Terça-feira, 20 de Junho de 2017

REACÇÃO DO GRUPO PARLAMENTAR "OS VERDES" PERANTE A TRAGÉDIA DE PEDRÓGÃO GRANDE

 

VERDES.png

 

Em resposta a este texto, que ontem enviei aos deputados da Nação,

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/grande-tragedia-incendiada-pela-falta-722223

 

o Grupo Parlamentar “Os Verdes” acusou a recepção da minha mensagem electrónica, acrescentando que estão a acompanhar atentamente a evolução dos incêndios, através dos seus Colectivos Regionais, e têm se empenhado em dialogar com o Governo para defender novas políticas para as florestas, e travar a expansão do eucalipto, bem como promover o montado de sobro e outras espécies autóctones.

 

Para “Os Verdesa floresta do futuro deve promover o desenvolvimento das comunidades locais, deve preservar a biodiversidade e deve combater o despovoamento do país.

 

Num comunicado “Os Verdes” expressaram a sua solidariedade para com as populações afectadas, e saudaram a coragem de todos quantos combatem estes incêndios, em detrimento dos perigos para as suas vidas, os Bombeiros e ainda os populares que se organizam para fazerem face a este flagelo, considerando este um momento dramático para o país, havendo até ao momento a lamentar já a perda de 64 vidas humanas, assim como dezenas de feridos, sendo previsível o aumento deste número, dado que só com o avançar do tempo se conseguirá ter noção da real dimensão de tamanha tragédia.

 

***

 

Pois é!

 

O País espera que esta tragédia sem precedentes sirva para que os governantes portugueses abram os olhos e vejam a realidade, e sejam responsáveis. Porque até agora foram uns descomunais irresponsáveis.

 

É urgente banir os desmandos dos governantes, porque são as poderosas forças da Natureza que realmente mandam no Planeta.

 

E como questiona Manuela Nunes, que já trabalhou como Técnica Superior, nas Estradas de Portugal, SA: «Por que destruiu o Estado, as funções públicas, exercidas por guardas florestais, guarda-rios e nomeadamente as de cantoneiros, que desmatavam as bermas junto às estradas nacionais? Por que foram substituídos por empresas, que desertificaram as localidades?

 

Em consequência disso, desapareceram as escolas primárias, entre outras infra-estruturas que fixavam as populações (familiares desses funcionários). Por outro lado, a plantação quase doentia (visando apenas o lucro), do eucalipto, que para além de ser pasto fácil para a propagação de incêndios (quer sejam de origem natural, quer sejam de origem "animal"), secam o solo. Alguns "inteligentes" quiseram poupar, naquilo a que passaram a chamar "pequenos detalhes sem qualquer interesse". Claro que os interesses eram e são outros! E muito mais se poderia acrescentar! Estou desolada e chocada com o que aconteceu.»

 

Estamos todos desolados e chocados com o que aconteceu, cara Manuela Nunes.

 

Não podemos devolver à vida os seres humanos e não humanos que pereceram nestes incêndios. Mas podemos evitar que tamanha tragédia volte a acontecer em território português.

 

É tempo de novas políticas. Novos compromissos. Novas atitudes. Novas responsabilidades.

 

Há que defender os legítimos interesses da Nação, e não os ilícitos    interesses dos lobbies.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:18

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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2017

«O PLANETA TERRA ÉS TU…»

 

Uma ideia, guião e voz de Carlos Chavira.

Este vídeo foi produzido com o único propósito de agitar a consciência do nosso Planeta.

Humanos. Que palavra incrível!

Somos considerados a espécie mais inteligente do Planeta. No entanto…

 

 

… somos a pior de todas as espécies.

 

O que fazemos neste mundo? Quem nos trouxe aqui? Qual a nossa missão no Planeta? Talvez nunca possamos entender, mesmo quando parece que a nossa única missão é acabar lentamente com ele e com as suas espécies.

 

Já pensaste que talvez este Planeta não nos pertence, e ainda assim cuidar dele está nas nossas mãos?

 

Os outros animais estavam aqui muito antes de nós. Somos apenas os seus convidados. Temos vindo a invadir o seu território e estamos a destruir o seu habitat.

 

Eles suportaram-nos durante séculos, perdoaram-nos inúmeras vezes e continuamos a ignorar a situação deles.

 

Temos sido os seus sequestradores, os seus assassinos. Ainda assim aceitam-nos como seus donos.

 

Somos a única espécie que ataca, destrói, aniquila, contamina e extingue por ambição ou só para viver um pouco melhor.

 

O mundo é teu, é nosso, é de todos nós. Ainda assim, lembra-te que o mundo também é deles e temos de entender que eles não nada podem fazer para se salvarem e muito menos para salvar o Planeta.

 

O planeta Terra está a morrer, estamos a destruí-lo de forma vertiginosa e ele está faminto de amor. Não lhe sobra muitas forças e apesar de tudo, continua generosamente a dar-nos os melhores espectáculos desde que cá chegámos.

