Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

QUE VERGONHA DE PAÍS!

 

Mais Fundos Europeus para a Tauromaquia

 

Não basta a autarquia da Golegã estar a ser disputada, nestas eleições autárquicas, por um candidato aficionado, do mais baixo nível moral e cultural, ligado ao PSD, tem de se afundar ainda mais no lixo tauromáquico, sem a mínima noção das prioridades do concelho.

 

A autarquia da Golegã acaba de assinar um protocolo com a família do aficionado Manuel dos Santos para a criação (pasmemo-nos) de um centro de “cultura” tauromáquica, como se a selvajaria tauromáquica pertencesse ao domínio da Cultura, com a agravante de a candidatura deste centro ser submetida, ainda antes das eleições, aos fundos comunitários Portugal 2020, num investimento total de 217.011,79 euros que será comparticipado pelo programa FEDER com 140.250,00€.

 

golega-assinatura-protocolo.jpg

Golegã: momento da assinatura do obsceno protocolo 

 

Isto é uma vergonha para Portugal, mas também para a União Europeia que, cegamente ou não, esbanja fundos comunitários em algo que não interessa nem ao mais atrasado e primitivo país do mundo!

 

Por esta amostra, podemos deduzir que a Golegã deve estar bem apetrechada de escolas, hospitais, serviços sociais, estradas, enfim, a Golegã deve ser um paraíso na Terra, para que se dê ao luxo de desperdiçar milhares de Euros em algo que pertence ao domínio do lixo.

 

Há demasiadas coisas insólitas e incompreensíveis neste meu País…

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2017/09/21/mais-fundos-europeus-para-a-tauromaquia/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:01

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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

PARA OS QUE SE DIZEM CATÓLICOS, BEIJAM A MÃO DO PAPA, VÃO A FÁTIMA, AJOELHAM-SE, ACENDEM VELAS E DEPOIS VÃO ÀS TOURADAS…

 

«É melhor ser ateu do que católico hipócrita»

(Papa Francisco)

 

Um texto que dirijo aos governantes portugueses, que se dizem católicos, à igreja católica portuguesa e a todos os falsos católicos que apoiam e aplaudem e divertem-se com práticas cruéis contra seres vivos.

 

Leiam, pasmem e sigam o exemplo que vem de cima.

 

Agora não têm mais desculpas para dizerem que não sabiam.

 

PAPA FRANCISCO.jpg

Origem da foto: Internet

 

Não foi por acaso que o Papa Francisco adoptou o nome de São Francisco de Assis, o Poverello de Assis, que deixou a vida mundana para se dedicar aos mais pobres dos pobres e amar toda a Criação de Deus, considerando todas as criaturas irmãs suas.

 

A visão iluminada de São Francisco de Assis sobre a Mãe Natureza e a natureza do Homem influenciou a Filosofia da Renascença e todos os que, conscientemente, vivem como Seres Humanos e não como seres desumanos.

 

Inspirado nestes princípios franciscanos, o Papa Francisco, a 24 de Maio de 2015, publica a sua carta encíclica Laudato Si’ - Sobre o Cuidado da Casa Comum, na qual tece relevantes críticas aos “poderosos”, ao consumismo, ao “progresso” irresponsável, aos que se julgam superiores a todas as outras criaturas, e faz um apelo à mudança e à unificação global de acções que combatam a degradação ambiental, as alterações climáticas e a postura dos homens perante as criaturas de Deus.

 

Para mim, esta Encíclica, além de ser um hino à cominhão universal, contém algo extraordinário: apresenta uma oração, onde se roga a Deus pela mais pequenina das suas criaturas…

 

Para os que não sabem (e devem ser aos milhares, porque na esmagadora maioria dos púlpitos não se fala disto) as Encíclicas são os documentos mais importantes emitidos pela Igreja Católica, Apostólica Romana, os quais actualizam a doutrina católica através do desenvolvimento de um tema da actualidade.

 

Eis as mais conhecidas Encíclicas, objecto de estudo, nomeadamente dos não-católicos:

 

"Rerum Novarum" (Papa Leão XIII) sobre a questão operária; “Mater et Magistra” (João XXIII), sobre a questão social à luz da doutrina cristã; “Populorum Progressio” (Paulo VI), sobre a cooperação entre os povos e os problemas dos países pobres; "Laborem Exercens" (Papa João Paulo II) sobre o trabalho humano; "Fides et Ratio" (Papa João Paulo II) sobre as relações entre fé e razão; "Deus Caritas est" (Bento XVI), sobre o Amor Cristão; "Caritas in Veritate" (Bento XVI), sobre o desenvolvimento humano na Caridade.

