Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016

A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA ESMAGA A CONSCIÊNCIA DO SER HUMANO

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publicado por Isabel A. Ferreira às 15:39

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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016

A TAUROMAQUIA ASSEMELHA-SE À HISTÓRIA DO SALVADOR…

 

 

Os aficionados de selvajaria tauromáquica têm muita dificuldade em aceitar o que várias Ciências demonstram ser uma deformação da mente. Vivem com os pés fincados no passado e recusam a evolução. Têm medo da verdade e da mudança.

 

Preferem viver na ignorância, para não terem de enfrentar a dura realidade de descobrirem qual o grau exacto da patologia que lhes deforma a mente.

 

Até porque se aceitarem a verdade, acham que podem correr o risco de deixarem de ser o que são…

E isso assusta-os.

 

E isto faz-me lembrar a história do Salvador…

 

SALVADOR.jpg

 

Salvador era um homem feito, de barba na cara, mas decidiu que não casaria enquanto a mãe (conhecida pela alcunha “a ruiva” devido à cor dos cabelos) vivesse.

 

Ela, no conceito dele, sempre fora uma santa de altar, que ficara viúva pouco antes de ele nascer. Criara-o sozinha, com grande sacrifício, e isso, ele nunca poderia esquecer. E lá ia vivendo a sua vidinha, pacata, do trabalho para casa, e da casa para o trabalho, com paragem, por vezes, na Taberna do lugarejo, o seu único “entretenimento”.

 

Um dia, porém, inesperadamente, um estranho entrou na taberna para se “refrescar”, e depois de beber uns copos, começou a recordar passagens pitorescas da sua vida, que iam fazendo as delícias dos homens que ali se reuniam, para jogar às cartas, beber e conversar. Foi então que veio à baila “a ruiva” que ele conhecera em tempos idos, num bar de alterne, e que um dia engravidou e foi de lá corrida quase a pontapés, por não ter mais serventia. Percebiam, não percebiam?

 

E as gargalhadas jocosas soaram alto.

 

Ora juntando isto a mais aquilo, e mais o facto de o indivíduo ter reconhecido “a ruiva”, quando ela, nesse dia, por azar, entrou na taberna, para comprar vinho como era habitual, Salvador descobre, ali mesmo, que a mãe fora uma famosa e bela prostituta, das mais requisitadas, e que nunca soube quem era o pai do seu filho.

 

De uma só virada, Salvador ficou a saber que era filho de pai incógnito e que a mãe, além de não ser santa, era uma grande mentirosa e hipócrita.

 

Hipócrita, porque desde que Salvador se conhecia como gente, uma vez por ano, no dia 13 de Agosto, dia do (suposto) aniversário da morte do pai, a quem a mãe chamava o “meu querido Totó” (diminutivo de António), acompanhava-a até ao cemitério local, e diante de uma campa rasa (uma campa de ninguém, abandonada há anos, soube mais tarde) onde ela depositava uma flor que arrancava furtivamente do jardim público (as posses eram poucas), chorava baba e ranho, com ladainhas e orações à mistura, por alma do Totó, ritual que Salvador acompanhava sempre com muita consternação ao ver o enorme sofrimento da mulher que o dera à luz.

 

E os dois ficavam ali, um tempo sem tempo, a chorar sobre o túmulo de ninguém, apesar de Salvador sempre ter estranhado o facto de a mãe não ter uma fotografia do pai.

 

Ao ouvir a narrativa do estranho, Salvador sofre um tremendo choque psicológico e instintivamente recusa-se a acreditar nesta verdade, à qual chama repetidamente mentira, até porque a mãe dizia que o indivíduo estava bêbado e devia estar a confundi-la com outra ruiva, que não ela. Mas “ruivas” nunca as houve aos magotes, e ainda mais por aquelas bandas.

 

Se Salvador decidisse acreditar no que descobriu, a sua vida, a sua realidade, a sua história mudaria por completo. Ele não seria mais ele, nem a mãe seria mais a santa do altar que ele tanto venerava, e aquele ritual do 13 de Agosto nunca mais se repetiria, e ele ficaria definitivamente órfão de pai, e quando saísse à rua sentir-se-ia como se estivesse completamente nu.

