

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES!»

***

Para assinar a petição basta clicar na imagem abaixo:

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:53

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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020

A decadência da tauromaquia continua: em Espanha como também em Portugal

 

A praça de touros de San Sebastián de los Reyes (um município de Madrid, popularmente chamado de "Sanse") meio vazia durante uma das “capeias” do passado fim-de-semana, por ocasião das “festas dos padroeiros”, apesar dos mais de 20.000€ de subsídios públicos da Câmara (PSOE+Ciudadanos), mostrando que não existe nenhuma “paixão taurina” num município com mais de 83.000 habitantes, apesar das muitas pessoas vindas de fora e da grande promoção institucional.

 

Foi lamentável ver como as pessoas ali se dirigiram com bebidas alcoólicas, com crianças que ainda não tinham deixado a chupeta, com crianças em carrinhos de bebés ...»

 

Enfim, nada que em Portugal também não se passe.

 

Dois tristes países que ainda não se libertaram destas práticas medievalescas, que não dignificam a Humanidade.

 

Sanse antitaurino.jpg

 

Uma imagem que mostra a decadência de uma prática grotesca, gerada num tempo em que predominavam as trevas mais negras.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/sanse.antitaurino/photos/a.1468001506846198/2380446462268360/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:50

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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020

«Garraiadas - A lamentável e retrógrada intervenção do deputado do CDS na Assembleia Municipal de Famalicão»

 

Esta publicação circulará por 145 países, de todos os continentes.

 

Levará ao mundo o atraso civilizacional desta gente involuída, que não encaixando o avanço da Humanidade, e não tendo um pingo de superioridade moral, serve os desvalores de uma época que há muito ficou para trás, e faz esta figura triste. Deplorável! Completamente descabida, fora do nosso tempo.

É que estas coisas da selvajaria tauromáquica nada têm a ver com "gosto" mas com ÉTICA, CIVILIZAÇÃO e EVOLUÇÃO.

Que vergonha!

E é isto um DEPUTADO?

 

Depois não se surpreendam com os maus resultados nas urnas.

Cada vez se afundam mais, com estes discursos pategos, desprovidos de racionalidade.

O CDS está condenado à extinção.

 

***

«Pedimos a máxima partilha da lamentável e retrógrada Intervenção do deputado do CDS na Assembleia Municipal  de Famalicão acerca das Garraiadas!

 

No ano passado foi entregue uma petição, em sede de Assembleia Municipal, a pedir o fim do licenciamento e apoio financeiro, assim como a organização das garraiadas, por parte da Câmara Municipal.

 

A Câmara Municipal de Famalicão é uma coligação PSD/CDS desde 2001, o facto de terem maioria absoluta leva-os a um comodismo absurdo e à livre vontade de fazerem o que querem sem terem em conta a vontade dos cidadãos!

 

É de lamentar a posição do deputado do CDS, pelo tom de gozo durante a sua intervenção.

 

A petição é um procedimento legal para a expressão da vontade dos cidadãos, além de um direito previsto na Constituição Portuguesa que temos ao nosso dispor para exercermos a nossa cidadania e assim defendermos aquilo que consideramos ser importante.

 

Famalicão tem vindo a mostrar melhorias, mas ainda está longe de ser um concelho que se quer evoluído, de respeito e compaixão por todos!

 

Nota: Os peticionários não receberam qualquer resposta oficial à petição

(entregue a 27.4.2019)

 

Link Vídeo Completo da Sessão, vejam todas as intervenções: https://www.youtube.com/watch?v=rVjMZvScxpk

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Reflexão sobre o direito à vida dos animais não-humanos

 

Em 2016, discutiu-se na Assembleia da República, se os menores de idade deveriam ou não participar ou assistir à barbárie das touradas, e à crueldade, à violência, à desumanidade que estão implícitas no que alguns teimam em chamar de “espectáculo" tauromáquico.