 

São Cartas dirigidas geralmente aos Patriarcas, Arcebispos, Bispos, Sacerdotes, Irmãos da Igreja, mas também aos fiéis; contudo, são os não-católicos que mais as lêem e conhecem.

 

Faça-se um inquérito aos milhares que vão a Fátima e veja-se quantos deles conhecem o conteúdo destas Encíclicas.

 

Pergunte-se aos nossos governantes, que se dizem católicos, e aos padres de todas as paróquias portuguesas, se conhecem o conteúdo da Laudato Si’, do Papa Francisco.

 

Não conhecem, se conhecessem e fossem bons católicos, não se comportariam como se comportam: benzem-se com a mão direita e estendem a esquerda ao diabo.

 

E isto porque, a maioria dos governantes portugueses que se dizem católicos, os que se sentam nos Palácios de Belém e São Bento, e em palacetes de cerca de 40 municípios portugueses, e os que representam as várias dioceses e paróquias espalhadas pelo Continente e Ilhas, comportam-se como carrascos em relação às inocentes, inofensivas e indefesas criaturas de Deus, nossos irmãos planetários.

 

Abordarei aqui apenas a questão dos animais não humanos, incluída nesta Encíclica, porque essa tem sido a minha luta. Mas a Encíclica vai muito além desta questão. Centra-se Sobre o Cuidado da Casa Comum (a Terra) versando sobre os maus tratos que os homens dão ao Planeta, destruindo impiedosamente e irracionalmente o meio ambiente, a sua biodiversidade e as suas Criaturas.

 

Diz o Papa: «Por nossa causa, milhares de espécies cessarão de dar glória a Deus pelo simples facto de existirem, deixarão de levar a sua mensagem até nós. Não temos esse direito. (…). Quando se avalia o impacto ambiental de um projecto, normalmente (os “poderosos”) preocupam-se com os efeitos sobre o solo, a água e o ar, mas são poucos os estudos cuidadosos feitos acerca do impacto sobre a biodiversidade, como se o prejuízo em relação a espécies de plantas e animais fosse de pequena importância. (…) Como resultado, algumas espécies enfrentam o risco de extinção.

 

O Papa Francisco começa por justificar-se, na sua Laudato Si’:

 

São Francisco de Assis

 

10. Não quero prosseguir esta encíclica sem invocar um modelo belo e motivador. Tomei o seu nome por guia e inspiração, no momento da minha eleição para Bispo de Roma. Acho que Francisco é o exemplo por excelência do cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade. É o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia, amado também por muitos que não são cristãos. Manifestou uma atenção particular pela criação de Deus e pelos mais pobres e abandonados. Amava e era amado pela sua alegria, a sua dedicação generosa, o seu coração universal. Era um místico e um peregrino que vivia com simplicidade e numa maravilhosa harmonia com Deus, com os outros, com a natureza e consigo mesmo. Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenhamento na sociedade e a paz interior.

 

A reacção ao mundo que cercava Francisco de Assis foi muito além da avaliação intelectual ou do cálculo económico. Para ele, toda e qualquer criatura era sua irmã, com a qual estava unido por vínculos de um profundo afecto. O Papa Francisco também reflecte essa veneração por todos os seres vivos, afinal, todos fazem parte da mesma criação divina.

 

Eis alguns excertos retirados da carta encíclica que pode ser lida neste link, na íntegra:

 

87. Quando nos damos conta do reflexo de Deus em tudo o que existe, o coração experimenta o desejo de adorar o Senhor por todas as suas criaturas e juntamente com elas, como se vê neste gracioso cântico de São Francisco de Assis:

 

«Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas, especialmente o meu senhor irmão sol, o qual faz o dia e por ele nos alumia. E ele é belo e radiante com grande esplendor: de Ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem. Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã lua e pelas estrelas, que no céu formaste claras, preciosas e belas. Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento pelo ar, pela nuvem, pelo sereno, e todo o tempo, com o qual, às tuas criaturas, dás o sustento. Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água, que é tão útil e humilde, e preciosa e casta. Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo, pelo qual iluminas a noite: ele é belo e alegre, vigoroso e forte».[64]