 

Saiu da taberna, cabisbaixo, atrás da mãe, repetindo não é verdade, não é verdade, é tudo mentira… E a mãe a dizer que sim…

 

E quando queremos que uma verdade seja mentira, ou uma mentira seja verdade, repetimo-la até à exaustão, e então ela passará a ser o que quisermos que seja.

 

Foi o que fez Salvador. A mãe continuou a negar. Ele a recusar-se a acreditar, e assim o tempo foi passando, e a vida foi sendo vivida quase como dantes… Quase… porque a dúvida instalara-se na mente de Salvador, e isso flagelava-o.

 

Naquele ano, o ritual do cemitério realizou-se sem a baba e ranho habitual… E este detalhe foi o princípio de alguma coisa que começou a burburinhar na mente de Salvador.

 

Um dia, em que a mãe saiu, Salvador virou a casa do avesso, com o intuito de encontrar alguma coisa que aquietasse aquela dúvida que estava a corroê-lo por dentro.

 

Foi então que, escondido entre a roupa interior da mãe, encontrou um pequeno álbum de fotografias, que ele nunca tinha visto. E entre as fotografias estava uma, aquela que o catapultou para a realidade que ele tanto fazia questão de negar, para defender a vida tal como sempre a vivera: a mãe, uma lindíssima ruiva, ali estava, em trajes de coelhinha da Playboy, numa pose que nada condizia com as das santinhas de altar…

 

Naquele momento o mundo desabou sobre a cabeça de Salvador: ele já não tinha um pai chamado Totó, que estava enterrado numa campa rasa, que a mãe enfeitava com uma flor roubada no jardim público; a mãe já não era a santa de altar que ele sempre tinha venerado; a verdade da vida dele passara a ser uma mentira. Ele já não era ele. Quem seria então?

 

Agora não tinha mais nada: nem identidade, nem vida, nem pai, nem mãe. O que fazer das ruinas em que esta descoberta transformou a sua vida?

 

Saiu de casa, deixando-a revirada do avesso.

 

Nunca mais ninguém soube do Salvador.

 

A “ruiva”, essa, continua a ir ao cemitério, visitar a campa de ninguém, onde agora, em vez de uma, coloca duas flores arrancadas furtivamente do jardim público.

 

***

É disto que os aficionados têm medo, quando se recusam a acreditar na realidade patológica das práticas selváticas da tauromaquia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Domingo, 18 de Setembro de 2016

E ASSIM VAI A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA EM PORTUGAL: EMITINDO OS ESTERTORES DE UMA MORTE JÁ TÃO ANUNCIADA…

 

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 (Foi assim, na Moita, ontem… Torturaram-se Touros numa rena quase vazia… Apenas aqueles que sofrem de sadismo, a um nível mais elevado, não resistem a ir aplaudir a selvajaria)

 

«Moita vazia ontem: a realidade que Bolota queria esconder…»

 

«Moita, corrida de quinta-feira da Feira (ontem), outrora a data forte (íssima!) do ciclo e uma das noites mais ansiadas da temporada, onde toureavam os grandes triunfadores da época...

 

Ontem, com um cartel subjectivo e de non sense, a praça estava como se vê. Às moscas. Um verdadeiro quadro de miséria...

 

É esta a realidade que o "empresário" Bolota queria esconder do público. Descontente com o facto de aqui se ter escrito que esta era - como é - a pior Feira da Moita dos últimos anos, o testa-de-ferro do verdadeiro (outro) empresário da praça "Daniel do Nascimento" decidiu anteontem ameaçar os repórteres fotográficos: se enviassem fotos para o "Farpas", não lhes dava creditação para a trincheira... Claro que é para o lado que dormimos melhor.

 

Mesmo assim, aqui estão duas fotos que retratam a realidade de ontem: a praça esteve vazia…

 

(…)

Quanto ao "empresário" Bolota e às ameaças que fez à comunicação social, não vamos perder tempo com queixinhas para as autoridades. Já um dia levou dois tabefes da jovem filha de um empresário e, pelos vistos, ainda não lhe serviu de emenda. Este ano, matou a Feira do Ribatejo, realizando uma única corrida em Junho na Monumental de Santarém. Agora, acaba de matar a essência da verdadeira Feira da Moita. Resta a tourada das bebedeiras, esta noite, com um cartelzito que também não chama ninguém...

