Domingo, 7 de Maio de 2017

OS PODEROSOS NADA PODEM CONTRA O PODER DO TEMPO

 

Todos os que usam e abusam do poder, mais dia menos dia, serão obrigados a vergar-se ao inexorável poder do tempo.

Quem actualmente detém o poder  e não o utiliza para o bem comum, terá de prestar contas à Força Cósmica que verdadeiramente comanda o mundo.

Sempre assim foi. Sempre assim será.

Senhores governantes, saiam da caverna onde habitam. E não se esqueçam de que basta um só fósforo...

 

OS PODEROSOS NADA PODEM  CONTRA O PODER DO TEMPO.p

(Imagem recebida via e-mail) 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:55

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015

A PROPÓSITO DOS PORCOS QUE TRIUNFARAM PELA PENA DE UM “JORNALISTA”

 

(Aproveito para recomendar a leitura deste livro na Língua Portuguesa original, ou na Língua Inglesa de origem)

 

leitura-16-638[1].jpg

O que mudou desde 1945? O nosso idealismo não estará, nos dias que correm, a ser traído pelo poder, pela corrupção e pelas mentiras que os políticos pretendem impingir-nos?

 

António, deixou um comentário ao post OS PORCOS SÃO MUITO MAIS DIGNOS… DO QUE ALGUNS “JORNALISTAS”… às 02:11, 2015-10-14.

 

Comentário:

É óbvio que o programa eleitoral do PAN é um total disparate, porque enquanto elenca um conjunto de valores éticos que visam a protecçao dos animais e do ecossistema, não passa dum conjunto de medidas completamente descabidas sem exequibilidade nenhuma. As propostas do PAN para a política social são uma coisa de fugir - não fazem o menor sentido nenhum. O plano de economia e finanças do PAN é de doidos e impossível de implementar. De resto, a única coisa que sobra são as medidas sem sentido e sem utilidade tipo incluir os animais no agregado familiar, e coisas do género. É um partido cheio de medidas e alternativas sobre como tratar os animais, e como proteger a natureza, mas no que toca a governar um país, não fazem a menor ideia do que estão a fazer. Percebe-se o artigo jornalístico.

 

***

(Antes de responder a este comentário devo lembrar que sou militantemente apartidária, mas não apolítica).

 

***

António, é óbvio que o programa eleitoral do PAN, um programa projectado para o futuro, não é entendível por mentalidades estagnadas.

 

É óbvio que o PAN sabe, tal como Mahtama Gandhi sabia e dizia, que a nobreza de um povo, a grandeza de uma nação e o seu progresso moral, o grau de civilização de uma determinada sociedade podem ser avaliados pela forma como são tratados os seus membros mais vulneráveis, crianças, deficientes, velhos, pobres e naturalmente os animais não humanos, que fazem parte integrante de uma sociedade constituída pelos Reinos Animal, Vegetal e Mineral.

 

Não é verdade?

 

Pois os governantes portugueses que até agora se sentaram nas bancadas do poder não fizeram nada, absolutamente nada, pelas crianças, pelos deficientes, pelos velhos, pelos pobres e pelos animais não humanos, até porque as crianças, os deficientes, a maioria dos velhos e pobres e os animais não humanos NÃO VOTAM. Então para quê perder tempo com eles?

 

Não é o que pensam os políticos vulgares?

 

O plano de economia e finanças do PAN não é de doidos nem difícil de implementar, António.

 

Simplesmente é impossível os doidos implementá-lo, por uma razão absolutamente óbvia: incompetência.

 

Só um indivíduo desprovido de sensibilidade e bom senso dirá que o PAN tem medidas sem sentido e sem utilidade «tipo incluir os animais no agregado familiar, e coisas do género»…

 

Pois fique sabendo, António, que em Portugal, para as mentalidadezinhas mesquinhas, estas medidas podem parecer sem sentido, mas nos países evoluídos e civilizados elas já estão implementadas.

 

Dizer que o PAN é um partido cheio de medidas e alternativas sobre como tratar os animais, e como proteger a natureza, mas no que toca a governar um país, não fazem a menor ideia do que estão a fazer, é não saber absolutamente nada da política vigente e dos políticos fixados no poder com supercola.