 

89. As criaturas deste mundo não podem ser consideradas um bem sem dono: «Todas são tuas, ó Senhor, que amas a vida» (Sab 11, 26). Isto gera a convicção de que nós e todos os seres do universo, sendo criados pelo mesmo Pai, estamos unidos por laços invisíveis e formamos uma espécie de família universal, uma comunhão sublime que nos impele a um respeito sagrado, amoroso e humilde. Quero lembrar que «Deus uniu-nos tão estreitamente ao mundo que nos rodeia, que a desertificação do solo é como uma doença para cada um, e podemos lamentar a extinção de uma espécie como se fosse uma mutilação».[67]

 

92. Além disso, quando o coração está verdadeiramente aberto a uma comunhão universal, nada e ninguém fica excluído desta fraternidade. Portanto, é verdade também que a indiferença ou a crueldade com as outras criaturas deste mundo sempre acabam de alguma forma por repercutir-se no tratamento que reservamos aos outros seres humanos. O coração é um só, e a própria miséria que leva a maltratar um animal não tarda a manifestar-se na relação com as outras pessoas. Todo o encarniçamento contra qualquer criatura «é contrário à dignidade humana».[69] Não podemos considerar-nos grandes amantes da realidade, se excluímos dos nossos interesses alguma parte dela: «Paz, justiça e conservação da criação são três questões absolutamente ligadas, que não se poderão separar, tratando-as individualmente sob pena de cair novamente no reducionismo».

 

89. As criaturas deste mundo não podem ser consideradas um bem sem dono: «Todas são tuas, ó Senhor, que amas a vida» (Sab 11, 26). Isto gera a convicção de que nós e todos os seres do universo, sendo criados pelo mesmo Pai, estamos unidos por laços invisíveis e formamos uma espécie de família universal, uma comunhão sublime que nos impele a um respeito sagrado, amoroso e humilde. Quero lembrar que «Deus uniu-nos tão estreitamente ao mundo que nos rodeia, que a desertificação do solo é como uma doença para cada um, e podemos lamentar a extinção de uma espécie como se fosse uma mutilação».[67]

 

246. Depois desta longa reflexão, jubilosa e ao mesmo tempo dramática, proponho duas orações: uma que podemos partilhar todos quantos acreditam num Deus Criador Omnipotente, e outra pedindo que nós, cristãos, saibamos assumir os compromissos para com a criação que o Evangelho de Jesus nos propõe.

 

Oração pela nossa terra

 

Deus Omnipotente, que estais presente em todo o universo e na mais pequenina das vossas criaturas, Vós que envolveis com a vossa ternura tudo o que existe, derramai em nós a força do vosso amor para cuidarmos da vida e da beleza. Inundai-nos de paz, para que vivamos como irmãos e irmãs sem prejudicar ninguém. Ó Deus dos pobres, ajudai-nos a resgatar os abandonados e esquecidos desta terra que valem tanto aos vossos olhos. Curai a nossa vida, para que protejamos o mundo e não o depredemos, para que semeemos beleza e não poluição nem destruição. Tocai os corações daqueles que buscam apenas benefícios à custa dos pobres e da terra. Ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais connosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e a paz.

 

Oração cristã com a criação

 

Nós Vos louvamos, Pai, com todas as vossas criaturas, que saíram da vossa mão poderosa. São vossas e estão repletas da vossa presença e da vossa ternura. Louvado sejais!

 

Filho de Deus, Jesus, por Vós foram criadas todas as coisas. Fostes formado no seio materno de Maria, fizestes-Vos parte desta terra, e contemplastes este mundo com olhos humanos. Hoje estais vivo em cada criatura com a vossa glória de ressuscitado. Louvado sejais!

 

Espírito Santo, que, com a vossa luz, guiais este mundo para o amor do Pai e acompanhais o gemido da criação, Vós viveis também nos nossos corações a fim de nos impelir para o bem. Louvado sejais!

