Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017

NEM OS HOMENS DAS CAVERNAS TINHAM ESTE COMPORTAMENTO BRUTAL

 

Os Homens das Cavernas eram primitivos, mas não eram BRUTOS.

E o pior é que toda esta brutalidade acontece com o aval de governantes sem o mínimo respeito por si próprios. Por governantes tão brutos como os brutos que fazem isto a um herbívoro, senciente, sensível e inteligente, tudo o que eles não são.

Como é possível que isto aconteça em pleno século XXI da era cristã, quando o homem já flutuou na Lua?

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:39

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Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017

TORTURA DE TOUROS NÃO É ARTE NEM CULTURA. PONTO FINAL.

 

No programa Voz do Cidadão, que pode ser revisto aqui:

https://www.rtp.pt/play/p3305/voz-do-cidadao

transmitido na RTP 1, no passado dia 11/11/2017, a pergunta crucial foi: «Deve a televisão pública transmitir touradas?» O actual Provedor do TelespeCtador da RTP, Jorge Wemans, respondeu: «Eu penso que não…»

Mas…

Quem mada na RTP não é o senhor Wemans; nem a esmagadora maioria dos telespectadores que para lá escrevem, indignados com a transmissão de tortura ao vivo; nem é o senhor Daniel Deusdado, director de programas; nem é o aficionado Gonçalo Reis, presidente do conselho de administração… Ninguém manda… Então quem manda?

Manda o lobby tauromáquico, instalado na Assembleia da República, disse (por outras palavras obviamente), o senhor Wemans.

Só o facto de a RTP, no ano 2017 d. C., estar a discutir esta matéria, já diz do baixo nível civilizacional em que Portugal está mergulhado.

Veja-se o que a RTP transmite em directo. E a questão é a seguinte: isto é arte? Isto é cultura? Isto faz parte de alguma tradição civilizada, digna do Homem civilizado?

 

 E a loucura é tal, que acham que não se passou nada. Nem sequer se respeitam uns aos outros. Para os aficionados, a vida dos tauricidas não vale nada.

Vi e ouvi este programa da Voz do Cidadão com a atenção de um lince. E pasmei com as declarações de alguns dos envolvidos, nomeadamente dos que querem, porque querem, fazer da tortura de seres vivos sencientes, da violência, da crueldade, da estupidez que é este costume bárbaro (nada tem a ver com tradição) , uma “coisa” cultural e artística, como se todos nós fossemos muito estúpidos.

 

Comecemos por Luís Capucha, que acha, porque acha, que lá por, em tempos que já lá vão, a selvajaria tauromáquica ter dado alguma audiência à RTP, as coisas continuam iguais. Não continuam iguais. O mundo evoluiu. Já há mais informação sobre esta prática selvática. A RTP só perde audiências com a transmissão desta barbárie. Luís Capucha ainda não se deu conta de que Portugal está no século XXI d. C.. Vive metido na caverna, e não vê que o mundo avançou no tempo.

 

Depois vem o Jorge Palma, que eu não sabia que era aficionado (e perdeu uma fã, e até já o coloquei na lista de

NOMES DE FIGURAS PÚBLICAS PORTUGUESAS QUE APOIAM E/OU ACTUAM EM TOURADAS

a fazer a apologia da tourada, como se a tourada fosse um concerto de música.

Este também ficou especado na Idade Média.

 

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Os aficionados dão respostas chapa 5. Enchem a boca com palavras das quais não sabem o significado.

 

Gonçalo Reis, presidente do conselho de administração da RTP,  numa tourada,  transmitida pela RTP, no campo pequeno, logo após a primeira pega (pega que lhe foi brindada) veio a público falar em património cultural, em tradição que é preciso preservar… Sabe lá o que é património cultural e tradição! Veja aqui a espécie de património cultural que é a selvajaria tauromáquica, que mata Touros e Cavalos, e mata também forcados e toureiros, ou deixa-os estropiados.

 

Um forcado que ficou tetraplégico, e depois foi abandonado pelos aficionados...