 

Pois diga-me lá, António, no que toca a governar o país, o que é que os governantes, que até agora governaram, fizeram pelas camadas mais frágeis da sociedade portuguesa? O que é que eles têm feito para proteger a sua fauna humana e não humana, a sua flora, o seu meio ambiente, as suas florestas, os seus rios? Ou será que isto não tem a menor importância para o País?

 

O António acha que o PAN deveria ter políticas de como encher os bolsos à custa dos impostos dos Portugueses? De como esbanjar dinheiros públicos em coisas absolutamente inúteis, insignificantes e indignas do ser humano?

 

É isso que pretende do PAN?

 

Não, não se percebe o artigo “jornalístico” que deu origem a este comentário.

 

Primeiro porque o artigo não é “jornalístico”. Se fosse jornalístico deveria obedecer à Ética Jornalística, e não obedece.

 

Segundo, porque criticar, apenas por criticar uma filosofia, um modo de estar no mundo global, com olhos postos no futuro, e que as mentezinhas estagnadinhas não compreendem, é altamente pernicioso, contraproducente e não dignifica o jornalismo de opinião.

 

Quem pretende ousar o jornalismo de opinião (e não foi o caso) deve, no mínimo, ter algum conhecimento sobre a matéria que vai opinar, de outro modo corre o risco de fazer triunfar os porcos errados.

 

E atenção! Ao contrário do que os mais “distraídos” acham, os Porcos, são animais bastante inteligentes, por isso, merecem toda a minha consideração e respeito, ao contrário de muitos indivíduos, que andam por aí a armar-se em chico-espertos.

 

144 PORCOS.jpg

 

Ler artigo completo neste link:

https://vista-se.com.br/porcos-os-animais-domesticados-mais-inteligentes-do-mundo/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015

«MARCELO REBELO DE SOUSA NO SOBRAL APOIANDO A TAUROMAQUIA»

 

Nem tudo o reluz é ouro... 

Leiam e pasmem!

 

MARCELO NO SOBRAL.jpg

 

«É uma imagem poucas vezes vista, infelizmente, não porque não estejam lá mas porque muitas vezes não se querem deixar ver. Os políticos gostam da Festa dos Toiros mas nem sempre dão a cara pela mesma com medo ainda assim não percam meia dúzia de votos.

 

No entanto, existe sempre quem não tenha qualquer pudor e vergonha de assumir aquilo que gosta e exprimir a sua liberdade de opinião.

 

Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, um dos mais conhecidos e queridos políticos portugueses, esteve ontem na trincheira da bonita Praça de Toiros de Sobral de Monte Agraço, onde não só assistiu ao Festival Taurino Misto, como apoiou os jovens toureiros!»

in:

http://naturales-tauromaquia.com/index.php/politics/item/1276-marcelo-rebelo-de-sousa-no-sobral-apoiando-a-tauromaquia

 

***

Então? Mas que contradição é esta?

 

«É uma imagem poucas vezes vista, infelizmente, não porque não estejam lá mas porque muitas vezes não se querem deixar ver? Os políticos gostam da Festa dos Toiros mas nem sempre dão a cara pela mesma, com medo de perderem meia dúzia (só meia dúzia?) de votos?

 

Muitas vezes não querem deixar-se ver… nas touradas porquê?

 

Nem sempre gostam de dar a cara com medo de perder votos porquê?

 

Então a “festa dos toiros” não é ARTE? Não é CULTURA? Não é a identidade cultural dos portugueses? Não é o que dizem os pró-touradas? Não é o que pensa Marcelo Rebelo de Sousa, candidato a presidente da república (assim com letra minúscula… porque… porque… ora porque sim…)?

 

A tourada é lá coisa de que alguém como Marcelo Rebelo de Sousa tenha de se envergonhar?

 

Então e os políticos que gostam de ópera, teatro, ballet, cinema, que também é tudo Arte e Cultura, ao nível da “festa dos toiros” também esconderão a cara quando lá vão?

 

Nãooooo!

 

Então por que haveria Marcelo Rebelo de Sousa de não dar a cara por tão nobre, tão elevada manifestação cultural, no Sobral Monte Agraço, que é assim uma espécie de Viena d’Áustria da cultura portuguesa?

 

Por que Marcelo Rebelo de Sousa não haveria de apoiar os torturadores de bovinos, que são a nata da sociedade portuguesa?

 

Isso não faz parte da cultura culta de um professor universitário?