 

Senhor Deus, Uno e Trino, comunidade estupenda de amor infinito, ensinai-nos a contemplar-Vos na beleza do universo, onde tudo nos fala de Vós. Despertai o nosso louvor e a nossa gratidão por cada ser que criastes. Dai-nos a graça de nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe. Deus de amor, mostrai-nos o nosso lugar neste mundo como instrumentos do vosso carinho por todos os seres desta terra, porque nem um deles sequer é esquecido por Vós. Iluminai os donos do poder e do dinheiro para que não caiam no pecado da indiferença, amem o bem comum, promovam os fracos, e cuidem deste mundo que habitamos. Os pobres e a terra estão bradando: Senhor, tomai-nos sob o vosso poder e a vossa luz, para proteger cada vida, para preparar um futuro melhor, para que venha o vosso Reino de justiça, paz, amor e beleza. Louvado sejais! Àmem.

 

Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 24 de Maio – Solenidade de Pentecostes – de 2015, terceiro ano do meu Pontificado.

Franciscus

 

***

Independentemente de se ser católico ou não-católico, agnóstico ou simplesmente NADA, todos os que sabem ler e não sofrem daquela moderna peste negra chamada iliteracia, devem ler e meditar na mensagem profundamente humanista desta

 

CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’

SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

 

que pode e deve ser lida, na íntegra, neste link, para saberem o que andam a fazer neste mundo e para não morrerem ignorantes...

 

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:24

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Domingo, 28 de Agosto de 2016

AO CUIDADO DE D. MANUEL CLEMENTE, CARDEAL-PATRIARCA DE LISBOA

 

Recebi um comentário a um texto que publiquei neste Blogue sob o título «Denúncia ao cuidado do PAN (Açores)», no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/denuncia-ao-cuidado-do-pan-acores-640860?page=3#comentarios

O comentário diz o seguinte:

«De Anónimo a 27 de Agosto de 2016 às 05:50

Por ser um animal grande deixassem estar no pasto, por acaso o Espirito Santo gosta que se maltrate»

 

O comentário é parvo e ambíguo, mas refere que o Espírito Santo gosta que se maltrate

 

Ou faltará à frase um ponto de interrogação?

 

SANTA INQUISIÇÃO.jpg

 

Este tipo de comentários tira-me do sério, até porque tenho em boa conta os Santos católicos e também o Espírito Santo, que é representado por uma Pomba Branca.

 

E como eu amo Pombas Brancas!

 

Portanto, quando uns endemoninhados, metidos a católicos, fazem touradas ou usam animais para celebrar os Santos e, neste caso concreto, o Espírito Santo, que faz parte da Santíssima Trindade, e onde um bovino foi maltratado em público, e a denúncia que fizemos seguiu, mas ainda não obtivemos uma resposta concreta, surpreende-me este tipo de blasfémia que, noutros tempos, seria severamente punida com uma tradição que agora dava muito jeito, mas que, felizmente, ficou lá num passado de muito má memória: a santa fogueira do tribunal da santa inquisição.

 

Então tive de questionar.

 

Por acaso o Espírito Santo gosta que se maltrate quem? Os que maltratam os pobres bovinos que não fazem mal a uma mosca e que os broncos terceirenses adoram torturar?

 

Respondi ao anónimo (um cobardolas, ou teria um nome) que fosse ao padre da freguesia dele e lhe perguntasse o que acontece às “pessoas” que têm maus fígados e adoram torturar as criaturas de Deus: se ele dissesse que vão direitinhas para o inferno quando morrerem, é um verdadeiro padre católico, representante do Diabo na Terra.

 

Se disser que Deus é misericordioso e o Espírito Santo (representado por uma Pomba branca, que muitos católicos gostam de matar aos tiros para se divertirem) é complacente, e que para os seres divinos a Vida, qualquer Vida, é sagrada, e deve ser respeitada e defendida, será um Padre cristão, verdadeiro representante de Deus na Terra.

 

Mas na ilha Terceira, duvido que encontremos um padre que siga o preceito máximo que Jesus Cristo deixou aos homens e o ensine aos que vão à missa e comungar todos os domingos, para depois se comportarem como uns estafermos: «não faças aos outros (incluindo nesses outros, os bovinos e todos os outros animais não humanos, também criaturas de Deus) o que não gostas que te façam a ti».

 

Bem, e se este anónimo não aprendeu nada com este meu “sermão”, é um caso perdido para a Humanidade.

 

Daí que considere urgente que a Igreja Católica Portuguesa comece a dar valor às práticas cristãs, e não às práticas satãs.

 

Porque só Satanás tortura seres vivos para se divertir.

 

Não Deus.

 

Não o Deus que, com o Filho e o Espírito Santo, faz parte da Santíssima Trindade.

