Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017

A HISTÓRIA DO ZÉ DA BURRA…

 

… é a história chapa 5 dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Obviamente cobardes.

 

Faço esta denúncia publicamente, para que corra mundo (e já são 90 os países de todos os continentes aonde chega este Blog) e se saiba que em Portugal isto acontece, com o aval das autoridades portuguesas, que teimam em apoiar o miserabilismo moral e cultural gerado pela cruel e violenta prática da tauromaquia.

 

Esta história vai ao cuidado do primeiro-ministro de Portugal, dos partidos políticos com assento na Assembleia da República, da Procuradoria-Geral da República, e do senhor Presidente da República.

 

É que este bullying cibernético acontece frequentemente, e nós, que defendemos a Vida Animal (humana e não-humana), a Ética, a Cultura Culta, a Civilização, a Evolução de Portugal, e combatemos o obscurantismo e a ignorância, não somos os touros que esta espécie de gente está habituada a atacar e a torturar, para gáudio dos sádicos. Não somos obrigados a aturar esta gente, que não pode ficar impune.

 

ZÉ DA BURRA.png

 

Esta história começou com a publicação deste texto:

TAUROMAQUIA: SE A IGNORÂNCIA MATASSE O FADISTA JOSÉ DA CÂMARA ESTARIA MORTO E ENTERRADO…

 

A propósito disto, alguém muito incomodado, que vive lá para as bandas do Alentejo, forjou um perfil de Facebook falso, com o nome de ZÉ DA BURRA, e enviou-me uma mensagem privada, com ameaças e “mimos” próprios dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Nada a que já não esteja habituada. Desta vez coloquei uma bolinha no palavrão, para não parecer muito mal, uma vez que isto está em formato de imagem.

 

Então, aceitei a mensagem, só para enviar ao , que será da Burra, e ele lá saberá porquê) o seguinte recado: «Aceitei esta mensagem só para lhe dizer que é bastante fácil chegar ao Zé da Burra, que não será bem da Burra, mas da Cela.

 

Estas ameaças estão a caminho da Polícia Judiciária. Tem a noção do crime que cometeu, não tem? Um crime que tornarei público».

 

Escusado será dizer que mal eu enviei esta mensagem, o Zé da Burra eliminou o perfil, não sem antes deixar mais um palavrão, desta vez em inglês (fuck you…) à moda dos grosseirões dos filmes americanos.

 

São assim os aficionados de selvajaria tauromáquica, de “fabrico” parlamentar. Uns grandes cobardes. Não são HOMENS para enfrentar um TOURO inteiro, de frente… nem para enfrentar uma mulher.

 

O Zé da Burra eliminou o perfil, mas deixou o traseiro de fora…

 

Sei que não sou a única a receber este tipo de ameaças, enxovalhos e grosserias. Já as recebi de deputados. Esta é a linguagem típica dos aficionados, sejam doutores, engenheiros ou simples guardadores de vacas. Estas situações devem ser denunciadas publicamente. Quem recebe este tipo de ameaças tem de reagir, denunciar e apresentar queixa.

 

São todos muito “valentes” a ameaçar mulheres atrás de um ecrã de computador. Mas quando confrontados, cara a cara, tremem de medo. Como já aconteceu. Típico dos cobardes.

 

Comportam-se com as mulheres do mesmo modo que se comportam com os touros. São a coisa mais cobarde que existe. Quando pensamos que já não há mais nada para ver neste mundinho medievalesco da tauromaquia, eis que aparece um Zé da Burra ou da Cela para nos mostrar que ainda não vimos tudo. A escala ainda está mais abaixo do que o que podemos imaginar. Os homens das cavernas eram muito mais civilizados do que esta espécie pré-humana. Não tinham esta crueldade, esta maldade entranhada na pele. Viviam para sobreviver, e não andavam a torturar animais, para se divertirem. Tinham, respeito pela Vida e pela Natureza, dois bens preciosos naquela e em todas as épocas. Até os animais não-humanos têm essa percepção. Mudei de ideias quanto ao primitivismo dos homens das cavernas, quando comecei a entrar no mundinho tauromáquico. Chamar Neanthertais aos aficionados de tauromaquia é INSULTAR o homem primitivo, que era moralmente muito mais superior do que estes desumanos.

 

Excelentíssimas autoridades, não têm a percepção de que já BASTA disto? Está na hora de Portugal evoluir.

 

Manter uma franja populacional, ainda que minoritária, neste nível tão baixo, tão reles, tão incivilizado, não dá prestígio alguma a Portugal e às suas autoridades.