 

***

Portuguesas e Portugueses:

 

Seria vergonhoso, Portugal ter como presidente da República um indivíduo assumidamente aficionado de selvajaria tauromáquica; um indivíduo que aplaude a tortura de um ser vivo; um indivíduo que se diverte com o sofrimento atroz de um ser senciente, indefeso, inocente e inofensivo.

 

Colocar Marcelo Rebelo de Sousa no poder é desrespeitar a dignidade da República Portuguesa.

Pensem nisto.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Terça-feira, 28 de Julho de 2015

A TRISTE REALIDADE DE UM POVO AO QUAL FALTA CULTURA CRÍTICA

 

Como confiar na minoria que vota e coloca no poder políticos incompetentes?

 

Sim, minoria, porque a percentagem dos votos nulos, dos votos brancos e das abstenções é maior do que a dos votos válidos.

 

E no poder estão aqueles que fazem da Assembleia da República o seu feudo.

 

E chamam a isto “democracia”…

 

VOTO DO POVO.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=449671405213655&set=a.295683550612442.1073741828.100005123985201&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:11

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015

ANIMA SENTIENS

 

ANIMA SENTIENS é um lugar onde se pugna pela dignidade da vida a que os animais não humanos têm direito

 

E nós, se nos consideramos SERES HUMANOS, temos o DEVER de defender essa VIDA, uma vez que vivemos num mundo onde os maiores predadores do planeta estão no poder

 

Quem passa pela Vida como cão por vinha vindimada, não vive, anda no mundo só por ver andar os outros

 

E isso é ser muito pobrezinho de espírito

 

ANIMA SENTIENS.jpg

Fonte da imagem

https://www.facebook.com/animasentiens/photos/a.1399600843680854.1073741827.1399588120348793/1399600723680866/?type=1&theater

 

***

 

Os olhos são as janelas por onde a alma espreita a vida.

E quem nunca olhou nos olhos do outro (seja quem for esse outro) nunca experimentou o mistério da existência.

Por isso nada sabe da vida.

 

1454580_1399613533679585_7659590548263306206_n ANI

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:36

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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

O QUE MOVE O JUIZ CARLOS ALEXANDRE?

 

Ninguém que vá assistir à tortura de seres vivos poderá julgar com lucidez e isenção deslizes de seres vivos, sim, porque os animais humanos, também são seres vivos, tal como os bovinos que este juiz vai ver torturar no campo pequeno.

 

Damos uma volta, damos duas voltas e lá encontramos gente ligada à selvajaria tauromáquica em lugares-chave do poder. Seja de que poder for.

 

Que interesse terá o Governo português nesta situação tão macabra?

 

 

Crónica 79 por Mário Pais de Oliveira

 

«É dos jornais. O juiz Carlos Alexandre, 53 anos, é um homem solitário. Poucas falas. Católico. Gosta de participar nos ritos da ‘semana-santa’ (!?), na igreja da sua terra natal, em Mação. E de touradas no Campo Pequeno.

 

Dois tipos de espectáculo, de horrendo suplício. O de Mação, com um mítico Cristo crucificado, liturgicamente, sacrificado pelos sacerdotes das religiões cristãs, para apaziguar as iras de um Deus todo-poderoso, carniceiro, justiceiro, que nem o próprio filho único poupa. Para logo depois guindá-lo à categoria de Deus, no céu, de onde há-de vir em poder e glória, para julgar os vivos e os mortos, como outros tantos cabritos, uns à sua direita, outros à sua esquerda!

 

O do Campo Pequeno, com touros a sério, especialmente cevados, tratados para serem sacrificados na arena, às mãos de um toureiro sacerdotalmente vestido, montado num cavalo treinado para ajudante de carrasco. A estocada final é o clímax de um colectivo orgasmo mental e porventura sexual nas bancadas repletas de aficcionados animais racionais, aos gritos de, Olé!

 

É este o homem que o Estado português mantém à frente do Tribunal Central de Investigação Criminal, a quem, a partir de indícios supostamente fundamentados, cabe decidir da vida e do nome de gente mais ou menos “graúda”, oriunda do universo do poder político, mediático, económico-financeiro. Os processos, de tantos que são, atropelam-se uns aos outros.