 

A ARTE não mata, nem estropia. E se a crueldade, a violência, o sangue derramado nas arenas é cultura, será apenas cultura troglodita, que nem os homens das cavernas cultivaram. Eles deixaram-nos a Arte Rupestre, e os tauricidas deixam-nos esta obra de arte estendida no chão:

 

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Esta é arte final de uma tourada, ensinada aos que virão a ser os sádicos do futuro, com o aval de todas as autoridades…

 

Depois ficam muito ofendidos, quando lhe chamamos cobardes, carrascos, ignorantes, pois a tauromaquia não passa da arte da mais pura cobardia e estupidez.

 

Depois veio o Paulo Pessoa de Carvalho, da prótoiro exigir respeito e liberdade. Respeito e liberdade por e para carrascos? Por e para torturadores de seres vivos? A pretender opções? Escolhas? Como se a tortura pudesse ser melhorada! Não há nada a melhorar na tortura. Tortura é tortura. Ponto final. E carrascos não merecem respeito. E a tortura não faz parte do conceito de liberdade.

 

Até as crianças bem formadas sabem o que são as touradas. Este conjunto de imagens fazem parte de um trabalho elaborado por alunos do 9º ano, e que pode ser visto na íntegra neste link:

https://pt.slideshare.net/paulamorgado/touradas-contra

 

 

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 Espero que os aficionados de selvajaria tauromáquica tenham aprendido alguma coisa, com estas crianças.

Lá mais para o final do programa, vem novamente Luís Capucha, que dizem ser professor (se é, pobres alunos), que disse esta coisa extraordinária:

 

«Os ataques à tauromaquia nunca têm a ver com os maus-tratos aos animais, mas sim com a imposição de uma ditadura cultural…».

 

Imposição de uma ditadura cultural? A Civilização? A Cultura Culta? São ditadura cultural?

 

Se isto não fosse extremamente trágico, daria para nos rirmos.

Senhor Luís Capucha o que ensina aos seus alunos?

 

Veja do que falamos, quando falamos da selvajaria tauromáquica:

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Concluindo: a tauromaquia é uma prática macabra, cruel, violenta, medievalesca, que só mentes completamente deformadas acham que é arte e cultura.

 

E há mais a ter em conta:

 

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 Isto, diz quem sabe, quem viu, quem conhece os bastidores de uma tourada. Escusam de desmentir.

 

A tauromaquia a ser arte, é a arte da cobardia, e a ser cultura, é a cultura de trogloditas.

 

Tenham todos vergonha na cara, e evoluam. Dêem o salto para o século XXI depois de Cristo. Quanto à RTP, saia da caverna! Envergonham Portugal e a Humanidade com essa vossa postura medievalesca.

 

E para que não morram sem saber das coisas, aconselho a todos que leiam estes textos:

 

O MODERNO VOCABULÁRIO DA TAUROMAQUIA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-moderno-vocabulario-da-tauromaquia-491355

 

CULTURA E CIVILIZAÇÃO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/22410.html

 

 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:19

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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

FESTAS EM HONRA DE SANTOS DESACREDITAM A IGREJA CATÓLICA E A HUMANIDADE

 

É inconcebível que a igreja católica portuguesa seja cúmplice de tanta barbárie para celebrar os seus Santos!

 

Não é desse modo que angariam “crentes” para sustentarem as paróquias. Cada vez mais, os que nasceram católicos afastam-se da Igreja, por não se reverem nestes rituais bárbaros, medievalescos, grotescos, cruéis, violentos, nada condizentes com os ensinamentos de Jesus Cristo.

 

Repudio a hipocrisia dessa igreja que não segue os preceitos cristãos.

 

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Os da Barosa chamam-lhe FESTA RELIGIOSA… em honra de São Mateus, e sacrificam garraios.

 

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Em Seia, mata-se um galo à paulada, nas festas consagradas a Deus…

 

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 Na Ilha Terceira (Açores) praticam-se barbaridades em honra de São João

 

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 Em São João da Pesqueira sacrificam-se Touros em nome de Nossa Senhora do Monte

 

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 Em Ponte de Lima o Corpo de Deus é celebrado com a abominável “vaca das cordas”…

 

Bem… isto é apenas uma amostra da monstruosidade que a igreja católica portuguesa consente em nome de Santos católicos, como se os Santos católicos alguma vez aplaudissem a tortura de uma ser vivo, que também é de Deus.