 

Basta de fabricar Zés da Burra.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:38

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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

TAUROMAQUIA: SE A IGNORÂNCIA MATASSE O FADISTA JOSÉ DA CÂMARA ESTARIA MORTO E ENTERRADO…

 

… aliás, estariam mortos e enterrados todos os aficionados de selvajaria tauromáquica, e este assunto estaria resolvido; os Touros (que ficam bravos só quando são torturados pelos seus carrascos) viveriam em paz, no seu habitat natural (que não são as arenas); o mundo ver-se-ia livre desta gente pouca, feia e má; e nós não seríamos agredidos, todos os dias, com estes atentados à nossa inteligência.

 

JOSÉ DA CÂMARA.jpg

 O fadista José da Câmara

 

O fadista José da Câmara numa recente entrevista, onde lhe fazem umas perguntas sobre selvajaria tauromáquica ele diz esta coisa espantosa: «Se desaparecerem as corridas de touros há uma coisa que é certa, os toiros bravos desaparecem e perdem-se milhares de postos de trabalho».

 

Primeira regra: quando se vai para uma entrevista, é da inteligência ir preparado para as eventuais perguntas que possam fazer-nos.

 

O José da Câmara espalhou-se ao comprido, com esta resposta. Pois demonstrou não só uma ignorância crassa sobre os Bovinos, nada sabendo de Biologia, de bois, de vacas, de touros, de bezerros, como também nada sabe do mercado de trabalho, ou sequer o que é TRABALHO.

 

Que grande bojarda! Mais valia ir cantar fados para o meio das arenas.

 

Se não quer morrer ignorante leia estes artigos, José da Câmara, faça esse favor a si próprio:

 

O CHAMADO “TOURO BRAVO”, DIZEM OS AFICIONADOS, AFINAL É UM “PRODUTO ARTIFICIAL”

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-chamado-touro-bravo-dizem-os-396144

 

«A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO?» OU A QUEDA DE UM MITO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/98835.html

 

Pois fique sabendo que quando (não é SE, é QUANDO) as touradas desaparecerem, a coisa que é certa, é que quem desaparece é a raça dos carrascos que os torturam, para divertir os sádicos que ficaram especados na Idade Média. Isso é que é certo, porque os touros, esses, continuarão a existir. O Touro dito bravo não existe na Natureza, logo não se extingue algo que não existe. Não é óbvio?

 

Quantos anos tem, José da Câmara? Nasceu no século XX depois de Cristo, obviamente, conseguiu sobreviver e passou ao século XXI, mas tem os pés fincados no século XIII. Não é coisa de velho?

 

Os aficionados já nasceram velhos. Vivem no passado, têm ideias velhas e carcomidas. Não evoluíram nada, e o pior é que se recusam a evoluir. Triste, muito triste.

 

Quanto aos milhares de postos de trabalho que se perdem, primeiro, não são milhares, nem pouco mais ou menos; segundo, os que vivem à custa da tortura de Touros, não trabalham, exploram os animais, o trabalho dignifica o homem, e esta actividade só desonra quem a pratica, por isso, nem milhares nem postos, e muito menos de “trabalho”; e nada se perderá, e se quem andava a torturar touros quiser fazer alguma coisa de útil DEPOIS de acabarem as touradas, poderão dedicar-se à agricultura: plantem hortas e campos de cereais e vinhas e oliveiras e pomares e sobreiros e façam alguma coisa de útil na sociedade, deixem de ser parasitas que vivem à custa dos nossos impostos. Terão muito trabalhinho pela frente. Deixem os animais em paz, pois o mundo caminha para o vegetarianismo, é mais saudável e condizente com a evolução do homem. Dediquem-se ao cultivo da terra. É mais digno de um ser humano.

 

Dizer que se perdem milhares de postos de trabalho é enganar o ceguinho.

 

E o José da Câmara continuou a dizer disparates. Disse esta coisa ainda mais espantosa: «Eu acho que às vezes é um bocado exagerado ali nos ferros, uns ferros a mais e tal. Agora se um touro bravo não é um bocadinho espicaçado também não reage». Pois acha, porque pensar não consegue, e tal… Os ferros, pois são exagerados, assim como é exagerado tudo o que diz respeito à selvajaria tauromáquica. E trocou tudo. Devia dizer: «Se um touro  não é bastamente espicaçado não fica bravo». E aqui entra a ignorância dos aficionados: um Touro é simplesmente um bovino, um herbívoro manso, e esse sim, existe na natureza. O “bravo” só existe, na arena, quando é torturado. Qualquer animal, humano ou não humano, espicaçado fica bravo.