 

E o juiz Carlos Alexandre quase nem tempo tem para comer, dormir. O que o move? O que o leva a gostar tanto do espectáculo mediático a que sujeita os que lhe caem nas mãos? Ao serviço de quê e de quem vive? Da justiça, da verdade? Mas o Estado-poder não é de sua natureza mentiroso, assassino, justiceiro? Não se serve dele, para parecer um Estado de direito, quando é a grande máquina institucional de produção de vítimas? Primeiro, alicia seres humanos frustrados e estéreis, para seus agentes, quanto mais no topo, melhor. Corrompe-os logo a todos. Por fim, escolhe uns quantos, para os sacrificar perante os grandes media! Em nome do combate à corrupção! A plebe aplaude

25 Novembro 2014

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:05

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

EM RIO MAIOR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA PREVALECEU SOBRE A RACIONALIDADE

 

Enviaram-se centenas de mensagens e cartas como a que se transcreve abaixo, com a sugestão mais óbvia: cancelamento da selvajaria numa cidade que não merece tal lixeira dentro de portas.

 

Mas a selvajaria aconteceu.

 

Serão os autarcas ANALFABETOS? Não saberão LER?

Quem colocou essa gente no PODER terá de correr com ela do PODER.

 

 

Ainda se pelo menos os cobardes carrascos aprendessem alguma coisa com imagens deste calibre…!

Ainda se os autarcas entendessem que nem para os não humanos, nem para os humanos esta selvajaria faz sentido…!

 

Exma. Senhora Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior  

 

Venho por este meio expressar a minha opinião contra a realização de uma tourada, agendada para o dia trinta de Agosto, em Rio Maior.

 

Torturar animais em nome do entretenimento é uma prática eticamente condenável que é, actualmente, severamente repudiada por um número crescente de pessoas, não só em Portugal mas em todo o mundo.

 

O despertar da consciência da maioria dos portugueses, interligada com a tourada supracitada, constitui uma imagem negativa que Rio Maior está a transmitir tanto a nível ético e moral, como social e até mesmo educativo.

 

Gostaria de pedir que se faça uma reflexão séria sobre a postura adquirida em relação à tauromaquia, tendo em conta que a combinação da cidade rio-maiorense com a realização de espectáculos tauromáquicos passa amplamente a mensagem de que a violência e o desrespeito pelos outros são comportamentos aceitáveis.

 

Considerando também que:

 

A ciência reconhece inquestionavelmente a maioria dos animais, incluindo cavalos e touros, como seres sencientes, capazes de sentir dor e prazer, tanto físicos como psicológicos, bem como sentimentos de medo, angústia, stress e ansiedade;

 

A tourada ofende o sentimento maioritário da população e contribui para a degradação moral de quem obtém prazer estético e psicológico com o sofrimento dos animais;

 

As touradas expressam uma cultura envolvida na insensibilidade e na violência que degrada quem a pratica e promove: vários estudos e especialistas concordam que a prática e a aceitação da violência contra os animais predispõe para a prática e a aceitação da violência contra os homens;

 

O progressivo abandono de tradições anacrónicas e opostas a um sentido humanista de cultura como aquilo que contribui para nos tornar melhores seres humanos, é o que caracteriza a evolução mental e civilizacional das sociedades e melhor corresponde à sensibilidade contemporânea;

 

Solicito por este meio o cancelamento do evento ao qual se refere esta mensagem, e que deixem de se dar incentivos e apoios para a continuidade destas práticas violentas contra animais que tanto descaracterizam e desconfiguram os humanos.

 

Sem outro assunto, despeço-me cordialmente,

 

Centenas de pessoas assinaram esta carta, que os autarcas de Rio Maior simplesmente IGNORARAM por não SABEREM LER?????

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Segunda-feira, 28 de Abril de 2014

O MEU MUNDO PINTADO DE AZUL…

 

Para os que não sabem dos propósitos que me moveram quando optei por agitar consciências (o meu ofício…)

 

Nenhuma estrutura cai, se não for abanada…

 

 

Sou uma cidadã portuguesa, livre pensadora, desassossegada, e avessa à mediocridade e aos medíocres que ocupam cargos de responsabilidade no meu País.

 

Vejo o mundo com um sentimento de esplendor e frequentemente ajo dessa forma.

 

Sou possuída por um sentimento de “desejar estar aqui” e fico surpreendida quando os outros não compartilham isso.