 

Pobre Moita...»

Fotos "Farpas"

in:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2016/09/moita-vazia-ontem-realidade-que-bolota.html

***

A FINA FLÔR DO ENTULHO:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/08/empresario-bolota-agredido-ontem-na.html

(…)

e mais dizemos: VENHA VINHO!

 

Fonte:

Moita Anti-touradas:

https://www.facebook.com/moitaantitouradas/?fref=nf

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:16

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Domingo, 28 de Agosto de 2016

BARRANCOS - CAPITAL PORTUGUESA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em Barrancos tudo é feito à bruta: a tourada, a morte do Touro e até o modo como se aplaude a morte deste ser senciente, muito mais sensível do que qualquer um destes pré-humanos que o torturam e aplaudem a sua dolorosa morte.

 

Repare-se na t-shirt do (a) barranquenho (a).

 

Em Barrancos diz-se que a tradição é a cultura de um povo. Mas Albert Einstein considera que a tradição é a personalidade dos imbecis.

 

Eu acredito mais no saber dos sábios.

 

Que vergonha, Doutor Jorge Sampaio, ter o seu nome ligado à barbárie de Barrancos!

 

BARRANCOS.jpg

    Foto: Nuno Veiga

 

O Médico Veterinário, Dr. Vasco Reis, deixa-nos esta reflexão, com a qual concordo plenamente, e da minha parte, também tenho o nome do Dr. Jorge Sampaio (entre muitos outros) na lista negra dos que, em Portugal, contribuíram para reter a evolução do meu País, com actos dignos de trogloditas, e que ficarão perpetuados no «Livro Negro da Tauromaquia» que está a ser escrito, para louvor dos Touros e Cavalos sacrificados ao longo dos últimos séculos, e para desonra dos tauricidas e aficionados de todas as vertentes da selvajaria tauromáquica, o que envergonhará, com toda a certeza, os seus descendentes.

 

«Há muitos responsáveis e cúmplices pela atrocidade pública que acontece em Barrancos, além do Jorge Sampaio e do Durão Barroso e dos deputados da Assembleia da República que em 2001 votaram a lei que legalizou "a excepção de Barrancos". Para o "cocktail" das causas devem contribuir: ignorância; “tribalismo troglodita” do meio onde nascem e crescem os futuros aficionados e que, pelos vistos, "impregna" os cérebros de maneira quase indelével de gentes anónimas e proeminentes e de alguma comunicação social e de alguns membros dos governos e de responsáveis pela educação de crianças e de jovens e de autoridades permissivas e de legislação permitindo a tortura pública de seres sencientes, touros e cavalos, etc. Pessoalmente, cortei publicamente em 2001 o relacionamento amistoso e de companheirismo, que mantinha com o Jorge Sampaio, desde os tempos da nossa luta académica em 1961/62 como membros da RIA, a qual se opôs, apoiada por milhares de jovens, à agressão do governo fascista contra os estudantes no âmbito do "Dia do Estudante"!» (Vasco Reis).

 

O Dr. Vasco Reis, que já lidou de perto com Touros e Cavalos, tem estudos científicos superiores nas áreas, entre outras, da Biologia, Zoologia, Anatomia, Deontologia e Bioética, Embriologia, Fisiologia, Genética, Reprodução Animal, enfim, uma sucessão de saberes que lhe dá autoridade para dizer que «os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso».

 

Também lhe dá autoridade para dizer que:

 

«Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.»

 

Portanto, «afirmar-se que nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital.

 

O que move os governantes a apoiar estas práticas bárbaras é uma monumental ignorância e interesses obscuros de uma máfiazinha à qual se vergam, vá-se lá saber porquê!

 

Sujam o nome. Arrastam o nome pela bosta que os bovinos, tomados de um medo que também é humano, deixam pelo chão, mas preferem sujar o nome, do que ouvir a voz da Ciência, do Saber, da Razão.