 

O decreto de proibição das touradas mais antigo de que se tem conhecimento é a bula do Papa Pio V, “De Salute Gregis Dominici”, datada de 1 de Novembro de 1567, mas ainda em vigor, e que dizia o seguinte:

 

«(…) Nós, considerando que estes espectáculos que incluem touros e feras no circo ou na praça pública não têm nada a ver com a piedade e a caridade cristã, e querendo abolir estes vergonhosos e sangrentos espectáculos, não de homens, mas do demónio, e tendo em conta a salvação das almas, na medida das nossas possibilidades, com a ajuda de Deus, proibimos terminantemente por esta nossa constituição (…) a celebração destes espectáculos (…)».

 

Tanto quanto sabemos, esta bula só foi acatada em Itália.

 

Isto foi o que disse o Papa Pio V, mas não é o que a Igreja segue. E a Igreja não seguindo, cala-se, num consentimento que, de tão silencioso, nos agride, como se gritasse: DOU-VOS A LIBERDADE DE SEREM IMPIEDOSOS PARA COM OS ANIMAIS!

 

A tortura de Touros e Cavalos tem-se realizado sob a égide de uma igreja que não respeita minimamente os preceitos de Deus.

 

A ideia de que o Touro era um ser diabólico, e como tal devia ser torturado, pertence a mitos antigos, quando imperava uma ignorância da mais profunda, e queimavam-se bruxas…

 

Hoje sabemos que o Touro é apenas um bovino, e as bruxas não existem. Em pleno século XXI da era cristã, já não se justifica queimar bruxas e torturar Touros para exorcizar demónios, que, a existirem, estão personificados nos carrascos das criaturas de Deus.

 

Está mais do que na hora de enterrar esta mentalidade medievalesca e dar o salto para o século XXI da era cristã.

 

Isabel A. Ferreira

 

Sugiro a leitura deste texto onde se aborda este tema mais esmiuçadamente.

A IGREJA CATÓLICA E A TOURADA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/201627.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017

TOURADAS REGRESSAM À TVI?

 

Depois de cinco anos consecutivos sem emitir ou apoiar touradas, a TVI está a dar publicidade à corrida dos 125 anos de tortura no campo pequeno, com a menção “apoio TVI”.

 

Não há certezas sobre se pretende ou não transmiti-la, mas tendo em conta as insinuações em blogues tauromáquicos, é o que parece…

 

Mas ainda que não a transmita, só o facto de a publicitar e apoiar já é uma machadada na sua reputação de estação televisiva independente…

 

Isto é um ultraje à modernidade e à civilização…

 

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Exmos. responsáveis pela programação da TVI,

 

Isto é lamentável, tão lamentável que é nossa obrigação manifestar o nosso descontentamento, a nossa repulsa, a nossa decepção por este retrocesso, esta atitude descabida, incivilizada, insultuosa para com todos os telespectadores que deram à TVI o privilégio de lhe proporcionar grandes audiências.

 

Quando, em 2013, a TVI deixou de emitir e apoiar touradas, acreditámos que o tinha feito, pelo menos em parte, devido a apelos como o meu e os de outros telespectadores, mas, acima de tudo, por razões de ordem ética.

 

Foi uma medida racional, inteligente, civilizada e lúcida, que agora está a ser posta em causa com esta posição retrógrada, que só demonstra uma subserviência a um lobby decadente, que está a tentar tudo, por tudo, no sentido de manter erguida a rejeitada e moribunda tourada.

 

Na altura, acreditei que, finalmente, em Portugal, pelo menos a TVI havia se libertado do jugo tauromáquico, contribuindo, desse modo, para fazer evoluir o País, atitude que mereceu a minha consideração.

 

Pois se partem para esta tomada de posição retrógrada a única coisa a fazer é voltar a boicotar a TVI.