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:48

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Terça-feira, 9 de Agosto de 2016

VERÃO EM PORTUGAL: INFERNO PARA ANIMAIS HUMANOS E NÃO HUMANOS

 

Hoje, dia 09 de Agosto de 2016, pelas 7h30m, hora a que me levantei, fui à varanda das traseiras do meu prédio e pude olhar o Sol, “olhos nos olhos”.

 

Um Sol vermelho. Filtrado pelos fumos dos incêndios que lavram, há uns dias, ao redor da cidade.

 

Um dia escurecido, logo pela manhã.

 

E se não fosse a tragédia por detrás deste Sol, diria que era imensamente belo.

 

DSC02026.JPG

 

O Fogo. Um elemento da Natureza que o homem, um ser liliputiano, nunca dominou, não domina, nem nunca dominará. E nem por isso aprendeu que ele, homem pequeno, não é a medida de todas as coisas.

 

A Natureza encarrega-se de lhe enviar os sinais mais evidentes, nas tempestades, nos fogos, nas erupções dos vulcões, nos furacões, nos tsunamis, nas doidas ventanias, como que gritando eu sou mais forte do que tu, por isso reduz-te à tua insignificância, mas, ainda assim, o homem pequeno considera-se o dono do mundo. Um ser superior a todos os outros seres.

 

E no entanto, a minhoca poderá escapar à fúria do Fogo, escavando fundo na terra. As plantas renascerão depois do Fogo. O homem pequeno não.

 

O Fogo destrói-lhe a casa, os bens, os animais domésticos, as florestas. Morrem bombeiros. Morrem pessoas. Morrem animais selvagens. Mas ainda assim, o homem pequeno não se verga à evidência de que o Fogo é mais poderoso do que ele.

 

E não só o Fogo, mas também a Água e o Vento e a própria Terra.

 

E nestas demonstrações do infinito poder da Natureza, que sempre existiram desde o início dos tempos, o homem primitivo, muito mais humilde e sábio do que o homem do terceiro milénio da era cristã, curvava-se diante destas forças, que ele sabia serem muito mais poderosas do que ele. Mas o dito homem moderno ainda não sabe.

 

Em Portugal não se faz prevenção. Os governantes obrigam o povo a pagar impostos, dos quais uma boa fatia é para aplicar mal e sordidamente em coisas inúteis, supérfluas, do foro da imoralidade.

 

A maioria dos fogos é provocada por mãos criminosas.

 

Os criminosos raramente são apanhados. Mas aos que são apanhados, aplicam-lhe umas peninhas de passarinho e depois libertam-nos. E eles reincidem.

 

E depois há o interesse dos madeireiros e de outros interesseiros. Sempre o interesse de alguém a comandar a desgraça dos outros. Sejam esses outros humanos ou não humanos.

 

Não gosto do Verão, não pelo Verão em si, mas pelo que o homem pequeno da era moderna faz dele: um verdadeiro inferno para os animais de todas as espécies, humanas e não humanas.

 

No Verão, em Portugal, somos agredidos desalmadamente pela brutalidade do homem pequeno.

 

As cidades, povoações, vilas e aldeias, civilizacionalmente atrasadas, agridem a sensibilidade dos seres sencientes, humanos e não humanos, com a violência das atitudes tomadas pelos seus governantes, ou pela sua inércia.

 

Em Portugal, excepto para aqueles que se estão nas tintas para o que se passa ao lado, o Verão é, na verdade, a época dos horrores.

 

E nem o Sol, belo e vermelho como uma maçã, ameniza a dor de sentir a tragédia que é ter homens pequenos por governantes.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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Sexta-feira, 22 de Julho de 2016

NÃO PODE EXISTIR ESCLAVAGISMO HUMANO E ESCLAVAGISMO ANIMAL».

 

Maria Helena Capeto é uma escritora portuguesa e animalista de primeira água, que eu muito prezo.

 

Enviou um comentário ao meu texto intitulado «Quem não se reconhece como um animal não conhece o seu lugar neste mundo», que considero um monumento à lucidez, um verdadeiro tratado científico, e que aqui destaco pelos motivos mais óbvios, esperando que todos os farias do mundo possam entender a essência deste texto e aprender que a Vida não é um privilégio apenas do homem...