 

De acordo com o Dr. Vasco Reis, «a ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes. As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende e a ciência confirma-o

 

Augusto Cury, médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e escritor brasileiro diz que «a capacidade de se colocar no lugar do outro é uma das funções mais importantes da inteligência. Demonstra o grau de maturidade do ser humano

 

Logo, a incapacidade de os tauricidas e aficionados se colocarem no lugar dos bovinos, que são torturados barbaramente, demonstra não terem qualquer grau de maturidade humana e serem portadores de um QI abaixo de zero.

 

Diz o Dr. Vasco Reis que «depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada». Pois!

 

Mas os nossos governantes, e nomeadamente o ex-presidente da República, Dr. Jorge Sampaio (que até estudou em Londres) em vez de levar a evolução a Barrancos, fê-la regredir para o tempo cavernícola, se bem que eu considere os homens das cavernas muito mais civilizados do que os actuais barranquenhos, simplesmente porque não deixaram qualquer vestígio de crueldade para com os animais, que matavam exclusivamente para se alimentarem deles, e não para se divertirem com o seu sofrimento.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:03

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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016

MAIS SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NA PÓVOA DE VARZIM

 

No asqueroso cartaz que anuncia mais um evento repugnante de tortura de bovinos, pergunta-se:

 

Quem ganhará? (entre eles e elas).

 

Obviamente ganhará a estupidez, a crueldade, a violência, a ignorância, o sadismo, a incultura, a subserviência dos autarcas poveiros ao inculto lobby tauromáquico.

 

Perderá a cidade, que continua no rol das localidades com um monumental atraso civilizacional, com uma arena de tortura activa, uma cidade onde é permitido todo o tipo de maus-tratos a animais, onde se dá tiro aos pombos, onde se caça raposas, onde se tortura touros, onde animais selvagens estão enjaulados e escravizados nas arenas do circo de um cardinali…

 

PÓVOA.jpg

 

Os cartazes da selvajaria tauromáquica e os do circo onde se vê carrascos agarrados a leões e a cavalos, conspurcam a cidade, agridem a inteligência dos cidadãos, esmagam a sensibilidade dos seres que são verdadeiramente humanos.

 

A Póvoa de varzim é uma cidade onde definitivamente NÃO APETECE VIVER, ao contrário do que apregoa a propaganda municipal…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:54

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

A DEFESA IGNÓBIL DA INDEFENSÁVEL SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

A selvajaria tauromáquica nada tem, nunca teve e nunca terá a ver com ”liberdade de escolha”, mas tão-só com mau carácter, ignorância, perversidade, sadismo, estupidez, idiotismo, brutalidade, barbárie, incultura, crueldade, violência, obscurantismo, selvajaria, tudo, absolutamente tudo o que não pertence à essência do Homo Sapiens, e é atributo maior do Homo Parvus.

 

Senhores deputados do PS (à excepção de Diogo Leão, Pedro Delgado Alves, Rosa Albernaz, Inês Lamego, Ivan Gonçalves, Isabel Santos, Pedro Bacelar, Luís Graça, Carla Sousa, Tiago Barbosa Ribeiro e João Torres), PSD, CDS/PP e PCP, nós não somos estúpidos. Sabiam?

 

Pretendem enganar quem? A vós próprios?

 

 

  Uma intervenção que envergonha as pedras das calçadas portuguesas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:14

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2016

PS, PSD, CDS/PP E PCP CONTINUARÃO A USAR OS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES PARA FINANCIAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

 

O BE, o PEV e o PAN consideram que os dinheiros públicos não deveriam financiar a violência e a crueldade destas actividades.

 

Mas os restantes partidos, com os pés fincados na Idade da Pedra, voltaram as costas à vontade do povo, e uma vez mais perderam a oportunidade de apanhar o comboio da Evolução.

 

 

 

 

 

(Estas foram as vozes que representaram o Povo Português)

 

«Não queremos financiamentos públicos para a Tauromaquia!

 

A tauromaquia transformou-se num sorvedouro de dinheiro público, que retira oportunidades a áreas bem mais determinantes na nossa sociedade como a saúde, a educação ou a investigação.