 

Na altura, o PEV (partido Os Verdes) pretendeu que ao que se chama erradamente “artistas tauromáquicos” (insultando-se, deste modo, os verdadeiros artistas que praticam as Artes Superiores da Humanidade) tivessem o 12º ano,  como se a instrução pudesse conferir sensibilidade a quem já nasce sem ela, e sem carácter. Tomemos como exemplo os professores universitários que se babam nas arenas, e aplaudem a tortura de Touros e Cavalos, e chamam a isso "arte".

 

A apetência pelo sadismo vem do berço. Há excepções, naturalmente. Gente, que apesar de ter e sido criada para ser sádica, consegue evoluir, no entanto, estes estão em minoria.

 

ROGER OLMOS.png

 

Estamos em 2020, e nada mudou a este respeito. As desafortunadas crianças, que têm a desventura de nascer no seio de famílias tauricidas, continuam a ser arrastadas à força para as arenas e para as escolas de toureio.

 

E quem se importa? Importo-me eu. E muitos mais. Mas não mandamos nada, porque em "democracia"  quem manda são os ditadores disfarçados de democratas.

 

Não faço fé nenhuma num governo que, em pleno século XXI D. C., ainda esteja a discutir algo que o mundo civilizado já tem como um conhecimento adquirido: o de que a violência e a crueldade não são valores humanos que possam ser transmitidos às crianças e aos jovens, e até mesmo aos adultos, através de uma actividade primitiva, bruta e sanguinária.

 

O que deve ser discutido na Assembleia da República, urgentemente, e ainda não foi discutido, é a abolição destas práticas cruéis, desumanas, violentas, atrozes a que chamam tauromaquia.

 

Como poderemos dizer que Portugal é um país evoluído, se está entre os oito países terceiro-mundistas que ainda mantêm esta prática grosseira, entre os 193 países que existem no mundo?

 

***

 

Todos os animais não-humanos têm o direito inapelável à Vida, uma vez que para viver nasceram. Tal como nós. Todos nascemos para viver e morrer. Sem excepção. Mas nascer, viver e morrer é algo que nos transcende, e os que se dizem seres humanos, mas praticam a desumanidade,  não têm o monopólio da Vida. Não são deuses, nem sequer Deus, para se arrogarem ser os donos da Vida. De todas as Vidas.

 

Todos os animais não-humanos merecem o nosso respeito. Mas haverá um limite?

 

Quando somos atacados por lombrigas, deveremos deixá-las devorar-nos?

 

Não mato moscas. Se elas me entram em casa, abro a janela e enxoto-as janela fora. E se for o mosquito zika? Então paro para pensar: ou eu ou ele.

 

E quanto a piolhos, pulgas, carraças e outros que tais parasitas... tal como os assassinos, ladrões, violadores, pedófilos da espécie humana?

 

Também aqui: ou eu ou eles. E se me atacarem tenho o direito à autodefesa.

 

Tudo isto é muito complicado. A vida é complicada, e é muito difícil viver.

 

Mas...

Existe um Mas:

 

Todos os animais, humanos e não-humanos têm o direito inapelável à Vida. Devem ser protegidos através da Lei Humana, uma vez que ainda existem animais homens-predadores inconscientes, involuídos, que nos governam, e que desconhecem a Lei Natural, que consiste em respeitar a Vida, qualquer vida, e protegê-la.

 

Não devemos matar nenhum animal apenas por matar ou para nos divertirmos. Esmagar uma formiga é um acto cobarde: o gigante contra o pequenino. Por que se haverá de esmagar uma formiga que não está a fazer-nos mal algum? Então não a esmaguemos.

 

Esta terá de ser uma questão de consciência, de evolução de mentalidade, de superioridade moral.

 

Contudo, uma parte da Humanidade, do povo, dos governantes, dos ministros, dos deputados, dos padres, dos legisladores ainda está muito longe dessa superioridade moral, para que sigam a Lei Natural e tenham uma postura consciente diante da Vida, qualquer vida, no cumprimento do preceito máximo da Humanidade, desde os tempos mais remotos: «Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti», que era o que os padres deviam ensinar nas igrejas.