 

Tenho grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta sem explicações ou escolha.

 

Sou desassossegada. Logo, desassossego. Porque o desassossego é preciso.

 

O marasmo nunca fez avançar o mundo.

 

Eu, simplesmente, nunca farei certas coisas como, por exemplo, ver passar o vento sem entrar na tempestade. Nasci com asas no pensamento e preciso de “voar” para me realizar como pessoa.

 

Sinto-me frustrada com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo. Como o sistema vigente. Parado num tempo antigo, que me sufoca. Esmaga-me. Estrangula-me.

 

Frequentemente encontro um modo melhor de fazer as coisas, o que me transforma numa questionadora e inconformista com qualquer sistema que por mim passe.

 

Por vezes pareço anti-social, a menos que esteja com pessoas do mesmo tipo que eu. Se, ao meu redor, não existem outras pessoas com o nível de consciência semelhante ao meu, torno-me introvertida, e sentindo-me como se ninguém me entendesse, isolo-me.

 

As multidões incomodam-me. Gosto da solidão. De ficar sozinha. De pensar, criar, idealizar…

 

Sim, sou sensível, por isso sinto-me esmagada com a inconcebível insensibilidade que me rodeia. Tenho um excessivo montante de energia.

 

Sou bastante intuitiva e trago comigo, desde a nascença, um resoluto idealismo.

 

Distraio-me facilmente e por vezes tenho um baixo poder de concentração, mas tal não me arreda do caminho que devo seguir.

 

Sou bastante sensível à Música, à Pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao Belo, ao Bom e ao Bem (a filosofia que sigo, dos três Bês); as minhas paixões são História, Religião e Arte, daí não me entender com a mediocridade que é promovida pelo sistema político vigente; aprecio conversar sobre Deus, o princípio do Mundo, a Vida, os OVNIS. Costumo desenhar figuras exóticas, seres extraterrestres e figuras estranhas, provenientes da minha imaginação.

 

Por isso reajo mal à estupidez e à ignorância por opção.

 

Preocupo-me bastante com as questões humanitárias, com a fome no mundo, com as guerras, com os problemas ambientais, com os animais abandonados e maltratados, por isso vivo indignada com o poder podre que governa o mundo e o transforma num érebo.

 

Emocionalmente, preciso de estabilidade e segurança por parte das pessoas que me rodeiam.

 

Oponho-me particularmente à autoridade, se esta não for democraticamente orientada, por isso, não aceito ditaduras, nem de esquerda, nem de direita, e muito menos uma democracia opressora, como a que nos tiraniza actualmente, em todos os sentidos.

 

É fácil sentir-me frustrada, porque tenho grandes ideias, mas a falta de recursos e de pessoas que me compreendam e me acompanhem, por vezes comprometem o meu objectivo final.

 

A minha aprendizagem faz-se através da explicação e do raciocínio, e resisto à memorização mecânica ou a ser simplesmente “ouvinte”.

 

Não consigo ficar quieta ou sentada muito tempo, a menos que esteja envolvida em algo do meu interesse maior.
 

Sou bastante compassiva, mas abomino os inumanos. 
 

Em geral tenho um autoconceito elevado.

 

E não tenho medo de ameaças que possam fazer-me, para me deterem das minhas intenções, dos meus objectivos.

 

Se alguém me diz que estou a proceder mal, mas se eu entendo o contrário, simplesmente demonstro que não sabem o que dizem.

 

E agora que já sabem quase tudo sobre a minha pessoa, espero ter contribuído para uma melhor compreensão daquilo que me propus concretizar.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

HOMENS PREDADORES – EXTERMINADORES IRRACIONAIS

 

Nesta designação estão todos aqueles que maltratam os seres humanos, os seres não humanos e o meio ambiente

 

São uma raça que a Humanidade quer ver em extinção o mais depressa possível

 

(Icarus -  painting by Arie Roon)

 

 

«O homem foi concebido genuíno e foi-lhe atribuída a patente de dominador sobre todas as espécies. Ao longo dos séculos, evoluiu rapidamente, mas no sentido oposto, àquele que lhe fora predestinado.

 

Em pouco tempo, e devido à ganância e ao poder, o homem transformou-se num monstro, um monstro poderoso, que se intromete em todos os habitats, varrendo do planeta, todos os seres vivos, até mesmo aqueles que nem se metem com ele.