 

O Planeta tem sido o melhor anfitrião da nossa espécie. Não merecerá o nosso reconhecimento?

 

Se nos foi dada a capacidade de falar, pensar, criar, construir e ajudar, porque simplesmente nos calamos, ignoramos, destruímos e matamos?

 

Abre os olhos, tu também estás a morrer junto com o seu Planeta, o único planeta no nosso sistema solar onde nos foi dado o privilégio de viver.

 

Somos milhares de milhões neste Planeta, somos uma espécie pensante, racional, dominante, por que não nos damos conta disso?

 

Somos capazes de conquistar países, a Lua, e inclusive planetas. Ainda assim não somos capazes de conquistar os nossos próprios corações.

 

Toca o teu coração, sente o que está a dizer, ouve aquilo que ele pede de forma gritante e entendamos que precisamos de coexistir no mesmo planeta.

 

Começa por te mudares a ti mesmo. Faz essa proposta a ti mesmo, faz com que os teus filhos saibam e entendam, e que os mais velhos se lembrem que no dia em que a Humanidade deixar de existir e alguma outra espécie encontrar o nosso planeta, verão que fomos uma espécie que se equivocou, que caiu, porém, levantou-se e corrigiu os seus erros.

 

O Planeta já não é o mesmo e já não podemos esperar mais. Todos sabemos o que precisamos de fazer. O tempo urge. O futuro do planeta está nas tuas mãos. Ajuda-o, porque o planeta Terra és tu.

 

Que a indiferença não te vença.

 

Partilha-o agora mesmo, ainda vais a tempo…

 

Carlos Chavira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Terça-feira, 4 de Outubro de 2016

SOMOS FILHOS DA MESMA MÃE NATUREZA

 

Estes são os meus irmãos animais, entre todos os outros.

 

Partilhamos o mesmo Planeta. Temos as mesmas necessidades vitais.

 

Respiramos o mesmo ar. Somos aquecidos pelo mesmo Sol. Iluminados pela mesma Lua...

 

Somos filhos da mesma Mãe Natureza.

 

Mas Portugal é ainda um país primitivo, onde é permitido que psicopatas torturem animais não humanos, em "espectáculos" cruéis, macabros, medievais, sanguinários...

Porquê?

 

Animais[1].png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:26

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Terça-feira, 12 de Julho de 2016

COMO ERA MAIS FÁCIL VIVER SE ME DEIXASSE FICAR NESTE LUGAR…

 

NESTE LUGAR.jpg

 

Foi assim, entre a Natureza selvagem, que passei uns dias tranquilos, longe do mundo ao qual não pertenço.

 

Como gostaria de poder ali ficar, naquele lugar, entre as plantas e as pedras e os outros seres que me acompanham nesta aventura que é viver no planeta Terra.

 

Aqui, neste lugar, vivo em harmonia com as plantas, com as pedras e com os outros seres que falam a minha linguagem, compreendem as palavras muito mais do que os políticos e aqueles outros inscientes que combato.

 

Como era mais fácil viver se me deixasse ficar neste lugar…

 

Mas há vozes que me gritam, que me pedem para voltar…

 

Não são vozes humanas.

 

São mugidos, urros, ganidos, miaus, latidos, cacarejos, gemidos, zurros, relinchos, uivos, grunhidos, zumbidos, pios, chilreios, balidos, chios, arrulhos, rugidos…

 

Gritos desesperados.

 

E então… regresso sempre por eles…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016

O QUE SEPARA O HOMO SAPIENS DO HOMO PARVUS…

 

O Amor Animal

 

Este vídeo é apenas uma pequena amostra desse amor entre os animais humanos e os animais não humanos

 

A este propósito, aproveito para aqui deixar uma nova teoria sobre a Humanidade, da autoria de Josefina Maller, incluída no seu livro

«A Hora do Lobo»

 

 

 

«Oskar entende a política como um veículo que deve levar de um lugar para o outro, de passagem, e apenas de passagem, aqueles que nela se enfronham, e não um lugar cativo, propício a gerar a mais sórdida e malfazeja corrupção. Por este motivo, Oskar incomodava os corruptos, forçosamente. Era, pois, um homem a abater. Um dia, na impossibilidade de o eliminarem fisicamente, amordaçaram-no, do modo mais infame e covarde.

