Domingo, 10 de Dezembro de 2017

SODA CÁUSTICA OU AS CRÓNICAS DE UM MARGINAL

 

IGNORÂNCIA1.png

 

Episódio 1

 

Sou marginal. Sim, mas não por me ter deixado escorrer para as margens da vida, ou corromper pelo poder. Sou marginal apenas porque vivo à margem dessa vida e desse poder. Aliás, de todos os poderes. Livre como um cavalo selvagem à solta numa ilha virgem.

        

Apresento-me: Antonino Boaventura. Um criado às vossas ordens. Ex-diarista d’O Virónorte, outrora um jornal de muito prestígio, a nível nacional, hoje em franca decadência, uma vez que em nome dos novos valores democráticos, datados dos finais do segundo milénio depois de Cristo, se vendeu a uma dama chamada Política, e perdeu-se entre as fitas do seu avental, só cá para nós, cheiinho de nódoas, que nenhuma água e sabão consegue limpar.

 

Licenciei-me em Engenharia de Letras Mortas, um curso que surgiu na sequência de uma Reforma Governamental e que, na altura, me pareceu extremamente interessante e útil, até porque era uma novidade. Como sabem, os Reformadores do Ensino Português entretêm-se a inventar cursos dos mais geniais, com dois objectivos: primeiro, o de manterem os jovens desocupados ocupados durante quatro anos, para depois, logo que (de) formados, ficarem desocupados novamente, por tempo indeterminado; segundo, para justificarem os montantes (termo que vem de montanha) recebidos mensalmente, para pensarem, sentados à secretária (reparem que eu não disse, sentados em cima da secretária), pois também os há. Porque é fino. Está na moda. É chiquérrimo, como diria a Dadá Careta, a notável mais colunável do nosso país.

 

Mas obviamente, isto não se aplica à Licenciatura em Engenharia das Letras Mortas, que é um curso com uma extraordinária saída profissional, chegando a proporcionar-me um trabalho profícuo, tão profícuo que me levou ao desemprego. Mas esta é uma história que não interessa nada, como diria uma grande senhora da nossa televisão.

 

Apresentado o protagonista, falemos do nosso País.

 

De ventanas viradas para o oceano, é um território pequeno, mas onde tudo é de grande dimensão, a começar pelo mar que nos banha, que é imenso. Depois vem o resto: a ignorância colossal que envolve determinadas mentes; a enorme cegueira mental dos que podem e mandam; a desordem governamental é considerável; é interminável a hipocrisia; é opulento o cinismo; são soberbas as injustiças; enormes são as mentiras; e desmedidas são também as manipulações e as cumplicidades... Tudo em grande! Apenas o Antonino Boaventura, este criado às vossas ordens, é pequeno, como o País. Não em estatura, evidentemente. Digo pequeno no sentido de... pequeno. Isso mesmo! Entenderam perfeitamente.

 

Mas por hoje, chega. Regressarei para falar das gentes deste país pequeno, onde todas as coisas são de grande dimensão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

«AINDA O ACORDO ORTOGRÁFICO»

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Recebi, via-email, o texto «Ainda o Acordo Ortográfico», que pode ser consultado, na íntegra, neste link

https://decaedela.blogspot.pt/2017/04/aindao-acordo-ortografico-recentemente.html?showComment=1502147188210#c4634909202976327295

com a seguinte mensagem: «Por favor diga de sua justiça acerca deste texto».

 

Pois bem, este é um texto burlão, de alguém que tem interesses obscuros, e pertence a uma minoria, conforme ele próprio diz; não tem conhecimento básico da Língua Portuguesa, nem do mecanismo das Línguas. De qualquer Língua.

 

Só o modo como ilustra o texto diz da sua crassa ignorância sobre a História e a Evolução da Língua Portuguesa.

 

Os ignorantes procuram sempre o caminho mais fácil para fazer as coisas. A minoria acordista pretende simplificar a ortografia e mutila-a, por incapacidade de aprender a ortografia portuguesa íntegra, como qualquer criança inglesa, francesa, alemã ou castelhana aprende, no que respeita ao Inglês, Francês, Alemão ou Castelhano.

 

O autor do texto mistura alhos com bugalhos. Mete os pés pelas mãos. Não tem a mínima noção do que está a dizer. Apresenta argumentos falaciosos e um discurso nitidamente encomendado.

 

Em relação aos outros países ex-colonizadores, que nunca fizeram, nem tiveram necessidade de fazer “acordos” com as ex-colónias, nem nunca se vergaram a elas, em sentido algum, o autor é de uma colossal ingenuidade.

