Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

E É ISTO UM CANDIDATO À CÂMARA MUNICIPAL DA GOLEGÃ, PELO PSD, DOUTOR PEDRO PASSOS COELHO?

 

Fui ao mural do Facebook, de Victor Borges da Costa, aficionado dos quatro costados, candidato à Câmara Municipal da Golegã, pelo PSD, deixar aquele recado que publiquei ontem, de que não votaríamos em quem fosse comprometido com a selvajaria tauromáquica.

E ele respondeu-me desta maneira magistral, que diz bem do baixo nível moral, cultural, humano e político dos candidatos às autarquias que pugnam pela selvajaria tauromáquica, quer sejam do PSD ou de qualquer outro partido. Quando se trata de aficionados, só há uma cor política possível: o vermelho do sangue dos Touros.

Isto sim, é um candidato com grandes “COMBIÇÕES” (em bom Português!)

 

GOLEGÃ1.jpg

 

Envergonho-me disto. Como é possível que, no meu país, exista este tipo de coisa: candidatos a Câmaras Municipais com tão baixo nível moral, cultural, humano e político!?

 

O que tem a dizer sobre esta vergonha, Dr. Passos Coelho?

É este atraso civilizacional, esta incultura, esta falta de civismo e educação, esta ordinária expressão verbal (que o AO90 veio disfarçar), que tem para oferecer a Portugal?

 

Gente desta não pode estar à frente de uma Câmara Municipal, ainda que a terrinha seja atrasada civilizacionalmente. Com gente assim Portugal nunca evoluirá.

 

Até quando teremos esta desgraça nacional a emperrar a evolução do nosso desventurado país, onde ainda há “gente” desta com pretensões a “políticos”?

 

O comentário, entretanto, foi apagado.

A página deste candidato social-democrata é esta:

https://www.facebook.com/victor.borgesdacosta.1?hc_ref=ARTl1dVabMLCD96kiN9En76X_3lODZ_WmKTHrj_qZneu1vgdb7Z9lmQhNBVW-OyUETE&fref=nf

 

JAMAIS VOTAREMOS NESTA ESPÉCIE DE CANDIDATOS.

NÃO PODEMOS PERMITIR QUE "GENTE" ASSIM SE EMPOLEIRE NO PODER

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

VOTAREMOS APENAS EM CANDIDATOS QUE NÃO ESTEJAM COMPROMETIDOS COM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Proponho-me a reproduzir aqui o precioso  testemunho de uma ribatejana, publicado no Facebook, a qual não se identifica com a barbárie que caracteriza o Ribatejo.

Estas eleições autárquicas poderão servir para penalizar todos os candidatos que, à direita e à esquerda, por todo o país, apoiam a selvajaria tauromáquica, que tortura e mata animais não humanos e tira a vida e estropia animais humanos…

 E nenhum destes candidatos merece o nosso voto…

 

AUTÁRQUICAS17.png

 

Texto de Isabel Faria

 

«Aprendi a rejeitar as touradas, por uma questão de classe. Os donos dos touros eram sempre, nas minhas certezas juvenis, os latifundiários. Os mesmos que iam para a Praça do Mercado escolher os trabalhadores agrícolas para trabalhar à jorna, recusar dar trabalho a trabalhadores agrícolas, ou chamar a GNR para os reprimir.

 

Os toureiros eram deles. Os forcados eram os filhos dos capatazes das suas terras. Os que ambicionavam ser deles.

 

Possivelmente com alguma análise mais adulta, a equação não seria assim tão linear... mas ainda faltava muito para análises adultas.

 

Só com o tempo, juntei à questão da barricada, o marialvismo reaccionário, a barbárie do espectáculo, o sofrimento infringido aos animais, a desumanidade de ir para as bancadas vibrar com o sofrimento e aplaudir o sangue.

 

Por isso tudo, sou claramente a favor do fim das touradas. Por isso tudo, e voltando, de relance, às autárquicas, seria incapaz de votar num candidato ou num programa que as protegesse, impulsionasse, sequer, acriticamente, aceitasse.

 

Morreram dois jovens em pouco mais de uma semana, em arenas de Praças de Touros em Portugal. A morte é sempre uma tragédia. Os acidentes têm sempre responsáveis e culpados.

 

Estes acidentes são fruto de uma "tradição" bárbara e sem nenhum sentido, que massacra animais e mata homens.