 

Como consequência desse acto, começou a interessar-se pelo estudo do que mais tarde viria a designar de Fenómeno do Homo Parvus ou Homo Predador, isto é, de uma criatura com aspecto de homem, porém possuidora de um cérebro primitivo, extraordinariamente mais primitivo do que o dos seus (dele, Oskar) irmãos macacos, conforme ele próprio faz questão de afirmar, e a qual criatura se desenvolveu paralelamente ao chamado Homo Sapiens – aquele que possui saber e o utiliza para o seu próprio bem-estar, e para o bem-estar de toda a Humanidade. Todavia, afiança Oskar, não se sabe muito bem como nem porquê – aliás como muita coisa que diz respeito à ciência, existindo até várias teorias sobre a questão, todas elas obviamente contraditórias, ou não seja a verdade da ciência sempre provisória – o Homo Parvus conseguiu sobrepor-se ao Homo Sapiens e alcançou o poder, se bem que um poder podre, o mais obtuso e destrutivo dos poderes, porque assente numa insipiência grosseira, o que o levou a começar a desgovernar o mundo, e este transformou-se num lugar mais caos do que ordem, onde o Sapiens, sob o desgoverno do Parvus, viveu quase sempre à deriva. Um contra-senso? Talvez, assevera Oskar, e questiona: «A força bruta, assente na ignorância, não foi sempre mais poderosa do que a mais eloquente inteligência? Quantos homens sábios morreram às mãos do Homo Parvus

 

A vida ignara dos homoparvus, norteada pelo seu saber pobre e podre, gira ao redor de tudo o que diz respeito à aniquilação do Planeta e dos seres que nele vivem: guerras, crimes de guerra, genocídios, massacres, torturas, invasões de territórios, armas nucleares, químicas e de destruição massiva, extinção de espécies; massacres de animais, campos de concentração, de reeducação e de extermínio; terrorismo, bombistas suicidas, enfim, um catálogo infinito de atrocidades, digno apenas de constar n’ O Livro Negro do Terror e da Ignorância, livro que, na verdade, já conta muitos milhares de páginas, escritas com o sangue dos inocentes. E sobre estas matérias, é preciso que se diga, Oskar escreveu já vários livros, que enfureceram não só os poderosos do seu país, como também os poderosos de todo o Planeta. É, pois, evidente, que Oskar seja tão desprezado, entre os políticos, entre os desgovernantes (como ele os qualifica) e até entre alguns dos seus pares, devido às suas ideias, estranhas, polémicas e, sobretudo, provocadoras, porque demasiado “simplistas”, na opinião das (des)inteligências buriladas no caos em que se transformou a vida no Planeta, onde proliferam (pre)conceitos abstracto-filosóficos, baseados na exclusividade de um eu sem causas, e em normas de conduta imoral e incívica, rebuscadas, sinistras e insólitas, a todos os níveis, tornando impróprias para consumo as sociedades engendradas em tal desordem.

 

Todas as épocas e todas as gerações, desde o dia em que o homem descobriu que podia acumular riquezas, e que essas riquezas lhe conferiam um determinado poder, tiveram o seu caos. No entanto, o tempo de Oskar, que, enfim, também é o nosso, é o tempo em que as nações, apesar de todos os progressos e de todas as evoluções, de todas as revoluções e de todas as boas intenções, ainda discutem a questão da guerra e da paz, não conseguindo atinar com qual destas situações será mais vantajosa para a Humanidade, ou mais condizente com mentalidades evoluídas. Direi que não estamos propriamente na era dos trogloditas, pois só pontualmente, um ou outro homem vive em cavernas. Calcula-se ter havido uma evolução de ideias e de comportamentos, desde o já longínquo primeiro amanhecer do australopiteco, contudo, essa evolução não se verificou entre o Homo Parvus que, nascendo pequeno e medíocre, permanece pequeno e medíocre, empancado, autoritário, impiedoso, repressivo, demente, obstinado, ignorante, enfim, constitui um verdadeiro entrave ao progresso dos povos.

 

Por outro lado, a cultura, o saber, a ciência, a arte, tudo o que valoriza a existência dos seres ditos humanos, é do domínio do Homo Sapiens que, no entanto, e inexplicavelmente, raras vezes teve o poder de mandar no mundo e quando, eventualmente, lá chega, é impiedosamente assassinado. O poder é dos fracos, e o saber dos fortes, sentencia Oskar que, todavia, não consegue explicar por que o poder dos fracos sempre se sobrepôs ao saber dos fortes, distanciando-nos, deste modo, e cada vez mais, do paraíso primordial, que foi o nosso Planeta à época da sua criação.

 

Quantos livros de poetas foram apreendidos e queimados diante da porta de Adriano, no decorrer dos séculos! Por esta e por outras que tais discrepâncias, Oskar recusa-se a aceitar o conceito de uma Humanidade uniforme, ou seja, rejeita a ideia da existência de uma só espécie humana. Para ele, há o Homo Sapiens, possuidor de uma inteligência construtiva, e o Homo Parvus que, não tendo evoluído ainda, é o resistente de uma raça de destruidores, não completamente extinta, e que, desde sempre, dominou a Humanidade através de políticas despóticas, agressivas e irracionais, e em tempos mais recentes, acrescidas de uma perversão mental conhecida por terrorismo, que se generalizou por todo o mundo.