 

Devemos ser equidistantes o suficiente para saber que não deve ser o dinheiro público a suportar uma actividade que é controversa, que implica violência e sofrimento gratuitos sobre animais apenas por entretenimento, que contraria a mais recente legislação europeia e o desenvolvimento uma sociedade sadia e que, de resto, a maioria dos portugueses não aceita e não apoia.» (André Silva in Facebook.)

Hoje, pudemos constatar que Portugal não vive num regime democrático, pois se vivesse, a vontade de mais de 30 mil Portugueses, expressa numa petição, onde se pedia o fim de subsídios, desviados dos impostos que todos pagamos, para a tauromaquia, tinha sido levada em conta. Pois numa democracia, o que conta é a vontade do povo, e não a vontade de uma minoria inculta e inútil, que comanda esses partidos.

 

Prevaleceu a ditadura do lobby tauromáquico instalado num órgão do governo. Um lobby, representado pelo PS (salvo uma e outra excepção), PSD, CDS/PP e PCP.

 

O lobby tauromáquico esteve no melhor do seu pior, ao mostrar ao mundo o seu especismo, a sua falta de sensibilidade e bom senso, a sua assustadora e terrífica vocação para a violência e crueldade gratuitas.

 

Perdeu-se uma batalha mas não a guerra.

 

Esses partidos estão a ficar cada vez mais isolados.

 

As vozes de protesto crescem, e cresce também o apoio aos partidos evolucionistas BE, PEV e PAN.

 

O PS, PSD, CDS/PP e PCP estão a fazer a cama onde irão deitar-se desconfortavelmente, mais dia, menos dia.

 

E isto não é uma profecia.

 

É uma certeza.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:24

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Terça-feira, 19 de Julho de 2016

SENHORES DEPUTADOS DA NAÇÃO: ACABEM COM OS SUBSÍDIOS PÚBLICOS ATRIBUÍDOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Está agendada para amanhã, dia 20 de Julho, a apreciação de uma petição que conta com mais de trinta mil assinaturas ( http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070) a solicitar que se acabe com a atribuição de dinheiros públicos a cerca de duas dezenas de famílias portuguesas, para que vivam à tripa forra, à custa dos nossos impostos e do sofrimento animal, enquanto milhares de outras famílias portuguesas, crianças e idosos vivem com tantas dificuldades!

 

E isto é imoral, senhores deputados.

 

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Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201848990502436&set=p.10201848990502436&type=3&theater

 

Todos sabemos que os nossos impostos sustentam a indústria da selvajaria tauromáquica, tão contestada e rejeitada em todo o mundo civilizado.

 

Se não fossem os nossos impostos, esta selvajaria, que está a cair de podre, já teria sido enterrada há muito.

 

Os impostos de um povo não podem ser utilizados para privilegiar umas tantas famílias em detrimento de todo um país, que atravessa uma grave crise económica.

 

E ainda hoje ouvi que não há dinheiro para alimentar os prisioneiros. Mas há dinheiro para alimentar os senhores feudais da tauromaquia… uma minoria inculta, inútil e decadente, que se dedica a uma actividade cruel e indigna de seres humanos.

 

Todos sabemos dos apoios autárquicos à selvajaria tauromáquica, em municípios com graves problemas sociais, no Continente e nos Açores.

 

E é também dos meus impostos, dos impostos de quem abomina estas práticas bárbaras, que esta indústria da tortura e da morte se alimenta como um vampiro sedento de sangue.

 

Eu não posso ser obrigada a contribuir para algo inútil e bárbaro.

 

Exijo que os meus impostos sejam aplicados na Saúde, na Educação, na Alimentação, nas Escolas, nas Artes Nobres, enfim, na Cultura Culta, e não na cultura inculta de duas dezenas de vampiros.

 

Amanhã, Portugal ficará atento à atitude dos deputados da Nação.

 

É que bastou a afronta de não terem acautelado o superior interesse e os direitos das crianças, quando chumbaram a proposta do PAN, do PEV e do BE.