 

Eu fico uma Isabel brava se investirem contra mim. E Isabéis bravas não existem na Natureza. Existem apenas quando a circunstância o exige. Com os Touros é a mesma coisa.

 

Para a próxima, quando der uma entrevista, o José da Câmara prepare-se melhor, para não dizer disparates que ficam mal  a um fadista.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:43

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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017

DEPOIS NÃO GOSTAM QUE LHES CHAMEM CARRASCOS

 

Estas são farpas usadas na tauromaquia para castigar o Touro, quando ele é demasiado manso e não investe.

 

É isto e/ou o enforcamento nos curros…

 

Diz quem sabe: «Por isso os "artistas" da tortura detestam as corridas de velcro (USA e Canadá), porque os touros, sem a dor provocada pelas bandarilhas, mantêm-se "mansos". Assim, tentam meter picos entre o velcro e o dorso dos touros, os quais picam quando os toureiros carregam com as "bandarilhas" de ventosas. Então, os touros reagem com alguma fúria. Se forem descobertos são multados» (Dr. Vasco Reis, Médico Veterinário)

 

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Fonte da imagem: 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1714696645207301&set=a.847852941891680.1073741839.100000009460864&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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VEJA-SE NESTE VÍDEO A COBARDIA DOS FORCADOS AO ATACAR UM TOURO MORIBUNDO

 

Praça do campo pequeno - 31/08/ 2012.

Crueldade em directo na RTP 1

Aproveitando o facto de o Touro estar imobilizado, o forcado resolveu arrancar, cobardemente, uma farpa (a insígnia), a sangue-frio, por pura maldade e sem justificação alguma.

 

É esse o espírito dos carrascos.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:18

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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

AFICIONADO DIZ QUE CORTAR OS CORNOS DE UM TOURO É COMO CORTAR UNHAS E CABELOS…

 

Recebi um comentário que diz da profunda ignorância em que vivem mergulhados os aficionados de tortura de Touros. E para que o Afonso não morra ignorante, vou tentar elucidá-lo…

 

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«Embolação, que inclui o corte e limagem dos cornos sem anestesia, e os deixa ainda mais stressados e debilitados»

(Origem da imagem)

http://vfxantitouradas.blogspot.pt/2013/10/pega-parte-1.html

 

 

Afonso Figueiredo comentou o post VERDADES SOBRE AS TOURADAS QUE OS TAURICIDAS DIZEM SER MENTIRAS às 15:17, 15/10/2017 :

 

Eu acho que esta Isabel é uma burra, estúpida e inúil, pois o q disse é MENTIRA. SE DIZ Q OS FORCADOS SÃO COBARDES VÁ VOCE PEGAR UM TOIRO. Os toiros não são torturados quando lhe espetam as bandarilhas pois tem gordura onde espetam as bandarilhas e também não dói quando lhe cortam os cornos, pois, é como cortar as unhas ou o cabelo. AS TOURADAS NÃO INFLUENCIAM A VIOLÊNCIA MAS SIM A BRAVURA DE ENCARAR UM BICHO DE 600 KILOS. QUEM ACHA Q AS TOURADAS DEVIAM SER BANIDAS É UM SOCIALISTA E COMUNISTA DA PIOR ESPÉCIE POIS EM VEZ DE SE PREOCUPAREM COM AS PESSOAS Q ESTÃO A SOFRER MAS IMPORTÃO-SE COM UM ANILMAL. A DICA FICA. FIQUE BEM SUA BURRA DA MERDA

 

***

 

Afonso Figueiredo, em primeiro lugar agradeço-lhe este seu comentário, porque é um contributo precioso para a Causa da Abolição da Tauromaquia em Portugal, e dá-me a oportunidade de reunir aqui alguma coisa, do muito que há a dizer, sobre as verdades que você, devido à cegueira que lhe obscurece a mente, quer acreditar que são mentiras.