 

O autor não sabe o que é uma Língua culta. Não sabe o que é uma língua viva. Não sabe o que é uma língua estruturada. Não sabe que uma Língua não pode andar por aí à balda, ao sabor dos interesses de mercenários ignorantes, e também ao sabor de como se fala, porque seria, aliás, como é, uma rebaldaria, porque o modo de falar varia tanto, que teríamos uma babel ortográfica, aliás, como já temos, absolutamente única no mundo.

 

O autor disse que nós não somos os donos da Língua Portuguesa. Não somos nós, nem ninguém, para que venham agora mandar-nos escrever a NOSSA Língua à maneira dos brasileiros. Herdámos uma Língua Culta e bem estruturada, e é nosso dever defendê-la.

 

O autor do texto apresenta números, como se os números tivessem alguma importância. A mim, não me interessa que mais de 200 milhões de pessoas escrevam incorreCtamente o Português. A mim interessa-me que os dez milhões de Portugueses, esta minoria europeia, escreva correCtamente a Língua Oficial de Portugal. Os néctares sempre se guardaram em pequenos frascos. O que interessa é a qualidade da escrita, não a quantidade de pessoas que a escrevem incorreCtamente.

 

Diz o autor do texto que «O processo que conduziu ao Acordo Ortográfico foi complexo, moroso e muitas vezes interrompido».

 

Mentira.

 

O acordo ortográfico de 1990 não existe. É uma fraude. O que existe é uma ortografia brasileira, que está em vigor desde 1911, e que uma minoria pretende impingir-nos como um "acordo" dos países lusófonos, ao qual apenas Portugal, servilmente, aderiu. Porque os restantes países estão-se nas tintas para este mal-amanhado AO90.

 

E o autor diz mais: «Entre 1931 e 1943, a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras mantiveram contactos e negociações que permitiram que, em 1943, fosse assinada uma Convenção Ortográfica entre Portugal e o Brasil. A tentativa de acordo não vingou».

 

Ora sejamos honestos. A convenção de 1945 foi assinada entre o Brasil e Portugal, mas o Brasil, esteve-se nas tintas para Portugal, rasgou essa papelada e continuou a escrever conforme a ortografia que adoptou em 1911, e Portugal seguiu em frente com a ortografia que ainda hoje é a ortografia oficial de Portugal, ou seja, a gerada nessa convenção assinada em 1945, e que o Brasil decidiu assinar, mas não cumprir. Porquê agora Portugal tem de se vergar a essa ortografia brasileira, a que convencionaram chamar AO90, para disfarçar?

 

Na discussão deste tema, o autor julga que deverão ser ponderadas primeiro a necessidade e a oportunidade e, depois, os custos de uma eventual alteração.

 

Primeiro, é urgente, necessário e oportuno acabar de uma vez por todas com a mixordice em que se transformou a Língua Portuguesa, e depois, o que aqui está em causa não são os custos da devolução da Língua Portuguesa a Portugal (assim é que é), porque quem lucrou com esta vergonhosa negociata deve ser julgado pelos crimes de linguicídio e de lesa-pátria, e pagar a factura advinda desses crimes. O que aqui está em causa é o absurdo deste servilismo.

 

Mais adiante o autor do texto diz esta coisa brilhante: «As línguas são vivas e tendem a diversificar-se. Acho preferível haver um acordo, mesmo que não seja perfeito, do que deixar a língua à solta, sem nenhum mecanismo que procure regulá-la. Não sou linguista, mas para falar de política de defesa nacional não é preciso ser militar…»

 

Que não é linguista, já se viu, através dos disparates que escreveu. E para se falar de política de defesa nacional até pode ser que não seja preciso ser militar, mas uma coisa é precisa: saber o mínimo daquilo que se está a falar, para não cozinhar uma caldeirada de disparates, como aqui foi cozinhada, e dizer que um caça russo atracou no cais do Sodré.

 

Prosseguindo o autor diz: «Os peritos dos oito países lusófonos decidiram valorizar a pronúncia em detrimento da etimologia». Que peritos dos oito países? Se só dois imperitos Evanildo Bechara e Malaca Casteleiro, e dois países, Brasil e Portugal, andaram a engendrar um modo de impingir aos outros seis países lusófonos, a ortografia brasileira, que eu aprendi, no Brasil, na escola primária? E desses países apenas Cabo Verde cedeu, numa primeira fase, mas logo pôs o Português para segundo plano, considerando-o língua estrangeira, e deu prioridade ao Crioulo Cabo-verdiano, no que fez muito bem.

