Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

PUNIÇÃO PARA OS RESPONSÁVEIS PELOS EVENTOS ILEGAIS NAS FESTAS DE BENAVENTE

 

Assinem aqui a petição, por favor. O texto abaixo diz tudo o que há a dizer.

 

Em ano de eleições, os políticos são capazes de fazer ou deixar fazer tudo e mais alguma coisa, para captarem a simpatia do povo INCULTO.

 

Não podemos deixar que a IMPUNIDADE se instale em Portugal…

PETIÇÃO:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86130&fb_action_ids=1687102677970484&fb_action_types=og.comments

 

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«Para: Presidente da AR e Deputados

 

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República

Exmos. Srs. Deputados/as

 

Excelências

 

Na madrugada do dia 23 de Junho de 2017, realizaram-se as Festas da Amizade em Benavente, com o anúncio nas páginas oficiais da Câmara Municipal do respectivo programa onde eram anunciados "Touros de Fogo" e "Picarias".

 

Dado que nem o evento de "Touros de Fogo", nem as "Picarias" fazem parte da tradição tauromáquica portuguesa, mas sim uma imitação espanhola, mais precisamente da zona de Valência (no caso do 1º) e aí mesmo já sobejamente contestada pela barbaridade e violência que encerram, juntando-se o facto de não ter havido um parecer favorável da DGAV, nem o IGAC ter sido consultado para tal fim, estes dois eventos são, como é óbvio, ilegais e nunca poderiam ter acontecido.

 

Atear fogo às hastes de um bovino é uma prática dolorosa de extremo maltrato que jamais será tolerada pela maior parte da nossa sociedade mais consciente e compassiva.

 

Quanto às "Picarias", integradas na "Sortes de Varas", proibida pelo artigo 3º, 3 da Lei nº 92/95 de 12 de Setembro, com redacção actualizada pela Lei nº 19/2002 de 31 de Julho, só poderiam ter acontecido, caso tivessem sido consideradas excepções, segundo o disposto no artigo 3º, 4 e se estas práticas se tivessem mantido ininterruptamente durante os 50 anos anteriores à entrada em vigor do referido diploma, segundo o qual ainda teria que ser a Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) a verificar os requisitos legais para a devida autorização.

 

Perante o exposto, verificaram-se não só no caso do "Touro de Fogo" como também das "Picarias", duas grave ilegalidades que devem ser analisadas em conformidade.

 

Dado que a Câmara Municipal de Benavente anunciou horas antes do "Touro de Fogo" que este tinha sido cancelado e o comando da GNR assegurou o mesmo, consideramos que tanto uma como outra, teriam obrigação de ter impedido que a comissão de festas tivesse levado a cabo tal evento, mas não o fizeram e após a contestação pública, ainda permitiram que se realizassem as "Picarias", demonstrando assim um lapso grave de autoridade, incumprimento da legislação em vigor, bem como o desrespeito pelos cargos que ocupam e que devem ser regidos de forma honesta para com os cidadãos deste país.

 

Vêm portanto os abaixo assinados, exigir a Vossas Exas punições exemplares para a Câmara Municipal e GNR e o sério compromisso de que jamais estes eventos se realizarão no Concelho que superintendem.

Solicitamos também que seja uma força policial isenta e estranha à região a identificar os componentes da comissão de festas e os intervenientes dos dois eventos "Touro de Fogo" e "Picarias" que figuram nos vídeos e fotos que circulam na Internet e que tanto a Associação Animal, como o PAN, alguns cidadãos e até a SIC dispõem.

 

Solicitamos ainda a Vossas Exas que jamais em terras portuguesas estes eventos bárbaros aconteçam, como se têm verificado em alguns lugares, com a complacência das autoridades locais.

 

Gratos pela vossa atenção e aguardando uma clara definição sobre este caso que tanto nos indigna.

 

Grupo Anti Tourada de Viana do Castelo,

Grupo de cidadãos»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:40

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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016

DENÚNCIA: RESTAURANTE PLANEIA MATANÇA DE PORCO PARA VENDA DA CARNE AO PÚBLICO EM VIANA DO CASTELO

 

… fazendo da morte de um ser senciente uma festa…

 

Numa iniciativa ilegal (sabendo como sabemos que a veterinária municipal está de férias), proibida em Portugal e demonstrativa de uma apetência patológica para aplaudir o sofrimento e a morte de um Porco ao vivo.