 

VACA SAGRADA.jpg

(Origem da imagem: Internet)

 

Maria Helena Capeto deixou um comentário ao post QUEM NÃO SE RECONHECE COMO UM ANIMAL NÃO CONHECE O SEU LUGAR NESTE MUNDO às 13:33, 2016-07-21.

 

Comentário:

 

Poderíamos aqui aventar as mais diversas e divertidas teorias sobre a espécie animal de primata bípede do género homo e subespécie sapiens. Ou quiçá sobre as diversas estirpes de ET's que povoam a Via Láctea ou outras galáxias.

 

Como apenas sou um ser pertencente ao reino animal, vamos lá ver se percebi!... - A vida humana é diferente da vida animal. Conclusão: o humano não é um animal. Bom, não é esse o enquadramento que a ciência dá ao homem já que o classifica como um mamífero.

 

Há portanto então mamíferos que não são animais. Como também não pertencem ao reino da flora, não nos resta muito mais além de alguma espécie estranha de ET's já que muito provavelmente, na generalidade, estes também teriam algum tipo de origem implicando necessariamente a pertença a algum tipo de animal, de acordo com as classificações terráqueas. - Escapa-me completamente, talvez por pertencer ao reino animal da Terra, como se admite que numa sociedade existam crianças e sem-abrigo, pessoas que morrem de fome. Como me escapa também, talvez pelo mesmo motivo, como se admite abandonarem velhos em lares, hospitais ou em casa, se estuprem crianças, haja guerras, corridas aos armamentos, etc..

 

Quem foram os "inteligentes" que criaram este tipo de sociedade? A hipocrisia igualitária que não aceita outras ideias que não as suas próprias? A ganância desmedida que atropela tudo à sua frente na insondável cegueira de tentar arrebanhar tudo para seu exclusivo usufruto? A estultícia das filosofias baseadas em pseudo-importâncias e/ou inexistentes superioridades de uma espécie entre milhões de outras num planeta, que até é redondo..., e que é completamente incapaz de sobreviver ao desaparecimento de outras espécies?

 

São talvez demasiadas questões...

 

Isabel, não posso concordar consigo quando diz "melhor faria se se considerasse um ANIMAL tão ANIMAL como todos os outros, e se colocasse no lugar deles e SENTISSE, pelo menos uma vez na vida, que as pessoas são animais, tão animais como todos os outros." Essa capacidade é puramente animal, portanto uma capacidade de que um não-animal não é detentor.

 

Continua a haver discursos que recordam os tempos do abolicionismo, em que eram esgrimidos os argumentos mais espantosos contra a abolição da escravatura. É claro que o pensamento esclavagista ainda não desapareceu, mas a subespécie sapiens ultrapassou os seus distantes primos e seguiu em frente. Fá-lo-á uma vez mais, pois assim o exige a evolução. E sim, é verdade, a Natureza é a medida de todas as coisas. Não pode existir esclavagismo humano e esclavagismo animal pois esta distinção é inexistente e o inexistente não se aplica. A Natureza não é permeável a preconceitos.

 

***

Maria Helena, concordo, quando diz que não concorda comigo.
O seu ponto de vista está correctíssimo.

 

***

Aproveito para aqui deixar o link para um texto que publiquei sobre um livro de Maria Helena Capeto «Tiiti de Gayport – Tributo ao Amor», que é de leitura obrigatória, para que todos possam compreender o que na realidade somos: apenas uma partícula de poeira cósmica, entre uma infinidade inumerável de outras partículas com as quais partilhamos o Universo. Nem somos mais, nem somos menos, até porque a Natureza, na verdade, é que é a medida de todas as coisas, criadas e não criadas. Visíveis e invisíveis aos olhos.

 

TRIBUTO A MARIA HELENA CAPETO – A NATUREZA É A MEDIDA DE TODAS AS COISAS

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tributo-a-maria-helena-capeto-a-657111

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:15

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2016

«CADA PEDAÇO DE CARNE QUE COMEMOS É UMA BOFETADA NA FACE MANCHADA DE LÁGRIMAS DE UMA CRIANÇA COM FOME»

 

Magnífico, magnífico, magnífico…

 

Corroboro o que este senhor diz: depois que deixei de comer carne, também deixei de precisar da medicina. Só vou ao médicopara controle de análises, uma vez por ano. E tudo está sempre bem.