 

Em todo este processo, nunca existiu nenhum “acordo internacional”, e a imposição a Portugal da ortografia brasileira, disfarçada de acordo, é obviamente ilegal e inconstitucional, uma ilegalidade e uma inconstitucionalidade a que o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, dá cobertura.

 

E o autor prossegue, tentando, falaciosamente, virar o bico ao prego. Diz ele: «Falemos agora dos custos de um voltar atrás que continuo a esperar que possa ser evitado. Existem factos consumados. A partir do ano letivo (lê-se l’tivo) 2011-2012, as nossas crianças começaram a aprender a nova grafia. Se os pais e os avós quiserem ajudá-los nos trabalhos de Língua Portuguesa, terão de conhecer e respeitar o seu modo de escrever. Mudar as regras a meio da aprendizagem implicaria lançar a confusão numa geração inteira de miúdos».

 

Que grande bojarda!

 

Primeiro, não existem factos consumados. Na verdade, as crianças não aprenderam a nova grafia (a grafia é nova em Portugal, mas muito velha no Brasil), o que aconteceu foi que no ano leCtivo de 2011/2012 elas começaram a desaprender a escrever a sua Língua Materna. Assim é que é. Os pais e os avós jamais terão de “respeitar” algo que as próprias crianças já estão a rejeitar, porque escrevem correCtamente director em Inglês, e incorreCtamente diretor (que pronunciam e muito bem dir’tor) em Português. Por alma de quem?

 

Segundo, as crianças têm uma capacidade infinita de aprender e desaprender tudo e mais alguma coisa. Assim como aprenderam a escrever mal, mais depressa aprenderão a escrever bem a sua própria Língua, ainda mais se estão a aprender também Inglês, ou Francês, ou Castelhano. Aprender o Português integral é muito mais fácil, pois se elas têm capacidade de escrever, por exemplo, “thought”, em Inglês, mais facilmente aprenderão a escrever director, actor, baptizado, factura, objecto, activa, acção… etc.. se tantas gerações antes desta conseguiram, porque não a actual? As crianças de hoje serão mais estúpidas do que as de antanho? Ou esta minoria acordista medirá a inteligência das crianças pela incapacidade deles próprios escreverem as consoantes mudas?

 

E confusas andam já as crianças com este mixordês que estão a impingir-lhes, e até já se questionam a este respeito. É que elas não são parvas.

 

E se eu, que apreendi a ler e a escrever no Brasil, nesta ortografia que agora nos querem impingir, e tive de a desaprender quando vim para Portugal, e tornei a aprender quando fui novamente para o Brasil, e tornei a desaprender quando regressei ao meu País, durante a minha infância, adolescência e juventude, e consegui, porque não as nossas crianças?

 

E não me venha dizer que o «Acordo Ortográfico modificou a grafia de uma minoria de palavras (1,6% em Portugal e 0,5% no Brasil). Para os brasileiros, as diferenças maiores assentam no uso do hífen e na acentuação dos ditongos».

 

Todas, ou quase todas (pois os brasileiros pronunciam umas poucas consoantes que nós não pronunciamos) as palavras às quais retiraram as consoantes mudas, fazem parte da ortografia brasileira, assente na italianização dessas palavras. Com este falso “acordo” os Brasileiros não têm de aprender nada, a não ser suprimir acentos e hífens, onde eles são necessários, o que eles se recusam a fazer, e fazem muito bem.

 

É que a Língua Portuguesa não é nossa, mas também não é dos Brasileiros ou dos outros países lusófonos. A Língua Portuguesa é simplesmente de quem a DEFENDE, na sua integridade e na sua raiz europeia, e não de quem a destrói e a descaracteriza.

 

Para finalizar pasmemo-nos.

 

Diz o autor do texto em causa: «Modernamente, existem mecanismos poderosos de regulação da linguagem que não precisam de ser acordados. De início, foram apenas os livros. Apareceu, depois, a rádio e, agora, é principalmente a televisão. Tanto o modo de falar dos locutores como a dicção dos personagens das telenovelas irão ter uma repercussão determinante. A pronúncia é também uma questão de moda».

 

Pois… as novelas! Foram o começo da colonização de Portugal pelo Brasil.

 

Esperemos que haja lucidez, e que o Presidente da República Portuguesa reponha a legalidade e a constitucionalidade, exigindo ao governo de António Costa que devolva a Portugal a Língua Portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

«BARRANCOS E A VERGONHOSA "TRADIÇÃO"»

 

A selvajaria tauromáquica continua em Barrancos, com o apoio da igreja católica e do governo socialista.