 

No entanto, antes de chegar ao boicote, tenho fé e esperança no triunfo da lucidez, e que a TVI perceba que ao associar-se à tauromaquia não só está a insultar os seus telespectadores mais evoluídos como a contribuir para o recuo do progresso moral e cultural da sociedade portuguesa.

 

Por isso, e passados cinco anos, estou aqui, novamente, a apelar para a racionalidade dos responsáveis pela programação da TVI, no sentido de que, de uma vez por todas, deixem de apoiar a selvajaria tauromáquica, e não transmitam a corrida dos 125 anos de tortura no campo pequeno que, para além de toda a habitual crueldade que encerra, assinala mais de um século de extrema violência contra inocentes, inofensivos e indefesos bovinos.

 

Por uma TVI mais condizente com o Século XXI d. C,

 

Isabel A. Ferreira

 

Com MARINHENSES ANTI-TOURADAS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017

BASTA DE TOURADAS NA PÓVOA DE VARZIM

 

  JUVENTUDE SOCIALISTA DESTA CIDADE TOMA POSIÇÃO

 

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Em Nota de Imprensa, a Juventude Socialista da Póvoa de Varzim informou que na sua última Assembleia Geral, foi aprovada uma proposta que visa declarar esta estrutura oficialmente contra a realização de touradas no concelho da Póvoa.

 

Referiu ainda a JS que entende que deixar de subsidiar Touradas na Póvoa de Varzim não é suficiente, correspondendo a um mero acto de desresponsabilização quanto às actividades desenvolvidas no próprio concelho.

 

A JS entende ainda que a Câmara Municipal não pode cultivar uma imagem de defensora dos direitos dos animais e ao mesmo tempo continuar a arrecadar receita com a realização de Touradas, mantendo a única praça de touros activa no Norte do país.

 

A JS entende que é hora de dizer basta à realização destes eventos na Póvoa de Varzim, que não se coadunam com a consciência civilizacional e ambiental que se exige ao Ser Humano no Século XXI.

 

A Juventude Socialista da Póvoa de Varzim reitera ainda a sua posição anti-touradas e o compromisso da defesa dos direitos dos animais naquele concelho, aproveitando o período eleitoral que se avizinha para desafiar todas as forças políticas a assumirem a sua posição sobre este tema e para incitar ao debate, junto dos poveiros, sobre o futuro da Praça de Touros da Póvoa de Varzim, e tudo isto pelos Jovens e pela Democracia.

 

Muito bem, jovens socialistas poveiros. Haja fé e esperança no triunfo da lucidez.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:17

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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017

A VERDADEIRA ORIGEM DA TAUROMAQUIA

 

«SÃO LUCAS E O TOURO»

 

Eis um magnífico e conciso texto que nos conta como a tauromaquia surgiu em Espanha, e mais tarde veio a ser introduzida em Portugal, através dos Reis Filipinos, e uma vez aqui implantada, os portugueses começaram a considerá-la erradame "tradição portuguesa”.

 

A origem da tauromaquia assenta num ritual obscuro que  acabou por ser adoptado pela Igreja Católica da Península Ibérica (Espanha e Portugal) no século XIV.

 

Neste trabalho, da investigadora espanhola Maria Luisa Ibañez, fica demonstrado o motivo por que a Igreja Católica cala e consente esta selvajaria, numa flagrante desobediência ao Papa Pio V, cuja Bula anti-tourada ainda está em vigor.

 

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«São Lucas e o Touro»

 

«SÃO LUCAS E O TOURO»

 

Texto de Maria Luisa Ibañez

 

«Deixo aqui esta informação sobre a atitude que ao longo dos tempos a Igreja Católica adoptou a respeito dos touros, no caso de alguém se importar.

 

Podem ter certeza de que isto se passa deste modo, porque há muito que investigo sobre esta matéria, e está tudo comprovado.

 

A saber: a atitude da Igreja Católica para com o Touro tem sido ambígua ao longo da sua História.

 

De facto, inicialmente, a Igreja teve em relação ao Touro uma atitude   muito positiva e benevolente: O Touro era o animal que se identificava tanto com São Lucas como com o Arcanjo Gabriel e São Miguel.