 

E esta é que é a grande questão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:09

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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2020

Ainda os fogos-de-artifício: um outro modo de poluir o Planeta e molestar os animais humanos e não não-humanos

 

Regresso a este tema, do qual muito se falou logo no início de 2020.

O século vai avançando, mas as mentalidades não o acompanham.

Quem está preocupado com a poluição do nosso Planeta?  

Os que nos governam? Nem por isso. O que é preciso é manter o povo alegrinho, com muitos fogos nos céus.

Por todo o mundo, festeja-se isto e mais aquilo com monumentais fogos-de-artifício, onde se gastam milhares de Euros, provocando uma, também monumental, poluição sonora e atmosférica.

E os malefícios causados pelo deslumbre destes fogos são inumeráveis.

 

Aqui fica mais este alerta, para que à chegada de 2021 todos sejamos poupados à poluição sonora, se bem que quanto à poluição atmosférica eu tenha as minhas dúvidas: o fogo-de-artifício silencioso NÃO POLUIRÁ?

Isabel A. Ferreira

 

FOGO.png

 

Portanto, Evolução precisa-se!, como li algures:

 

Segundo a Agência de Protecção Ambiental dos EUA (EPA) «os fogos-de-artifício causam uma elevada poluição atmosférica num curto período de tempo, deixando partículas de metal, toxinas perigosas, produtos químicos nocivos e fumo a pairar no ar. Algumas destas toxinas nunca chegam a decompor-se completamente, permanecendo no ambiente e envenenando tudo o que contactam. As principais consequências para a saúde humana, decorrentes da proliferação destas partículas, principalmente as finas (com menos de 2,5 milionésimos de metro), são as doenças respiratórias e cardiovasculares, englobando principalmente ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

 

Segundo a Agência Ambiental Alemã num curto período de tempo, os fogos-de-artifício espalham cerca de cinco mil toneladas de partículas finas, responsáveis por aproximadamente 400 mil mortes por ano na Europa, de acordo com estimativas actuais. Apenas na Alemanha, a poluição proveniente deste espectáculo equivale a cerca de um quinto das partículas finas emitidas nas ruas, principalmente pelos carros.»

 

Esta situação pode ser tão perigosa que os médicos recomendam o uso de máscaras, para nos protegermos desta poluição: "Respirar partículas finas põe em perigo a saúde das pessoas, com repercussões que vão desde deficiências temporárias do sistema respiratório a uma maior necessidade de medicamentos para asmáticos com doenças respiratórias ou cardiovasculares graves.»

 

***

 

«ANIMAIS DESAPARECIDOS 🐾 DEVIDO AO FOGO DE ARTIFÍCIO 🎆»

 

Todos os anos, já há muitos anos, os fogos-de-artifício deslumbram milhares de pessoas, que se juntam nas praças e ruas, no dia 31 de Dezembro,  para, às doze badaladas da meia-noite darem as boas vindas ao Novo Ano.

 

Contudo, tal prazer tem custos elevados na saúde dos animais humanos e não-humanos. 

 

De acordo com o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, como resultado disso, dezenas de animais de companhia 🐈🐕  fogem das suas casas, assustados pelo barulho estridente. Mais uma vez, neste início de ano não faltam nas redes sociais apelos de pessoas à procura do seu animal que desapareceu na noite de fim-de-ano e tudo o que lhes resta, agora, é não perder a esperança de o encontrar.»

 

Além disso, o fogo-de-artifício «tem efeitos graves na saúde dos animais, causando-lhes elevados níveis de stress - há mesmo animais que sofrem ataques cardíacos e registos de casos em que morreram. Na noite de fim-de-ano, mais do que em qualquer outra, são precisos cuidados redobrados com os nossos animais: devemos deixá-los dentro de casa e confirmar que tudo está devidamente fechado para impedir que fujam.»

 

Mas tais cuidados também devem ser levados em conta, nos outros dias do ano, por ocasião de festejos de santos, ou outra qualquer comemoração, em que o fogo-de-artifício não pode, porque não pode, faltar.