 

Eu explico:

 

1 - Você acha que a Isabel é uma burra, estúpida e inútil… E achou muito bem. Você não fez mais do que projectar em mim as suas frustrações e limitações de aficionado de selvajaria tauromáquica, algo que se tiver capacidade para tal, poderá perceber o que é, neste link:

 

A “PROJECÇÃO FREUDIANA” NOS AFICIONADOS

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/326500.html

 

2 – Você diz: «pois o q disse é MENTIRA. SE DIZ Q OS FORCADOS SÃO COBARDES VÁ VOCE PEGAR UM TOIRO Mas eu não preciso “pegar” um touro para saber que os forcados são os maiores cobardes do mundo. Basta ser humano, racional e sensível, e olhar para as imagens deste vídeo, com olhos de ver, e não com olhos de parvo:

 

3 – «Os toiros não são torturados quando lhe espetam as bandarilhas pois tem gordura onde espetam as bandarilhas…», pois têm gordura… Então não têm? É isso que dizem aos ignorantes. E você acredita. Então, se você tem uma barriga gorda, deixe que lhe espetem umas bandarilhas na barriga, e vai ver que não dói nada, por causa da gordura. E sabe, quando espetam bandarilhas ou farpas nos Touros, na tal gordura, os cobardes toureiros ou bandarilheiros estão a fazer-lhes festinhas, e as festinhas são tão meiguinhas que os põem a sangrar sumo de tomate, como nos filmes, e os Touros gritam de alegria, mas os sádicos não ouvem esses gritos de alegria, porque põem uma música muito alto, e tudo parece uma festa aos olhos dos ceguinhos mentais.

 

Mas se quer saber mais sobre as festinhas que os cobardes toureiros e bandarilheiros fazem aos Touros, leia este texto, se tiver capacidade para isso:

 

O SOFRIMENTO DE UM TOURO DIAGNOSTICADO POR UM MÉDICO VETERINÁRIO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-sofrimento-de-um-touro-diagnosticado-677391

 

4 – E você diz agora esta coisa notável: «e também não dói quando lhe cortam os cornos, pois, é como cortar as unhas ou o cabelo…». Você sabe o que são cornos? Acha que os cornos são parecidos com unhas e cabelos? Veja aqui o tormento dos Touros às mãos dos seus cobardes carrascos, quando lhes cortam os cornos, e não só…

 

 TOURADAS À PORTUGUESA – O OUTRO OLHAR!

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/352423.html

 

TOURADA É SINÓNIMO DE SUPLÍCIO, E GOSTAR DE VER O SOFRIMENTO REAL DE SERES VIVOS SERÁ NATURAL?

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/141783.html

 

 

A VERDADE PERVERSA SOBRE A TORTURA DE TOUROS E CAVALOS, ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LIDE

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/484004.html

 

 

5 – E você continua a delirar: «AS TOURADAS NÃO INFLUENCIAM A VIOLÊNCIA MAS SIM A BRAVURA DE ENCARAR UM BICHO DE 600 KILOS». Pois não, as touradas não influenciam POUCO a violência. São uma prática amorosa, em que o Touro é muito bem tratado dentro da arena, de tal modo, que quando sai, sai aos saltinhos, de tanto contentamento, deixando no chão um rasto de sumo de tomate que lhe sai do corpo, onde faz de conta que lhe espetaram umas cotonetezinhas de algodão, tamanho XXL, nas tais gorduras… E então os bravos cobardes forcados acham-se valentes diante de um Touro moribundo que pesa 600 kilos... Então isto não é uma valentia daquelas!!!!

 

6 – E agora mais esta: «QUEM ACHA Q AS TOURADAS DEVIAM SER BANIDAS É UM SOCIALISTA E COMUNISTA DA PIOR ESPÉCIE», diz você. Mas parece-me que não está a ver bem as coisas. Os comunistas (PCP) e os socialistas (PS) até podem ser da pior espécie, no seu conceito, e não lhe retiro razão, mas veja, os socialistas e os comunistas na realidade são defensores das touradas, no Parlamento, e nesses da “pior espécie” (a qualificação é sua, não é minha) estão incluídos os do PSD e os do CDS/PP, que também defendem a selvajaria, no Parlamento. Ora quem defende os Touros não se encaixa nestes partidos carniceiros. Nós somos Animalistas, valorizamos, de igual modo, todos os animais, sejam humanos ou não-humanos. Portanto, enganou-se na classificação. Mas está perdoado. Não se pode saber tudo… Mas agora já sabe.

 

7 – E agora temos o finale à moda de uma opereta italiana: «POIS EM VEZ DE SE PREOCUPAREM COM AS PESSOAS Q ESTÃO A SOFRER MAS IMPORTÃO-SE COM UM ANILMAL .A DICA FICA . FIQUE BEM SUA BURRA DA MERDA». Valha-nos Deus, que não nos preocupamos com as pessoas que estão a sofrer nesse mundinho miudinho que é o seu! E estamos a preocupar-nos com um animal senciente e digno como o Touro! Mas que pecado! Ainda vamos todos parar ao inferno, por causa disto! Pois a dica cá fica, porque aqui a Burra não se importa de ser Burra, porque as Burras são animais muitíssimo inteligentes, dignas e com uma personalidade bem vincada, atributos que nenhum aficionado, ainda que seja doutor professor mestrado, não tem. Quanto ao resto… bem… o resto serve para estrumar as terras. E vocês, aficionados de selvajaria tauromáquica, nem para estrumar as terras servem.