 

No entanto, foi a partir do século XIV, quando a igreja espanhola começou a planear incluir nas orações, aos seus santos padroeiros, oferendas de Novilhos ou Touros no que veio a ser chamado de "Votos de Villa". Estas "oferendas" tinham como finalidade pedir ao santo ou à Virgem da devoção de cada um, que intercedessem junto de Deus para pôr fim a algumas das muitas calamidades que, naquela época atormentavam as pessoas (doenças, secas, pragas ...).

 

Com base nestes "votos", alguns municípios, em conluio com os seus párocos e confrarias, utilizaram estes animais, para que os povos das vilas pudessem capeá-los, torturá-los e matá-los impune e devotamente, umas vezes, durante o percurso das romarias que o povo fazia aos santuários das respectivas Virgens; outras, enquanto celebravam outro tipo de festejo (linchamento) taurino. Em muitas ocasiões, e uma vez morto animal, acabavam repartindo a sua carne entre os vizinhos e os pobres.

 

 

Não há qualquer dúvida que foi então que começou a ligação dos “festejos” taurinos populares às celebrações religiosas a Virgens e Santos.

 

Mas também sabemos que, desde o início, este tipo de "votos" foi denunciado por uma parte dos eclesiásticos, chegando finalmente a ser proibidos, juntamente com outros “espectáculos” taurinos, através de uma bula do Papa Pio V.

 

A Bula anti-tourada de Pio V aqui:

https://moimunanblog.com/2011/12/02/bula-salutis-gregis-dominici-de-san-pio-v/

O que é escandaloso é que ainda hoje, em pleno século XXI D.C., a Igreja Católica continue calada e consentindo estes “festejos” taurinos para celebrar Santos e Virgens.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1377104819030134&set=a.130247250382570.26212.100001918882195&type=3&theater

 

(Tradução: Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:12

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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017

«NÃO GOSTO DE CAÇA: SEREI EXTREMISTA?»

 

Excelente artigo, de André Silva, deputado do PAN na Assembleia da República.

 

Apenas um Ser Humano, dotado de uma mente superior, lúcido e avançado no tempo, escreveria deste modo um artigo sobre uma prática que já não se justifica no século XXI D.C., e que só existe por dois motivos: interesses económicos obscuros e porque existem ainda criaturas que não evoluíram e carregam instintos assassinos que precisam de exorcizar, divertindo-se a MATAR cobardemente animais indefesos.

 

A caça, hoje em dia, é uma prática exclusiva de COBARDES

(I.A.F.)

 

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 André Silva

 

Texto de André Silva

 

«Ofegava de exaustão e tropeçava nos galhos secos dos trilhos, nem se atrevia a olhar para trás. Saber qual seria o seu destino se os seus perseguidores o capturassem era o que lhe dava combustível para continuar, num movimento de auto preservação instintivo. Os filhos, desprotegidos, já tinham sido mortos. A aflição da perseguição durava já há muitas horas, a energia vital finava. Não percebia porque o queriam matar. Sentia o troar forte dos cavalos mesmo atrás de si, o ladrar dos cães, treinados para o efeito, e os brados eufóricos dos líderes da "corrida". Se o alcançassem seria encurralado e, sem defesa ou escapatória possível, seria espancado com paus até à morte pelos acossadores ou mordido e dilacerado pelos cães. Precisava continuar a correr pela vida…

 

A Lei da Caça vem dizer que a caça à raposa e ao saca-rabos pode ser exercida de salto, à espera e de batida, podendo ainda a raposa ser caçada a corricão. O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães.

 

Estes são os métodos, permitidos na Lei de Bases Gerais da Caça, para perseguir e matar raposas e saca-rabos. Estes são os métodos que os predadores humanos, ditos "evoluídos", utilizam para conviverem e se divertirem aos fins-de- semana numa actividade que lhes proporciona "prazer de viver", conforme ouvimos dizer frequentemente. Uma área económica "muito importante", lá vão tentando convencer-nos também, o mesmo é dizer que estes modos medievais de nos relacionarmos com as outras formas de vida dão lucro. Ah, e defendem que o fazem sempre em harmonia com a natureza, como não poderia deixar de ser. E fazem sempre questão de nos lembrar que não há ninguém que goste mais de animais do que aqueles que os perseguem, os espancam e os matam. Haverá conceitos de harmonia e de equilíbrio mais elevados que aquele que se baseia em divertimento e confraternização em torno de rituais de violência contra seres sensíveis?