 

Isto só acontece num país onde o sadismo é incentivado por uma legislação absurda.

 

Enviada para:

dirgeral@dgav.pt, ct.vct.dvct.npa@gnr.pt, correio.asae@asae.pt

 

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Excelentíssimas autoridades,

 

Repetindo o feito do ano passado, sem ter aprendido absolutamente nada, e continuando a optar pela ignorância, pela ilegalidade e pelo prazer mórbido de ver a morte de perto, os proprietários de um restaurante em Viana do Castelo, não só estão a promover uma "matança de porco ao vivo " como também a vender bilhetes para esta carnificina, onde a carne do animal será distribuída ao público…

 

Independentemente da crueldade desta iniciativa, também aqui fica em causa a legalidade deste acto, que de acordo com a informação que nos foi dada por vós, a venda da carne destes animais ao público não é autorizada, ainda que seja permitida a matança para consumo familiar.

 

Mas sem “ESPECTÁCULO” PÚBLICO, obviamente.

 

Este acto anormal repete-se, mesmo depois de no ano passado ter sido denunciado, o que nos leva a crer que as autoridades NADA FIZERAM para travar estas iniciativas carniceiras, em público.

 

Ou será que me engano?

 

Aqui fica a denúncia pública.

 

O cartaz é público, e só não o coloco aqui na íntegra, para não fazer propaganda grátis a um restaurante de tão baixo nível ético.

 

Aguardando que vossas Excelências tomem as medidas adequadas para que esta carnificina pública não se concretize e nem sequer volte a repetir-se a intenção (como cidadã portuguesa tenho o direito cívico de exigir que se cumpram as normas de uma civilidade, ainda que mínima) subscrevo-me atentamente,

 

Isabel A. Ferreira

 

PS:

Repare-se na "festa" ao redor da morte de um ser senciente, que tem a inteligência de uma criança humana de três anos.

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publicado por Isabel A. Ferreira às 15:16

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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

«ROMARIA D’AGONIA SEM TAUROMAQUIA»

 

Esta é a palavra de ordem gritada em Viana do Castelo.

Hoje e para sempre.

 

«A "calendarização" usada como desculpa (pelos “Vianenses pela Liberdade”) para a não tentativa este ano, é absurda e ridícula, uma vez que até durante a Procissão já tentaram realizar touradas em Viana

 

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«Mesmo entre os que se assumem como anti tourada é visível uma enorme falta de informação sobre Viana do Castelo. Viana é a única cidade assumidamente anti touradas (desde 2009). A lei nacional é privilegiada em relação à local e os tauricidas aproveitam esse facto para se imporem na cidade, usando meios corruptos e sujos e cuspindo em todas as regras e leis que permitem à camara defender Viana. Fazem-no, perante a passividade daqueles que tem por missão fazer cumprir a lei.

 

Mas Viana e as suas gentes NÃO aceitam touradas e NÃO ficam impassíveis. Não paramos de lutar, gritar, esbracejar, fazer das fraquezas forças... E temos ganho algumas batalhas. E vamos ganhar a guerra! A "calendarização" usada como desculpa para a não tentativa este ano, é absurda e ridícula uma vez que até durante a Procissão já tentaram realizar touradas em Viana.

 

O facto é que as touradas perdem força a cada minuto que passa e cabe a cada um de nós analisar o local onde vive e adaptar à sua terra a forma de combater esta chaga que envergonha Portugal.

 

 

Não façam como Viana do Castelo... façam "como a Póvoa", "como Lisboa", como a terra A ou B. Usem o que sabem sobre a vossa terra e as vossas gentes, transformem as vossas formas de lutar. E aí sim... serão como Viana do Castelo onde a "Romaria É sem tauromaquia"!» (Ana Macedo)

 

***

 

«Pela minha perspectiva, uma das provas de que a gente da tauromaquia é realmente mal-intencionada é a insistência em querer realizar touradas em Viana do Castelo. Até poderiam ser "apenas" muito ignorantes, limitados, lunáticos e pensar que os touros e cavalos não sofrem nas touradas (é difícil eu sei, eu não acredito mas vamos supor que é possível carregar um cérebro tão atrofiado), agora, fazer questão de levar touradas a uma cidade que as repudia, onde não há praça de touros, nem público, onde a câmara municipal não as licencia, onde não são bem-vindos e têm de recorrer ao tribunal para impor a sua presença, não há desculpa, revela mau carácter.» (Cláudia Vantacich)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:26

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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016

ESTE ANO NÃO HAVERÁ TOURADA EM VIANA DO CASTELO

 

O Grupo Anti-tourada de Viana do Castelo diz que “imperou o bom senso”, e eu acrescento que para tal contribuiu também a decadência em que se encontra esta actividade degradante, que já não interessa nem à mais estúpida das criaturas.