 

Este discurso de 10 minutos poderá mudar alguma coisa nas consciências das pessoas que ainda a têm... Não deixem de ver, ouvir e partilhar…

 

(Isabel A. Ferreira)

 

(As legendas contém erros de Português que devem ser desvalorizados, em nome da excelência deste discurso)

 

Philip Wollen, filantropo australiano, patrocinador de diversas ONG´s designadamente GREENPEACE, SEA SHEPARD entre outras, financiou a produção do filme "A trilogia dos Terráqueos".

 

Num discurso brilhante, aquando de uma conferência que decorreu no St James Ethics Centre and the Wheeler Centre, em Melbourne (Austrália), fez um apelo emocionante pela defesa dos animais, pedindo às pessoas que os tirem dos seus pratos.

 

***

DEZ MINUTOS PARA MUDAR O MUNDO (PHILIP WOLLEN)

 

«A carne mata animais, mata-nos e vai matando as nossas economias (a título de exemplo, a MEDICARE já levou à falência os EUA, necessitando de 8 triliões de dólares investidos em títulos do Tesouro só para liquidação de juros)... As Universidades de Cornell e Harvard afirmam que a quantidade ideal de carne numa dieta saudável é precisamente "ZERO".

 

A água é o novo petróleo; em breve as nações irão iniciar guerras por ela. As reservas subterrâneas que demoraram milhões de anos para encher estão agora secas; são necessários 50.000 litros de água para produzir um quilo de carne.

 

Actualmente, há 1 bilião de pessoas famintas e 20 milhões morrerão de má nutrição; se diminuíssemos o consumo de carne em 10%, seria possível alimentar 100 milhões de pessoas. Eliminando totalmente a carne do nosso cardápio, a fome seria erradicada para sempre.

 

Se toda a população mundial seguisse o tipo de dieta ocidental, seriam necessários 2 planetas para suprir as nossas necessidades alimentares, mas só temos um planeta e está a morrer.

 

Os países pobres vendem os seus grãos ao ocidente enquanto as suas crianças morrem de fome nos seus braços e o ocidente dá esses grãos ao gado para que nós possamos comer um bife? Será que mais ninguém vê isto como um crime?

 

A Terra pode produzir o suficiente para suprir as necessidades de todos mas não o suficiente para alimentar a ganância de cada um.

 

As armas de destruição em massa são as nossas facas e garfos.

 

Os animais não são apenas uma outra espécie; são outra nação! E nós? Somos assassinos que apenas nos preocupamos com a nossa vontade e satisfação.

 

A Paz não é apenas ausência de guerra; é a presença da justiça. A justiça tem de ser cega à raça, cor, religião ou espécie. Se não for cega, será uma arma de terror. E hoje à noite há terror inimaginável nesses "Guantánamos" horríveis a que nós chamamos de fábricas de animais ou matadouros.

 

Retiremos os animais dos menus e destas câmaras de tortura. Defendamos aqueles que não têm voz.

 

Desafio:

A carne causa um amplo leque de cancros e doenças cardíacas. Será que alguém pode enumerar uma doença causada por uma dieta vegetariana?

 

«Os animais têm de sair do cardápio... porque esta noite gritam aterrorizados em matadouros e jaulas ... Eu ouvi os gritos de desespero do meu pai enquanto o cancro o consumia e tomei consciência de que já tinha ouvido aqueles gritos antes... no matadouro. Olhos arrancados com facas, os tendões cortados... nos navios para o Oriente Médio com uma baleia a bordo que agoniza enquanto um arpão japonês desfaz o seu cérebro enquanto ainda grita pela sua cria; esses gritos eram os gritos do meu pai.

 

Os direitos dos animais são hoje o maior assunto de justiça social, desde a abolição da escravatura. Sabiam que existem no mundo mais de 600 milhões de vegetarianos? São mais do que a população dos EUA, Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Itália, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Se fossemos uma nação, seríamos do que os 27 países da União Europeia. Apesar desta enorme pegada, ainda somos tidos como imperceptíveis pelas vozes estridentes dos cartéis da morte e da caça, que acreditam que a violência é a resposta quando esta nem sequer deveria ser a pergunta.

 

Plínio Moreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:09

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Terça-feira, 12 de Julho de 2016

COMO ERA MAIS FÁCIL VIVER SE ME DEIXASSE FICAR NESTE LUGAR…

 

NESTE LUGAR.jpg

 

Foi assim, entre a Natureza selvagem, que passei uns dias tranquilos, longe do mundo ao qual não pertenço.