 

A caça à raposa é uma actividade legal no nosso país. Mas significa que é eticamente correcta? Diz-nos a História da humanidade que uma das maiores manifestações de violência são leis injustas que subjugam os mais fracos e indefesos aos interesses dos que detêm poder.

 

Carimbar de extremistas e fundamentalistas as opiniões e perspectivas diferentes das nossas é, desde sempre, a forma menos sofisticada e mais fácil de tentar manter tudo como está. Para quê mudar leis injustas e práticas violentas? Para não se colocar em crise as tradições, mesmo que isso signifique continuar a estimular crueldades injustificadas.

 

É irresistível a tentação de invocar conhecimentos científicos como argumentos em defesa de interesses políticos ou corporativos. São vários os argumentos que tentam justificar essa "nobre" actividade da caça à raposa e a utilização de substrato científico para tentar iludir os incautos é, por demais, "sedutora", porque tem funcionado. Para os argumentos de que a raposa não tem predadores, representando uma ameaça para outras espécies, existem várias explicações e soluções científicas. A gestão de um ecossistema, tanto quanto se sabe hoje, consiste em criar condições para que este se mantenha estável, sem perturbação antrópica. Esclarecendo, para não confundir os leitores: as populações de presas são moduladas pelas populações de predadores, mas o reverso também é verdadeiro. As populações de predadores também são moduladas pelas populações de presas. Quando a densidade populacional de predadores é muito elevada as presas diminuem a sua taxa de reprodução, o que tem como consequência a diminuição da população de predadores.

 

É o que se chama controlo retroactivo de predadores. Interferir com estes sistemas que são dinâmicos por definição dinâmicos só prejudica as suas dinâmicas naturais. A caça é uma das actividades que mais perturba a vida selvagem. Provoca perturbações nas populações locais das espécies-alvo, mas igualmente das espécies não visadas. Os seres humanos são reconhecidos pela fauna como potenciais predadores e quando detectam a sua presença, os animais adoptam comportamentos de fuga para sobrevivência. A energia disponível de um animal é finita e é gerida de acordo com as suas actividades vitais (procura de alimento, abrigo, defesa de território, reprodução, cuidados parentais, etc.). O aumento do gasto energético nos comportamentos de fuga causa diminuição da aptidão e redução do sucesso reprodutor. A sobrevivência dos juvenis depende principalmente dos cuidados parentais. Se os progenitores abandonam o ninho devido à perturbação antrópica, este abandono pode ser letal. A fuga representa um dispêndio energético suplementar imediato e, frequentemente, o abandono do ninho ou da prole.

 

É também importante sabermos que os distúrbios causados pela caça não só afectam as espécies-alvo, mas quase todas as espécies presentes no território de caça. O balanço não necessita de tender sempre para o lado dos predadores. Se não confundirmos a natureza da fauna com a parte oportunista e competitiva da natureza humana, talvez consigamos analisar estas questões com uma mente verdadeiramente aberta à mudança. E se não for possível aceitar a diferença de pontos de vista, éticos e científicos, respeitá-la com dignidade é uma aprendizagem bem mais nobre do que caçar outras espécies de forma cruel para manter interesses financeiros, tradições bolorentas e "prazeres" levianos.»

 

________

André Silva nasceu a 2 de Abril de 1976, formado em Engenharia Civil e vegetariano, é deputado e porta-voz do PAN, Pessoas - Animais - Natureza

 

Fonte:

http://www.sabado.pt/opiniao/convidados/andre_silva/detalhe/nao_gosto_de_caca_serei_extremista.html

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

A "PESTE NEGRA" DO TERCEIRO MILÉNIO PURIFICADA PELO FOGO EM ESPANHA

 

E mais um santo cristão a ser celebrado num macabro ritual pagão onde os Cavalos são as vítimas

 

Na província espanhola de San Bartolomé de Pinares ainda se sofre de uma peste negra que é purificada pelo fogo, tal como era na época dos romanos, na qual superstições, geradas pela mais profunda ignorância, alienava um povo ainda muito pouco evoluído.