 

Vive-se numa época em que já não há governantes nem autoridades, tão-só desgovernantes e desautoridades, sem a mínima capacidade crítica, analítica, ou mesmo reflexiva. Os autodenominados “políticos” e “autoridades”, ao não terem respeito por si próprios, não o têm também em relação aos outros, mas, sobretudo, não têm o respeito desses outros, ao praticarem uma política conforme os seus interesses mesquinhos, e não com base nos interesses dos povos, isto é, não exercem uma política com saber, com prudência e com lucidez, como seria desejável. O importante é acumular riquezas como se fossem viver eternamente e pudessem levá-las com eles para os túmulos, transformando os vermes em seus legítimos herdeiros.

 

Estamos num tempo em que paira sobre a Humanidade o espectro da pobreza extrema, da fome, da destruição do ambiente, da cada vez mais acentuada escassez de água potável, considerada o ouro de um futuro que, no entanto, é já presente; e de doenças provocadas por vírus e bactérias inteligentes, o novo e mais mortal inimigo do homem, o qual não se combate com armas de fogo comuns. Com as nucleares, talvez! Contudo, neste caso, quem não morresse da doença, morreria da cura. E o círculo fechava-se, nele encurralando a desprotegida Humanidade.

 

A grande maioria dos povos tenta sobreviver na linha de todos os limites, enquanto uma minoria atira para o lixo os excessos de uma existência farta. Já não se diz que o mundo é governado, mas que o mundo é desgovernado por uma sucessão de uns e de outros, tal o caos em que os cada vez mais poderosos homoparvus mergulham as nações. A vida no planeta começa a ser deprimente e insustentável. As políticas, ditas globalizantes, estão a transformar o mundo no quintal dos desgovernantes que detém um domínio político fortemente acorrentado a um ameaçador e obcecado poder económico, minado pela corrupção e pelo tráfico de influências. Os países, os povos, os cidadãos comuns que não pertencem ao chamado Double G (Grupo dos Grandes) consomem-se num quotidiano carregado de nuvens negras e águas fétidas e agitadas, vivido num permanente e desesperado desassossego, alimentado por um profundo desânimo, enquanto os “políticos” menores, sonhando com um lugar cativo no tal Double G, resvalam para enormes desaires. É o tempo do domínio da besta, que nada tem a ver com o ano da besta das profecias, ou com as bestas das lendas e dos saberes antigos. Esta é uma besta moderna, completamente desavergonhada, e que faz alarde da sua bestialidade, através dos actos que pratica, deixando atrás de si um rasto de destruição e de lixo, nunca visto ou sequer imaginado.

 

Estamos no tempo em que os fins justificam todos os meios, mesmo os mais inconcebíveis e irracionais. E enquanto o mundo do Homo se desmorona, a aranha continua a construir a sua teia, com engenho e arte, cuidadosamente, uma teia, no entanto, tão frágil que um sopro de vento pode desfazê-la num segundo. Mas esse é o destino da teia da aranha, que intui a sua vida breve, por isso, é tão delicada no fabrico dos fios que enredam a presa com que se alimenta, uma vez que não é da aranha cultivar uma horta ou um pomar. E enquanto essas teias são tecidas, com extrema minúcia, o mundo vai girando, vertiginosamente, enlouquecido e, de volta em volta, o tempo avança. Inexorável».

 

(Excerto do livro «A HORA DO LOBO» © Josefina Maller

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:02

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016

OFÍCIO DA DGAV A PROPÓSITO DA PETIÇÃO CONTRA A EXPORTAÇÃO DE CÃES E GATOS PARA AS FILIPINAS E COREIA DO SUL

 

 

Na sequência de um artigo publicado no meu Bogue, neste link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/governo-portugues-pare-imediatamente-a-635082

sobre a petição de Stephanie Christie, dirigida ao governo português, solicitando que este pare medianamente a exportação de cães e gatos para os referidos países, e na qual Portugal é posto de rastos, devido às notícias saídas a público, a este respeito, recebi o Ofício nº 704/2016, oriundo do Director-geral da DGAV (Direcção-geral de Alimentação e Veterinária), Álvaro Pegado Mendonça, que passo a transcrever:

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Nova petição: Portuguese Government, stop immediately the export of dogs and cats to SouthKorea and Philippines / Governo português parar imediatamente exportação de cães e gatos para a Coreia do Sul e Filipinas

http://www.sosvox.org/pt/petition/portuguese-government-stop-immediately-our-pets-to-south-korea-and-philippines.html?utm_source=highlight&utm_medium=title&utm_campaign=campaign-p070516

 

«Exmos.(as) Senhores(as),

 

A DGAV, estranha o teor da petição pública em apreço e rejeita liminarmente o conteúdo da mesma, por não corresponder à verdade.

Na origem desta situação estarão as declarações do ex-Secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-alimentar, quando falava aos média relativamente ao intenso trabalho realizado no âmbito da internacionalização.