 

É o prazer de matar, de aniquilar, de levar ao extermínio, as outras espécies, não olhando a meios, e sem condicionalismos.

 

O homem bebe em demasia, subestima, escraviza e assassina, tudo sem legitimidade, sem razão. O que o classifica de imbecil, medíocre e desprezível.

 

O homem, sem se ter dado conta, produziu a sua própria armadilha, aquela que o exterminará a si próprio e o eliminará da face da terra, por castigo e por ignorância.

 

O homem tem as armadilhas montadas, um pouco por todos os recantos do planeta, elas germinaram e foram erigidas, designadas de armas sofisticadas e altamente devastadoras.

 

Esses homens, esses génios, esses predadores que dominam os povos, que assassinam mulheres e crianças, como quem abate ratos, ou pardais; esses parasitas nem pensam que morrerão também, mais cedo ou mais tarde, eles serão banidos e ninguém mais se lembrará que existiram, ou governaram.

 

No futuro, serão os macacos a dominar, sobre a Humanidade, porque os animais, mostraram até agora, serem mais racionais que o homem.» (Francisco Costa)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:06

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Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2013

DO PRIMITIVO PROGRESSO AO MODERNO RETROCESSO

 

Os primitivos usaram a inteligência; os modernos abusam do Poder

 

(Origem da foto) http://www.escolasapereira.com.br/v_pagina.php?a=tag428

 

Perguntas-me por que razão te dirijo todas estas palavras?

 

Por nada de especial.

 

Apenas pretendo evitar, se for esse o caso, que não comprometas o futuro, com os teus excessos, com os teus exageros, com a tua inabilidade, com a tua cegueira. É que gostaria de viver o que me resta da vida, sem ter de me preocupar contigo. Por isso, decidi expor-te o meu pensamento.

 

Quando criança, fui criança e costumava dizer: «Quando eu for grande quero ser...». Tanta coisa eu quis ser! Já passei pela juventude e fui apenas o que tive de ser. Nem criança, nem adulta. Apenas jovem. Hoje, estou a meio do meu percurso. Continuo a seguir em frente, claro! Vivo como posso e como sei. Não sou criança, também não sou jovem. Sou apenas o que sou. Como convém.

 

Quando ultrapassar o Cabo da Boa Esperança, navegarei em outras águas, talvez um pouco mais turvas, mas nem por isso deixarão de ser boas águas para navegar, e provavelmente continuarei a seguir o meu caminho, com a tranquilidade da primeira idade, pois viver cada época de cada vez é a evolução natural da vida. Pretender invertê-la não criará o caos?

 

Todas as vidas começam de um modo muito primitivo. Uma simples e frágil sementinha transforma-se num belo e frondoso embondeiro, se lhe derem condições. A isto chama-se progresso: movimento para a frente.

 

Diz-se que o homem também nasceu primitivo. Vivia em cavernas, andava nu e utilizava instrumentos muito rudimentares. No entanto, esse homem primitivo e inculto fez algo que o homem moderno, esparramando tanta sabedoria e tão alta tecnologia, não conseguiu fazer: progresso. Os antigos usaram a sua inteligência, e da pedra à madeira, da madeira à cerâmica, da cerâmica ao metal, tirando partido do fogo, dos ventos e das águas, inventaram quase tudo o que está na base das sociedades ditas modernas.

 

Todavia, o que o homem primitivo construiu apenas com a sua inteligência, habilidade, e muito engenho e arte, o homem moderno destrói com a sua alta tecnologia. Inabilmente. Desinteligentemente.

 

E o que faz o homem do nosso tempo com o espantoso progresso dos seus primitivos antepassados? Transforma-o num moderno retrocesso, e o pior é que se vangloria desse feito, assim como de outros feitos também.

 

Diz ufanado: «Navego na Internet». Isso é bom. É muito bom. Mas navega igualmente em outras águas, onde se vão extinguindo todas as espécies...

 

Saberás qual é a diferença entre o homem primitivo e o homem moderno?

 

O homem primitivo usou a inteligência em prol do progresso; o homem moderno abusa do progresso em prol do retrocesso.

 

E chama a isso PODER.

 

in «MANUAL DE CIVILIDADE» © Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:43

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ACORDO ORTOGRÁFICO

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