 

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 Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154407137039106&set=gm.919432281501169&type=3&theater

 

Na passada quinta-feira, os "Vianenses pela Liberdade" (que nem sequer são de Viana) anunciaram que este ano não vão avançar com a tentativa de realizar uma tourada durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora da Agonia, devendo-se esta impossibilidade (pasmemo-nos!!!) ao facto de na tarde de 21 de Agosto se realizar o tradicional cortejo histórico etnográfico, como se já não tentassem realizar uma tourada à hora da procissão!!!!!  

 

Chamem-lhe “impossibilidade de enquadrar a selvajaria no programa das festas!!!”. Enganem-se a si próprios.

 

O que importa é que Viana do Castelo, este ano, não será conspurcada pelo lixo tauromáquico que uma minoria inculta e encruada queria, porque sim, impor a uma cidade que se declarou Anti-Tourada.

 

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As reacções a esta notícia borbulharam por toda a parte.

 

Ana Macedo, líder e porta-voz do Grupo Anti-tourada de Viana do Castelo salientou a este propósito que “ganhou o bom senso” e manifestou-se “muito contente” com esta decisão.

 

«Estamos muitos satisfeitos e desejamos que os aficionados das touradas vivam as festas de Nossa Senhora da Agonia como devem ser vividas, com alegria e amor. A Romaria d’Agonia deve ser vivida sem sobressaltos e sem guerras mas com amor, tal como Viana é conhecida», e acrescentou: “Desejo a esses senhores, que têm feito essa tentativa todos os anos, umas óptimas festas, uma óptima Romaria. Viana é isso mesmo, é alegria, é amor, é a Romaria, não tem nada a ver com tortura nem com maus tratos a animais. Não vale sequer a pena tentarem em Viana”, e deixou um aviso à organização de actividades tauromáquicas: «Se no próximo ano insistirem, cá estaremos».

 

O porta-voz dos “vianenses”, José Carlos Durães, por sua vez, e numa tentativa de tapar o sol com uma peneira, tentou justificar, deste modo, o recuo deste ano: "Não iríamos conseguir facturar para pagar as despesas. Não vamos dar tiros nos pés". No entanto assegurou que em 2017 a tourada está prevista realizar-se no dia 20 de Agosto.

 

Pois sim!

 

Mas a verdade é outra. Nem este ano, nem em qualquer outro ano, conseguiriam empurrar o lixo tauromáquico com os pés, para dentro de Viana, porque estava tudo a postos para o impedir e, com um grande trunfo na manga, que guardaremos para o ano, se tentarem invadir a cidade.

 

Acabaram-se os privilégios!

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 18:34

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Quarta-feira, 13 de Julho de 2016

CONTRA A VERGONHOSA TOURADA DA RTP NORTE NA PÓVOA DE VARZIM E ESBANJAMENTO DE DINHEIROS PÚBLICOS

 

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A tourada não passa da exibição pública do sofrimento e maltrato de Touros e Cavalos, não tendo mais lugar nas sociedades modernas.

 

A tourada é um confronto brutal e desigual entre um animal indefeso (o Touro) e um animal protegido (o cobarde toureiro).

 

É muito grave ser transmitida pela televisão pública, que banaliza e promove a violência, valendo-se de dinheiros públicos.

 

A RTP não devia transmitir esta barbárie até porque a maioria da população portuguesa a rejeita veementemente, como se sabe: a transmissão de touradas é a 2ª razão mais frequente de queixas do público.

 

Se os trabalhadores da RTP se recusam a filmar touradas, a empresa contrata outros de fora.

 

Os Portugueses têm feito ouvir a sua opinião, dentro e fora da RTP. Por que insistir nesta barbárie quando largas centenas de municípios e regiões estão a abolir a tourada e outras actividades tauromáquicas também bastante cruéis, nos poucos países (oito) onde ainda existem?