 

Neste âmbito, aludiu ao trabalho difícil de negociação das questões sanitárias e fitossanitárias com países terceiros, com vista à exportação quer com fins comerciais quer com fins não comerciais.

 

Ainda neste contexto global da internacionalização apontou os mercados, produtos e ainda os animais vivos exportados, onde se inserem os animais de companhia, o que terá levado a interpretação errónea por parte do leitor, induzido pelo título do artigo que remetia as declarações para os produtos agro-alimentares.

 

Como é do conhecimento geral, a DGAV, entidade responsável pelos requisitos à exportação é igualmente o garante da saúde e bem-estar animal, estando comprometida com estes objectivos a nível interno e externo, pelo que é um dos Estados Membros que ratificou a Convenção Europeia para a Protecção dos Animais de Companhia.

 

Factualmente ainda acrescentamos que os animais, nomeadamente os de companhia, só viajam para países terceiros acompanhados de certificados sanitários registados e emitidos pela entidade competente, a DGAV, o que nos permite afirmar que só foram emitidos durante os anos de 2014 e 2015, 31 certificados sem fim comercial e com o objectivo de os animais acompanharem os seus donos até ao local de destino.

 

 

Com os melhores cumprimentos,

Álvaro Pegado Mendonça

Director-geral

CVO Portugal»

 

***

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, o texto acima foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

***

 

Eis a minha resposta a este Ofício que, devo confessar, me desiludiu.

 

Exmo Senhor,

 

Agradeço a gentileza da resposta.

 

Porém, devo acrescentar o seguinte:

 

1 – A petição aqui referida (e esta outra que publico hoje) é da autoria de activistas estrangeiros, que se basearam em notícias que correm o mundo, sobre a venda de cães e gatos por Portugal, às Filipinas e Coreia do Sul, países que utilizam animais (ditos de estimação, no Ocidente) para os COMEREM.

 

2 – O que aqui está em causa (e chamo a atenção precisamente para as notícias que circulam no estrangeiro, e não partiram de nós, portugueses, que nos batemos pelo bem-estar de TODOS os animais não humanos, e não só cães e gatos, como a Lei de Protecção Animal n.º 69/2014, de 29 de Agosto, apenas prevê) é a exportação dos nossos animais (que até podem ir com todos os certificados sanitários em dia) para países que os COMEM, e que para os comer sacrificam-nos de uma forma bárbara.

 

Pensamos que esta não é uma política correcta, até porque também sabemos que as entidades portuguesas que deveriam ser mais cuidadosas nestas matérias, nem sempre abrem os olhos ao que se passa, por exemplo, nos bastidores das touradas, quando os touros moribundos são retirados da arena; nem nas “festas” de matança de porcos em público, para divertir um povo inculto; nem nos canis municipais onde os cães passam fome, morrem de doenças, sem qualquer apoio veterinário, e muitos deles são mortos à paulada; e nem sequer nos matadouros, onde os animais são abatidos de uma forma monstruosa.

 

Portanto, tudo o que se relaciona com os animais não humanos em Portugal, incluindo os ditos "animais de companhia ou de estimação", que na sua maioria nem são uma coisa nem outra, porque continuam a ser maltratados, apesar das denúncias, e quem os maltrata não é punido, apesar da Lei, não estão devidamente protegidos, até porque existem bastantes lacunas nessa Lei, onde a maioria dos animais não humanos nem sequer são considerados animais, estando dela excluídos: o caso dos Touros, dos Cavalos, dos Cães utilizados em corridas ou em lutas (que continuam a existir por aí, e ninguém faz nada); o tiro os pombos, os animais utilizados nos circos e zoológicos, enfim… apenas os cães e gatos (e mesmos estes, nem todos) são considerados animais.

 

É raro, muito raro (e a mim até nunca aconteceu) que as denúncias que fazemos de maus-tratos a animais ditos de estimação e de companhia (cães e gatos) tenham uma resposta positiva por parte das autoridades que nunca vêem o que nós vemos.

 

Porque nós, os que nos batemos pelo bem-estar de TODOS os animais não humanos, não precisamos de leis para sabermos que TODOS os animais são seres sencientes, logo, merecedores de uma protecção igual à que se dá aos animais humanos.

 

E se os humanos fossem realmente seres humanos, nem sequer precisariam de leis para os “orientarem” no sentido de que, como animais que também são, não devem fazer aos outros (animais) o que não gostariam que lhes fizessem a eles. Este é um princípio básico adoptado por todos os grandes pensadores, há milhares de séculos…

 

Mas infelizmente, o mundo em que vivermos tornou-se imperfeito depois do aparecimento do homem. Apenas alguns tiveram a ousadia genética de evoluírem, e instintivamente compreenderem que o homem não é a medida de todas as coisas, mas apenas mais um animal entre muitos, com a responsabilidade acrescida de zelar pelo Planeta e por todos os outros seres, simplesmente porque é ele que está com o queijo e a faca na mão, ou seja, é ele que tem um completo domínio sobre o mundo (infelizmente).