 

À Esquerda devia ser uma linha vermelha intransponível, mantê-la ou apoiá-la.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/josegmatias/posts/10203611412161876?comment_id=10203611523204652&notif_t=comment_mention&notif_id=1505674632260339

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:34

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A INSANIDADE MORAL DOS AFICIONADOS DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Sete traços de personalidade que adeptos de touradas e psicopatas têm em comum.

 

Procurei uma resposta para a minha desmedida perplexidade: por que motivo um professor universitário, um ministro, um escritor enfim…. gente que teve a oportunidade de evoluir mentalmente, não evoluiu e é aficionada de selvajaria tauromáquica?

 

Encontrei a resposta em estudos psiquiátricos: o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema do carácter está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. Todas as “personalidades” aficionadas que conhecemos viveram a infância a ver touros (“coisas”) a serem brutalmente torturados. E aquilo para eles era tão “normal” que os tornou insanos.

 

BESTIALIDADE.jpg Observe-se a bestialidade estampada na expressão daqueles que riem perante o sofrimento de um bezerro desnutrido, acossado numa arena… Isto não é coisa de anormais?

 

A psicopatia caracteriza-se por uma falta de consciência e transtorno de personalidade, que no caso da tauromaquia se traduz num transtorno antissocial, pois eles são indiferentes aos sentimentos alheios (humanos e não humanos) podem ter comportamentos cruéis, não obedecem a normas e obrigações (não cumprem as leis), têm baixa tolerância à frustração (por isso vingam-se nos Touros e Cavalos),e cometem facilmente actos violentos. Os que têm este tipo de transtorno violam os direitos dos outros seres vivos e não sentem remorsos pelo que fazem.

 

Depois há o transtorno fanático. Hitler, Mussolini e Kadafi foram os exemplos dados pelo psiquiatra forense Guido Palomba, para este tipo de transtorno. E o que são os aficionados, senão uns fanáticos por sangue, violência e crueldade? Segundo Palomba, o condutopata fanático é movido por ideias fixas (a de achar, por exemplo, que os touros não sofrem) que podem levá-lo a cometer crimes, biocídio, homicídio e até a tirar a própria vida.

 

Jon Ronson, um afamado jornalista e documentarista do País de Gales, no livro "The Psychopath Test" (O Teste do Psicopata) refere que «os psicopatas são diferentes dos seres humanos. Faltam-lhes coisas que fazem de nós humanos: a empatia, o remorso, a bondade» tudo o quem não existe nos torturadores de Touros e nos que os aplaudem e apoiam.

 

Ainda de acordo com o psiquiatra forense Guido Palomba, os indivíduos com transtorno de personalidade têm vários defeitos básicos: são altamente egoístas; não se arrependem dos actos que cometem; têm valores morais distorcidos; gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio. «Aparentemente, a pessoa é normal e lúcida, mas tem uma conduta deformada», refere o psiquiatra.

 

Isto explica porque, por exemplo, tantos senhores (as) doutores (as) cá do nosso burgo, que se sentam nos bancos da Assembleia da República ou são professores universitários, ou pintores, ou escritores, ou fadistas… ou simplesmente marialvas são aficionados de touradas e têm um ar aparentemente normal… mas uma conduta deformada

 

Este problema, refere Palomba, foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (...) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade…

 

De acordo com a psiquiatra e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Leda Beolchi Spessoto, o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. O que no caso dos nossos “ilustres” senhores (as) doutores (as) não aconteceu, e eles passaram à fase adulta adulterados.

 

Todos os “diplomados” aficionados de tauromaquia, desde escritores, pintores políticos, professores, cresceram no ambiente violento e cruel das touradas. Iam com o avô, com o pai, e para eles o touro era uma “coisa”, e de tanto ouvirem dizer que o touro era uma “coisa” e que não sofria nada, isso passou a ser uma verdade, e cresceram com valores morais distorcidos, e hoje não reconhecem essa distorção, por muito que os alertemos. O carácter deformado já está formado.

 

E o tratamento é difícil, pois, «quando uma pessoa tem um transtorno de personalidade, dificilmente assume o problema. E se assume, não quer pôr em cheque que está com o transtorno. E procurar ajuda profissional já é um terceiro passo», salienta a psiquiatra. Segundo ela, o tratamento da doença comportamental fica ainda mais difícil nos casos mais graves, como dos criminosos em série, os ditos serial killers.