 

Espero que lhe tenha sido útil as minhas explicações.

 

E se depois disto ainda continuar a dizer que os Touros não sofrem, que os cornos são como unhas e cabelos e que os forcados são uns valentões ao “pegar” touros moribundos… a opção de morrer ignorante e cego mental (há cura para isto) é inteiramente sua.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:53

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Sábado, 7 de Outubro de 2017

ILEGALIDADES E CRUELDADES NUMA TOURADA EM VILA FRANCA DE XIRA COM O AVAL DA IGAC E DO GOVERNO PORTUGUÊS

 

 

ATENTEM NESTA MONSTRUOSIDADE!

 

Isto, não lembraria nem ao diabo, nem ao mais criativo autor de filmes de TERROR.

Mas lembrou aos de Vila Franca de Xira que, para se divertirem, urdiram o mais cruel acto praticado sobre um TOURO CEGO.

 

A inspecção-geral das actividades “colturais” (IGAC) fez vista grossa, aliás como sempre faz, quando se trata da barbárie tauromáquica. E o governo português diz ámen

Porquê?

Teremos de procurar a resposta no estado paupérrimo da Saúde Mental em Portugal ao mais alto nível

 

bandarilhas-negras.jpg

Estas são as bandarilhas negras, que servem para CASTIGAR os touros. Castigar porquê? Só os psicopatas, que as utilizam, deverão saber porquê.

 

Este episódio negro e crudelíssimo teve lugar na tourada realizada no passado dia 5 de Outubro, em Vila Franca de Xira (onde mais poderia acontecer tal barbaridade?)

 

Diz a notícia que «um dos touros que foi chacinado era cego de uma vista, no entanto, o veterinário (que não seria médico-veterinário) não conseguiu descortinar tal facto e o mesmo aconteceu com a IGAC e o director da tourada». Todos mais cegos que o infeliz Touro.

 

Ora no Regulamento do "Espectáculo" Tauromáquico (RET, que é um monumento à estupidez do Homo Parvus) um dos motivos, logo o primeiro, para se rejeitar bovinos, numa “ocorrência” tauromáquica (porque de “espectáculo” a barbárie nada tem) é precisamente o de ter defeitos na visão.

 

E um dos Touros massacrados era cego.

 

Como se isto só por si não fosse já demasiado cruel, o infeliz touro cego, «foi bandarilhado não com um par, mas sim com dois pares de bandarilhas negras».

 

E o que é isto de bandarilhas negras?

 

«As bandarilhas negras ou bandarilhas de castigo são usadas em Espanha sendo que o arpão das mesmas é praticamente o dobro do arpão de uma bandarilha regular

 

E de Espanha, já veio a prática selvática da tauromaquia, mas os psicopatas portugueses são sedentos de sangue. Têm de importar as maiores crueldades que ainda se praticam em alguns (felizmente já poucos) dos mais atrasados municípios espanhóis.

 

O tal RET, onde está regulamentado o modo como se há-de torturar touros nas arenas, «no capítulo dedicado a ferragens leia-se instrumentos de tortura, não inclui este tipo de ferro o que significa, que as mesmas, foram usadas ilegalmente para castigar um animal que era cego de um olho

 

Não perguntarei para que serve a IGAC, nem o RET, porque nem um nem outro servem rigorosamente para NADA, a não ser para sugarem os nossos impostos.

 

O que me ocorre dizer é que não se surpreendam os bárbaros tauromáquicos, quando morre um deles,por nós, que odiamos estas crueldades, estas desumanidades, estas impiedades, não chorarmos baba e ranho por eles, mas a sua morte ser-nos completamente INDIFERENTE, e dizermos bem alto: é menos um fazer o mal neste mundo, porque monstros deste calibre não fazem a mínima falta ao mundo.

 

Que este pobre Touro Cego possa descansar em paz, depois dos horrores por que passou.

 

A minha revolta, a minha repulsa, o meu asco é infinitamente infinito

 

Não é este Portugal  bárbaro que  devemos deixar aos vindouros.