 

Pelo menos uma vez na vida, amanhã, sejam HOMENS e MULHERES e acabem de uma vez por todas com este vergonhoso privilégio. O tempo dos senhores feudais ficou para trás há muito. Lembram-se? E os deputados da Nação não são monarcas, para dar privilégios a uns, e pisotear outros.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:01

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Sábado, 25 de Junho de 2016

TORTURADOR E MATADOR DE TOUROS HOMENAGEADO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

David Ribeiro Telles, um dos que sempre viveram à custa dos dinheiros públicos, criando Touros para os torturar e matar e, deste modo troglodita, divertir os sádicos que rastejam por aí… morreu.

 

PARLAMENTO.jpg

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/06/25/com-esta-mafia-parlamentar-nao-vamos-a-lado-nenhum/

 

Vai daí os aficionados deputados da Nação que integram o CDS/PP e PSD, sem pudor algum, como é habitual, propuseram um minuto de silêncio para “homenagear” um indivíduo que, em vida, se dedicou à morte cruel de seres sencientes.

 

E isto, para os deputados daqueles dois partidos, é o supra-sumo da dignidade humana e do contributo positivo que o “homenageado” deu para a sociedade, merecendo, no seio de um órgão do Governo, que devia pugnar pela decência, um minuto de silêncio, deitando por terra todos os outros minutos de silêncio que já ali foram guardados para homenagear seres humanos que viveram a vida dedicando-se a nobres causas.

 

E também, como é habitual, porque em matéria de selvajaria tauromáquica o parlamento Português está bem servido, os deputados que ali estão para defender a barbárie, e não os verdadeiros interesses de Portugal e dos Portugueses, associaram-se à glorificação de um algoz, exceptuando os deputados do Bloco de Esquerda, do PAN e apenas três deputados do Partido Socialista: Pedro Bacelar de Vasconcelos, Inês Lamego e António Cardoso. O que significa que a esmagadora maioria dos socialistas verga-se à ignomínia.

 

Mas é bom que os deputados da Nação, os governantes, os políticos e todos os que contribuem para denegrir a essência humana, saibam que a Vida encarregar-se-á de fazer a devida triagem: uns, serão perpetuados em pedestais; mas os outros irão directos para o Caixote de Lixo da História. Aliás, já lá estão.

 

Que tipo de governantes são estes?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:19

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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016

MUNICÍPIOS QUE SE DECLARARAM ANTI-TOURADA A NÍVEL MUNDIAL:149

 

Apenas um em Portugal: Viana do Castelo

 

Portugal vai na cauda dos oito tristes países que permitem a prática da selvajaria tauromáquica…

Sempre na cauda…em tudo…

Que vocação será esta?

 

VIANA ANTI-TOURADA.jpg

 

Os municípios nesta lista declararam-se oficialmente contra a selvajaria tauromáquica. A declaração foi uma decisão dos municípios.

 

Espanha

 

1 - Tossa de Mar (Girona, Catalunha, 1989)

2 - Vilamacolum (Catalunha, 1991)

3 - La Vajol (Catalunha, 1991)

4 - Palafrugell (Catalunha 1991)

5 - Calonge (Catalunha, 1997)

6 - Barcelona (Catalunha, 2004).

7 - Torelló (Barcelona, Catalunha 2004)

8 - Calldetenes (Barcelona, Catalunha, 2004)

9 - Olot (Girona, Catalunha, 2004)

10 - Ripoll (Girona, Catalunha, 2004)

11 - Tavertet (Barcelona, Catalunha, 2004)

12 - Manlleu (Barcelona, Catalunha, 2004)

13 - Granollers (Barcelona, Catalunha, 2004)

14 - San Feliu del Llobregat (Barcelona, Catalunha 2004)

15 - Valls (Tarragona, Catalunha, 2004)

16 - Badía del Vallès (Catalunha, 2004)

17 - Molins de Rei (Barcelona, Catalunha, 2004)

18 - La Roca (Catalunha, Dezembro 2004)

19 - Sitges (Penedès, Catalunha, 2005)

20 - Sant Cugat (Barcelona, Catalunha, 2005)

21 - Bellpuig (Lleida, Catalunha, 2005)