 

CRUELDADE.jpg

A cara da crueldade…

 

Aqui ficam sete traços que psicopatas e aficionados de selvajaria tauromáquica têm em comum:

 

1 - Falta de empatia: os psicopatas são incapazes de sentir empatia, entender os sentimentos e experiências dos outros (humanos ou não humanos). A falta de compaixão é atávica.

 

2 - Egotismo: os psicopatas e os aficionados tendem a falar muito bem de si próprios, e de se exacerbarem a si próprios, como se ninguém mais existisse. Só eles. E eles.

 

3 - Charme superficial: uns e outros são lisonjeiros e manipuladores, têm uma predisposição para explorar os outros e uma visível falta de consciência.  

 

4 - Falta de Remorsos: os psicopatas e aficionados mostram pouco ou nenhum remorso quando as suas acções prejudicam os outros e tendem a culpar os outros.

 

5 - Egoísmo: um extremado e estranho egoísmo cega os psicopatas e aficionados, não os deixando ver o mal que provocam nos outros (humanos ou não humanos).

 

6 - Comportamento anti-ético: os psicopatas e as pessoas de classe alta são mais propensas a ter comportamentos pouco éticos do que pessoas de classes mais baixas. As pessoas mais ricas tendem a violar a lei durante a condução, roubar, mentir durante uma negociação ou aprovar comportamentos anti-éticos, por isso, os políticos portugueses têm a crueldade e a violência contra Touros e Cavalos legisladas, e esses seres vivos excluídos do Reino Animal.

 

7 - Tendência para o tédio: Os psicopatas e os aficionados gostam de viver em constante perigo e emoção. Muitos deles cometem crimes ou magoam os outros (humanos e não humanos) apenas para a própria emoção, satisfação e prazer.

 

***

Por tudo isto é urgente que se coloque em cima da mesa a Lei da Abolição das Touradas, para que Portugal possa respirar o ar inconspurcado da evolução.

Apoiar a psicopatia é uma demonstração de insanidade moral.

 

 

Fontes:

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

 

http://visao.sapo.pt/sete-tracos-de-personalidade-que-ricos-e-psicopatas-tem-em-comum=f815223

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:13

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Sábado, 16 de Setembro de 2017

MAIS UM FORCADO ATIRADO À MORTE POR AFICIONADOS

 

Atirado à morte por aficionados e aplaudido por sádicos, numa arena quase vazia, na Moita, mais um forcado morre de uma morte insana, inútil e inglória.

E é isto que querem elevar a património cultural

Não estava lá por obrigação, mas por devoção à barbárie.

A Lei do Retorno anda por aí, infalível e implacável…

É que Deus suporta os maus, mas não eternamente, já dizia Miguel de Cervantes, autor de «Dom Quixote de la Mancha», o qual viu os seus carrascos serem mortos, um a um.

Mais uma morte, carimbada pelo governo português.

Quantos mais precisarão de morrer, para que se acabe com esta estupidez?

 

FORCADO.jpg

 

Morreu esta manhã, o forcado Fernando Quintela, que não resistiu às fortes hemorragias internas, que sofreu, ontem, quando o Touro que torturava, também ele com hemorragias internas, sofridas ao lhe serem espetadas bandarilhas, o colheu, em legítima defesa, em mais uma sessão de selvajaria na Moita.

 

Os tauricidas aproveitaram-se logo desta morte, para fazer propaganda à ganadaria que “forneceu” o Touro, para ser sacrificado em nome do vil metal e do sadismo, e ao grupo de forcados a que pertencia o falecido, que tinha apenas 26 anos.

 

Os aficionados atiraram mais um jovem para a morte, e estavam a aplaudi-lo quando foi colhido pelo Touro moribundo.

 

E do que é capaz um animal, seja humano ou não humano, quando está moribundo, e reúne as suas derradeiras forças para se defender!

 

Quantos mais terão de morrer?

Até quando?

 

E pensar que esta barbárie acaba de receber, por vias obscuras, 200 mil euros do Orçamento Participativo Portugal (OPP), para que continuem a morrer, insanamente, jovens forcados e toureiros e Touros e Cavalos… Se esta selvajaria vier a ser património, será o património da morte nas arenas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia e da imagem:

http://touroeouro.com/article/view/14915/faleceu-o-forcado-fernando-quintela

 

***

E NA MOITA É ASSIM…

 

Duas pessoas baleadas nas “festas” da Moita, no distrito de Setúbal.