 

É uma vergonha para a espécie humana a existência de “homens” que se comportam mais irracionalmente do que aqueles que eles rotulam de irracionais.

 

Portanto, Exmo. Senhor Álvaro Pegado Mendonça, a resposta que eu gostaria de ter recebido era outra.

 

Gostaria que me dissesse que Portugal não mais exportaria cães e gatos portugueses, para os países que os sacrificam antes de os comerem.

 

Infelizmente, Portugal está muito longe de ser um país evoluído no que respeita ao respeito a ter pelas outras espécies que com ele partilham o mesmo Planeta, o mesmo meio ambiente, o mesmo Sol, a mesma Lua, o mesmo Universo…

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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Domingo, 17 de Janeiro de 2016

ESTE É O PLANETA OCEANO

 

A crescente preocupação com a nossa saúde, o ambiente e o bem-estar de alguns animais não humanos é bem encarada por nós, mas como defensores dos direitos de todos os animais não nos satisfaz, pelo que nos cabe informar e sensibilizar o mais possível.

 

 

Os meios de comunicação têm dado relevância às consequências do consumo de carne na nossa saúde e no ambiente, descurando o impacto negativo do consumo peixe, o que tem vindo a causar um abrupto aumento deste. A partilha deste vídeo parece-nos bastante pertinente a fim de desconstruir alguns mitos, como o da “pesca sustentável”, dos supostos benefícios para a saúde do consumo de peixe e, sobretudo, alertar para o brutal sofrimento destes animais.

 

Não é audível o sofrimento dos peixes quando empalados em ganchos ou quando estes lhes são arrancados das suas bocas enquanto asfixiam mas, se estivermos dispostos a olhar, o seu sofrimento é claramente visível assim como o de qualquer outro ser senciente.

 

Link do vídeo original (sem legendas)

https://www.youtube.com/watch?v=MLgkrQSRy9E

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2016

… NO ENTANTO, MANTENHO A ESPERANÇA DE QUE A MUDANÇA SURJA NA PRÓXIMA CURVA DA ESTRADA…

 

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É com profundo descrédito no bom senso, na inteligência e no poder de discernimento dos homens que entro no ano de 2016.

 

… No entanto, mantenho a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada…

 

Bem gostaria de aqui deixar uma mensagem optimista dos tempos que estão para vir, mas as notícias que nos chegam do mundo não são as mais propícias.

 

Quanto mais a Humanidade avança no tempo, mais retrocede o poder de raciocínio do homem, mais irracional ele se torna e, por este andar, não tarda, regressaremos ao tempo das trevas, ou talvez ao fim de uma era.

 

Até há alguns anos atrás, à partida, para mim, todos os homens eram bons, até demonstrarem o contrário. Hoje, o meu pensamento mudou: tantas foram as decepções, tantos foram os desaires!...

 

Hoje, à partida, para mim, todos os homens são maus, até demonstrarem o contrário. E esta mudança, bastante radical, confesso, começou a operar-se depois que entrei neste mundo imundo que aqui vou denunciando, quando fui penetrando a fundo nos problemas políticos, melhor dizendo, nos desajustes dos políticos que estão na base de todos (ou quase todos) os desequilíbrios sociais, económicos, morais, culturais e até religiosos de toda a sociedade humana.

 

O avanço tecnológico mal orientado e mal aproveitado tem levado a Humanidade ao caos. Os valores humanos estão a diluir-se, e o homem está a transformar-se num ser vazio e irracional.

 

Já não há respeito pela vida, não há respeito pelos outros animais, pelo ambiente, não há respeito por absolutamente nada, porque o homem deixou de se respeitar a si próprio, e este é o pior dos desrespeitos, é o começo da desestruturação do ser, que leva à desintegração de toda a sociedade.

 

E aqueles que, agarrados a num fiozinho da racionalidade, que ainda se vislumbra algures, entre as ruínas do mundo, parece que perdem o seu tempo, tentando abrir os olhos e os ouvidos daqueles que há muito deixaram de ver e ouvir, não por motivo de alguma doença súbita, mas levados por um egoísmo desmedido que os lançou na ignorância, ao ponto de se ignorarem a si próprios.

 

 

CHICO.jpg

(Origem da imagem)

http://semeadoresdadiscordia.blogspot.pt/2008/01/chico-mendes.html

 

Recordo, hoje, aqui e agora, Chico Mendes, um seringueiro, sindicalista, activista político e ecologista brasileiro, assassinado nas vésperas do Natal de 1988, apenas porque compreendia as árvores, acarinhava a água e respeitava as flores, ao ponto de não querer flores no seu enterro, pois sabia que as iam arrancar da floresta…

 

Chico Mendes era um ambientalista, que apenas pretendia defender a Amazónia, pretendia defender a vida do nosso Planeta, e os tais ignorantes assassinaram-no.