 

Viana do Castelo foi o primeiro e até agora o único município em Portugal a declarar-se publicamente anti-tourada.

 

Ao que parece a Póvoa de Varzim ainda não se decidiu a evoluir.

 

A Póvoa de Varzim não se situaria melhor perante o mundo sem esta selvajaria tauromáquica que a RTP vem “plantar” nesta cidade no próximo dia 22 de Julho?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:45

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Quinta-feira, 28 de Abril de 2016

MINI CONFERÊNCIA EM VIANA DO CASTELO SOBRE DIREITOS DOS ANIMAIS

 

Carta da activista Ana Macedo enviada a várias entidades, a propósito da mini conferência realizada em Viana do Castelo, sobre os Direitos dos Animais

 

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Exmos. Srs.

 

Na sequência da realização a conferência “Direitos dos Animais”, no passado dia 10 de Abril de 2016, que teve lugar no Auditório do Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo, os presentes acordaram nos seguintes pontos:

 

1.º Um agradecimento à Câmara Municipal de Viana do Castelo pela cedência do espaço para este exercício de cidadania activa, bem como às senhoras funcionárias do Museu de Artes Decorativas pela cooperação e gentileza.

 

2.º Os presentes, enquanto cidadãos e munícipes empenhados nas temáticas relacionadas com Direitos dos Animais e bem-estar animal, manifestaram a sua viva preocupação com o facto do fim das políticas de abate nos canis municipais se configurar como muito próximo sem que se esteja a preparar caminho para que essa realidade se torne possível sem sobressaltos.

 

É certo que são sacrificados anualmente (números conhecidos, que poderão enfermar de cifras negras) 100.000 animais de companhia nos canis municipais. Tal opção legislativa obrigará as autarquias a encontrar opções válidas e adequadas para animais errantes ou abandonados. Em conformidade, faz todo o sentido criar / reforçar parcerias com as instituições que estão há anos no terreno, abnegadamente e com puro espírito de missão.

 

As associações presentes manifestaram a sua preocupação e pretendem reforçar desde já a sua recusa de que a crueza do abate seja substituída pela incerteza do que virá a ser feito, nomeadamente, possíveis futuros depósitos / abandonos dos animais em locais insalubres, sem quaisquer apoios ou fiscalizações.

 

3.º As associações de protecção animal presentes e representadas na conferência (Associação Vila Animal, Associação Gatos de Ninguém e Associação Selva dos Animais Domésticos) promovem as melhores práticas de protecção dos animais, intervindo nas políticas urbanas e ambientais que se centrem no bem-estar dos animais e na qualidade da sua convivência com os seres humanos, prestam cuidados e apoio a animais de colónia, assegurando-lhes a qualificação de "animal comunitário", dão guarida a animais idosos ou inadoptáveis, promovem activamente a adopção de animais abandonados ou errantes e estão profundamente empenhadas em campanhas CED – Capturar, Esterilizar, Devolver – em animais de rua, para reduzir a população de animais abandonados, negligenciados e carenciados. Pretendem ser reconhecidas como interlocutores privilegiados na gestão destas problemáticas.

 

4.º Em conformidade, foi também reconhecida a necessidade de reforçar o pedido de disponibilização, pelo Município de Viana do Castelo, de instalações dignas às Associações Vila Animal e Gatos de Ninguém.

 

5.º Das autoridades convidadas a comparecer, para promoção dos necessários esclarecimentos das competências de cada uma delas, apenas o SEPNA se fez representar, na pessoa do Senhor Sargento Chefe Martins (em representação também do Senhor Comandante da GNR de Viana do Castelo). O Senhor Sargento Chefe foi incansável no esclarecimento de todas as dúvidas suscitadas quanto a leis de protecção animal, procedimentos a adoptar em queixas, legitimidade, cadeias de comando e responsabilidades. Foram também esclarecidas dúvidas relativas a protecção da natureza e ambiental.

 

O nosso muito obrigada à GNR/SEPNA.

 

A lamentar a não comparência de um representante da PSP, DGAV e CMVC uma vez que cada uma destas entidades tem funções a desempenhar nesta matéria.

 

6.º Foi manifestado pelos presentes a convicção e expectativa de que a Veterinária Municipal deveria disponibilizar algum tempo do seu horário para prestar serviços de esterilização de animais de companhia a munícipes com necessidades económicas especiais, ou reforçando o apoio a esses encargos das associações.