Como se a morte do forcado Fernando Quintela já não bastasse, hoje, nas “festas” da Moita, duas pessoas foram baleadas, tendo sido transportadas para o hospital, informou fonte da GNR, sem adiantar mais pormenores.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária.

 

Fonte da notícia:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/865255/duas-pessoas-baleadas-nas-festas-da-moita

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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OS TOUROS SÓ INVESTEM SE FOREM TORTURADOS!

 

Mais um mito tauromáquico destruído pela realidade.

 

Os Touros, como herbívoros que são, só investem para se defenderem dos carrascos que o atacam cobardemente: toureiros, bandarilheiros, forcados…

 

Os tauricidas e afins vivem num mundo de mentiras, criadas para sustentarem uma prática selvática, que apenas serve interesses económicos obscuros e os maus instintos de quem a pratica, a aplaude, a promove, a apoia…

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:05

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017

A NATUREZA MANSA DOS TOUROS

 

Este vídeo diz da natureza dos Touros: herbívoros mansos, brincalhões, sensíveis.

 

Os tauricidas que os "manipulam" barbaramente, cobardemente, para se tornarem "bravos" nada sabem da natureza dos Touros. Não há Touros bravos na Natureza. O que há são criaturas desumanas e cobardes que os torturam para se divertirem sadicamente à custa do sofrimento atroz destes magníficos e sencientes seres vivos.

 

 

A intrujice  do Touro "bravo" repetida ao longo de séculos aos ignorantes, tornou-se, para eles, uma verdade.

 

Mas a verdade é apenas uma: os Touros só são “bravos” para se defenderem, com todo o direito, dos seus carrascos.

 

E eu, que sou tão animal como um Touro, também sou brava, quando preciso de me defender das investidas de cobardes.


E eles andam... por aqui...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE NINGUÉM LAMENTA A MORTE DOS CARRASCOS DE SERES VIVOS

 

Será sempre menos um a fazer MAL aos outros: aos animais, vítimas desta descomunal crueldade, e a nós, que somos sensíveis e racionais, e odiamos estas práticas selváticas perpetradas por abomináveis monstros.

 

E dizem que os Touros são bem tratados!!!! A vida deles começa assim, em bebés, com as hediondas e cruéis picarias.

 

Tudo na tauromaquia é repugnante.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017

VENCEREMOS!

 

166023_638589366155159_2061004448_n[1].jpg

 É deste modo, livres e em harmonia, que os Touros e Cavalos devem viver. Não nasceram para servir predadores com forma humana e de baixos instintos.

 

Sei que o meu País atravessa um momento onde o caos se instalou, a todos os níveis.

 

Sei que no meu país, existe uma descomunal miséria moral, cultural, social e educacional, avalizada pelos governantes.

 

Sei que a corrupção e o desgoverno imperam ao mais alto nível.

 

Sei que somos roubados descaradamente.

 

Sei que somos vilipendiados nos nossos mais básicos direitos.

 

Sei que os “políticos” são cegos e surdos aos apelos racionais do povo que os elegeu.

 

Sei que entre o povo que se faz de vítima, estão os principais cúmplices e culpados da situação caótica que o nosso País vive.

 

Sei que aos governantes não interessa um povo que pensa, por isso promove a incultura.

 

Sei que o nosso País precisa de uma Revolução a sério, que derrube os corruptos e os vendilhões da Pátria.

 

Sei que uma minoria inculta e abroeirada manipula descaradamente os partidos políticos de maioria que, despudoradamente, se deixam manipular.

 

Sei que essa maioria parlamentar não merece consideração, porque não se dá ao respeito.

 

Sei que a política praticada em Portugal, desde Lisboa aos municípios (com raríssimas excepções) é suja, é podre, é obsoleta, é madrasta, é obscura.

 

Sei que da política e dos políticos fiquei farta, fartíssima, depois de tantos anos a lidar com eles, e conhecer-lhes todas as manhas e artimanhas.

 

Por isso, um dia decidi emprestar a minha voz aos que não têm voz, e entrei numa “guerra” de muitas batalhas, e nela, desde então, continuo firmemente de pé, com as palavras em riste (a minha arma) apontadas para os inimigos dos que decidi defender, apesar de todas as ameaças, apesar das agressões verbais, apesar das dificuldades, apesar dos obstáculos. Isto é como caminhar num mar de estrume.