 

Fonte da imagem e deste “filme “de TERROR:

https://protouro.wordpress.com/2017/10/07/vfx-touro-cego-e-bandarilhas-negras/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017

O QUE ACONTECE QUANDO COLOCAMOS UM TOURO E UM CAVALO JUNTOS

 

 

«O que acontece quando colocamos um touro e um cavalo juntos, sem bandarilhas nem toureiros? Ambos brincam sem maldade como se pode ver neste maravilhoso vídeo.

 

As touradas são uma farsa, plena de crueldade com os animais, onde se promove um combate desigual e a crueldade com touros e com os cavalos. Hoje assinala-se o Dia Mundial do Animal. É o dia deles também e um momento para reflectir. Vejam e partilhem. As touradas são uma farsa, plena de crueldade com os animais, onde se promove um combate desigual e a crueldade com touros e com os cavalos.

 

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Animal. É o dia deles também é um momento para reflectir.

 

Vejam e partilhem

 (Plataforma Basta de Touradas)

 

 

 

(LUTA BRUTA é algo que não existe no vídeo... mas os homens gostam de brutalizar tudo à medida do mundo deles)...

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:34

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

QUANDO UM TOURO É UM ANIMAL SELVAGEM NA IMAGINAÇÃO DOS AFICIONADOS…

 

 

Recebi este comentário no Blog, cujo conteúdo não será muito diferente de muitos outros que costumo receber, à excepção da linguagem utilizada. Depois de ser bombardeada por uma enxurrada de ordinarices, ler este comentário do António, na sua ingenuidade de aficionado (que acha que não é) pareceu-me estar no paraíso.

 

Destaco-o aqui, por esse motivo, mas também para poder levar mais longe o que tenho para dizer ao António Estrela.

 

TOURO.jpg

Eis o belo e poderoso “animal selvagem” que, se não fossem as touradas, o António Estrela nunca teria oportunidade de ver… assim...

 

 ANTONIO ESTRELA comentou o post A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA às 22:49, 25/09/2017 :

 

Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê. Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso. Que desde sempre foi venerado em lutas iguais. pelo homem. Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres . Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme.

 

***

António Estrela,

 

Vamos lá esmiuçar o seu comentário. Começa por dizer esta coisa espantosa:

 

«Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê».

 

Isto significa tão-só que o senhor GOSTA de touradas, mas não sabe, e é cúmplice dos sádicos e psicopatas, mas também não sabe.

 

«Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso».

 

Pois digo-lhe que se NÃO HOUVESSE touradas, o senhor PODERIA VER o belo animal, que é um Touro, nos prados, a pastar tranquilamente, como é da sua natureza. E JAMAIS, em tempo algum, veria um ANIMAL SELVAGEM chamado Touro, porque os Touros não são animais selvagens. São herbívoros, de natureza mansa e extremamente pacífica. Mas para saber isto é preciso estudar BIOLOGIA. Portanto, sugiro-lhe que nunca se meta a falar do que não sabe.

«Que desde sempre (o touro) foi venerado em lutas iguais, pelo homem».

 

Desde sempre o Touro foi venerado como um deus, por exemplo, no antigo Egipto. O Touro, na cultura micénica, foi venerado, NÃO para lutas, mas para acrobacias, sem sangue, sem sofrimento, sem tortura. JAMAIS o homem o venerou em LUTAS IGUAIS. À medida que a humanidade foi avançando, em vez de se avançar também no respeito a ter pelos magníficos animais que são os Touros, regrediu-se irracionalmente, e o animal homem-predador começou a utilizá-los, a explorá-los para LUTAS COMPLETAMENTE DESIGUAIS, onde os Touros vão para as arenas completamente desfeitos, quase cegos, já bastamente mortificados, e os homens-predadores, armados de bandarilhas e espadas, mais não fazem do que demonstrarem a sua DESCOMUNAL COBARDIA diante de um animal MAGNÍFICO, sim, mas completamente arrasado, indefeso, inocente e inofensivo.

 

«Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres».

Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres nas alucinações de quem apenas consegue ver carne de cadáveres para se alimentar, quando na Natureza existe tudo o que é necessário à alimentação do homem, sem necessidade de recorrer à morte dos animais que connosco partilham o Planeta, não para que o homem os coma ou os explore para tortura ou trabalhos forçados, mas porque foram criados para servirem unicamente a Natureza.

Isto de chocas e hambúrgueres está desactualizadíssimo. Tente actualizar-se, António Estrela. Até porque chocas sem Touros não existiriam. E vice-versa.

Por fim, o senhor diz isto:

«Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme».