 

O PAN, consciente destes efeitos, tem vindo a lutar, a nível municipal e por todo o país, pela implementação de fogo-de- artifício silencioso, como já acontece em vários países, onde a evolução está mais adiantada. É que, deste modo, de acordo com o PAN «todos ganham: nós, humanos, que continuamos a usufruir de um espectáculo luminoso, e os nossos amigos de quatro patas, que têm uma noite descansada. Infelizmente, as nossas preocupações não têm vindo a reunir consenso e o resultado, chegado mais um ano novo, está à vista de todos 😔. Mas não baixaremos os braços - por eles e por nós» 🙏

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852/2778327235561687/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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Sábado, 18 de Janeiro de 2020

Estranho mundo, o nosso…

 

«Exige-se do jornalista que faça quase instantaneamente um trabalho parecido com o do historiador. Daí a importância da sua cultura, do seu conhecimento da actualidade, do seu sentido crítico, e também da sua habilidade em utilizar os meios que estão à sua disposição para se informar tão completamente quanto possível e assim informar os outros com eficiência» (Philippe Gaillard, mestre do Jornalismo Francês).
 
 
Que mundo será este, o nosso?
 
 

Deus.png

Copyright © Isabel A. Ferreira 2009
 
 
Aldous Huxley, considerado um dos maiores escritores de Língua Inglesa bem como um dos mais aliciantes e inquietantes romancistas do século XX, escreveu uma obra intitulada Admirável Mundo Novo, na qual apela para a consciência dos homens e denuncia o perigo que ameaça a Humanidade se o homem não se tornar surdo ao canto da sereia do falso progresso.
 
Neste livro, o autor apresenta-nos uma visão de um futuro (imaginado) onde o selvagem (o homem que não foi mecanizado) não tem outra saída senão a do suicídio.
 
Tempos mais tarde, Huxley escreve um outro romance que intitula Regresso ao Admirável Mundo Novo, onde nos revela até que ponto o que fantasiou no seu primeiro romance se tornou realidade. E, de um modo irónico, apresenta-nos os aspectos da vida do seu tempo que lhe confirmaram ou tenderam a confirmar a fantasia do seu Admirável Mundo Novo.
 
Sem o engenho nem a arte de Aldous Huxley, evidentemente, proponho-me igualmente a apelar para a consciência dos homens do tempo que passa, e denunciar uma certa ignorância que ameaça transformar o nosso país, num lugar sem lei, onde qualquer indivíduo faz o que bem entende, violentando com isso a imagem humana de uma sociedade que se diz responsável e orgulhosa dos seus valores culturais, sociais, religiosos e morais, sem que alguém, de direito, interfira, com lucidez.
 
Assim, tal como Aldous Huxley (ainda que mal me compare) vejo-me impelida a reflectir sobre este Estranho Mundo o Nosso, onde, curiosamente, as leis não se fazem cumprir, e com tal reflexão tentar alertar os cidadãos menos atentos, para o que ao nosso redor se vai passando.
 
E se os cães ladram e a caravana passa, isto é, se aqueles que têm um objectivo definido (ainda que esse objectivo seja o de infringir a lei), não se preocupam com a desaprovação alheia e continuam a provocar os cidadãos e as autoridades, temo que estes cidadãos e estas autoridades tenham perdido o respeito por si próprios, permitindo todo o género de abusos sem reagirem firmemente, e necessitam rever urgentemente o seu código de ética pessoal e profissional, regressando à escola para estudar as leis que ainda vão vigorando no país e que não permitem que se violente, por exemplo, os direitos das crianças, uma vez que os homens perderam a vergonha e a dignidade, não sei se definitivamente.
 