 

E isto é uma coisa de doidos completamente varridos... Quando pensamos que já vimos tudo, ainda há algo que nos surpreende. Na verdade, a crueldade do animal pré-humano não tem limites...

 

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A isto chama-se Festival Luminárias, e celebra-se anualmente em São Bartolomeu de Pinares em honra de Santo Antão, que dizem ser o padroeiro dos animais (imaginemos o que não fariam aos animais se não fosse padroeiro) …

 

O ritual celebra-se anualmente, e os Cavalos (seres extremamente sensíveis) são conduzidos por montadores endoidecidos, através do fogo, em mais uma tradição bárbara, com cinco séculos de existência, isto é, vem desde a época em que os romanos acreditavam que o fumo purificava os que sofriam da peste negra, nome pela qual ficou conhecida, a pandemia de peste bubónica que assolou a Europa durante o século XIV e dizimou cerca de 75 milhões de pessoas.

 

Estava-se então na Baixa Idade Média. E foi nessa época que a mentalidade do povo de São Bartolomeu de Pinares ficou cristalizada.

 

Hoje, já no século XXI, essa peste negra tem outro nome: chama-se ignorância, da mais pura e crua e infinita…

 

Este é um ritual absolutamente arcaico, assente no mais profundo obscurantismo, ainda bastante enraizado na população local, muito atrasada civilizacionalmente, que vagueia num passado remoto, já morto e enterrado há séculos, mas pior do que isso, uma população que se recusa veementemente a dar o salto para o século XXI, e diz orgulhar-se deste ritual medieval. E a igreja católica é cúmplice e as autoridades locais promovem.

 

Durante o festival, montadores a cavalo saltam sobre o fogo para limpar os animais e receber a graça do santo para o ano seguinte.

 

Algo completamente medieval, e que já foi deixado para trás pelos povos que foram evoluindo, mais ainda não em Espanha. Não em São Bartolomeu de Pinares.

 

Algo que deveria envergonhar o reino de suas majestades os Reis de Espanha: Filipe VI e Letízia.

 

Mas nós por cá, em Portugal, não lhes ficamos atrás. As nossas majestades republicanas ainda promovem e apoiam rituais tauromáquicos, equestres, suínos, felinos, caninos,  columbófilos entre outros, que remontam aos tempos das majestades monárquicas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:17

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2016

PETIÇÃO ENDEREÇADA À CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM

 

Salvar os pombos

POR FAVOR, ASSINEM E PARTILHEM ESTA PETIÇÃO AQUI:

http://www.sosvox.org/pt/petition/salvar-pombos.html?utm_campaign=salvar-pombos&utm_source=petition&utm_medium=signature

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No concelho da Póvoa de Varzim, Freguesia de Rates, existe um campo de tiro onde frequentemente se realizam diversos torneios, campeonatos e treinos de diversas modalidades de tiro.

 

Infelizmente, uma dessas modalidades é o tiro aos pombos, ou, eufemisticamente tiro ao voo. Durante essas provas são barbaramente assassinadas centenas de pombas. Algumas conseguem escapar feridas, agonizam pelas matas e estradas circundantes, num espectáculo degradante e deprimente para qualquer ser humano que se digne de o ser. As competições e treinos de tiro não precisam de pombos para se realizarem, existem outros dispositivos, não é preciso deixarem de acontecer.

 

É preciso sim, e é urgente, que deixem de utilizar animais indefesos para gáudio de algumas pessoas que deixam muito a desejar do ponto de vista da sensibilidade para com o sofrimento animal.

 

Este tipo de eventos não é próprio de uma sociedade civilizada do século XXI.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:08

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Sábado, 3 de Setembro de 2016

CÂMARA DA PÓVOA DE VARZIM PATROCINA GARRAIADA DA AGROSEMANA?