 

Como gostaria de poder ali ficar, naquele lugar, entre as plantas e as pedras e os outros seres que me acompanham nesta aventura que é viver no planeta Terra.

 

Aqui, neste lugar, vivo em harmonia com as plantas, com as pedras e com os outros seres que falam a minha linguagem, compreendem as palavras muito mais do que os políticos e aqueles outros inscientes que combato.

 

Como era mais fácil viver se me deixasse ficar neste lugar…

 

Mas há vozes que me gritam, que me pedem para voltar…

 

Não são vozes humanas.

 

São mugidos, urros, ganidos, miaus, latidos, cacarejos, gemidos, zurros, relinchos, uivos, grunhidos, zumbidos, pios, chilreios, balidos, chios, arrulhos, rugidos…

 

Gritos desesperados.

 

E então… regresso sempre por eles…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Quinta-feira, 30 de Junho de 2016

VITÓRIA! BANIDO O “TORO DE LA VEGA” EM TORDESILHAS

 

Orgulho-me de ter contribuído para o fim da tortura de Touros perfurados com lanças até à morte, nas ruas de Tordesilhas, uma prática extremamente bárbara e cruel agora abolida da face da Terra.

 

Mais uma grandiosa vitória… em Espanha…

 

TORO DE LA VEGA.jpg

 

O Partido Animalista PACMA trabalhou durante 11 anos pelo fim do “Toro de la Vega”, com o apoio da sociedade espanhola e de muitos outros animalistas estrangeiros, nos quais me incluo.

 

Graças a milhares de pessoas que apoiaram a campanha do PACMA, hoje podemos dizer que o “Toro de la Vega” faz parte de um passado tenebroso, que atirava Tordesilhas para um tempo mais antigo do que o pré-histórico.

 

O Partido pelos Direitos Animais (PACMA) comemorou esta vitória dois dias depois de ter alcançado o seu maior número de votos na história das eleições gerais de Espanha (285 mil).

 

«Não vamos retroceder agora. A Espanha precisa de continuar a lutar para fazer parte da Europa verdadeiramente civilizada, onde os animais não humanos não são torturados e mortos para divertimento», afirmou Luis Víctor Moreno, vice-presidente do PACMA.

 

Os defensores desta prática brutal justificavam-na por se realizar “há mais de 500 anos”, utilizando o argumento da tradição para ocultar a crueldade destas práticas.

 

O Toro de la Vega tinha início com um Touro a correr assustado pelas ruas da cidade, sendo perseguido por trogloditas. Assim que o animal saía da cidade, os trogloditas, munidos de lanças compridas, atacavam e perfuravam o animal até a morte.

 

E tinham a ousadia de chamar a isto “divertimento cultural”.

 

 O PACMA, que tem contribuído para o fim de muitas destas atrocidades em Espanha, continuará a sua luta até acabar com todas as outras práticas pré-históricas de tortura animal, incluindo as abomináveis touradas.

 

E eu estarei ao lado do PACMA.

 

Pudéssemos nós, em Portugal, darmos passos tão significativos como este, em direcção à abolição destas práticas antiquadas, que só dizem da demência de quem as pratica, aplaude, promove e legisla.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016

ANTES DO APARECIMENTO DOS HOMENZINHOS EXISTIAM OS CAVALOS…

 

… que viveram livremente, a galopar pelas planícies… durante milhares de anos…

 

Depois… vieram os homenzinhos e escravizaram-nos…

 

Contudo, depois de os homenzinhos desaparecerem da face da Terra, os Cavalos continuarão a existir livres e a galopar pelas campinas por muitos milhares de anos mais…

 

Será uma questão de tempo…

 

Pela libertação dos Cavalos!

 

PROTESTO EM SINTRA.jpg

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/1536488013270107/photos/gm.525117667675512/1705372649714975/?type=3&theater

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 10:49

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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2016

TODOS OS HABITANTES DO PLANETA CONTAM

 

«Eu não sei como salvar o mundo. Eu não tenho as respostas ou A resposta. Eu não possuo o conhecimento secreto de como corrigir os erros das gerações passadas e presentes. Eu só sei que, sem compaixão e respeito por todos os habitantes da Terra, nenhum de nós vai sobreviver, nem nós o merecemos.» (Leonard Peltier)

 

LEONARD.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10153466336773705&set=gm.10153286561903775&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:29

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