Cada cidadão tem (ou devia ter) um papel específico a representar na sociedade pela qual é responsável, ou seja, aos médicos cabe cuidar de todo e qualquer doente; aos padres alimentar com palavras do Evangelho o espírito dos crentes; aos advogados defender os bons e atenuar as penas dos maus; aos juízes fazer justiça, e não apenas cumprir leis inadequadas, e assim por diante…
 
Quanto aos jornalistas, o melhor é utilizar as palavras dos grandes mestres (que a nova geração, ao que parece, já não lê): «Qualquer que seja o seu posto, o jornalista honesto exerce uma função social relevante» (Victor Silva Lopes).
 
«O jornalista é o historiador do quotidiano: tem de ver o que muitos ignoram; tem de estar onde os outros não estão. É o homem dos mil olhos dividido em mil homens: vive de factos e de ideias – alimenta a curiosidade dos leitores com palavras. Com palavras que terão sempre de possuir força, dignidade e honra. Imagem devolvida do que se passa no coração do Mundo, o jornal é um comportamento moral e o jornalista um estafeta que passa o testemunho, desde há milénios, quando o homem primitivo comunicou, para todos os séculos, a verdade circundante – gravando nas grutas de Altamira as rudes tarefas, os seus doces amores, os seus amargos desesperos» (Baptista-Bastos).
 
«Exige-se do jornalista que faça quase instantaneamente um trabalho parecido com o do historiador. Daí a importância da sua cultura, do seu conhecimento da actualidade, do seu sentido crítico, e também da sua habilidade em utilizar os meios que estão à sua disposição para se informar tão completamente quanto possível e assim informar os outros com eficiência» (Philippe Gaillard, mestre do Jornalismo Francês).
 
Finalmente, às autoridades, entre outras atribuições, cabe fazer cumprir as leis aplicáveis (porque existem algumas completamente inaplicáveis, inúteis e destrutivas), zelar pela integridade física e moral dos cidadãos e defendê-los contra toda e qualquer afronta.
 
Mas vá-se lá agora saber por que é que no nosso país somos agredidos continuamente pelas mais diversas perversidades, sem que haja uma luz ao fundo do túnel, que nos dê, pelo menos, a esperança de que algo está a fazer-se para se modificar as leis decadentes, que são as nossas, para podermos dizer: até que enfim, a tranquilidade que merecemos está connosco.
 
Miguel de Cervantes, que tinha uma visão de águia, além do D. Quixote e outras obras interessantíssimas, deixou-nos este pensamento, depois de ver os seus carrascos a serem condenados, e o qual cito frequentemente, porque também creio nele: Deus suporta os maus, mas não eternamente…
 
Quanto ao Homem, que é mortal e imperfeito, deverá suportar esses maus eternamente?
 
 
Isabel A. Ferreira
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 16:02

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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2020

Município de Loures instala novo abrigo para gatos

 

Um exemplo a seguir por outros municípios.

 

«Este abrigo junta-se ao primeiro a ser instalado em Loures, na Praça de Timor, que veio criar boas condições para a colónia ali existente, que veio criar boas condições para a colónia ali existente, assim como resolver a insatisfação dos vizinhos com as soluções de abrigos improvisados. Trata-se de mais uma iniciativa desenvolvida no âmbito do programa Captura, Esterilização e Devolução (CED), designado Aqui há gato! do Município de Loures.»

 

GATO.jpg

 

«No âmbito do programa Captura, Esterilização e Devolução (CED), designado Aqui há gato!, o Município, em parceria com a Junta de Freguesia de Loures, instalou um novo abrigo para gatos. De acordo com uma nota divulgada no portal da Câmara Municipal de Loures, o novo abrigo, instalado no Parque das Tinalhas, em Loures, vem resolver um problema de insalubridade existente junto a uma bateria de contentores dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), onde ao longo dos tempos foram sendo colocados abrigos e alimentadores improvisados.»

 

A instalação destes abrigos para colónias sinalizadas e intervencionadas, tem como objectivo «a resolução de situações de insalubridade, bem como a promoção de boas-práticas junto dos cuidadores, constituindo-se como uma medida de promoção do bem-estar animal. Os locais de instalação são identificados pelas juntas de freguesia, em articulação com os serviços da Unidade de Serviços de Veterinário Municipal e os cuidadores, competindo à Câmara Municipal de Loures o fornecimento do abrigo e à junta de freguesia assegurar a instalação e o arranjo envolvente.»