 

Não esquecer que os touros de morte foram introduzidos em Barrancos, em 2002, por Jorge Sampaio (socialista) na qualidade de presidente da República.

 

E pensar que andaram a cometer um regicídio para implantar em Portugal uma República das (e dos) Bananas!!!!! (***)

 

BARRANCOS.jpg

Esta imagem diz tudo sobre o atraso mental de todos os envolvidos nesta prática, desde os que matam, aos que apoiam, aos que aplaudem e aos que dão o seu aval. E veja-se o sofrimento atroz do touro, estampado naquele olhar desesperado... Apenas os desalmados, desprovidos de essência humana, pactuam com este horror.

 

O texto que se segue é da autoria de Rui Palmela

 

«Mais uma vez se realiza na vila alentejana de Barrancos, em finais de Agosto, a festa religiosa que culmina sempre num espectáculo sangrento, frente à capela, com a morte de 3 toiros numa arena improvisada onde o povo vibra de satisfação aplaudindo a barbárie que ali se realiza em “honra de Nª Srª da Conceição”. E a Igreja não reprova ou fica em silêncio cometendo seu “pecado de omissão” ...

 

O espectáculo violento dura 3 dias onde se cumpre um ritual demoníaco de matar um touro por cada dia, “estoqueando” o animal que acaba caindo no chão mergulhado numa poça de sangue. Depois de morto, ou sofrendo horrivelmente sem se poder mexer, os ‘heróis’ da festa cortam-lhe as orelhas, o rabo e as patas como ‘troféus’, enquanto o toiro é arrastado pelo chão, já cadáver, acabando finalmente por ser esquartejado e distribuído pela população como manda a ‘tradição’.

 

Toda esta selvajaria é possível ainda em pleno século XXI com a aprovação do governo português que em 2002 criou uma famigerada “lei de excepção” que garante esse ‘direito’ do povo barranquenho realizar um espectáculo abominável apesar da forte contestação por parte das organizações de Protecção Animal e uma Lei que vigora desde Maio/2017 que reconhece os animais como seres sencientes dotados de sensibilidade e não ‘coisas’ como eram considerados antigamente.

 

Entretanto o PAN (Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza) deverá apresentar na AR uma proposta de lei para proibição destes espectáculos de morte no país, tal como as touradas deviam ser proibidas e transmitidas pela televisão. E já agora cortar todos os subsídios de apoio à Tauromaquia que deve ser suportada apenas pelos seus aficionados e não por todo o povo português que na sua maioria condena toda esta situação.

 

Pausa para reflexão!

 

Rui Palmela»                                                                                

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212176718524673&set=pcb.10212176729004935&type=3&theater

 

 

(***) Denomina-se República das Bananas um país ou região em que há corrupção e desrespeito pela legalidade e interesse público, expressão originalmente aplicada a países latino-americanos ou terceiro-mundistas, mas que se encaixa na perfeição a um Portugal que, fisicamente, é europeu, mas cerebralmente é latino-americano e terceiro-mundista, nestes detalhes grosseiros, até na língua que os actuais republicanos bananas (= gente sem atitude e sem coragem) decidiram importar e impingir aos portugueses.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Domingo, 27 de Novembro de 2016

O POVOS TÊM O QUE MERECEM… NOMEADAMENTE O POVO PORTUGUÊS…

 

Reflictamos neste curto, mas precioso texto de Maria Helena Capeto

 

POVO.jpg

Origem do texto: Internet 

 

O texto da Maria Helena Capeto é um comentário a um excelente texto publicado no Facebook, por Maria João Gaspar Oliveira, intitulado «CETA – a lei do mais forte…» ou seja, um tratado de livre comércio entre o Canadá e a UE, que é uma grave ameaça à soberania e democracia nacionais, e que recomendo lerem neste link:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1126055524178379&set=a.259749900808950.60720.100003218261430&type=3&theater

 

«Maria João Gaspar Oliveira, tem toda a razão no comentário e críticas que faz. Tem toda a razão no seu apelo. No entanto, tenho a dizer, uma vez mais, que os povos têm o que merecem, nomeadamente o povo português que é aquele a quem este post é dirigido particularmente.

 

Quem enche as ruas aos milhares por causa do futebol, quem enche os centros comerciais nos dias do "sem iva" ou "promoção especial", quem enche as praças para assistir aos concertos de uma qualquer pop star e não se rala com mais nada, merece o que tem. Por isso continuo a dizer: p'ra baixo que ainda mexe. Os governantes são a imagem dos povos que representam. Os governantes só tomam as decisões que os povos permitem que tomem. Tão culpados são os governantes como os povos por tudo o que se passa no mundo, para o bem e para o mal.