 

Por todo o mundo, em pleno século XXI depois de Cristo, ouvimos falar de guerras, de um terrorismo com consequências incalculáveis, porque governantes endoideceram, e o povo endoideceu com eles, e não há nada nem ninguém que faça parar esta loucura.

 

Na Rússia e nos EUA passa-se fome. Em países da dita civilizada Europa vegeta-se e morre-se. Na África, milhares de pessoas estão condenadas. Nos países ricos esbanjam-se bens, esbanja-se dinheiro e esbanjam-se vidas.

 

Um desequilíbrio cósmico instalou-se no nosso Planeta, e mais perigosamente no íntimo dos homens, e a poluição do meio ambiente aliou-se a uma poluição mental, que está a conduzir o mundo para o abismo.

 

Num destes dias, em conversa com uns amigos, chamaram-me a atenção para a visão pessimista que eu tenho em relação à sociedade, aos políticos, aos governantes…

 

É verdade!

Mas que motivos terei eu para ser optimista?

 

… No entanto, mantenho a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada…

 

Podem chamar-me de desatinada, quando me vêem sorrir para as flores, mas é que eu entendo a linguagem das flores… Podem chamar-me de desatinada quando canto ao desafio com os pássaros, mas eu sei de cor todas as canções que os pássaros cantam, sem pauta, sem métrica, mas com muita harmonia…!

 

Podem chamar-me de desatinada, quando me encontram a acarinhar um Lobo, mas eu tenho alma de Lobo, sei das emoções dos meus irmãos animais…

 

Podem chamar-me de desatinada quando me quedo a escutar o silêncio, mas podem crer que o som do silêncio é extasiante, é o mais eloquente som da Natureza.

 

Não me perguntem como, nem por que tenho a percepção deste meu mundo feito de coisas invisíveis, acantoado por detrás desse outro mundo que todos julgam real, mas que, na realidade, não passa de uma miragem no infinito deserto, que é a vida dos que não conseguem ver o invisível…

 

Que razões tenho eu para ser optimista quando os que me rodeiam não conseguem ver o mundo das flores; não conseguem acompanhar o canto harmonioso dos pássaros; não conseguem sentir a respiração da alma dos Lobos; ou ouvir o vibrante som do silêncio?

 

Apenas uma certeza faz com que possa vislumbrar uma luz ao fundo do túnel: é que, tal como Miguel de Cervantes, eu também acredito ferverosamente que «Deus suporta os maus, mas não eternamente» …

 

Por isso, um a um, aqueles homens maus, cujo único objectivo da existência deles é violar a harmonia cósmica, cairão um dia. Sempre assim foi, desde o princípio dos tempos… Todos os tiranos da Humanidade caíram… Inevitavelmente… E aos maus, jamais nenhum Homem de bem ergueu uma estátua.

 

E nesta mensagem de Ano Novo, que aqui vos deixo, um tanto ou quanto pessimista, liberto, no entanto, a minha esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada…

 

Isabel A. Ferreira

01 de Janeiro de 2016

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:45

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

VINTE E UM MOTIVOS PARA SER VEGETARIANO

 

Em nome dos animais que são brutalmente abatidos

 

(Além de serem brutalmente abatidos, são, na sua maior parte, criados em condições de más a péssimas e são transportados sofrendo de ansiedade, pânico, claustrofobia e sujeitos a má climatização e a acidentes, que podem ser mortais - Dr. Vasco Reis, Médico Veterinário)

 

Em nome da saúde humana

 

Em nome do Planeta

 

VEGETARIANISMO.jpg

 

O vegetarianismo é a tendência que mais cresce no mundo desenvolvido.

 

Eis 21 motivos para se reflectir sobre uma possível mudança de hábitos alimentares mais saudáveis, mais solidários com os animais e com o Planeta:

 

1 - Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta a possibilidade de vir a ter um ataque cardíaco ou desenvolver cancro.

 

2 - A cada minuto, todos os dias da semana, milhares de animais são barbaramente assassinados nos matadouros. Muitos sangram vivos até morrer. A dor e o sofrimento são atrozes. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais são exterminados a cada hora!

 

3 - Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.

 

4 - A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente numa dieta vegetariana.

 

5 - Os países africanos - onde milhões de seres humanos morrem de fome - exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais que vão parar à mesa das nações mais ricas.

 

6 – A "carne" pode incluir rabo, cabeça, pés, recto e a coluna vertebral de um animal.

 

7 - Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como é que alguém pode estar certo de que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Será estimulante comer o conteúdo do intestino de um porco?

 

8 - Se comêssemos as plantas que cultivamos ao invés de alimentar animais para abate, o deficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembrem-se de que 40 hectares de terra produz carne suficiente para 20 pessoas, mas produz grãos suficientes para alimentar 240 pessoas!