Não se trata de lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de animais.

Trata-se de retirar as galinhas das gaiolas, e de acabar com o transporte de gado vivo. O conceito de que os animais nasceram para servir o homem está ultrapassadíssimo. Deu-se um passo gigantesco a este respeito. Mas há os que ficaram para trás e ainda estão no século XXI antes de Cristo.

 

Quanto ao que o choca realmente não me surpreende. Gosta de touradas, e de ver os magníficos Touros estraçalhados nas arenas, mas o mais chocante, para si é a diversidade das raças bovinas.

A mim também me ofende bastante a manipulação genética.

 

Porém, a tortura de magníficos bovinos, mansos, indefesos e inofensivos, para divertir um punhado de sádicos e satisfazer os maus instintos de psicopatas; o martírio de seres vivos, que só investem se forem atacados pela besta humana, esmaga-me a alma.

Por conseguinta, da próxima vez que queira comentar sobre esta matéria, senhor António Estrela, venha munido de Saber. Dê uma vista de olhos, por este Blog. Estão aqui todas as informações necessárias, provas científicas, depoimentos de cientistas, desmistificações, enfim, tudo o que é preciso saber para sair do obscurantismo em que a tauromaquia tem mergulhado os seus aficionados.

É que já estou farta de estar sempre a repetir a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

NA MOITA É ASSIM: MORTOS, FERIDOS, BALEADOS E MAIS VIOLÊNCIA PARA HOMENAGEAR OS MORTOS...

 

Será preciso morrerem mais forcados para que os da Moita aprendam que a violência, além de gerar violência, não compensa?

 A tauromaquia é a celebração da morte.

 

 Na Moita é assim: violência, crueza, imbecilidade, desumanidade, trevas, álcool, estupidez…

 

Ultimamente a Lei do Retorno tem funcionado em pleno: os Touros morrem, mas não partem sem deixar mossa.

 

Desta vez foi um forcado que ficou ferido enquanto torturava um Touro moribundo, na Moita.

 

Mais um. Antes deste, outro morreu, e dizem que para festejarem a morte deste, vão oferecer-lhe mais violência e crueldade. Mais selvajaria. Talvez mais mortos e feridos. Na Moita celebra-se a morte com violência e crueldade.

 

Porque nestes festejos selváticos da Moita o que unicamente interessa é encher os bolsos aos empresários tauricidas.

 

O forcado Salvador Pinto Coelho, que foi pai pela primeira vez dias antes deste “festejo” selvático, foi colhido por um Touro que se defendia corajosamente do seu carrasco (= pessoa que executa castigos corporais (nos Touros), pessoa cruel).

 

Valente? O forcado? Nãooooooo! O forcado é o maior dos cobardes.

 

Até quando os empresários tauromáquicos vão enganar estes jovens, com a falácia da “valentia”, quando todos sabemos que um forcado é o maior dos cobardes quando entra na arena para atacar um touro moribundo, enfraquecido, ferido, a sangrar, cravado de bandarilhas, desfeito por dentro e por fora?

 

O que interessa a estes empresários é que possam continuar a viver à tripa forra, à custa dos nossos impostos e da ignorância do povo. E os forcados que se lixem!

 

E querem saber mais?

 

 Um dos forcados, que morreram recentemente, era Pedro Primo, que fazia a última pega quando morreu, vivia num quarto alugado em casa de amigos e não tinha ligações à família. Dizem que teve uma infância difícil, trabalhava no campo para um empresário tauromáquico, de nome Inácio Ramos Jr., e andava nos forcados há 10 anos, ou seja, desde a menoridade… Segundo uma senhora, que se me apresentou como sendo mãe deste forcado, Pedro Primo não queria ir para a arena, naquele dia, mas “foi obrigado”.

 

Quem o obrigou? Quem o atirou para a morte? Esses, os que o obrigaram a atirar-se para a morte, são os que se regozijam com a morte destes infelizes, tanto quanto se regozijam com a morte dos Touros, pois se são eles que os atiçam, dizendo-lhes que são valentes e os lançam para as arenas!!!

 

E pensar que todas estas tragédias levam o carimbo do governo português!!!!!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:34

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Domingo, 10 de Setembro de 2017

AS LÁGRIMAS DE CROCODILO DOS QUE LEVARAM À MORTE O FORCADO PEDRO PRIMA

 

Primeira observação: na imagem abaixo, pode ver-se crianças que assistiram, ao vivo, praticamente à morte do forcado. E se isto não é violento para uma criança, o que será violento????