 

Eu faço a minha parte não consumindo o que não me parece consumível. Faço a minha parte fazendo o que está ao meu alcance para um mundo melhor. Faço o que está ao meu alcance para abanar consciências. Mas se querem continuar a permanecer homo parvus, cada vez mais parvus, como muito bem os apelida a amiga Isabel A. Ferreira, força! Pode ser que entrem em extinção e se acabe o inferno na Terra. A minha especial preocupação são os animais das outras espécies que não têm culpa nenhuma da imbecilidade e boçalidade humanas e sofrem as consequências.

 

Se o humano continua a ser ignorante é porque quer, não por que isso lhe seja imposto. O conhecimento está, hoje em dia, ao alcance de todos. Não é difícil perceber que se me dói picar-me numa agulha, certamente dói igualmente aos outros. Menos televisão e mais leitura e procura de informação certamente traria outros resultados. Mas cada um faz as suas próprias escolhas, convém é não se esquecer que, queira ou não, terá que viver com elas.»

 

Maria Helena Capeto

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:34

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014

POR QUE RAZÃO A QUESTÃO DO ACESSO DOS JOVENS ÀS TOURADAS É UMA QUESTÃO IMPORTANTE?

 

(Ao cuidado das autoridades portuguesas responsáveis pelo bem-estar físico e pela saúde mental das nossas crianças)

 

Por motivos óbvios, por mim era um rotundo NÃO ao acesso a menores de 90 anos, e para cima dessa idade, apenas aos que perderam a vista.

 

A selvajaria tauromáquica não é coisa para olhos humanos verem.

 

ACESSO A JOVENS A TOURADAS.jpg

 

«Os franceses estão preocupados com os problemas que a juventude enfrenta, e num lugar destacado encontra-se com frequência o problema da violência: a violência sofrida, a violência observada ou a violência exercida.

 

Nos últimos anos tem-se assistido a um especial interesse pela questão da violência observada pelas crianças e pelos adolescentes. Distinguem-se neste caso dois tipos de situação:

 

- Por um lado, a criança como testemunha de violências reais, seja fora da família, seja mais frequentemente dentro da família;

 

- Por outro lado, a criança como espectadora de violências virtuais, e entra aqui o debate sobre o efeito dos filmes, da televisão e dos jogos de vídeo.

 

Sobre o segundo tipo de situação, nomeadamente os filmes, dois relatórios ministeriais foram elaborados em 2002: o «Relatório Brisset» (As crianças face às imagens e às mensagens violentas difundidas pelos diferentes meios de comunicação – Relatório de Claire Brisset, Defensora das crianças, para Dominique Perben, Ministro de Justiça, Dezembro de 2002) e o «Relatório Kriegel» (A violência na televisão – Relatório de Blandine Kriegel, para Jean-Jacques Aillagon, Ministro da Cultura e Comunicação, Novembro de 2002).

 

(AQUI RESSALTE-SE A EXIBIÇÃO DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NO PEQUENO ECRÃ, ACESSÍVEL ÀS CRIANÇAS ENTREGUES A TAURICIDAS)

 

Há também um capítulo dedicado ao “Impacto dos Media” no relatório colectivo de peritos, publicado pelo Inserm em Setembro de 2005, intitulado “Problemas de conduta nas crianças e nos adolescentes”, no âmbito mais específico dos comportamentos agressivos».

 

Os espectáculos de violência humana que eles analisam referem-se implícita ou explicitamente a uma violência exercida sobre outros humanos, e as suas conclusões devem ser tomadas dentro desse enquadramento. No entanto, fica aberta a questão de saber se certas conclusões destes relatórios podem ser alargadas à violência do espectáculo das touradas.

 

É notório que as touradas escapam à distinção antes referida, devido a que a violência é ao mesmo tempo real e constituída em espectáculo.

 

Fogem também às análises habituais pelo facto de se referirem não a violências contra seres humanos, mas contra animais. Colocam desde este ponto de vista duas questões, por um lado a questão em si da violência contra os animais, por outro lado a questão da relação entre a violência contra os animais e a violência contra os seres humanos.

 

A literatura médica sobre o impacto dos espectáculos violentos nas crianças e adolescentes incide geralmente sobre dois tipos de efeito:

 

- O efeito traumático;

 

- A incitação e/ou a habituação à violência.