 

Actualmente, o programa CED – Aqui há gato! abrange cerca de 150 colónias, 1400 animais recenseados, 40 cuidadores inscritos e quase 500 animais já esterilizados. No âmbito deste programa  «tem-se procurado também dar resposta às questões de salubridade e limpeza que, muitas vezes, se colocam nas colónias que existem em espaço urbano

 

Fonte da notícia:

https://miaumagazine.pt/loures-instala-novo-abrigo-para-gatos/?fbclid=IwAR0KW03nYwsr6i3sLJPqTf9jts29707YsmyI6UpWLXsSGr9PylU1mrJZkis

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:09

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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2020

PAN pede esclarecimentos sobre morte de animais no Sado

 

 

PAN.png

 

O Grupo Parlamentar do PANPessoas – Animais – Natureza informa que um mês depois de terem iniciado as dragagens no rio Sado, endereçou um Requerimento ao Governo para solicitar os resultados da monitorização a que o processo está obrigado. O pedido surge também na sequência de nos últimos dias terem sido denunciados por associações locais diversas mortes de animais no rio Sado.

 

Em causa estão a morte de cetáceos (golfinhos) e aves, entre as quais gaivotas, estas encontradas numa área muito próxima da restinga, local onde estão a ser depositados os sedimentos provenientes das dragagens. No seguimento desses acontecimentos, o PAN questionou também o Ministro do Ambiente e Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes, que tutela a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), sobre as circunstâncias da morte destes animais, os números exactos de animais mortos, quem os recolheu e se estão a ser analisadas as verdadeiras causas destas ocorrências.

 

Para além destas situações, informa o PAN que tem sido alertado por diversas associações ambientalistas para a alteração na coloração da água do rio, que poderá ser consequência do aumento de sedimentos em suspensão, os quais poderão afectar grandemente a qualidade da água do rio. Recorde-se que o rio Sado foi exposto durante décadas a emissões de poluentes provenientes das diversas actividades industriais pesadas localizadas junto ao estuário e da agricultura, os quais podem estar presentes nos sedimentos que até às dragagens se encontravam depositados no fundo do rio e que agora poderão voltar à cadeia alimentar através do consumo pelas espécies marinhas com impactos no ecossistema e na saúde pública.

 

Cristina Rodrigues, deputada do Grupo Parlamentar do PAN afirmou que “importa indagar se a APA tem de facto acompanhado as dragagens e se têm sido feitas acções de fiscalização para garantir a implementação das medidas de mitigação. É fundamental que sejam públicos os resultados, por exemplo, da monitorização da qualidade da água e dos contaminantes nos sedimentos”.

 

Do ICNF, o PAN pretende também saber se entre os cetáceos encontrados sem vida se encontram golfinhos-roazes pertencentes à comunidade residente do Estuário do Sado, bem como que dados existem relativos ao arrojamento de cetáceos na região de Setúbal e Grândola e se existe a intenção concreta de se criar uma rede nacional que permita recolher e analisar estes números.

 

Informa ainda o PAN que as dragagens se integram no projecto de melhoria da acessibilidade da via marítima para aumentar a capacidade do porto para receber contentores da Administração do Porto de Setúbal e Sesimbra. Ao todo serão movimentados 6 500 000 m3 de areia, um número nove vezes superior à quantidade de sedimentos removida nas dragagens de manutenção que o canal sofreu regularmente entre 2010 e 2015, nas dragagens de manutenção. A operação coloca em elevado risco ambiental para o estuário do Sado e a protecção dos ecossistemas, uma vez que a localização das dragagens se encontra nas imediações da Reserva Natural do Estuário do Sado e do Parque Marinho Professor Luiz Saldanha, zonas protegidas pelas Directivas Comunitárias Habitats e Aves.

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:31

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