 

Sei que a selvajaria tauromáquica está pendurada por um fio no meio de um abismo.

 

Está acabada. Ultrapassada. A cair de podre. De velha. Desadequada aos tempos modernos.

 

Mas falta enterrá-la debaixo de uma lei oficial.

 

E para tal, os Touros e os Cavalos precisam de todas as vozes.

 

Não haverá muito mais para dizer.

 

Mas há algo que ainda é necessário fazer: derrubar as mentes velhas, encerrar as escolas de toureio, desmoralizar os aficionados, marginalizar os sádicos, boicotar os seus apoiantes, desfazer o nó entre os governantes e os tauricidas, destruir os falaciosos mitos tauromáquicos, enfim, fechar o cerco a esta minoria sanguinária que anda por aí, em bicos de pés, a tentar segurar um cadáver putrefacto.

 

É preciso um pouco mais de empenho.

 

Travamos a batalha final.

 

É urgente que todas as vozes abolicionistas se ergam para esmagar os últimos “olés” sussurrados, já sem força, que ainda se ouvem por aí…

 

VENCEREMOS! VENCEREMOS! VENCEREMOS!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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Domingo, 10 de Setembro de 2017

AS LÁGRIMAS DE CROCODILO DOS QUE LEVARAM À MORTE O FORCADO PEDRO PRIMA

 

Primeira observação: na imagem abaixo, pode ver-se crianças que assistiram, ao vivo, praticamente à morte do forcado. E se isto não é violento para uma criança, o que será violento????

 

Segunda observação: o forcado Pedro Prima foi atirado para a morte, pelos sádicos que, naquele dia, se encontravam naquela arena, e o aplaudiram, como se ele, o forcado, estivesse a salvar a vida daquele Touro (e isto sim, seria heroísmo).

 

Terceira observação: o Touro, atacado pelo bando de forcados, encontrava-se já ferido, debilitado, cansado, em grande sofrimento, perfurado por bandarilhas, e a sangrar, copiosamente, por dentro e por fora, numa palavra: estava moribundo, e se isto não é ser carrasco (verdugos, algozes) de um ser vivo, os terroristas são santos…

 

MORTE DE FORCADO.png

Origem da imagem:

http://www.jn.pt/local/noticias/beja/beja/interior/morreu-o-jovem-forcado-dos-amadores-de-cuba-ferido-durante-corrida-de-touros-8751039.html

 

O texto que escrevi, sobre este episódio (que pode ser recordado neste link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

e em que coloquei o ponto no principal I, ou seja, na INSANIDADE desta prática selvática, gerou uma inacreditável onda de histerismo (perturbação mental) entre os aficionados de selvajaria tauromáquica, que se “atiraram” a mim, selvaticamente, como os tauricidas, cobardemente, se atiram aos Touros.

 

Este fenómeno foi analisado ao pormenor, por quem de direito, e chegou-se a esta aterradora conclusão: mas não é óbvio que o forcado morreu a satisfazer as taras dos psicopatas que pagam bilhete para aplaudir esta barbárie?

 

São os aficionados, providos de maus instintos, que têm as mãos sujas do sangue de Pedro Primo, e por todos os outros que já morreram ou ficaram aleijados nas arenas, e dos que vão continuar a morrer e a ficar tetraplégicos, se não se acabar já com esta carnificina inútil, insana e inglória.

 

Depois do mal feito, e ainda o corpo do malfadado forcado não tinha arrefecido, já os aficionados andavam por aí, na comunicação social, a aproveitar-se desta morte, para fazer propaganda à selvajaria tauromáquica, porque no fundo, estão-se nas tintas para estas mortes, o que lhes interessa é garantir o futuro da barbárie.

 

Se, na realidade, se importassem com a vida do forcado, não o atirariam para a arena, nem aplaudiriam uma façanhice tão indigna de seres humanos.

 

Os aficionados, os que andaram por este Blog e na minha página do Facebook a destilar o veneno que lhes corrói as entranhas, os maus instintos gravados no seu ADN, e a ignorância e estupidez em que assentam as suas crenças tauromáquicas, são os verdadeiros culpados pela morte do Pedro Prima, e numa tentativa de exorcizarem essa culpa, escolheram-me para bode expiatório.