 

Segunda observação: o forcado Pedro Prima foi atirado para a morte, pelos sádicos que, naquele dia, se encontravam naquela arena, e o aplaudiram, como se ele, o forcado, estivesse a salvar a vida daquele Touro (e isto sim, seria heroísmo).

 

Terceira observação: o Touro, atacado pelo bando de forcados, encontrava-se já ferido, debilitado, cansado, em grande sofrimento, perfurado por bandarilhas, e a sangrar, copiosamente, por dentro e por fora, numa palavra: estava moribundo, e se isto não é ser carrasco (verdugos, algozes) de um ser vivo, os terroristas são santos…

 

MORTE DE FORCADO.png

Origem da imagem:

http://www.jn.pt/local/noticias/beja/beja/interior/morreu-o-jovem-forcado-dos-amadores-de-cuba-ferido-durante-corrida-de-touros-8751039.html

 

O texto que escrevi, sobre este episódio (que pode ser recordado neste link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

e em que coloquei o ponto no principal I, ou seja, na INSANIDADE desta prática selvática, gerou uma inacreditável onda de histerismo (perturbação mental) entre os aficionados de selvajaria tauromáquica, que se “atiraram” a mim, selvaticamente, como os tauricidas, cobardemente, se atiram aos Touros.

 

Este fenómeno foi analisado ao pormenor, por quem de direito, e chegou-se a esta aterradora conclusão: mas não é óbvio que o forcado morreu a satisfazer as taras dos psicopatas que pagam bilhete para aplaudir esta barbárie?

 

São os aficionados, providos de maus instintos, que têm as mãos sujas do sangue de Pedro Primo, e por todos os outros que já morreram ou ficaram aleijados nas arenas, e dos que vão continuar a morrer e a ficar tetraplégicos, se não se acabar já com esta carnificina inútil, insana e inglória.

 

Depois do mal feito, e ainda o corpo do malfadado forcado não tinha arrefecido, já os aficionados andavam por aí, na comunicação social, a aproveitar-se desta morte, para fazer propaganda à selvajaria tauromáquica, porque no fundo, estão-se nas tintas para estas mortes, o que lhes interessa é garantir o futuro da barbárie.

 

Se, na realidade, se importassem com a vida do forcado, não o atirariam para a arena, nem aplaudiriam uma façanhice tão indigna de seres humanos.

 

Os aficionados, os que andaram por este Blog e na minha página do Facebook a destilar o veneno que lhes corrói as entranhas, os maus instintos gravados no seu ADN, e a ignorância e estupidez em que assentam as suas crenças tauromáquicas, são os verdadeiros culpados pela morte do Pedro Prima, e numa tentativa de exorcizarem essa culpa, escolheram-me para bode expiatório.

 

Agora vêm para aqui chorar lágrimas de crocodilo e a atirar-me pedras, como se eles não fossem os verdadeiros culpados da morte do Pedro Prima.

 

E para aqueles que não sabem o que são “lágrimas de crocodilo” aqui deixo a origem desta expressão que tão bem assenta aos aficionados. Esta expressão surgiu a partir da observação do comportamento dos crocodilos na Natureza.

 

Os crocodilos, quando capturam uma presa, mordem-na com muita força, para que morram sem sofrimento (ao contrário dos tauricidas que adoram ver o Touro sofrer).  Para isso, precisam de abrir muito a boca, o que provoca uma pressão nas glândulas lacrimais, fazendo-os lacrimejar. Deste modo, o crocodilo parece chorar sempre que devora a sua presa. E as lágrimas soltam-se, com total ausência de emoções ou sentimentos.

 

É como quando descascamos e picamos cebolas bravas.

 

Logo, um aficionado que chora “lágrimas de crocodilo” é tido como hipócrita e aproveitador, pois tenta ganhar a confiança das pessoas, fingindo que se importa com a morte dos que ele atira para as arenas e aplaude.

 

É que uma coisa é morrer em pleno exercício de uma actividade digna do Homem, e outra coisa é morrer quando se está a maltratar um ser vivo moribundo, para divertir um bando de sádicos.

 

O que mexeu convosco, foi o facto de eu ter destruído mitos tauromáquicos.

 

Tenham vergonha!

A Vida para vocês, aficionados, vale ZERO, se não valesse, não seriam aficionados de TORTURA.

 

E vão procurar bodes expiatórios entre os que praticam, aplaudem, apoiam e promovem esta selvajaria que mata animais não humanos e animais desumanos.


Os animais humanos, não frequentam antros tauromáquicos.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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