 

Outras reflexões referem-se à fragilização do sentido moral e à perturbação da escala de valores, e são mais difíceis de definir, analisar e validar.

 

Fonte: Texto original disponível na página:

NON À L'ACCÈS DES MOINS DE 16 ANS AUX CORRIDAS

Argumentaire présenté lors des Rencontres Animal et Société

http://pas-de-corridas-pour-les-enfants.over-blog.fr/pages/Argumentaire_presente_lors_des_Rencontres_Animal_et_Societe-8450248.html

 

Não ao acesso de menores de 16 anos às touradas. Argumentos apresentados nos Encontros “Animais e Sociedade”.

 

Estes argumentos foram apresentados em 2008, para o atelier «Touradas e jogos taurinos» dos «Encontros Animal e Sociedade». Estes Encontros foram organizados na altura pelo governo, com o objectivo de reflectir sobre o lugar dos animais na nossa sociedade.

 

Nota: a única correcção a fazer diz respeito às "escolas taurinas" que formam para a tourada à espanhola: a de Hagetmau desapareceu em 2009, no entanto, outra surgiu em Cauna, nas Landes.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/792748907437053/photos/a.793025900742687.1073741828.792748907437053/861320157246594/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

OS “WALKING DEADS” DA TAUROMAQUIA

 

Eles não sabem que já estão mortos. Deambulam por aí. Sedentos de sangue e de carne trespassada. Embriagados pelo cheiro da morte.

Eles não sabem, mas quando aparecem em público e na televisão, é assim que os vemos…

 

Horrendos. Desintegrados. Hediondos.

WALKING DEAD Zonbies-On-Walking-Dead-zombies-32977Fonte da imagem: http://mkalty.org/walking-dead/

 

 

Eles não sabem que morreram no dia em que nasceram com aqueles maus instintos, que os impedem de ver a luminosidade do Sol, que se debruça delicadamente sobre todas as criaturas vivas do Universo.

 

Eles não sabem que a fealdade que transportam nas suas já putrefactas entranhas se reflecte na fisionomia deles, quando olham com olhos, que ficaram num passado longínquo, toldados pela nuvem do pó dos tempos, as vidas que são destruídas diante deles…

 

Eles não sabem que da boca deles, disforme e descarnada, escorre a baba dos sôfregos por sangue de seres vivos, que lentamente sucumbem á tortura atroz a que são submetidos para deleite deles.

 

Eles não sabem que estão mortos, porque desprezam a Vida com a força dos raios.

 

Eles não sabem que são os walking deads da tauromaquia.

 

Monstros horrendos que aplaudem a morte, simplesmente porque estão mortos por dentro…

 

TOURO COMPLACENTE.jpg

 

Eles não sabem que o Touro moribundo os olha complacente, por ser de uma espécie muito superior à deles…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Domingo, 22 de Junho de 2014

ANÕES FORAM GRANDE FIASCO NA VACA DAS CORDAS EM PONTE DE LIMA

 

Era de se esperar, porque nem todos os limianos são broncos.

 

Alguns evoluíram, e hão-de evoluir mais, até porque este tipo de “divertimento” é do tempo em que não havia cinema, festivais de música, arraiais, televisão, corrida de carros e de carrinhos, enfim, quando o povo era bronco porque reinava a ignorância e a civilização ainda não tinha dado o ar da sua graça.

 

 

O que vemos na imagem é um atentado à dignidade humana

 

Além disso pelas fotos que podemos ver no link mais abaixo, parece que os aficionados não quiseram passar por broncos, pois não os vimos vestidos com as t-shirts oficias do “evento”.

 

A Vaca das Cordas? Tem os seus dias contados.

 

O povo culto de Ponte de Lima não quer ver a sua terra na boca do mundo pelas piores razões, ou seja, pelo divertimento bronco e imbecil que é a chamada Vaca das Cordas.

 

 

Fonte:

http://www.jn.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=3984887
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

A RTP CONTINUARÁ A TRANSMITIR TOURADAS EM 2014 MAIS DO QUE EM 2013? PARA QUEM?

 

As moscas, além de não gostarem de touradas, não vêem televisão…

 

 

Li algures que a RTP transmitirá mais corridas de touros em 2014 do que transmitiu em 2013, sendo já a primeira no próximo dia 2 de Maio, em directo da arena de Estremoz, uma terrinha onde a evolução ainda não bateu à porta.

 

Mas ainda há mais.