 

7.º Foi ainda manifestado total empenhamento e apoio à luta anti tourada em Viana do Castelo, que se gostaria de ver reforçada em regulamentos camarários que permitissem o afastamento definitivo do anátema que anualmente se abate sobre o município, por alturas da festa maior da cidade.

 

8.º Mais apreciaram os presentes que a cidade se declarasse como não permitindo ou tolerando espectáculos que recorram a animais. Falamos concretamente dos circos que demandam as nossas cidades e que mantêm animais em cativeiro em – geralmente - péssimas condições e unicamente com fins de exploração económica. É essa uma diversão que não é digna, nem sequer pedagógica, pois nenhum comportamento exibido pelos animais nos espectáculos de circo é um comportamento natural, construindo, sobretudo nas crianças, uma imagem dos animais que não corresponde à realidade da sua natureza.

 

9º Alguns dos presentes manifestaram a sua preocupação relativamente às condições do Canil de Ponte de Lima (Canil Intermunicipal) uma vez que 80 lugares para um Canil que serve 14 municípios é, manifestamente, insuficiente. Para além deste facto, e após visita ao local, constataram que os animais estão num estado de extrema magreza pelo que se constata que a ração que lhes é atribuída é insuficiente. Sendo a CMVC uma das câmaras que contribuí para este canil intermunicipal gostaríamos de apelar a que sejam verificadas as condições em que são mantidos os animais.

 

10.º E por último, em reforço da imagem de Viana do Castelo como Cidade saudável, a implementação e continuação de políticas de protecção animal que continuem a conotar a cidade como exemplo de boas práticas a seguir no âmbito nacional e internacional.

 

Sem outro assunto de momento, enviamos os melhores cumprimentos.

Atentamente

Ana Macedo

 

***

Resposta da Veterinária do Canil de Ponte de Lima, à referência feita na carta anterior:

 

«Boa tarde

 

Relativamente ao que manifestamente se refere ao Canil Intermunicipal tenho a informar o seguinte:

 

- O Canil Intermunicipal tem vindo a manter desde sempre uma boa relação com as Associações, nomeadamente e neste caso em concreto, com a D. Maria José da Associação Vila Animal e a D. Idalina da Selva;

 

- Já foram e continuam a ser agilizados, processos de adopções dos nossos animais com ambas as Associações, nomeadamente e ultimamente, com a Associação Vila Animal;

 

- É nossa pretensão que essa colaboração se mantenha, desde que continue a constituir uma mais-valia, no que respeita ao objectivo primordial: conseguir o máximo de adopções responsáveis no mais curto espaço de tempo, colaborando para que o Canil, seja cada vez mais, um local de breve passagem de animais e que culmine num final feliz para todos eles;

 

- O Canil Intermunicipal pode não ser o ideal, até porque o ideal, seria não ter a necessidade de existir, no entanto, o nosso Canil continua a ser referenciada como um dos melhores. Não sou eu que o digo, e sim quem nos visita, nomeadamente particulares, Associações de Protecção Animal, Entidades Policiais, PSP, GNR, GNR-SEPNA, FAP, GOC, PAN, etc..... . Como tal, não falem mal sem saber do que falam, ou do que se passa na realidade, até porque, nós não merecemos essa desconsideração!

 

- Temos frequentemente alguns animais magros, não porque a ração não seja equilibrada ou suficiente e sim porque nos chegam constantemente animais debilitados e como é do conhecimento de todos, não recuperam de um dia para o outro! Outros, por estarem à demasiado tempo confinados à espera de um dono, que nunca chega, ou de uma decisão judicial, que se prolonga, relativamente ao seu destino. Daí a grande necessidade de parques de lazer para todos eles e que por diversas vezes foram, e continuam a ser, solicitados à CIM Alto Minho, quer pela minha parte, quer pelo Executivo do Município de Ponte de Lima.

 

Aproveito, desde já, para convidar todos, a participar na VI CÃOminhada do Canil Intermunicipal, a realizar dia 28 de Maio e cuja informação segue em anexo. Agradeço a divulgação e conto com a V. participação, para que, mais um ano, nos ajudem a deixar o Canil deserto de animais e conseguir boas adopções Piscar de olho.