 

Li isto no Facebook. A sério????? Nem posso acreditar!!!! Mas tratando-se da Póvoa… tudo é possível!

 

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«…andão a diser isto do mêu amigo mas ele dantes num cubraba nada e agora é munto barato pureque ele é um bom amigo:

 

«A posição da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim relativamente à tauromaquia tem vindo a deixar os cidadãos confusos.

 

O que pensar?

 

“Garraiada na Agrosemana, com o apoio da Câmara Municipal

http://www.agrosemana.pt/programa/garraiada/

Mais:

 

A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim vai deixar de apoiar touradas que se realizem na cidade, passando a cobrar oito mil euros pelo aluguer da sua praça de touros.”

 

http://www.jn.pt/local/noticias/porto/povoa-de-varzim/interior/povoa-de-varzim-deixa-de-apoiar-touradas-na-cidade-5169688.html

 

VS

Preçário | Praça de Touros | Cedência: 6150€ |Arrendamento: 6000€ file:///C:/Users/Elisa/Downloads/tarif%C3%A1rio-PDF-20.5.2015%20(1).pdf

 

(Quando há rendas outras rendas de 17.000€, por exemplo).»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/517632594920430/photos/a.517728278244195.133539.517632594920430/1395601180456896/?type=3&theater

 

 

***

Li ainda uma propaganda acerca desta “garraiada” que só pode ter sido escrita por idiotas.

 

Primeiro, chamaram a esta prática de broncos uma “atividade” (sem CÊ, ainda por cima na ortografia inculta que anda por aí na ilegalidade, o que a torna uma aberração ainda maior) como se a tortura de um bovino bebé possa ser incluída numa actividade de seres humanos.

 

Mas o pior é dizerem que isto tem origem na mais “tradicional festa brava portuguesa” o que é o mesmo que dizer na “festa parva portuguesa”, que «proporcionará momentos de entretenimento e de boa disposição», naturalmente apenas aos broncos, porque apenas os broncos se divertem a torturar e a aplaudir a tortura de um bovino bebé.

 

Depois, para mostrarem um pouco daquela coltura que lhes encharca as mórbidas mentes, puseram-se a fazer história: dizem que os primeiros registos desta idiotice, a que chamam actividade (pasmemo-nos) cultural (como se a parvoíce algum dia pudesse fazer parte da cultura culta de um povo), «remonta ao século XII, sendo que a sua expressão mais forte sempre decorreu nos países de origem latina» (e mal sabem eles  porquê…).

 

Veja-se o atraso civilizacional em que vivem estes indivíduos: quando todos nós já estamos no século XXI, eles continuam especados no século XII.

 

E dizem mais. Dizem que na arena, que é uma palavra que nos reporta ao circo romano de má memória, serão vários os “aventureiros” (leia-se cobardes) que tentarão “efetuar” (sem Cê) a pega do garraio (desventurado inocente, indefeso e inofensivo animal, que cai nas manápulas destes cobardes) enquanto nas bancadas o público (leia-se os sádicos) vibrarão com a “atuação” (sem CÊ) e demonstração de coragem

 

Bem, esta pretensão de demonstração de coragem extravasa qualquer expectativa de racionalidade nestes indivíduos: à frente deles está um pobre garraio assustadíssimo, fora do seu habitat natural, a ser agarrado pelas manápulas de um bando de cobardes da pior espécie, numa demonstração da maior cobardia que existe: maltratar um indefeso animal bebé.  É como se na arena estivesse uma criança humana de 3 anos a ser perseguida por bichos-papões.

 

E acabam esta descrição macabra, digna da mais rasca croniqueta dos tempos medievais, com esta frase lapidar:

 

«O gado merece, a terra agradece!»

 

O gado merece? Pobre gado, que mais valia não ter nascido, do que nascer para sofrer nas mãos de cobardes carrascos.

 

E a terra, a Póvoa de Varzim, uma vez mais, ao permitir estas práticas toscas perpetradas por toscos medievais, arrasta-se na bosta que os garraios, assustados, deixam na arena. 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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