 

Dizem que estão agendadas corridas nas arenas da Póvoa de Varzim, (TV/Norte), de Angra do Heroísmo (Ilha Terceira, Açores), da Monumental de Albufeira (terrinhas onde se alapou a pobreza mental) e do campo pequeno, (aquele antrozinho de betinhos, marialvas e tias) onde (dizem) que este ano se comemorará o 50º aniversário da vergonhosa chamada “Corrida TV”…

 

Mas nós não acreditamos nisto.

 

Sabem porquê?

 

Porque a RTP é uma estação televisiva, de serviço de utilidade pública, e portanto, sendo de utilidade pública, não pode andar a esbanjar o dinheiro dos portugueses com programas que, além de não terem qualquer utilidade (nem pública nem privada), viola leis e regras bem definidas, no que diz respeito à violência transmitida a cores e em directo.

 

Apesar de vivermos num país sem autoridade e sem justiça, poderia ao menos haver um responsável ou outro, com um cérebro a funcionar em pleno, na RTP.

 

E é isso que esperamos que exista na estação televisiva de serviço púlico.

 

Ou não existirá?

 

Há uns poucos dias, a RTP transmitiu a Gala Prémios Lumen, com um espectáculo de grande qualidade, visto por 603 mil espectadores, bem contadinhos, onde se destacou a premiada Rita Blanco, que fez questão de lembrar ao presidente da estação, senhor Alberto da Ponte, a questão da protecção dos animais.

 

Não sei se o senhor Alberto da Ponte estava atento, mas aquela curta intervenção da Rita Blanco fez toda a diferença, naquele espectáculo. Foi como uma pedrada no charco.

 

Ou não seria?

 

Pensámos que a palavra de uma premiada e grande actriz, como é a Rita Blanco, pudesse ser levada a sério pelos cérebros iluminados, que julgamos existir na RTP.

 

Depois desta Gala e desta intervenção, não pretenderá o senhor Alberto da Ponte descer o nível da programação da RTP e transmitir uma carnificina, para uma minoria de portugueses incultos. Certo?

 

Já não serão os 603 mil espectadores, bem contadinhos. Nem pouco mais ou menos.

 

Contudo, se continuar a ser subserviente ao lobby da incultura, da carnificina, da ignorância, não tenha dúvida de que as audiências irão baixar manifestamente, até porque, este ano as campanhas que aí vêm contra quem arriscar apoiar e promover a tauromaquia serão implacáveis. 

 

Tourada é algo que não condiz com os Prémios Lumen.

 

Por falar nisso, não vimos lá ninguém da tauromaquia a ser distinguido…

 

Haveria algum motivo para esta tão grave lacuna?  

 

Se a tauromaquia faz parte da “cultura” portuguesa… como dizem, e se se premiou os melhores dessa cultura… por que um torcionário, desses, que são bons, mesmo muito bons a torturar bovinos, não recebeu um Prémio Lumen?


Francamente, senhor Alberto da Ponte, não queira descer ao nível dos curros.
***

(Pós publicação)

 
(Acabaram de me dizer que isto (das transmissões) é um bluff dos tauricidas. Se é... esperemos que seja, para bem da RTP e dos Portugueses e de um  Portugal Culto)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:37

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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013

A PROVA DE QUE A MAIORIA PARLAMENTAR PSD/CDS/PS E PCP SERVIAM OS INTERESSES DO OBSCURO E SANGUINÁRIO LOBBY TAUROMÁQUICO DO QUAL ERAM (SÃO?) SUBMISSOS ESCRAVOS

Esta maioria chumbou os projectos do BLOCO DE ESQUERDA e PEV para proibir o apoio e exibição de touradas na televisão pública, merecendo a abstenção e voto favorável de vários socialistas e um deputado do CDS-PP num dos diplomas, numa Sexta-feira, 6 de Julho do ano de 2012


Foi esta terrível e venal arte de TORTURAR e MATAR animais em público que a maioria parlamentar, com instintos SANGUINÁRIOS aprovou, para ser apresentada como “cultura” na televisão pública….

 

***

Estamos a 3 de Dezembro de 2013, ano em que a ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA só não acontecerá SE a maioria parlamentar continuar a ser ESCRAVA SUBMISSA de uma minoria sanguinária.


Mas como pensamos que no Parlamento Português estão sentados HOMENS e MULHERES INTELIGENTES, esperamos que desta vez dêem um contributo civilizacional (não retrógrado e primitivo) ao nosso País que tanto necessita de se LEVANTAR do CHARCO de ÁGUAS PÚTRIDAS, onde está mergulhado...  