 

Com os melhores Cumprimentos

A Médica Veterinária Responsável pelo Canil Intermunicipal

Natália do Campo

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático)

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 19:05

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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016

… PORQUE NINGUÉM É OBRIGADO A TER UM CÃO…

 

CARTA ABERTA ÀS AUTORIDADES COMPETENTES

ct.vct@gnr.pt, co.dsepna@gnr.pt, veterinaria@cm-viana-castelo.pt, dirgeral@dgav.pt,

cmviana@cm-viana-castelo.pt

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Exmos Senhores,

 

Chegou-me ao conhecimento, através de mensagem electrónica, a situação deplorável e inconcebível, em que se encontra uma cadela, de cor preta, ao que parece de raça labrador, na zona do antigo Bairro do Fomento, na Praça do Vale do Lima, na Meadela, Viana do Castelo.

 

Em visita a uma casa próxima e de onde se podem ver as traseiras dos prédios desse bairro, avista-se o animal acorrentado quase sem poder movimentar-se, sujo, a viver sobre os seus próprios dejectos, com uma casota mais pequena do que ele, e sem as mínimas condições para uma vida digna e sem sofrimento, tal como prevê a Lei de Protecção dos Animais, n.º 69/2014, de 29 de Agosto.

 

Para uma melhor averiguação, usou-se o acesso pedonal das traseiras do prédio para uma aproximação mais concreta, e confirmou-se o deplorável estado em que o animal vive. Aliás, a casota encontra-se nesse espaço. Soube-se também que o animal só não passa fome porque é uma senhora que, voluntariamente e com pena dele o alimenta.

 

Questionados os moradores da zona, eles confirmaram que já foram tomadas providências no sentido de que o dono do animal o trate com a dignidade a que tem direito, que o vacine e o registe, até porque também neste âmbito o seu bem-estar se encontra totalmente descurado e ilegal.

 

Contactada a Associação Vila Animal, esta informou já ter solicitado a intervenção da Veterinária Municipal, para este caso de negligência e maus-tratos e que, podendo o animal ser retirado ao dono que, ao que tudo indica, não o deveria ter, até porque NÃO É OBRIGATÓRIO TER ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, para serem desestimados, a queixosa se prontifica a acolher a cadela, tratá-la e proporcionar-lhe a vida que merece.

 

Informaram-me também que à residência do proprietário da cadela já se teria deslocado uma patrulha da PSP, com o intuito de sensibilizar o dono para a necessidade de a tratar, de a vacinar e de lhe aplicar o microchip, tal como a lei prevê.

 

O dono, como é habitual neste tipo de dono, fez de conta que ia fazer tudo o que a PSP recomendou, mas não fez, e a cadela continua na mesma situação deplorável, e em breve poderá ter a companhia de um outro cão, este de raça Yorkshire, uma vez que o dono apregoa que irá fazê-lo, porque a cadela faz muito barulho em casa.

 

Manifestamente este dono, seja ele quem for, até á presente data já incorreu em diversas infracções à legislação em vigor, a saber: Decreto-lei 313/2003 de 17 de Dezembro; Decreto-lei 276/2001 de 17 de Outubro com as alterações introduzidas pelos Decretos-lei 315/2003 de 17 de Dezembro e 260/2012 de 12 de Dezembro, e ainda não foi criminalizado.

 

Deste modo, e na expectativa de que o Comando da PSP de Viana do Castelo, agirá em conformidade, não só com a Lei, mas também com a mesma sensibilidade que outras delegações congéneres da PSP têm já (felizmente) demonstrado por esse país fora, venho juntar a minha voz à voz da queixosa e de outras mais vozes que estão a gritar por justiça para este ser vivo, com direitos consignados numa Lei que, se existe, tem de SER CUMPRIDA.

 

Esperando que a lei se cumpra, apresento os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:46

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2015

O LIXO TAUROMÁQUICO DESTA VEZ NÃO CONSPURCOU A BELA CIDADE DE VIANA DO CASTELO

 

E não foram os tribunais que venceram. Não foram os autarcas vianenses que venceram.

 

Foi a racionalidade que venceu através do Movimento Anti-touradas de Viana do Castelo, aguerridamente liderado por Ana Macedo, a grande mentora desta vitória (à qual se seguirão muitas mais vitórias), e das centenas de abolicionistas que se uniram por uma Viana do Castelo livre da selvajaria tauromáquica.