 

Agora vêm para aqui chorar lágrimas de crocodilo e a atirar-me pedras, como se eles não fossem os verdadeiros culpados da morte do Pedro Prima.

 

E para aqueles que não sabem o que são “lágrimas de crocodilo” aqui deixo a origem desta expressão que tão bem assenta aos aficionados. Esta expressão surgiu a partir da observação do comportamento dos crocodilos na Natureza.

 

Os crocodilos, quando capturam uma presa, mordem-na com muita força, para que morram sem sofrimento (ao contrário dos tauricidas que adoram ver o Touro sofrer).  Para isso, precisam de abrir muito a boca, o que provoca uma pressão nas glândulas lacrimais, fazendo-os lacrimejar. Deste modo, o crocodilo parece chorar sempre que devora a sua presa. E as lágrimas soltam-se, com total ausência de emoções ou sentimentos.

 

É como quando descascamos e picamos cebolas bravas.

 

Logo, um aficionado que chora “lágrimas de crocodilo” é tido como hipócrita e aproveitador, pois tenta ganhar a confiança das pessoas, fingindo que se importa com a morte dos que ele atira para as arenas e aplaude.

 

É que uma coisa é morrer em pleno exercício de uma actividade digna do Homem, e outra coisa é morrer quando se está a maltratar um ser vivo moribundo, para divertir um bando de sádicos.

 

O que mexeu convosco, foi o facto de eu ter destruído mitos tauromáquicos.

 

Tenham vergonha!

A Vida para vocês, aficionados, vale ZERO, se não valesse, não seriam aficionados de TORTURA.

 

E vão procurar bodes expiatórios entre os que praticam, aplaudem, apoiam e promovem esta selvajaria que mata animais não humanos e animais desumanos.


Os animais humanos, não frequentam antros tauromáquicos.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

TVI PROMOVE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NA FESTA DAS VINDIMAS EM PALMELA

 

Ontem, e uma vez mais, a TVI demonstrou estar de pedra e cal na senda do retrocesso.

 

No Jornal das 8, apresentou uma reportagem que, camuflada na Festa das Vindimas, em Palmela, fez a apologia da selvajaria tauromáquica, entrevistando crianças a quem fizeram lavagem cerebral.

 

Foi triste, muito triste, ver aquelas crianças sem perspectiva de um futuro civilizado, com o aval da TVI… um canal para continuar a boicotar.

 

TVITOURADAS.png

 

Na referida reportagem, vê-se um terreiro medieval, para onde atiraram um Touro embolado, completamente perdido, fora do seu habitat natural, rodeado por “gente” histérica.

 

Tal cenário remeteu-nos para a Idade Média, quando o povo inculto, se divertia a maltratar animais, anões e gente desfigurada.

 

Uma rapariga, a quem a jornalista perguntou se alguém se fere nestas largadas, respondeu que o “um senhor levou porrada, mas faz parte…».

 

Faz parte. Leva-se porrada, fica-se estropiado e até se chega a morrer, nestas imbecis largadas de Touros. Mas… faz parte. E o fatalismo deste “faz parte” diz da mentalidade pobre desta gente, criada para ser imbecil o resto da vida.

 

O que mais me chocou, ao ver esta reportagem, foi a lavagem cerebral a que são submetidas as crianças, que crescem naquele ambiente selvático, e para quem o sofrimento do touro é completamente indiferente.

 

Um pai, com um filho ao colo, chegou a perguntar-lhe em frente à câmara da TVI: «diz o que queres ser quando fores grande». O miúdo hesitou. Hesitou… mas lá foi dizendo com dificuldade: «quero ser bandarilheiro» (é que bandarilheiro é uma palavra penosa até no pronunciar). E o pai riu-se, satisfeito com esta futura “profissão” do seu filho.

 

Bem, isto foi de uma miséria moral, cultural e social extraordinária.

 

Se não soubesse que a TVI está comprometida com o retrocesso, diria que esta reportagem foi realizada com a intenção de chamar a atenção precisamente para essa miséria.

 

Mas infelizmente não foi.

 

A TVI está a promover a selvajaria tauromáquica.

 

E nós, Portugueses, comprometidos com a excelência, temos de a despromover, como já despromovemos a RTP1 e a CMTV.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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