22 - Banyoles (Girona, Catalunha, 2005)

23 - Coslada (Madrid, 2005)

24 - Abrera (Barcelona, Catalunha, 2005)

25 - Cerdanyola (Barcelona, Catalunha, 2006)

26 - Sant Andreu de la Barca (Barcelona, Catalunha, 2006)

27 - Mollet del Vallès (Barcelona, Catalunha, 2006)

28 - Teià (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

29 - Sant Quirze de Besora (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

30 - Gironella (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

31 - Biure de l’Alt Empordà (Girona, Catalunha, Maio 2006)

32 - Cabrera de Mar (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

33 - Cabanes de l’Alt Empordà (Girona, Catalunha, Junho 2006)

34 - Sant Iscle de Vallalta (Barcelona, Catalunha, Junho 2006)

35 - Guissona (Lleida, Catalunha, Junho 2006)

36 - Moià (Barcelona, Catalunha, Setembro 2006)

37 - Artesa de Segre (Lleida, Catalunha, Setembro 2006)

38 - Vilabertran (Girona, Catalunha, Setembro 2006)

39 - Sanaüja (Lleida, Catalunha, Outubro 2006)

40 - Torrelavit (Penedès, Catalunha, Outubro 2006)

41 - Torrebesses (Catalunha, Novembro 2006)

42 - Riudarenes (Girona, Catalunha, Novembro 2006)

43 - Costitx (Ilhas Baleares, 2006)

44 - Fornells de la Selva (Girona, Catalunha, Fevereiro 2007)

45 - Brunyola (Girona, Catalunha, Março 2007)

46 - La Fatarella (Tarragona, Catalunha, Julho 2007)

47 - Morera de Montsant (Tarragona, Catalunha, Outubro 2007)

48 - Calella (Costa Brava, Catalunha, Outubro 2007)

49 - Dels Pallerrols (Tarragona, Catalunha, Novembro 2007)

50 - La Bisbal (Girona, Catalunha, Dezembro 2007)

51 - Basauri (País Basco, Junho 2008)

52 - Castrillón (Astúrias, Julho 2008)

53 - Sant Cebrià de Vallalta (Barcelona, Catalunha, Outubro 2008)

54 - Palamós (Girona, Catalunha, Novembro 2008)

55 - Les Franqueses del Vallès (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2009)

56 - Castellar del Vallés (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2009)

57 - Tagamanent (Catalunha, Março 2009)

58 - Pallejà (Catalunha, Março 2009)

59 - Arenys de Munt (Catalunha, Março 2009)

60 - Caldes de Montbui (Catalunha, Março 2009)

61 - Hostalric (Catalunha, Março 2009)

62 - Vacarisses (Catalunha, Março 2009)

63 - Santa Eulàlia de Ronçana (Catalunha, Março 2009)

64 - Aiguafreda (Barcelona, Catalunha, Março 2009)

65 - Sant Pere de Vilamajor (Catalunha, Abril 2009)

66 - Sabadell (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

67 - Vilassar de d’Alt (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

68 - Martorell (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

69 - Castellbisbal (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

70 - Vallgorgina (Barcelona, Catalunha, Maio 2009)

71 - Sentmenat (Barcelona, Catalunha, Maio 2009)

72 - Sopelana (País Basco, Maio 2009)

73 - Sant Esteve de Palautordera (Barcelona, Catalunha, Junho 2009)

74 - Arenys de Mar (Barcelona, Catalunha, Outubro 2009)

75 - Esportes (Ilhas Baleares, 2009)

76 - Puigpunyent (Ilhas Baleares, 2009)

77 - Cangas (Galiza, Janeiro 2010)

78 - Begues (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2010)

79 - Vedra (Galiza, Março 2010)

80 - Dodro (Galiza, Abril 2010)

81 - Mutxamel (Valencia, Abril 2010)

82 - Pobra do Brollón (Galiza, Julho 2010)

83 - Teo (Galiza, Julho 2010)

84 - Sestao (País Basco, Agosto 2010)

85 - Ares (Galiza, Julho 2011)

86 - Santurzi (País Basco, Outubro 2011)