 

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A união faz a força

 

E a força dos que lutam pela abolição da tauromaquia em Portugal e nos outros sete atrasados países, entre os 193 que existem no mundo, é cada vez mais poderosa.

 

Que adianta dizerem que a selvajaria tauromáquica é legal?

 

É legal mas não é racional.

 

Existem leis injustas. E esta lei que legitima a violência e a crueldade gratuitas sobre seres vivos indefesos, que nem sequer são considerados animais, é injusta, além de ser inconstitucional.

 

E quando as leis são irracionais e injustas, não existe justiça.

 

É chegada a hora de o Estado Português se convencer de que ou avança na evolução, e se coloca ao nível dos países civilizados, ou ficará novamente orgulhosamente só, no mundo, uma vez que os outros sete países, onde ainda se pratica a selvajaria tauromáquica, estão a caminho da abolição deste comportamento bárbaro, selvático e cruel, que nem os mais primitivos homens das cavernas praticavam.

 

O retrocesso é total.

O Movimento Anti-touradas de Viana do Castelo ganhou uma batalha. Falta ganhar a guerra. E essa ainda agora começou.

 

Vamos a isto, companheiros e companheiras abolicionistas!

 

Gritemos como gritou Miguel de Cervantes, que viu todos os carrascos que o torturaram no seu longo cativeiro, caírem um a um: «Deus suporta os maus, mas não eternamente.»

 

Aguardem-nos, carrascos de Touros e Cavalos!

 

Nós também não vamos suportar mais a vossa violência, a vossa crueldade, a vossa maldade, a vossa ignorância e a vossa ignominiosa maneira de estar no mundo.

 

Havemos de vos ver cair, um a um… a começar pelos “de cima”…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

LUÍS CAMPOS FERREIRA (SECRETÁRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS) ENVERGONHA PORTUGAL AO ENALTECER A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

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Luís Campos Ferreira, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, deslocou-se ao Alto Minho para mais uma “Embaixadoria”, desta vez dedicada ao México, acompanhado pelo Embaixador Alfredo Pérez Bravo, com o objectivo de levar embaixadores acreditados em Lisboa a visitar diversas regiões portuguesas, para realçar a diversidade cultural regional e as potencialidades do tecido empresarial do país.

 

Desta vez a “Embaixadoria” foi até Viana do Castelo, onde, num discurso aqui proferido, Luís Campos Ferreira referiu o Fado, o Cavalo Lusitano e as touradas como prova da “qualidade” do Alto Minho.

 

Ora, tal afirmação mostra uma certa ignorância sobre o que é o Alto Minho e as suas qualidades.

 

O Alto Minho não é Lisboa, que põe o Fado e a selvajaria tauromáquica (vulgo tourada) no mesmo saco “cultural”.

 

O Fado é Património Cultural Imaterial da Humanidade. É.

 

Mas a tourada é um costume bárbaro, ainda praticado em Lisboa, mas não tem qualquer tradição no Norte de Portugal, à excepção de Ponte de Lima, que é um autêntico ninho de lixo tauromáquico.

 

Viana do Castelo, a primeira cidade portuguesa a ousar ser anti-tourada, curiosamente, nos mandatos posteriores ao Dr. Defensor Moura, Presidente do município vianense, que limpou Viana do Castelo do lixo tauromáquico, regressou á selvajaria, tornando-se pró-tourada, devido à ineficácia política dos actuais autarcas. Mas a esmagadora maioria da população vianense é anti-tourada.

 

O Cavalo Lusitano, esse, é na verdade um Cavalo digno e de excelência, porém, é bastante maltratado em Portugal, pois além de não ser considerado um animal, pela lei portuguesa, é cobardemente utilizado nas bárbaras corridas de touros à antiga portuguesa (coisa de um passado que já passou há muito).

 

Por incrível que pareça, lê-se na Wikipédia que «existe uma raça de cavalos desenvolvida especialmente para as Corridas de Touros, o cavalo Puro-sangue Lusitano (PSL), que se diferencia pela sua coragem, generosidade e altivez.»

 

Agora digam-me, colocar o Cavalo Lusitano como prova de qualidade do Alto Minho, quando o torturam barbaramente nessas “corridas” á moda do tempo dos ignorantes… será uma prova de “qualidade”?

 

Isto é uma falta de discernimento total.