ESTE TEXTO FICARÁ PARA A POSTERIDADE, NUM TEMPO EM QUE A TAUROMAQUIA TERÁ O ESTATUTO QUE TEM HOJE O BÁRBARO CIRCO ROMANO, COM A DIFERENÇA DE QUE HOJE TEMOS OS NOMES DOS BÁRBAROS, QUE EU, NA QUALIDADE DE HISTORIADORA, TEREI O DEVER DE  PERPETUAR.


Naquele tempo, em 2012, durante as votações na Assembleia da República, o projecto de lei apresentado pelo Bloco de Esquerda para impedir o apoio institucional à realização de espectáculos que inflijam sofrimento físico, psíquico ou provoquem a morte de animais recebeu voto favorável de 12 deputados do PS (Francisco Assis, Pedro Nuno Santos, Pedro Alves, Duarte Cordeiro, Isabel Moreira, Acácio Pinto, Jacinto Serrão, Mário Ruivo, Ana Paula Vitorino, Nuno Sá, Filipe Neto Brandão, Inês de Medeiros) e do deputado do CDS-PP João Rebelo, para além do apoio do PEV.


Em relação a esta proposta, chumbada por PSD, CDS-PP, PS e PCP, abstiveram-se ainda cinco deputados socialistas (Ferro Rodrigues, Carlos Enes, Eduardo Cabrita, Elza Pais, Isabel Oneto).


O NIM nunca fez avançar o mundo. Esta é uma matéria onde a abstenção SOA a CONIVÊNCIA com o que está em causa.


Já o projecto do BE para proibir a exibição de espectáculos tauromáquicos na televisão pública e alterar a lei da televisão teve votos a favor do PEV e dos socialistas Isabel Moreira, Jacinto Serrão, Rosa Albernaz e Pedro Delgado Alves e a abstenção de 11 parlamentares do PS - Pedro Nuno Santos, Ferro Rodrigues, Ana Paula Vitorino, Eduardo Cabrita, Carlos Enes, Filipe Neto Brandão, Inês de Medeiros, Nuno Sá, Acácio Pinto, Francisco Assis e Mário Ruivo.


O projecto de lei do PEV para considerar as touradas um espectáculo ilícito e impor limites à sua emissão televisiva foi igualmente chumbado pela maioria, PS e PCP, mas contou com cinco votos a favor na bancada socialista (Pedro Delgado Alves, Nuno Sá, Isabel Moreira, Jacinto Serrão, Rosa Albernaz) e oito abstenções (Carlos Enes, Mário Ruivo, Inês de Medeiros, Pedro Nuno Santos, Ferro Rodrigues, Filipe Neto Brandão, Francisco Assis e Acácio Pinto).


No final da votação, a deputada do PSD Ângela Guerra anunciou uma declaração de voto conjunta com mais deputados da sua bancada, assim como os socialistas Pedro Delgado Alves e Jacinto Serrão, a bloquista Ana Drago e o social-democrata Matos Correia.


***

No próximo dia 6 de Dezembro de 2013, também uma Sexta-feira, esperamos que os Senhores Deputados tenham tido tempo de MEDITAR sobre esta matéria e façam o que têm a fazer: ABOLIR A TAUROMAQUIA, porque é esse o CAMINHO DA CIVILIZAÇÃO.


ANDAR PARA TRÁS, ANDAM AQUELES QUE PENSAM COM A CABEÇA DO DEDO MINDINHO DOS PÉS.

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:59

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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013

«ACENTUADO DECRÉSCIMO DAS TOURADAS NA TELEVISÃO»

 

«Um contributo para a Abolição»

 

 

«Numa fase em que a tauromaquia só vai sobrevivendo com apoios como a emissão televisiva de touradas, é muito bom verificarmos que no espaço de dois anos se assistiu a uma quebra de 80% na quantidade de touradas televisionadas.

 

De 15 touradas transmitidas em 2011, passámos para 3 em 2013.

 

A TVI esteve muito bem, pois pela primeira vez em muitos anos não emitiu qualquer tourada. Excelentes sinais

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=659785994054967&set=a.215152191851685.58389.215151238518447&type=1&theater

 

***

Passo a passo, lá se caminha para a EVOLUÇÃO, porque nem tudo em Portugal está perdido.

 

Agora só falta a MAIORIA dos deputados da Assembleia da República Portuguesa tirar a venda dos olhos, remover os tampões dos ouvidos,  libertar as mentes e fazer o que tem o DEVER de fazer:

ABOLIR A JÁ TÃO APODRECIDA TAUROMAQUIA

 

É uma EXIGÊNCIA da maioria do povo Português.  

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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