87 - Barakaldo (País Basco, Vovembro 2011)

88 - Abanto-Zierbana (País Basco, Novembro 2011)

89 - Consell (Ilhas Baleares, 2011)

90 - Donostia – San Sebastian (País Basco, Março 2013)

91 - Olvera (Andaluzia, Fevereiro 2014)

92 - Artà (Maiorca, Junho 2014)

93 - Sencelles (Maiorca, Julho 2014)

94 - Santa María del Camí (Maiorca, Julho 2014)

95 - Algaida (Maiorca, Setembro 2014)

96 - Capdepera (Maiorca, Setembro 2014)

97 - Lloseta (Maiorca, Setembro 2014)

98 - Porreres (Maiorca, Setembro 2014)

99 - Santa Margalida (Maiorca, Setembro 2014)

100 - Manacor (Maiorca, Outubro 2014)

101 - Campanet (Maiorca, Novembro 2014)

102 - Deia (Maiorca, Novembro 2014)

103 - Sant Joan (Maiorca, Novembro 2014)

104 - Ariany (Maiorca, Janeiro 2015)

105 - Mancor de la Vall (Maiorca, Julho 2015)

106 - A Coruña (Galiza, Julho 2015)

107 - Son Servera (Maiorca, Julho 2015)

108 - Palma de Maiorca (Maiorca, Ilhas Baleares, Julho 2015)

109 - Valldemossa (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

110 - Alaró (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

111 - Búger (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

112 - Llucmajor (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

113 - Maria de la Salut (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

114 - Orihuela (Alicante, Outubro 2015)

115 - Bunyola (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

116 - Banyalbufar (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

117 - Calvià (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

118 - Binissalem (Maiorca, Ilhas Baleares, Novembro 2015)

119 - Marraxtí (Maiorca, Ilhas Baleares, Julho 2015)

120 - Llubí (Maiorca, Ilhas Baleares, Novembro 2015)

121 - Santanyí (Maiorca, Ilhas Baleares, Dezembro 2015)

122 - Sant Antoni de Portmany (Ibiza, Ilhas Baleares, Janeiro 2016)

123 - Sóller (Maiorca, Ilhas Baleares, Fevereiro 2016)

124 - Sa Pobla (Maiorca, Ilhas Baleares, Junho 2016)

 

França

 

1 - Mouans-Sartoux (2005)

2 - Bully-les-Mines (Dezembro 2006)

3 - Montignac (Outubro 2007)

4- Joucou (Julho 2009)

 

Portugal

 

1 - Viana do Castelo (Fevereiro 2009)

 

Equador

 

1 - Baños de Agua Santa (2007) mais ainda fazem corridas de touros.

2 - Loja (Abril 2010)

 

Colômbia

 

1 - Zapatoca (Fevereiro 2008)

2 - Bello (Julho 2008)

 

Venezuela

 

1 - Carrizal (Outubro 2008)

2 - Caracas (Abril 2009)

3 - El Hatillo (Maio 2011)

4 - Valera (Agosto 2011)

5 - Cabimas (Março 2013)

6 - San Felipe (Março 2015)

 

Perú

 

1 - Concepción (Junho 2012)

2 - Surquillo (Novembro 2013)

 

México

 

0 - Teocelo, Veracruz (Julho 2012-Janeiro 2015*

1 - Fortín de las Flores, Veracruz (Março 2013)

2 - Xalapa, Veracruz (Março 2013)

3 - Boca del Rio, Veracruz (Abril 2013)

4 - Veracruz, Veracruz (Junho 2013)

5 - Córdoba, Veracruz (Junho 2013)

6 - Tangancícuaro, Michoacán (Junho 2013)

7 - Tlalpujahua, Michoacán (Maio 2014)

8 - Tzintzuntzan, Michoacán (Maio 2016)

 

*Teocelo já não é município anti-tourada.

 

Fonte: CAS

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/06/11/municipios-antitaurinosnao-gosto-da-expressao-anti-taurinos-para-mim-todos-aqueles-que-sao-contra-a-tauromaquia-sao-anti-tourada/comment-page-1/#comment-601

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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