 

Luís Campos Ferreira continua a “mostrar Portugal” ao mundo, mas de um modo que não dignifica nem Portugal, nem os Portugueses que não se revêem nesta incultura bárbara de touradas e utilização de animais como os dignos Touros e o generoso e altivo Cavalo Lusitano, na festa parva dos que ainda vivem na Idade do Calhau.

 

E a Rádio Geice, que transmitiu este vergonhoso discurso, não terá um espírito de Cultura Crítica, que possa fazer uma triagem daquilo que é civilizado dizer alto, e daquilo que não é civilizado dizer alto?

 

Este secretário de estado envergonhou Portugal e desprestigiou o Alto Minho com o um discurso sem nexo. E ninguém diz nada?

 

Fica-se pela triste, pobre e apodrecida mensagem de alguém que ficou parado na Idade Média, mas representa o governo português, no ano de 2015, da era cristã?

 

Sim, sabemos, que era o embaixador do México (um país tão retrógrado quanto Portugal, nestas questões de evolução e civilização, pois também ainda alberga a selvajaria tauromáquica, se bem que a caminho da abolição) que acompanhava Luís Campos Ferreira….

 

Mas ainda assim...

 

Tinha de haver senso crítico.

 

Fonte:

http://radiogeice.com/fm/2015/07/08/internacionalizacao-do-alto-minho-luis-campos-ferreira-continua-a-mostrar-portugal-ao-mundo/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2014

MUNICÍPIO DE VIANA DO CASTELO QUER TRANSFORMAR A PRAÇA DE TOUROS EM PAVILHÃO POLIDESPORTIVO

 

Eis uma óptima notícia.

Nem tudo está perdido.

 

ARENA DE VIANA DO CASTELO.jpg

Eis as ruínas do que antes foi “património” (já que o querem assim) dos broncos tauricidas. A tortura e a cobardia são património, sim, mas da estupidez. Apenasmente.

 

Passados seis anos de ter sido desactivada a arena de tortura de bovinos, depois de Viana do Castelo ter-se declarado cidade anti-tourada, o presidente do município, Dr. José Maria Costa, veio demonstrar uma “vontade clara” de dar resposta à falta de condições físicas com que se debate a Escola Desportiva de Viana (EDV), daí a intenção de transformar a antiga num espaço polivalente para a prática de várias modalidades, tais como ginástica, esgrima, patinagem artística e hóquei em patins e basquetebol.

 

Esta arena, de construção recente (1948), para a longevidade da selvajaria tauromáquica, que vem do tempo das trevas, serviu para a prática da tortura durante alguns anos, numa terra onde nunca a barbárie esteve de facto enraizada, como nas terras atrasadas lá mais para sul…

 

Há vários anos que está desactivada, e é chegado o tempo de lhe dar uma utilidade moderna, condizente com a civilização e não com a incultura dos tauricidas, que consideram a iniciativa da autarquia um atentado contra o “património” deles, isto é, dos broncos.

 

Pois tudo o que seja “património” dos broncos é para transformar, demolir, esmagar, trucidar, queimar, fazer desaparecer para sempre, da face da Terra.

 

No mundo moderno não tem mais cabimento a estupidez que já se prolonga há demasiado tempo.

 

O Norte de Portugal não cultiva a selvajaria tauromáquica. Os nortenhos (tirando uma minoria selvática e cobarde) é gente de trabalho honesto, e não se diverte a ver torturar seres vivos indefesos.

 

Os bárbaros invadiram Viana do Castelo contra a esmagadora maioria dos vianenses, através de marosquices e ilegalidades, com a conivência de autoridades que deviam estar na cadeia.

 

Desprezo total pela incultura dos broncos tauricidas, pela ignorância dos broncos tauricidas, pela cobardia dos broncos tauricidas, pelo atraso de vida que os broncos tauricidas representam na sociedade portuguesa, se bem que sejam uma minoria insignificante e inútil, que a seu favor tem apenas uma lei parva e inconstitucional, porque promove a violência, a crueldade e a tortura gratuitas, que transgride o direito do povo português à integridade moral e à qualidade de vida.

 

Bárbaros que nem sequer sabem que são bárbaros, porque desconhecem em absoluto a civilização.

 

Por isso esta iniciativa da autarquia de Viana do Castelo é salutar, e totalmente bem-vinda e aplaudida.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:11

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