 

9 - Todos os dias dezenas de milhões de pintainhos de apenas 1 dia de vida são trucidados apenas por que não podem pôr ovos. Não há regras para determinar como ocorre esta matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até à morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.

 

10 - Os animais, que morrem para serem servidos à mesa do animal homem, morrem sozinhos, em pânico, em grande depressão e profunda dor. A matança é impiedosa e desumana.

 

11 - É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.

 

12 - Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para dar lugar a pastagens para criação de gado para confecção de hambúrgueres. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.

 

13 - Todos os anos 400 toneladas de grãos alimentam animais de abate – deste modo, os mais ricos do mundo podem comer carne. Ao mesmo tempo, 500 milhões de pessoas, nos países pobres, morrem de fome. A cada seis segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente comem carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar a comer os grãos usados para alimentar animais de abate se os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.

 

14 - As reservas de água fresca do mundo estão a ser contaminadas pela criação de gado de abate. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne, nos EUA, não fosse subsidiada pelo governo no seu colossal consumo de água, alguns gramas de hambúrguer custariam 35 dólares.

 

15 – Quem come carne, está a consumir hormonas que foram administradas aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estas hormonas causam à saúde. Em alguns testes, um, em cada quatro hambúrgueres, contem hormonas de crescimento originalmente administradas ao gado.

 

16 - As seguintes doenças são comuns em quem come carne: anemias, apendicite, artrite, cancros da mama, do cólon, da próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, tensão alta, indigestão, obesidade, varizes. Os vegetarianos há longo tempo precisam de 22% menos de cuidados médicos do que os carnívoros, e têm 20% menos colesterol, o que reduz consideravelmente os ataques cardíacos e o cancro.

 

17 - Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando se come, ingere-se também estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de abate, e a percentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.

 

18 - Num período de vida médio quem come carne terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Desejam assim tanta carnificina na vossa consciência!?

 

19 - Os animais sofrem dor e sentem medo como todos nós. Passam as últimas horas da sua vida trancados num camião, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte alagado em sangue. Quem come carne é responsável pelo modo brutal como os animais são tratados.

 

20 - Animais com um ano de vida são frequentemente muito mais racionais e capazes de pensamento lógico do que bebés humanos de seis semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que crianças de tenra idade. Comer esses animais é um acto bárbaro.

 

21 – Os vegetarianos são mais aptos fisicamente do que quem come carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.

 

(Texto extraído do livro "Food For Thought" do Dr. Vernon Coleman)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:20

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

AÇORES LIDERAM CONTRA-ORDENAÇÕES DEVIDO A MAUS-TRATOS A ANIMAIS

 

A mim, esta notícia não surpreende...

MAUS-TRATOS ANIMAIS.jpg

 

 

Quando os governantes açorianos desconhecem, por completo, o que é um ANIMAL;

 

Quando os governantes açorianos não têm uma política global de defesa da fauna do seu território, incluindo o animal homem;

 

Quando os governantes açorianos não dão o exemplo de civilidade aos governados, e permitem que toda a espécie de selvajaria, mormente a tauromáquica, seja o pão-nosso-de-cada-dia nas ilhas…

 

O que esperar de um povo entorpecido, que se recusa a evoluir?

 

Não admira, pois, que os Açores liderem contra-ordenações devido a maus-tratos infligidos a todos os animais, com a bênção da igreja católica.

 

De facto, é um galardão bastante vergonhoso.

 

Obviamente, existe nos Açores uma parcela da população que já evoluiu, mas infelizmente, e devido à casmurrice dos governantes locais e nacionais, o Arquipélago, tal como uma minoria de municípios no Continente, mantém-se no rol das regiões do Planeta com um nível civilizacional muitos zeros abaixo de zero.

 

Lamentamos.

 

Daí a necessidade da existência de vozes que pugnem pela defesa global da fauna e da flora, porque é da inteligência humana defender o Planeta Terra, no qual devem coabitar igualitariamente, todas as naturezas animais, vegetais e minerais, que dele fazem parte desde a sua criação.

 

Mas enquanto houver na governação mentes retrógradas e involuídas, teremos de continuar a tocar na mesma tecla, até que alguma luz se faça nessas mentes, e abdiquem dos proveitos individuais supérfluos, a favor dos benefícios globais essenciais, como é da natureza inteligente universal.

 

Qualquer animal não humano age em função do grupo, e não em função de si próprio, quando vive em grupo.

 

A isto chama-se instinto de sobrevivência inteligente.

 

Alguns animais humanos, mormente os governantes, agem em função deles próprios, ainda que vivam em sociedade, e tenham uma comunidade para gerir.

 

A isto chama-se permanecer num estádio de evolução primitivo.

 

É o que ainda acontece na comunidade dos Açores.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200820668075539&set=a.1169879103669.20141.1728741748&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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